Recordando meu primeiro anal

Recordando meu primeiro analFoi numa quarta-feira, quando meus pais estavam vendendo na praça e eu saía da escola andando com minhas colegas pra casa, quando meu tio Dani passou pra me levar até a casa dos meus avós. Ao ver que não tinha ninguém, ele me empurrou pra beira da cama, de costas pra ele. Meu tio colocou a mão direita nas minhas costas, descendo, e com a mão esquerda levantou meu uniforme da escola até meus quadris. Senti os dedos dele dentro da minha calcinha, deslizando entre minhas nádegas até meus joelhos, enquanto ele dizia que eu tinha um rabo gostoso, macio e saboroso, sobrinha. Eu continuei naquela posição, com minhas nádegas gordas bem empinadas, quando senti meu tio cuspir no meu cu, enchendo ele de saliva, e começou a colocar a ponta do pau. Eu me assustei porque nunca tinha feito por ali, quando de repente ele enfiou o pau inteiro no meu cu. Senti como se estivesse me partindo ao meio, não aguentei e soltei um grito de dor. Chorando, eu dizia: "Ahhhh, tio, dói muito, não quero mais, não quero mais, para, por favor, você tá me machucando". Mas meu tio estava muito tarado, já me segurava firme pelos quadris e continuou penetrando cada vez mais forte, como se estivesse gostando da dor que tava causando, e dizia: "Ufff, que apertadinho você tem, sobrinha, aguenta mais um pouco", enquanto continuava me fodendo com muita brutalidade. Já tinha o pau até o fundo do meu cu, sentia que ia desmaiar de tanta dor forte que ele tava me causando. Tentei me mexer, mas meu tio me segurava bem, destruindo meu cu do jeito que ele queria, até que parou um pouco pra mudar de posição. Ele me colocou na cama de quatro, feito uma putinha, se ajeitou atrás de mim e continuou destruindo meu cu uma vez e outra, me dando tapas na bunda e puxando meu cabelo pra trás com a mão. Eu já não sabia se chorava pela dor do meu cu arrebentado ou pelos tapas e puxões de cabelo. Tudo aconteceu muito rápido, só sentia minhas nádegas gordas batendo no corpo dele até que ele disse: "Vou encher esse rabo gostoso de porra". Senti várias piadas de porra dentro de mim. Ele mentiu, parou de se mexer, mas o pau dele era como uma rolha. E enquanto eu desmaiava, ele sussurrou no meu ouvido pra não contar pra ninguém, muito menos pros meus pais, e pra ir me acostumando, porque uma vez por semana ele ia arrebentar minha bunda linda e apertadinha. Quando ele se soltou de mim, jorros de porra misturada com sangue saíram de mim, e ele me deu uns guardanapos pra me limpar. Eu continuava chorando por causa do meu cu arrombado, que ardia e pulsava pra caralho. Aí vi ele tirar uma nota de 500 reais e disse que queria arrebentar meu cu de novo na próxima semana. Enquanto isso, fiquei uns minutos naquela posição esperando a dor passar e enxugando as lágrimas pra não levantar suspeitas. Depois de meia hora naquela posição, vesti minha calcinha e abaixei a saia do meu uniforme. Pedi pro meu tio me levar pra casa. Não falamos de nada até chegar, e ele disse: "Tchau, sobrinha, espero te ver outro dia." Eu saí do carro dele sem dizer nada, ainda soluçando, e fui tomar banho pra tirar o resto da porra que tinha dentro do meu cu. Comecei a chorar um pouco pela crueldade da situação que vivi, mas, apesar do que aconteceu, vi o lado bom: ganhei 500 reais. Não me senti tão mal depois disso. Fui me deitar, e a noite toda meu cu ardia e pulsava toda vez que eu ia no banheiro.peitos

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