Fazia um tempo que eu não postava nada, mas sinto que vale a pena registrar o que rolou comigo nos últimos meses.
Faz uns 8 meses que parei de ter encontros casuais com transexuais porque consegui um trampo melhor remunerado, mas com mais responsabilidades, o que me deixou com pouco tempo pra curtir um sexo bom. Confesso que transei uma vez ou outra, mas diria que umas 0 a 1 vez por mês. O caso é que faz uns 6 meses que baixei um aplicativo de encontros. Lá, conversei com muita gente, mensagens iam e vinham, fotos e vídeos, até videochamadas pra bater uma. Mas faz 4 meses que conheci uma mina, chamada Andrea. No começo, achei que era mulher, porque os traços delicados angelicais, o cabelo curto na altura dos ombros, bem penteado e estiloso, junto com o corpo 100% feminino, enganariam qualquer um. Até que um dia, quando ela me mandou uma foto picante, notei algo que me chamou a atenção: um pequeno volume entre as pernas dela.
Sem muita enrolação, fiz a pergunta de um milhão: *"Você é trans?"* E ela, sem hesitar, disse que não, que era um femboy!!!! Na hora, fiquei sem reação. Nunca tive nenhum tipo de relação com quem não fosse mulher ou garota trans (exceto aquela vez que um gay me fez um boquete num bar), porque o que me atrai é a feminilidade das pessoas com quem me relacionei; não sinto atração nenhuma por homens. No entanto, o fato de ela ser mais gostosa que muitas mulheres me fez continuar pra ver no que dava. Andrea achou que eu tinha me assustado, mas foi o contrário: continuei com nossas conversas diárias, tentando mostrar que não ligava pra isso. 5 dias depois, chamei ela pra sair, e ela topou na hora. Marcamos de nos encontrar num bar às 22h. Pontual como sempre, cheguei no local, e Andrea chegou uns minutos depois. Nos cumprimentamos com um beijo na bochecha e pedimos uns drinks.
Me encontrei com um Uma pessoa bem tímida, meio quieta e reservada, bem diferente do que era no chat e na chamada. Ela usava uma calça jeans justa que destacava o quadril, um cachecol cobrindo o pescoço e caindo sobre o peito, combinando com uma blusa branca curta que deixava a barriga de fora, e fechando o look, uma jaqueta de couro muito linda. Pessoalmente, o rosto dela é ainda mais feminino, tinha pouca maquiagem e uns óculos grandes que deixavam o rosto bem estiloso. O álcool já tava fazendo efeito, e a cada minuto ela se soltava mais, até que passou mais de uma hora falando sem parar. A noite voou, dançamos umas músicas bem coladinhos, entre conversas rolou olhares, beijos, e a Andrea não perdeu tempo, levando as mãos sempre que podia pra minha entreperna, mostrando que o álcool deixava ela corajosa.
No fim, não rolou nada além disso, não queria parecer um desesperado, então quando deu 2 da manhã, levei ela pra casa, nos despedimos com um beijo e fui pra minha casa me preparar pra dormir. Já na cama, recebi uma mensagem da Andrea, uma foto num biquíni preto minúsculo e sexy que, no corpo feminino dela, deixava ela espetacular. Ela disse que tava morrendo de vontade de levar pro próximo nível, mas que não tinha tido coragem porque tava muito nervosa, e me agradeceu por não ter sugerido nem forçado nada. Aí eu respondi com uma foto do meu pau totalmente duro, dizendo que vontade não tinha faltado. Essa foto foi o estopim pra uma noite de sexchat intenso, fotos, vídeos e até áudios gemendo, a gente se mandou até as 4 da manhã, quando finalmente gozamos os dois.
Saímos de novo algumas vezes, mas já num clima mais romântico, porque eu realmente tava muito atraído por ela e, pelo visto, ela também. Tudo ia de vento em popa, mas um dia, sem aviso, aconteceu o que tinha que acontecer. A Andrea me chamou pra sair, não disse pra onde nem pra quê. Fui buscá-la na casa dela, ela tava espetacular: uma saia preta na cintura, um body de renda e uma blusa pra cobrir. peito que chegava até o umbigo, uma bolsinha marrom e umas botas pretas. Ela tava espetacular. Fomos a um restaurante que ela escolheu, ela convidou e pagou tudo. Fomos ao cinema pra fechar o dia como dois apaixonados, mas eu percebia ela mais nervosa que o normal, até que finalmente sacou as intenções dela quando tava levando ela pra casa. Ela me perguntou se eu queria entrar, com surpresa eu hesitei antes de responder, mas ela me olhou nos olhos com um olhar de cachorrinho nervoso, então aceitei e fui. Ela me levou direto pro quarto dela, cheirava muito bem e tava perfeitamente decorado.
Sentei na cama e fiquei olhando fixo pra ela, ela tava na minha frente visivelmente nervosa, mas tinha um brilho de determinação nos olhos. Ela se aproxima de mim devagar e sobe no meu colo, me olha direto nos olhos enquanto eu coloco minhas mãos na cintura delicada dela. Andrea, nervosa, me beija com força, foi um beijo longo e apaixonado. Ela mexe os quadris devagar, me dando a entender que tá curtindo o beijo, minhas mãos deslizam pela cintura dela e vão parar na bunda linda dela, que eu aperto com força. Andrea geme de surpresa, mas imediatamente sorri, meu pau já tava começando a endurecer. Com agilidade, tiro a blusa dela, deixando ela de body e saia curta. Os bicos dos peitos dela estavam durinhos. Acostumado com peitões, ver o peito lisinho dela me deu uma ternura, mas eu me sentia profundamente atraído por ela, então não importou. Uma das minhas mãos foi pro peito dela e eu comecei a massagear de leve, estimulando o bico por cima da malha.
Pego a Andrea no colo e levanto ela com facilidade, deito ela na cama e devagar tiro a saia dela. O pauzinho dela tava totalmente preso no body, ereto e pedindo pra ser solto. Olho nos olhos dela e ela entende minhas intenções, tira o body, ficando totalmente nua pra mim. O corpo delicado dela, a pele macia e os bicos durinhos me tentavam, meu pau tava completamente duro. Andrea me pediu Me desnudei porque não queria ser a única. Tirei toda a roupa e meu pau já estava durasso, ela olhou com espanto, mas dava pra ver o desejo no olhar dela. Andrea nunca tinha transado com ninguém, apesar de se masturbar direto e enfiar consolos enormes na bucetinha dela. Deitei do lado dela e comecei a beijá-la, peguei a mão dela e levei até meu pau, ela segurou com cuidado e começou a fazer movimentos suaves, a mão delicada dela era uma delícia, nunca ninguém tinha me acariciado com tanta maciez.
Minha mão livre foi parar no pau dela, pequeno mas muito bonito, tava durasso e escorrendo líquido pré-gozo. Acariciei ele de leve junto com as bolas enquanto beijava os lábios dela. Me afastei e desci pro peito dela, lambi os mamilos dela com cuidado, ela gemia forte porque se masturbava muito e estimulava os peitos. Ela me pediu pra meter, olhei surpreso mas fiquei feliz em obedecer, mas primeiro tinha que preparar o terreno. Ela me mostrou onde estava o lubrificante, passei nos meus dedos e na bunda linda dela, massageei a área de leve e enfiei um dedo, ela se contorceu e gemeu. De novo ela pediu pra eu meter, enfiei outro dedo nela, e a reação foi a mesma: gemidos e o corpo se arqueando. Lá dentro tava quente e apertava meus dedos com força.
Coloquei uma camisinha e segurei as pernas dela, ela me olhava com intensidade e súplica. Devagar, aproximei meu pau da bunda dela, comecei a entrar nela com calma e cuidado. Andrea gemia e pedia pra eu enfiar tudo de uma vez, mas não consegui, queria ver ela aproveitar cada centímetro até finalmente estar todo dentro dela. As pernas dela totalmente abertas, o pau dela duro e escorrendo, a bunda dela apertando com força. Comecei a bombar de leve, ela gemia sem controle dizendo que amava, que gostoso e que prazer sentia. Isso me animou a meter mais forte até pegar um ritmo constante. Me coloquei por cima dela com as mãos apoiadas nos ombros dela, e ela me abraçou com braços e pernas, rebolando os quadris feito louca e me beijando com força. Ali estava a Andrea dos sexchats, a safada e putinha femboy. Ela me pedia pra falar coisas sujas, e eu falei: disse que ela era minha putinha, minha vadia, que seria só minha e que a bunda dela só seria penetrada por mim.
O ato não durou muito. A bunda apertada dela e os movimentos violentos me fizeram gozar. Ela se contorceu com força e, pra minha surpresa, senti o pau dela jorrando leite na minha barriga. Andrea caiu exausta, ainda gemendo e toda suada. Deitei do lado dela e tirei a camisinha. Olhei pra ela e comecei a beijá-la por um tempo. Ela me olhou nos olhos e sorriu, me agradeceu por ter sido gentil e disse que me amava. Mas quando falou isso, ficou vermelha que nem pimentão e levantou na hora. Catou algo rápido e, com umas toalhas úmidas, limpou o leite da minha barriga e depois entrou no banheiro.
Fiquei pelado na cama dela esperando ela voltar. Depois de uns minutos, ela saiu de lá, vestindo um croptop com as cores do arco-íris que tampava o peito dela. Deitou do meu lado e a gente se abraçou.
Faz uns 8 meses que parei de ter encontros casuais com transexuais porque consegui um trampo melhor remunerado, mas com mais responsabilidades, o que me deixou com pouco tempo pra curtir um sexo bom. Confesso que transei uma vez ou outra, mas diria que umas 0 a 1 vez por mês. O caso é que faz uns 6 meses que baixei um aplicativo de encontros. Lá, conversei com muita gente, mensagens iam e vinham, fotos e vídeos, até videochamadas pra bater uma. Mas faz 4 meses que conheci uma mina, chamada Andrea. No começo, achei que era mulher, porque os traços delicados angelicais, o cabelo curto na altura dos ombros, bem penteado e estiloso, junto com o corpo 100% feminino, enganariam qualquer um. Até que um dia, quando ela me mandou uma foto picante, notei algo que me chamou a atenção: um pequeno volume entre as pernas dela.
Sem muita enrolação, fiz a pergunta de um milhão: *"Você é trans?"* E ela, sem hesitar, disse que não, que era um femboy!!!! Na hora, fiquei sem reação. Nunca tive nenhum tipo de relação com quem não fosse mulher ou garota trans (exceto aquela vez que um gay me fez um boquete num bar), porque o que me atrai é a feminilidade das pessoas com quem me relacionei; não sinto atração nenhuma por homens. No entanto, o fato de ela ser mais gostosa que muitas mulheres me fez continuar pra ver no que dava. Andrea achou que eu tinha me assustado, mas foi o contrário: continuei com nossas conversas diárias, tentando mostrar que não ligava pra isso. 5 dias depois, chamei ela pra sair, e ela topou na hora. Marcamos de nos encontrar num bar às 22h. Pontual como sempre, cheguei no local, e Andrea chegou uns minutos depois. Nos cumprimentamos com um beijo na bochecha e pedimos uns drinks.
Me encontrei com um Uma pessoa bem tímida, meio quieta e reservada, bem diferente do que era no chat e na chamada. Ela usava uma calça jeans justa que destacava o quadril, um cachecol cobrindo o pescoço e caindo sobre o peito, combinando com uma blusa branca curta que deixava a barriga de fora, e fechando o look, uma jaqueta de couro muito linda. Pessoalmente, o rosto dela é ainda mais feminino, tinha pouca maquiagem e uns óculos grandes que deixavam o rosto bem estiloso. O álcool já tava fazendo efeito, e a cada minuto ela se soltava mais, até que passou mais de uma hora falando sem parar. A noite voou, dançamos umas músicas bem coladinhos, entre conversas rolou olhares, beijos, e a Andrea não perdeu tempo, levando as mãos sempre que podia pra minha entreperna, mostrando que o álcool deixava ela corajosa.
No fim, não rolou nada além disso, não queria parecer um desesperado, então quando deu 2 da manhã, levei ela pra casa, nos despedimos com um beijo e fui pra minha casa me preparar pra dormir. Já na cama, recebi uma mensagem da Andrea, uma foto num biquíni preto minúsculo e sexy que, no corpo feminino dela, deixava ela espetacular. Ela disse que tava morrendo de vontade de levar pro próximo nível, mas que não tinha tido coragem porque tava muito nervosa, e me agradeceu por não ter sugerido nem forçado nada. Aí eu respondi com uma foto do meu pau totalmente duro, dizendo que vontade não tinha faltado. Essa foto foi o estopim pra uma noite de sexchat intenso, fotos, vídeos e até áudios gemendo, a gente se mandou até as 4 da manhã, quando finalmente gozamos os dois.
Saímos de novo algumas vezes, mas já num clima mais romântico, porque eu realmente tava muito atraído por ela e, pelo visto, ela também. Tudo ia de vento em popa, mas um dia, sem aviso, aconteceu o que tinha que acontecer. A Andrea me chamou pra sair, não disse pra onde nem pra quê. Fui buscá-la na casa dela, ela tava espetacular: uma saia preta na cintura, um body de renda e uma blusa pra cobrir. peito que chegava até o umbigo, uma bolsinha marrom e umas botas pretas. Ela tava espetacular. Fomos a um restaurante que ela escolheu, ela convidou e pagou tudo. Fomos ao cinema pra fechar o dia como dois apaixonados, mas eu percebia ela mais nervosa que o normal, até que finalmente sacou as intenções dela quando tava levando ela pra casa. Ela me perguntou se eu queria entrar, com surpresa eu hesitei antes de responder, mas ela me olhou nos olhos com um olhar de cachorrinho nervoso, então aceitei e fui. Ela me levou direto pro quarto dela, cheirava muito bem e tava perfeitamente decorado.
Sentei na cama e fiquei olhando fixo pra ela, ela tava na minha frente visivelmente nervosa, mas tinha um brilho de determinação nos olhos. Ela se aproxima de mim devagar e sobe no meu colo, me olha direto nos olhos enquanto eu coloco minhas mãos na cintura delicada dela. Andrea, nervosa, me beija com força, foi um beijo longo e apaixonado. Ela mexe os quadris devagar, me dando a entender que tá curtindo o beijo, minhas mãos deslizam pela cintura dela e vão parar na bunda linda dela, que eu aperto com força. Andrea geme de surpresa, mas imediatamente sorri, meu pau já tava começando a endurecer. Com agilidade, tiro a blusa dela, deixando ela de body e saia curta. Os bicos dos peitos dela estavam durinhos. Acostumado com peitões, ver o peito lisinho dela me deu uma ternura, mas eu me sentia profundamente atraído por ela, então não importou. Uma das minhas mãos foi pro peito dela e eu comecei a massagear de leve, estimulando o bico por cima da malha.
Pego a Andrea no colo e levanto ela com facilidade, deito ela na cama e devagar tiro a saia dela. O pauzinho dela tava totalmente preso no body, ereto e pedindo pra ser solto. Olho nos olhos dela e ela entende minhas intenções, tira o body, ficando totalmente nua pra mim. O corpo delicado dela, a pele macia e os bicos durinhos me tentavam, meu pau tava completamente duro. Andrea me pediu Me desnudei porque não queria ser a única. Tirei toda a roupa e meu pau já estava durasso, ela olhou com espanto, mas dava pra ver o desejo no olhar dela. Andrea nunca tinha transado com ninguém, apesar de se masturbar direto e enfiar consolos enormes na bucetinha dela. Deitei do lado dela e comecei a beijá-la, peguei a mão dela e levei até meu pau, ela segurou com cuidado e começou a fazer movimentos suaves, a mão delicada dela era uma delícia, nunca ninguém tinha me acariciado com tanta maciez.
Minha mão livre foi parar no pau dela, pequeno mas muito bonito, tava durasso e escorrendo líquido pré-gozo. Acariciei ele de leve junto com as bolas enquanto beijava os lábios dela. Me afastei e desci pro peito dela, lambi os mamilos dela com cuidado, ela gemia forte porque se masturbava muito e estimulava os peitos. Ela me pediu pra meter, olhei surpreso mas fiquei feliz em obedecer, mas primeiro tinha que preparar o terreno. Ela me mostrou onde estava o lubrificante, passei nos meus dedos e na bunda linda dela, massageei a área de leve e enfiei um dedo, ela se contorceu e gemeu. De novo ela pediu pra eu meter, enfiei outro dedo nela, e a reação foi a mesma: gemidos e o corpo se arqueando. Lá dentro tava quente e apertava meus dedos com força.
Coloquei uma camisinha e segurei as pernas dela, ela me olhava com intensidade e súplica. Devagar, aproximei meu pau da bunda dela, comecei a entrar nela com calma e cuidado. Andrea gemia e pedia pra eu enfiar tudo de uma vez, mas não consegui, queria ver ela aproveitar cada centímetro até finalmente estar todo dentro dela. As pernas dela totalmente abertas, o pau dela duro e escorrendo, a bunda dela apertando com força. Comecei a bombar de leve, ela gemia sem controle dizendo que amava, que gostoso e que prazer sentia. Isso me animou a meter mais forte até pegar um ritmo constante. Me coloquei por cima dela com as mãos apoiadas nos ombros dela, e ela me abraçou com braços e pernas, rebolando os quadris feito louca e me beijando com força. Ali estava a Andrea dos sexchats, a safada e putinha femboy. Ela me pedia pra falar coisas sujas, e eu falei: disse que ela era minha putinha, minha vadia, que seria só minha e que a bunda dela só seria penetrada por mim.
O ato não durou muito. A bunda apertada dela e os movimentos violentos me fizeram gozar. Ela se contorceu com força e, pra minha surpresa, senti o pau dela jorrando leite na minha barriga. Andrea caiu exausta, ainda gemendo e toda suada. Deitei do lado dela e tirei a camisinha. Olhei pra ela e comecei a beijá-la por um tempo. Ela me olhou nos olhos e sorriu, me agradeceu por ter sido gentil e disse que me amava. Mas quando falou isso, ficou vermelha que nem pimentão e levantou na hora. Catou algo rápido e, com umas toalhas úmidas, limpou o leite da minha barriga e depois entrou no banheiro.
Fiquei pelado na cama dela esperando ela voltar. Depois de uns minutos, ela saiu de lá, vestindo um croptop com as cores do arco-íris que tampava o peito dela. Deitou do meu lado e a gente se abraçou.
6 comentários - Meu lindo Femboy