Fatal azul muito puta

Vou compartilhar com vocês os segredos mais excitantes da minha amiga Azul, que por razões óbvias vocês nunca saberão o sobrenome dela. Vou detalhar: Azul é uma mulher excitante de todos os ângulos, ela é instagramer. Ela manja muito das redes sociais, tem 18 anos, 1,60m de altura, cabelo liso castanho que vai até o meio das costas. O cabelo é como um indicador que aponta e marca a bunda dela, empinadinha, turgente, parece que dois melões fazem parte das nádegas dela. Para um homem, ver essa bunda é ver a bunda dos sonhos, podem ter certeza. Quando Azul passa, mais de um vira pra ver como ela desfila aqueles passos silenciosos e sedutores na rua, ela é tão linda que não anda, desliza. Continuo o relato: Azul é abençoada pela natureza, tem uns peitos de adolescente mulher, tamanho 95, pele branca, com os biquinhos dos peitos sempre durinhos, rosadinhos, prontos para serem amados. Ela não deve pesar mais que 48 ou 50 kg, a pele dela é macia, dócil, enfim, uma mulher morena argentina, sexy e sedutora. Eu brinco com ela, chamo de Pampita do Instagram, porque ela é bonita assim, sexy assim. Azul posta umas fotos do caralho, bem provocantes, fotos que deixam pouco pra imaginação. Na rede social dela, ela consegue uma simbiose nas imagens de anjo e demônio, que só ela consegue fazer. A gente sempre se encontra pra conversar, tomar um café. Devo dizer que, além de ser uma mulher que não passa despercebida na rua, ela é muito gostosa de conversar, inteligente, lúcida como poucas. Eu, por ser mais velho, sempre dou ouvidos pra ela, a gente tem tantas idas e vindas que eu conheço os segredos mais eróticos e sensuais da vida dela. Num desses encontros, devo confessar que ela me contou algo tão íntimo, que aconteceu com ela uns dias atrás, que eu realmente fiquei de pau duro com o relato dela, claro que ela nunca soube. Acontece que a Azul tem um amigovio, alguém que mexe com ela, um sortudo adolescente da mesma idade que ela. Ela me contou que Ela ainda não está pronta pra dar o próximo passo, de transar. Me conta que não vai dar esse passo até encontrar a pessoa certa, de confiança total. Por isso, se o Diego se esforçasse, fosse mais homem, mais protetor, agisse com mais maturidade, acho que ela não teria problemas em se entregar aos desejos mais profundos de uma relação sexual. Me conta que saiu pra dançar com um grupo de amigas, na balada da cidade onde a gente mora. Elas tinham combinado de encontrar o Diego lá, que também ia com os amigos e colegas do clube onde joga futebol. Claro, dono de um físico de atleta, 1,80m, 70kg, corpo definido, cabelo comprido estilo emo, um cara moderno, descolado, que fazia todas as minas que cruzavam o caminho dele se apaixonarem.

Azul e as amigas chegam na balada, é mais que óbvio que quando entram causam uma sensação diferente. Os caras olham, cochicham, soltam suspiros. Vão pro balcão, cada uma pede um coquetel, daqueles que os adolescentes tomam. Risada vai, risada vem, dançavam de um jeito sedutor entre elas. Alguns caras que são amigos delas no Instagram se aproximam, pedem fotos pra Azul. Ela, como a fofa que é, tira as fotos, mas com as amigas. O clima era descontraído, de felicidade. Aí, do outro lado da balada, aparece o Diego. Como eles eram ficantes, pra ele... a Azul aumentava o ego dele. Com um copinho de fernet pela metade, ele dá um beijo apaixonado na boca dela, beijo de adolescente apaixonado. Se pegam pela mão e vão pra um lugar mais confortável, mais reservado, com luz baixa. Sentam e começam a se amar, se beijar, se tocar. Ele morde de leve a orelhinha dela, dá beijinhos no pescoço da Azul, que ela recebe de um jeito bem sexual. Trocam gemidos, o coração dos dois acelera. Devagar, ele chega na boca dela com os lábios, roça, pousa sobre os dela com uma sensualidade de parar corações. Nessa altura, Azul me conta que a buceta dela tá bem molhada, com fluido. Excitação, que já tinha molhado a calcinha preta, de oncinha, que ela vestiu pra ocasião. Mas no fundo, no fundo, ela queria dar o passo que tanto desejava, mas uma força maior não deixava, por causa da insegurança que o Diego passava pra ela o tempo todo. Ela não ficava atrás: beijava o pescoço do Diego, mordia, acariciava o peito de atleta que ele tinha. Enquanto isso, ele começou a apertar devagar, com delicadeza, os peitos majestosos da Azul. Na hora, o Diego sentiu a dureza dos bicos dos peitos dela, a excitação era tanta que dava pra cortar o ar com uma folha de papel. Diego começou a percorrer a barriga lisa dela, a brincar com o umbigo perfeito. Azul, com as mãos, percorria as pernas do Diego, morrendo de vontade de roçar o pau dele por cima da roupa. Ele, possuído pelo encanto dessa mulher, começa a enfiar a mão por entre o elástico da calcinha e a pele, consegue o que queria e com os dedos dá massagens lentas no púbis da Azul e no monte de Vênus. Nessa hora, a Azul não parava de produzir fluido da buceta dela, o que fez ela criar coragem. Tímida, passa a mão na virilha do Diego, e qual não foi a surpresa dela: encontrou um obstáculo e tanto, bem duro. A primeira reação foi tirar a mão. Diego não deixou, pegou a mão dela, soltou o botão da calça. Quando Diego levava a mão dela pra dentro da cueca dele, chegam todos os amigos do Diego e levam ele pro balcão de novo. Essa é a situação que faz a Azul não conseguir confiar no Diego, que eles podem levar o relacionamento pro próximo nível. Continua… Azul, atordoada, puta da vida e extremamente excitada, vai até as amigas e fala que vai embora da balada, muito frustrada. As amigas não deixam ela sozinha, chamam um Uber e vão todas juntas. O Uber deixa cada uma em casa. Azul era a última. Chega na casa dela já eram 4h30 da madrugada. Azul ainda não tinha se recuperado da situação com o Diego na balada. Entra, vai pra cozinha, faz um chá. Só pra passar o tempo e fazer as endorfinas viajarem, pra conseguir pegar no sono e finalmente dormir. Termina o chá, vai pro quarto, se troca e fica de peitos nus, só com a tanga preta e toda molhada. Deita, apaga a luz e vêm na cabeça as imagens que ficaram gravadas, e isso a excitou ainda mais. Sem querer parar, começou a se tocar, apertar os peitos, os bicos, a respirar mais rápido e fundo, fazer círculos com as mãos no abdômen liso de modelo. Sem querer, começa a roçar a buceta por cima da tanga. Uma imagem dos sonhos. Toca o clitóris com um dedo e sente uma eletricidade percorrer o corpo. Liberta os demônios do erotismo e do sexo, e timidamente enfia um dedo na buceta, esfregando de leve. Sente sensações inexplicáveis que nunca sentiu, e o instinto animal a leva a enfiar um segundo dedo, e um terceiro também. Nessa altura, já se entrega placidamente a uma maturação fenomenal que curtia como se estivesse possuída. Começa a sentir espasmos elétricos no corpo todo, mas os mais gostosos percorriam a espinha. Acelerou os movimentos e, num instante, sentiu os dedos ficarem mais molhados a cada vez, a ponto de arrancar um grito que segurou com medo da família ouvir. O derrame de fluidos era tremendo, e Azul não queria parar. Se contorcia, apertava as pernas, curtia ao máximo essa situação. Molhou os lençóis, o colchão. Já não aguentava mais mexer os dedos lá dentro. Tinha tido o primeiro orgasmo de mulher realizada. Respirou fundo e relaxou na cama, sem forças pra nada, e sem perceber, dormiu placidamente até as 10 da manhã de domingo. Assim que acordou, lembrou do que aconteceu de madrugada. Sorriu pra si mesma, de forma safada, e percebeu que a cama era um mar de fluidos. Levantou, abriu o chuveiro e curtiu a água quentinha acariciando o corpo. Azul, uma instagramer bem gostosa.

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