Durante vários dias, a Sandra ficou me falando que o chefe dela não parava de olhar pra ela de um jeito bem tarado, então ela começou a provocar ele. Ela me contava que toda vez que via ele olhando pra ela, se abaixava pra pegar alguma coisa, quase de quatro, ou quando ele chamava ela pro escritório, abria a blusa pra deixar o decote mostrar boa parte dos peitos dela. Teve até uma ou duas vezes que ela mostrou tanto os peitos que dava pra ver a auréola marrom dos bicos, e nessa hora o chefe quase caiu os olhos dela. Depois de mais de um mês dela ter começado esses joguinhos, ela me contou que o chefe começou a se aproximar mais do que o normal. Primeiro, dava uns roçares leves, e a Sandra fingia que não tava nem aí. Depois, começou a pegar ela pela cintura. Pouco tempo depois, começou a cumprimentar ela com beijo na bochecha quando chegava no trabalho e se despedir igual na saída, coisa que nunca tinha feito antes. E às vezes esses beijos tentavam roçar os lábios da Sandra, mas ela continuava fingindo que não ligava. Os dias foram passando, e a Sandra me contava que o chefe dela tava cada vez mais em cima. Aí eu perguntei se ela sentia atração por ele e se queria dar pra ele. SANDRA: NO COMEÇO NÃO, MAS DEPOIS DE TODO ESSE JOGO DE ROÇARES E ELE TENTANDO BEIJAR MEUS LÁBIOS, ME DÁ MUITO TESÃO. Eu só ri e falei: então dá pra ele, você já me disse que dá pra ver que ele tá morrendo de vontade. Passaram mais várias semanas, e a Sandra continuava com o joguinho de se esfregar e tentativas de beijo, mostrando o decote, mas não passava disso. Ela me contou que, como não tava rolando mais nada, ia ficar mais agressiva nas indiretas, porque queria sim dar pro chefe, mas não ia ser ela que ia pedir. Então as provocações iam ser mais fortes. Eu não sabia o que ela queria dizer com isso, mas com a mente da Sandra, qualquer coisa era possível. Quando chegou aquela noite, ela me contou com um sorrisão que tinha mostrado um mamilo e que percebeu a reação dele na hora. Ela me contou que, quando viu o chefe vindo, se abaixou pra procurar alguma coisa. e ela desabotoou a blusa e puxou um dos peitos pra fora do sutiã até o bico ficar de fora, e quando o chefe dela parou atrás dela, ela se levantou de repente fingindo surpresa e virou na hora pra ele poder ver que ela tava com um peito de fora, mas parecia que ela não tinha percebido o que tava mostrando. Ele em nenhum momento olhou na cara dela, e ela depois de alguns segundos se virou pra deixar ele com mais vontade. Na sexta-feira da mesma semana, Sandra chegou em casa com um sorriso que não conseguia esconder. SANDRA: CONSEGUI. EU: JÁ COMEU ELE? SANDRA: NÃO, MAS VOU COMER, E MELHOR AINDA, SAÍ GANHANDO KKKKKK. EU: POR QUÊ? O QUE ACONTECEU? Ela começou a me contar que naquele dia, como sempre, ela ia com intenção de provocar ele, mas não viu ele de manhã. Então, meia hora antes do turno acabar, um dos colegas foi até ela e disse que o chefe tava chamando ela no escritório... "Em que encrenca você se meteu agora, Sandra, pro chefe te chamar no escritório?", disse o colega. Ela foi, e o chefe começou a falar que tinha uma proposta de trabalho muito boa e que, se ela aceitasse, o salário dela aumentaria 50% do que ela tava ganhando. Ela, meio confusa porque não esperava por isso, perguntou do que se tratava o trabalho, e ele, sem hesitar, disse: "Quero que você transe comigo 4 ou 5 vezes por mês." Sandra fingiu surpresa e desaprovação, mas por dentro tava explodindo de empolgação porque ia comer o chefe e ainda ganhar aumento. O chefe disse que ela não precisava responder na hora, que se aceitasse, ele esperaria ela no dia seguinte num lugar, e deu um papel com o endereço e o número do quarto pra onde ela devia ir. "Se às 5 da tarde você não aparecer, vou entender sua decisão." Como aquele era o dia de folga dela, Sandra aproveitou pra ir ao salão de beleza, arrumou o cabelo e as unhas das mãos e dos pés, e quando chegou em casa, eu perguntei se ela tava com a buceta bem depilada, porque é algo que sempre... Faço isso quando ela vai sair pra dar pra esses caras dela, porque adoro que ela vá bem depilada, já que fica uma delícia assim. Às 5 da tarde, ela já estava no endereço que o chefe deu. Ela me disse que era um hotel e parecia bem bonito. Ao entrar, falou pra recepcionista que estavam esperando por ela e deu o número do quarto. "Sim, claro, terceiro andar, no fundo", respondeu a recepcionista. Sandra bateu na porta e, na mesma hora, o chefe dela abriu e, sem dizer uma palavra, começou a beijá-la desesperado enquanto tirava a roupa dela. 5 minutos depois de ela ter me escrito que já estava no hotel, ela me mandou essa foto.
EU: NÃO PERDEM TEMPO Passei cerca de uma hora e ela me mandou outra, dizendo que tinha tirado o telefone dele e desligado pra ninguém atrapalhar, que aproveitou que foi ao banheiro pra me escrever e que provavelmente ia chegar tarde.
Tarde inteira passei ansioso pensando nas fodas que a Sandra devia estar levando naquele momento, até bati uma punheta. Depois de um tempo, parei de pensar nisso e fui jogar Call of Duty, e o tempo passou voando. Umas 11 da noite, senti a Sandra abrindo a porta de casa e fui recebê-la. Ela tava meio bebida, quando entrou me abraçou e suspirou com um sorrisão.
EU: E AÍ, COMO FOI?
SANDRA: FOI A MELHOR FUDA QUE JÁ LEVEI NA VIDA
EU: FOI TÃO BOA ASSIM?
SANDRA: SIM, FOI INCRÍVEL. GOZEI UMAS 5 OU 6 VEZES, NÃO SEI, PERDI A CONTA
Ela começou a contar que, mal chegou, sem nem trocar uma palavra, ele já tinha começado a beijar ela e, desesperado, arrancou a roupa dela. Quando viu que ela já tava preparada com uma lingerie provocante, jogou ela na cama e começou a chupar a buceta dela igual um louco, como se fosse um sorvete delicioso. Passava a língua sem parar e metia primeiro um, depois dois dedos. Fez isso até ela gozar na primeira vez, e foi aí que ele resolveu tirar a piroca dele.
SANDRA: NO COMEÇO, ACHEI ELA MUITO PEQUENA E COMEÇEI A CHUPAR, MAS ENQUANTO CHUPAVA, SENTIA ELA ENTRANDO ATÉ A GARGANTA
EU: E NO FINAL, COMO ERA?
SANDRA: UM POUCO COMPRIDA, MAS O QUE MAIS ME IMPRESSIONOU FOI A GROSSURA, ERA DO TAMANHO DO MEU BRAÇO
Ela me contou que, quando tirou da boca e viu aquele pedaço enorme que tinha virado, deu uma vontade danada de meter logo. Então, ficou de quatro, como já tava acostumada, só que dessa vez com a buceta de fora. Ele, sem hesitar, colocou na entrada e começou a empurrar. Ela sentia ele abrindo ela ao meio, mas ela sempre foi muito masoquista na cama, então a dor virava prazer. Num momento, não aguentou mais de vontade e quis sentir ele todo dentro, então empurrou com a bunda e sentiu aquela estaca enorme entrando até o útero. Foi aí que o chefe dela entendeu que a putinha da minha mulher queria ser empalada com força. então ele começou a meter forte, agarrando ela pelo cabelo e dando umas palmadas bem fortes. Depois de um bom tempo metendo duro de quatro, ele virou ela, levantou as pernas dela até o pescoço, deixando a buceta bem aberta, e enfiou o pau sem usar as mãos. Nessa hora, Sandra já estava toda molhada e com a buceta tão dilatada que não ofereceu resistência. Ele enfiou tudo, o que arrancou uns gritos disfarçados de gemidos, entre dor e prazer. Ele metia forte e num ritmo bem acelerado enquanto chupava os peitos dela, e então Sandra chegou ao segundo orgasmo. Minutos depois, ele tirou o pau da buceta dela e gozou grosso nos peitos e na barriga de Sandra.
Deram uma pausa pra descansar um pouco, e Sandra queria ir no banheiro se limpar, mas ele segurou ela e mandou ficar na cama. Pela primeira vez desde que Sandra tinha chegado, eles começaram a conversar. Ele disse que desde que ela começou a trabalhar, sempre achou ela muito gostosa, e que nunca imaginou que fossem acabar assim, porque ele é casado e nunca tinha traído a esposa. Mas de uns meses pra cá, começou a olhar pra ela com mais desejo, e o que fez tudo explodir foi ter visto um mamilo dela nos últimos dias. Sandra fingiu surpresa, sabendo bem do que ele tava falando. "Quando foi que isso aconteceu?" — perguntou Sandra com cara de vergonha, muito bem fingida. "Foi outro dia" — respondeu ele. "Um dia que você tava pegando alguma coisa no chão e eu fiquei atrás de você admirando aquela bunda deliciosa. Você se assustou e, quando virou, tinha um peito pra fora do sutiã. Foi uma coisa que me fascinou." Sandra me contou que eles falaram sobre vários outros assuntos e, quando viu que o pau já tava se recuperando, ela montou em cima dele.
SANDRA: EU SENTIA COMO SE ALGO TIVESSE SE ROMPENDO DENTRO DE MIM, MAS NÃO LIGUEI. EU DAVA SENTADAS MAIS FORTES PRA ELE ENFIAR TUDO.
Ele começou a chupar os peitos dela e, depois de um tempo, mudaram de posição. Dessa vez, ela ficou de bruços na cama, enquanto ele metia forte e fazia ela morder os travesseiros pra abafar um gemido. Pouco depois, os gemidos dela enquanto ele tava daquele jeito fizeram ela ter outro orgasmo e ele gozou dentro. Pararam de novo, mas nunca se vestiram; dessa vez ela conseguiu ir ao banheiro se lavar e demorou bastante, pensando na pica enorme que tava comendo e tocando a entrada da buceta dela enquanto lavava, que agora tava tão aberta que dava pra enfiar quatro dedos sem problema nenhum. Ao sair do quarto, encontrou o chefe dela sentado, ainda pelado na cama, com uns petiscos, uma garrafa de rum e dois copos com gelo. Isso surpreendeu ela porque não achou que tinha passado tanto tempo no banheiro e, mais ainda, tava tão concentrada nos pensamentos que não ouviu quando abriram a porta. Depois de comer e tomar vários goles, ele disse que queria enfiar no cu dela. SANDRA: NÃO, VOCÊ COM ESSA COISA TÃO GRANDE VAI PARTIR MINHA BUNDA NO MEIO. O CHEFE: VOU SER CUIDADOSO, SE DOER A GENTE PARA. SANDRA: TERIA QUE TAR BÊBADA PRA DEIXAR ENFIAR UMA COISA ASSIM GRANDE NO CU... ISSO DEVE DOER PRA CARALHO. O filho da puta disse que não tinha problema, que ali tinha a garrafa de rum e, se precisasse, pedia outra. Sandra se jogou em cima dele e começou a beijá-lo, e de novo sentiu aquela pica dura e já enfiou na buceta dela, que já tava molhada de novo só de pensar em ter ela enfiada no cu, mesmo com medo. Durante todo esse tempo, enquanto Sandra me contava tudo, eu fiquei me masturbando e, aos poucos, fui tirando a roupa dela, deixando só o sutiã, mas com os peitos pra fora. Ela me agarrou pelo pescoço e levou minha cara até a buceta dela; ainda dava pra ver ela inchada e, quando cheguei mais perto, senti o cheiro inconfundível de porra. Passei a língua no clitóris dela e ela se contorceu, depois comecei a penetrar ela com a língua e sentia que saía uma mistura de fluidos vaginais e sêmen. Enquanto isso, ela continuou me contando como o chefe dela deu mais várias gozadas; dessa vez não prestei muita atenção porque tava me deliciando chupando a buceta dela cheia de porra. Fiz ela gozar. Organizo tudo e vazo na hora, porque a buceta dela tava muito sensível, super inchada. Aí comecei a prestar atenção de novo no que ela tava me contando. Ela disse que num dos momentos que tavam descansando, ele falou que ela aguentava muito e que isso era bom, porque com a esposa dele só dava pra fazer uma vez, que nunca tinham conseguido mais de uma porque ela ficava toda dolorida depois da primeira. E que, mesmo tentando várias vezes, nunca conseguiram. Já com a Sandra, eles tinham passado a tarde inteira e parte da noite transando.
Já tinham tomado o rum todinho e, vendo que a Sandra tava meio bêbada, ele falou que já era hora de dar o cu. A Sandra, sem pensar, virou de quatro e, com aquele olhar de puta, chamou ele. Ele começou a passar muito lubrificante, enfiando primeiro os dedos, depois, aos poucos, começou a meter o pau. Mas a Sandra não aguentava, então ele parou. Depois que ela relaxou um pouco, tentaram de novo. Dessa vez, foi enfiando devagar até que a cabeça do pau tava toda dentro do cu da Sandra. Depois disso, foi enfiando tudo aos poucos até que, em alguns minutos, os dois já tavam se acabando como uns loucos, ele metendo num ritmo bom e dando umas palmadas que deixaram marca por vários dias. Gozou dentro do cu da Sandra e, quando perceberam, já passava das 10 da noite. Esse foi o último sexo daquele encontro. Depois disso, ele trouxe ela pra casa, mesmo a Sandra insistindo que ia pagar um táxi.
Tudo que escrevi foi exatamente como a Sandra me contou o que fizeram naquele dia. Ia adorar ter estado lá de espectador, mas só consegui imaginar enquanto ela me contava tudo mais tarde naquela noite. Enquanto ela dormia, tirei a roupa dela toda e vi o quanto o cu dela tinha ficado aberto depois daquela trepada.
EU: NÃO PERDEM TEMPO Passei cerca de uma hora e ela me mandou outra, dizendo que tinha tirado o telefone dele e desligado pra ninguém atrapalhar, que aproveitou que foi ao banheiro pra me escrever e que provavelmente ia chegar tarde.
Tarde inteira passei ansioso pensando nas fodas que a Sandra devia estar levando naquele momento, até bati uma punheta. Depois de um tempo, parei de pensar nisso e fui jogar Call of Duty, e o tempo passou voando. Umas 11 da noite, senti a Sandra abrindo a porta de casa e fui recebê-la. Ela tava meio bebida, quando entrou me abraçou e suspirou com um sorrisão.EU: E AÍ, COMO FOI?
SANDRA: FOI A MELHOR FUDA QUE JÁ LEVEI NA VIDA
EU: FOI TÃO BOA ASSIM?
SANDRA: SIM, FOI INCRÍVEL. GOZEI UMAS 5 OU 6 VEZES, NÃO SEI, PERDI A CONTA
Ela começou a contar que, mal chegou, sem nem trocar uma palavra, ele já tinha começado a beijar ela e, desesperado, arrancou a roupa dela. Quando viu que ela já tava preparada com uma lingerie provocante, jogou ela na cama e começou a chupar a buceta dela igual um louco, como se fosse um sorvete delicioso. Passava a língua sem parar e metia primeiro um, depois dois dedos. Fez isso até ela gozar na primeira vez, e foi aí que ele resolveu tirar a piroca dele.
SANDRA: NO COMEÇO, ACHEI ELA MUITO PEQUENA E COMEÇEI A CHUPAR, MAS ENQUANTO CHUPAVA, SENTIA ELA ENTRANDO ATÉ A GARGANTA
EU: E NO FINAL, COMO ERA?
SANDRA: UM POUCO COMPRIDA, MAS O QUE MAIS ME IMPRESSIONOU FOI A GROSSURA, ERA DO TAMANHO DO MEU BRAÇO
Ela me contou que, quando tirou da boca e viu aquele pedaço enorme que tinha virado, deu uma vontade danada de meter logo. Então, ficou de quatro, como já tava acostumada, só que dessa vez com a buceta de fora. Ele, sem hesitar, colocou na entrada e começou a empurrar. Ela sentia ele abrindo ela ao meio, mas ela sempre foi muito masoquista na cama, então a dor virava prazer. Num momento, não aguentou mais de vontade e quis sentir ele todo dentro, então empurrou com a bunda e sentiu aquela estaca enorme entrando até o útero. Foi aí que o chefe dela entendeu que a putinha da minha mulher queria ser empalada com força. então ele começou a meter forte, agarrando ela pelo cabelo e dando umas palmadas bem fortes. Depois de um bom tempo metendo duro de quatro, ele virou ela, levantou as pernas dela até o pescoço, deixando a buceta bem aberta, e enfiou o pau sem usar as mãos. Nessa hora, Sandra já estava toda molhada e com a buceta tão dilatada que não ofereceu resistência. Ele enfiou tudo, o que arrancou uns gritos disfarçados de gemidos, entre dor e prazer. Ele metia forte e num ritmo bem acelerado enquanto chupava os peitos dela, e então Sandra chegou ao segundo orgasmo. Minutos depois, ele tirou o pau da buceta dela e gozou grosso nos peitos e na barriga de Sandra.
Deram uma pausa pra descansar um pouco, e Sandra queria ir no banheiro se limpar, mas ele segurou ela e mandou ficar na cama. Pela primeira vez desde que Sandra tinha chegado, eles começaram a conversar. Ele disse que desde que ela começou a trabalhar, sempre achou ela muito gostosa, e que nunca imaginou que fossem acabar assim, porque ele é casado e nunca tinha traído a esposa. Mas de uns meses pra cá, começou a olhar pra ela com mais desejo, e o que fez tudo explodir foi ter visto um mamilo dela nos últimos dias. Sandra fingiu surpresa, sabendo bem do que ele tava falando. "Quando foi que isso aconteceu?" — perguntou Sandra com cara de vergonha, muito bem fingida. "Foi outro dia" — respondeu ele. "Um dia que você tava pegando alguma coisa no chão e eu fiquei atrás de você admirando aquela bunda deliciosa. Você se assustou e, quando virou, tinha um peito pra fora do sutiã. Foi uma coisa que me fascinou." Sandra me contou que eles falaram sobre vários outros assuntos e, quando viu que o pau já tava se recuperando, ela montou em cima dele.
SANDRA: EU SENTIA COMO SE ALGO TIVESSE SE ROMPENDO DENTRO DE MIM, MAS NÃO LIGUEI. EU DAVA SENTADAS MAIS FORTES PRA ELE ENFIAR TUDO.
Ele começou a chupar os peitos dela e, depois de um tempo, mudaram de posição. Dessa vez, ela ficou de bruços na cama, enquanto ele metia forte e fazia ela morder os travesseiros pra abafar um gemido. Pouco depois, os gemidos dela enquanto ele tava daquele jeito fizeram ela ter outro orgasmo e ele gozou dentro. Pararam de novo, mas nunca se vestiram; dessa vez ela conseguiu ir ao banheiro se lavar e demorou bastante, pensando na pica enorme que tava comendo e tocando a entrada da buceta dela enquanto lavava, que agora tava tão aberta que dava pra enfiar quatro dedos sem problema nenhum. Ao sair do quarto, encontrou o chefe dela sentado, ainda pelado na cama, com uns petiscos, uma garrafa de rum e dois copos com gelo. Isso surpreendeu ela porque não achou que tinha passado tanto tempo no banheiro e, mais ainda, tava tão concentrada nos pensamentos que não ouviu quando abriram a porta. Depois de comer e tomar vários goles, ele disse que queria enfiar no cu dela. SANDRA: NÃO, VOCÊ COM ESSA COISA TÃO GRANDE VAI PARTIR MINHA BUNDA NO MEIO. O CHEFE: VOU SER CUIDADOSO, SE DOER A GENTE PARA. SANDRA: TERIA QUE TAR BÊBADA PRA DEIXAR ENFIAR UMA COISA ASSIM GRANDE NO CU... ISSO DEVE DOER PRA CARALHO. O filho da puta disse que não tinha problema, que ali tinha a garrafa de rum e, se precisasse, pedia outra. Sandra se jogou em cima dele e começou a beijá-lo, e de novo sentiu aquela pica dura e já enfiou na buceta dela, que já tava molhada de novo só de pensar em ter ela enfiada no cu, mesmo com medo. Durante todo esse tempo, enquanto Sandra me contava tudo, eu fiquei me masturbando e, aos poucos, fui tirando a roupa dela, deixando só o sutiã, mas com os peitos pra fora. Ela me agarrou pelo pescoço e levou minha cara até a buceta dela; ainda dava pra ver ela inchada e, quando cheguei mais perto, senti o cheiro inconfundível de porra. Passei a língua no clitóris dela e ela se contorceu, depois comecei a penetrar ela com a língua e sentia que saía uma mistura de fluidos vaginais e sêmen. Enquanto isso, ela continuou me contando como o chefe dela deu mais várias gozadas; dessa vez não prestei muita atenção porque tava me deliciando chupando a buceta dela cheia de porra. Fiz ela gozar. Organizo tudo e vazo na hora, porque a buceta dela tava muito sensível, super inchada. Aí comecei a prestar atenção de novo no que ela tava me contando. Ela disse que num dos momentos que tavam descansando, ele falou que ela aguentava muito e que isso era bom, porque com a esposa dele só dava pra fazer uma vez, que nunca tinham conseguido mais de uma porque ela ficava toda dolorida depois da primeira. E que, mesmo tentando várias vezes, nunca conseguiram. Já com a Sandra, eles tinham passado a tarde inteira e parte da noite transando.
Já tinham tomado o rum todinho e, vendo que a Sandra tava meio bêbada, ele falou que já era hora de dar o cu. A Sandra, sem pensar, virou de quatro e, com aquele olhar de puta, chamou ele. Ele começou a passar muito lubrificante, enfiando primeiro os dedos, depois, aos poucos, começou a meter o pau. Mas a Sandra não aguentava, então ele parou. Depois que ela relaxou um pouco, tentaram de novo. Dessa vez, foi enfiando devagar até que a cabeça do pau tava toda dentro do cu da Sandra. Depois disso, foi enfiando tudo aos poucos até que, em alguns minutos, os dois já tavam se acabando como uns loucos, ele metendo num ritmo bom e dando umas palmadas que deixaram marca por vários dias. Gozou dentro do cu da Sandra e, quando perceberam, já passava das 10 da noite. Esse foi o último sexo daquele encontro. Depois disso, ele trouxe ela pra casa, mesmo a Sandra insistindo que ia pagar um táxi.
Tudo que escrevi foi exatamente como a Sandra me contou o que fizeram naquele dia. Ia adorar ter estado lá de espectador, mas só consegui imaginar enquanto ela me contava tudo mais tarde naquela noite. Enquanto ela dormia, tirei a roupa dela toda e vi o quanto o cu dela tinha ficado aberto depois daquela trepada.
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