Somos a Linda e o Alberto, hoje temos 48 e 49 anos. Fomos namorados desde o ensino médio nos anos 90, com uma gravidez antes dos 20 anos, mas não casamos na hora. Mesmo com a nossa primeira filha, cada um seguiu sua vida separada: eu trabalhando e ele estudando na faculdade. De certa forma, por ficarmos alguns anos separados, cada um viveu uma vida bem diferente de amizades e até de relacionamentos amorosos e sexuais. Depois de um tempo, decidimos construir uma vida juntos e buscar nosso crescimento como casal, apaixonados e seguros da nossa união, convidando uma segunda filha pra família.
A virada no nosso relacionamento começou em meados de 2008, depois de 8 anos casados levando uma vida normal como casal e família: casa, trabalho, amizades, e o principal, a criação das nossas filhas; por causa disso, a gente acabou descuidando um pouco da vida sexual, principalmente ele, até que numa sexta à noite eu falei:
Amor, já terminou?", com cara de insatisfeita e incrédula.
—Sim, você não me acha gostosa?
-É que antes você durava mais, a gente transava de manhã, de tarde, de noite ou de madrugada, notei que a gente não faz mais tão seguido assim.
Sendo honesta, essas palavras me deixaram desconfortável e mal, eu sabia que o desempenho do meu marido tinha caído, ele não soube o que mais me dizer. Ficamos em silêncio, não falamos nada e assim dormimos.
No sábado seguinte, acordamos cedo pra levar nossas filhas na minha mãe, porque ela ia levar as meninas pro fim de semana na casa da irmã dela, em Tenancingo, pra nadar e dar um passeio pela cidade, voltando no domingo à tarde.
Depois de deixar as meninas com minha mãe, eu e Alberto fomos almoçar. Ainda não tínhamos tocado no assunto da noite anterior até que eu tomei a iniciativa:
—Amor, você ficou chateado com a parada de ontem à noite? — falei com uma voz meiga e doce.
—Não, por quê? Sendo que na real ele parecia mais que preocupado.
-É que a gente não conversa mais nada e eu dormi preocupada.
Ele também teria tentado dormir, mas percebi que passou a noite talvez pensando no que fazer, no que me dizer, procurando uma solução pra não repetir a vergonha da noite anterior.
E se eu tinha muitas coisas pra me dizer, e não de reprovação ou justificativa, mas sim ideias que rondavam a mente dele há muito tempo, focadas na nossa vida sexual. Essas ideias surgiram porque ele é muito curioso, já que via uns vídeos pornô ou comprava revistas que falam de sexo, desde as mais conhecidas como Playboy, Penthouse ou Educativas, até umas de edição meia-boca mas com alto teor de putaria, que abordavam troca de casais ou cuckold. O problema é que ele não compartilhava essas informações comigo, talvez com medo de que eu me assustasse ou ficasse brava por fazer algo fora do normal do nosso casamento. Então começamos a conversar de um jeito calmo e maduro, comentando as inquietações e desconfortos da nossa vida sexual, principalmente eu, porque ficava insatisfeita, não conseguia gozar. Ele não falou nada sobre swing nem cuckold, mas começamos a nos dedicar mais ao sexo, especialmente ele.
Naquele fim de semana, a gente conversou muito sobre o sexo que a gente fazia quando era namorado, naquela época bem sem jeito porque nenhum dos dois tinha experiência, e de recém-casados, já com a experiência que cada um tinha adquirido por conta própria. Durante aquela semana, a gente transou vários dias, e ele se esforçou pra durar mais tempo e me ajudar a gozar. O interessante começa em outro fim de semana, quando deixamos minhas filhas na casa do meu irmão porque a filha dele organizou uma festa do pijama com todas as primas.
Depois de deixar minhas filhas na festa do pijama, a gente voltou pra casa, e ela me diz:
- amor, volto já, enquanto procuro um filme pra ver no DVD.
Aonde você vai?
-Vou na loja comprar uma tira-gosto
- Ok, te espero no quarto.
Qual petisco? Foi na quitanda comprar um pepino, sim, um pepino. Já tinha pensado em dias anteriores em usar algo mais que o pau dele pra estimular a esposinha dele kkkkk. Não teria sido mais lógico comprar um brinquedo de látex adequado pra esse momento? Por causa do trabalho, não tinha tempo pra achar uma sex shop onde conseguir o brinquedo. O que ele fez foi comprar camisinhas e gel lubrificante pra preparar a ocasião hehehe.
Cheguei em casa, lavei o pepino; aliás, de comprimento e grossura consideráveis, guardei ele junto com as camisinhas e o gel numa bolsa preta. Ele subiu pro quarto, eu tava deitada esperando, sem desconfiar do que ia rolar. Olho pra ele e pergunto pelo petisco, ele disse que tava na bolsa, mas que a gente comeria mais tarde. Deitei do lado dele e começamos a ver o filme, ele me abraçou e ficamos assim uns minutos. Depois, começou a acariciar o lado do meu peito esquerdo, o que eu captei na hora e respondi à estimulação. Continuamos nos beijando e nos acariciando, aumentando a temperatura. Ele tirou minha calça e a calcinha de vovó que eu tava usando hahaha (mais pra frente conto um negócio sobre o assunto de roupa íntima). Ele afastou minha moita de pelos pra poder chupar gostoso minha buceta com a boca, passando a língua de cima pra baixo e enfiando até onde deu, curtindo meu líquido salgado. Enfiou um dedo, depois outro, e eu respondi muito bem, me molhando toda e soltando gemidos bem sutis.
Mantém sua esposa gostosa submissa.
—Que gostosa que é sua buceta, tava tempo que não curtia esses lábios
Cê gosta da minha rachinha?
Adoro isso mmmm, slurp, slurp mmmm chom, chom que delícia
- Se prepara que já vem coisa boa, fecha os olhos, me dá uns segundos
O que você vai fazer?
-Não pergunta, só aproveita
Destampo um preservativo e coloco no pepino, passando o lubrificante de cima a baixo, e eu pedia pra ele me penetrar. Aproximo a ponta do pepino da minha buceta, procurando o botãozinho mágico, esfregando e roçando de leve, e eu, surpresa, reagi na hora:
O que você tá fazendo? Mmmm, o que você tá enfiando em mim?
—Um brinquedinho, você vai gostar, vai ver só.
Aaaai, ai, espera aí Alberto, ai ai tá doendo aaaai aaaaaai! Meeeeete devagarzinho, pouco a pouuuco
Você gosta de sentir a pica de outro? Como se chama seu amante?
Tava assustada, meu olhar perdido e perguntei: que amante, qual é? Nunca te traí; ele me diz que faz parte do jogo, uma fantasia, pra eu me deixar levar, me olha de novo, mas continua o jogo.
Dá um nome pra essa brinquedinho e fala pra ele que você adora como ele te fode.
-Aaaay, sim, eu gosto de como o Pedro me fode, mmmm, doutor Pedro, você tá com um pauzão.
Então você gosta do Doutor Pedro, hein? Sua gulosa, sua putinha.
—Sim mmm, esse doutor me atrai aaah, ele é muito macho, gostoso e atencioso, aaaai
Porra gostosa? Ele tem a pica grande?
Sim sim sim, porra, muito gostoso, mmm, agh, ahh, aaaaah! Eu gosto.
-Ai ai ai ahhhh que gostoso gostoso! Aaaaaaai Doutor, continua, continua, não para, uufff ahhh!
Minha pélvis se contrai, fecho as pernas com o pepino dentro, meu corpo se torce, tiro o pepino e jorro um esguicho molhando a cama e o chão.
Esse primeiro jogo foi muito excitante, ele enfiava e tirava o pepino devagar e de repente rápido, minha buceta se acostumou com o tamanho daquele pepino e com o lubrificante entrava e saía sem problema, a gente ficou um bom tempo brincando assim sem mudar de posição. Depois que eu jorrei, ele se aproximou pra lamber minha buceta de novo, eu dizia que estava muito sensível, pra ele fazer devagar. Ele continuou assim até me penetrar, sentindo uma sensação diferente porque minha buceta estava bem dilatada, aberta e quente, então eu sentia que o pau dele era pequeno. De tanta excitação, ele também gozou muito rápido, mas aquela foda foi muito prazerosa pra nós dois. Ficamos um tempo deitados, até eu me levantar pra ir ao banheiro e fiz muito xixi, com bastante pressão, hahaha.
Depois daquele jogo, já com a cabeça fria, perguntei por que ela imaginou que eu tava transando com outro cara. Sem pensar muito, ela disse que era uma fantasia sexual que tava na cabeça dela há um tempo, além de uma troca de casais. Aí ela ficou toda surpresa e eu reagi:
Tá maluco, Alberto? Cê acha que eu vou dar pra outro homem? Não entendo de onde você tira essas ideias ou quem te disse que eu ia querer fazer uma parada dessas.
-Não fica brava, amor, tô repetindo que são umas fantasias que tenho na cabeça, tudo isso eu já li e também vi uns vídeos.
— Vamos lá, seu sexólogo, me explica como é que você acha que sua esposa pode dar pra outros ou deixar o marido comer outra, falando com voz dura e sem dar chance, eu falei isso pra ele.
-Jajajaja, isso você não pensou antes de casar comigo, hein? Transar com outro, ou será que pensou? Sem pensar, foi o que saiu da boca dela pra me dizer.
-Agora o senhor vem me jogar na cara algo que a gente já tinha conversado numa boa, e você, hein? O que me diz do que fez com outras? Enquanto a gente tava separado e você nem via sua filha.
Amigos leitores, o que vocês acham? Eu lidei muito mal e de forma atrapalhada com a situação hehehehe não me ocorreu outra coisa pra explicar as ideias que ela tinha bolado, mas ela precisava me fazer saber que a gente podia fazer coisas diferentes relacionadas ao sexo, pra ser mais safado e fora do comum, experimentando situações especiais.
Na hora eu me explico; com todos os detalhes, até com a informação na mão, sobre relacionamentos swingers e cuckold, eu bem atenta escuto ele, perguntei, dei minha opinião, mesmo resistindo em colocar em prática.
— Não, Alberto, pra ser sincera, acho muito arriscado fazer isso — falei com uma voz delicada, mas firme.
Por que seria arriscado? A gente só faz o que tiver certeza e que não afete nosso relacionamento, dizia o insistente.
Não e não, senhor! O senhor quer que eu vire uma bunda fácil pra depois sair por aí de chinelo livre com putas e eu não poder reclamar de nada.
—Claro que não, gostosa. Isso é com consentimento mútuo e igual pros dois.
—Ok, e se eu acabar gostando do outro e te largar, ou vice-versa, hein? Você tá disposto a correr esse risco?
—Não precisa ser assim, já te expliquei que são situações com pessoas que a gente não conhece, e só por um momento, talvez dê pra criar uma amizade, mas só pra diversão mesmo.
— Não sei, Alberto, não te entendo ou será que já não te atraio o suficiente? E por isso você quer isso, além disso não vou ficar me enrolando com qualquer um, tem que me atrair, ter alguma coisa que me agrade.
-Então você não está fechada pra fazer umas sacanagens
A conversa se estendeu bastante, repetíamos uma e outra vez nossos pontos de vista: eu dizia que era arriscado, ele falava que a gente conseguiria lidar com a situação. Assim foram os dias e meses seguintes, sempre que tínhamos chance de conversar sobre isso, não parávamos de fantasiar toda vez que transávamos, curtindo cada momento, até que um dia, conversando sem estar transando, eu disse que topava, mas que a gente fosse com calma, sem se precipitar. No entanto, o dilema era o seguinte: Swinger ou Cuckold? Eu puxava mais pra primeira opção, pra ser justo, mas ele morria de vontade pela segunda.
No começo de 2009, já estávamos seguros e convencidos de dar o passo; pesquisamos como contatar as pessoas certas, líamos revistas que tinham uma seção onde casais e solteiros deixavam contatos para encontros, ele procurava na internet sites com os temas em questão, encontrava páginas com vídeos pornô sobre o assunto, outras com artigos, sites especializados para contatos, claro, pagando uma assinatura. Foi assim que ele encontrou um site onde havia histórias de infidelidade, ménage, troca de casais, fetiches e muitas preferências sexuais. Ele achou um autor chamado Gus Becker, de quem adora duas histórias: "Um beijo com gosto de porra" e "O Diretor". Essas o levaram a outro nível de tesão, idealizando ou acreditando que assim poderiam ser nossas relações cuckold. Vale mencionar que nem todo mundo gosta das histórias desse autor, pois acham exageradas, mas para ele foi uma motivação para se inclinar a que sua esposa interagisse com outro homem.
No processo de busca pelo candidato ideal pra convidar pra ficar comigo, a gente encontrou um site de propostas pra encontros, onde dava pra enviar fotos e dados pra contato. Ele disse que ia tirar fotos minhas pra fazer nossa proposta, e eu topei. Pra rolar a sessão de fotos, ele decidiu comprar uma lingerie gostosa pra mim, então foi numa loja de lingerie de marca super famosa que vende por catálogo. O que veio depois, o Alberto me contou:
-Boa tarde, quero comprar umas roupas.
Tem assinatura? — pergunta a mina do balcão.
-Não, não, a verdade é que nunca comprei aqui
-Ok, o que você está procurando? Dá uma olhada nesse catálogo e me fala o que você gostaria de comprar.
Começou a ver o catálogo escolhendo a lingerie que sua esposa usaria para outros. Escolheu quatro conjuntos: um branco de renda, tanto a calcinha fio dental quanto o sutiã; um roxo, a tanga e o sutiã — esse eu amei, destacava muito bem meus peitos e a tanga também com minha bunda; outro era preto com tanga fio dental, que sumia direitinho no meu rabo; e um azul tipo acetinado, o sutiã e a tanga. Também comprou um blusão de renda preta com alças, que dava pra usar como roupa de fora, e blusas de decote bem generoso: preta, branca e outra de estampa misturada preta, branca e rosa choque, além de outras peças. Tinham três minas do lado dele comprando, viram e comentaram:
— O senhor deve ter boas clientas, tá demorando. Disse a que estava mais perto dele.
— Não vendo lingerie, isso é um presente pra minha esposa, respondeu Alberto ao comentário da garota.
Ai que lindo! Você mima muito sua esposa, assim que eu queria que meu marido fosse, comentou outra garota.
As meninas não sabiam que isso era pra que a esposa dele fizesse safadeza na frente dele com algum estranho; quando as ideias e fantasias sexuais entram na cabeça, o que os maridos não fazem pra conseguir isso?
Como eu tinha comentado, a ideia era buscar uma troca de casais, mas ele estava convencido do que queria, com o devido consentimento da esposa e que ela curtisse.
Em 2009, o trabalho do Alberto permitia que ele viajasse por várias cidades e regiões do Estado do México e da Cidade do México. Nas sedes municipais, ele encontrava lojas de roupas e lingerie; não eram de marcas famosas, mas eram perfeitas pra mostrar demais, hehehe, e ele comprava algumas peças. Eu dizia que não ia usar aquela roupa em qualquer lugar, e o Alberto falava que era só pras safadezas e com pessoas que não sabiam nada sobre a gente. Mas também me comprava vestidos muito sexys de marca e saltos altíssimos, esses sim de marca, porque meus pés são muito delicados, além de ser meu vício.
Finalmente fizemos a primeira sessão de fotos. Naquela noite, usei uma calcinha fio-dental preta, sandálias de salto um pouco alto e uma blusa preta de alças sem sutiã. Arrumei o cabelo, fiz a maquiagem e ainda depilei a buceta. Naquela noite, o pau do Alberto ficou duro, babudo e cheio de veias, e a gente transou gostoso pra caralho. Subimos as fotos na tal página com um texto da nossa proposta, fomos descansar e no dia seguinte conferimos nosso perfil na página.
Se leram até aqui, espero que estejam gostando dessa história.
Uma coisa importante que não comentei é sobre o meu físico. Como vocês me imaginam?
Sou de pele morena clara, cabelo preto liso e volumoso, rosto redondo com olhos grandes e safados, cor de café bem clarinho; com o reflexo da luz parecem verdes, sobrancelhas grossas e arqueadas e cílios médios, lábios grandes e carnudos e, se eu der um toque de batom, dá vontade de morder, além de dentes alinhados e limpinhos, nariz redondo, nem grande nem pequeno, bochechas redondas, orelhas pequenas. Pescoço curto, mas fino, costas finas e muito sensíveis, peitos de tamanho médio e arredondados, com auréolas grandes cor de café, adornadas com biquinhos bem definidos, que quando estimulados ficam uma delícia, cintura e barriga com seus respectivos gominhos. Um pouco cheinhos, nada exagerado, mas dá pra notar, hehehe, não consegui recuperar minha forma antes das duas gestações, mesmo tendo épocas que vou na academia, bunda com carne pra aproveitar, não são perfeitas, mas são atraentes e dão vontade, coxas grossas com panturrilhas bem marcadas que ficam lindas com saia curta ou mini, assim como leggings e jeans.
Tudo isso emoldurado numa altura de 1,55 m, chegando a 1,65 m de salto; sou de bem com a vida, simpática e muito papo reto, embora também desconfiada. Por outro lado, sou bem safada e sensual, curto sexo sem frescura.
Muito animados e excitados, revisamos nosso perfil, queríamos saber o que comentaram, oh surpresa... fim do primeiro episódio... parte 2 na rede social do autor original:https://twitter.com/status/205351
A virada no nosso relacionamento começou em meados de 2008, depois de 8 anos casados levando uma vida normal como casal e família: casa, trabalho, amizades, e o principal, a criação das nossas filhas; por causa disso, a gente acabou descuidando um pouco da vida sexual, principalmente ele, até que numa sexta à noite eu falei:
Amor, já terminou?", com cara de insatisfeita e incrédula.
—Sim, você não me acha gostosa?
-É que antes você durava mais, a gente transava de manhã, de tarde, de noite ou de madrugada, notei que a gente não faz mais tão seguido assim.
Sendo honesta, essas palavras me deixaram desconfortável e mal, eu sabia que o desempenho do meu marido tinha caído, ele não soube o que mais me dizer. Ficamos em silêncio, não falamos nada e assim dormimos.
No sábado seguinte, acordamos cedo pra levar nossas filhas na minha mãe, porque ela ia levar as meninas pro fim de semana na casa da irmã dela, em Tenancingo, pra nadar e dar um passeio pela cidade, voltando no domingo à tarde.
Depois de deixar as meninas com minha mãe, eu e Alberto fomos almoçar. Ainda não tínhamos tocado no assunto da noite anterior até que eu tomei a iniciativa:
—Amor, você ficou chateado com a parada de ontem à noite? — falei com uma voz meiga e doce.
—Não, por quê? Sendo que na real ele parecia mais que preocupado.
-É que a gente não conversa mais nada e eu dormi preocupada.
Ele também teria tentado dormir, mas percebi que passou a noite talvez pensando no que fazer, no que me dizer, procurando uma solução pra não repetir a vergonha da noite anterior.
E se eu tinha muitas coisas pra me dizer, e não de reprovação ou justificativa, mas sim ideias que rondavam a mente dele há muito tempo, focadas na nossa vida sexual. Essas ideias surgiram porque ele é muito curioso, já que via uns vídeos pornô ou comprava revistas que falam de sexo, desde as mais conhecidas como Playboy, Penthouse ou Educativas, até umas de edição meia-boca mas com alto teor de putaria, que abordavam troca de casais ou cuckold. O problema é que ele não compartilhava essas informações comigo, talvez com medo de que eu me assustasse ou ficasse brava por fazer algo fora do normal do nosso casamento. Então começamos a conversar de um jeito calmo e maduro, comentando as inquietações e desconfortos da nossa vida sexual, principalmente eu, porque ficava insatisfeita, não conseguia gozar. Ele não falou nada sobre swing nem cuckold, mas começamos a nos dedicar mais ao sexo, especialmente ele.
Naquele fim de semana, a gente conversou muito sobre o sexo que a gente fazia quando era namorado, naquela época bem sem jeito porque nenhum dos dois tinha experiência, e de recém-casados, já com a experiência que cada um tinha adquirido por conta própria. Durante aquela semana, a gente transou vários dias, e ele se esforçou pra durar mais tempo e me ajudar a gozar. O interessante começa em outro fim de semana, quando deixamos minhas filhas na casa do meu irmão porque a filha dele organizou uma festa do pijama com todas as primas.
Depois de deixar minhas filhas na festa do pijama, a gente voltou pra casa, e ela me diz:
- amor, volto já, enquanto procuro um filme pra ver no DVD.
Aonde você vai?
-Vou na loja comprar uma tira-gosto
- Ok, te espero no quarto.
Qual petisco? Foi na quitanda comprar um pepino, sim, um pepino. Já tinha pensado em dias anteriores em usar algo mais que o pau dele pra estimular a esposinha dele kkkkk. Não teria sido mais lógico comprar um brinquedo de látex adequado pra esse momento? Por causa do trabalho, não tinha tempo pra achar uma sex shop onde conseguir o brinquedo. O que ele fez foi comprar camisinhas e gel lubrificante pra preparar a ocasião hehehe.
Cheguei em casa, lavei o pepino; aliás, de comprimento e grossura consideráveis, guardei ele junto com as camisinhas e o gel numa bolsa preta. Ele subiu pro quarto, eu tava deitada esperando, sem desconfiar do que ia rolar. Olho pra ele e pergunto pelo petisco, ele disse que tava na bolsa, mas que a gente comeria mais tarde. Deitei do lado dele e começamos a ver o filme, ele me abraçou e ficamos assim uns minutos. Depois, começou a acariciar o lado do meu peito esquerdo, o que eu captei na hora e respondi à estimulação. Continuamos nos beijando e nos acariciando, aumentando a temperatura. Ele tirou minha calça e a calcinha de vovó que eu tava usando hahaha (mais pra frente conto um negócio sobre o assunto de roupa íntima). Ele afastou minha moita de pelos pra poder chupar gostoso minha buceta com a boca, passando a língua de cima pra baixo e enfiando até onde deu, curtindo meu líquido salgado. Enfiou um dedo, depois outro, e eu respondi muito bem, me molhando toda e soltando gemidos bem sutis.
Mantém sua esposa gostosa submissa.
—Que gostosa que é sua buceta, tava tempo que não curtia esses lábios
Cê gosta da minha rachinha?
Adoro isso mmmm, slurp, slurp mmmm chom, chom que delícia
- Se prepara que já vem coisa boa, fecha os olhos, me dá uns segundos
O que você vai fazer?
-Não pergunta, só aproveita
Destampo um preservativo e coloco no pepino, passando o lubrificante de cima a baixo, e eu pedia pra ele me penetrar. Aproximo a ponta do pepino da minha buceta, procurando o botãozinho mágico, esfregando e roçando de leve, e eu, surpresa, reagi na hora:
O que você tá fazendo? Mmmm, o que você tá enfiando em mim?
—Um brinquedinho, você vai gostar, vai ver só.
Aaaai, ai, espera aí Alberto, ai ai tá doendo aaaai aaaaaai! Meeeeete devagarzinho, pouco a pouuuco
Você gosta de sentir a pica de outro? Como se chama seu amante?
Tava assustada, meu olhar perdido e perguntei: que amante, qual é? Nunca te traí; ele me diz que faz parte do jogo, uma fantasia, pra eu me deixar levar, me olha de novo, mas continua o jogo.
Dá um nome pra essa brinquedinho e fala pra ele que você adora como ele te fode.
-Aaaay, sim, eu gosto de como o Pedro me fode, mmmm, doutor Pedro, você tá com um pauzão.
Então você gosta do Doutor Pedro, hein? Sua gulosa, sua putinha.
—Sim mmm, esse doutor me atrai aaah, ele é muito macho, gostoso e atencioso, aaaai
Porra gostosa? Ele tem a pica grande?
Sim sim sim, porra, muito gostoso, mmm, agh, ahh, aaaaah! Eu gosto.
-Ai ai ai ahhhh que gostoso gostoso! Aaaaaaai Doutor, continua, continua, não para, uufff ahhh!
Minha pélvis se contrai, fecho as pernas com o pepino dentro, meu corpo se torce, tiro o pepino e jorro um esguicho molhando a cama e o chão.
Esse primeiro jogo foi muito excitante, ele enfiava e tirava o pepino devagar e de repente rápido, minha buceta se acostumou com o tamanho daquele pepino e com o lubrificante entrava e saía sem problema, a gente ficou um bom tempo brincando assim sem mudar de posição. Depois que eu jorrei, ele se aproximou pra lamber minha buceta de novo, eu dizia que estava muito sensível, pra ele fazer devagar. Ele continuou assim até me penetrar, sentindo uma sensação diferente porque minha buceta estava bem dilatada, aberta e quente, então eu sentia que o pau dele era pequeno. De tanta excitação, ele também gozou muito rápido, mas aquela foda foi muito prazerosa pra nós dois. Ficamos um tempo deitados, até eu me levantar pra ir ao banheiro e fiz muito xixi, com bastante pressão, hahaha.
Depois daquele jogo, já com a cabeça fria, perguntei por que ela imaginou que eu tava transando com outro cara. Sem pensar muito, ela disse que era uma fantasia sexual que tava na cabeça dela há um tempo, além de uma troca de casais. Aí ela ficou toda surpresa e eu reagi:
Tá maluco, Alberto? Cê acha que eu vou dar pra outro homem? Não entendo de onde você tira essas ideias ou quem te disse que eu ia querer fazer uma parada dessas.
-Não fica brava, amor, tô repetindo que são umas fantasias que tenho na cabeça, tudo isso eu já li e também vi uns vídeos.
— Vamos lá, seu sexólogo, me explica como é que você acha que sua esposa pode dar pra outros ou deixar o marido comer outra, falando com voz dura e sem dar chance, eu falei isso pra ele.
-Jajajaja, isso você não pensou antes de casar comigo, hein? Transar com outro, ou será que pensou? Sem pensar, foi o que saiu da boca dela pra me dizer.
-Agora o senhor vem me jogar na cara algo que a gente já tinha conversado numa boa, e você, hein? O que me diz do que fez com outras? Enquanto a gente tava separado e você nem via sua filha.
Amigos leitores, o que vocês acham? Eu lidei muito mal e de forma atrapalhada com a situação hehehehe não me ocorreu outra coisa pra explicar as ideias que ela tinha bolado, mas ela precisava me fazer saber que a gente podia fazer coisas diferentes relacionadas ao sexo, pra ser mais safado e fora do comum, experimentando situações especiais.
Na hora eu me explico; com todos os detalhes, até com a informação na mão, sobre relacionamentos swingers e cuckold, eu bem atenta escuto ele, perguntei, dei minha opinião, mesmo resistindo em colocar em prática.
— Não, Alberto, pra ser sincera, acho muito arriscado fazer isso — falei com uma voz delicada, mas firme.
Por que seria arriscado? A gente só faz o que tiver certeza e que não afete nosso relacionamento, dizia o insistente.
Não e não, senhor! O senhor quer que eu vire uma bunda fácil pra depois sair por aí de chinelo livre com putas e eu não poder reclamar de nada.
—Claro que não, gostosa. Isso é com consentimento mútuo e igual pros dois.
—Ok, e se eu acabar gostando do outro e te largar, ou vice-versa, hein? Você tá disposto a correr esse risco?
—Não precisa ser assim, já te expliquei que são situações com pessoas que a gente não conhece, e só por um momento, talvez dê pra criar uma amizade, mas só pra diversão mesmo.
— Não sei, Alberto, não te entendo ou será que já não te atraio o suficiente? E por isso você quer isso, além disso não vou ficar me enrolando com qualquer um, tem que me atrair, ter alguma coisa que me agrade.
-Então você não está fechada pra fazer umas sacanagens
A conversa se estendeu bastante, repetíamos uma e outra vez nossos pontos de vista: eu dizia que era arriscado, ele falava que a gente conseguiria lidar com a situação. Assim foram os dias e meses seguintes, sempre que tínhamos chance de conversar sobre isso, não parávamos de fantasiar toda vez que transávamos, curtindo cada momento, até que um dia, conversando sem estar transando, eu disse que topava, mas que a gente fosse com calma, sem se precipitar. No entanto, o dilema era o seguinte: Swinger ou Cuckold? Eu puxava mais pra primeira opção, pra ser justo, mas ele morria de vontade pela segunda.
No começo de 2009, já estávamos seguros e convencidos de dar o passo; pesquisamos como contatar as pessoas certas, líamos revistas que tinham uma seção onde casais e solteiros deixavam contatos para encontros, ele procurava na internet sites com os temas em questão, encontrava páginas com vídeos pornô sobre o assunto, outras com artigos, sites especializados para contatos, claro, pagando uma assinatura. Foi assim que ele encontrou um site onde havia histórias de infidelidade, ménage, troca de casais, fetiches e muitas preferências sexuais. Ele achou um autor chamado Gus Becker, de quem adora duas histórias: "Um beijo com gosto de porra" e "O Diretor". Essas o levaram a outro nível de tesão, idealizando ou acreditando que assim poderiam ser nossas relações cuckold. Vale mencionar que nem todo mundo gosta das histórias desse autor, pois acham exageradas, mas para ele foi uma motivação para se inclinar a que sua esposa interagisse com outro homem.
No processo de busca pelo candidato ideal pra convidar pra ficar comigo, a gente encontrou um site de propostas pra encontros, onde dava pra enviar fotos e dados pra contato. Ele disse que ia tirar fotos minhas pra fazer nossa proposta, e eu topei. Pra rolar a sessão de fotos, ele decidiu comprar uma lingerie gostosa pra mim, então foi numa loja de lingerie de marca super famosa que vende por catálogo. O que veio depois, o Alberto me contou:
-Boa tarde, quero comprar umas roupas.
Tem assinatura? — pergunta a mina do balcão.
-Não, não, a verdade é que nunca comprei aqui
-Ok, o que você está procurando? Dá uma olhada nesse catálogo e me fala o que você gostaria de comprar.
Começou a ver o catálogo escolhendo a lingerie que sua esposa usaria para outros. Escolheu quatro conjuntos: um branco de renda, tanto a calcinha fio dental quanto o sutiã; um roxo, a tanga e o sutiã — esse eu amei, destacava muito bem meus peitos e a tanga também com minha bunda; outro era preto com tanga fio dental, que sumia direitinho no meu rabo; e um azul tipo acetinado, o sutiã e a tanga. Também comprou um blusão de renda preta com alças, que dava pra usar como roupa de fora, e blusas de decote bem generoso: preta, branca e outra de estampa misturada preta, branca e rosa choque, além de outras peças. Tinham três minas do lado dele comprando, viram e comentaram:
— O senhor deve ter boas clientas, tá demorando. Disse a que estava mais perto dele.
— Não vendo lingerie, isso é um presente pra minha esposa, respondeu Alberto ao comentário da garota.
Ai que lindo! Você mima muito sua esposa, assim que eu queria que meu marido fosse, comentou outra garota.
As meninas não sabiam que isso era pra que a esposa dele fizesse safadeza na frente dele com algum estranho; quando as ideias e fantasias sexuais entram na cabeça, o que os maridos não fazem pra conseguir isso?
Como eu tinha comentado, a ideia era buscar uma troca de casais, mas ele estava convencido do que queria, com o devido consentimento da esposa e que ela curtisse.
Em 2009, o trabalho do Alberto permitia que ele viajasse por várias cidades e regiões do Estado do México e da Cidade do México. Nas sedes municipais, ele encontrava lojas de roupas e lingerie; não eram de marcas famosas, mas eram perfeitas pra mostrar demais, hehehe, e ele comprava algumas peças. Eu dizia que não ia usar aquela roupa em qualquer lugar, e o Alberto falava que era só pras safadezas e com pessoas que não sabiam nada sobre a gente. Mas também me comprava vestidos muito sexys de marca e saltos altíssimos, esses sim de marca, porque meus pés são muito delicados, além de ser meu vício.
Finalmente fizemos a primeira sessão de fotos. Naquela noite, usei uma calcinha fio-dental preta, sandálias de salto um pouco alto e uma blusa preta de alças sem sutiã. Arrumei o cabelo, fiz a maquiagem e ainda depilei a buceta. Naquela noite, o pau do Alberto ficou duro, babudo e cheio de veias, e a gente transou gostoso pra caralho. Subimos as fotos na tal página com um texto da nossa proposta, fomos descansar e no dia seguinte conferimos nosso perfil na página.
Se leram até aqui, espero que estejam gostando dessa história.
Uma coisa importante que não comentei é sobre o meu físico. Como vocês me imaginam?
Sou de pele morena clara, cabelo preto liso e volumoso, rosto redondo com olhos grandes e safados, cor de café bem clarinho; com o reflexo da luz parecem verdes, sobrancelhas grossas e arqueadas e cílios médios, lábios grandes e carnudos e, se eu der um toque de batom, dá vontade de morder, além de dentes alinhados e limpinhos, nariz redondo, nem grande nem pequeno, bochechas redondas, orelhas pequenas. Pescoço curto, mas fino, costas finas e muito sensíveis, peitos de tamanho médio e arredondados, com auréolas grandes cor de café, adornadas com biquinhos bem definidos, que quando estimulados ficam uma delícia, cintura e barriga com seus respectivos gominhos. Um pouco cheinhos, nada exagerado, mas dá pra notar, hehehe, não consegui recuperar minha forma antes das duas gestações, mesmo tendo épocas que vou na academia, bunda com carne pra aproveitar, não são perfeitas, mas são atraentes e dão vontade, coxas grossas com panturrilhas bem marcadas que ficam lindas com saia curta ou mini, assim como leggings e jeans.
Tudo isso emoldurado numa altura de 1,55 m, chegando a 1,65 m de salto; sou de bem com a vida, simpática e muito papo reto, embora também desconfiada. Por outro lado, sou bem safada e sensual, curto sexo sem frescura.
Muito animados e excitados, revisamos nosso perfil, queríamos saber o que comentaram, oh surpresa... fim do primeiro episódio... parte 2 na rede social do autor original:https://twitter.com/status/205351
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