Por que você não tá com o Chris hoje? Cassandra me olhou da beirada da cama dela, soltando uma longa baforada de fumaça. Me passou o baseado. Inspirei fundo e segurei enquanto observava minha amiga. Devagar, soltei a fumaça no quarto dela. Por sorte pra gente, os pais dela não ligavam se a gente fumasse um pouco de maconha, desde que não arrumasse problema. A gente tinha dezoito anos, então dava pra lidar com isso com responsabilidade. Pelo menos era o que a gente dizia.
“Ele tá fazendo alguma coisa com a mãe dele”, falei. O quarto vibrou gostoso ao meu redor.
“Ele andou muito ocupado ultimamente. Tem certeza que ele não tá te traindo?”. Cassandra se recostou na cama e ficou olhando pro teto, sonhadora. “Era isso que o Mike fazia antes da gente terminar. Ele tava ocupado o tempo todo”.
“Isso já passou pela minha cabeça.” Concordei. Ele tava muito ocupado mesmo. E o jeito que a mãe dele me olhava. Será que ela tava envolvida? Tava encobertando o filho infiel? Caí na paranoia num piscar de olhos. “É, igualzinho o Mike. Pode ser que ele esteja me traindo.”
O que você vai fazer?" Cassandra virou o rosto para mim, com a testa franzida de preocupação.
"Bem..." Minha mente não conseguia processar muito rápido, mas eu já estava resolvendo o problema. "Sei exatamente como ele faria. No quarto dele, enfiando escondido a garota que ele arrumou pela janela do porão. Ou talvez nem esteja se esgueirando, se a mãe dele estiver envolvida. Filho da puta." Levantei. "Que horas são?"
"Não sei. Umas quatro e meia?"
"Provavelmente ele tá me traindo agora mesmo. Já pensou como é estranho que as pessoas possam estar fazendo coisas tão diferentes e não saberem? Tô falando de pessoas conectadas. Sabe? Elas estão ligadas de um jeito, mas o espaço e o tempo as separam." A erva era boa.
"Então você quer se conectar com ele pegando ele com outra garota?" Cassandra parecia duvidosa. Ela não entendia.
"Sim, é isso que vou fazer. Tchau." Ouvi ela se despedir enquanto eu saía correndo do quarto dela, descia as escadas correndo e saía da casa dela. Subi na minha bicicleta e fui pra casa do Christopher. Pode ser que eu tenha me perdido no caminho quando tive que seguir um carvoeiro por umas quadras, mas cheguei lá por volta das quatro e quarenta e cinco.
Desci da bike, ajustei a calça e a camiseta. Respirei fundo. Levei a bike pra trás e deixei do lado da casa, perto da janela, caso precisasse vazar rápido. Será que eu tava me enganando? Não tava tão segura quanto na casa da Cassandra. Hesitei um segundo e olhei em volta do quintal tranquilo. Dava pra sentir a grama respirar. Sim, eu devia entrar. Me abaixei pra abrir a janela. Tava destrancada, como sempre. Abri e me enfiei pra dentro.
O porão era carpetado, o que me manteve em silêncio. No começo, tudo que eu ouvia era meu coração batendo forte no peito. Mas aí escutei um rangido. Era o som da cama dele. E depois um gemido chegou nos meus ouvidos. Era a puta que ele tava comendo. Ai, meu Deus. Não era só a maconha. Ele realmente tava me traindo. Me movi pra sala das máquinas e encostei o ouvido na parede. Sabia que o quarto dele era logo do outro lado.
Vozes abafadas vazavam pela parede. Ela tava falando alguma coisa entre gritos de prazer. Apertei os punhos e mordi o lábio. Nunca tinha ficado tão puta com um cara. Nunca tinha sido traída antes. Pensei em subir e contar pra mãe dele. Ela ia entrar, e olha que encrenca ele ia se meter. Mas e se ela tivesse encobertando tudo? Minhas unhas cravaram nas palmas enquanto a mina lá dentro soltava aquele orgasmo nojento.
Ia meter o pé na hora, mas devo ter perdido a noção do tempo. Fiquei ali, escutando os dois no quarto, com a orelha colada na parede por uma eternidade. Tava com muita vontade de dar um soco na cara dos dois. Sem pensar, finalmente me afastei da parede e saí da lavanderia. Meus pés me levaram até a porta do quarto do Christopher. Tava entreaberta, e dali dava pra ouvir bem mais alto. Dava pra ouvir o gemido que ele soltava quando tava prestes a gozar. Meu estômago revirou e o sangue ferveu. Ele tava fazendo aquele som pra outra pessoa. Como ele podia?
Um retângulo de luz se espalhava pelo chão vindo da porta. Cheguei na beirada e olhei pra dentro. Meu estômago embrulhou quando cheguei perto o bastante pra ver a cama do Christopher. Não lembro de ter ficado tão brava tão rápido. Foi como se tivesse entrado num banho frio. No começo, nem tinha certeza se era real ou se era o efeito da maconha que me fazia ver a mulher com quem meu namorado tava transando feito um louco.
Do lugar onde eu tava, dava pra ver a bunda gloriosa do Christopher enquanto ele metia nela de papai e mamãe. Debaixo dele, se contorcendo, com as pálpebras tremendo, tava a mãe dele. O rosto dela, normalmente bonito, tava todo contraído. Se eu não soubesse o que a pica do Christopher podia fazer com uma mulher, ia achar que ela tava tendo um derrame.
Levei a mão na boca aberta, o corpo duro que nem uma tábua. A senhora Lily Green tava me encarando, mas acho que nem me via. Ela tava mergulhada num prazer profundo.
Ah... Christopher... eh... eh... eh... querido... tá tão... dentro." A senhora Green colocou as duas mãos na bunda do filho e apertou com força. Eu conseguia ver as marcas dos dedos na carne dela. A aliança de casamento brilhava. Porra, nem tinha pensado que ela era casada. Isso era errado em tantos níveis, até o centro da Terra. Naquela hora, eu tava convencida de que o que tava vendo era real pra valer.
"Porra... Mãe... vou... gozar... de novo." Os quadris de Christopher se moviam num ritmo descontrolado. Vi duas camisinhas no cobertor do lado deles. Sabia que ele podia continuar e continuar. Mas... com... a própria mãe? A mãe dele? Era a mãe dele de pernas bem abertas. Minha cabeça rodou.
Lá fora... lá fora..." A Sra. Green gemeu. Eu vi como as mãos dela passaram de puxar a bunda dele pra empurrar os quadris. Acho que quase desmaiei quando o Christopher se afastou. Vi que ele não tava usando proteção. Ele grunhiu igual um bicho enquanto se masturbava sobre os peitos e o rosto da mãe dele.
"Sim, me jorra. Me jorraaaaaaa com seu leite." Ela gemeu e ronronou enquanto apertava os próprios peitos. Quando ele terminou, ela esfregou o esperma no peito. Deus, ela tratava aquela porra como se fosse loção. Normalmente eu me apressava pra limpar, mas não a Sra. Green. Será que era por isso que a pele dela parecia tão boa pra idade dela? Isso me fez pensar há quanto tempo eles estavam fazendo isso. Minha mente começou a viajar de novo. Nunca tem um momento certo pra descobrir que seu namorado tá macetando a buceta da própria mãe. Mas estar drogada é definitivamente uma das piores maneiras de descobrir. Eu devia ter corrido, mas fiquei paralisada no lugar.
Christopher baixou a mão e deu uma batidinha na barriga dela com o pau dele. As pequenas ondas que viajavam a cada impacto me hipnotizaram. Tive sorte de ele ter gozado na cara dela, senão a Sra. Green teria me visto parada ali feito uma idiota. Os olhos dela continuavam fechados enquanto ela limpava o esperma com as costas das mãos.
"Bom, já vou começar a preparar o jantar. E você devia mandar uma mensagem pra sua namoradinha e pedir desculpas por ter deixado ela esperando de novo." A Sra. Green riu. Ela estava falando de mim. Com o esperma do filho dela por todo o corpo dela. Que cara de pau!
"Mais uma rodada, mãe?" Christopher bateu na barriga dela com o pau dele de novo.
"Não." A Sra. Green continuava de olhos fechados. "Manda uma mensagem pra sua namorada, senão ela não vai querer ser sua namorada por muito mais tempo." Ela tinha razão nisso.
"Não, mãe. Prefiro fazer mais uma." Christopher se moveu um pouco mais pra baixo e deslizou de novo dentro da buceta da mãe dele. Esfreguei os olhos, tentando acreditar no que estava vendo.
"Espera. Você ainda tem esperma no seu... uuuugggggghhhhhh... pau... uh... uh... eu posso... engravidar." Deduzi do que a Sra. Green dizia de forma quase incompreensível. Os pés dela se agitaram no ar enquanto ele realmente metia de novo. Christopher e eu sempre fomos mais cuidadosos que isso. No que ele estava pensando? Não estava pensando. O pau dele estava dentro da buceta da Sra. Green. Observei os peitos da mãe dele balançando de um lado pro outro sobre o peito dela.
Me senti tão estranha. Sem perceber, minha mão agarrou a virilha da minha calça. Olhei a bunda de Christopher, se contraindo uma e outra vez. Ele estava com a mãe dele. E eu estava olhando. Comecei a suar. Minha buceta escorreu. Uma onda de tontura me atingiu. Eu estava drogada. Essa era a única razão pela qual o que eles estavam fazendo me deixava com tesão.
Um grito encheu o ar. Não de êxtase, mas de surpresa. Olhei o rosto coberto de esperma da Sra. Green. Ela estava me encarando fixamente e gritava.
“O que foi, mãe? Teu colo do útero de novo?”. O quadril de Christopher parou.
A Sra. Green respondeu pra ele, mas apontou pra mim. Christopher se virou e olhou. Ficou de boca aberta.
“Gwen... eu... é... não...”. Que merda ele ia falar pra justificar isso?
“Você é doente, Chris. E a senhora, Sra. Green... quer dizer, meu Deus”. Me virei e saí correndo.
“Não conta pra ninguém, Gwen. Por favor”. A Sra. Green gritou atrás de mim.
Saí correndo dali, subi na minha bicicleta e me joguei na rua, pedalando sem rumo. O universo tinha enlouquecido. Tudo estava errado. Minha vida inteira tinha ido pro lixo numa tarde. O que eu ia falar pros meus amigos? Que peguei meu namorado de dezoito anos transando com a própria mãe?
De jeito nenhum! A Sra. Green ia se safar dessa. Não ia contar nada pra ninguém. Era bizarro demais. Meu celular vibrou dentro do sutiã, onde eu costumava guardar quando não tinha um bolso traseiro grande o bastante. Não tinha intenção de responder mensagem nenhuma.
Minha bicicleta parecia estar indo pra casa. Isso era bom. Pelo menos alguma parte do meu cérebro tava funcionando. Tentei não pensar no que tinha visto. Mas não foi fácil. O olhar de êxtase na cara bonita da Sra. Green. E o jeito poderoso que Christopher tratou ela. Nossa, pra ser um cara tão burro, ele era muito bom na cama.
Cheguei em casa e larguei a bicicleta na garagem. Meu celular vibrou de novo, mas ignorei. Não queria ver o que Christopher tinha a dizer.
Minha mãe tava lendo na sala. “Como foi teu dia, querida?”, ela perguntou quando passei.
“Não posso falar agora, mãe. Tenho lição”. Subi as escadas de dois em dois degraus.
“Bom, o jantar é daqui a uma hora”, ela gritou. Mal ouvi. O pulso tava batendo forte nos meus ouvidos. Não conseguia tirar aquelas imagens depravadas da cabeça.
No meu quarto, encontrei minha escova de cabelo de confiança. Tranquei a porta. Me despi como se minha roupa estivesse pegando fogo. Meu celular vibrou de novo quando coloquei na cômoda. "Pelo amor de Deus, Christopher, te peguei com a sua mãe. Não quero conversar", sussurrei.
Suada por causa do passeio de bicicleta e pelo que tinha visto, tirei os lençóis e me enfiei na cama. Deitei e deixei minha mente reproduzir tudo que tinha presenciado naquele dia. Minha buceta já era uma bagunça espumosa. Meu Deus, a mãe do meu namorado tinha me encarado enquanto o esperma escorria pelas bochechas dela.
O cabo da escova me era familiar, embora não tão grande quanto o do Christopher. Eu o movi.
Num piscar de olhos, me masturbei até gozar, tremendo, pensando em como meu namorado tinha acabado de transar com a mãe dele. A poderosa e recatada Sra. Green era uma puta pro meu namorado. Tive outro orgasmo.
Só quando minha mãe bateu na porta e anunciou o jantar é que finalmente parei de me masturbar. Esperava que não tivessem me ouvido. Tentei ficar em silêncio.
Me vesti, me arrumei e desci pra jantar. Que estranho era ter uma conversa banal com minha irmã e meus pais depois daquele dia. Como eles não percebiam que algo transcendental tinha acontecido? E pra mim... talvez... eu tivesse gostado. Os acontecimentos pareciam tão importantes que todo mundo deveria saber. Mas não, eles continuaram como se fosse um dia normal.
Depois do jantar, me desculpei pra fazer mais lição de casa. Olhei pro meu celular e vi que tinha vinte e duas mensagens de texto perdidas do Christopher e três chamadas perdidas. Bom, não ia me meter nessa enrascada. Mas tinha algo que precisava fazer. Entrei na internet e pesquisei um pouco.
Acontece que uma pequena porcentagem de homens transa com as próprias mães. Até tinha um site chamado O Guia, que supostamente dava passos "infalíveis" pra seduzir a mãe. Meu Deus! Li um pouco e foi como um temporal na minha calcinha de novo. Minha mão deslizou entre minhas pernas. Me masturbei enquanto lia O Guia, me perguntando se era assim que o Christopher tinha seduzido a mãe dele.
Aquele buraquinho de coelho me custou umas duas horas e mais quatro orgasmos. Eu precisava de um banho frio. Mas assim que entrei na água, minha mente febril voltou direto pro que eu tinha visto. O jeito que a Sra. Green tinha esfregado o pau nos próprios peitos. E a expressão de adoração no rosto dela enquanto o Christopher gozava nela. Era demais. Eu me esfreguei no clitóris até ter outro orgasmo enorme.
Exausta ao sair do banho, fiz meus rituais noturnos no piloto automático. Tentei com todas as forças pensar em qualquer coisa que não fosse sexo. Quando minha cabeça tocou o travesseiro, por um instante esperei que o dia tivesse sido um sonho. Talvez eu acordasse amanhã e tudo fosse normal. Aí o sono me venceu. Você provavelmente consegue adivinhar sobre o que foram meus sonhos de verdade.
“Ele tá fazendo alguma coisa com a mãe dele”, falei. O quarto vibrou gostoso ao meu redor.
“Ele andou muito ocupado ultimamente. Tem certeza que ele não tá te traindo?”. Cassandra se recostou na cama e ficou olhando pro teto, sonhadora. “Era isso que o Mike fazia antes da gente terminar. Ele tava ocupado o tempo todo”.
“Isso já passou pela minha cabeça.” Concordei. Ele tava muito ocupado mesmo. E o jeito que a mãe dele me olhava. Será que ela tava envolvida? Tava encobertando o filho infiel? Caí na paranoia num piscar de olhos. “É, igualzinho o Mike. Pode ser que ele esteja me traindo.”
O que você vai fazer?" Cassandra virou o rosto para mim, com a testa franzida de preocupação."Bem..." Minha mente não conseguia processar muito rápido, mas eu já estava resolvendo o problema. "Sei exatamente como ele faria. No quarto dele, enfiando escondido a garota que ele arrumou pela janela do porão. Ou talvez nem esteja se esgueirando, se a mãe dele estiver envolvida. Filho da puta." Levantei. "Que horas são?"
"Não sei. Umas quatro e meia?"
"Provavelmente ele tá me traindo agora mesmo. Já pensou como é estranho que as pessoas possam estar fazendo coisas tão diferentes e não saberem? Tô falando de pessoas conectadas. Sabe? Elas estão ligadas de um jeito, mas o espaço e o tempo as separam." A erva era boa.
"Então você quer se conectar com ele pegando ele com outra garota?" Cassandra parecia duvidosa. Ela não entendia.
"Sim, é isso que vou fazer. Tchau." Ouvi ela se despedir enquanto eu saía correndo do quarto dela, descia as escadas correndo e saía da casa dela. Subi na minha bicicleta e fui pra casa do Christopher. Pode ser que eu tenha me perdido no caminho quando tive que seguir um carvoeiro por umas quadras, mas cheguei lá por volta das quatro e quarenta e cinco.
Desci da bike, ajustei a calça e a camiseta. Respirei fundo. Levei a bike pra trás e deixei do lado da casa, perto da janela, caso precisasse vazar rápido. Será que eu tava me enganando? Não tava tão segura quanto na casa da Cassandra. Hesitei um segundo e olhei em volta do quintal tranquilo. Dava pra sentir a grama respirar. Sim, eu devia entrar. Me abaixei pra abrir a janela. Tava destrancada, como sempre. Abri e me enfiei pra dentro.O porão era carpetado, o que me manteve em silêncio. No começo, tudo que eu ouvia era meu coração batendo forte no peito. Mas aí escutei um rangido. Era o som da cama dele. E depois um gemido chegou nos meus ouvidos. Era a puta que ele tava comendo. Ai, meu Deus. Não era só a maconha. Ele realmente tava me traindo. Me movi pra sala das máquinas e encostei o ouvido na parede. Sabia que o quarto dele era logo do outro lado.
Vozes abafadas vazavam pela parede. Ela tava falando alguma coisa entre gritos de prazer. Apertei os punhos e mordi o lábio. Nunca tinha ficado tão puta com um cara. Nunca tinha sido traída antes. Pensei em subir e contar pra mãe dele. Ela ia entrar, e olha que encrenca ele ia se meter. Mas e se ela tivesse encobertando tudo? Minhas unhas cravaram nas palmas enquanto a mina lá dentro soltava aquele orgasmo nojento.Ia meter o pé na hora, mas devo ter perdido a noção do tempo. Fiquei ali, escutando os dois no quarto, com a orelha colada na parede por uma eternidade. Tava com muita vontade de dar um soco na cara dos dois. Sem pensar, finalmente me afastei da parede e saí da lavanderia. Meus pés me levaram até a porta do quarto do Christopher. Tava entreaberta, e dali dava pra ouvir bem mais alto. Dava pra ouvir o gemido que ele soltava quando tava prestes a gozar. Meu estômago revirou e o sangue ferveu. Ele tava fazendo aquele som pra outra pessoa. Como ele podia?
Um retângulo de luz se espalhava pelo chão vindo da porta. Cheguei na beirada e olhei pra dentro. Meu estômago embrulhou quando cheguei perto o bastante pra ver a cama do Christopher. Não lembro de ter ficado tão brava tão rápido. Foi como se tivesse entrado num banho frio. No começo, nem tinha certeza se era real ou se era o efeito da maconha que me fazia ver a mulher com quem meu namorado tava transando feito um louco.
Do lugar onde eu tava, dava pra ver a bunda gloriosa do Christopher enquanto ele metia nela de papai e mamãe. Debaixo dele, se contorcendo, com as pálpebras tremendo, tava a mãe dele. O rosto dela, normalmente bonito, tava todo contraído. Se eu não soubesse o que a pica do Christopher podia fazer com uma mulher, ia achar que ela tava tendo um derrame.Levei a mão na boca aberta, o corpo duro que nem uma tábua. A senhora Lily Green tava me encarando, mas acho que nem me via. Ela tava mergulhada num prazer profundo.
Ah... Christopher... eh... eh... eh... querido... tá tão... dentro." A senhora Green colocou as duas mãos na bunda do filho e apertou com força. Eu conseguia ver as marcas dos dedos na carne dela. A aliança de casamento brilhava. Porra, nem tinha pensado que ela era casada. Isso era errado em tantos níveis, até o centro da Terra. Naquela hora, eu tava convencida de que o que tava vendo era real pra valer."Porra... Mãe... vou... gozar... de novo." Os quadris de Christopher se moviam num ritmo descontrolado. Vi duas camisinhas no cobertor do lado deles. Sabia que ele podia continuar e continuar. Mas... com... a própria mãe? A mãe dele? Era a mãe dele de pernas bem abertas. Minha cabeça rodou.
Lá fora... lá fora..." A Sra. Green gemeu. Eu vi como as mãos dela passaram de puxar a bunda dele pra empurrar os quadris. Acho que quase desmaiei quando o Christopher se afastou. Vi que ele não tava usando proteção. Ele grunhiu igual um bicho enquanto se masturbava sobre os peitos e o rosto da mãe dele."Sim, me jorra. Me jorraaaaaaa com seu leite." Ela gemeu e ronronou enquanto apertava os próprios peitos. Quando ele terminou, ela esfregou o esperma no peito. Deus, ela tratava aquela porra como se fosse loção. Normalmente eu me apressava pra limpar, mas não a Sra. Green. Será que era por isso que a pele dela parecia tão boa pra idade dela? Isso me fez pensar há quanto tempo eles estavam fazendo isso. Minha mente começou a viajar de novo. Nunca tem um momento certo pra descobrir que seu namorado tá macetando a buceta da própria mãe. Mas estar drogada é definitivamente uma das piores maneiras de descobrir. Eu devia ter corrido, mas fiquei paralisada no lugar.
Christopher baixou a mão e deu uma batidinha na barriga dela com o pau dele. As pequenas ondas que viajavam a cada impacto me hipnotizaram. Tive sorte de ele ter gozado na cara dela, senão a Sra. Green teria me visto parada ali feito uma idiota. Os olhos dela continuavam fechados enquanto ela limpava o esperma com as costas das mãos."Bom, já vou começar a preparar o jantar. E você devia mandar uma mensagem pra sua namoradinha e pedir desculpas por ter deixado ela esperando de novo." A Sra. Green riu. Ela estava falando de mim. Com o esperma do filho dela por todo o corpo dela. Que cara de pau!
"Mais uma rodada, mãe?" Christopher bateu na barriga dela com o pau dele de novo.
"Não." A Sra. Green continuava de olhos fechados. "Manda uma mensagem pra sua namorada, senão ela não vai querer ser sua namorada por muito mais tempo." Ela tinha razão nisso.
"Não, mãe. Prefiro fazer mais uma." Christopher se moveu um pouco mais pra baixo e deslizou de novo dentro da buceta da mãe dele. Esfreguei os olhos, tentando acreditar no que estava vendo.
"Espera. Você ainda tem esperma no seu... uuuugggggghhhhhh... pau... uh... uh... eu posso... engravidar." Deduzi do que a Sra. Green dizia de forma quase incompreensível. Os pés dela se agitaram no ar enquanto ele realmente metia de novo. Christopher e eu sempre fomos mais cuidadosos que isso. No que ele estava pensando? Não estava pensando. O pau dele estava dentro da buceta da Sra. Green. Observei os peitos da mãe dele balançando de um lado pro outro sobre o peito dela.
Me senti tão estranha. Sem perceber, minha mão agarrou a virilha da minha calça. Olhei a bunda de Christopher, se contraindo uma e outra vez. Ele estava com a mãe dele. E eu estava olhando. Comecei a suar. Minha buceta escorreu. Uma onda de tontura me atingiu. Eu estava drogada. Essa era a única razão pela qual o que eles estavam fazendo me deixava com tesão.
Um grito encheu o ar. Não de êxtase, mas de surpresa. Olhei o rosto coberto de esperma da Sra. Green. Ela estava me encarando fixamente e gritava.
“O que foi, mãe? Teu colo do útero de novo?”. O quadril de Christopher parou.A Sra. Green respondeu pra ele, mas apontou pra mim. Christopher se virou e olhou. Ficou de boca aberta.
“Gwen... eu... é... não...”. Que merda ele ia falar pra justificar isso?
“Você é doente, Chris. E a senhora, Sra. Green... quer dizer, meu Deus”. Me virei e saí correndo.
“Não conta pra ninguém, Gwen. Por favor”. A Sra. Green gritou atrás de mim.
Saí correndo dali, subi na minha bicicleta e me joguei na rua, pedalando sem rumo. O universo tinha enlouquecido. Tudo estava errado. Minha vida inteira tinha ido pro lixo numa tarde. O que eu ia falar pros meus amigos? Que peguei meu namorado de dezoito anos transando com a própria mãe?
De jeito nenhum! A Sra. Green ia se safar dessa. Não ia contar nada pra ninguém. Era bizarro demais. Meu celular vibrou dentro do sutiã, onde eu costumava guardar quando não tinha um bolso traseiro grande o bastante. Não tinha intenção de responder mensagem nenhuma.
Minha bicicleta parecia estar indo pra casa. Isso era bom. Pelo menos alguma parte do meu cérebro tava funcionando. Tentei não pensar no que tinha visto. Mas não foi fácil. O olhar de êxtase na cara bonita da Sra. Green. E o jeito poderoso que Christopher tratou ela. Nossa, pra ser um cara tão burro, ele era muito bom na cama.
Cheguei em casa e larguei a bicicleta na garagem. Meu celular vibrou de novo, mas ignorei. Não queria ver o que Christopher tinha a dizer.
Minha mãe tava lendo na sala. “Como foi teu dia, querida?”, ela perguntou quando passei.
“Não posso falar agora, mãe. Tenho lição”. Subi as escadas de dois em dois degraus.
“Bom, o jantar é daqui a uma hora”, ela gritou. Mal ouvi. O pulso tava batendo forte nos meus ouvidos. Não conseguia tirar aquelas imagens depravadas da cabeça.
No meu quarto, encontrei minha escova de cabelo de confiança. Tranquei a porta. Me despi como se minha roupa estivesse pegando fogo. Meu celular vibrou de novo quando coloquei na cômoda. "Pelo amor de Deus, Christopher, te peguei com a sua mãe. Não quero conversar", sussurrei.
Suada por causa do passeio de bicicleta e pelo que tinha visto, tirei os lençóis e me enfiei na cama. Deitei e deixei minha mente reproduzir tudo que tinha presenciado naquele dia. Minha buceta já era uma bagunça espumosa. Meu Deus, a mãe do meu namorado tinha me encarado enquanto o esperma escorria pelas bochechas dela.
O cabo da escova me era familiar, embora não tão grande quanto o do Christopher. Eu o movi. Num piscar de olhos, me masturbei até gozar, tremendo, pensando em como meu namorado tinha acabado de transar com a mãe dele. A poderosa e recatada Sra. Green era uma puta pro meu namorado. Tive outro orgasmo.
Só quando minha mãe bateu na porta e anunciou o jantar é que finalmente parei de me masturbar. Esperava que não tivessem me ouvido. Tentei ficar em silêncio.
Me vesti, me arrumei e desci pra jantar. Que estranho era ter uma conversa banal com minha irmã e meus pais depois daquele dia. Como eles não percebiam que algo transcendental tinha acontecido? E pra mim... talvez... eu tivesse gostado. Os acontecimentos pareciam tão importantes que todo mundo deveria saber. Mas não, eles continuaram como se fosse um dia normal.
Depois do jantar, me desculpei pra fazer mais lição de casa. Olhei pro meu celular e vi que tinha vinte e duas mensagens de texto perdidas do Christopher e três chamadas perdidas. Bom, não ia me meter nessa enrascada. Mas tinha algo que precisava fazer. Entrei na internet e pesquisei um pouco.
Acontece que uma pequena porcentagem de homens transa com as próprias mães. Até tinha um site chamado O Guia, que supostamente dava passos "infalíveis" pra seduzir a mãe. Meu Deus! Li um pouco e foi como um temporal na minha calcinha de novo. Minha mão deslizou entre minhas pernas. Me masturbei enquanto lia O Guia, me perguntando se era assim que o Christopher tinha seduzido a mãe dele.
Aquele buraquinho de coelho me custou umas duas horas e mais quatro orgasmos. Eu precisava de um banho frio. Mas assim que entrei na água, minha mente febril voltou direto pro que eu tinha visto. O jeito que a Sra. Green tinha esfregado o pau nos próprios peitos. E a expressão de adoração no rosto dela enquanto o Christopher gozava nela. Era demais. Eu me esfreguei no clitóris até ter outro orgasmo enorme.Exausta ao sair do banho, fiz meus rituais noturnos no piloto automático. Tentei com todas as forças pensar em qualquer coisa que não fosse sexo. Quando minha cabeça tocou o travesseiro, por um instante esperei que o dia tivesse sido um sonho. Talvez eu acordasse amanhã e tudo fosse normal. Aí o sono me venceu. Você provavelmente consegue adivinhar sobre o que foram meus sonhos de verdade.
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