Hoje quem fala é a Celeste.Depois de me masturbar no banheiro, a moleza do relaxamento não aguentou, porque eu tava umas 26 horas de putaria, o cansaço mental por causa da infinita dominada que a Ban me deu + as substâncias... senti que tava dormindo. Antes, quase bocejando, mandei um zap pra Vale: "Amiga. Urgente. Antes das 21:30 quero dar um rolê.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.quadras do bairro de alMOGRAe outra garrafa do elixir. Me diz o total e te transfiro o de ontem e isso". Calculei entre as 6 uns 150 mil mais o uísque, 70 ou 8 mil a mais. "No final, o corno paga" e dormi lá pras 17:40. Só tive 4 horas de descanso, banho, um pouco de cor nas bochechas, tinha pensado num rímel bem escuro nos olhos e só um vestido, fio dental e sandálias. Minha bolsa com o mapa de lá.MOGRAe um pacote com o uísque. Já tava começando a precisar de uma dose nas veias. Sei que a H vicia pra caralho. Não tava nem aí pra nada além do meu prazer. Só fui abrir os olhos lá pras 21h05. Liguei o chuveiro e fui ver as mensagens. Vale tinha me mandado 7. A primeira, com o ok: "Por você, tudo, amiga". A segunda, o valor total + o Uber de ontem à noite e o que ia trazer tudo daqui a pouco: 265 mil pesos. "Uau!" me surpreendi. Mas lembrei que era presente do corno. A partir da terceira mensagem, começava a investigação. 3- "E aí, Celes. O que cê tá fazendo? Ontem à noite, farra e muita." 4- "Hoje você repete." 5- "Corno? O que eu tô perdendo? Conheço sua relação com Gabriel e sei que você nunca foi
Tão extrema com o Gabriel e insisto: cuck? Gabi?... Uffff! O que você tá escondendo de mim? E comigo não, hein? Com a Vale, nada de segredos. 6- "Você surtou e se envolveu com um tarado?". E tipo meia hora depois, a última mensagem dizia: "Responde, putinha". Tinha pouquíssimo tempo. O Ban chegaria em 40 ou 45 minutos. Enquanto me despia e entrava na banheira, mandei um áudio: "Só vou te dizer uma coisa: a noite de ontem durou 16 horas. Tive 30 orgasmos ou mais e me fizeram provar de tudo, cada coisa mais doentia. Essa semana vou na sua casa e a gente conversa sobre tudo.
Domingo. Celes prestes a tomar um banho, tá contando pra amiga Valéria "parte" do que rolou na noite dela com Esteban, sem confessar que era ele. Quando escapou o termo cuck, que por incentivo do amante, toda vez que ela se ouvia falando ficava molhada, Vale se surpreendeu e quis saber mais. Celes prometeu visitá-la durante a semana e ser mais explícita. Lembra que na sexta, Celes cheia de pó e uísque, acendendo um desejo incontrolável de ser comida, o pai da amiga dela, Seu Carlos, tinha sussurrado um convite totalmente explícito pra ela visitá-lo sexualmente e ela, de brincadeira, respondeu que sim.

Abro o chuveiro, me despiro e toca a campainha. "A puta da mãe". Grito já quase do banheiro "Sim? Quem é?". Uma voz jovem responde "Sou do Uber e trouxe um pacote pra Celeste. Já tá pago". Eu estava literalmente com a buceta melada e cheirando igual uma gostosa no cio depois de ser macetada por 10 cavalos. Coloquei outro dos meus "roupões" ou "mantos de banho", supondo que o usado cheirava pior. Passei perfume, também troquei o corrimão de casa e fui rápido buscar o que a Vale me mandou. Na pressa e no meu estado que ainda durava (e suponho que duraria por vários dias, dada a tremenda e pesada ingestão), esqueci que esse roupão tem botões. Como fazia tempo que não usava ele, 2 botões se soltaram e caíram, e também faltavam os seguintes. Procurei sem achar o cinto pra amarrar na cintura, então fechei com as mãos e corri pra porta. Meu tempo tava apertado.

Descuidando de manter o roupão fechado, libero uma mão com que abro a porta tão violentamente de tão rápida, que o vento abriu meu roupão. Fiquei de buceta na frente do magrelo do Uber. Ele me olha, sem esconder a vontade súbita de me comer ali mesmo, mas quando os olhos dele param nos piercings dos meus mamilos, ele olha bem pro meu rosto. Sem drama nenhum, afasta meu cabelo pra ver minha cara. "Celeste?" ele pergunta surpreso, mas sem esconder o olhar tarado. "Não me diga que não lembra de mim. Já fazem..." e nessa pausa Celeste responde "10 anos, véi." Claramente Andrés queria relembrar os velhos tempos ou criar novos, ao encontrá-la de buceta, mas Cel pediu desculpas: "Vão me buscar às 22, olha a hora. 21:28, tenho que tomar banho e me vestir. Me dá seu celular" pegou rápido e se agendou. "Tô numa fase... estranha, bom, não tão estranha quanto quando me conheceu. Me liga daqui uns dias, ok?" dá um selinho nele, se desculpando de novo pela pressa, fecha a porta e entra no chuveiro. Tinha que tirar todos os líquidos grudados. Ufa. Um trampo extra, além de um banho convencional.

Saí do banho limpinha, depilei a buceta mas não os sovacos. Ban queria me ver peluda. E, a puta, todas as loucuras transgressoras dela me excitavam. Fui até o quarto. Peguei uma caixa etiquetada "Cadernos da Lili" (minha tia) e abri. Lá ela escondia as 5 calcinhas fio dental, uma menor que a outra, que Ban tinha me mandado todos esses anos e eu nunca usei, por motivos óbvios, embora... nunca as joguei fora. Será que é verdade que as mulheres sempre guardam um trunfo? Coloquei uma. A puta era minúscula! Dava pra ver a buceta. Era lilás. Peguei um vestido com os ombros bem de fora, mas bem justo, o que me permitia dispensar o sutiã. E escolhi umas sandálias hippie que, junto com o vestido, minha bolsa de couro e uma trança que fiz rapidinho, parecia dos anos 70. Não sei que tipo de roupa Ban gosta que a dama que o acompanha use, mas sabia que não ia durar vestida por muito tempo. Antes de jogar na bolsa, meu celular marcava 21h52. Ufa. Recorde. Na mesma bolsa coloco a droga e num saco de papel pardo guardo o uísque. Toda essa preparação, pra um encontro nada convencional, com um cara que, mesmo tendo feito o que quis comigo e eu feliz, só nos vimos uma vez. E ainda ia entrar um desconhecido. "Uff... que puta você é, Celeste", pensei. "Em vez de ficar alerta, já molhou a calcinha que tá estreando.

Levantei meus braços. Lá estavam aqueles pelos sexy e ousados para o deleite do Ban. Fiquei observando eles no espelho por mais um tempo. Sim, eram sexy. Me davam não só um toque de distinção e coragem. Eu sentia que podia ser definida como "exótica". Também percebi que, apesar de não ter reparado até hoje, eles não estavam longos, desleixados ou feios. Pelo contrário. Com mais alguns dias teriam a espessura ideal e o crescimento era uniforme. Lembrei daquela capa dos anos 70 em que a Patti Smith mostrava os pelos e me senti diferente das outras.

Meu celular já marcava quase 22h quando ouço as chaves e a porta se abre. Claro que o Ban trouxe um jogo! Então nem precisou tocar o interfone, eu abrir pra ele, nada disso. Já tava aqui. Calça social cinza, camisa branca, sapato preto e aquele perfume que fazia todo mundo se apaixonar. "Epa. Que gostoso que chegou pra mim..." foi o primeiro elogio ou cantada que soltei. E como sempre, Ben queria mais. "Chegou pra mim... quem?" ele perguntou, me dando uma única chance de responder. "Que gostoso que chegou pra mimmeu gostosoFechei meu comentário andando meio de quatro na direção dele, vestida só com a tanguinha lilás que ele me deu tempos atrás e que eu deveria ter jogado fora... Ele me segurou pela cintura, meus peitos sem sutiã balançaram de um lado pro outro. Me beijou com um calor fogoso que transbordava certas semelhanças com carinho ou... será love? Me senti desejada e ao mesmo tempo amada por Ban de um jeito tão convincente que correspondi da forma mais próxima que consegui. Ele me surpreendeu. Quando nossos lábios se separam, úmidos, Ban me lembra. "Hoje vamos viver juntos pela primeira vez a experiência que você tanto fantasia. Ser dominada por outro homem na cama, penetrada sexualmente... mas na frente de quem te ama, do seu parceiro. Quero saber o que vou sentir e não vejo a hora de te descobrir sendo a puta de outro." Fiquei pensando. Claro: o tesão, intacto. O que me dava um frio na barriga era como ele estava nos definindo. Já tínhamos formalizado algo? Admito: depois das horas irrepetíveis de sexo que ele me proporcionou... será que eu conseguiria ficar com outro? Com certeza não. Só que... eu queria amá-lo, precisava saber que ele era meu e eu era dele. Ao lembrar como ele me humilhou gostosamente entre ontem à noite e depois do almoço, ele me fez não só sua mulher, não só sua gostosa. Eu era sua puta. E de verdade: quero amá-lo assim, mesmo virando a página e o rival do meu ex me levando como troféu.
Ban olha pra minha tanguinha e aponta com o dedo indicador, me encarando. "Sim. É uma das que você me deu. Hoje vou estrear." Os olhos dele brilharam. Não soube se era de love... ou do poder que ele já exercia sobre mim há um tempão. Coloquei o vestido pela cabeça e ele caiu sozinho, se ajustando perfeitamente no meu corpo. "Vamos, Cele", ele me apressa. "César está nos esperando um pouquinho antes das 22h30. Ele está morrendo de vontade de te conhecer em todos os sentidos." Calcei as sandálias, peguei a bolsa comO uísque, a bolsa, um casaco de lã comprido caso esfriasse, e a gente se deu ao luxo de sair de mãos dadas, num prédio onde todo mundo sabia que eu... estava noiva. No elevador, cheirei duas carreiras que me deixaram corajosa.
Já na rua, o Ban tinha estacionado o lindo Renault Kardian dele três prédios pra lá. Fomos de mãos dadas, sem eu ligar pra nada, e ele de vez em quando me dava uns beijos gostosos e uns chupões. Cheguei a ver que o cara da fiambreria, dois prédios antes do meu, ficou nos encarando, avaliando. A velha Mimi, que toda noite tirava a putinha da salsicha Sisi pra fazer as necessidades, parou ao ver uma cena inesperada. O flanelinha — que toda noite tentava a sorte querendo puxar papo comigo — arregalou os olhos, mudo, completamente. E quando eu tava subindo no carro do Ban, juro por Deus, o tio do Gabriel buzinou duas vezes, passando na porta do prédio dirigindo. Todos esses encontros, em vez de me dar medo ou receio, só realçaram o quão puta eu sou. Enquanto o Ban dirigia, eu abaixei a calça dele e comecei a chupar o pau dele.Esta noite eu ia cumprir com meu macho, meu amante, o que meu namorado corno frustrou.
Outro homem vai meter em mim enquanto meu amado assiste com tesão.
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Querem que eu continue?
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Link pt 1:
https://www.poringa.net/posts/relatos/6327314/Confiesa-que-hizo-en-fiesta-y-me-animo-a-pedirle-fantasia-1.html#comment-292453
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https://www.poringa.net/posts/relatos/6327741/Confiesa-que-hizo-en-fiesta-y-me-animo-a-pedirle-fantasia-2.html#comment-294041
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Tão extrema com o Gabriel e insisto: cuck? Gabi?... Uffff! O que você tá escondendo de mim? E comigo não, hein? Com a Vale, nada de segredos. 6- "Você surtou e se envolveu com um tarado?". E tipo meia hora depois, a última mensagem dizia: "Responde, putinha". Tinha pouquíssimo tempo. O Ban chegaria em 40 ou 45 minutos. Enquanto me despia e entrava na banheira, mandei um áudio: "Só vou te dizer uma coisa: a noite de ontem durou 16 horas. Tive 30 orgasmos ou mais e me fizeram provar de tudo, cada coisa mais doentia. Essa semana vou na sua casa e a gente conversa sobre tudo.
Domingo. Celes prestes a tomar um banho, tá contando pra amiga Valéria "parte" do que rolou na noite dela com Esteban, sem confessar que era ele. Quando escapou o termo cuck, que por incentivo do amante, toda vez que ela se ouvia falando ficava molhada, Vale se surpreendeu e quis saber mais. Celes prometeu visitá-la durante a semana e ser mais explícita. Lembra que na sexta, Celes cheia de pó e uísque, acendendo um desejo incontrolável de ser comida, o pai da amiga dela, Seu Carlos, tinha sussurrado um convite totalmente explícito pra ela visitá-lo sexualmente e ela, de brincadeira, respondeu que sim.

Abro o chuveiro, me despiro e toca a campainha. "A puta da mãe". Grito já quase do banheiro "Sim? Quem é?". Uma voz jovem responde "Sou do Uber e trouxe um pacote pra Celeste. Já tá pago". Eu estava literalmente com a buceta melada e cheirando igual uma gostosa no cio depois de ser macetada por 10 cavalos. Coloquei outro dos meus "roupões" ou "mantos de banho", supondo que o usado cheirava pior. Passei perfume, também troquei o corrimão de casa e fui rápido buscar o que a Vale me mandou. Na pressa e no meu estado que ainda durava (e suponho que duraria por vários dias, dada a tremenda e pesada ingestão), esqueci que esse roupão tem botões. Como fazia tempo que não usava ele, 2 botões se soltaram e caíram, e também faltavam os seguintes. Procurei sem achar o cinto pra amarrar na cintura, então fechei com as mãos e corri pra porta. Meu tempo tava apertado.

Descuidando de manter o roupão fechado, libero uma mão com que abro a porta tão violentamente de tão rápida, que o vento abriu meu roupão. Fiquei de buceta na frente do magrelo do Uber. Ele me olha, sem esconder a vontade súbita de me comer ali mesmo, mas quando os olhos dele param nos piercings dos meus mamilos, ele olha bem pro meu rosto. Sem drama nenhum, afasta meu cabelo pra ver minha cara. "Celeste?" ele pergunta surpreso, mas sem esconder o olhar tarado. "Não me diga que não lembra de mim. Já fazem..." e nessa pausa Celeste responde "10 anos, véi." Claramente Andrés queria relembrar os velhos tempos ou criar novos, ao encontrá-la de buceta, mas Cel pediu desculpas: "Vão me buscar às 22, olha a hora. 21:28, tenho que tomar banho e me vestir. Me dá seu celular" pegou rápido e se agendou. "Tô numa fase... estranha, bom, não tão estranha quanto quando me conheceu. Me liga daqui uns dias, ok?" dá um selinho nele, se desculpando de novo pela pressa, fecha a porta e entra no chuveiro. Tinha que tirar todos os líquidos grudados. Ufa. Um trampo extra, além de um banho convencional.

Saí do banho limpinha, depilei a buceta mas não os sovacos. Ban queria me ver peluda. E, a puta, todas as loucuras transgressoras dela me excitavam. Fui até o quarto. Peguei uma caixa etiquetada "Cadernos da Lili" (minha tia) e abri. Lá ela escondia as 5 calcinhas fio dental, uma menor que a outra, que Ban tinha me mandado todos esses anos e eu nunca usei, por motivos óbvios, embora... nunca as joguei fora. Será que é verdade que as mulheres sempre guardam um trunfo? Coloquei uma. A puta era minúscula! Dava pra ver a buceta. Era lilás. Peguei um vestido com os ombros bem de fora, mas bem justo, o que me permitia dispensar o sutiã. E escolhi umas sandálias hippie que, junto com o vestido, minha bolsa de couro e uma trança que fiz rapidinho, parecia dos anos 70. Não sei que tipo de roupa Ban gosta que a dama que o acompanha use, mas sabia que não ia durar vestida por muito tempo. Antes de jogar na bolsa, meu celular marcava 21h52. Ufa. Recorde. Na mesma bolsa coloco a droga e num saco de papel pardo guardo o uísque. Toda essa preparação, pra um encontro nada convencional, com um cara que, mesmo tendo feito o que quis comigo e eu feliz, só nos vimos uma vez. E ainda ia entrar um desconhecido. "Uff... que puta você é, Celeste", pensei. "Em vez de ficar alerta, já molhou a calcinha que tá estreando.

Levantei meus braços. Lá estavam aqueles pelos sexy e ousados para o deleite do Ban. Fiquei observando eles no espelho por mais um tempo. Sim, eram sexy. Me davam não só um toque de distinção e coragem. Eu sentia que podia ser definida como "exótica". Também percebi que, apesar de não ter reparado até hoje, eles não estavam longos, desleixados ou feios. Pelo contrário. Com mais alguns dias teriam a espessura ideal e o crescimento era uniforme. Lembrei daquela capa dos anos 70 em que a Patti Smith mostrava os pelos e me senti diferente das outras.

Meu celular já marcava quase 22h quando ouço as chaves e a porta se abre. Claro que o Ban trouxe um jogo! Então nem precisou tocar o interfone, eu abrir pra ele, nada disso. Já tava aqui. Calça social cinza, camisa branca, sapato preto e aquele perfume que fazia todo mundo se apaixonar. "Epa. Que gostoso que chegou pra mim..." foi o primeiro elogio ou cantada que soltei. E como sempre, Ben queria mais. "Chegou pra mim... quem?" ele perguntou, me dando uma única chance de responder. "Que gostoso que chegou pra mimmeu gostosoFechei meu comentário andando meio de quatro na direção dele, vestida só com a tanguinha lilás que ele me deu tempos atrás e que eu deveria ter jogado fora... Ele me segurou pela cintura, meus peitos sem sutiã balançaram de um lado pro outro. Me beijou com um calor fogoso que transbordava certas semelhanças com carinho ou... será love? Me senti desejada e ao mesmo tempo amada por Ban de um jeito tão convincente que correspondi da forma mais próxima que consegui. Ele me surpreendeu. Quando nossos lábios se separam, úmidos, Ban me lembra. "Hoje vamos viver juntos pela primeira vez a experiência que você tanto fantasia. Ser dominada por outro homem na cama, penetrada sexualmente... mas na frente de quem te ama, do seu parceiro. Quero saber o que vou sentir e não vejo a hora de te descobrir sendo a puta de outro." Fiquei pensando. Claro: o tesão, intacto. O que me dava um frio na barriga era como ele estava nos definindo. Já tínhamos formalizado algo? Admito: depois das horas irrepetíveis de sexo que ele me proporcionou... será que eu conseguiria ficar com outro? Com certeza não. Só que... eu queria amá-lo, precisava saber que ele era meu e eu era dele. Ao lembrar como ele me humilhou gostosamente entre ontem à noite e depois do almoço, ele me fez não só sua mulher, não só sua gostosa. Eu era sua puta. E de verdade: quero amá-lo assim, mesmo virando a página e o rival do meu ex me levando como troféu.
Ban olha pra minha tanguinha e aponta com o dedo indicador, me encarando. "Sim. É uma das que você me deu. Hoje vou estrear." Os olhos dele brilharam. Não soube se era de love... ou do poder que ele já exercia sobre mim há um tempão. Coloquei o vestido pela cabeça e ele caiu sozinho, se ajustando perfeitamente no meu corpo. "Vamos, Cele", ele me apressa. "César está nos esperando um pouquinho antes das 22h30. Ele está morrendo de vontade de te conhecer em todos os sentidos." Calcei as sandálias, peguei a bolsa comO uísque, a bolsa, um casaco de lã comprido caso esfriasse, e a gente se deu ao luxo de sair de mãos dadas, num prédio onde todo mundo sabia que eu... estava noiva. No elevador, cheirei duas carreiras que me deixaram corajosa.
Já na rua, o Ban tinha estacionado o lindo Renault Kardian dele três prédios pra lá. Fomos de mãos dadas, sem eu ligar pra nada, e ele de vez em quando me dava uns beijos gostosos e uns chupões. Cheguei a ver que o cara da fiambreria, dois prédios antes do meu, ficou nos encarando, avaliando. A velha Mimi, que toda noite tirava a putinha da salsicha Sisi pra fazer as necessidades, parou ao ver uma cena inesperada. O flanelinha — que toda noite tentava a sorte querendo puxar papo comigo — arregalou os olhos, mudo, completamente. E quando eu tava subindo no carro do Ban, juro por Deus, o tio do Gabriel buzinou duas vezes, passando na porta do prédio dirigindo. Todos esses encontros, em vez de me dar medo ou receio, só realçaram o quão puta eu sou. Enquanto o Ban dirigia, eu abaixei a calça dele e comecei a chupar o pau dele.Esta noite eu ia cumprir com meu macho, meu amante, o que meu namorado corno frustrou. Outro homem vai meter em mim enquanto meu amado assiste com tesão.
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Querem que eu continue?
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1 comentários - Confessou na festa e me animou a pedir fetiche