O aviso, o novo trabalho da Sofi e as noites que agora eram só nossas
Depois daquela primeira foda brutal na casa nova, as coisas mudaram. Já não era só uma brincadeira safada escondida. Agora minha mãe era minha mulher à noite, mesmo que de dia continuasse sendo minha mãe perante o mundo. Toda vez que minha irmã Sofi saía ou dormia, minha mãe virava a puta mais gostosa que um homem pode imaginar.
Naquela mesma noite, depois que a Sofi foi dormir, minha mãe me puxou pela mão até o nosso quarto. Mal fechou a porta, tirou o roupão e ficou só de calcinha preta de renda, que mal cobria a metade daquela rabuda enorme.
—Vem, pussy… hoje quero que você me coma com força desde o começo —ela disse, se virando e se inclinando na cama, abrindo as pernas e me olhando por cima do ombro com aquela cara de puta que me deixava louco.
Não precisei ser convencido. Abaixei o short, tirei meu pau já duro como pedra e esfreguei ele entre as duas bundas quentes dela. Ela mexia a bunda em círculos, apertando meu pau com aquela carne macia e firme.
—Sente como essa bunda te quer, meu rei? —ela gemeu baixinho—. É toda sua… enfia tudo.
De um só empurrão, enfiei até o fundo. —Aaaahhh, porra! —ela gritou, abafando a voz no travesseiro.
Comecei a meter com força, segurando na cintura larga dela, vendo como a bundona dela quicava e ficava vermelha a cada metida. PLAF PLAF PLAF PLAF. O som enchia o quarto. Soltava tapas fortes na bunda que faziam toda a carne dela tremer.
—Assim, Dany! Mete forte na mamãe! Arrebenta essa buceta que te pariu! —ela pedia entre gemidos.
Comi ela de quatro, de lado, de papo pra cima com as pernas nos meus ombros… fiz ela gozar duas vezes antes de encher a pussy dela de porra quente. Quando gozei dentro dela, ela apertou tanto que quase arrancou meu pau. Ficou tremendo, suada, com minha porra escorrendo pelas coxas dela.
—Você é meu homem agora… —ela sussurrou me beijando enquanto ainda estava empalada.
Os dias seguintes foram uma loucura de sexo. De manhã, antes da Sofi acordar, eu comia ela na cozinha, na sala, até no banheiro. Minha mãe tinha ficado insaciável. Toda vez que me via sozinho, se abaixava “pra pegar alguma coisa” e me mostrava a bunda ou se tocava na pussy por cima da roupa só pra me deixar duro.
Mas tinha uma coisa que não saía da minha cabeça: o aviso.
—Não chega perto da sua irmã, Dany. Tô te avisando — ela repetia toda vez que me pegava olhando pra bunda da Sofi mais do que devia.
E era difícil não olhar. A Sofi com o novo trabalho de edecã tava mais gostosa do que nunca. Chegava em casa com saias curtas, leggings que marcavam a bunda jovem e firme, tops que apertavam os peitos maiores que os da minha mãe. Tinha 19 anos e a bunda dela tava ficando tão gostosa quanto a da minha mãe, só que mais durinha e empinada.
Uma tarde cheguei da faculdade e encontrei as duas na sala experimentando roupas do trabalho da Sofi. Minha mãe tava sentada no sofá e a Sofi parada na frente dela com uns shorts jeans tão curtos que dava pra ver metade da bunda.
— Que tal, mãe? Tá aparecendo bem a raba? — perguntou a Sofi se virando.
— Tá… provocante — respondeu a Ana, mas me olhou com uma cara de “nem pensa em olhar”.
Eu só engoli seco. Tava com o pau meio duro só de olhar pra elas.
Naquela noite, depois que a Sofi dormiu, a Ana veio pro meu quarto mais safada do que nunca. Trancou a porta e se jogou em cima de mim.
— Gostou de ver a bunda da sua irmã hoje, hein? — falou enquanto puxava minha cueca pra baixo e pegava no meu pau duro.
— Ma… não é isso…
— Mentiroso — me cortou e enfiou ele na boca até o fundo de uma vez. Fez um boquete violento, com ânsia e tudo, me encarando como quem diz “esse pau é meu”.
Depois ela subiu em cima e começou a me dar sentões selvagens, quicando aquela bunda enorme.
— Diz que você prefere essas nalgas... diz que essa bunda de mãe é melhor — ela gemia enquanto me montava que nem uma louca.
— Sim, mãe! Sua bunda é a melhor! Ninguém tem um rabão igual ao seu!
Eu agarrei as nalgas dela com força e comecei a levantar e abaixar ela com violência. FAP FAP FAP FAP. O suor escorria nos dois. Quando eu tava quase gozando, tirei, coloquei ela de quatro e enfiei dois dedos no cu dela enquanto pegava na buceta.
— Aiiii, filho da puta! Aí não... ainda não! — ela gemeu, mas empurrava a bunda pra trás.
— Um dia vou arrebentar esse seu cu, mamãe... vou encher ele de pica — sussurrei no ouvido dela.
Ela só tremeu e gozou com força, apertando meus dedos.
Mas o aviso da minha mãe não era a única coisa que me deixava com tesão. A Sofi chegava cada dia mais tarde, mais arrumada e com mais vontade de exibir o corpo. E eu... bom, sou homem. Começava a me perguntar até onde isso tudo ia chegar.
________________________________________
A gente tava largado na cama, suados e ofegantes. Eu ainda tinha a pica meio dura dentro dela, escorrendo os restos da minha gozada misturada com os sucos dela. Ana respirava agitada, com a cara enfiada no travesseiro e aquela bundona enorme ainda empinada, tremendo de leve.
Passei a mão nas nalgas dela com as duas mãos, amassando, separando. Meu dedão roçou o cuzinho franzido dela, ainda virgem. Ela se contraiu na hora.
—Ma… —falei com a voz rouca, ainda enterrado na sua buceta—. Quero te comer o cu.
Ana ficou tensa. Virou o rosto pra me olhar por cima do ombro, com os olhos bem abertos.
—Dany… não.
—Vamos, mamãe… você vai gostar. Vou meter devagar no começo —insisti, mexendo o quadril e esfregando a pica ainda dentro da buceta dela.
Ela balançou a cabeça, mas a bunda dela se moveu um pouco pra trás, traindo ela.
—Não, meu amor… sério, não. Nunca fiz isso. Nem com seu pai. Tenho medo de doer… e você tem uma pica bem grossa, buceta. Não quero que me machuque aí.
Tentei convencer ela, dei beijos nas costas dela e enfiei dois dedos na buceta dela enquanto acariciava o cu dela.
—Juro que vou te preparar bem… você vai curtir…
—Dany, não insiste —ela disse mais firme, mas com a voz trêmula—. Ainda não. Quando eu estiver mais relaxada… e quando eu disser. Por enquanto só quero que você continue comendo essa buceta e esse cu por fora. Tá bom?
Suspirei, mas aceitei. Tirei a pica da buceta dela e esfreguei entre as nádegas, me masturbando com elas até gozar pela segunda vez nas costas dela. Ana gemeu baixinho, curtindo o calor da minha porra.
—Você é um filho da puta ansioso… —murmurou sorrindo.
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No dia seguinte Ana chegou tarde. Me mandou uma mensagem dizendo que ia ficar mais um pouco com meu pai pra “conversar sobre papéis e sobre a Sofi”. A casa ficou só pra mim e minha irmã.
Era umas 9:30 da noite. Eu tava na sala vendo TV quando a Sofi desceu. Ela tava usando um short de algodão cinza bem curto que mal cobria metade da bunda e uma camisetinha branca sem sutiã, os bicos dos peitos marcando perfeitamente. Cabelo solto e cara de quem acabou de tomar banho.
—E minha mãe? —perguntou sentando do meu lado no sofá, mais perto do que o normal.
—Vai chegar tarde. Ficou com meu pai.
—Ah… —ela disse, e ficou em silêncio por um tempo. Depois ela cruzou as pernas, mas de um jeito que a coxa dela ficou colada na minha.
Começamos a falar besteira, mas a Sofi tava estranha. Ficava me encarando, sorria de lado e mexia o pé descalço roçando na minha perna.
— Oi, Dani… — ela falou do nada, baixando um pouco a voz. — Cê acha que eu tenho uma bunda bem grande?
Quase deixei o controle cair. Olhei pra ela. Ela tava mordendo o lábio inferior.
— Que porra é essa, Sofi?
— Tipo… comparando com a minha mãe — continuou, virando um pouco e empinando a raba pra mim no sofá. — Sei que você curte as bem grandes e empinadas… igual a dela.
Minha boca secou. Senti o pau começando a endurecer.
— Sofi, o que você tá dizendo?
Ela soltou uma risadinha nervosa, mas provocante.
— Eu te escutei, sabia? — confessou, olhando direto nos meus olhos — As noites que minha mãe “desce pra pegar água” ou que fica “conversando” com você até tarde… os gemidos, os barulhos da cama, os tapas na bunda… Não sou criança, maninho.
Fiquei paralisado. Ela continuou:
— No começo achei que tava louca… mas uma noite desci e vi vocês pela fresta da porta. Minha mãe montada em você que nem uma doida, rebolando aquela bunda enorme em cima de você… e você segurando ela como se fosse sua.
Ele se aproximou mais, quase colando o rosto no meu. A respiração dele estava ofegante.
— Você gosta de meter forte nela, né? Do jeito que ela gosta… “Mete forte na mamãe”, ela fala. Eu ouvi.
Meu pau já tava durasso dentro do short. A Sofi olhou pra baixo e viu.
— Nossa… como você fica excitado sabendo que eu sei — ela sussurrou, mordendo o lábio —. Quê? Agora também quer provar dessa bunda? — disse dando um tapinha leve na própria raba —. É mais jovem e durinha que a da mamãe… mas a dela é bem gostosa também, né?
O clima tava pesadíssimo. Eu não sabia se beijava ela, mandava calar a boca ou expulsava ela de casa. A Sofi tava brincando com fogo e sabia disso.
— Sofi… isso é errado — consegui falar, mas a voz saiu rouca.
— Mais errado do que comer a própria mãe? — respondeu ela, sorrindo com malícia e aproximando a mão perigosamente da minha perna —. Relaxa, irmãozinho… só queria que você soubesse que eu sei do seu segredo. E que… talvez não me incomode tanto quanto deveria.
Ela se levantou do sofá, rebolando a bunda exageradamente, e antes de subir as escadas, olhou por cima do ombro:
— Quando a mamãe chegar… fala que eu tô dormindo. Ou não fala nada… você decide.
E subiu, balançando aquela raba jovem e firme a cada degrau.
Fiquei sozinho na sala, com o pau pulsando e a cabeça a mil.
Depois daquela primeira foda brutal na casa nova, as coisas mudaram. Já não era só uma brincadeira safada escondida. Agora minha mãe era minha mulher à noite, mesmo que de dia continuasse sendo minha mãe perante o mundo. Toda vez que minha irmã Sofi saía ou dormia, minha mãe virava a puta mais gostosa que um homem pode imaginar.
Naquela mesma noite, depois que a Sofi foi dormir, minha mãe me puxou pela mão até o nosso quarto. Mal fechou a porta, tirou o roupão e ficou só de calcinha preta de renda, que mal cobria a metade daquela rabuda enorme.
—Vem, pussy… hoje quero que você me coma com força desde o começo —ela disse, se virando e se inclinando na cama, abrindo as pernas e me olhando por cima do ombro com aquela cara de puta que me deixava louco.Não precisei ser convencido. Abaixei o short, tirei meu pau já duro como pedra e esfreguei ele entre as duas bundas quentes dela. Ela mexia a bunda em círculos, apertando meu pau com aquela carne macia e firme.
—Sente como essa bunda te quer, meu rei? —ela gemeu baixinho—. É toda sua… enfia tudo.
De um só empurrão, enfiei até o fundo. —Aaaahhh, porra! —ela gritou, abafando a voz no travesseiro.
Comecei a meter com força, segurando na cintura larga dela, vendo como a bundona dela quicava e ficava vermelha a cada metida. PLAF PLAF PLAF PLAF. O som enchia o quarto. Soltava tapas fortes na bunda que faziam toda a carne dela tremer.
—Assim, Dany! Mete forte na mamãe! Arrebenta essa buceta que te pariu! —ela pedia entre gemidos.
Comi ela de quatro, de lado, de papo pra cima com as pernas nos meus ombros… fiz ela gozar duas vezes antes de encher a pussy dela de porra quente. Quando gozei dentro dela, ela apertou tanto que quase arrancou meu pau. Ficou tremendo, suada, com minha porra escorrendo pelas coxas dela.
—Você é meu homem agora… —ela sussurrou me beijando enquanto ainda estava empalada.
Os dias seguintes foram uma loucura de sexo. De manhã, antes da Sofi acordar, eu comia ela na cozinha, na sala, até no banheiro. Minha mãe tinha ficado insaciável. Toda vez que me via sozinho, se abaixava “pra pegar alguma coisa” e me mostrava a bunda ou se tocava na pussy por cima da roupa só pra me deixar duro.
Mas tinha uma coisa que não saía da minha cabeça: o aviso.—Não chega perto da sua irmã, Dany. Tô te avisando — ela repetia toda vez que me pegava olhando pra bunda da Sofi mais do que devia.
E era difícil não olhar. A Sofi com o novo trabalho de edecã tava mais gostosa do que nunca. Chegava em casa com saias curtas, leggings que marcavam a bunda jovem e firme, tops que apertavam os peitos maiores que os da minha mãe. Tinha 19 anos e a bunda dela tava ficando tão gostosa quanto a da minha mãe, só que mais durinha e empinada.
Uma tarde cheguei da faculdade e encontrei as duas na sala experimentando roupas do trabalho da Sofi. Minha mãe tava sentada no sofá e a Sofi parada na frente dela com uns shorts jeans tão curtos que dava pra ver metade da bunda. — Que tal, mãe? Tá aparecendo bem a raba? — perguntou a Sofi se virando.
— Tá… provocante — respondeu a Ana, mas me olhou com uma cara de “nem pensa em olhar”.
Eu só engoli seco. Tava com o pau meio duro só de olhar pra elas. Naquela noite, depois que a Sofi dormiu, a Ana veio pro meu quarto mais safada do que nunca. Trancou a porta e se jogou em cima de mim.
— Gostou de ver a bunda da sua irmã hoje, hein? — falou enquanto puxava minha cueca pra baixo e pegava no meu pau duro.
— Ma… não é isso…
— Mentiroso — me cortou e enfiou ele na boca até o fundo de uma vez. Fez um boquete violento, com ânsia e tudo, me encarando como quem diz “esse pau é meu”.
Depois ela subiu em cima e começou a me dar sentões selvagens, quicando aquela bunda enorme.— Diz que você prefere essas nalgas... diz que essa bunda de mãe é melhor — ela gemia enquanto me montava que nem uma louca.
— Sim, mãe! Sua bunda é a melhor! Ninguém tem um rabão igual ao seu!
Eu agarrei as nalgas dela com força e comecei a levantar e abaixar ela com violência. FAP FAP FAP FAP. O suor escorria nos dois. Quando eu tava quase gozando, tirei, coloquei ela de quatro e enfiei dois dedos no cu dela enquanto pegava na buceta.
— Aiiii, filho da puta! Aí não... ainda não! — ela gemeu, mas empurrava a bunda pra trás.
— Um dia vou arrebentar esse seu cu, mamãe... vou encher ele de pica — sussurrei no ouvido dela.
Ela só tremeu e gozou com força, apertando meus dedos.
Mas o aviso da minha mãe não era a única coisa que me deixava com tesão. A Sofi chegava cada dia mais tarde, mais arrumada e com mais vontade de exibir o corpo. E eu... bom, sou homem. Começava a me perguntar até onde isso tudo ia chegar.
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A gente tava largado na cama, suados e ofegantes. Eu ainda tinha a pica meio dura dentro dela, escorrendo os restos da minha gozada misturada com os sucos dela. Ana respirava agitada, com a cara enfiada no travesseiro e aquela bundona enorme ainda empinada, tremendo de leve.
Passei a mão nas nalgas dela com as duas mãos, amassando, separando. Meu dedão roçou o cuzinho franzido dela, ainda virgem. Ela se contraiu na hora.
—Ma… —falei com a voz rouca, ainda enterrado na sua buceta—. Quero te comer o cu. Ana ficou tensa. Virou o rosto pra me olhar por cima do ombro, com os olhos bem abertos.
—Dany… não.
—Vamos, mamãe… você vai gostar. Vou meter devagar no começo —insisti, mexendo o quadril e esfregando a pica ainda dentro da buceta dela.
Ela balançou a cabeça, mas a bunda dela se moveu um pouco pra trás, traindo ela.
—Não, meu amor… sério, não. Nunca fiz isso. Nem com seu pai. Tenho medo de doer… e você tem uma pica bem grossa, buceta. Não quero que me machuque aí.
Tentei convencer ela, dei beijos nas costas dela e enfiei dois dedos na buceta dela enquanto acariciava o cu dela.
—Juro que vou te preparar bem… você vai curtir…
—Dany, não insiste —ela disse mais firme, mas com a voz trêmula—. Ainda não. Quando eu estiver mais relaxada… e quando eu disser. Por enquanto só quero que você continue comendo essa buceta e esse cu por fora. Tá bom?
Suspirei, mas aceitei. Tirei a pica da buceta dela e esfreguei entre as nádegas, me masturbando com elas até gozar pela segunda vez nas costas dela. Ana gemeu baixinho, curtindo o calor da minha porra.
—Você é um filho da puta ansioso… —murmurou sorrindo.
________________________________________
No dia seguinte Ana chegou tarde. Me mandou uma mensagem dizendo que ia ficar mais um pouco com meu pai pra “conversar sobre papéis e sobre a Sofi”. A casa ficou só pra mim e minha irmã.
Era umas 9:30 da noite. Eu tava na sala vendo TV quando a Sofi desceu. Ela tava usando um short de algodão cinza bem curto que mal cobria metade da bunda e uma camisetinha branca sem sutiã, os bicos dos peitos marcando perfeitamente. Cabelo solto e cara de quem acabou de tomar banho.
—E minha mãe? —perguntou sentando do meu lado no sofá, mais perto do que o normal.
—Vai chegar tarde. Ficou com meu pai.
—Ah… —ela disse, e ficou em silêncio por um tempo. Depois ela cruzou as pernas, mas de um jeito que a coxa dela ficou colada na minha.
Começamos a falar besteira, mas a Sofi tava estranha. Ficava me encarando, sorria de lado e mexia o pé descalço roçando na minha perna.— Oi, Dani… — ela falou do nada, baixando um pouco a voz. — Cê acha que eu tenho uma bunda bem grande?
Quase deixei o controle cair. Olhei pra ela. Ela tava mordendo o lábio inferior.
— Que porra é essa, Sofi?
— Tipo… comparando com a minha mãe — continuou, virando um pouco e empinando a raba pra mim no sofá. — Sei que você curte as bem grandes e empinadas… igual a dela.
Minha boca secou. Senti o pau começando a endurecer.
— Sofi, o que você tá dizendo?Ela soltou uma risadinha nervosa, mas provocante.
— Eu te escutei, sabia? — confessou, olhando direto nos meus olhos — As noites que minha mãe “desce pra pegar água” ou que fica “conversando” com você até tarde… os gemidos, os barulhos da cama, os tapas na bunda… Não sou criança, maninho.
Fiquei paralisado. Ela continuou:
— No começo achei que tava louca… mas uma noite desci e vi vocês pela fresta da porta. Minha mãe montada em você que nem uma doida, rebolando aquela bunda enorme em cima de você… e você segurando ela como se fosse sua.
Ele se aproximou mais, quase colando o rosto no meu. A respiração dele estava ofegante.— Você gosta de meter forte nela, né? Do jeito que ela gosta… “Mete forte na mamãe”, ela fala. Eu ouvi.
Meu pau já tava durasso dentro do short. A Sofi olhou pra baixo e viu.
— Nossa… como você fica excitado sabendo que eu sei — ela sussurrou, mordendo o lábio —. Quê? Agora também quer provar dessa bunda? — disse dando um tapinha leve na própria raba —. É mais jovem e durinha que a da mamãe… mas a dela é bem gostosa também, né?
O clima tava pesadíssimo. Eu não sabia se beijava ela, mandava calar a boca ou expulsava ela de casa. A Sofi tava brincando com fogo e sabia disso.
— Sofi… isso é errado — consegui falar, mas a voz saiu rouca.
— Mais errado do que comer a própria mãe? — respondeu ela, sorrindo com malícia e aproximando a mão perigosamente da minha perna —. Relaxa, irmãozinho… só queria que você soubesse que eu sei do seu segredo. E que… talvez não me incomode tanto quanto deveria.
Ela se levantou do sofá, rebolando a bunda exageradamente, e antes de subir as escadas, olhou por cima do ombro:
— Quando a mamãe chegar… fala que eu tô dormindo. Ou não fala nada… você decide.
E subiu, balançando aquela raba jovem e firme a cada degrau.
Fiquei sozinho na sala, com o pau pulsando e a cabeça a mil.
3 comentários - Mete forte na Mamãe VIII