Depois da última vez que ele esteve na minha casa e me fez chupar ele, eu não tava tão certa de continuar com aquilo, mas também não sabia como me livrar ou mudar o rumo das coisas, já que eu mesma tinha me metido nessa por ser uma puta. No dia seguinte, ele apareceu de novo, mas não estávamos sozinhos, e o trabalho dele seguiu normal, com alguns olhares da parte dele e, mesmo que eu não pudesse evitar, ainda me sentia molhada só de pensar em tudo que podia rolar agora se não fosse por não estarmos sozinhos. O que eu fazia pra esquentar ele mais era deixar minha roupa íntima, tipo minhas calcinhas fio dental limpas, em cima da minha cama pra ele ver o que eu usava, e no meu banheiro deixei minhas calcinhas usadas em cima da tampa do cesto de roupa suja, justamente pra ele ver e ainda mais pra deixar ele com tesão. Queria que ele visse o tipo de puta que eu sou, deixei meu vibrador e um dildo no chuveiro, bem à vista, hahaha. Imagino que isso também deve ter deixado ele excitado, na verdade não notei se ele mexeu nas minhas calcinhas ou algo assim, mas me excitava a ideia de saber que ele podia ter cheirado, chupado ou até gozado nelas. Foi só três dias depois que eu tava sozinha de novo. Ele chegou como de costume, com uma atitude normal, já que nunca sabia se tinha alguém comigo ou não, foi direto pro meu quarto, olhando em volta no caminho, e me perguntou se não tinha ninguém de novo. Fiquei calada por um momento porque sabia o que viria se eu dissesse que não, mas mesmo assim confirmei que tava sozinha. Assim que eu falei, ele largou a mochila que tava carregando no chão e desabotoou a calça, baixando o suficiente pra tirar a rola e as bolas pra fora. Não tava realmente dura, mas já começava a ficar, e o tamanho já me parecia considerável. Ele mandou eu chegar perto dele e, sem dizer mais nada, me pegou pela cabeça fazendo pressão pra baixo pra eu me ajoelhar e chupar ele. Fiz mais por instinto do que qualquer coisa, minha mente tava em branco por tudo que tava rolando de novo e tão rápido. Abri só um pouco a boca... boca pra chupar de leve a cabeça, mas ele não demorou nada pra enfiar tudo que podia, segurando minha cabeça pra eu não me mexer.
Tentei resistir pelo susto, já que me pegou de surpresa, e tive que segurar a vontade de vomitar — Aaaaah, que puta gostosa, esperei muito tempo por isso de novo, assim aaaaah, continua. Na verdade, eu só precisava me concentrar nas ânsias que eu sentia, porque ele fazia todo o trabalho mexendo minha cabeça. Umas duas vezes, pelo desconforto que estava me dando, fiz um pouco de força para me afastar e descansar minha garganta, e para que ele não me colocasse para mamar de novo imediatamente, eu me preparava para lamber as bolas dele. Com isso, eu conseguia aliviar minha garganta um pouco, embora não o suficiente, até que ele pegava minha cabeça de novo para enfiar na minha boca. Embora eu fizesse isso mais pelo alívio na garganta, obviamente me sentia muito suja fazendo aquilo, e para ele era simplesmente uma prova de que eu fazia porque era uma puta e era o que eu gostava de fazer, prova disso eram os comentários dele.
- Ayyy, que gostosa a chupada, cê gosta dos meus ovos, hein? Cê tem uma carinha linda de novinha, mas dá pra ver que cê adora uma rola madura. Ficamos assim uns 10 minutos, ele gemendo e falando como eu tava chupando gostoso. Depois desse tempo, ele tirou a rola da minha boca, me levantou e me empurrou na minha cama, que tava bem do lado onde a gente tava. Caí de barriga pra cima, com as pernas meio abertas. - Agora sim, rainha, vou abrir essa sua buceta. Com movimentos rápidos, não demorou nada pra baixar a calça que eu tava usando naquele dia, me deixando só com a blusa (já que de novo eu não tava de calcinha).
Ela abriu minhas pernas completamente e, quase de imediato, me penetrou com uma enfiada firme, que não custou nada de trabalho porque nessa altura eu já estava bem molhada, mas mesmo assim senti ele abrindo caminho com a grossura do pau dele e não consegui evitar soltar um gemido bem alto.
- Aaaah - Isso mesmo, puta, geme assim, a gente mal começou, você vai ver o que é uma boa foda. Ele começou com uma foda super acelerada, e eu agradeci muito ter me preparado pra qualquer possibilidade e deixado minha janela e cortinas fechadas, porque pela minha janela dava pra ver perfeitamente minha cama, e obviamente não queria que nenhum vizinho visse nada do que podia rolar, do jeito que ele tava metendo a pica em mim. Que bom que me excitava a ideia de alguém me ver trepando.
Eu evitava gemer, tapando a boca com as mãos porque até certo ponto me sentia envergonhada do que tava rolando, mas ele continuava me comendo como se nada fosse, me segurando pelas pernas pra manter elas abertas; ele de pé na beira da cama e eu deitada na beirada. Ficou uns minutos nessa posição e depois me virou completamente em cima da cama, me colocando de quatro. — Vira, quero te ver bem aberta igual uma puta, que bunda gostosa você tem, dá pra ver que malha muito e que tesuda, parece que treina pra apertar mais e ficar mais gostosa ainda. Assim que me ajeitei, ele me penetrou de novo com uma estocada, e eu soltei outro gemido, dessa vez gemei mais sem querer porque já não dava pra tampar a boca com as mãos, e o próprio movimento brusco de cada penetração me fazia soltar algum barulho.
As mãos dele estavam firmes na minha cintura, e mesmo sem ter se dado ao trabalho de tirar a roupa, eu sentia a barriga dele batendo na minha bunda e os ovos dele roçando na minha buceta, o que, mesmo sem querer, tava me deixando muito excitada com aquele atrito. Nesse ponto, eu já tava mais de boa, porque, mesmo não parecendo, ficava estressada pensando que alguém podia chegar em casa e eu tava alerta a qualquer barulho. Mas com a fodida constante, comecei a cagar pra prestar atenção no que tava ao redor. Sabia que tinha um monte de horas livres e dessa vez a parada toda começou assim que ele chegou na minha casa, diferente da outra vez que rolou depois de várias horas e por isso foi interrompido. Mas não tirava da cabeça: "e se eles chegarem porque esqueceram alguma coisa..." ou uma situação parecida, e eu ali de quatro com o pau de um desconhecido enfiado até o talo. Chegou um ponto em que eu só me concentrava na surra que o pedreiro tava me dando, colado na minha buceta com aquele vai e vem, e nos comentários soltos que ele fazia sobre como eu tava gostosa e como meu priquito apertava o pau dele. Do meu lado, as únicas respostas eram os gemidos que eu tentava segurar, mas com menos sucesso do que no começo. Durante a fodida, eu ficava tensa quando ouvia alguma porta, porque demorava um segundo pra perceber se era da minha casa ou de algum vizinho. Acho que ele também notava, porque diminuía o ritmo um pouco, mas como eu não falava nada, logo acelerava de novo. Calculo que ficamos assim umas meia hora ou 40 minutos até eu começar a sentir uma pressão estranha e achar que não ia demorar pra gozar. — Por favor, não goza dentro. — Hahaha, então não devia apertar tão gostoso assim, puta, tua buceta tá bem quentinha e apertadinha. — Não, por favor, goza em qualquer lugar menos dentro, por favor ahhhh que gostoso por favor mmmm. Eu não aguentava mais segurar os gemidos.
Continuou com o vai e vem no mesmo ritmo e sem falar mais nada, mas senti que apertou mais minhas cadeiras com as mãos e eu só repetia pra ele não fazer aquilo, por favor. Eu tava ciente de que já era algo grave ele não estar usando camisinha, mas gozar dentro de mim era ainda pior.
- Aaaaaah, aaaaah. – Soltou um gemido um pouco mais alto que os outros e eu sabia que ele estava gozando dentro de mim. Deu umas últimas estocadas na minha buceta, que eu imaginei serem os últimos jatos de porra que ele tinha, apertou minha cintura com muita força e se inclinou pra frente, tentando me atravessar com o pau dele, imagino que queria que o esperma dele chegasse bem no fundo de mim. Senti os jatos quentes dele dentro de mim, e depois ele soltou meus quadris e se afastou de mim.
Sai um gemido misturado com grito de prazer antes de me soltar, porque eu também gozei. Caí deitada na cama, sentindo um vazio quando o pau dele saiu de dentro de mim, e os ovos dele pararam de pressionar minha buceta. Dava pra sentir o gozo que ele tinha deixado escorrendo pra fora da minha buceta, então imaginei que fosse uma quantidade considerável, mas não tinha energia nenhuma pra me mexer. Só conseguia ouvir o zíper da calça dele subindo e imaginei que ele estava se arrumando. — Gostou, hein, putinha? Hum, olha só... tirou todo o meu leite. Assim que eu gosto das meninas como você, que só gemem e deixam montar. Que bundinha gostosa, e que delícia ver sua buceta depois que eu gozei dentro e você também gozou. Senti ele me dar um tapa forte na bunda que me fez gemer, e ouvi o barulho das ferramentas, imaginei que ele tinha voltado a trabalhar no que precisava. Eu sabia que devia me vestir e me arrumar porque com certeza estava horrível, mas fiquei deitada de bruços com as pernas abertas e minha buceta bem à mostra, toda molhada com o gozo dele escorrendo e saindo dela. Fiquei assim deitada por mais alguns momentos, ele podia me ver totalmente vulnerável e, se quisesse, podia meter de novo. Quando me levantei, coloquei a legging de novo, tentando deixar ela um pouco descolada pra não manchar, mas assim que levantei, mais gozo saiu de mim e manchou inevitavelmente. Minha cama também estava uma bagunça, os cobertores desarrumados e com marcas de gozo e dos meus suquinhos de princesa. Fui me limpar como pude e arrumar o cabelo, depois limpar meus cobertores. Ainda dava tempo antes dos meus pais voltarem pra casa. Não sabia se devia ficar no meu quarto depois do que tinha acontecido, então fui sentar na sala por um tempo. Quando voltei pro meu quarto, calculei que não faltava muito pra meus pais voltarem e não era normal. que eu estivesse sentada na sala, saberiam que algo estava errado. José continuava trabalhando normal, mas me ouviu voltar e parou para perguntar a que horas voltavam para minha casa, ao que comentei que não sabia, mas que não deviam demorar. — Vem, abaixa então, quero mais uma das suas mamadas antes deles chegarem. — Quase mecanicamente, me aproximei como ele disse, ele tirou a pica e eu comecei a chupar. Na real, já não precisava mais mexer a cabeça, ele tinha me comido tudo o que queria e naquele ponto me recusar a algo assim já não fazia sentido. — Que princesa obediente, dá pra ver que você gostou, se comporte direitinho e vai ver como a gente vai se divertir gostoso os dois. Eu só continuei chupando no meu ritmo por mais alguns minutos até ele dizer que ia gozar, segurou minha cabeça pra apertar bem no fundo da minha garganta e gozou tudo na minha boca. Me afastei pra limpar a saliva que sentia ao redor da boca e ele imediatamente arrumou a roupa de novo. Pouco tempo depois chegaram na minha casa, e não muito depois ele foi embora naquele dia, quando se despediu dos meus pais pude ouvir parte da conversa e ele dizia que tinha começado a passar cimento onde precisava. Não sei se era coisa da minha cabeça, mas achei que ele tava falando com duplo sentido, embora na minha casa não fossem entender assim, obviamente. Assim que pude, fui na farmácia comprar a pílula do dia seguinte por tudo que tinha acontecido, mas não demorei pra perceber que provavelmente não adiantaria nada. Nos dias seguintes que José foi na minha casa, não dava pra dizer que foram normais, mesmo quando eu não estava sozinha, ele aproveitava qualquer momento pra pegar nos meus peitos, ou apertar minha bunda, ou até enfiar um dedo na minha buceta. Isso acontecia geralmente quando eu tinha que me levantar por algum motivo ou quando ele arrumava uma desculpa pra fazer isso e passar perto da minha cama, que é onde eu costumava ficar. Felizmente ninguém na minha casa percebia e eu sabia que era questão de antes que rolasse outra sessão de sexo. Eu já tava entregue na situação e naquele ponto só pensava “já que rolou uma vez, que diferença faz se eu der a buceta de novo” e foi assim. Quando a gente ficou sozinho de novo, eu tava só com um short folgado que usava pra dormir e uma blusa sem manga, como vocês sabem, sem nada por baixo. Assim que ele soube que a gente ia ficar sozinho de novo, me pegou pelo braço até a sala de jantar e me colocou contra a mesa, minha barriga ficou encostada na mesa e eu me segurava com os braços nela. Ele ficou atrás de mim, e eu senti ele puxar meu short pro lado na parte da pussy pra rapidamente me penetrar, de novo sem nenhum esforço, porque nesse ponto eu já tava esperando desde que soube que ia ficar sozinha de novo. Foram movimentos rápidos e firmes, eu sentia os ovos dele batendo em mim e a mesa se mexendo e rangendo um pouco com a pressão do meu corpo em cima. Num certo ponto, na mesma posição, ele levantou minha blusa por trás pra colocar as duas mãos nos meus peitos e apertar eles enquanto se segurava neles pra continuar a penetração.
Depois de alguns minutos, senti que ele tirou o pau inteiro, seguido de uma pressão no meu cu — Não, espera, aí não — Shhh, shhh, calminha, relaxa a bunda, vai ver que você vai gostar. Ele começou a fazer pressão em mim e eu só apertava os lábios porque começava a sentir uma dor aguda. Ele cuspiu no próprio pau e na mão e começou a lubrificar com saliva; eu só tinha feito isso uma vez, há bastante tempo, e não foi nada prazeroso, tinha doído muito e eu nem terminei de tentar. Não sei se foi pela penetração vaginal que veio antes, mas parecia que facilitou pra ele deslizar dentro do meu cu, embora não fosse menos doloroso por causa disso — continuava doendo pra caralho, na verdade comecei a gemer, mas de dor. Eu sentia queimando, e achava que já estava tudo dentro, mas depois de uns minutos empurrando mais, percebi que naquele ponto provavelmente só a cabeça tinha entrado. Quando finalmente senti ele bater no fundo, ele ficou parado uns momentos que me pareceram muito pouco pra eu me acostumar ou aliviar um pouco a dor. Então, como viu que eu tava gemendo de dor, ele pegou azeite de oliva na cozinha e começou a passar no pau dele e na minha bunda, e começou uma metida e tirada com menos ritmo, mas o suficiente pra ainda ser doloroso pra mim. Comecei a gemer mais alto por causa da dor, tava doendo pra caralho.

Foram vários minutos assim, a ponto de eu até me acostumar um pouco e ficar mais suportável, mas no processo tive que segurar as lágrimas e a vontade de gritar por causa da dor da penetração, até que ouvi ele soltar um gemido enquanto gozava dentro de mim. A verdade é que foi um alívio sentir o esperma, porque parecia que acalmava a ardência. Depois disso, ele não me deixou ir me limpar, queria que eu ficasse com o gozo exatamente como ele tinha deixado, e não tive escolha a não ser obedecer, mesmo sentindo escorrer um pouco entre as pernas, e só esperava que não fosse nada que desse pra notar. Durante o resto do dia, evitei me mexer quando meus pais chegaram, porque sabia que qualquer movimento me causava desconforto no cu por causa da dor que tinha ficado da penetração e da ardência de ficar rosada, e eles perceberiam que eu me movia de um jeito estranho. Os dias se passaram do mesmo jeito toda vez que ficávamos sozinhos, a verdade é que já tinha virado rotina e praticamente já tinha sido penetrada em cada canto da minha casa e em todos os meus buraquinhos. Obviamente, chegou o dia em que, por mais que ele pudesse estender, o trabalho tinha que ser terminado e, por consequência, os encontros. Quando isso aconteceu, nos últimos dias não estávamos sozinhos, então tudo ocorreu normal. — Bom, putinha, já tenho que ir, mas foi um prazer te foder, e ainda por cima me pagarem por isso hahaha. Vou te dar rapidinho seu presente de despedida. Pra isso, estávamos no meu quarto e meus pais no deles, mas obviamente ainda era um risco. Ele tirou a pica da calça como de costume e me mandou chupar rápido antes de avisar meus pais que já ia embora. Fiz com um pouco de medo, óbvio, mas pensei que seria pior se ele demorasse a gozar e fôssemos pegos, então chupei o melhor que pude e rápido. Ele soltava gemidos abafados que, aos meus ouvidos, pareciam super altos por causa do meu próprio medo de sermos descobertos. Não demorou Muito a ponto de gozar, mas antes de fazer isso ele me levantou, me virou de costas pra baixar minha calça e gozar bem fora da minha buceta. Senti dois jatos lá fora, mas antes de dar os outros ele me penetrou devagar, deixando primeiro só a cabeça dentro e depois deslizando o resto do pau pra dentro de mim. Isso tudo aconteceu em questão de minutos que pareceram uma eternidade; quando terminou, ele arrumou a calça e eu me vesti, depois ele pegou as ferramentas dele, me deu um tapa na bunda ao passar e foi falar com meus pais que o serviço tava pronto. A verdade é que eu tinha adorado transar com ele e ele gozar dentro. Dei umas calcinhas fio dental usadas pra ele lembrar de mim.

Tentei resistir pelo susto, já que me pegou de surpresa, e tive que segurar a vontade de vomitar — Aaaaah, que puta gostosa, esperei muito tempo por isso de novo, assim aaaaah, continua. Na verdade, eu só precisava me concentrar nas ânsias que eu sentia, porque ele fazia todo o trabalho mexendo minha cabeça. Umas duas vezes, pelo desconforto que estava me dando, fiz um pouco de força para me afastar e descansar minha garganta, e para que ele não me colocasse para mamar de novo imediatamente, eu me preparava para lamber as bolas dele. Com isso, eu conseguia aliviar minha garganta um pouco, embora não o suficiente, até que ele pegava minha cabeça de novo para enfiar na minha boca. Embora eu fizesse isso mais pelo alívio na garganta, obviamente me sentia muito suja fazendo aquilo, e para ele era simplesmente uma prova de que eu fazia porque era uma puta e era o que eu gostava de fazer, prova disso eram os comentários dele.
- Ayyy, que gostosa a chupada, cê gosta dos meus ovos, hein? Cê tem uma carinha linda de novinha, mas dá pra ver que cê adora uma rola madura. Ficamos assim uns 10 minutos, ele gemendo e falando como eu tava chupando gostoso. Depois desse tempo, ele tirou a rola da minha boca, me levantou e me empurrou na minha cama, que tava bem do lado onde a gente tava. Caí de barriga pra cima, com as pernas meio abertas. - Agora sim, rainha, vou abrir essa sua buceta. Com movimentos rápidos, não demorou nada pra baixar a calça que eu tava usando naquele dia, me deixando só com a blusa (já que de novo eu não tava de calcinha).
Ela abriu minhas pernas completamente e, quase de imediato, me penetrou com uma enfiada firme, que não custou nada de trabalho porque nessa altura eu já estava bem molhada, mas mesmo assim senti ele abrindo caminho com a grossura do pau dele e não consegui evitar soltar um gemido bem alto.
- Aaaah - Isso mesmo, puta, geme assim, a gente mal começou, você vai ver o que é uma boa foda. Ele começou com uma foda super acelerada, e eu agradeci muito ter me preparado pra qualquer possibilidade e deixado minha janela e cortinas fechadas, porque pela minha janela dava pra ver perfeitamente minha cama, e obviamente não queria que nenhum vizinho visse nada do que podia rolar, do jeito que ele tava metendo a pica em mim. Que bom que me excitava a ideia de alguém me ver trepando.
Eu evitava gemer, tapando a boca com as mãos porque até certo ponto me sentia envergonhada do que tava rolando, mas ele continuava me comendo como se nada fosse, me segurando pelas pernas pra manter elas abertas; ele de pé na beira da cama e eu deitada na beirada. Ficou uns minutos nessa posição e depois me virou completamente em cima da cama, me colocando de quatro. — Vira, quero te ver bem aberta igual uma puta, que bunda gostosa você tem, dá pra ver que malha muito e que tesuda, parece que treina pra apertar mais e ficar mais gostosa ainda. Assim que me ajeitei, ele me penetrou de novo com uma estocada, e eu soltei outro gemido, dessa vez gemei mais sem querer porque já não dava pra tampar a boca com as mãos, e o próprio movimento brusco de cada penetração me fazia soltar algum barulho.
As mãos dele estavam firmes na minha cintura, e mesmo sem ter se dado ao trabalho de tirar a roupa, eu sentia a barriga dele batendo na minha bunda e os ovos dele roçando na minha buceta, o que, mesmo sem querer, tava me deixando muito excitada com aquele atrito. Nesse ponto, eu já tava mais de boa, porque, mesmo não parecendo, ficava estressada pensando que alguém podia chegar em casa e eu tava alerta a qualquer barulho. Mas com a fodida constante, comecei a cagar pra prestar atenção no que tava ao redor. Sabia que tinha um monte de horas livres e dessa vez a parada toda começou assim que ele chegou na minha casa, diferente da outra vez que rolou depois de várias horas e por isso foi interrompido. Mas não tirava da cabeça: "e se eles chegarem porque esqueceram alguma coisa..." ou uma situação parecida, e eu ali de quatro com o pau de um desconhecido enfiado até o talo. Chegou um ponto em que eu só me concentrava na surra que o pedreiro tava me dando, colado na minha buceta com aquele vai e vem, e nos comentários soltos que ele fazia sobre como eu tava gostosa e como meu priquito apertava o pau dele. Do meu lado, as únicas respostas eram os gemidos que eu tentava segurar, mas com menos sucesso do que no começo. Durante a fodida, eu ficava tensa quando ouvia alguma porta, porque demorava um segundo pra perceber se era da minha casa ou de algum vizinho. Acho que ele também notava, porque diminuía o ritmo um pouco, mas como eu não falava nada, logo acelerava de novo. Calculo que ficamos assim umas meia hora ou 40 minutos até eu começar a sentir uma pressão estranha e achar que não ia demorar pra gozar. — Por favor, não goza dentro. — Hahaha, então não devia apertar tão gostoso assim, puta, tua buceta tá bem quentinha e apertadinha. — Não, por favor, goza em qualquer lugar menos dentro, por favor ahhhh que gostoso por favor mmmm. Eu não aguentava mais segurar os gemidos.
Continuou com o vai e vem no mesmo ritmo e sem falar mais nada, mas senti que apertou mais minhas cadeiras com as mãos e eu só repetia pra ele não fazer aquilo, por favor. Eu tava ciente de que já era algo grave ele não estar usando camisinha, mas gozar dentro de mim era ainda pior.
- Aaaaaah, aaaaah. – Soltou um gemido um pouco mais alto que os outros e eu sabia que ele estava gozando dentro de mim. Deu umas últimas estocadas na minha buceta, que eu imaginei serem os últimos jatos de porra que ele tinha, apertou minha cintura com muita força e se inclinou pra frente, tentando me atravessar com o pau dele, imagino que queria que o esperma dele chegasse bem no fundo de mim. Senti os jatos quentes dele dentro de mim, e depois ele soltou meus quadris e se afastou de mim.
Sai um gemido misturado com grito de prazer antes de me soltar, porque eu também gozei. Caí deitada na cama, sentindo um vazio quando o pau dele saiu de dentro de mim, e os ovos dele pararam de pressionar minha buceta. Dava pra sentir o gozo que ele tinha deixado escorrendo pra fora da minha buceta, então imaginei que fosse uma quantidade considerável, mas não tinha energia nenhuma pra me mexer. Só conseguia ouvir o zíper da calça dele subindo e imaginei que ele estava se arrumando. — Gostou, hein, putinha? Hum, olha só... tirou todo o meu leite. Assim que eu gosto das meninas como você, que só gemem e deixam montar. Que bundinha gostosa, e que delícia ver sua buceta depois que eu gozei dentro e você também gozou. Senti ele me dar um tapa forte na bunda que me fez gemer, e ouvi o barulho das ferramentas, imaginei que ele tinha voltado a trabalhar no que precisava. Eu sabia que devia me vestir e me arrumar porque com certeza estava horrível, mas fiquei deitada de bruços com as pernas abertas e minha buceta bem à mostra, toda molhada com o gozo dele escorrendo e saindo dela. Fiquei assim deitada por mais alguns momentos, ele podia me ver totalmente vulnerável e, se quisesse, podia meter de novo. Quando me levantei, coloquei a legging de novo, tentando deixar ela um pouco descolada pra não manchar, mas assim que levantei, mais gozo saiu de mim e manchou inevitavelmente. Minha cama também estava uma bagunça, os cobertores desarrumados e com marcas de gozo e dos meus suquinhos de princesa. Fui me limpar como pude e arrumar o cabelo, depois limpar meus cobertores. Ainda dava tempo antes dos meus pais voltarem pra casa. Não sabia se devia ficar no meu quarto depois do que tinha acontecido, então fui sentar na sala por um tempo. Quando voltei pro meu quarto, calculei que não faltava muito pra meus pais voltarem e não era normal. que eu estivesse sentada na sala, saberiam que algo estava errado. José continuava trabalhando normal, mas me ouviu voltar e parou para perguntar a que horas voltavam para minha casa, ao que comentei que não sabia, mas que não deviam demorar. — Vem, abaixa então, quero mais uma das suas mamadas antes deles chegarem. — Quase mecanicamente, me aproximei como ele disse, ele tirou a pica e eu comecei a chupar. Na real, já não precisava mais mexer a cabeça, ele tinha me comido tudo o que queria e naquele ponto me recusar a algo assim já não fazia sentido. — Que princesa obediente, dá pra ver que você gostou, se comporte direitinho e vai ver como a gente vai se divertir gostoso os dois. Eu só continuei chupando no meu ritmo por mais alguns minutos até ele dizer que ia gozar, segurou minha cabeça pra apertar bem no fundo da minha garganta e gozou tudo na minha boca. Me afastei pra limpar a saliva que sentia ao redor da boca e ele imediatamente arrumou a roupa de novo. Pouco tempo depois chegaram na minha casa, e não muito depois ele foi embora naquele dia, quando se despediu dos meus pais pude ouvir parte da conversa e ele dizia que tinha começado a passar cimento onde precisava. Não sei se era coisa da minha cabeça, mas achei que ele tava falando com duplo sentido, embora na minha casa não fossem entender assim, obviamente. Assim que pude, fui na farmácia comprar a pílula do dia seguinte por tudo que tinha acontecido, mas não demorei pra perceber que provavelmente não adiantaria nada. Nos dias seguintes que José foi na minha casa, não dava pra dizer que foram normais, mesmo quando eu não estava sozinha, ele aproveitava qualquer momento pra pegar nos meus peitos, ou apertar minha bunda, ou até enfiar um dedo na minha buceta. Isso acontecia geralmente quando eu tinha que me levantar por algum motivo ou quando ele arrumava uma desculpa pra fazer isso e passar perto da minha cama, que é onde eu costumava ficar. Felizmente ninguém na minha casa percebia e eu sabia que era questão de antes que rolasse outra sessão de sexo. Eu já tava entregue na situação e naquele ponto só pensava “já que rolou uma vez, que diferença faz se eu der a buceta de novo” e foi assim. Quando a gente ficou sozinho de novo, eu tava só com um short folgado que usava pra dormir e uma blusa sem manga, como vocês sabem, sem nada por baixo. Assim que ele soube que a gente ia ficar sozinho de novo, me pegou pelo braço até a sala de jantar e me colocou contra a mesa, minha barriga ficou encostada na mesa e eu me segurava com os braços nela. Ele ficou atrás de mim, e eu senti ele puxar meu short pro lado na parte da pussy pra rapidamente me penetrar, de novo sem nenhum esforço, porque nesse ponto eu já tava esperando desde que soube que ia ficar sozinha de novo. Foram movimentos rápidos e firmes, eu sentia os ovos dele batendo em mim e a mesa se mexendo e rangendo um pouco com a pressão do meu corpo em cima. Num certo ponto, na mesma posição, ele levantou minha blusa por trás pra colocar as duas mãos nos meus peitos e apertar eles enquanto se segurava neles pra continuar a penetração.
Depois de alguns minutos, senti que ele tirou o pau inteiro, seguido de uma pressão no meu cu — Não, espera, aí não — Shhh, shhh, calminha, relaxa a bunda, vai ver que você vai gostar. Ele começou a fazer pressão em mim e eu só apertava os lábios porque começava a sentir uma dor aguda. Ele cuspiu no próprio pau e na mão e começou a lubrificar com saliva; eu só tinha feito isso uma vez, há bastante tempo, e não foi nada prazeroso, tinha doído muito e eu nem terminei de tentar. Não sei se foi pela penetração vaginal que veio antes, mas parecia que facilitou pra ele deslizar dentro do meu cu, embora não fosse menos doloroso por causa disso — continuava doendo pra caralho, na verdade comecei a gemer, mas de dor. Eu sentia queimando, e achava que já estava tudo dentro, mas depois de uns minutos empurrando mais, percebi que naquele ponto provavelmente só a cabeça tinha entrado. Quando finalmente senti ele bater no fundo, ele ficou parado uns momentos que me pareceram muito pouco pra eu me acostumar ou aliviar um pouco a dor. Então, como viu que eu tava gemendo de dor, ele pegou azeite de oliva na cozinha e começou a passar no pau dele e na minha bunda, e começou uma metida e tirada com menos ritmo, mas o suficiente pra ainda ser doloroso pra mim. Comecei a gemer mais alto por causa da dor, tava doendo pra caralho.

Foram vários minutos assim, a ponto de eu até me acostumar um pouco e ficar mais suportável, mas no processo tive que segurar as lágrimas e a vontade de gritar por causa da dor da penetração, até que ouvi ele soltar um gemido enquanto gozava dentro de mim. A verdade é que foi um alívio sentir o esperma, porque parecia que acalmava a ardência. Depois disso, ele não me deixou ir me limpar, queria que eu ficasse com o gozo exatamente como ele tinha deixado, e não tive escolha a não ser obedecer, mesmo sentindo escorrer um pouco entre as pernas, e só esperava que não fosse nada que desse pra notar. Durante o resto do dia, evitei me mexer quando meus pais chegaram, porque sabia que qualquer movimento me causava desconforto no cu por causa da dor que tinha ficado da penetração e da ardência de ficar rosada, e eles perceberiam que eu me movia de um jeito estranho. Os dias se passaram do mesmo jeito toda vez que ficávamos sozinhos, a verdade é que já tinha virado rotina e praticamente já tinha sido penetrada em cada canto da minha casa e em todos os meus buraquinhos. Obviamente, chegou o dia em que, por mais que ele pudesse estender, o trabalho tinha que ser terminado e, por consequência, os encontros. Quando isso aconteceu, nos últimos dias não estávamos sozinhos, então tudo ocorreu normal. — Bom, putinha, já tenho que ir, mas foi um prazer te foder, e ainda por cima me pagarem por isso hahaha. Vou te dar rapidinho seu presente de despedida. Pra isso, estávamos no meu quarto e meus pais no deles, mas obviamente ainda era um risco. Ele tirou a pica da calça como de costume e me mandou chupar rápido antes de avisar meus pais que já ia embora. Fiz com um pouco de medo, óbvio, mas pensei que seria pior se ele demorasse a gozar e fôssemos pegos, então chupei o melhor que pude e rápido. Ele soltava gemidos abafados que, aos meus ouvidos, pareciam super altos por causa do meu próprio medo de sermos descobertos. Não demorou Muito a ponto de gozar, mas antes de fazer isso ele me levantou, me virou de costas pra baixar minha calça e gozar bem fora da minha buceta. Senti dois jatos lá fora, mas antes de dar os outros ele me penetrou devagar, deixando primeiro só a cabeça dentro e depois deslizando o resto do pau pra dentro de mim. Isso tudo aconteceu em questão de minutos que pareceram uma eternidade; quando terminou, ele arrumou a calça e eu me vesti, depois ele pegou as ferramentas dele, me deu um tapa na bunda ao passar e foi falar com meus pais que o serviço tava pronto. A verdade é que eu tinha adorado transar com ele e ele gozar dentro. Dei umas calcinhas fio dental usadas pra ele lembrar de mim.
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