No dia seguinte à noite furiosa que tive comigo mesma, tinha que trabalhar. Custava muito me concentrar e não conseguia tirar da cabeça o que tinha feito na noite anterior, nem o que tinha visto. Além disso, a curiosidade de saber onde estava minha fio dental e o que tinha acontecido com ela realmente me matava e me excitava demais. Será que ele mostrou pra alguém? Será que um dos outros caras levou? Será que ele vai me devolver? Que desculpa ele vai dar? Sabia que o jogo era perigoso e isso me atraía ainda mais, era uma sensação nova, uma adrenalina que meu corpo nunca tinha sentido. Queria vê-los de novo, queria jogar mais, precisava continuar alimentando a fantasia, precisava ter mais provas de que eles eram loucos por mim, queria conhecer os limites deles e até onde teriam coragem de ir.
Voltei pra casa à tarde, peguei minha bolsa pra ir pra academia e olhei pela janela, não vi eles nem sinal da minha calcinha fio dental. Voltei e fui direto pra janela, não tinha sinal deles nem da minha calcinha. Os dias foram passando, minha rotina continuava, mas tava tudo calmo e, como diz o ditado: “Em maré calma não confies, por mais sereno que pareça”. Talvez eles estivessem esperando eu dar um passo em falso, sei lá, às vezes a mente de adolescente pode ser muito criativa pra maldade. Resolvi agir. Fazia vários meses que um colega de trabalho vinha tentando, sem sucesso, marcar um encontro comigo. Dessa vez aceitei, mas pra daqui a alguns dias e fazendo o que eu quisesse. Fiquei de avisar ele com antecedência, claro que ele topou. O objetivo era dar um ciúme nos garotos e talvez fazer eles largarem um pouco a timidez. Queria ver algum tipo de avanço, mesmo sem saber direito o que eu queria nem até onde ir, só queria me sentir mais desejada por eles.
Chegou sexta-feira e, felizmente pra mim, elas apareceram, como sempre, lá no fundo da casa do meu vizinho, conversando, rindo, ouvindo música e bebendo alguma coisa. Tomei outra ducha e deixei o presentinho de sempre junto com a toalha, minha calcinha fio dental. Como fizeram nas últimas vezes, me chamaram pra ficar um pouco, mas não quis — e não por não querer estar com elas, mas porque preferia deixar elas com aquela vista por hoje e alimentar uma nova fantasia entre elas.
Eu: O que vocês vão fazer amanhã?
N: Nada, por quê?
Eu: Querem ganhar uns trocados? Tenho um servicinho.
D: Sim, óbvio. Do que você precisa?
Eu: Cortar a grama, limpar o quintal e a piscina. Já chegou o verão e quero pegar um sol, usar a piscina, mas tá tudo sujo.
Os olhos delas brilharam.
A: Você gosta de pegar sol?
Eu: Sim, mas de vez em quando.
N: Beleza, sem problema, que horas você quer que a gente vá?
Eu: Depois do meio-dia, aviso vocês.
N: Beleza, mano, a gente pode fazer um preço em troca de alguma coisa.
Eu: Do quê?. O que eu mais queria que ela respondesse naquele momento era me ver tomando sol, passando protetor solar ou algo do tipo, só de pensar nessa resposta já acendeu minha putaria.
N: Que cê nos convide pra piscina de vez em quando, a gente não tem.
Eu: Sim, claro, sem problema. Até que me faria bem ter uma companhia de vez em quando, ficar sozinha é um saco.
Embora eu preferisse a resposta que tinha pensado, essa também não me desagrada, mas eu precisava de algo urgente. Me despedi deles e fui rapidamente pra cama, comecei a procurar modelos de biquínis, achei vários que gostei e, sem pensar duas vezes, comprei. Depois do meio-dia, liguei pra eles e em menos de 10 minutos chegaram. Abri a porta só com a parte de cima de um biquíni verde-água com animal print da mesma cor e um short jeans curto, meio folgado, mas que sem dúvida marcava minha rabeta. Fiz eles entrarem enquanto ia andando na frente, nem quis me virar pra eles poderem olhar à vontade. Eles começaram a trabalhar no jardim na hora. Tava um calorão, então saí com uma bebida gelada pra oferecer. Meus peitos deixavam eles loucos, não conseguiam parar de olhar, mas eu quis ir um pouco além.
Saí com o protetor solar, uma toalha pra colocar em cima daquelas espreguiçadeiras de plástico que viram uma cama pra pegar sol, e um livro. Passei creme nos braços, nos peitos, na barriga, via eles de canto de olho me olhando, mas não parei. Mexi o quadril e tirei o short com um pouco de dificuldade pra depois passar creme nas pernas e na bunda. Deitei de barriga pra cima, me preparei pra ler pegando sol. Meu corpo suava um pouco, o calor ajudava, mas os caras também colaboravam. Tava de óculos escuros, então dava pra olhar eles de canto de olho sem perceberem. Eles também suavam, e minha mente voava só de ver eles. Sei que talvez fosse demais, mas não consegui evitar. Sentei e ajustei a toalha um pouco, tava prestes a dar um mini show pra eles. Me virei de novo pra deitar de bruços. Primeiro fiquei de quatro e por uns segundos voltei a arrumar a toalha. Fui descendo devagar, bem devagar, sexy, mexendo a bunda devagar — claro que eles tavam atrás de mim, vendo o show. Apoiei as mãos, depois os cotovelos e, por fim, a cintura.
Passei mais protetor solar nas pernas e na bunda de novo, brilhavam que nem letreiro de neon, tava pedindo pra ser olhada. Olhei pra eles, eles tavam me olhando, sorri.
Eu: Qual é? Nunca viram uma mina de biquíni?
N: Sim, mas não assim.
Eu: Tipo assim?
N: Não, nada, deixa pra lá.
Eu: Que medroso você é, mermão, pra responder. Mais alguém?
Ficaram chocados, ninguém ousava falar nem uma palavra.
N: Não sou medroso, mas também não quero ser mal-educado.
Eu: Se eu não quisesse saber a resposta, não perguntava.
N: É que tu tem uma rabeta gostosa, é difícil trabalhar te olhando.
Eu: Galera, parem de viajar. As minas da idade de vocês têm um corpo muito mais gostoso.
A: Não se iluda, é difícil alguém ter uma bunda melhor que a sua.
Fiquei surpresa, de repente o mais tímido e calado foi o mais ousado pra me falar algo na cara.
Eu: Por isso você não fala muito, hein? Tá gostando?
A: Quem não ia querer?
Eu: Eu tô perguntando pra você, se você gosta.
A: Adoro.
Eu: Finalmente alguém se anima a falar, você não tem nada pra dizer? Perguntei pro Daniel.
D: Eu também adoro.
Eu: E você? Perguntei pro Nico.
N: Sua buceta me deixa louco.
Eu: Viu que não era tão difícil?
Fiquei de bruços tomando sol, como se nunca tivessem me dito que gostavam da minha bunda, tava excitada e imaginando um monte de coisas, entre elas, abrir os olhos e ver os 3 se masturbando ao meu redor, talvez deixaria eles fazerem isso e gozarem no meu corpo quente do sol ou chuparia a pica dos 3, nessa altura uma parte de mim queria parar de provocar eles e passar pro próximo nível. Não sabia por qual fantasia decidir, mas o que eu sabia é que depois dessa conversa, as coisas não seriam mais as mesmas. Eles avançaram bastante, mesmo que graças às minhas perguntas, mas criaram coragem. Um tempo depois, levantei e chamei eles instintivamente, mas não tinha certeza do que fazer ou dizer.
Eu: Vão fazer algo hoje?
D: Se continuarmos trabalhando assim, acho que vamos cair no sono.
A: É verdade, tá muito calor. Por quê?
Eu: Deixem tudo assim, outro dia vocês terminam.
N: Se a gente não terminar, você não vai nos pagar, prefiro acabar hoje.
Eu: Então prefere terminar hoje ou convidar eles pra minha casa hoje à noite?
Os 3 arregalaram os olhos, não esperavam por aquele convite e eu nem pensei, só falei.
D: Isso é outra coisa, se a gente for agora, dá pra tomar um banho e descansar um pouco pra ficar ligado à noite.
Eu: Vocês três querem vir?
Gurias: Sim. Responderam em uníssono.
Eu: Vão então.
Juntaram umas coisas e eu acompanhei eles até a porta, ainda estava de biquíni andando na frente deles, tenho certeza que quando fossem tomar banho, nenhum dos três ia perder a chance de bater uma pensando em mim.
Eu: Eu aviso vocês que horas, tipo 9 ou 10 com certeza.
A: Eu venho, mas com uma condição.
Eu: Qual?
A: Fica gostosa pra gente.
Em que momento o mais quieto ficou tão cheio de confiança e o mais sem-vergonha, tava tão calado?
Eu: Vou fazer o que puder. Falei rindo.
Eles foram embora e eu entrei na hora, me joguei no sofá, me toquei bastante, mas não quis gozar. Quando tomei banho, fiz a mesma coisa e também não quis gozar. Meu corpo pedia pra fazer porque eu tava muito excitada, mas não queria me permitir gozar. Na hora de escolher a roupa e a calcinha, dessa vez eu pensei mesmo que tinha uma grande chance de o desejo e a fantasia me levarem a mostrar pra eles. Queria me sentir gostosa, e se conseguissem me ver só de calcinha, tinha que ser uma que eles nunca esqueceriam na vida. Só de pensar nisso, me toquei de novo, antes de chegar no orgasmo eu parei e tomei outro banho com água quase congelada.
Agora sim, já tava pronta, vestida e perfumada que nem uma deusa pros meus convidados. Criei um grupo no WhatsApp pra falar com todo mundo ao mesmo tempo: “Já tô pronta, e vocês?”
Voltei pra casa à tarde, peguei minha bolsa pra ir pra academia e olhei pela janela, não vi eles nem sinal da minha calcinha fio dental. Voltei e fui direto pra janela, não tinha sinal deles nem da minha calcinha. Os dias foram passando, minha rotina continuava, mas tava tudo calmo e, como diz o ditado: “Em maré calma não confies, por mais sereno que pareça”. Talvez eles estivessem esperando eu dar um passo em falso, sei lá, às vezes a mente de adolescente pode ser muito criativa pra maldade. Resolvi agir. Fazia vários meses que um colega de trabalho vinha tentando, sem sucesso, marcar um encontro comigo. Dessa vez aceitei, mas pra daqui a alguns dias e fazendo o que eu quisesse. Fiquei de avisar ele com antecedência, claro que ele topou. O objetivo era dar um ciúme nos garotos e talvez fazer eles largarem um pouco a timidez. Queria ver algum tipo de avanço, mesmo sem saber direito o que eu queria nem até onde ir, só queria me sentir mais desejada por eles.
Chegou sexta-feira e, felizmente pra mim, elas apareceram, como sempre, lá no fundo da casa do meu vizinho, conversando, rindo, ouvindo música e bebendo alguma coisa. Tomei outra ducha e deixei o presentinho de sempre junto com a toalha, minha calcinha fio dental. Como fizeram nas últimas vezes, me chamaram pra ficar um pouco, mas não quis — e não por não querer estar com elas, mas porque preferia deixar elas com aquela vista por hoje e alimentar uma nova fantasia entre elas.
Eu: O que vocês vão fazer amanhã?
N: Nada, por quê?
Eu: Querem ganhar uns trocados? Tenho um servicinho.
D: Sim, óbvio. Do que você precisa?
Eu: Cortar a grama, limpar o quintal e a piscina. Já chegou o verão e quero pegar um sol, usar a piscina, mas tá tudo sujo.
Os olhos delas brilharam.
A: Você gosta de pegar sol?
Eu: Sim, mas de vez em quando.
N: Beleza, sem problema, que horas você quer que a gente vá?
Eu: Depois do meio-dia, aviso vocês.
N: Beleza, mano, a gente pode fazer um preço em troca de alguma coisa.
Eu: Do quê?. O que eu mais queria que ela respondesse naquele momento era me ver tomando sol, passando protetor solar ou algo do tipo, só de pensar nessa resposta já acendeu minha putaria.
N: Que cê nos convide pra piscina de vez em quando, a gente não tem.
Eu: Sim, claro, sem problema. Até que me faria bem ter uma companhia de vez em quando, ficar sozinha é um saco.
Embora eu preferisse a resposta que tinha pensado, essa também não me desagrada, mas eu precisava de algo urgente. Me despedi deles e fui rapidamente pra cama, comecei a procurar modelos de biquínis, achei vários que gostei e, sem pensar duas vezes, comprei. Depois do meio-dia, liguei pra eles e em menos de 10 minutos chegaram. Abri a porta só com a parte de cima de um biquíni verde-água com animal print da mesma cor e um short jeans curto, meio folgado, mas que sem dúvida marcava minha rabeta. Fiz eles entrarem enquanto ia andando na frente, nem quis me virar pra eles poderem olhar à vontade. Eles começaram a trabalhar no jardim na hora. Tava um calorão, então saí com uma bebida gelada pra oferecer. Meus peitos deixavam eles loucos, não conseguiam parar de olhar, mas eu quis ir um pouco além.
Saí com o protetor solar, uma toalha pra colocar em cima daquelas espreguiçadeiras de plástico que viram uma cama pra pegar sol, e um livro. Passei creme nos braços, nos peitos, na barriga, via eles de canto de olho me olhando, mas não parei. Mexi o quadril e tirei o short com um pouco de dificuldade pra depois passar creme nas pernas e na bunda. Deitei de barriga pra cima, me preparei pra ler pegando sol. Meu corpo suava um pouco, o calor ajudava, mas os caras também colaboravam. Tava de óculos escuros, então dava pra olhar eles de canto de olho sem perceberem. Eles também suavam, e minha mente voava só de ver eles. Sei que talvez fosse demais, mas não consegui evitar. Sentei e ajustei a toalha um pouco, tava prestes a dar um mini show pra eles. Me virei de novo pra deitar de bruços. Primeiro fiquei de quatro e por uns segundos voltei a arrumar a toalha. Fui descendo devagar, bem devagar, sexy, mexendo a bunda devagar — claro que eles tavam atrás de mim, vendo o show. Apoiei as mãos, depois os cotovelos e, por fim, a cintura.
Passei mais protetor solar nas pernas e na bunda de novo, brilhavam que nem letreiro de neon, tava pedindo pra ser olhada. Olhei pra eles, eles tavam me olhando, sorri.
Eu: Qual é? Nunca viram uma mina de biquíni?
N: Sim, mas não assim.
Eu: Tipo assim?
N: Não, nada, deixa pra lá.
Eu: Que medroso você é, mermão, pra responder. Mais alguém?
Ficaram chocados, ninguém ousava falar nem uma palavra.
N: Não sou medroso, mas também não quero ser mal-educado.
Eu: Se eu não quisesse saber a resposta, não perguntava.
N: É que tu tem uma rabeta gostosa, é difícil trabalhar te olhando.
Eu: Galera, parem de viajar. As minas da idade de vocês têm um corpo muito mais gostoso.
A: Não se iluda, é difícil alguém ter uma bunda melhor que a sua.
Fiquei surpresa, de repente o mais tímido e calado foi o mais ousado pra me falar algo na cara.
Eu: Por isso você não fala muito, hein? Tá gostando?
A: Quem não ia querer?
Eu: Eu tô perguntando pra você, se você gosta.
A: Adoro.
Eu: Finalmente alguém se anima a falar, você não tem nada pra dizer? Perguntei pro Daniel.
D: Eu também adoro.
Eu: E você? Perguntei pro Nico.
N: Sua buceta me deixa louco.
Eu: Viu que não era tão difícil?
Fiquei de bruços tomando sol, como se nunca tivessem me dito que gostavam da minha bunda, tava excitada e imaginando um monte de coisas, entre elas, abrir os olhos e ver os 3 se masturbando ao meu redor, talvez deixaria eles fazerem isso e gozarem no meu corpo quente do sol ou chuparia a pica dos 3, nessa altura uma parte de mim queria parar de provocar eles e passar pro próximo nível. Não sabia por qual fantasia decidir, mas o que eu sabia é que depois dessa conversa, as coisas não seriam mais as mesmas. Eles avançaram bastante, mesmo que graças às minhas perguntas, mas criaram coragem. Um tempo depois, levantei e chamei eles instintivamente, mas não tinha certeza do que fazer ou dizer.
Eu: Vão fazer algo hoje?
D: Se continuarmos trabalhando assim, acho que vamos cair no sono.
A: É verdade, tá muito calor. Por quê?
Eu: Deixem tudo assim, outro dia vocês terminam.
N: Se a gente não terminar, você não vai nos pagar, prefiro acabar hoje.
Eu: Então prefere terminar hoje ou convidar eles pra minha casa hoje à noite?
Os 3 arregalaram os olhos, não esperavam por aquele convite e eu nem pensei, só falei.
D: Isso é outra coisa, se a gente for agora, dá pra tomar um banho e descansar um pouco pra ficar ligado à noite.
Eu: Vocês três querem vir?
Gurias: Sim. Responderam em uníssono.
Eu: Vão então.
Juntaram umas coisas e eu acompanhei eles até a porta, ainda estava de biquíni andando na frente deles, tenho certeza que quando fossem tomar banho, nenhum dos três ia perder a chance de bater uma pensando em mim.
Eu: Eu aviso vocês que horas, tipo 9 ou 10 com certeza.
A: Eu venho, mas com uma condição.
Eu: Qual?
A: Fica gostosa pra gente.
Em que momento o mais quieto ficou tão cheio de confiança e o mais sem-vergonha, tava tão calado?
Eu: Vou fazer o que puder. Falei rindo.
Eles foram embora e eu entrei na hora, me joguei no sofá, me toquei bastante, mas não quis gozar. Quando tomei banho, fiz a mesma coisa e também não quis gozar. Meu corpo pedia pra fazer porque eu tava muito excitada, mas não queria me permitir gozar. Na hora de escolher a roupa e a calcinha, dessa vez eu pensei mesmo que tinha uma grande chance de o desejo e a fantasia me levarem a mostrar pra eles. Queria me sentir gostosa, e se conseguissem me ver só de calcinha, tinha que ser uma que eles nunca esqueceriam na vida. Só de pensar nisso, me toquei de novo, antes de chegar no orgasmo eu parei e tomei outro banho com água quase congelada.
Agora sim, já tava pronta, vestida e perfumada que nem uma deusa pros meus convidados. Criei um grupo no WhatsApp pra falar com todo mundo ao mesmo tempo: “Já tô pronta, e vocês?”
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