Beatriz é aquela loira de 45 anos que anda pelo condomínio fechado de queixo erguido, mas que no meu quarto descobriu que sua verdadeira vocação é ficar de joelhos.
Tem aquele ar de "mulher inatingível", com uma pele branca impecável que contrasta com o vermelho das minhas palmadas.
Os peitos dela são naturais, pesados e firmes, daqueles que precisam de mãos fortes pra marcar, e uma bunda redonda de academia que parece feita pra quicar na minha pélvis.
Mentalmente: é uma mãe leoa que percebeu que sua maior fantasia era ser usada pelo valentão do filho.
É uma hipócrita gostosa que trocou a moral burguesa pelo gosto da minha porra, uma mulher que agora vive com o segredo de que o valentão do filho é o único macho que conseguiu fazê-la se sentir a puta que sempre escondeu debaixo dos vestidos caros.
Tava sentado no sofá, vendo uma série sem prestar atenção.
A campainha quebrou o silêncio com três toques secos e violentos. Levantei devagar, sem pressa.
Olhei pelo olho mágico e sorri: uma loira de uns 45 anos, com um vestido justo e cara de poucos amigos, batia o pé no chão com seus saltos caros.
Abri de repente, me apoiando no batente.
— Baixa a bola, loira. Com essa cara de bunda, já vi que veio reclamar. Falei, varrendo ela com um olhar que a despia.
— Sou a Beatriz. Ela soltou com toda a arrogância.
— Você é o Alejandro? Meu filho voltou chorando, disse que você obrigou ele a limpar seus tênis com a língua. Você é um lixo! Ela gritou, tentando me empurrar.
— Entra, não grita que os vizinhos são fofoqueiros. Vem aqui e me fala o que você acha de mim. Falei com uma elegância manipuladora.
Ela entrou e o perfume floral tomou conta da minha sala.
Tranquei a porta.
O "clique" ecoou e ela se virou rápido.
— Por que você tá trancando? Abre! Se não deixar ele em paz, vou te destruir. Tenho contatos, cara. Ela me ameaçou.
— Seus contatos são irrelevantes pra mim. É assim que fala com quem tem o futuro do seu filho nas mãos? Perguntei, invadindo o espaço dela até sentir meu hálito.
— Não chega perto! Você é nojento, um psicopata. Ela disse, mas os olhos dela desceram pros meus lábios.
— Sou eu quem decide se a vida do seu filho vira um inferno. O quanto você ama ele? Tá disposta a se sacrificar? Soltei quase num sussurro sádico.
— O que você quer? Ela gaguejou, com medo e tensão sexual.
— Quero que você pare de ser a mãe perfeita. Quero que seja o que você é: uma milf que precisa que um homem bote ela no lugar. Quero que você seja minha puta. Falei com desprezo.
— Isso nunca! Você é louco! Ela gritou.
— Seu marido sabe que você tá aqui? Esse cara é um medíocre, por isso seu filho é um inútil. Você tá desesperada pra sentir o rigor de alguém com culhão. Zooei.
— Cala a boca! Não fala assim da minha família! Ela ofegou, mas não se afastou.
— Sua família é uma piada. Seu marido é um fracassado e seu filho é meu brinquedo. Agora, você vai ser meu prêmio. Sussurrei.
Fiquei olhando pra ela, curtindo como o ar escapava do peito dela. O silêncio era pesado, cortado pela respiração dela e o tique-taque do meu relógio.
— Olha só pra você, loirinha. Tá morrendo de medo, mas essa buceta molhada te entrega. Sua hipócrita. Falei, rindo enquanto pegava o zíper do vestido dela.
— Não! Me solta, seu merda! Gritou, tentando me dar uns tapas, mas apertei o pulso dela fazendo ela gemer.
— Shhh... Se gritar, chama a polícia e me acham de boa, e você pelada. Como explica isso pro seu filho nerdão? Sussurrei no ouvido dela.
— Você é um monstro... um manipulador... Balbuciou, mas parou de resistir. Já não era mais uma mãe, era uma presa.
— Sou seu dono por sessenta minutos. Puxei o zíper de uma vez. O barulho foi tipo um tiro, revelando as costas brancas dela.
— Pelo amor de Deus! Vou morrer de vergonha! Implorou, tentando cobrir os peitos, mas fui mais rápido.
Segurei os pulsos dela, levantei acima da cabeça e apertei ela contra a parede. Arranquei o vestido dela com uma brutalidade que humilhou.
— Olha só o que você é. Uma milf ninfomaníaca. Seu filho sabe que você tem essas tetas de puta? Perguntei, apertando uma delas com força.
— Filho da puta! Não fala dele! Gemeu, fechando os olhos enquanto eu passava o olho no decote dela.
— No chão. Agora. Ordenei, apontando pros meus pés com uma arrogância total.
— Não! De joelhos não! Tem piedade! Choramingou, mas o olhar dela tava fixo na minha virilha, onde o volume já marcava a calça jeans.
— Piedade? Ajoelha ou amanhã seu filho recebe um vídeo meu contando como a mamãe se pelou. Você escolhe. Falei, vendo ela quebrar.
Ela soltou um soluço e deslizou pro chão. Os joelhos bateram no assoalho. Ali estava ela, de joelhos, com as tetas de fora.
— Muito bem. Agora, me serve. Abre minha calça. Ordenei, roçando a cara dela na minha braguilha.
— Te odeio tanto... Cuspiu, mas as mãos trêmulas dela já estavam soltando o botão da minha calça.
Ela pegou o elástico da minha cueca e puxou tudo pra baixo. Meu pau pulou pra fora. livre, batendo no nariz dele com uma pulsação violenta.
— Meu Deus! É um monstro! Alejandro, isso não vai entrar em mim! — exclamou, incapaz de desviar o olhar do meu pau.
— Vai entrar até o fundo. Qual é? O teu marido deve ter um amendoim perto disso. Dei uma risada na cara dela.
— Começa a trabalhar. Quero sentir essa boquinha. Ordenei, dando um tapinha suave com a minha rola na bochecha dela.
— Não consigo... você é o valentão do meu filho... — balbuciou, mas os olhos já estavam vidrados e a boca entreaberta.
— Consegue sim, e vai fazer. Porque se me fizer gozar, talvez eu seja bonzinho com o inútil. Falei, puxando o cabelo dela com força.
— Você é... o diabo... — ela disse, e fechou os olhos, esticando a língua, lambendo a base com uma desespero que me fez grunhir.
A milf tinha caído.
A vista lá de cima era uma obra sádica.
A milf loira estava quebrada, com as tetas pesadas balançando enquanto o vestido pendia nela como um pano velho.
— Por favor, Alejandro! Já me humilhou! Não me obriga a meter isso na minha boca... Isso é o fim! — Suplicou, me olhando com nojo e desespero.
— O fim é você ser uma puta que só esquenta os outros. Não se faz de santa. Abre a boca. — Ordenei, acariciando a bochecha dela com a ponta da minha pica.
— Te odeio! Você é um doente! Se meu marido descobre, ele te mata! — Gritou, tentando dar um tapa que eu desviei rindo.
— Seu marido? Aquele corno trabalha pra pagar o perfume que agora se mistura com meu cheiro. Se não me servir, amanhã todo mundo vai saber que a mãe dele é a maior puta do bairro. — Tirei o celular e coloquei na cara dela.
— Não! Meu filho não! Ele não tem culpa. — Balbuciou, tapando o rosto, tremendo.
— Então já sabe o preço. De joelhos e trabalha. Quero essa boquinha aprendendo a obedecer. — Falei, agarrando ela pelo cabelo com uma firmeza que jogou a cabeça dela pra trás.
— Você é o mais baixo que existe... — Disse com lágrimas, mas se aproximou. As mãos dela apertaram minhas coxas com raiva.
— Menos conversa e mais chupada, puta. Vamos. — Ordenei, empurrando meu quadril contra os lábios pintados dela.
Ela soltou um grunhido de ódio e levantou as duas mãos mostrando um duplo "Vai se foder" com um olhar de fúria.
— Vai tomar no cu, Alejandro! Você me dá nojo! — Cuspiu em mim, e sem abaixar os dedos, envolveu minha pica com desespero raivoso.
O som da chupada era obsceno.
Ela me chupava com um ódio que dava pra sentir em cada movimento, mantendo os dedos levantados.
— Isso! Chupa assim, puta raivosa! Viu como você gosta de ser dominada? — Gritei, enfiando minha pica na garganta dela até fazer ela lacrimejar.
— Mghmm... mghmm... — Balbuciava ela, se engasgando sem abaixar os dedos. As tetas dela balançavam e o perfume já tinha sumido no cheiro de dominação.
— Olha na minha cara e diz com os olhos que você é minha escrava! — Ordenei, dando Um puxão de cabelo.
Ela abaixou os braços pra se agarrar nas minhas pernas e recuperar o fôlego, cuspindo minha pica com um som nojento.
A máscara de cílios dela tinha borrado.
— Tá machucando minha garganta! Para! — gritou, mas a respiração dela era um gemido ninfomaníaco que entregava tudo.
— Tá doendo? Que pena. Como é ser tão traidora, loira? — zombei, apertando os bicos dos peitos dela com raiva.
— Faço isso pelo meu filho! — chiou, mas quando me aproximei de novo, ela mesma procurou a pica, ansiosa pra se punir com prazer.
— Mentira. Você faz porque adora ser dominada. É uma puta inteligente. — falei, enfiando de novo na boca dela.
Ela levantou os dedos do meio de novo enquanto me chupava com mais técnica, deixando o instinto de milf assumir o controle.
— Isso, puta! Essa boquinha! Já vou te botar no teu lugar! — falei, sentindo o limite enquanto ela se entregava à humilhação total de joelhos na minha sala.
Eu a tinha exatamente onde queria.
Os ombros dela tremiam e os peitos subiam e desciam num ritmo frenético.
A sala cheirava a ela, aquele perfume caro se rendendo ao meu desejo.
— Qual é, loira? Cansou? Cadê a madame que vinha me dar lição de moral? — soltei com uma gargalhada, adorando ver ela apertar os punhos.
— Você é um animal, Alejandro. Por favor... já chega. Meu filho... meu marido... Isso parte minha alma. — implorou com a voz falhando.
— Parte teu orgulho. E eu adoro isso. Me fala: "Amo, por favor, para de me usar como teu brinquedo". Fala. — ordenei, enroscando os dedos no cabelo dela com uma brusquidão que a fez ofegar.
— Não vou te dar esse gosto, seu sádico de merda. — cuspiu, mas as mãos dela se fecharam nas minhas coxas com uma força elétrica.
— Que rebelde. Mas quanto mais você resiste, mais vontade eu tenho de contar. Imagina a cara do teu filhote quando eu mostrar o áudio da mamãe gemendo? — sussurrei no ouvido dela.
— Não! Te imploro! Faço o que você quiser, mas não conta nada pra ele. Tem um pouco de humanidade. — balbuciou.
Vi uma lágrima grossa escorrendo pelo peito nu dela.
— Abaixa a cabeça. Quero que você lamba minhas bolas. Quero sentir aquela língua de mãe exemplar limpando todo o meu veneno. — ordenei com frieza.
— Isso é nojento! Não vou fazer! — gritou, tentando se levantar, mas eu a joguei de volta no chão com um movimento seco.
— No chão, puta. Quer que teu filho perca a bolsa? Porque com um único telefonema meu, o menino fica na rua. — manipulei, vendo os ombros dela desabarem.
— Você é o demônio... — disse com um fio de voz. Olhou pro meu pau como se fosse o abismo. O ódio nos olhos dela era fogo, mas as mãos começaram a buscar calor.
— Não me olha, faz. Engole, loira. Vai. — falei, encostando as costas na parede.
Ela soltou um suspiro de derrota.
Abriu a boca e, com um gemido de humilhação, envolveu minhas bolas.
O som era uma loucura: o "slurp" da língua dela e a pressão da Lábios.
Suas unhas me marcavam, ela me odiava, mas o corpo dela respondia ao meu comando.
— Mghmm...! — Balbuciava enquanto se esforçava. Eu a via de cima: a coroa loira se movendo e aquele vestido que já não servia pra nada.
— Isso, putinha! Tá vendo como você gosta de me servir? — Gritei, marcando o ritmo da degradação dela.
— Você é o pior! — Ela soltou, tirando a boca por um segundo com o queixo brilhante. Mas afundou o rosto de novo com uma voracidade que me fez grunhir.
— Você adora que o valentão do seu filho te tenha assim, de joelhos. — Falei, sentindo a pele dela queimar.
— Cala a boca! Eu faço isso por ele! — Gritou, mas as mãos dela já não apertavam com raiva; acariciavam minha virilha com uma suavidade ninfomaníaca, buscando mais contato.
— Mentira. Você é uma mentirosa gostosa. Não para até eu mandar. Quero que me deixe impecável. — Ordenei. Ela fechou os olhos e se entregou, me mostrando que já era minha escrava pessoal.
Puxei ela pelo cabelo com uma brutalidade que arrancou um gemido dela.
Levantei ela do chão.
— Me solta! Tá me machucando, animal! — Gritou, tentando cravar as unhas nos meus braços, mas o corpo dela já vibrava em outra frequência.
— Ainda não terminamos, loira. — Falei.
Empurrei ela contra a bancada de granito frio.
— O que... o que você vai fazer agora? — Gaguejou ela, com o brilho da saliva ainda nos lábios vermelhos e o olhar perdido.
— Não é óbvio, Beatriz? Vim te dar a foda que você veio buscar e que tanto precisa. — Respondi com uma arrogância que deixou ela sem ar.
— Nãooo! Isso não! — Gritou, mas eu dei um tapa na bunda dela tão forte que o som do impacto ecoou pela cozinha toda.
— Pelo amor, Alejandro! Para! É... é muito grande... nunca tive uma piroca tão grande quanto a sua, você vai me rasgar... — Suplicou, enquanto eu abria as pernas dela com meus joelhos, ignorando o choro fingido dela.
— Seu marido medíocre não deve saber nem por onde começar com uma mulher como você, por isso você tá aqui, procurando o valentão do seu filho pra te fazer sentir mulher de verdade. — Falei, zoando a falta de culhão do marido dela.
Levantei o vestido dela de uma puxada até a cintura.
— Olha só o que temos aqui... Pra quem você vestiu essa calcinha fio dental preta, Beatriz? Você veio "reclamar" mas vestiu a coisa mais provocante que tinha na gaveta. Sua hipócrita. — Ri, apontando pra peça fina que mal cobria a intimidade dela.
— Não... não é o que você tá pensando... vesti sem perceber... não zoa... — Gaguejou ela, ficando vermelha de vergonha enquanto eu esticava o elástico com o dedo.
— Mentira. Você veio ver o valentão do seu filho com esse vestido e essa calcinha... veio aqui pra ser comida, Beatriz. Não mente mais pra mim. — Soltei ela, deixando ela exposta e tremendo contra o mármore.
— Você não pode ser tão sádico! Pelo amor, não me come aqui feito uma puta! Deixa eu chupar você de novo ou o que você quiser, mas não me fode assim! — Choramingou, mas as pernas dela se abriram. se entregando por completo.
— Te fazer amor? Haha, não se engana, loira. Putas como você não levam amor, levam é pica. Falei, puxando a calcinha fio dental preta dela até cair nos tornozelos.
— Você é um doente! Ela gritou, mas arqueou as costas instintivamente.
O vestido levantado deixava ver a bunda branca e firme dela contra a granito.
— Você é uma puta loira deliciosa. Falei enquanto me posicionava atrás dela.
— Não! Espera! Dói! Ela gaguejou, mas antes que terminasse a frase, enfiei de uma só vez, seco e fundo.
— AIH! MEU DEUS! Mghmm...! Ela soltou um grito de puta desgarrador que virou um uivo de prazer animal enquanto se agarrava na pia com as mãos.
— Isso! Me xinga! Fala o quanto me odeia enquanto sente eu te enchendo, puta. Perguntei, me movendo com violência ritmada.
— Ahhh...! É demais! Para, por favor! Ela suplicou, mas o corpo dela pedia mais.
— Não paro porra nenhuma. Pensa no inútil do teu filho, pensa no teu marido sem graça. Certeza que teu marido não te faz gritar assim. Falei, dando um tapa na bunda dela.
— Não fala deles! Ahhh, sim... mais forte! Ela terminou gritando, entregue.
Os insultos dela eram puro combustível.
— Não, não! Isso não pode me dar prazer! Não tô gostando! Exclamou ela, entrando numa breve reação de negação.
— Viu como você gosta? Olha como você aperta, você tá escorrendo, Beatriz. Haha. Zombiei, sentindo a umidade dela me envolvendo.
— Assume. Você é minha puta loira. Fala isso ou conto pra sua família como você é de verdade. Ameacei, parando o movimento seco, deixando a pica enterrada até o fundo dentro dela.
— Não! Por favor... não conta nada pra eles...! Te imploro...! Ela gaguejou com a voz tremendo, sentindo minha pica pulsando dentro da barriga dela, enchendo ela por completo enquanto mal conseguia respirar.
— Então fala. Fala "Amo". Me ordena que eu continue te comendo como a puta que você é. Exigi, apertando a cintura dela com força.
— Não Pára! Por favor, Amo! Sou sua putinha! Faz de mim o que quiser, mas não para! Ela gritou desesperada, com submissão ninfomaníaca.
— Me mostra que quer trepar, putinha. Mexe-te. Falei com soberba, ficando parado pra ela fazer o trabalho.
Ela, pra me mostrar que aceitava seu lugar, começou a rebolar a bunda pra trás com dificuldade por causa do tamanho, me procurando, batendo contra minha pélvis com um desespero animal.
— Hahaha, isso aí... Assim que se mexe uma putinha faminta. Falei enquanto segurava ela com uma mão no ombro e a outra na cintura pra dar mais força.
Puxei ela pra trás com força enquanto eu metia com tudo, fazendo ela levantar a cabeça e soltar um uivo longo, um grito de puta ninfomaníaca que ecoou pelo apartamento inteiro.
— AIIIIIH!!! SIM, AMO!!! ME COME MAIS FORTE!!! SOU SUA PUTA!!! Ela gritou uivando, totalmente perdida na degradação.
— Boa garota. Aguenta, que isso é só o começo. Falei.
— Assim que eu gosto, putinha. Rebola pra mim. Falei, enquanto começava a comer ela com uma fúria.
Beatriz estava apoiada na bancada, com o peito subindo e descendo, tentando recuperar o fôlego que eu tinha roubado dela com cada estocada.
O olhar dela era uma guerra civil: o ódio puro pelo cara que fodia a vida do filho dela se misturava com uma luxúria animal que a deixava toda melada.
Tirei meu pau quase por completo, deixando só a ponta roçando na entrada dela, curtindo como ela buscava o contato sem nem perceber.
— Qual é, Beatriz? Ficou muda? Ou é que ainda tá sentindo a buceta vibrar? — soltei com um sorriso de superioridade, enquanto me afastava dela só o bastante pra ver ela quebrada.
— Você é... um monstro. Meu filho tem medo de você... e eu... eu tô aqui... já deu, Alejandro... agora vou embora. — Ela gaguejou, toda agitada, tentando ajeitar o vestido com as mãos trêmulas, achando que a gente tinha terminado de foder.
— Como é que você me chamou?! — gritei, pegando ela pelo cabelo e puxando a cabeça dela pra trás pra me encarar.
— Desculpa... Alejandro... — ela tentou dizer, mas meu olhar de aço cortou ela na hora.
— Não me chamo Alejandro pra você, puta! Sou seu dono! Fala! Sou seu dono e quem acaba com seu filho se eu tiver na puta que pariu! — rosnei no ouvido dela, apertando os dedos no couro cabeludo dela.
— Desculpa... desculpa, Dono... sim, você é meu Dono... — ela ofegou, com as pupilas dilatadas e a respiração toda cagada, aceitando a humilhação total.
Ri na cara dela e, sem avisar, enfiei tudo no cu dela de uma só vez, com um golpe seco, fazendo as costas dela arquear violentamente contra o mármore.
— Aaaaiii!!! Dono!!! Não!!! — ela gritou, com um som agudo e desgraçado que virou um gemido molhado de prazer proibido enquanto eu dava estocadas brutais.
— Terminamos? Tá só começando, puta. — sussurrei no ouvido dela enquanto continuava com movimentos violentos, ouvindo o som da minha carne batendo na bunda dela: *Tchau, tchau, tchau!*
— Ahhh! Haa... haa...! Não, para! Deixa eu descansar... — Tá doendo meu cu, Amo! — implorou ela, com o rosto colado na bancada, babando um pouco pela intensidade das minhas estocadas.
— Você não vai descansar porra nenhuma. Agora vai me dar essa sua buceta. Quero rasgar esse orgulho de mãe santa por todos os lados. O que você diz, Beatriz? Me dá ou vou ter que te forçar? — perguntei, dando um tapa na bunda dela que ecoou como um tiro na cozinha.
— Não... isso não... pelo amor... Amo... — ofegou ela, mas em poucos segundos, vencida pelo rigor e pelo calor que subia pelas costas, baixou a cabeça.
— Tá bom... faz o que quiser... mas me come de uma vez, Amo... te imploro...
— Não aqui. Vamos pro meu quarto. — ordenei, tirando o pau dela com um som molhado que denunciou o quanto ela estava encharcada.
— Não! Pro quarto não! Me deixa ir, você já teve o que queria! — suplicou, se agarrando nos móveis pra não ser arrastada, com as pernas tremendo igual gelatina.
— Olha a porta, Beatriz. Tá bem ali. Mas pensa: se alguém entrar agora e nos ver assim, com seu vestido rasgado e meu gozo nas suas pernas... não vão ver uma vítima. Vão ver a "mãe do ano" aproveitando a pica do valentão do filho dela. Sua reputação vale o que eu decidir. Anda, puta. — manipulei com frieza, curtindo como a resistência dela desmoronava sob o peso da chantagem.
— Te odeio... juro que te odeio... — sussurrou, mas começou a andar em direção ao meu quarto, derrotada.
Ela andava devagar, com as pernas abertas e uma dificuldade que denunciava o quanto eu tinha castigado ela. Eu ia atrás, me enchendo de satisfação e orgulho ao ver suas costas brancas e aquele andar vacilante de mulher submissa.
— O que foi, puta? Tá doendo o cu? Anda mais rápido que não tenho a tarde toda. — soltei com soberba, dando um empurrão pra ela entrar no quarto.
Entramos no meu quarto.
Sentei na beira da cama, completamente nu, abrindo as pernas com uma arrogância absoluta, com meu pau pulsando e apontando pra cara dela.
Ela ficou de pé, no centro, tremendo sob a luz fraca, com o peito subindo e descendo de forma irregular.
— Tira essa roupa, Beatriz. Arranca esse pano que já não serve pra nada. Quero ver minha milf favorita pronta pro segundo round. Ordenei, percorrendo ela com os olhos com uma soberba que a fazia se sentir minúscula.
Ela hesitou, as mãos foram pras alças do vestido. Os dedos tremiam visivelmente.
Ela baixou o tecido devagar, deixando o vestido cair no chão como uma pele morta.
Quando o pano chegou na altura da bunda, Beatriz fez um movimento instintivo, jogando a rabeta pra trás enquanto terminava de se despir, um gesto de puta velha que não conseguiu evitar por causa da excitação acumulada.
Eu caí na risada, zoando o exibicionismo involuntário dela, curtindo como os peitos pesados dela ficavam à mostra.
— Olha só... você é uma puta gostosa. Vem cá. Ordenei com voz de comando.
Fiquei sentado na beirada da cama, com as pernas bem abertas, apoiando as mãos no colchão.
Meu pau tava ali, duro, pulsando e apontando direto pra cara de "mãe preocupada" dela.
A Beatriz tava de pé, a dois metros, pelada, com a pele branca contrastando com a escuridão do quarto e aquele rastro descendo pelo corpo dela, brilhando nas coxas, uma mistura viscosa da minha porra pré e dos próprios sucos dela que refletiam a luz fraca, denunciando que a "senhora" tava derretida por dentro.
Ela tentou dar uns passos, andando ereta como uma pessoa normal, tentando resgatar um grama de dignidade.
— O que cê tá fazendo? Quem você pensa que é pra vir andando assim, Beatriz? Cê acha que ainda é uma dona de casa, uma mulher respeitável? Se olha, cê tá escorrendo minha porra e tem os olhos de uma ninfomaníaca. Aqui cê não é ninguém. Gritei pra ela.
— Alejandro... por favor... já tô aqui, já fiz tudo que cê quis... me despi, me deixei... já chega... Ela implorou com os olhos marejados, fazendo um esforço sobre-humano pra não se quebrar de vez na frente do cara que usa o filho dela de servo na faculdade.
— Não me chama de Alejandro, sua puta! Cê não é ninguém pra usar meu nome! Pra você, eu sou seu Amo, seu dono, quem decide se amanhã seu filho entra na faculdade ou se eu fodo a carreira dele publicando o vídeo onde obriguei ele a lamber meus tênis na frente de todo mundo. Rosnei pra ela, apontando pro chão com o dedo indicador, firme, sem um pingo de piedade.
— Desculpa... Ale... A... Amo... não, por favor... isso é demais... Tem piedade, sou uma mulher mais velha, não me faz isso, te imploro. Ela choramingou, tapando um pouco os peitos com os braços, um gesto inútil que só me dava mais vontade de quebrar ela.
— Vem como o que cê é, uma puta submissa. Seu filho rastejava como um verme pra catar meus apontamentos hoje de manhã enquanto eu pisava nos dedos dele e ria na cara dele, agora é sua vez de mostrar que cê é tão servil quanto aquele inútil. Vem rastejando até mim, puta! AGORA! Ordenei.
Lentamente, ela foi abaixando o corpo, apoiando primeiro um joelho e depois o outro, afundando-os no carpete com uma lentidão que me permitia saborear a rendição dela. Depois apoiou primeiro uma mão e depois a outra, até ficar totalmente de quatro, com as costas arqueadas e a cabeça baixa.
Começou a avançar na minha direção, engatinhando com dificuldade porque as pernas ainda tremiam da surra que levou na cozinha e do peso da vergonha.
Os peitos pesados dela balançavam de um lado para o outro a cada movimento dos braços, e a intimidade dela ficava exposta a cada passo que dava em direção ao meu pau, brilhando sob a luz do abajur.
— Muito bem... era assim que eu queria te ver. A grande Beatriz, a mãe do ano, engatinhando na frente do valentão do filho dela. O que esse fracassado pensaria se te visse assim agora? Se visse a mamãe dele rebolando a bunda e se arrastando como uma putinha pidona pro cara que usa ele de tapete humano em toda aula? — zombei, soltando uma risada arrogante enquanto ela chegava aos meus pés.
— Você... você é um demônio... te odeio com toda a minha alma... mas... por favor, não conta pra ele... não conta nada... — balbuciou ela, já entregue, com o rosto a centímetros dos meus joelhos, sentindo o calor da minha virilha.
— Como você me chamou, puta? "Demônio"? Um Amo se respeita se você não quiser que amanhã seu filho vire motivo de piada na universidade inteira por sua culpa. Fala direito. — avisei, segurando o queixo dela com força, obrigando-a a me olhar nos olhos enquanto meu pau roçava o nariz dela.
— Desculpa... desculpa, Amo... não quis... por favor, Amo, me perdoa. — suplicou ela, tremendo de medo e humilhação, com o olhar baixo e a respiração ofegante.
— Assim que eu gosto, puta. Agora, fica na posição. Levanta essa bunda pra cima e abaixa a cabeça, quero que você limpe bem minhas bolas com essa língua de madame fina. — ordenei, agarrando o cabelo loiro dela e forçando a cabeça dela entre minhas coxas, esmagando o rosto dela contra meu saco.
— Não! As Bolas não! Isso é degradante demais, Senhor! Não me obriga a uma baixeza dessas, te imploro pelo que é mais sagrado! Tentou desviar o rosto, se debatendo fraco, mas eu apertei o punho no couro cabeludo dela, puxando pra baixo com raiva até ela soltar um gemido de dor.
— Vai se recusar agora? Quer ver eu mandar o vídeo pro grupo inteiro da faculdade agora mesmo? Faz isso, puta, ou juro que amanhã obrigo seu filho a lamber minhas chuteiras enlameadas na frente de todos os professores e vou dizer que aprendeu a lamber tão bem graças à mãe dele! Gritei, sacudindo a cabeça dela.
Ela abriu a boca com um suspiro de rendição total e envolveu minhas bolas.
Com uma mão segurou a base da minha rola pra afastar, e com a outra ajeitou minhas bolas pra enfiar inteiras na boca, passando a língua em cada canto com uma desesperação molhada e ritmada.
O som da sucção foi instantâneo, um *slurp* profundo que me fez fechar os olhos de puro poder, sentindo a língua quente dela trabalhando pra mim enquanto as lágrimas caíam nas minhas coxas.
— Mghmm... mghmm... Balbuciava ela, se engasgando com meu cheiro, com meu gosto, enquanto os peitos dela roçavam meus joelhos em cada movimento circular que fazia com a cabeça.
— Isso! Chupa elas bem, puta! Viu que consegue? Viu como você gosta do rigor de um homem de verdade? Seu marido é um medíocre que não sabe nem como te tocar, por isso você tá aqui, gozando com a humilhação que eu te dou. Dizia eu, dando tapinhas suaves nas bochechas dela enquanto ela continuava com a tarefa degradante.
— Te... te odeio...! Filho da puta! Conseguiu cuspir um segundo quando tirou a boca pra recuperar o ar, me olhando de baixo com um ódio que já era puro combustível sexual.
Me levantei da cama com um movimento brusco, ignorando que ela ainda estava lá embaixo, e agarrei ela pelo cabelo com uma maldade que fez ela soltar um gemido.
Forcei ela a se levantar e joguei ela em cima do colchão.
Beatriz caiu de boca, com os peitos esmagados contra os lençóis e a bunda branca apontando pro teto.
— Filha da puta? Ainda tem língua pra me xingar depois de como lambeu minhas bolas, Beatriz? Acho que você não entendeu quem manda aqui. Rosnei, subindo na cama.
— O que... o que você vai fazer comigo agora? Ela perguntou com a voz trêmula, me olhando de lado com pânico.
— Você me cansou, puta. Vou te educar como a puta que você é. Falei.
— Não! Alejandro, por favor! Foi um impulso! Tem piedade, Ale...! Ela gritou, tentando se cobrir.
— Amo! Sou seu Amo, puta! Não esquece mais como tem que me chamar! Gritei, cortando o nome dela no seco.
— Fica de quatro, puta! Levanta essa bunda! Ordenei, dando um tapa na nádega esquerda que estalou como um chicote seco. *Plaff!*
A pele branca ficou vermelha na hora, marcando a forma da minha mão na pele de milf dela.
Me posicionei atrás dela, agarrando ela pela cintura com uma força que afundou meus dedos na carne, deixando marcas.
— Olha como você tá pro valentão do seu filho, Beatriz. Seu marido medíocre deve estar dormindo agora enquanto eu vou te dar a foda da sua vida. Qual é a sensação de saber que sou o dobro de homem que esse corno? Zoiei, roçando o clitóris dela com a ponta antes de meter meu pau.
— Isso não é verdade...! Ele é... ele me respeita...! Você é um sádico, Alejandro! Não pode ser tão mau! Ela gritou, embora a voz dela soasse falsa, uma mentira que se desmontava enquanto o corpo dela me procurava por puro tesão.
— Não tem comparação, Beatriz. Ele faz amor, eu vou te comer gostoso. Ele cuida de você, eu te arrebento. Falei.
Enfiei tudo nela de uma vez, seco e brutal. Senti meu pau de aço forçando as paredes dela, esticando elas até limite enquanto o calor do seu interior me envolvia, até que minhas bolas bateram na bunda dela com um baque seco.
— GAAAAAAHHHH!!! MEU DEUS! VOCÊ VAI ME PARTIR! É MUITO GRANDE! AMO, TIRA, POR FAVOR!. Uivou Beatriz, sentindo que a atravessava.
— Ainda não aprendeu, né, puta?. Falei, dando uma estocada tão forte que o corpo dela voou pra frente.
As mãos dela arranharam os lençóis com desespero e as pernas falharam, afundando no colchão com o impacto do meu tamanho.
— Qual é, puta?! Tá doendo ser preenchida de verdade?. Gritei, começando a dar estocadas longas, tirando quase tudo e voltando a entrar com violência. *Slurp, plaf, slurp, plaf!*
— Ahhh! Mghmm! É... é que não entra! Você me estica toda! Amo... vai me rasgar!. Balbuciava ela entre soluços e gemidos ninfomaníacos, enquanto a cabeça balançava pra frente e pra trás na cama.
— Fala como é que é! Fala que o cara que humilha seu filho tá te arrombando toda! Grita!. Exigi, dando outro tapa feroz na outra nádega. *Plaff!*
— É como se você me partisse! Ahhh! Sim, Amo! Dói, mas eu adoro! Me rasga toda!. Gritou ela, perdendo a sanidade.
— Isso aí! Essa é a puta milf que você é!. Ri, dando mais um tapa sonoro.
— Toma! Esse é seu castigo por ser a puta do valentão do seu filho! Esse é seu lugar!. Falei.
Minhas estocadas ficavam cada vez mais rápidas, mais potentes, fazendo o corpo dela bater no meu com um som obsceno que enchia o quarto todo.
— Quem é minha puta?! Fala!. Gritei, mas ela só soltava gemidos e sons guturais, viajando no prazer.
Peguei o cabelo dela com força, puxando a cabeça dela pra trás pra ela me olhar de lado enquanto eu dava uma série de tapas que ecoavam no quarto. Beatriz mordia o lábio inferior com desespero, soltando gemidos molhados e quentes que entregavam a excitação total dela.
— Mmmgh... ahhh... sim! Mais forte, Amo! Ahhh, ahhh!. Gemeu Ela, entregue à humilhação.
— Quem é minha putinha, putinha?! Me responde agora! — rosnei com raiva, puxando o cabelo dela para trás pra que ela me sentisse ainda mais fundo.
— SIIIIM!! SOU SUA PUTINHA!! AHHHH!! — ela gritou, apertando com as paredes internas enquanto arqueava as costas e levantava a bunda desesperada.
Eu não parei.
A milf tava domada, quebrada, e o corpo dela implorava pra que eu nunca a soltasse.
Tinha ela ali, entregue, com o orgulho todo despedaçado em cima da minha cama.
Tirei de dentro dela com um som molhado, um *chlop* que ecoou no silêncio do quarto, e antes que ela pudesse recuperar o fôlego, dei uma estocada final, curta mas brutal, que a fez pular.
— Ahhh! Amo... pelo amor de Deus! Você vai me deixar aleijada! Não cabe mais, juro que você vai me partir ao meio! — Gritou Beatriz, afundando no travesseiro com o corpo tremendo.
— Menos reclamação e mais ação, loira. Levanta. Senta em cima de mim. Quero que você sinta como se enfia sozinha na sua própria derrota. — Ordenei, me recostando contra a cabeceira com uma calma sádica.
— Não consigo! Não tenho forças! Minhas pernas são gelatina, Am... Amo! — Balbuciou ela, tentando se levantar com uma falta de jeito que me dava risada.
— Não tem forças? Pra vir em casa "me dar uma lição" você tinha muita energia. Agora me mostra que serve pra algo mais do que cozinhar pro inútil do seu filho. Sobe! Agora! — Rosnei, dando um empurrão que a obrigou a sentar nas minhas coxas, de costas pra mim.
Beatriz se ajeitou, tremendo, com as costas brancas e perfeitas na minha frente, enquanto os peitos pesados subiam e desciam. Ela estava linda e quebrada. Agarrou meu pau com as mãos finas, aquelas mãos de "dona de casa", guiando ele até a entrada dela.
— É que... é uma loucura... Amo, como você consegue deixar ele assim? É um bicho... você vai destruir minha buceta... — Sussurrou, olhando por cima do ombro com puro terror.
— Cala a boca e desce, puta. Senta no cara que ontem humilhou seu filho na faculdade. Pensa nisso enquanto você se abre. — Falei, curtindo como as costas dela se tensionavam antes de começar a descer com uma lentidão agonizante.
— Guaaaaaah!! MEU DEUS! Amoooo! — Gritou Beatriz, parando de repente assim que a cabeça do meu pau começou a alargar ela, sentindo a pressão daquela grossura proibida.
— Desce tudo! Não te dei permissão pra parar! — Gritei, segurando firme nos quadris dela e puxando pra baixo com um movimento seco e cruel.
— SIIIIIII!!! AHHHH!!! — ela uivou, um grito que com certeza ecoou pelo andar inteiro, enquanto meus centímetros afundavam na buceta dela, esticando até o limite físico. Ela ficou ali, cravada, respirando como se tivesse correndo uma maratona.
— Hahahaha, se olha... a dona Beatriz, a mulher do medíocre, empalada como uma qualquer no meu quarto. O que seu marido diria se visse que a "companheira de vida" dele tá com a cara cheia de prazer pelo cara que o filho dele mais odeia? — ri na cara dela, vendo a nuca dela se arquear pra trás, buscando meu contato.
— Ele... ele é um santo! Você é um demônio! Mas me faz sentir coisas que ele nunca... ahhh... mghm! — exclamou, e começou a se mexer sozinha, subindo e descendo com uma desespero animal, fazendo as nádegas dela baterem com força no meu púbis.
— Isso! Mas eu adoro! Ahhh! É enorme, Amo! Me preenche toda, não sobra espaço pra mais nada! Me arrebenta, continua que eu tô gozando! — gritou ela, entregue ao ritmo que eu impunha de baixo.
— Olha como você quica, putinha! Me olha de lado e me diz quem é teu dono! Amanhã quando der o beijo de boa noite no teu filho, vai lembrar de como se rebolar em cima de mim feito uma ninfomaníaca. — falei, apertando a cintura dela com força pra marcar os dedos enquanto via as costas suadas dela se sacudirem.
— Sou sua putinha! Sou a putinha do bully do meu filho e adoro! Faz o que quiser comigo! Mghmm... isso! Por favor, me come assim todo dia! — disse ela, perdendo o pouco juízo que restava enquanto o som dos nossos corpos se chocando *Plaf, plaf, plaf!* enchia o quarto.
Agarrei ela pela cintura com uma força animal enquanto ela ainda quicava em cima de mim, cortando o ritmo dela de uma vez.
Beatriz soltou um gemido de surpresa, mas antes que pudesse dizer qualquer coisa, girei ela no ar e esmaguei contra o colchão, deixando ela de barriga pra cima.
A cama rangeu sob o peso dela e meus joelhos abriram as pernas dela de uma vez, deixando ela completamente exposta.
Apoiei minha mão esquerda do lado da cabeça dela, afundando os dedos na cama, enquanto com a direita segurei a coxa dela com uma pressão que deixava os dedos marcados na pele branca.
Meu pau, ainda pulsando, buscou a entrada dela e se enterrou de novo até o fundo num movimento seco só.
— GAAAAAAHHHH!!! Am... Amo! Sinto que você vai me atravessar! — Ela uivou, arqueando as costas enquanto as mãos dela procuravam desesperadamente meu antebraço, apertando com as unhas como se fosse a única coisa sólida num mundo que se desmontava.
— Olha sua cara, Beatriz. Você tá com olhos de ninfomaníaca. Cadê a mulher que me olhava com nojo na porta? — Rosnei, começando a dar estocadas lentas, profundas, curtindo como os peitos pesados dela balançavam violentamente a cada golpe.
— Se... se foi! Essa mulher morreu na sua cozinha! Ahhh... mghmm! Você é um animal, Amo! Tá me rasgando toda por dentro e o pior é que não quero que pare! Faz o que quiser comigo, me fode assim pra sempre! — Ela gritou, com o cabelo loiro todo bagunçado e a boca entreaberta, babando saliva e desejo.
— Isso aí! Grita mais alto! Deixa o prédio inteiro saber que a mãe do nerd é a puta mais gostosa do bairro. O que aconteceria se seu filho entrasse agora e visse como seus peitos rebolam pra mim enquanto eu te como? O que ele pensaria da "mãe exemplar" dele te vendo lamber minhas bolas um minuto atrás? — Zoiei, acelerando o ritmo até que o som da carne batendo *Plaf, plaf, plaf!* ficou ensurdecedor.
— Não... não fala isso! Ele morreria de vergonha! Mghmm... sim! Mas é a Verdade! Sou uma puta, Amo! Sou sua puta e adoro que me trate assim! Me rasga mais, não tenha pena de mim! Ela balbuciou, perdendo o pouco juízo que lhe restava.
— Seu marido medíocre te toca com medo, pede permissão. Eu te pego porque você é minha. Sente como eu te estico, sente como meu pau de aço marca o ritmo da sua nova vida. Amanhã, quando seu filho me trouxer café na mesa como o servo que é, eu vou estar rindo, lembrando de como você implorava pra eu não tirar. Sussurrei, abaixando o rosto.
— Ahhh, meu Deus! É que não consigo parar de pensar nisso! Me dá nojo e me excita ao mesmo tempo! Sim, aí! Mais fundo, por favor! Gritou Beatriz, enquanto seus gemidos se misturavam com o som molhado do meu pau entrando e saindo da buceta encharcada dela.
— Olha nos meus olhos, puta! Olha enquanto eu termino de te destruir! Quero ver esse ódio misturado com o prazer de ser dominada pelo valentão do seu filho. Diz quem é o seu macho! Ordenei, dando uma estocada tão forte que a cabeça dela bateu no encosto.
— VOCÊ! VOCÊ É MEU MACHO! MEU MARIDO É UM INÚTIL DO SEU LADO! VOCÊ É MEU AMO! AHHHH, SIIIIM! Exclamou ela, com as pupilas dilatadas e o corpo tremendo num espasmo de prazer puro, reconhecendo finalmente que, apesar de todo o ódio, já não conseguia viver sem mim.
Tirei ela de uma vez, ouvindo aquele *chlop* molhado e pegajoso que denunciava o quanto eu a tinha deixado aberta e encharcada.
Beatriz desabou por um segundo nos lençóis, respirando com dificuldade, com as pernas abertas e as coxas tremendo em espasmos involuntários.
Não dei tempo pra ela se recuperar.
Ela ficou um segundo perdida, com o olhar vago no teto e as pernas ainda abertas.
— Pra baixo, puta! No chão! Ainda não terminamos! — rosnei, apontando pra frente dos meus pés.
Beatriz reagiu como se tivesse levado um choque.
Ela se arrastou pra fora da cama com uma moleza deliciosa, os joelhos bateram no chão e ela ficou ali, de joelhos na minha frente.
A imagem era pura luxúria e humilhação: a milf impecável agora estava nua e escorrendo, de joelhos diante do valentão do filho dela, completamente entregue.
— Me olha, puta. Levanta essa cabecinha de mãe exemplar. — falei, pegando minha pica e começando a bater uma devagar.
Beatriz engoliu seco, tremendo.
As mãos finas dela, de unhas cuidadas, foram pros peitos.
Ela levantou os peitos pesados na minha direção, com os bicos duros feito pedra.
— Amo! Me olha! São teus! Me dá tudo, quero seu gozo! — ela implorou, com os olhos injetados de desejo.
— Hahaha! Se olha, Beatriz! A mãe do inútil do teu filho ajoelhada pedindo porra como uma puta barata! Você é uma puta! — zombei, olhando pra ela de cima com total superioridade.
— Que ele fique sabendo! Que o mundo inteiro saiba! Já não ligo mais pra nada! Só quero seu gozo, Amo! Me dá seu gozo, por favor! — ela gritou, perdendo o pouco juízo que restava, enquanto apertava os peitos.
— Tá com tanta vontade assim, puta?! Quer o gozo do valentão do teu filho?! Abre bem essa boquinha! — rosnei, dando um tapa na cara dela que a fez ofegar.
Beatriz abriu a boca com um desespero animal, esticando a língua de uma vez.
Os olhos dela estavam fixos na minha pica, dilatados, hipnotizados pela dominação total que eu exercia sobre ela. SIM! ME DÁ! EU QUERO TUDO! Ela suplicava, babando de pura antecipação.
— TOMA, vadia! ENGole TODO O PORRA DO BULLY DO SEU FILHO! Gritei, enquanto meu corpo se tensionava e o primeiro jato de esperma quente saía disparado com uma força brutal.
Beatriz abria cada vez mais a boca, enquanto mais jatos banhavam seus lábios e caíam sobre seus peitos empinados.
— Mghm... mghmm... ahhh! Ela fazia sons guturais enquanto tentava capturar cada gota que voava em sua direção.
Fiquei ali, ofegante, vendo como a "Grande Senhora" passava a língua pelos lábios para não desperdiçar nada, com a cara toda escorrendo do meu esperma, brilhando sob a luz do quarto.
— Obrigada... obrigada, Amo! Sou sua vadia... sempre vou ser sua vadia! Sussurrou ela, lambendo os lábios com um sorriso de absoluta derrota e prazer.
— Isso! Me olha daí de baixo! Me diz, como é se oferecer pro cara que ontem humilhou seu filho na frente da turma toda? Como é ser a vadia do bully do seu filho? Zombei com um sorriso cruel.
— É... que sou uma vadia! Ahhh! Amo, por favor! Me dá mais, eu preciso! Preciso sentir que sou sua! Suplicou ela, com a língua pra fora, balbuciando como uma ninfomaníaca enquanto suas mãos apertavam os peitos com tanta força que deixavam marcas vermelhas.
— Grita mais alto! Quer meu esperma, Beatriz? Quer que o bully do seu filho deixe sua cara brilhando pra você lembrar de mim? Rosnei, puxando ela pelo cabelo pra não desviar o olhar.
— SIM! PELO AMOR DE DEUS, AMO! ENCHE MINHA BOCA! QUERO SER SUA VADIA! Gritou ela, completamente alucinada, aproximando o rosto do meu pau com um desespero doentio.
— Olha como sua boca fica aguada, vadia! Você é igual a todas, uma milf entediada que precisava de um macho de verdade pra botar no lugar. Amanhã seu filho vai olhar pra sua cara e não vai entender por que você tem esse brilho de vadia nos olhos! Ri, sentindo que já não aguentava mais a pressão na base.
— NÃO TÔ NEM AÍ! — ME DÁ SEU GOZO, DONO! ISSOOO, AÍ! — uivou Beatriz, enquanto as mãos se desesperavam apertando o próprio peito.
— TOMA, puta! ISSO É PRA SEU FILHO E PRA SEU MARIDO CORNO! — gritei, enquanto meu pau explodia de novo.
O primeiro jato acertou direto no lábio inferior e no queixo dela.
Beatriz nem piscou, deixou o gozo inundar a boca, engolindo de forma rítmica e profunda.
O sêmen descia pela garganta dela enquanto os próximos jatos decoravam as bochechas, o nariz e os peitos empinados.
Ela fechou os olhos, saboreando cada gota que caía na língua com um gemido de satisfação pura que arrepiou minha pele.
— Mmmgh... ahhh... obrigada, Dono! Obrigada por me marcar assim e me encher do seu gozo! — sussurrou ela, lambendo os lábios com uma lentidão ninfomaníaca e engolindo o último resto que tinha na boca.
Ficou ali, me olhando do chão com uma devoção doentia e os olhos brilhando, banhada no meu gozo como a puta que sempre quis ser.
Fiquei ali, de pé na frente dela, respirando pesado enquanto via ela saborear meu gozo com aquela devoção doentia.
Agarrei ela pelo cabelo com uma mão, enrolando meus dedos nos fios loiros dela e puxando a cabeça dela pra trás pra que ela me olhasse. A Beatriz estava com a cara toda bagunçada: o sêmen brilhava nas bochechas dela, escorria pelo queixo e se misturava com a própria saliva num fio grosso que ligava a boca dela às minhas coxas.
— Não te dei permissão pra parar de trabalhar, puta. Olha como você me deixou, minha pica tá suja e quero que você me deixe impecável. Me limpa! Lambe tudo até não sobrar nenhum vestígio! Ordenei, empurrando minha pica ainda molhada contra os lábios dela banhados no meu próprio fluido.
— Mghm... sim, Amo! Tudo... quero limpar você todinho! Balbuciou ela, e sem que eu precisasse pedir duas vezes, envolveu meu membro com uma voracidade que fez meu abdômen ficar tenso.
O som era uma loucura no silêncio do quarto. Um *slurp, slurp* rítmico e pegajoso enchia o ar enquanto a língua dela passava por cada veia, por cada dobra, sugando com uma força profissional. Ela fechou os olhos e se entregou à tarefa, movendo a cabeça pra frente e pra trás, enquanto as mãos dela, ainda besuntadas de sêmen, acariciavam os próprios peitos com uma desesperação ninfomaníaca.
— Isso, assim! Engole meu gozo, loira! Que não sobre nada. Pensa que há uma hora você me olhava de cima e agora tá aí, lambendo o sêmen do cara que fode a vida do seu filho. Zombei.
— Mghm... é tão... glorioso! Ahhh! Sou sua, Amo! Sou a puta do valentão do meu filho e adoro ser usada assim por você! Conseguiu articular ela entre uma sugada e outra, levantando o olhar com as pupilas tão dilatadas.
De repente, agarrei ela firme pela nuca. Não queria só uma limpeza, queria mostrar quem mandava de verdade antes dela ir pra casa. Empurrei ela pra frente com um movimento seco, forçando ela a fazer um garganta profunda que deixou ela sem ar.
— Guaaaah... mghm... mghm! O som da garganta dela tentando processar a grossura da minha pika era música pros meus ouvidos.
As mãos dela se agarraram com força nas minhas coxas, as unhas cravando na minha pele.
— Engole tudo! Até o fundo, putinha! — eu gritei pra ela.
Quando finalmente soltei, Beatriz caiu pra trás, apoiando as palmas no chão, tossindo e ofegante, com a boca escancarada.
Um fio de saliva misturado com porra e baba pendia dos lábios dela, escorrendo pelo queixo e caindo no peito ofegante.
— Deus... Amo... eu... eu amei! Sinto que ainda tenho você dentro de mim! — ela exclamou com a voz rouca, passando o dorso da mão na boca pra limpar o excesso de líquido que transbordava, mas só conseguiu se sujar mais.
De repente, Beatriz levantou o olhar e me deu um sorriso de pura satisfação, um olhar de gratidão que me deu arrepios de poder.
— Obrigada, Amo... obrigada por tirar essa máscara de mãe perfeita e me transformar nisso... na sua putinha. Nunca me senti tão viva como hoje, sendo humilhada por você. — ela sussurrou enquanto lambia os restos da minha porra dos lábios.
A milf tava quebrada e reconstruída à minha imagem. Já não era mais uma mãe, já não era mais uma esposa entediada do interior, era simplesmente meu brinquedo pessoal, minha escrava urbana que agora me olhava com uma devoção perigosa.
Fiquei olhando pra ela de cima, vendo como a "Grande Senhora" se humilhava voluntariamente, sabendo que isso era só o começo da vida nova dela.
— Amanhã você vai vir de novo, e quero que venha vestindo a roupa que eu mandar, entendeu? — falei, vendo ela concordar com um frenesi ninfomaníaco enquanto se acariciava o pescoço.
Ela me olhou uma última vez, lambeu os lábios com uma lentidão que prometia muito mais, e ficou ali, esperando minha próxima ordem com o rosto banhado em pecado, pronta pra ser usada pelo bully do filho dela uma vez e outra até não sobrar nada da mulher que ela costumava ser.
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Esse é o fechamento da história tipo copy pra gancho final pros meus seguidores
A Beatriz tá quebrada, toda melada e completamente viciada!
Depois de usar ela pra destruir o orgulho do filho nerd dela e humilhar o marido medíocre que não serve pra nada, a MILF loira entendeu que não tem volta.
Ela chegou na minha porta com ares de senhora intocável, perfume caro e a cabeça erguida, mas vai embora com as pernas tremendo, a máscara borrada e o gosto do meu leite na garganta.
Enquanto o marido faz "amorzinho" com ternura chata e o filho estuda, ela fecha os olhos e revive como eu como ela com força na bancada, desejando que o valentão do filho use ela de novo e de novo como a puta que ela realmente é.
Ela me implora pra não soltar ela, me pede por favor pra continuar usando ela enquanto o filho e o marido esperam em casa, sem desconfiar que a "mãe exemplar" agora só vive pelo meu prazer.
Se vocês querem ver a Beatriz sucumbir totalmente ao prazer proibido e degradante de ser a puta do valentão do filho dela... Quero ver esses pontos e comentários explodindo!
Se esse post bombar e vocês mostrarem que são viciados nesse conteúdo de categoria BULLY, vou continuar soltando mais histórias desse estilo e subir a segunda parte com a Beatriz.
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Relato Anterior:
Elisa: Minha Tia Recém-Separada:https://www.poringa.net/posts/relatos/6326456/Elisa-Mi-Tia-Recien-Separada.html●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●
Próximo Relato:
(Em breve)
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Mandamento Anterior:
Meu Mandamento 1:https://www.poringa.net/posts/gif/6326849/Mi-Mandamiento-1.html●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●
Próximo Mandamento:
Meu Mandamento 2:
(Em breve)
Tem aquele ar de "mulher inatingível", com uma pele branca impecável que contrasta com o vermelho das minhas palmadas.
Os peitos dela são naturais, pesados e firmes, daqueles que precisam de mãos fortes pra marcar, e uma bunda redonda de academia que parece feita pra quicar na minha pélvis.
Mentalmente: é uma mãe leoa que percebeu que sua maior fantasia era ser usada pelo valentão do filho.
É uma hipócrita gostosa que trocou a moral burguesa pelo gosto da minha porra, uma mulher que agora vive com o segredo de que o valentão do filho é o único macho que conseguiu fazê-la se sentir a puta que sempre escondeu debaixo dos vestidos caros.
Tava sentado no sofá, vendo uma série sem prestar atenção. A campainha quebrou o silêncio com três toques secos e violentos. Levantei devagar, sem pressa.
Olhei pelo olho mágico e sorri: uma loira de uns 45 anos, com um vestido justo e cara de poucos amigos, batia o pé no chão com seus saltos caros.
Abri de repente, me apoiando no batente.
— Baixa a bola, loira. Com essa cara de bunda, já vi que veio reclamar. Falei, varrendo ela com um olhar que a despia.
— Sou a Beatriz. Ela soltou com toda a arrogância.
— Você é o Alejandro? Meu filho voltou chorando, disse que você obrigou ele a limpar seus tênis com a língua. Você é um lixo! Ela gritou, tentando me empurrar.
— Entra, não grita que os vizinhos são fofoqueiros. Vem aqui e me fala o que você acha de mim. Falei com uma elegância manipuladora.
Ela entrou e o perfume floral tomou conta da minha sala.
Tranquei a porta.
O "clique" ecoou e ela se virou rápido.
— Por que você tá trancando? Abre! Se não deixar ele em paz, vou te destruir. Tenho contatos, cara. Ela me ameaçou.
— Seus contatos são irrelevantes pra mim. É assim que fala com quem tem o futuro do seu filho nas mãos? Perguntei, invadindo o espaço dela até sentir meu hálito.
— Não chega perto! Você é nojento, um psicopata. Ela disse, mas os olhos dela desceram pros meus lábios.
— Sou eu quem decide se a vida do seu filho vira um inferno. O quanto você ama ele? Tá disposta a se sacrificar? Soltei quase num sussurro sádico.
— O que você quer? Ela gaguejou, com medo e tensão sexual.
— Quero que você pare de ser a mãe perfeita. Quero que seja o que você é: uma milf que precisa que um homem bote ela no lugar. Quero que você seja minha puta. Falei com desprezo.
— Isso nunca! Você é louco! Ela gritou.
— Seu marido sabe que você tá aqui? Esse cara é um medíocre, por isso seu filho é um inútil. Você tá desesperada pra sentir o rigor de alguém com culhão. Zooei.
— Cala a boca! Não fala assim da minha família! Ela ofegou, mas não se afastou.
— Sua família é uma piada. Seu marido é um fracassado e seu filho é meu brinquedo. Agora, você vai ser meu prêmio. Sussurrei.
Fiquei olhando pra ela, curtindo como o ar escapava do peito dela. O silêncio era pesado, cortado pela respiração dela e o tique-taque do meu relógio.— Olha só pra você, loirinha. Tá morrendo de medo, mas essa buceta molhada te entrega. Sua hipócrita. Falei, rindo enquanto pegava o zíper do vestido dela.
— Não! Me solta, seu merda! Gritou, tentando me dar uns tapas, mas apertei o pulso dela fazendo ela gemer.
— Shhh... Se gritar, chama a polícia e me acham de boa, e você pelada. Como explica isso pro seu filho nerdão? Sussurrei no ouvido dela.
— Você é um monstro... um manipulador... Balbuciou, mas parou de resistir. Já não era mais uma mãe, era uma presa.
— Sou seu dono por sessenta minutos. Puxei o zíper de uma vez. O barulho foi tipo um tiro, revelando as costas brancas dela.
— Pelo amor de Deus! Vou morrer de vergonha! Implorou, tentando cobrir os peitos, mas fui mais rápido.
Segurei os pulsos dela, levantei acima da cabeça e apertei ela contra a parede. Arranquei o vestido dela com uma brutalidade que humilhou.
— Olha só o que você é. Uma milf ninfomaníaca. Seu filho sabe que você tem essas tetas de puta? Perguntei, apertando uma delas com força.
— Filho da puta! Não fala dele! Gemeu, fechando os olhos enquanto eu passava o olho no decote dela.
— No chão. Agora. Ordenei, apontando pros meus pés com uma arrogância total.
— Não! De joelhos não! Tem piedade! Choramingou, mas o olhar dela tava fixo na minha virilha, onde o volume já marcava a calça jeans.
— Piedade? Ajoelha ou amanhã seu filho recebe um vídeo meu contando como a mamãe se pelou. Você escolhe. Falei, vendo ela quebrar.
Ela soltou um soluço e deslizou pro chão. Os joelhos bateram no assoalho. Ali estava ela, de joelhos, com as tetas de fora.
— Muito bem. Agora, me serve. Abre minha calça. Ordenei, roçando a cara dela na minha braguilha.
— Te odeio tanto... Cuspiu, mas as mãos trêmulas dela já estavam soltando o botão da minha calça.
Ela pegou o elástico da minha cueca e puxou tudo pra baixo. Meu pau pulou pra fora. livre, batendo no nariz dele com uma pulsação violenta.
— Meu Deus! É um monstro! Alejandro, isso não vai entrar em mim! — exclamou, incapaz de desviar o olhar do meu pau.
— Vai entrar até o fundo. Qual é? O teu marido deve ter um amendoim perto disso. Dei uma risada na cara dela.
— Começa a trabalhar. Quero sentir essa boquinha. Ordenei, dando um tapinha suave com a minha rola na bochecha dela.
— Não consigo... você é o valentão do meu filho... — balbuciou, mas os olhos já estavam vidrados e a boca entreaberta.
— Consegue sim, e vai fazer. Porque se me fizer gozar, talvez eu seja bonzinho com o inútil. Falei, puxando o cabelo dela com força.
— Você é... o diabo... — ela disse, e fechou os olhos, esticando a língua, lambendo a base com uma desespero que me fez grunhir.
A milf tinha caído.
A vista lá de cima era uma obra sádica. A milf loira estava quebrada, com as tetas pesadas balançando enquanto o vestido pendia nela como um pano velho.
— Por favor, Alejandro! Já me humilhou! Não me obriga a meter isso na minha boca... Isso é o fim! — Suplicou, me olhando com nojo e desespero.
— O fim é você ser uma puta que só esquenta os outros. Não se faz de santa. Abre a boca. — Ordenei, acariciando a bochecha dela com a ponta da minha pica.
— Te odeio! Você é um doente! Se meu marido descobre, ele te mata! — Gritou, tentando dar um tapa que eu desviei rindo.
— Seu marido? Aquele corno trabalha pra pagar o perfume que agora se mistura com meu cheiro. Se não me servir, amanhã todo mundo vai saber que a mãe dele é a maior puta do bairro. — Tirei o celular e coloquei na cara dela.
— Não! Meu filho não! Ele não tem culpa. — Balbuciou, tapando o rosto, tremendo.
— Então já sabe o preço. De joelhos e trabalha. Quero essa boquinha aprendendo a obedecer. — Falei, agarrando ela pelo cabelo com uma firmeza que jogou a cabeça dela pra trás.
— Você é o mais baixo que existe... — Disse com lágrimas, mas se aproximou. As mãos dela apertaram minhas coxas com raiva.
— Menos conversa e mais chupada, puta. Vamos. — Ordenei, empurrando meu quadril contra os lábios pintados dela.
Ela soltou um grunhido de ódio e levantou as duas mãos mostrando um duplo "Vai se foder" com um olhar de fúria.
— Vai tomar no cu, Alejandro! Você me dá nojo! — Cuspiu em mim, e sem abaixar os dedos, envolveu minha pica com desespero raivoso.
O som da chupada era obsceno.
Ela me chupava com um ódio que dava pra sentir em cada movimento, mantendo os dedos levantados.
— Isso! Chupa assim, puta raivosa! Viu como você gosta de ser dominada? — Gritei, enfiando minha pica na garganta dela até fazer ela lacrimejar.
— Mghmm... mghmm... — Balbuciava ela, se engasgando sem abaixar os dedos. As tetas dela balançavam e o perfume já tinha sumido no cheiro de dominação.
— Olha na minha cara e diz com os olhos que você é minha escrava! — Ordenei, dando Um puxão de cabelo.
Ela abaixou os braços pra se agarrar nas minhas pernas e recuperar o fôlego, cuspindo minha pica com um som nojento.
A máscara de cílios dela tinha borrado.
— Tá machucando minha garganta! Para! — gritou, mas a respiração dela era um gemido ninfomaníaco que entregava tudo.
— Tá doendo? Que pena. Como é ser tão traidora, loira? — zombei, apertando os bicos dos peitos dela com raiva.
— Faço isso pelo meu filho! — chiou, mas quando me aproximei de novo, ela mesma procurou a pica, ansiosa pra se punir com prazer.
— Mentira. Você faz porque adora ser dominada. É uma puta inteligente. — falei, enfiando de novo na boca dela.
Ela levantou os dedos do meio de novo enquanto me chupava com mais técnica, deixando o instinto de milf assumir o controle.
— Isso, puta! Essa boquinha! Já vou te botar no teu lugar! — falei, sentindo o limite enquanto ela se entregava à humilhação total de joelhos na minha sala.
Eu a tinha exatamente onde queria. Os ombros dela tremiam e os peitos subiam e desciam num ritmo frenético.
A sala cheirava a ela, aquele perfume caro se rendendo ao meu desejo.
— Qual é, loira? Cansou? Cadê a madame que vinha me dar lição de moral? — soltei com uma gargalhada, adorando ver ela apertar os punhos.
— Você é um animal, Alejandro. Por favor... já chega. Meu filho... meu marido... Isso parte minha alma. — implorou com a voz falhando.
— Parte teu orgulho. E eu adoro isso. Me fala: "Amo, por favor, para de me usar como teu brinquedo". Fala. — ordenei, enroscando os dedos no cabelo dela com uma brusquidão que a fez ofegar.
— Não vou te dar esse gosto, seu sádico de merda. — cuspiu, mas as mãos dela se fecharam nas minhas coxas com uma força elétrica.
— Que rebelde. Mas quanto mais você resiste, mais vontade eu tenho de contar. Imagina a cara do teu filhote quando eu mostrar o áudio da mamãe gemendo? — sussurrei no ouvido dela.
— Não! Te imploro! Faço o que você quiser, mas não conta nada pra ele. Tem um pouco de humanidade. — balbuciou.
Vi uma lágrima grossa escorrendo pelo peito nu dela.
— Abaixa a cabeça. Quero que você lamba minhas bolas. Quero sentir aquela língua de mãe exemplar limpando todo o meu veneno. — ordenei com frieza.
— Isso é nojento! Não vou fazer! — gritou, tentando se levantar, mas eu a joguei de volta no chão com um movimento seco.
— No chão, puta. Quer que teu filho perca a bolsa? Porque com um único telefonema meu, o menino fica na rua. — manipulei, vendo os ombros dela desabarem.
— Você é o demônio... — disse com um fio de voz. Olhou pro meu pau como se fosse o abismo. O ódio nos olhos dela era fogo, mas as mãos começaram a buscar calor.
— Não me olha, faz. Engole, loira. Vai. — falei, encostando as costas na parede.
Ela soltou um suspiro de derrota.
Abriu a boca e, com um gemido de humilhação, envolveu minhas bolas.
O som era uma loucura: o "slurp" da língua dela e a pressão da Lábios.
Suas unhas me marcavam, ela me odiava, mas o corpo dela respondia ao meu comando.
— Mghmm...! — Balbuciava enquanto se esforçava. Eu a via de cima: a coroa loira se movendo e aquele vestido que já não servia pra nada.
— Isso, putinha! Tá vendo como você gosta de me servir? — Gritei, marcando o ritmo da degradação dela.
— Você é o pior! — Ela soltou, tirando a boca por um segundo com o queixo brilhante. Mas afundou o rosto de novo com uma voracidade que me fez grunhir.
— Você adora que o valentão do seu filho te tenha assim, de joelhos. — Falei, sentindo a pele dela queimar.
— Cala a boca! Eu faço isso por ele! — Gritou, mas as mãos dela já não apertavam com raiva; acariciavam minha virilha com uma suavidade ninfomaníaca, buscando mais contato.
— Mentira. Você é uma mentirosa gostosa. Não para até eu mandar. Quero que me deixe impecável. — Ordenei. Ela fechou os olhos e se entregou, me mostrando que já era minha escrava pessoal.
Puxei ela pelo cabelo com uma brutalidade que arrancou um gemido dela.Levantei ela do chão.
— Me solta! Tá me machucando, animal! — Gritou, tentando cravar as unhas nos meus braços, mas o corpo dela já vibrava em outra frequência.
— Ainda não terminamos, loira. — Falei.
Empurrei ela contra a bancada de granito frio.
— O que... o que você vai fazer agora? — Gaguejou ela, com o brilho da saliva ainda nos lábios vermelhos e o olhar perdido.
— Não é óbvio, Beatriz? Vim te dar a foda que você veio buscar e que tanto precisa. — Respondi com uma arrogância que deixou ela sem ar.
— Nãooo! Isso não! — Gritou, mas eu dei um tapa na bunda dela tão forte que o som do impacto ecoou pela cozinha toda.
— Pelo amor, Alejandro! Para! É... é muito grande... nunca tive uma piroca tão grande quanto a sua, você vai me rasgar... — Suplicou, enquanto eu abria as pernas dela com meus joelhos, ignorando o choro fingido dela.
— Seu marido medíocre não deve saber nem por onde começar com uma mulher como você, por isso você tá aqui, procurando o valentão do seu filho pra te fazer sentir mulher de verdade. — Falei, zoando a falta de culhão do marido dela.
Levantei o vestido dela de uma puxada até a cintura.
— Olha só o que temos aqui... Pra quem você vestiu essa calcinha fio dental preta, Beatriz? Você veio "reclamar" mas vestiu a coisa mais provocante que tinha na gaveta. Sua hipócrita. — Ri, apontando pra peça fina que mal cobria a intimidade dela.
— Não... não é o que você tá pensando... vesti sem perceber... não zoa... — Gaguejou ela, ficando vermelha de vergonha enquanto eu esticava o elástico com o dedo.
— Mentira. Você veio ver o valentão do seu filho com esse vestido e essa calcinha... veio aqui pra ser comida, Beatriz. Não mente mais pra mim. — Soltei ela, deixando ela exposta e tremendo contra o mármore.
— Você não pode ser tão sádico! Pelo amor, não me come aqui feito uma puta! Deixa eu chupar você de novo ou o que você quiser, mas não me fode assim! — Choramingou, mas as pernas dela se abriram. se entregando por completo.
— Te fazer amor? Haha, não se engana, loira. Putas como você não levam amor, levam é pica. Falei, puxando a calcinha fio dental preta dela até cair nos tornozelos.
— Você é um doente! Ela gritou, mas arqueou as costas instintivamente.
O vestido levantado deixava ver a bunda branca e firme dela contra a granito.
— Você é uma puta loira deliciosa. Falei enquanto me posicionava atrás dela.
— Não! Espera! Dói! Ela gaguejou, mas antes que terminasse a frase, enfiei de uma só vez, seco e fundo.
— AIH! MEU DEUS! Mghmm...! Ela soltou um grito de puta desgarrador que virou um uivo de prazer animal enquanto se agarrava na pia com as mãos.
— Isso! Me xinga! Fala o quanto me odeia enquanto sente eu te enchendo, puta. Perguntei, me movendo com violência ritmada.
— Ahhh...! É demais! Para, por favor! Ela suplicou, mas o corpo dela pedia mais.
— Não paro porra nenhuma. Pensa no inútil do teu filho, pensa no teu marido sem graça. Certeza que teu marido não te faz gritar assim. Falei, dando um tapa na bunda dela.
— Não fala deles! Ahhh, sim... mais forte! Ela terminou gritando, entregue.
Os insultos dela eram puro combustível.
— Não, não! Isso não pode me dar prazer! Não tô gostando! Exclamou ela, entrando numa breve reação de negação.
— Viu como você gosta? Olha como você aperta, você tá escorrendo, Beatriz. Haha. Zombiei, sentindo a umidade dela me envolvendo.
— Assume. Você é minha puta loira. Fala isso ou conto pra sua família como você é de verdade. Ameacei, parando o movimento seco, deixando a pica enterrada até o fundo dentro dela.
— Não! Por favor... não conta nada pra eles...! Te imploro...! Ela gaguejou com a voz tremendo, sentindo minha pica pulsando dentro da barriga dela, enchendo ela por completo enquanto mal conseguia respirar.
— Então fala. Fala "Amo". Me ordena que eu continue te comendo como a puta que você é. Exigi, apertando a cintura dela com força.
— Não Pára! Por favor, Amo! Sou sua putinha! Faz de mim o que quiser, mas não para! Ela gritou desesperada, com submissão ninfomaníaca.
— Me mostra que quer trepar, putinha. Mexe-te. Falei com soberba, ficando parado pra ela fazer o trabalho.
Ela, pra me mostrar que aceitava seu lugar, começou a rebolar a bunda pra trás com dificuldade por causa do tamanho, me procurando, batendo contra minha pélvis com um desespero animal.
— Hahaha, isso aí... Assim que se mexe uma putinha faminta. Falei enquanto segurava ela com uma mão no ombro e a outra na cintura pra dar mais força.
Puxei ela pra trás com força enquanto eu metia com tudo, fazendo ela levantar a cabeça e soltar um uivo longo, um grito de puta ninfomaníaca que ecoou pelo apartamento inteiro.
— AIIIIIH!!! SIM, AMO!!! ME COME MAIS FORTE!!! SOU SUA PUTA!!! Ela gritou uivando, totalmente perdida na degradação.
— Boa garota. Aguenta, que isso é só o começo. Falei.
— Assim que eu gosto, putinha. Rebola pra mim. Falei, enquanto começava a comer ela com uma fúria.
Beatriz estava apoiada na bancada, com o peito subindo e descendo, tentando recuperar o fôlego que eu tinha roubado dela com cada estocada.O olhar dela era uma guerra civil: o ódio puro pelo cara que fodia a vida do filho dela se misturava com uma luxúria animal que a deixava toda melada.
Tirei meu pau quase por completo, deixando só a ponta roçando na entrada dela, curtindo como ela buscava o contato sem nem perceber.
— Qual é, Beatriz? Ficou muda? Ou é que ainda tá sentindo a buceta vibrar? — soltei com um sorriso de superioridade, enquanto me afastava dela só o bastante pra ver ela quebrada.
— Você é... um monstro. Meu filho tem medo de você... e eu... eu tô aqui... já deu, Alejandro... agora vou embora. — Ela gaguejou, toda agitada, tentando ajeitar o vestido com as mãos trêmulas, achando que a gente tinha terminado de foder.
— Como é que você me chamou?! — gritei, pegando ela pelo cabelo e puxando a cabeça dela pra trás pra me encarar.
— Desculpa... Alejandro... — ela tentou dizer, mas meu olhar de aço cortou ela na hora.
— Não me chamo Alejandro pra você, puta! Sou seu dono! Fala! Sou seu dono e quem acaba com seu filho se eu tiver na puta que pariu! — rosnei no ouvido dela, apertando os dedos no couro cabeludo dela.
— Desculpa... desculpa, Dono... sim, você é meu Dono... — ela ofegou, com as pupilas dilatadas e a respiração toda cagada, aceitando a humilhação total.
Ri na cara dela e, sem avisar, enfiei tudo no cu dela de uma só vez, com um golpe seco, fazendo as costas dela arquear violentamente contra o mármore.
— Aaaaiii!!! Dono!!! Não!!! — ela gritou, com um som agudo e desgraçado que virou um gemido molhado de prazer proibido enquanto eu dava estocadas brutais.
— Terminamos? Tá só começando, puta. — sussurrei no ouvido dela enquanto continuava com movimentos violentos, ouvindo o som da minha carne batendo na bunda dela: *Tchau, tchau, tchau!*
— Ahhh! Haa... haa...! Não, para! Deixa eu descansar... — Tá doendo meu cu, Amo! — implorou ela, com o rosto colado na bancada, babando um pouco pela intensidade das minhas estocadas.
— Você não vai descansar porra nenhuma. Agora vai me dar essa sua buceta. Quero rasgar esse orgulho de mãe santa por todos os lados. O que você diz, Beatriz? Me dá ou vou ter que te forçar? — perguntei, dando um tapa na bunda dela que ecoou como um tiro na cozinha.
— Não... isso não... pelo amor... Amo... — ofegou ela, mas em poucos segundos, vencida pelo rigor e pelo calor que subia pelas costas, baixou a cabeça.
— Tá bom... faz o que quiser... mas me come de uma vez, Amo... te imploro...
— Não aqui. Vamos pro meu quarto. — ordenei, tirando o pau dela com um som molhado que denunciou o quanto ela estava encharcada.
— Não! Pro quarto não! Me deixa ir, você já teve o que queria! — suplicou, se agarrando nos móveis pra não ser arrastada, com as pernas tremendo igual gelatina.
— Olha a porta, Beatriz. Tá bem ali. Mas pensa: se alguém entrar agora e nos ver assim, com seu vestido rasgado e meu gozo nas suas pernas... não vão ver uma vítima. Vão ver a "mãe do ano" aproveitando a pica do valentão do filho dela. Sua reputação vale o que eu decidir. Anda, puta. — manipulei com frieza, curtindo como a resistência dela desmoronava sob o peso da chantagem.
— Te odeio... juro que te odeio... — sussurrou, mas começou a andar em direção ao meu quarto, derrotada.
Ela andava devagar, com as pernas abertas e uma dificuldade que denunciava o quanto eu tinha castigado ela. Eu ia atrás, me enchendo de satisfação e orgulho ao ver suas costas brancas e aquele andar vacilante de mulher submissa.
— O que foi, puta? Tá doendo o cu? Anda mais rápido que não tenho a tarde toda. — soltei com soberba, dando um empurrão pra ela entrar no quarto.
Entramos no meu quarto.
Sentei na beira da cama, completamente nu, abrindo as pernas com uma arrogância absoluta, com meu pau pulsando e apontando pra cara dela.
Ela ficou de pé, no centro, tremendo sob a luz fraca, com o peito subindo e descendo de forma irregular.
— Tira essa roupa, Beatriz. Arranca esse pano que já não serve pra nada. Quero ver minha milf favorita pronta pro segundo round. Ordenei, percorrendo ela com os olhos com uma soberba que a fazia se sentir minúscula.
Ela hesitou, as mãos foram pras alças do vestido. Os dedos tremiam visivelmente.
Ela baixou o tecido devagar, deixando o vestido cair no chão como uma pele morta.
Quando o pano chegou na altura da bunda, Beatriz fez um movimento instintivo, jogando a rabeta pra trás enquanto terminava de se despir, um gesto de puta velha que não conseguiu evitar por causa da excitação acumulada.
Eu caí na risada, zoando o exibicionismo involuntário dela, curtindo como os peitos pesados dela ficavam à mostra.
— Olha só... você é uma puta gostosa. Vem cá. Ordenei com voz de comando.
Fiquei sentado na beirada da cama, com as pernas bem abertas, apoiando as mãos no colchão. Meu pau tava ali, duro, pulsando e apontando direto pra cara de "mãe preocupada" dela.
A Beatriz tava de pé, a dois metros, pelada, com a pele branca contrastando com a escuridão do quarto e aquele rastro descendo pelo corpo dela, brilhando nas coxas, uma mistura viscosa da minha porra pré e dos próprios sucos dela que refletiam a luz fraca, denunciando que a "senhora" tava derretida por dentro.
Ela tentou dar uns passos, andando ereta como uma pessoa normal, tentando resgatar um grama de dignidade.
— O que cê tá fazendo? Quem você pensa que é pra vir andando assim, Beatriz? Cê acha que ainda é uma dona de casa, uma mulher respeitável? Se olha, cê tá escorrendo minha porra e tem os olhos de uma ninfomaníaca. Aqui cê não é ninguém. Gritei pra ela.
— Alejandro... por favor... já tô aqui, já fiz tudo que cê quis... me despi, me deixei... já chega... Ela implorou com os olhos marejados, fazendo um esforço sobre-humano pra não se quebrar de vez na frente do cara que usa o filho dela de servo na faculdade.
— Não me chama de Alejandro, sua puta! Cê não é ninguém pra usar meu nome! Pra você, eu sou seu Amo, seu dono, quem decide se amanhã seu filho entra na faculdade ou se eu fodo a carreira dele publicando o vídeo onde obriguei ele a lamber meus tênis na frente de todo mundo. Rosnei pra ela, apontando pro chão com o dedo indicador, firme, sem um pingo de piedade.
— Desculpa... Ale... A... Amo... não, por favor... isso é demais... Tem piedade, sou uma mulher mais velha, não me faz isso, te imploro. Ela choramingou, tapando um pouco os peitos com os braços, um gesto inútil que só me dava mais vontade de quebrar ela.
— Vem como o que cê é, uma puta submissa. Seu filho rastejava como um verme pra catar meus apontamentos hoje de manhã enquanto eu pisava nos dedos dele e ria na cara dele, agora é sua vez de mostrar que cê é tão servil quanto aquele inútil. Vem rastejando até mim, puta! AGORA! Ordenei.
Lentamente, ela foi abaixando o corpo, apoiando primeiro um joelho e depois o outro, afundando-os no carpete com uma lentidão que me permitia saborear a rendição dela. Depois apoiou primeiro uma mão e depois a outra, até ficar totalmente de quatro, com as costas arqueadas e a cabeça baixa.
Começou a avançar na minha direção, engatinhando com dificuldade porque as pernas ainda tremiam da surra que levou na cozinha e do peso da vergonha.
Os peitos pesados dela balançavam de um lado para o outro a cada movimento dos braços, e a intimidade dela ficava exposta a cada passo que dava em direção ao meu pau, brilhando sob a luz do abajur.
— Muito bem... era assim que eu queria te ver. A grande Beatriz, a mãe do ano, engatinhando na frente do valentão do filho dela. O que esse fracassado pensaria se te visse assim agora? Se visse a mamãe dele rebolando a bunda e se arrastando como uma putinha pidona pro cara que usa ele de tapete humano em toda aula? — zombei, soltando uma risada arrogante enquanto ela chegava aos meus pés.
— Você... você é um demônio... te odeio com toda a minha alma... mas... por favor, não conta pra ele... não conta nada... — balbuciou ela, já entregue, com o rosto a centímetros dos meus joelhos, sentindo o calor da minha virilha.
— Como você me chamou, puta? "Demônio"? Um Amo se respeita se você não quiser que amanhã seu filho vire motivo de piada na universidade inteira por sua culpa. Fala direito. — avisei, segurando o queixo dela com força, obrigando-a a me olhar nos olhos enquanto meu pau roçava o nariz dela.
— Desculpa... desculpa, Amo... não quis... por favor, Amo, me perdoa. — suplicou ela, tremendo de medo e humilhação, com o olhar baixo e a respiração ofegante.
— Assim que eu gosto, puta. Agora, fica na posição. Levanta essa bunda pra cima e abaixa a cabeça, quero que você limpe bem minhas bolas com essa língua de madame fina. — ordenei, agarrando o cabelo loiro dela e forçando a cabeça dela entre minhas coxas, esmagando o rosto dela contra meu saco.
— Não! As Bolas não! Isso é degradante demais, Senhor! Não me obriga a uma baixeza dessas, te imploro pelo que é mais sagrado! Tentou desviar o rosto, se debatendo fraco, mas eu apertei o punho no couro cabeludo dela, puxando pra baixo com raiva até ela soltar um gemido de dor.
— Vai se recusar agora? Quer ver eu mandar o vídeo pro grupo inteiro da faculdade agora mesmo? Faz isso, puta, ou juro que amanhã obrigo seu filho a lamber minhas chuteiras enlameadas na frente de todos os professores e vou dizer que aprendeu a lamber tão bem graças à mãe dele! Gritei, sacudindo a cabeça dela.
Ela abriu a boca com um suspiro de rendição total e envolveu minhas bolas.
Com uma mão segurou a base da minha rola pra afastar, e com a outra ajeitou minhas bolas pra enfiar inteiras na boca, passando a língua em cada canto com uma desesperação molhada e ritmada.
O som da sucção foi instantâneo, um *slurp* profundo que me fez fechar os olhos de puro poder, sentindo a língua quente dela trabalhando pra mim enquanto as lágrimas caíam nas minhas coxas.
— Mghmm... mghmm... Balbuciava ela, se engasgando com meu cheiro, com meu gosto, enquanto os peitos dela roçavam meus joelhos em cada movimento circular que fazia com a cabeça.
— Isso! Chupa elas bem, puta! Viu que consegue? Viu como você gosta do rigor de um homem de verdade? Seu marido é um medíocre que não sabe nem como te tocar, por isso você tá aqui, gozando com a humilhação que eu te dou. Dizia eu, dando tapinhas suaves nas bochechas dela enquanto ela continuava com a tarefa degradante.
— Te... te odeio...! Filho da puta! Conseguiu cuspir um segundo quando tirou a boca pra recuperar o ar, me olhando de baixo com um ódio que já era puro combustível sexual.
Me levantei da cama com um movimento brusco, ignorando que ela ainda estava lá embaixo, e agarrei ela pelo cabelo com uma maldade que fez ela soltar um gemido. Forcei ela a se levantar e joguei ela em cima do colchão.
Beatriz caiu de boca, com os peitos esmagados contra os lençóis e a bunda branca apontando pro teto.
— Filha da puta? Ainda tem língua pra me xingar depois de como lambeu minhas bolas, Beatriz? Acho que você não entendeu quem manda aqui. Rosnei, subindo na cama.
— O que... o que você vai fazer comigo agora? Ela perguntou com a voz trêmula, me olhando de lado com pânico.
— Você me cansou, puta. Vou te educar como a puta que você é. Falei.
— Não! Alejandro, por favor! Foi um impulso! Tem piedade, Ale...! Ela gritou, tentando se cobrir.
— Amo! Sou seu Amo, puta! Não esquece mais como tem que me chamar! Gritei, cortando o nome dela no seco.
— Fica de quatro, puta! Levanta essa bunda! Ordenei, dando um tapa na nádega esquerda que estalou como um chicote seco. *Plaff!*
A pele branca ficou vermelha na hora, marcando a forma da minha mão na pele de milf dela.
Me posicionei atrás dela, agarrando ela pela cintura com uma força que afundou meus dedos na carne, deixando marcas.
— Olha como você tá pro valentão do seu filho, Beatriz. Seu marido medíocre deve estar dormindo agora enquanto eu vou te dar a foda da sua vida. Qual é a sensação de saber que sou o dobro de homem que esse corno? Zoiei, roçando o clitóris dela com a ponta antes de meter meu pau.
— Isso não é verdade...! Ele é... ele me respeita...! Você é um sádico, Alejandro! Não pode ser tão mau! Ela gritou, embora a voz dela soasse falsa, uma mentira que se desmontava enquanto o corpo dela me procurava por puro tesão.
— Não tem comparação, Beatriz. Ele faz amor, eu vou te comer gostoso. Ele cuida de você, eu te arrebento. Falei.
Enfiei tudo nela de uma vez, seco e brutal. Senti meu pau de aço forçando as paredes dela, esticando elas até limite enquanto o calor do seu interior me envolvia, até que minhas bolas bateram na bunda dela com um baque seco.
— GAAAAAAHHHH!!! MEU DEUS! VOCÊ VAI ME PARTIR! É MUITO GRANDE! AMO, TIRA, POR FAVOR!. Uivou Beatriz, sentindo que a atravessava.
— Ainda não aprendeu, né, puta?. Falei, dando uma estocada tão forte que o corpo dela voou pra frente.
As mãos dela arranharam os lençóis com desespero e as pernas falharam, afundando no colchão com o impacto do meu tamanho.
— Qual é, puta?! Tá doendo ser preenchida de verdade?. Gritei, começando a dar estocadas longas, tirando quase tudo e voltando a entrar com violência. *Slurp, plaf, slurp, plaf!*
— Ahhh! Mghmm! É... é que não entra! Você me estica toda! Amo... vai me rasgar!. Balbuciava ela entre soluços e gemidos ninfomaníacos, enquanto a cabeça balançava pra frente e pra trás na cama.
— Fala como é que é! Fala que o cara que humilha seu filho tá te arrombando toda! Grita!. Exigi, dando outro tapa feroz na outra nádega. *Plaff!*
— É como se você me partisse! Ahhh! Sim, Amo! Dói, mas eu adoro! Me rasga toda!. Gritou ela, perdendo a sanidade.
— Isso aí! Essa é a puta milf que você é!. Ri, dando mais um tapa sonoro.
— Toma! Esse é seu castigo por ser a puta do valentão do seu filho! Esse é seu lugar!. Falei.
Minhas estocadas ficavam cada vez mais rápidas, mais potentes, fazendo o corpo dela bater no meu com um som obsceno que enchia o quarto todo.
— Quem é minha puta?! Fala!. Gritei, mas ela só soltava gemidos e sons guturais, viajando no prazer.
Peguei o cabelo dela com força, puxando a cabeça dela pra trás pra ela me olhar de lado enquanto eu dava uma série de tapas que ecoavam no quarto. Beatriz mordia o lábio inferior com desespero, soltando gemidos molhados e quentes que entregavam a excitação total dela.
— Mmmgh... ahhh... sim! Mais forte, Amo! Ahhh, ahhh!. Gemeu Ela, entregue à humilhação.
— Quem é minha putinha, putinha?! Me responde agora! — rosnei com raiva, puxando o cabelo dela para trás pra que ela me sentisse ainda mais fundo.
— SIIIIM!! SOU SUA PUTINHA!! AHHHH!! — ela gritou, apertando com as paredes internas enquanto arqueava as costas e levantava a bunda desesperada.
Eu não parei.
A milf tava domada, quebrada, e o corpo dela implorava pra que eu nunca a soltasse.
Tinha ela ali, entregue, com o orgulho todo despedaçado em cima da minha cama. Tirei de dentro dela com um som molhado, um *chlop* que ecoou no silêncio do quarto, e antes que ela pudesse recuperar o fôlego, dei uma estocada final, curta mas brutal, que a fez pular.
— Ahhh! Amo... pelo amor de Deus! Você vai me deixar aleijada! Não cabe mais, juro que você vai me partir ao meio! — Gritou Beatriz, afundando no travesseiro com o corpo tremendo.
— Menos reclamação e mais ação, loira. Levanta. Senta em cima de mim. Quero que você sinta como se enfia sozinha na sua própria derrota. — Ordenei, me recostando contra a cabeceira com uma calma sádica.
— Não consigo! Não tenho forças! Minhas pernas são gelatina, Am... Amo! — Balbuciou ela, tentando se levantar com uma falta de jeito que me dava risada.
— Não tem forças? Pra vir em casa "me dar uma lição" você tinha muita energia. Agora me mostra que serve pra algo mais do que cozinhar pro inútil do seu filho. Sobe! Agora! — Rosnei, dando um empurrão que a obrigou a sentar nas minhas coxas, de costas pra mim.
Beatriz se ajeitou, tremendo, com as costas brancas e perfeitas na minha frente, enquanto os peitos pesados subiam e desciam. Ela estava linda e quebrada. Agarrou meu pau com as mãos finas, aquelas mãos de "dona de casa", guiando ele até a entrada dela.
— É que... é uma loucura... Amo, como você consegue deixar ele assim? É um bicho... você vai destruir minha buceta... — Sussurrou, olhando por cima do ombro com puro terror.
— Cala a boca e desce, puta. Senta no cara que ontem humilhou seu filho na faculdade. Pensa nisso enquanto você se abre. — Falei, curtindo como as costas dela se tensionavam antes de começar a descer com uma lentidão agonizante.
— Guaaaaaah!! MEU DEUS! Amoooo! — Gritou Beatriz, parando de repente assim que a cabeça do meu pau começou a alargar ela, sentindo a pressão daquela grossura proibida.
— Desce tudo! Não te dei permissão pra parar! — Gritei, segurando firme nos quadris dela e puxando pra baixo com um movimento seco e cruel.
— SIIIIIII!!! AHHHH!!! — ela uivou, um grito que com certeza ecoou pelo andar inteiro, enquanto meus centímetros afundavam na buceta dela, esticando até o limite físico. Ela ficou ali, cravada, respirando como se tivesse correndo uma maratona.
— Hahahaha, se olha... a dona Beatriz, a mulher do medíocre, empalada como uma qualquer no meu quarto. O que seu marido diria se visse que a "companheira de vida" dele tá com a cara cheia de prazer pelo cara que o filho dele mais odeia? — ri na cara dela, vendo a nuca dela se arquear pra trás, buscando meu contato.
— Ele... ele é um santo! Você é um demônio! Mas me faz sentir coisas que ele nunca... ahhh... mghm! — exclamou, e começou a se mexer sozinha, subindo e descendo com uma desespero animal, fazendo as nádegas dela baterem com força no meu púbis.
— Isso! Mas eu adoro! Ahhh! É enorme, Amo! Me preenche toda, não sobra espaço pra mais nada! Me arrebenta, continua que eu tô gozando! — gritou ela, entregue ao ritmo que eu impunha de baixo.
— Olha como você quica, putinha! Me olha de lado e me diz quem é teu dono! Amanhã quando der o beijo de boa noite no teu filho, vai lembrar de como se rebolar em cima de mim feito uma ninfomaníaca. — falei, apertando a cintura dela com força pra marcar os dedos enquanto via as costas suadas dela se sacudirem.
— Sou sua putinha! Sou a putinha do bully do meu filho e adoro! Faz o que quiser comigo! Mghmm... isso! Por favor, me come assim todo dia! — disse ela, perdendo o pouco juízo que restava enquanto o som dos nossos corpos se chocando *Plaf, plaf, plaf!* enchia o quarto.
Agarrei ela pela cintura com uma força animal enquanto ela ainda quicava em cima de mim, cortando o ritmo dela de uma vez. Beatriz soltou um gemido de surpresa, mas antes que pudesse dizer qualquer coisa, girei ela no ar e esmaguei contra o colchão, deixando ela de barriga pra cima.
A cama rangeu sob o peso dela e meus joelhos abriram as pernas dela de uma vez, deixando ela completamente exposta.
Apoiei minha mão esquerda do lado da cabeça dela, afundando os dedos na cama, enquanto com a direita segurei a coxa dela com uma pressão que deixava os dedos marcados na pele branca.
Meu pau, ainda pulsando, buscou a entrada dela e se enterrou de novo até o fundo num movimento seco só.
— GAAAAAAHHHH!!! Am... Amo! Sinto que você vai me atravessar! — Ela uivou, arqueando as costas enquanto as mãos dela procuravam desesperadamente meu antebraço, apertando com as unhas como se fosse a única coisa sólida num mundo que se desmontava.
— Olha sua cara, Beatriz. Você tá com olhos de ninfomaníaca. Cadê a mulher que me olhava com nojo na porta? — Rosnei, começando a dar estocadas lentas, profundas, curtindo como os peitos pesados dela balançavam violentamente a cada golpe.
— Se... se foi! Essa mulher morreu na sua cozinha! Ahhh... mghmm! Você é um animal, Amo! Tá me rasgando toda por dentro e o pior é que não quero que pare! Faz o que quiser comigo, me fode assim pra sempre! — Ela gritou, com o cabelo loiro todo bagunçado e a boca entreaberta, babando saliva e desejo.
— Isso aí! Grita mais alto! Deixa o prédio inteiro saber que a mãe do nerd é a puta mais gostosa do bairro. O que aconteceria se seu filho entrasse agora e visse como seus peitos rebolam pra mim enquanto eu te como? O que ele pensaria da "mãe exemplar" dele te vendo lamber minhas bolas um minuto atrás? — Zoiei, acelerando o ritmo até que o som da carne batendo *Plaf, plaf, plaf!* ficou ensurdecedor.
— Não... não fala isso! Ele morreria de vergonha! Mghmm... sim! Mas é a Verdade! Sou uma puta, Amo! Sou sua puta e adoro que me trate assim! Me rasga mais, não tenha pena de mim! Ela balbuciou, perdendo o pouco juízo que lhe restava.
— Seu marido medíocre te toca com medo, pede permissão. Eu te pego porque você é minha. Sente como eu te estico, sente como meu pau de aço marca o ritmo da sua nova vida. Amanhã, quando seu filho me trouxer café na mesa como o servo que é, eu vou estar rindo, lembrando de como você implorava pra eu não tirar. Sussurrei, abaixando o rosto.
— Ahhh, meu Deus! É que não consigo parar de pensar nisso! Me dá nojo e me excita ao mesmo tempo! Sim, aí! Mais fundo, por favor! Gritou Beatriz, enquanto seus gemidos se misturavam com o som molhado do meu pau entrando e saindo da buceta encharcada dela.
— Olha nos meus olhos, puta! Olha enquanto eu termino de te destruir! Quero ver esse ódio misturado com o prazer de ser dominada pelo valentão do seu filho. Diz quem é o seu macho! Ordenei, dando uma estocada tão forte que a cabeça dela bateu no encosto.
— VOCÊ! VOCÊ É MEU MACHO! MEU MARIDO É UM INÚTIL DO SEU LADO! VOCÊ É MEU AMO! AHHHH, SIIIIM! Exclamou ela, com as pupilas dilatadas e o corpo tremendo num espasmo de prazer puro, reconhecendo finalmente que, apesar de todo o ódio, já não conseguia viver sem mim.
Tirei ela de uma vez, ouvindo aquele *chlop* molhado e pegajoso que denunciava o quanto eu a tinha deixado aberta e encharcada.Beatriz desabou por um segundo nos lençóis, respirando com dificuldade, com as pernas abertas e as coxas tremendo em espasmos involuntários.
Não dei tempo pra ela se recuperar.
Ela ficou um segundo perdida, com o olhar vago no teto e as pernas ainda abertas.
— Pra baixo, puta! No chão! Ainda não terminamos! — rosnei, apontando pra frente dos meus pés.
Beatriz reagiu como se tivesse levado um choque.
Ela se arrastou pra fora da cama com uma moleza deliciosa, os joelhos bateram no chão e ela ficou ali, de joelhos na minha frente.
A imagem era pura luxúria e humilhação: a milf impecável agora estava nua e escorrendo, de joelhos diante do valentão do filho dela, completamente entregue.
— Me olha, puta. Levanta essa cabecinha de mãe exemplar. — falei, pegando minha pica e começando a bater uma devagar.
Beatriz engoliu seco, tremendo.
As mãos finas dela, de unhas cuidadas, foram pros peitos.
Ela levantou os peitos pesados na minha direção, com os bicos duros feito pedra.
— Amo! Me olha! São teus! Me dá tudo, quero seu gozo! — ela implorou, com os olhos injetados de desejo.
— Hahaha! Se olha, Beatriz! A mãe do inútil do teu filho ajoelhada pedindo porra como uma puta barata! Você é uma puta! — zombei, olhando pra ela de cima com total superioridade.
— Que ele fique sabendo! Que o mundo inteiro saiba! Já não ligo mais pra nada! Só quero seu gozo, Amo! Me dá seu gozo, por favor! — ela gritou, perdendo o pouco juízo que restava, enquanto apertava os peitos.
— Tá com tanta vontade assim, puta?! Quer o gozo do valentão do teu filho?! Abre bem essa boquinha! — rosnei, dando um tapa na cara dela que a fez ofegar.
Beatriz abriu a boca com um desespero animal, esticando a língua de uma vez.
Os olhos dela estavam fixos na minha pica, dilatados, hipnotizados pela dominação total que eu exercia sobre ela. SIM! ME DÁ! EU QUERO TUDO! Ela suplicava, babando de pura antecipação.
— TOMA, vadia! ENGole TODO O PORRA DO BULLY DO SEU FILHO! Gritei, enquanto meu corpo se tensionava e o primeiro jato de esperma quente saía disparado com uma força brutal.
Beatriz abria cada vez mais a boca, enquanto mais jatos banhavam seus lábios e caíam sobre seus peitos empinados.
— Mghm... mghmm... ahhh! Ela fazia sons guturais enquanto tentava capturar cada gota que voava em sua direção.
Fiquei ali, ofegante, vendo como a "Grande Senhora" passava a língua pelos lábios para não desperdiçar nada, com a cara toda escorrendo do meu esperma, brilhando sob a luz do quarto.
— Obrigada... obrigada, Amo! Sou sua vadia... sempre vou ser sua vadia! Sussurrou ela, lambendo os lábios com um sorriso de absoluta derrota e prazer.
— Isso! Me olha daí de baixo! Me diz, como é se oferecer pro cara que ontem humilhou seu filho na frente da turma toda? Como é ser a vadia do bully do seu filho? Zombei com um sorriso cruel.
— É... que sou uma vadia! Ahhh! Amo, por favor! Me dá mais, eu preciso! Preciso sentir que sou sua! Suplicou ela, com a língua pra fora, balbuciando como uma ninfomaníaca enquanto suas mãos apertavam os peitos com tanta força que deixavam marcas vermelhas.
— Grita mais alto! Quer meu esperma, Beatriz? Quer que o bully do seu filho deixe sua cara brilhando pra você lembrar de mim? Rosnei, puxando ela pelo cabelo pra não desviar o olhar.
— SIM! PELO AMOR DE DEUS, AMO! ENCHE MINHA BOCA! QUERO SER SUA VADIA! Gritou ela, completamente alucinada, aproximando o rosto do meu pau com um desespero doentio.
— Olha como sua boca fica aguada, vadia! Você é igual a todas, uma milf entediada que precisava de um macho de verdade pra botar no lugar. Amanhã seu filho vai olhar pra sua cara e não vai entender por que você tem esse brilho de vadia nos olhos! Ri, sentindo que já não aguentava mais a pressão na base.
— NÃO TÔ NEM AÍ! — ME DÁ SEU GOZO, DONO! ISSOOO, AÍ! — uivou Beatriz, enquanto as mãos se desesperavam apertando o próprio peito.
— TOMA, puta! ISSO É PRA SEU FILHO E PRA SEU MARIDO CORNO! — gritei, enquanto meu pau explodia de novo.
O primeiro jato acertou direto no lábio inferior e no queixo dela.
Beatriz nem piscou, deixou o gozo inundar a boca, engolindo de forma rítmica e profunda.
O sêmen descia pela garganta dela enquanto os próximos jatos decoravam as bochechas, o nariz e os peitos empinados.
Ela fechou os olhos, saboreando cada gota que caía na língua com um gemido de satisfação pura que arrepiou minha pele.
— Mmmgh... ahhh... obrigada, Dono! Obrigada por me marcar assim e me encher do seu gozo! — sussurrou ela, lambendo os lábios com uma lentidão ninfomaníaca e engolindo o último resto que tinha na boca.
Ficou ali, me olhando do chão com uma devoção doentia e os olhos brilhando, banhada no meu gozo como a puta que sempre quis ser.
Fiquei ali, de pé na frente dela, respirando pesado enquanto via ela saborear meu gozo com aquela devoção doentia.Agarrei ela pelo cabelo com uma mão, enrolando meus dedos nos fios loiros dela e puxando a cabeça dela pra trás pra que ela me olhasse. A Beatriz estava com a cara toda bagunçada: o sêmen brilhava nas bochechas dela, escorria pelo queixo e se misturava com a própria saliva num fio grosso que ligava a boca dela às minhas coxas.
— Não te dei permissão pra parar de trabalhar, puta. Olha como você me deixou, minha pica tá suja e quero que você me deixe impecável. Me limpa! Lambe tudo até não sobrar nenhum vestígio! Ordenei, empurrando minha pica ainda molhada contra os lábios dela banhados no meu próprio fluido.
— Mghm... sim, Amo! Tudo... quero limpar você todinho! Balbuciou ela, e sem que eu precisasse pedir duas vezes, envolveu meu membro com uma voracidade que fez meu abdômen ficar tenso.
O som era uma loucura no silêncio do quarto. Um *slurp, slurp* rítmico e pegajoso enchia o ar enquanto a língua dela passava por cada veia, por cada dobra, sugando com uma força profissional. Ela fechou os olhos e se entregou à tarefa, movendo a cabeça pra frente e pra trás, enquanto as mãos dela, ainda besuntadas de sêmen, acariciavam os próprios peitos com uma desesperação ninfomaníaca.
— Isso, assim! Engole meu gozo, loira! Que não sobre nada. Pensa que há uma hora você me olhava de cima e agora tá aí, lambendo o sêmen do cara que fode a vida do seu filho. Zombei.
— Mghm... é tão... glorioso! Ahhh! Sou sua, Amo! Sou a puta do valentão do meu filho e adoro ser usada assim por você! Conseguiu articular ela entre uma sugada e outra, levantando o olhar com as pupilas tão dilatadas.
De repente, agarrei ela firme pela nuca. Não queria só uma limpeza, queria mostrar quem mandava de verdade antes dela ir pra casa. Empurrei ela pra frente com um movimento seco, forçando ela a fazer um garganta profunda que deixou ela sem ar.
— Guaaaah... mghm... mghm! O som da garganta dela tentando processar a grossura da minha pika era música pros meus ouvidos.
As mãos dela se agarraram com força nas minhas coxas, as unhas cravando na minha pele.
— Engole tudo! Até o fundo, putinha! — eu gritei pra ela.
Quando finalmente soltei, Beatriz caiu pra trás, apoiando as palmas no chão, tossindo e ofegante, com a boca escancarada.
Um fio de saliva misturado com porra e baba pendia dos lábios dela, escorrendo pelo queixo e caindo no peito ofegante.
— Deus... Amo... eu... eu amei! Sinto que ainda tenho você dentro de mim! — ela exclamou com a voz rouca, passando o dorso da mão na boca pra limpar o excesso de líquido que transbordava, mas só conseguiu se sujar mais.
De repente, Beatriz levantou o olhar e me deu um sorriso de pura satisfação, um olhar de gratidão que me deu arrepios de poder.
— Obrigada, Amo... obrigada por tirar essa máscara de mãe perfeita e me transformar nisso... na sua putinha. Nunca me senti tão viva como hoje, sendo humilhada por você. — ela sussurrou enquanto lambia os restos da minha porra dos lábios.
A milf tava quebrada e reconstruída à minha imagem. Já não era mais uma mãe, já não era mais uma esposa entediada do interior, era simplesmente meu brinquedo pessoal, minha escrava urbana que agora me olhava com uma devoção perigosa.
Fiquei olhando pra ela de cima, vendo como a "Grande Senhora" se humilhava voluntariamente, sabendo que isso era só o começo da vida nova dela.
— Amanhã você vai vir de novo, e quero que venha vestindo a roupa que eu mandar, entendeu? — falei, vendo ela concordar com um frenesi ninfomaníaco enquanto se acariciava o pescoço.
Ela me olhou uma última vez, lambeu os lábios com uma lentidão que prometia muito mais, e ficou ali, esperando minha próxima ordem com o rosto banhado em pecado, pronta pra ser usada pelo bully do filho dela uma vez e outra até não sobrar nada da mulher que ela costumava ser.
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A Beatriz tá quebrada, toda melada e completamente viciada!
Depois de usar ela pra destruir o orgulho do filho nerd dela e humilhar o marido medíocre que não serve pra nada, a MILF loira entendeu que não tem volta.
Ela chegou na minha porta com ares de senhora intocável, perfume caro e a cabeça erguida, mas vai embora com as pernas tremendo, a máscara borrada e o gosto do meu leite na garganta.
Enquanto o marido faz "amorzinho" com ternura chata e o filho estuda, ela fecha os olhos e revive como eu como ela com força na bancada, desejando que o valentão do filho use ela de novo e de novo como a puta que ela realmente é.
Ela me implora pra não soltar ela, me pede por favor pra continuar usando ela enquanto o filho e o marido esperam em casa, sem desconfiar que a "mãe exemplar" agora só vive pelo meu prazer.
Se vocês querem ver a Beatriz sucumbir totalmente ao prazer proibido e degradante de ser a puta do valentão do filho dela... Quero ver esses pontos e comentários explodindo!
Se esse post bombar e vocês mostrarem que são viciados nesse conteúdo de categoria BULLY, vou continuar soltando mais histórias desse estilo e subir a segunda parte com a Beatriz.
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Relato Anterior:
Elisa: Minha Tia Recém-Separada:https://www.poringa.net/posts/relatos/6326456/Elisa-Mi-Tia-Recien-Separada.html●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●
Próximo Relato:
(Em breve)
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Mandamento Anterior:
Meu Mandamento 1:https://www.poringa.net/posts/gif/6326849/Mi-Mandamiento-1.html●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●
Próximo Mandamento:
Meu Mandamento 2:
(Em breve)
2 comentários - Beatriz: A Mãe Gostosa do Nerd
Se creen que tienen el control por leer libros, hasta que ven a su mami de rodillas tragando como una profesional.
Es adictivo verlas asi.
Estate atento que se vienen cosas más pesadas.
Pasate por mi perfil para ver mis otros Relatos y Mandamientos.
Y volve y comenta cual fue tu favorito... Te leo