A Celeste escondeu da Gabi que, mesmo ignorando toda cantada e a vibe que o BanEla deu o golpe há mais de uma década, ela escondia quena verdadetava com tesão no cara que o namorado dela odeia?
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https://www.poringa.net/posts/relatos/6327314/Confiesa-que-hizo-en-fiesta-y-me-animo-a-pedirle-fantasia-1.html#comment-292453
Link pt 2:
https://www.poringa.net/posts/relatos/6327741/Confiesa-que-hizo-en-fiesta-y-me-animo-a-pedirle-fantasia-2.html#comment-294041
Finalmente fomos dormir enquanto amanhecia, assim, sujos de sexo, de substâncias líquidas e sólidas que ingerimos em quantidades que não poderíamos precisar... o cansaço físico e mental dessa tarde/noite/madrugada interminável venceu nossa resistência e deixamos para o dia ou dias seguintes tudo o que talvez tivéssemos que fechar no tempo e na forma certos. Ou seja: depois de descobrir, na sorte porque notei os arranhões nas costas dela e não era normal não perguntar, que ela quisesse dar o nome que fosse conveniente pra Celeste, eu tinha traído ela com a Valéria, a amiga putona dela, a que fez a festa de aniversário. Que no redemoinho em que nos metemos, ela, confessando pra mim todas as situações tão extremas quanto inéditas que experimentou sem me contar antes — como era nosso costume, nosso pacto não escrito — e eu, caindo nesse redemoinho pra onde minha namorada me empurrou, me animei a revelar pra ela, finalmente, que fantasiava em vê-la transando com outro cara, assunto que vinha crescendo na minha mente há alguns anos e que eu temia que, ao propor, a reação dela pudesse machucar nosso relacionamento. Mas, se vocês leram, a Celeste adorou, já que naquela noite em que a Valéria fez ela experimentar pó, uma mistura de desejo sexual e adrenalina pelos efeitos da poeirinha abriu a cabeça dela, esmagando todo vestígio de inibição, de culpa, de vergonha. E foi tanta a ousadia, a cara de pau, a imprudência que ocuparam o vazio criado ao banir os sentimentos de prudência que sempre são necessários, gerando na Celes uma vontade terrível de transar, com quem fosse, amigo, namorado de amiga, primo. Foi tão enorme a necessidade luxuriosa dela de acabar na cama que ela se deu ao luxo (e, acho, a mancada) de seguir os avanços lascivos que o pai da Valéria propôs pra ela. Pelo que entendi, o cara, sem nenhum decoro, disse pra ela que seria uma delícia comer ela, apressando: "semana que vem, na outra, você vem me visitar. Só diz 'SIM' e pronto" e a sem-vergonha da minha namorada respondeu "Sim, Sim e Sim", então o senhor Carlos já se convenceu de que vai comer ela, já que nunca ficou sabendo do estado em que ela estava: umas 10 carreiras de pó, vários doses de uísque, uma esfregada com a Vale e uns amassos... Celeste tava numa viagem espacial.
Pensando bem, me irritou saber das coisas depois que já tinham acontecido, já que nossas regras sempre foram que tanto eu quanto ela soubéssemos o que o outro lado estava fazendo. E reconheço que em muitas partes do relato dela me excitei ao saber que a cabeça dela a deixou corajosa, que apesar de tudo de novo que passava pela mente dela, ela não cagou de medo, foi pra frente. Mas se ela satisfaz minha fantasia, é lógico que tudo que envolve transar com outro tem que ser consensual entre ela e eu. Que é permitido, mas não é aceito. Imagina se o desejo incontrolável de foder encontrava uma única chance clara e ela comia alguém... mesmo que por um lado seja minha fantasia e por outro ela me contasse, a questão é que com a sinceridade dela, a lealdade de não esconder nada, eu cago pra isso. Se combinamos que ela vai transar com outro pra realizar minha fantasia e eu nem fico sabendo, cadê a lógica? Além disso, na minha fantasia eu estou olhando, ouvindo, descobrindo de outro ângulo como ela age com uma pica dentro. Então, esse papo de "Sim, a gente se esfregou as bocetas com minha amiga, por acaso você não fica de cabeça quente porque eu transei com outra pessoa?" como ela se defendeu livremente, não tem fundamento. Se eu me junto com 4 caras que tão de pistola com a ideia idiota de roubar bancos (é um exemplo besta), ela me reprovaria por ter descoberto pelos jornais que eu, o parceiro dela, virei ladrão. Não, parceiro. Se vamos escalar o Aconcágua, não vou contar depois que já caí de 4000 metros e tô esmagado contra uma rocha. A gente sempre respeitou que o outro lado soubesse com antecedência os movimentos do outro.
Bom. Vou parar de encher a cabeça. Temos sábado e domingo pra montar o quebra-cabeça e ainda faltam peças pra mim.
Não sei quanto tempo a Celes dormiu nem quanto eu dormi. Pelo jeito que ela se virava na cama, com toda a droga, ela custou a pegar no sono. Igual a mim. E olha que eu tinha cheirado umas 3 ou 4 carreiras e ela tava umas 4 ou 5 na minha frente. Horas de vantagem, mas quando abri os olhos já estava anoitecendo (umas 19h ou algo assim) e a Celes não estava deitada do meu lado. Depois de tanta subida e descida, tanta montanha-russa, pulei do colchão e, saindo do nosso quarto, chamei por ela. "Celes. Você tá bem?" E a voz dela veio do banheiro, baixinha e gasta, como se ainda estivesse cansada. "Tô aqui, love. Faz umas horas que tô vomitando. Com tudo que a gente ingeriu ontem à noite... meu corpo tá cobrando a conta." Ela termina de falar e eu sinto que ela volta a vomitar. Entro no banheiro. Eu tava de calcinha e camiseta. Ela tava pelada, coberta por um roupão, de meia e chinelo. Coitada. Um bagaço: olheiras, cabelo bagunçado, maquiagem toda borrada... "E três unhadas nas costas" meu cérebro me lembrou. "Tô aqui. Você tomou um chá ou algo?" perguntei quase pela situação, mas ainda tava naquele estado de rancor por sentir que a Celeste ontem se virou sozinha, fez a dela até nos pensamentos, desejos, experimentos, o papo com o pai da Vale... não era só que "cheirou pó"... ou que exagerou no álcool. Mesmo que ela tente amenizar dizendo que a Vale e ela são amigas há mil anos, que se esfregou com uma mulher, blá blá blá. Esse assunto não tá resolvido pra mim. Mas por outro lado, tenho que reconhecer que até a deslealdade dela, se é que podemos chamar assim, de fumar se fazendo de gata com um cara que há tempos quer comer ela... criar a ilusão fantasiosa pro Dom Carlos, velho tarado de merda, de que ela aceitou de boa o convite sexual dele... e a dúvida. Foram tantos e tão inéditos os caminhos que a Celeste resolveu trilhar e SOZINHA, que mesmo com tudo já conversado, na hora que descubro os arranhões que me levam a saber que minha mina transou com uma amiga. E se eu revirar o celular ou a bolsa dela e achar uma camisinha com porra? Ou duas, três? Aí tá o nó do meu mal-estar: a dúvida que gera desconfiança. E se a credibilidade que a gente tinha, aquele muro intransponível, agora tava com rachaduras... será? É seguro botar minha fantasia em prática, logo eu propus e ela aceitou? Era tamanho o vento Zonda que bagunçava minhas deduções, minha busca por respostas que dessem um jeito nessa espécie de angústia de duvidar que eu mentiria se acrescentasse que, como já disse, a libertinagem dela, se cortar sozinha e se mandar sem me envolver antes me deixava de pau duro. No pau, sim. O pêndulo no lado esquerdo gritava pra mim: "Gabriel. Cuidado!!! A Celeste quebrou sem querer, talvez, aquela parede que construíram graças à confiança. Já não é confiável. E drogada... é um busca-pé que você não sabe pra que lado vai explodir. Se der mais poder pra ela permitindo que ela foda com outro, vai começar drogada e vai cheirar pó enquanto tiver na cama com outro pau dentro dela, que não é o seu. Você não vai conseguir lidar nem aguentar! Fica esperto" e quando o pêndulo vai pro outro lado, um sussurro sedutor enche meu pau de sangue e me dá tesão: "Vai. Para de se enganar. Se você tem a fantasia de outro macho meter nela e fazer ela gozar, gritar, se contorcer, gozar 1, 2, 5, 10 vezes enquanto você, todo excitado, bate umas punhetas na mesma quantidade, é porque já se convenceu que dar liberdade pra ela ser uma puta, experimentar, se imaginar sendo perfurada por um ou outro, que outro faça dela a PUTA dele, te faz explodir a cabeça. E a fantasia nasceu quando o pó não tava nos temperos. Imagina ela assim como você vinha fantasiando... mas cheirando cocaína. Vai perder um espetáculo triplo X desses?". Puta mãe. A Celeste descarrilou só ontem à noite, que foi a noite em que experimentou a parada e isso foi inesperado pra ela. Não conseguiu ou não soube lidar. Quando estiver mais familiarizada, vai ter mais controle sobre os atos dela. Sim? Ou não? Quem tinha a bola de cristal pra afirmar que se desse um presente desses, a possibilidade de que, com a desculpa de realizar sua fantasia, ela saísse atrás de paus porque, cheirando, perde a culpa, o sentimento de que fez uma merda? Mas repito: a febre que dá de estar com tesão, perdidamente apaixonado é O mesmo calor que produzem os ciúmes, a desconfiança. E era isso que tava rolando comigo: já não confiava tão cegamente, mas ao mesmo tempo, o ineditismo das ações dela, com a pussy quente, olhando pros volumes, cabeceando o centro do velho que eu não mando pastar quando convido ela pra foder também me esquentava. No fim das contas, deixar ela transar com outro quase define a montanha-russa. A adrenalina de brincar com fogo. Mais que montanha-russa, podia virar uma Roleta Russa. Só que o revólver em que Celeste se transformou tava cheio de balas.
"Gabi" sai do banheiro. A voz dela, sem força, gasta, dissipou tudo que eu tava "ruminando". Corri até ela. "Amor, cê tá se sentindo melhor?". A postura dela tinha melhorado. Bom, não sei se "melhorado", mas ela parecia menos franguinha. "Sim, meu bem, lembrei da bolsa. E tomei dois raquetes. O que não te mata te fortalece, né? E olha como a droga levantou meu astral. Uf. Se eu tomar mais uma, até sou capaz de te comer". Rimos juntos... mas ela repensa e corta a risada dela e a minha. "Ou de realizar sua fantasia" completa, piscando um olho. "Agora pouco o Esteban me mandou mensagem. Sabe de quem tô falando. O que me fez voltar a fumar ontem à noite..." Interrompi ela. "Cê troca mensagem com esse cara? Sabendo que ele quer te comer há tempos. Não sei se cê ficou burra por confiar em caras como ele ou se, pelo contrário, quer continuar no modo puta e, como fez com o pai da Vale, manter eles de pau duro". Ela me olha, mas a intenção de mostrar raiva não chegou a tempo. Na real, a expressão dela era tipo "Que chato, quando você vai parar com isso?". "Ai, Gabi meu. Ele me disse na mensagem que ontem à noite não me viu bem. E só pergunta como eu tô. Ah, e também escreveu: 'Dá um abraço no Gabriel, sei que ele cuida de você'. Viu, otário? Não só não era mensagem de tarado, como ainda é educado com você". Olho pra ela e não sei de onde veio a ideia. "Ok, pronto. Vamos cortar os ciúmes do Esteban. Quero que você transe com ele enquanto eu olho. Se vamos fazer isso: decido, categoricamente, que você transe com... como era? "Ban"? Foi assim que você falou pra esquentar ele, né?". O rosto dela se transformou. Conhecendo ela, sabia que tinha ficado com a buceta molhada, que empurrá-la a se abrir justamente pro "Ban", o cara em quem eu menos confiava, a excitou. Sim. Tenho certeza absoluta. Pensava tudo isso sem parar de olhar fixamente pra ela, num estilo "sou seu pai e tô te enchendo o saco porque seu quarto é um caos". Minha mina, o foguete que mudava de rumo quando a buceta dela pedia, me olha e com outra voz, não a fraquinha de antes, mas aquele tom, aquele timbre que eu conhecia bem depois de 5 anos, o som de Celeste excitada. Excitada de sexo, não de raiva. "Gabi. Sua ideia, sua proposta maluca não só me acende, me dá ansiedade, porque quero transar com outro. Ontem à noite, doida de pó, bêbada, amassando com a Vale, a vontade de ser comida era algo... que não aconteceu porque devo ter feito merda naquele estado, tudo bem, mas não me joguei, apesar do poder da cocaína me envolver, me obrigar a ser a puta de alguém, mantive a lucidez de saber que não ia fazer. Mas desde que você me confessou sua fantasia, me contaminou com seu vírus. Desde que, além de chamar de 'fantasia', você tá tirando minhas correntes, digamos. Você não tá só pensando com a pica, sabe? Você tá abrindo a porta pra mim, num gesto que é o oposto do egoísmo. Querer me ver gozar com outro, com a novidade, gerar mais adrenalina porque meu boy vai me ver gemir porque outro cara tá me dando prazer, é tipo um gerador que se retroalimenta, Gabi. Você fica excitado me vendo, me ouvindo, sentindo meu cheiro enquanto eu curto, apesar de ser outro que me segura, é outra pica que me faz de puta. E é quase filantrópico seu objetivo: que sua mina, seu amor, se sinta livre. 'Te abro a porta', você diz. 'Pode sair, não tem amarras. Existe a chance de não voltar. Mas se agir como eu', você me diz, Gabi, 'se proceder sem egoísmo, vai voltar. Ninguém te prende e, menos ainda, eu'." É sua mensagem, que eles intitulam levianamente como "uma fantasia". No love. É imenso, sem tirar a enorme dose de morbidez, de libido, de luxúria. Te amo, mano" termina emocionada. Levanta do vaso sanitário e, chorando, me abraça. "Te amo tanto, cara" repete enquanto se pendura no meu pescoço. A verdade... que toda essa reflexão a tornava mais próxima da Celes em que eu confiava cegamente do que da piranha drogada com a buceta palpitando de ontem à noite. Nessa Celeste confio menos. Mas depois daquele discurso cheio de reflexão inteligente, de reconhecimento à generosidade, de agradecimento por fazê-la se sentir livre, sem namorados tóxicos. Ela estava me definindo com tanta grandeza que não sei se a mereço, porque eu realmente quero vê-la como uma piranha!. Como se tivesse ouvido meus pensamentos, ainda com os braços enrolados no meu pescoço, ela se afasta um pouco de mim, me olha de frente e traz de volta à terra aquele momento mágico que ela havia criado, transformando o espiritual em carnal e me diz "Mas tudo isso que te falei não muda minha vontade de dar pra outro, hein? Só que se você me deixar fazer isso com o Ban, não vai ser exatamente 'me deixar foder com ele'". Me afasto um pouco mais, com um gesto de não entender o que ela quer dizer. "Não entendi, love. Me explica melhor". Ela, já recuperada de seus males, talvez não só pela coca, a mensagem do Esteban e a surpresa da minha decisão de que ele seja o macho que vai meter o pau nela, apesar da minha rejeição por aquele cara. Deram a ela uma injeção de bem-estar. "O que quero te dizer é que, pelo que parece, você não está me deixando dar pro Ban. Claramente, ele vai me foder, Gabi. Sem dúvidas, ele quer me comer há anos, antes mesmo de eu te conhecer. E você sabe como se fofoca em grupos de amigos e ex-colegas de escola que se conhecem há tanto tempo. Ban tem um pauzão importante, mano. Não vou transar com ele. Ele vai me pegar, em 2 minutos, por mais que você não goste, vou ser dele. E estou ficando com tesão, cara." enquanto meu corpo percebia que a angústia tinha voltado por causa de como Celeste elogiou as habilidades sexuais de quem já lhes disse, acabou de se tornar minha rival, minha namorada ainda não tinha terminado. "Olha. Vamos resolver tudo hoje mesmo. Juro. Tô encharcada. Sabendo o que rola com você e o Ban, me deixar sentir isso colocando as regras dele pra me encher de leite, acelerou meu coração, Gabi. Não me interpreta mal. Me sinto como uma mina que vai encontrar o cara por quem tá apaixonada. Sério, sem enrolação: quero finalmente saber como ele é na cama. Preciso me sentir comida pelo Ban, tô me molhando toda. Você colocou ele nessa posição, tô percebendo agora. Sempre soube que a ideia era transar com outro, com seu consentimento. Curtir a experiência e pronto. Mas você, com sua má vibe com ele, seus ciúmes, sei lá, ao exigir que seja ele quem me curta e me faça gozar, que seja ele quem conheça o gosto da minha buceta, da minha língua, dos meus peitos... que meu suor grude na pele dele, que eu finalmente saboreie o pedaço dele tão elogiado, que sinta o cheiro, saiba qual é o gosto da porra dele... Gabi. Essa experiência não vai ficar só como se eu tivesse realizado sua fantasia. Você, escolhendo o cara que mais quer longe de mim pra que, por várias horas, ele esteja, literalmente, DENTRO DE MIM... é uma jogada arriscada... saiba disso". Assim como vinha acontecendo comigo, essa Celeste me angustiava, não me passava confiança. Então precisei de esclarecimentos. E pedi: "Vamos ver, Celeste, se você me explica umas coisas que ou não entendo ou entendo errado. O que você tá dizendo quando te ouço?quero finalmente saber como ela é na camaófinalmente vou saborear o pedaço delaFinalmente, que porra? Tipo, escapou sem querer, sua gostosa. Que você sempre quis saber como é a foda? Que sempre sonhou em conhecer o pau dele? Que puta você se tornou, e o pior, eu fico excitado. Você me diz pra te entregar pra ele.é uma jogada arriscadaEntão você tá a fim dele e da pica dele desde sempre? E deixar ele se satisfazer com aquilo que ele tá sufocando há 15 anos, o prazer de meter a pica em você — é arriscado? Por quê, me explica? Sim. Eu coloquei isso como um confronto, porque é nisso que se transformou conviver com o "Ban" no mesmo bairro, com o mesmo grupo de amigos... saber, porque quando a gente confiava um no outro, você me contava tudo, mas agora você fica esfregando a sua buceta na cara da Valéria e pra você isso não é me chifrar. Que puta que você sempre foi! Você move uma vírgula pra esconder o que te deixa exposta. É arriscado que "finalmente" você vá pra cama com o "Ban"? Você quer me dizer, claramente, que pica enorme que "finalmente" você vai conhecer, como você disse "vou encontrar ele como uma garota apaixonada", então eu corro riscos porque pra você meu rival vai me vencer, vai te foder de um jeito que não vai te restar outra opção a não ser nos comparar e perceber que ele te "apaixona", que ele "vai te fazer dele" em 2 minutos. LIGA PRA ELE AGORA; Maria Celeste (assim que eu chamava quando tava puto pra caralho), fala minha proposta, se quiser endeusar ele mais, mente, fala que VOCÊ escolheu ele não só pra provar a pica enorme dele, mas pra que Gabrielito, eu, o corno do teu namorado, veja como ele te apaixona te fodendo sem igual e pronto, antes mesmo dele saber de tudo isso, você decidiu que eu me arrisquei e perdi. Que ele TE venceu. "FINALMENTE", como você diz." Saí do banheiro batendo a porta com força. Ouvi a Celeste começar a chorar. Não liguei. Que ele coma ela, "finalmente", e que ela me encha o saco dizendo que meu rival é melhor que eu, então já que ele me venceu, ela fica com ele.
Liguei a TV, passando de canal sem ver nada... não tinham passado 15 minutos quando ouço a maçaneta e depois a porta do banheiro. Sem demonstrar muito interesse, Celeste sai com marcas visíveis de ter chorado, então eu, iludido, imaginei um pedido de desculpas. Imaginei, mas não. Exatamente como na noite anterior, porque duvido que na minha ausência ela não tenha cheirado, minha noiva agiu de novo por conta própria, sem me consultar, sem me avisar. Como? Vou contar. Celeste, com o roupão todo aberto que exibia não só a nudez dela, mas os vestígios de gozo, secreção, suor... tudo que uma puta junta como um recipiente, parou a 1 metro de mim, segurando com as duas mãos no encosto de uma cadeira. Percebi na hora que estava certo: dava pra ver que ela estava turbinada com umas carreiras de pó. A cara dela denunciava. E a linguagem corporal também. "Bom, Gabi. Já vai fazer 24 horas que te confessei minha fantasia, que me deixou ainda mais tesuda, que nós dois nos empolgamos, mas desde então não paramos de brigar sem chegar a um acordo e como parece que cada vez isso está pior, nos afastando de viver essa experiência, por isso, para que esses planos tão gostosos não acabem se perdendo..." ela fez uma pausa. Olhou pro chão. Uns segundos... eternos, que fizeram minha angústia me tirar a coragem. Ela levanta a cabeça, me olha quase sem me olhar com um toque de insegurança, apesar da droga, e me destrói de novo só me contando que: "Acabei de trocar mensagem com o Ban. Fui o mais sincera e clara possível sobre o que você queria fazer e sua decisão de escolher ele, e como ambos imaginávamos, o Ban topou na hora." Eu a ouvia perplexo. Até onde iria esse jeito novo dela de agir? Antes ela nunca deixaria de me avisar uma ideia: "amor, me ocorreu... o que acha se tentarmos ver se o Esteban topa?". Não. Ela e ele sabem coisas que vou descobrir. Mas agora vinha a porrada final. Celeste me diz: "Quando termino de explicar pro Ban o planejado, ele me liga. Minhas defesas caíram, não era A mesma coisa, trocar mensagens ou ouvir a voz dela, quente e decidida. Então me adiantei a qualquer investigação dela perguntando quando ele achava que estaria pronto, supus que logicamente ele precisava processar e imaginar certos parâmetros. Eu tava pensando na sexta ou sábado da semana que vem, amanhã é domingo, daria tempo mas... love: Ban decidiu que seja...esta mesma noiteQuase vomitei com a queda de pressão que tomou meu corpo todo. Ainda bem que tava sentado. Celeste continuava falando, jogando toda aquela informação inesperada que deixava bem claro que, como ontem à noite, minha namorada tava tomando decisões arriscadas, perigosas, daquelas que ultrapassam limites, decisões que eu teria o respeito de discutir junto. E pra piorar, não só não contou com minha aprovação ou recusa, como também tá me dizendo sem rodeios que o Esteban SIM teve participação, decidindo junto com ela uma porrada de sequências que eu jamais aceitaria. Como ela mesma disse, a fantasia fui eu que propus e o cara fui eu que sugeri. Mas ela e o novo comparsa me atropelaram e fecharam tudo sem mim. E se ainda somo que o Esteban convenceu a Celeste marcando o dia do encontro (nem esperou: sem dúvida tava morrendo de vontade de comer ela o quanto antes, pra gente não desistir ou... será que era mútua essa vontade de trepar?). Ela já tinha falado comigo sobre isso: nessa parada toda, quem saía vitorioso tava em jogo. Combinamos eu e Celeste que eu e o Esteban já éramos rivais, e tudo tava me mostrando que minha namorada, de forma totalmente óbvia, tá do lado do meu adversário. Ela continuou me dizendo, naquele pique acelerado e sem culpa nenhuma por causa do efeito da coca: "Quando o Ban falou firme que queria que fosse hoje, eu expliquei pra ele que como você não aceitou meu comportamento desde que a Vale me deu cocaína, que pra equilibrar eu fui com ela tomando vários doses de uísque, que tudo isso mexeu com minha cabeça, confessei pra ele,não sei se você vai gostar de saber disso, um monte de detalhes, aqueles que a gente conversou você e eu ontem à noite. Tipo que, além desses efeitos alucinógenos, a merda me potencializa de um jeito quase incontrolável a libido, com uma vontade de transar quase animal. Me escapou, desculpa Gabi, ao aprofundar que usando merdame sinto como uma gostosa no cioe com certeza a desinibição me empurrou a aceitar sua proposta. Deixei de lado o que rolou entre a Vale e eu, é algo muito íntimo, mas agora que penso, sei lá... talvez eu tenha contado pra ele ontem à noite — juro que não lembro — já que quando saí do quarto da Valéria, o primeiro que vi foi ele. Lembra que ele me ofereceu um Marlboro? Também contei que quando cheguei aqui ontem à noiteEstivemos discutindo porque você ficou puto com meu procedimento inédito, mas lógico.Que a gente foi dormir de madrugada e acordou tipo umas 19h e já são 21h30. Tamo com as sequelas de ontem, mal dormidos, cansados, mas ele insistiu: "Quero queVamos fazer hoje.Cel". Então resolvemos dar umas boas 3 ou 4 horas pra tudo ficar organizado com mais calma. Combinamos que ela vem aqui tipo 1:30. A gente precisa tomar banho, montar o cenário porque nunca pensamos como seria o ambiente onde, enquanto duas pessoas transam, tem uma terceira que, mesmo sem agir fisicamente, interage com estímulos mentais... Ah, falando nisso, no começo ela se recusava a você estar presente, mas tentei fazer ela entender que ESSE é o objetivo da fantasia: que você me veja gozando, gemendo, curtindo ser comida por outro homem. Não sei se ela entendeu, nem se ainda tá desconfortável com você ficar excitado participando do meu ato sexual, mas não como quem me faz gozar. Aí eu já tava com o saco cheio e bati na mesa pra ela calar a boca. "Olha, Maria Celeste e a buceta do macaco..." gritei como um general pra ser ouvido por um batalhão de 4000 soldados...
.........E como será que continua?........
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Finalmente fomos dormir enquanto amanhecia, assim, sujos de sexo, de substâncias líquidas e sólidas que ingerimos em quantidades que não poderíamos precisar... o cansaço físico e mental dessa tarde/noite/madrugada interminável venceu nossa resistência e deixamos para o dia ou dias seguintes tudo o que talvez tivéssemos que fechar no tempo e na forma certos. Ou seja: depois de descobrir, na sorte porque notei os arranhões nas costas dela e não era normal não perguntar, que ela quisesse dar o nome que fosse conveniente pra Celeste, eu tinha traído ela com a Valéria, a amiga putona dela, a que fez a festa de aniversário. Que no redemoinho em que nos metemos, ela, confessando pra mim todas as situações tão extremas quanto inéditas que experimentou sem me contar antes — como era nosso costume, nosso pacto não escrito — e eu, caindo nesse redemoinho pra onde minha namorada me empurrou, me animei a revelar pra ela, finalmente, que fantasiava em vê-la transando com outro cara, assunto que vinha crescendo na minha mente há alguns anos e que eu temia que, ao propor, a reação dela pudesse machucar nosso relacionamento. Mas, se vocês leram, a Celeste adorou, já que naquela noite em que a Valéria fez ela experimentar pó, uma mistura de desejo sexual e adrenalina pelos efeitos da poeirinha abriu a cabeça dela, esmagando todo vestígio de inibição, de culpa, de vergonha. E foi tanta a ousadia, a cara de pau, a imprudência que ocuparam o vazio criado ao banir os sentimentos de prudência que sempre são necessários, gerando na Celes uma vontade terrível de transar, com quem fosse, amigo, namorado de amiga, primo. Foi tão enorme a necessidade luxuriosa dela de acabar na cama que ela se deu ao luxo (e, acho, a mancada) de seguir os avanços lascivos que o pai da Valéria propôs pra ela. Pelo que entendi, o cara, sem nenhum decoro, disse pra ela que seria uma delícia comer ela, apressando: "semana que vem, na outra, você vem me visitar. Só diz 'SIM' e pronto" e a sem-vergonha da minha namorada respondeu "Sim, Sim e Sim", então o senhor Carlos já se convenceu de que vai comer ela, já que nunca ficou sabendo do estado em que ela estava: umas 10 carreiras de pó, vários doses de uísque, uma esfregada com a Vale e uns amassos... Celeste tava numa viagem espacial.
Pensando bem, me irritou saber das coisas depois que já tinham acontecido, já que nossas regras sempre foram que tanto eu quanto ela soubéssemos o que o outro lado estava fazendo. E reconheço que em muitas partes do relato dela me excitei ao saber que a cabeça dela a deixou corajosa, que apesar de tudo de novo que passava pela mente dela, ela não cagou de medo, foi pra frente. Mas se ela satisfaz minha fantasia, é lógico que tudo que envolve transar com outro tem que ser consensual entre ela e eu. Que é permitido, mas não é aceito. Imagina se o desejo incontrolável de foder encontrava uma única chance clara e ela comia alguém... mesmo que por um lado seja minha fantasia e por outro ela me contasse, a questão é que com a sinceridade dela, a lealdade de não esconder nada, eu cago pra isso. Se combinamos que ela vai transar com outro pra realizar minha fantasia e eu nem fico sabendo, cadê a lógica? Além disso, na minha fantasia eu estou olhando, ouvindo, descobrindo de outro ângulo como ela age com uma pica dentro. Então, esse papo de "Sim, a gente se esfregou as bocetas com minha amiga, por acaso você não fica de cabeça quente porque eu transei com outra pessoa?" como ela se defendeu livremente, não tem fundamento. Se eu me junto com 4 caras que tão de pistola com a ideia idiota de roubar bancos (é um exemplo besta), ela me reprovaria por ter descoberto pelos jornais que eu, o parceiro dela, virei ladrão. Não, parceiro. Se vamos escalar o Aconcágua, não vou contar depois que já caí de 4000 metros e tô esmagado contra uma rocha. A gente sempre respeitou que o outro lado soubesse com antecedência os movimentos do outro.Bom. Vou parar de encher a cabeça. Temos sábado e domingo pra montar o quebra-cabeça e ainda faltam peças pra mim.
Não sei quanto tempo a Celes dormiu nem quanto eu dormi. Pelo jeito que ela se virava na cama, com toda a droga, ela custou a pegar no sono. Igual a mim. E olha que eu tinha cheirado umas 3 ou 4 carreiras e ela tava umas 4 ou 5 na minha frente. Horas de vantagem, mas quando abri os olhos já estava anoitecendo (umas 19h ou algo assim) e a Celes não estava deitada do meu lado. Depois de tanta subida e descida, tanta montanha-russa, pulei do colchão e, saindo do nosso quarto, chamei por ela. "Celes. Você tá bem?" E a voz dela veio do banheiro, baixinha e gasta, como se ainda estivesse cansada. "Tô aqui, love. Faz umas horas que tô vomitando. Com tudo que a gente ingeriu ontem à noite... meu corpo tá cobrando a conta." Ela termina de falar e eu sinto que ela volta a vomitar. Entro no banheiro. Eu tava de calcinha e camiseta. Ela tava pelada, coberta por um roupão, de meia e chinelo. Coitada. Um bagaço: olheiras, cabelo bagunçado, maquiagem toda borrada... "E três unhadas nas costas" meu cérebro me lembrou. "Tô aqui. Você tomou um chá ou algo?" perguntei quase pela situação, mas ainda tava naquele estado de rancor por sentir que a Celeste ontem se virou sozinha, fez a dela até nos pensamentos, desejos, experimentos, o papo com o pai da Vale... não era só que "cheirou pó"... ou que exagerou no álcool. Mesmo que ela tente amenizar dizendo que a Vale e ela são amigas há mil anos, que se esfregou com uma mulher, blá blá blá. Esse assunto não tá resolvido pra mim. Mas por outro lado, tenho que reconhecer que até a deslealdade dela, se é que podemos chamar assim, de fumar se fazendo de gata com um cara que há tempos quer comer ela... criar a ilusão fantasiosa pro Dom Carlos, velho tarado de merda, de que ela aceitou de boa o convite sexual dele... e a dúvida. Foram tantos e tão inéditos os caminhos que a Celeste resolveu trilhar e SOZINHA, que mesmo com tudo já conversado, na hora que descubro os arranhões que me levam a saber que minha mina transou com uma amiga. E se eu revirar o celular ou a bolsa dela e achar uma camisinha com porra? Ou duas, três? Aí tá o nó do meu mal-estar: a dúvida que gera desconfiança. E se a credibilidade que a gente tinha, aquele muro intransponível, agora tava com rachaduras... será? É seguro botar minha fantasia em prática, logo eu propus e ela aceitou? Era tamanho o vento Zonda que bagunçava minhas deduções, minha busca por respostas que dessem um jeito nessa espécie de angústia de duvidar que eu mentiria se acrescentasse que, como já disse, a libertinagem dela, se cortar sozinha e se mandar sem me envolver antes me deixava de pau duro. No pau, sim. O pêndulo no lado esquerdo gritava pra mim: "Gabriel. Cuidado!!! A Celeste quebrou sem querer, talvez, aquela parede que construíram graças à confiança. Já não é confiável. E drogada... é um busca-pé que você não sabe pra que lado vai explodir. Se der mais poder pra ela permitindo que ela foda com outro, vai começar drogada e vai cheirar pó enquanto tiver na cama com outro pau dentro dela, que não é o seu. Você não vai conseguir lidar nem aguentar! Fica esperto" e quando o pêndulo vai pro outro lado, um sussurro sedutor enche meu pau de sangue e me dá tesão: "Vai. Para de se enganar. Se você tem a fantasia de outro macho meter nela e fazer ela gozar, gritar, se contorcer, gozar 1, 2, 5, 10 vezes enquanto você, todo excitado, bate umas punhetas na mesma quantidade, é porque já se convenceu que dar liberdade pra ela ser uma puta, experimentar, se imaginar sendo perfurada por um ou outro, que outro faça dela a PUTA dele, te faz explodir a cabeça. E a fantasia nasceu quando o pó não tava nos temperos. Imagina ela assim como você vinha fantasiando... mas cheirando cocaína. Vai perder um espetáculo triplo X desses?". Puta mãe. A Celeste descarrilou só ontem à noite, que foi a noite em que experimentou a parada e isso foi inesperado pra ela. Não conseguiu ou não soube lidar. Quando estiver mais familiarizada, vai ter mais controle sobre os atos dela. Sim? Ou não? Quem tinha a bola de cristal pra afirmar que se desse um presente desses, a possibilidade de que, com a desculpa de realizar sua fantasia, ela saísse atrás de paus porque, cheirando, perde a culpa, o sentimento de que fez uma merda? Mas repito: a febre que dá de estar com tesão, perdidamente apaixonado é O mesmo calor que produzem os ciúmes, a desconfiança. E era isso que tava rolando comigo: já não confiava tão cegamente, mas ao mesmo tempo, o ineditismo das ações dela, com a pussy quente, olhando pros volumes, cabeceando o centro do velho que eu não mando pastar quando convido ela pra foder também me esquentava. No fim das contas, deixar ela transar com outro quase define a montanha-russa. A adrenalina de brincar com fogo. Mais que montanha-russa, podia virar uma Roleta Russa. Só que o revólver em que Celeste se transformou tava cheio de balas.
"Gabi" sai do banheiro. A voz dela, sem força, gasta, dissipou tudo que eu tava "ruminando". Corri até ela. "Amor, cê tá se sentindo melhor?". A postura dela tinha melhorado. Bom, não sei se "melhorado", mas ela parecia menos franguinha. "Sim, meu bem, lembrei da bolsa. E tomei dois raquetes. O que não te mata te fortalece, né? E olha como a droga levantou meu astral. Uf. Se eu tomar mais uma, até sou capaz de te comer". Rimos juntos... mas ela repensa e corta a risada dela e a minha. "Ou de realizar sua fantasia" completa, piscando um olho. "Agora pouco o Esteban me mandou mensagem. Sabe de quem tô falando. O que me fez voltar a fumar ontem à noite..." Interrompi ela. "Cê troca mensagem com esse cara? Sabendo que ele quer te comer há tempos. Não sei se cê ficou burra por confiar em caras como ele ou se, pelo contrário, quer continuar no modo puta e, como fez com o pai da Vale, manter eles de pau duro". Ela me olha, mas a intenção de mostrar raiva não chegou a tempo. Na real, a expressão dela era tipo "Que chato, quando você vai parar com isso?". "Ai, Gabi meu. Ele me disse na mensagem que ontem à noite não me viu bem. E só pergunta como eu tô. Ah, e também escreveu: 'Dá um abraço no Gabriel, sei que ele cuida de você'. Viu, otário? Não só não era mensagem de tarado, como ainda é educado com você". Olho pra ela e não sei de onde veio a ideia. "Ok, pronto. Vamos cortar os ciúmes do Esteban. Quero que você transe com ele enquanto eu olho. Se vamos fazer isso: decido, categoricamente, que você transe com... como era? "Ban"? Foi assim que você falou pra esquentar ele, né?". O rosto dela se transformou. Conhecendo ela, sabia que tinha ficado com a buceta molhada, que empurrá-la a se abrir justamente pro "Ban", o cara em quem eu menos confiava, a excitou. Sim. Tenho certeza absoluta. Pensava tudo isso sem parar de olhar fixamente pra ela, num estilo "sou seu pai e tô te enchendo o saco porque seu quarto é um caos". Minha mina, o foguete que mudava de rumo quando a buceta dela pedia, me olha e com outra voz, não a fraquinha de antes, mas aquele tom, aquele timbre que eu conhecia bem depois de 5 anos, o som de Celeste excitada. Excitada de sexo, não de raiva. "Gabi. Sua ideia, sua proposta maluca não só me acende, me dá ansiedade, porque quero transar com outro. Ontem à noite, doida de pó, bêbada, amassando com a Vale, a vontade de ser comida era algo... que não aconteceu porque devo ter feito merda naquele estado, tudo bem, mas não me joguei, apesar do poder da cocaína me envolver, me obrigar a ser a puta de alguém, mantive a lucidez de saber que não ia fazer. Mas desde que você me confessou sua fantasia, me contaminou com seu vírus. Desde que, além de chamar de 'fantasia', você tá tirando minhas correntes, digamos. Você não tá só pensando com a pica, sabe? Você tá abrindo a porta pra mim, num gesto que é o oposto do egoísmo. Querer me ver gozar com outro, com a novidade, gerar mais adrenalina porque meu boy vai me ver gemir porque outro cara tá me dando prazer, é tipo um gerador que se retroalimenta, Gabi. Você fica excitado me vendo, me ouvindo, sentindo meu cheiro enquanto eu curto, apesar de ser outro que me segura, é outra pica que me faz de puta. E é quase filantrópico seu objetivo: que sua mina, seu amor, se sinta livre. 'Te abro a porta', você diz. 'Pode sair, não tem amarras. Existe a chance de não voltar. Mas se agir como eu', você me diz, Gabi, 'se proceder sem egoísmo, vai voltar. Ninguém te prende e, menos ainda, eu'." É sua mensagem, que eles intitulam levianamente como "uma fantasia". No love. É imenso, sem tirar a enorme dose de morbidez, de libido, de luxúria. Te amo, mano" termina emocionada. Levanta do vaso sanitário e, chorando, me abraça. "Te amo tanto, cara" repete enquanto se pendura no meu pescoço. A verdade... que toda essa reflexão a tornava mais próxima da Celes em que eu confiava cegamente do que da piranha drogada com a buceta palpitando de ontem à noite. Nessa Celeste confio menos. Mas depois daquele discurso cheio de reflexão inteligente, de reconhecimento à generosidade, de agradecimento por fazê-la se sentir livre, sem namorados tóxicos. Ela estava me definindo com tanta grandeza que não sei se a mereço, porque eu realmente quero vê-la como uma piranha!. Como se tivesse ouvido meus pensamentos, ainda com os braços enrolados no meu pescoço, ela se afasta um pouco de mim, me olha de frente e traz de volta à terra aquele momento mágico que ela havia criado, transformando o espiritual em carnal e me diz "Mas tudo isso que te falei não muda minha vontade de dar pra outro, hein? Só que se você me deixar fazer isso com o Ban, não vai ser exatamente 'me deixar foder com ele'". Me afasto um pouco mais, com um gesto de não entender o que ela quer dizer. "Não entendi, love. Me explica melhor". Ela, já recuperada de seus males, talvez não só pela coca, a mensagem do Esteban e a surpresa da minha decisão de que ele seja o macho que vai meter o pau nela, apesar da minha rejeição por aquele cara. Deram a ela uma injeção de bem-estar. "O que quero te dizer é que, pelo que parece, você não está me deixando dar pro Ban. Claramente, ele vai me foder, Gabi. Sem dúvidas, ele quer me comer há anos, antes mesmo de eu te conhecer. E você sabe como se fofoca em grupos de amigos e ex-colegas de escola que se conhecem há tanto tempo. Ban tem um pauzão importante, mano. Não vou transar com ele. Ele vai me pegar, em 2 minutos, por mais que você não goste, vou ser dele. E estou ficando com tesão, cara." enquanto meu corpo percebia que a angústia tinha voltado por causa de como Celeste elogiou as habilidades sexuais de quem já lhes disse, acabou de se tornar minha rival, minha namorada ainda não tinha terminado. "Olha. Vamos resolver tudo hoje mesmo. Juro. Tô encharcada. Sabendo o que rola com você e o Ban, me deixar sentir isso colocando as regras dele pra me encher de leite, acelerou meu coração, Gabi. Não me interpreta mal. Me sinto como uma mina que vai encontrar o cara por quem tá apaixonada. Sério, sem enrolação: quero finalmente saber como ele é na cama. Preciso me sentir comida pelo Ban, tô me molhando toda. Você colocou ele nessa posição, tô percebendo agora. Sempre soube que a ideia era transar com outro, com seu consentimento. Curtir a experiência e pronto. Mas você, com sua má vibe com ele, seus ciúmes, sei lá, ao exigir que seja ele quem me curta e me faça gozar, que seja ele quem conheça o gosto da minha buceta, da minha língua, dos meus peitos... que meu suor grude na pele dele, que eu finalmente saboreie o pedaço dele tão elogiado, que sinta o cheiro, saiba qual é o gosto da porra dele... Gabi. Essa experiência não vai ficar só como se eu tivesse realizado sua fantasia. Você, escolhendo o cara que mais quer longe de mim pra que, por várias horas, ele esteja, literalmente, DENTRO DE MIM... é uma jogada arriscada... saiba disso". Assim como vinha acontecendo comigo, essa Celeste me angustiava, não me passava confiança. Então precisei de esclarecimentos. E pedi: "Vamos ver, Celeste, se você me explica umas coisas que ou não entendo ou entendo errado. O que você tá dizendo quando te ouço?quero finalmente saber como ela é na camaófinalmente vou saborear o pedaço delaFinalmente, que porra? Tipo, escapou sem querer, sua gostosa. Que você sempre quis saber como é a foda? Que sempre sonhou em conhecer o pau dele? Que puta você se tornou, e o pior, eu fico excitado. Você me diz pra te entregar pra ele.é uma jogada arriscadaEntão você tá a fim dele e da pica dele desde sempre? E deixar ele se satisfazer com aquilo que ele tá sufocando há 15 anos, o prazer de meter a pica em você — é arriscado? Por quê, me explica? Sim. Eu coloquei isso como um confronto, porque é nisso que se transformou conviver com o "Ban" no mesmo bairro, com o mesmo grupo de amigos... saber, porque quando a gente confiava um no outro, você me contava tudo, mas agora você fica esfregando a sua buceta na cara da Valéria e pra você isso não é me chifrar. Que puta que você sempre foi! Você move uma vírgula pra esconder o que te deixa exposta. É arriscado que "finalmente" você vá pra cama com o "Ban"? Você quer me dizer, claramente, que pica enorme que "finalmente" você vai conhecer, como você disse "vou encontrar ele como uma garota apaixonada", então eu corro riscos porque pra você meu rival vai me vencer, vai te foder de um jeito que não vai te restar outra opção a não ser nos comparar e perceber que ele te "apaixona", que ele "vai te fazer dele" em 2 minutos. LIGA PRA ELE AGORA; Maria Celeste (assim que eu chamava quando tava puto pra caralho), fala minha proposta, se quiser endeusar ele mais, mente, fala que VOCÊ escolheu ele não só pra provar a pica enorme dele, mas pra que Gabrielito, eu, o corno do teu namorado, veja como ele te apaixona te fodendo sem igual e pronto, antes mesmo dele saber de tudo isso, você decidiu que eu me arrisquei e perdi. Que ele TE venceu. "FINALMENTE", como você diz." Saí do banheiro batendo a porta com força. Ouvi a Celeste começar a chorar. Não liguei. Que ele coma ela, "finalmente", e que ela me encha o saco dizendo que meu rival é melhor que eu, então já que ele me venceu, ela fica com ele.
Liguei a TV, passando de canal sem ver nada... não tinham passado 15 minutos quando ouço a maçaneta e depois a porta do banheiro. Sem demonstrar muito interesse, Celeste sai com marcas visíveis de ter chorado, então eu, iludido, imaginei um pedido de desculpas. Imaginei, mas não. Exatamente como na noite anterior, porque duvido que na minha ausência ela não tenha cheirado, minha noiva agiu de novo por conta própria, sem me consultar, sem me avisar. Como? Vou contar. Celeste, com o roupão todo aberto que exibia não só a nudez dela, mas os vestígios de gozo, secreção, suor... tudo que uma puta junta como um recipiente, parou a 1 metro de mim, segurando com as duas mãos no encosto de uma cadeira. Percebi na hora que estava certo: dava pra ver que ela estava turbinada com umas carreiras de pó. A cara dela denunciava. E a linguagem corporal também. "Bom, Gabi. Já vai fazer 24 horas que te confessei minha fantasia, que me deixou ainda mais tesuda, que nós dois nos empolgamos, mas desde então não paramos de brigar sem chegar a um acordo e como parece que cada vez isso está pior, nos afastando de viver essa experiência, por isso, para que esses planos tão gostosos não acabem se perdendo..." ela fez uma pausa. Olhou pro chão. Uns segundos... eternos, que fizeram minha angústia me tirar a coragem. Ela levanta a cabeça, me olha quase sem me olhar com um toque de insegurança, apesar da droga, e me destrói de novo só me contando que: "Acabei de trocar mensagem com o Ban. Fui o mais sincera e clara possível sobre o que você queria fazer e sua decisão de escolher ele, e como ambos imaginávamos, o Ban topou na hora." Eu a ouvia perplexo. Até onde iria esse jeito novo dela de agir? Antes ela nunca deixaria de me avisar uma ideia: "amor, me ocorreu... o que acha se tentarmos ver se o Esteban topa?". Não. Ela e ele sabem coisas que vou descobrir. Mas agora vinha a porrada final. Celeste me diz: "Quando termino de explicar pro Ban o planejado, ele me liga. Minhas defesas caíram, não era A mesma coisa, trocar mensagens ou ouvir a voz dela, quente e decidida. Então me adiantei a qualquer investigação dela perguntando quando ele achava que estaria pronto, supus que logicamente ele precisava processar e imaginar certos parâmetros. Eu tava pensando na sexta ou sábado da semana que vem, amanhã é domingo, daria tempo mas... love: Ban decidiu que seja...esta mesma noiteQuase vomitei com a queda de pressão que tomou meu corpo todo. Ainda bem que tava sentado. Celeste continuava falando, jogando toda aquela informação inesperada que deixava bem claro que, como ontem à noite, minha namorada tava tomando decisões arriscadas, perigosas, daquelas que ultrapassam limites, decisões que eu teria o respeito de discutir junto. E pra piorar, não só não contou com minha aprovação ou recusa, como também tá me dizendo sem rodeios que o Esteban SIM teve participação, decidindo junto com ela uma porrada de sequências que eu jamais aceitaria. Como ela mesma disse, a fantasia fui eu que propus e o cara fui eu que sugeri. Mas ela e o novo comparsa me atropelaram e fecharam tudo sem mim. E se ainda somo que o Esteban convenceu a Celeste marcando o dia do encontro (nem esperou: sem dúvida tava morrendo de vontade de comer ela o quanto antes, pra gente não desistir ou... será que era mútua essa vontade de trepar?). Ela já tinha falado comigo sobre isso: nessa parada toda, quem saía vitorioso tava em jogo. Combinamos eu e Celeste que eu e o Esteban já éramos rivais, e tudo tava me mostrando que minha namorada, de forma totalmente óbvia, tá do lado do meu adversário. Ela continuou me dizendo, naquele pique acelerado e sem culpa nenhuma por causa do efeito da coca: "Quando o Ban falou firme que queria que fosse hoje, eu expliquei pra ele que como você não aceitou meu comportamento desde que a Vale me deu cocaína, que pra equilibrar eu fui com ela tomando vários doses de uísque, que tudo isso mexeu com minha cabeça, confessei pra ele,não sei se você vai gostar de saber disso, um monte de detalhes, aqueles que a gente conversou você e eu ontem à noite. Tipo que, além desses efeitos alucinógenos, a merda me potencializa de um jeito quase incontrolável a libido, com uma vontade de transar quase animal. Me escapou, desculpa Gabi, ao aprofundar que usando merdame sinto como uma gostosa no cioe com certeza a desinibição me empurrou a aceitar sua proposta. Deixei de lado o que rolou entre a Vale e eu, é algo muito íntimo, mas agora que penso, sei lá... talvez eu tenha contado pra ele ontem à noite — juro que não lembro — já que quando saí do quarto da Valéria, o primeiro que vi foi ele. Lembra que ele me ofereceu um Marlboro? Também contei que quando cheguei aqui ontem à noiteEstivemos discutindo porque você ficou puto com meu procedimento inédito, mas lógico.Que a gente foi dormir de madrugada e acordou tipo umas 19h e já são 21h30. Tamo com as sequelas de ontem, mal dormidos, cansados, mas ele insistiu: "Quero queVamos fazer hoje.Cel". Então resolvemos dar umas boas 3 ou 4 horas pra tudo ficar organizado com mais calma. Combinamos que ela vem aqui tipo 1:30. A gente precisa tomar banho, montar o cenário porque nunca pensamos como seria o ambiente onde, enquanto duas pessoas transam, tem uma terceira que, mesmo sem agir fisicamente, interage com estímulos mentais... Ah, falando nisso, no começo ela se recusava a você estar presente, mas tentei fazer ela entender que ESSE é o objetivo da fantasia: que você me veja gozando, gemendo, curtindo ser comida por outro homem. Não sei se ela entendeu, nem se ainda tá desconfortável com você ficar excitado participando do meu ato sexual, mas não como quem me faz gozar. Aí eu já tava com o saco cheio e bati na mesa pra ela calar a boca. "Olha, Maria Celeste e a buceta do macaco..." gritei como um general pra ser ouvido por um batalhão de 4000 soldados... .........E como será que continua?........
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