
Celeste já não poderia me surpreender com mais nada. Ontem à noite, na casa da Vale, amiga dela, junto com ex-colegas, amigas, seus parceiros, o pai da Vale e outras pessoas que tinham ido parabenizá-la pelo aniversário, minha namorada, Celeste, sozinha com a dona da casa, ficou intrigada ao vê-la cheirar... então, movida mais pela curiosidade, aceitou... uma, duas, três... "Quando ia na sexta, já tinha perdido a conta". Junto com uma onda de tesão, resultado da perda total de escrúpulos, acompanhou a amiga e tomou pelo menos 12 doses de uísque, bebida que, assim como a farinha, experimentava pela primeira vez. Naquele estado, perverso, obscuro, sem culpa nem medo, minha namorada teve uma estreia rápida, mas quente, como sapatão. "A Vale acabou me tesourando". Tudo isso deve ter rolado em uma hora, enquanto eu, o namorado dela, estava conversando com os convidados do aniversário, por fora de tudo. Molhada, cheia de cocaína tomando conta da corrente sanguínea dela, bêbada... sai do quarto e no corredor, a caminho da escada para descer do primeiro andar, encontra o Esteban ("Ban", como a Celes chamava enquanto me contava) ele cumprimenta ela e oferece um cigarro e, apesar de, a pedido meu, ela ter parado de fumar há anos, movida pela ardência na entreperna, aceita. Fumando, desce e vai cruzando com o namorado de uma amiga, o futuro marido de outra "Olhava pra eles e só pensava numa cama com os dois". Sai pro jardim me procurando, quando o pai da aniversariante, Seu Carlos - talvez também estimulado pela neve branca - sussurra no ouvido dela e praticamente a induz a, depois de tantos anos de amizade com a Valéria, já ser hora dela e ele... terem um encontro a sós. Ela diz pra ele: SIM SIM SIM. Meio na brincadeira, fez o velho entender que semana que vem... ela dá pra ele. Quando vejo ela tão ruim, coloco ela no meu carro e vamos pra casa. Lá ela me confessa tudo. Que estreou na cocaína e isso abriu a mente dela, ficou bêbada e que a A quentura meio que empurrava ela pra que algum cara a pegasse. Eu, excitado, enquanto a gente fode em casa, tudo quente, me animo e confesso que minha fantasia, aquela que nunca tive coragem de contar, era justamente ver ela dando pra outro. Ela potencializa os desejos dela, o estado de liberdade, e se recusando a parar essa locomotora em busca de experiências, me responde que SIM, que a gente vai fazer isso... o resto, tá aí pra ler.Gabi fazia o impossível, mas essas imagens se gravavam em cada neurônio: Celeste, sua namorada, com pó pra todo lado, gemendo e gozando enquanto Esteban, o rival que ela tinha na mira, metia forte nela na frente dele e ela... sem disfarçar, gozava a cada 2 minutos. "Assim, Ban, assim... ufff... era verdade que sua pica é uma das melhores dessa cidade... ahhh... ahhhh to tendo outro, mano... me dá um cigarro".

(recriminações que vêm do capítulo anterior)Desde ontem você não percebe que sua falta de vergonha ou culpa te faz contar coisas das quais não me fez participar, que quando me informa já está tudo resolvido. Mas também me fere como punhais o jeito que você me conta essas notícias. Sou um quadro pra você, sua puta mãe. Além do seu papel de porta-voz não sei de quem, você não só me fode colocando - porque te dá na telha - só como espectador. De onde você tirou, se nem tivemos tempo de planejar nada, que eu não ia participar? E me dá na telha que você me chupe o pau, sua safada infiel?!!!! Além disso, com a frieza com que me diz coisas como queEsse cara sabe que a gente discutiu., porque pelo jeito que você está agindoele vai vir te comer, cê tá me ouvindo? O cara que me dá urticária etá sabendo que vai realizar o que deseja desde o colégio: finalmente te comer gostosocomo você me disse, ainda não fechamos isso, evai meter o pau dele em nós no nosso pior momentoDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Sabe que de alguma forma a gente tá meio distanciadoe não sei se te perguntou se a gente já tinha resolvido tudotem muito o que conversar ANTES de uma coisa DESSA acontecer.Você vai estar de buceta na frente dele e a gente não combinou nada pra alinhar o papo.o que é permitido e o que não é. Que ações podem me irritar, por exemplo. Tamo pelados pra caralho, Celeste. Nem fodendo a gente chegou num acordo 100% pra botar em prática uma parada que é super delicada. Por que caralhos você me ignora, nem me inclui, tomando decisão pelas minhas costas, algo que é delicadíssimo?Ou tenho que pensar que você já não aguenta mais disfarçar o tesão que tem por aquele salame que te deixou mais à vontade resolver com ele, aceitar o que ele decidir, me deixar desconfortável... forçar uma briga e já ter resolvido quem fica com o prêmio.É isso aí, não é, Maria Celeste?Você disse a ela quetô puto com você porquevocê começou a cheirar pósem que eu saiba,que a falopa te deixa putona, feito uma gostosa no cio, que eu vou ficar como um vaso, enquanto ele te beija, chupa seus peitos, mete no seu cu, te enche de porra eu vou -textual- ainteragir com estímulos mentaisprovocados porque veo cómo el flaco que te está haciendo arder la pussyte faz gozar, te faz gemer, te faz aproveitarÉ, eu, no papel do otário que só olha porque -textual-ele é quem vai te fazer gozarDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Olha, primeiro te aviso que HOJE a gente não vai fazer.NÃO VAI ROLAR VAMOSa fazer, desculpa. E tenho que marcar vocêNÃO VAMOSporque eu, seu ex? parceiro, Gabriel é o produtor da peça de teatro, que mesmo com suas artimanhas você tentou impedir: SIM, magrela. Eu participo dela e, além disso, numa demonstração de confiança em você, já quase em agonia e colocando muita lenha na fogueira do que é obsceno, sujo e perverso: EU te empurrei pra que o cara com quem você vai realizar minhas terríveis vontades de te ver a noite inteira transando com outro fosse o Esteban, aquele que você, enquanto a buceta escorre, chama de "Ban", seu ex-colega de colégio que você e eu sabemos que tá morrendo de vontade de te dar pica... o que eu não sabia, mas tudo que você disse e fez me confirmou, é que a Celes, minha namorada fiel, ficava se mordendo de tesão porque ela, SIM, VOCÊ, raposa, também quer se esfregar. E não me faça especular ou ligar os pontos porque... não tenho saco pra mais decepções e descobrir que você já abriu as pernas pra ele.Além de mil coisas que odiei ao te ouvir... se a gente estivesse em sintonia, precisamos de cautela, pensar friamente, gata, combinar se vai me excitar ou incomodar eles se beijarem, por exemplo. Sabia que até as PUTAS não se deixam beijar na boca por respeito ao marido?. Outra: se quando acabarem ele acender um cigarro, o que você vai fazer? Já pensou nisso?" cuspi - porque fiquei cara a cara - na sua cara e, sem fechar ainda minha raiva que crescia e crescia, deixei essa pergunta no ar e fiquei em silêncio, porque preciso de respostas desde ontem à noite.
Ela percebeu que meu silêncio, aquela pausa, tinha motivos. Pegou o porta-joias sem vergonha, como se já fosse um hábito estabelecido que não carregava medos, pudores nem permissões. Cheirou uma carreira e falou comigo como se não fôssemos mais aquele duo que, com vontade ou sem, respeitava a decisão do outro. "Beleza. Vou te falar isso, Gabriel. Também chamei a Valéria, que antes da meia-noite vai passar rapidinho pra me trazer uma garrafa de uísque e 3 gramas de pó. Olha", exibindo o pouco que tinha no estojo, e as palavras mais cortantes saíram da boca dela: "Não sei como tenho que falar com você, porque parece que ser direta e sincera te afeta demais. Sim, no começo, quando a ideia surgiu, pensei que teria que estabelecer umas regras combinadas. Mas, caso não lembre, hoje eu te disse e você aceitou, que entendi que você abriu a porta, Gabriel, e que eu decidia se ia embora, ficava, se saía pra experimentar, ser livre e depois, se quisesse, poderia voltar e te contar porque você deixou bem claro que...Você tem a necessidade de realizar sua fantasia porque quer experimentar o prazer que vai te dar ver como eu gozo, como eu aproveito.Então...se pra você incomoda eu fumar uns cigarros com meu amante, porque é nisso que o Ban vai se tornar hoje à noite, se ele me oferecer ou se eu tiver vontade e pedir... vou fumar eles.Porrada violenta "Desculpa se minha sinceridade te machuca. E não pense que eu terminei. Resolvi umas paradas com ele, porque, quer você goste ou não, ele vai me comer, não você, e eu quero satisfazer ele. Quer que eu te conte, assim você não esperneia porque se ofende, dizendo que só fica sabendo depois? Entre alguns segredos íntimos, pra saber de antemão o que nos excita, ele me revelou com a voz quente e ofegante que, se eu estivesse montando nele com o pau dele dentro de mim,peço um cigarro pra ele e enquanto ele me come, dou uns tragos como uma puta, ele vai ficar de pau duro. Então... VOU FAZER ISSO.Porque é MEU PRAZER e é isso que te excita, né?. E notei que me excita dar tudo pra ele porque você vai ficar olhando como o inimigo tá te usando a sua namorada. Imaginar isso me molha. Hoje, tô te falando porque você não entendeu: Celeste, sua namorada, vai ser por um boooom tempo a puta DO BAN, seu rival. Vou te falar mais, uma coisa que preferi não comentar antes, sei lá, mesmo que você me acuse de ser fria, eu me cuido. Quando eu te contava o que a gente tinha combinado e com o plano de te contar tudo, agora você vai saber.Fiz um pacto com o Ban.Na real, eu topei um negócio que ele me propôs, tipo um acordo. Como você sabe, ele não quer que você esteja sempre presente. Expliquei bem claro que ISSO É A ESSÊNCIA da sua fantasia. Me ver. Mas ele não quis. Ficou firme, meio puto. E insistia que não queria. Até que mudou a voz, colocou um tom safado, perverso, e bolou um acordo. Eaceiteiquese ela se sentir mal com a sua presençase a gente tivesseMais um encontro só eu e ele, a sós.Fiquei puto. Levantei e fiz algo que nunca passou pela minha cabeça, nem com ela nem com nenhuma outra namorada: dei um tapa na cara dela. Peguei ela desprevenida, então ela caiu pra trás, se segurando na mesa, que evitou que ela fosse pro chão. Antes que ela pudesse reagir, eu a culpei como num julgamento. "Então é verdade", gritei convencido, descontrolado, odiado. "Você fingiu de sonsa, sua puta do caralho.Você tá afim do Esteban, tá toda molhada por ele.De ser minha fantasia... não sei como, passou pra você ter me feito uma jogada que eu, ingenuamente, te coloquei à prova... e você já promoveu o seu macho a quem dita as regras e você obedece." Meus gritos seriam ouvidos a um quarteirão de distância. "Você está fazendo tudo isso porque seu objetivo sempre foi, mesmo fingindo ignorar e agindo como se desprezasse, ser minha amante." Levantei e, aproveitando que o roupão estava aberto, passei os dedos pela racha da sua buceta. Estava completamente encharcada. "Tirei sua máscara, sua desleal do caralho. Quando você se molhou assim, sua traidora que faz planos de prazer pelas minhas costas? Quando estava vomitando? Quando te xinguei e saí do banheiro? Quando me contava dos planos entre seu macho e você? Ou agora que estou te dizendo que CANCELAMOS o plano porque EU criei o plano? Ou a buceta que morre de vontade de 'finalmente' ser usada pelo Esteban escorreu quando ele falou com você e, enquanto ouvia a voz dele, cheirava pó e combinavam com ele de se comerem o mais rápido possível? Foi aí, não foi?" Continuei metralhando-a com acusações que, sem dúvida, estavam claríssimas. "Essa buceta de puta infiel se encharcou: enquanto seu amante e você combinavam de transar, aproveitando que não precisavam se esconder do idiota corno do Gabriel, porque ele justamente permitia isso.
Gabriel, categórico, ordenou: "Se você não começar a desmontar esse aborto que você deformou junto com a cumplicidade da pica que 'finalmente' vai conhecer, te digo, e escuta bem, cuzão: não só proíbo a entrada desse cara, amanhã essa relação falsa acaba. Que virou tristemente uma palhaçada por sua culpa. Fica bem claro. E aí, pode voar tranquila pros braços do garoto por quem você está apaixonada. Foi assim que você definiu. Ah, porque eu poderia te intimar como qualquer casal a pegar suas coisas e vazar da MINHA casa. Mas onde você vai pedir abrigo? Heh, não, hoje você não vai se dar bem. Porque outra opção seria eu pegar minhas coisas, sumir por um tempo até você levar tudo que é seu, ou... pior: te deixar não só o caminho livre pra se aliviar. Você vai trazer ele aqui, pra me humilhar mais. Não, mocinha. É ASSIM que eu digo. Chama sua amiga, nada de pó, e manda uma mensagem pra ele se quiser ser educada, fala que sua mãe ficou doente ou, se não quiser mais correr atrás dele, fala que era uma brincadeira. Mas: depois me dá seu celular que eu cuido, porque não vai ser que você fique se esquentando no telefone contando pra ele que sou um idiota, um ciumento, que ele ganhou a parada enquanto você ri de mim com ele e se bate numa videochamada. EU ESTOU DITANDO AS REGRAS. E ASSIM VAI SER FEITO."Celeste se ajoelhou olhando pro chão. O cabelo dela tampava os olhos, então não sei se chorava, se olhava pro piso, se tava de olhos fechados. O que eu vi foi o corpo dela porque o roupão continuava aberto. "Puta mãe. Como me excita."
Eu estava de pé. Perto dela. Sem levantar a cabeça, ela segurou meu pulso esquerdo com as duas mãos, fazendo força pra se levantar. Me olhou. Chorava, sim. Mas esse sim era um gesto próprio da Celeste, minha namorada em quem confiei 5 anos, a que me respeitava, a que juntos podíamos conquistar o mundo. Pegou papel toalha, assoou a mistura de meleca, pó, água. E segurando o choro, se desculpou. E visualizei que ali, não tão longe, a Celeste estava. voltando.
"Gabi, love." começou. "Primeiro, ME DESCULPA. Você tem toda razão no que me critica, embora algumas afirmações ou elucubrações não tenham nada a ver com a realidade, que sem perceber, como um fantoche da merda e seus atos de permissividade me confundem, me fazem exacerbar alguma postura, como decidir por mim, supondo que você tem que gostar porque entendo que meu prazer te transborda, não, tem decisões com as quais sim, eu me excedi. Um exemplo exagerado: sob a ideia de que vou ficar excitada satisfazendo justamente o cara que é sua Némesis por uma questão de adrenalina, se ele me pedir pra te matar e me convencer até me excitar... vou te dar um tiro?" Fico gelada com o exemplo, mas tento entender por que ela criou uma cena tão "gore". "Não viajei na maionese com o que ilustrei. Eu não vou fazer coisas às cegas. E sim, love. Vamos combinar, ter uma conversa na semana, por favor. Longa. De horas e colocar no papel o que SIM é permitido e o que NÃO vai rolar. Eu te amo tanto, Gabi. Adoraria que essa loucura que me atravessa a gente compartilhasse do mesmo jeito. Mas tenho que perceber que quem tá embarcada na loucura sou eu, não você. E aí ressoa como um martelo na minha nuca outra das suas verdades: é compreensível como aconteceu de eu experimentar a merda. Conversando a sós no quarto da Vale, ela me contou algumas coisas que tava passando, como um desabafo e talvez esperando um conselho. Situações assim, a gente viveu, você e eu, muitas vezes. E aí, ela cheira, vejo como ela fica, fico curiosa e ela me oferece. Imagina eu falar: 'Espera, vou perguntar pra Gabi e volto'. É super compreensível como aconteceu. Supõe que ela me empresta um livro e fala 'Lê o conto 5'. Eu tinha que falar que primeiro conto pra você? Entendo sua raiva e decepção. Ainda mais comigo, que nunca falhamos uma com a outra, construímos uma confiança enorme, e você metia seus dedos em lava fervendo por mim. Mas a gente tava ali, sozinhas, fofocando e aconteceu. E uma vez que aconteceu, não tava preparada pra uma porrada de sensações dessas.AÍFoi aí que tudo desandou pra mim. Com os efeitos fortes demais pra quem não tava preparada, não soube me defender, retomar o controle, manter o recato... e sim, fiquei sem vergonha sem querer. Não esperava que a cocaína te deixasse tão sexual, tão sem pudor... mesmo assim, tirando o primeiro impacto em que tropecei e a gente curtiu com a Vale... apesar de andar pela casa e olhar cada homem com desejo, não fiz nada. Juro. Mas quando cheguei aqui, morrendo de medo de te contar, você ficou excitado, me deu corda, me reconheceu com tesão, com a libido lá em cima, até que sua fantasia foi tipo me dizerO QUE TÁ ACONTECENDO COM VOCÊ TÁ PERFEITO, CELES. VOCÊ TÁ COM VONTADE, E O GABI TE DEIXA. O GABI QUER QUE VOCÊ DÊ COM OUTRO E ELE TE OLHA TODO TESUDO. OS DOIS, GABI E VOCÊ, TOMANDO PAPUSA, ÁLCOOL E VOCÊ GOZANDO POR OUTRO, MAS TAMBÉM POR VER SEU NAMORADO NUMA SITUAÇÃO IMPENSÁVEL: ELE TÁ PUTO DE TESÃO VENDO COMO VOCÊ ACEITOU O PEDIDO DELE E SE DEITOU COM OUTRO.Freiou, chorando de emoção. Me abraçou, o corpo nu todo suado e cheirando a putaria me deixava mais tesudo. 'Te amo, Gabi. Te amo.' Eu ia falar 'E eu, Celes, te amo também' quando a campainha toca três vezes seguidas. Ela me olha com os olhos arregalados, pega o celular '23:57, Gabi. Chegou a Valéria. O que eu faço?' Eu tranquilizo ela. 'A Vale não é o drama, amor. Atende ela rápido e já manda uma mensagem pro Esteban, por favor. Tá?' Ela acena, amarra o roupão e descalça, quase pelada, corre pra porta. 'Oi?' pergunta se fazendo de desligada. 'Sou a Vale, mané. Trouxe o que você pediu. Abre.' Celeste entreabre a porta. 'Amiga, desculpa te atender assim (mostra um peito). Tô com o Gabi no meio de... você sabe. Me dá isso, na semana te pago, não fica brava, né?' Valéria olha por cima do ombro da Celeste e me vê de moletom e camiseta. Hmmm. Algo não fecha. 'Ok. Ok. Você me fez vir lá da puta que pariu de Uber, pensei que pelo menos ia dividir um pouco disso... hehe.' Eu grito apoiando a Celes 'Desculpa, Vale. Eu também sou responsável. Valeu. Pago seu Uber. Manda mensagem quando chegar em casa e te transfiro.' Valéria, entre puta e zoando, vira pra ir pro elevador e fala 'A teta vou te cobrar, otário. A que a Celeste mostrou. Quanto tempo tão trepando? Tá com um cheirão de porco... hahaha.' A risada dela morre quando a porta do elevador fecha. 'Valeu, vida, por entender.' Ela me dá um beijo. Pega o celular. Procura 'Ban' e enquanto digita, uma hora e meia depois do combinado, vai lendo em voz alta. 'Esteban, mudei de planos. Fui uma merda em não consultar o Gabi. E ele me lembrou que daqui meia hora começa um show de uma banda de amigos dele num bar, longe pra caralho. Então já tomamos banho e só agora lembrei de te avisar. Desculpa. Na semana, como deve ser, a gente conversa os três, Gabi, você e eu, porque nisso também errei. O Gabi é quem teve a ideia, as regras têm que ser aceitas por ele. Valeu por entender. Beijo. Celeste". Ela me olha antes de apertar ENVIAR e eu aceno com um sorriso. Ela me colocou num lugar importante. E não inventou uma desculpa besta tipo: "minha avó ficou doente". Sentou-se exausta, como quem faz o que tem que fazer mesmo que seja na base de quebrar acordos com a amiga e com... Ban. Pega a sacola de papel pardo, tira uma garrafa de uísque lacrada e um puta saco de pó. "Bom. A festa não precisa acabar, love, né? Se os souvenirs tão aqui". Nós duas rimos. Depois de tanta tensão, eu precisava relaxar um pouco e me divertir. Falo que sim e quando ela despeja toda a farinha num prato azul, o celular começa a tocar. Olhamos: era o Esteban ligando. "Uh, o que eu faço?". "Não atende. Se ele insistir, bota no mudo e pronto.". Celes vai pegar dois copos e uma forminha de gelo. Não tinha fechado a geladeira e o cara liga de novo. "Que foi? Ele ficou ofendido?" pergunto enquanto abro a tampa da garrafa de uísque. Celeste dá de ombros e me pergunta "Faço umas carreiras ou cheiramos direto do monte?". Eu penso e respondo "Tem mais sex appeal cheirar carreiras. Ver umas 25 ou 30 linhas, quase todas iguais, dá mais..." RIIIIIIIIIIING. O celular de novo. Dessa terceira vez, ela não desligou depois de poucos toques. Deixou o próprio aparelho encerrar a chamada. "Já encheu o saco" disse Celes na segunda cheirada. "Ah... Fabi.... Ahhh" ela dá um gole no uísque "já tô sentindo o calor. Mais três e você tem a sua putinha particular em casa". Eu me aproximei sorrindo de uma carreira, com meu cartão juntei ela com outra, fazendo uma grossa, e mandei uma baita cheirada. "Ufffffffffff. Celes. A puta-mãe. Você não vai acreditar". Ela me olha, toma uísque, cheira igual a mim, duas juntas, e tira o roupão. "O que foi, love?". Eu rio: "Vai me dar vontade...."... "De me foder?". "Também" respondo mas sem muito entusiasmo "As verdadeiras, as de verdade...." .... ela começa a rebolar a buceta como se estivesse se coçando no estofado, mostrando que já A vontade de foder a colonizou. "Cê tá querendo dizer que..." ele arrisca. "A fantasia da sua garota puta voltou?" Dou um gole bom no uísque, cruzo as pernas que nem um professor que ouviu a resposta certa do aluno. "Isso mesmo. Tomo mais dois e te levo de buceta pra rua, e assim que achar um cara decente, te transformo na puta dele num terreno baldio." "Para, filho da pica", ele aspira duas carreiras sem parar de se masturbar na cadeira. "Cê me fala isso e..." TUM TUM TUM. "É a polícia", alguém grita, batendo na porta com tudo. "Abram, é a polícia!" TUM TUM TUM. Olho pra ela. Olho pra merda. Pego o prato e coloco dentro da gaveta do criado-mudo. Ela corre pro banheiro de roupão e nariz branco. "Abram ou vamos arrombar a porta", dessa vez mais violentos. TUM TUM TUM. "Já vai", grito. "Só um segundo que vou me vestir." "Não vamos esperar mais, em 30 segundos arrombamos a porta." Vou correndo assim, de moletom, meio molhado (com a merda, a Celes que me excita tanto, o uísque e toda a nossa situação anterior, minha pica cuspiu um pouco de pré-gozo). Olho pra mesa pela última vez: não parecia ter vestígio da droga. Antes dos 30 segundos, abro a porta.
Boa noite. O que aconteceu?" pergunto, ouvindo minha voz ainda com os resquícios do que consumi. Na escuridão do descanso, vejo 3 policiais, com aquela cara típica de "Tamo afim de foder com você, porque somos a autoridade, então mesmo que você tenha até sua certidão de nascimento, vamos achar alguma coisa". O que estava batendo na porta sorri pra mim e diz: "Recebemos várias denúncias de gritos, brigas, pancadas, choro de uma moça. Várias vezes desde umas 20h até (olha pro relógio Seiko todo riscado) uns 45 minutos atrás." Enfia a cabeça como se estivesse farejando o apartamento e insiste. "A primeira e segunda ligação a gente deixou passar. Mas parecia que a violência tava aumentando e viemos ver o que rola." Eu, sem saber exatamente o que dizer pra eles, pensando que em alguns minutos iriam embora, decidi rápido que deixar eles entrarem não era uma boa ideia. "Não sei. Talvez confundiram de apartamento" e, virando as costas, grito pra Celes: "Love, tá tudo bem?" E ela, de dentro do banheiro, grita: "Tô sim, Gabi. Tô tomando banho. O que foi, love?" Eu viro pros três policiais com minha melhor cara de "Tá vendo? Não tem nada", mas percebo que tem mais um que não consigo distinguir direito, porque tava na sombra. Olho pra cada um dos três agentes com a maior calma que consigo – drogado e com uns doses de uísque, não sei como me controlava – e falo educadamente. "Minha parceira tá tomando banho e daqui a pouco vou tomar também. A gente ia sair pra caminhar e tomar algo aqui perto." O quarto sai das sombras e vejo que não é um policial. Quando ouço ele, sinto um troço: "Pelo meu celular, Gabriel, que marca 1h27, não é tarde pro show que vocês iam ver às 00h30 com a Celeste?" Era o Esteban. Abre o WhatsApp. Chega perto e me mostra. Ele tem ela salva como "A partir de hoje: MINHA PUTA". "Lê isso, recebi às 00h.em meia hora começa um show de uma banda de amigos dele(Quer dizer, teus?)Num bar, reflexos. Então já tomamos banho e só agora lembrei de te avisar. Olha a hora:"Viu, Gabriel? Meia-noite em ponto. Eles já estavam banhados e indo embora." Agora olha o horário atual: "Quase 1h30. Sou pontual, viu?". Eu tento não deixar esse cenário me tirar do sério, mas a cocaína não ajudava. Mesmo assim, falo: "Acho uma falta de respeito você aparecer assim, sem ninguém te chamar, fazendo exigências e pedindo explicações. A situação foi mal planej..." Ela me interrompe. Abre de novo: "Desde hoje: MINHA VADIA", o nome que identificava a Celeste, e me mostra: "Shhh, cara. Aqui, Celeste é a que você chamou e tá tomando banho, né? E a gente tinha combinado que ela viria nesse horário. Tá lendo?" Lia uma mensagem da Celeste: "Desde hoje: MINHA VADIA": "Fechou, Ban. No apê. 1h30. Já peço pra Vale o necessário. (emoji de diabinho) e você traz um maço de Marlboro pra mim. Se rolar clima ruim, me entrega sem o Gabi ver." Duro. Incrédulo. Ele rola o chat pra baixo e manda: "Lê isso, mano." Celeste (Desde hoje: Minha Vadia): "Depois de todas as fotos que você me mandou no colégio e do que a Vale e a Mica contaram, vou te conhecer finalmente." Esteban responde: "Espero que não aconteça igual com elas." Celes (Desde hoje: Minha Vadia): "Me apaixonar pelo seu pau? Para com isso. É que com umas carreiras de pó... tudo pode rolar, né?". Ele me olha como quem sabe que minha derrota tá a um passo e fala pro policial mala: "Tio, valeu por me avisar que esse cara tava me enrolando, porque ele é cagueta da irmã dele." Mente. Eu balbucio algo como reclamação, mas o tira me arranca do meu apê, me joga de bruços, coloca meus braços pra trás, me algema, enfia o dedo mindinho em cada uma das minhas narinas, chupa e, olhando pro Esteban, agradece de volta: "E você, por mostrar que aqui tem venda de cocaína." Eu, no chão, soube que o pior tava rolando. O tira me levanta e, enquanto me empurra pro elevador, fala: "Como não temos mandado de busca, não podemos entrar pra revistar. Mas o pó que você tem... No nariz e a mensagem que mandaram pro Esteban, oferecendo pra ele vir comprar, já é suficiente. Ele tá preso por venda de cocaína." Me joga pra dentro do elevador, os três tiras entram comigo, o Esteban e o tio dele se cumprimentam com um aceno, o elevador fecha e... O Esteban fica no meu andar, com a porta do meu apê aberta e a Celeste tomando banho, sem saber de nada. "Agente. Isso é um engano" ensaio. Tava perdido. Ele me acerta dois socos no estômago que me dobram e me calam. "Você vai ter uns dias na delegacia pra se abrir falando até pelo cu. Agora, hehehe, só imagina, cara. Usa a única coisa que vai estar livre por uns dias: o cérebro. Mas pensa coisas boas, hein?" Os três agentes riram que nem uns otários. Pensar: a Celeste à mercê do Esteban, que tinha se mostrado jogando sujo, sem regras, passando por cima da minha decisão e da da minha mina e, protegido pela polícia, tinha carta branca pra entrar no meu apê. Queria morrer. Com a bad da merda — queria cheirar — percebi que pensar no que ia rolar no apê fez minha rola subir.
Com toda a confusão, a presença policial, meu estado, não estar acostumado a lidar com situações assim, o aparecimento repentino do cara obcecado pela minha mina, ver como ele tinha ela salva no celular, descobrir as conversas da Celes na fase provocante dela, minha detenção violenta e inesperada e o pior: saber que ela estava sozinha, pelada e à mercê dele me distraíram de alguns detalhes. E desse eu fiquei sabendo ao sair da prisão, 3 dias depois. O Esteban estava com uma pasta. E dentro dela, uma série de adminíbooties que ele tinha preparado com uma mente psicopata entre as 00 — hora que a Celeste abortou o encontro — e as 00:25 — o momento em que, amparado pela ajuda do tio policial dele.Ele pegou uma cadeira, colocou do lado de fora da porta do banheiro e a primeira coisa que tirou da maleta: um bilhete com palavras cuidadosamente feitas com recortes de uma revista. Não podia falar com a minha mina, porque ela saberia que não era minha voz, nem escrever nenhuma instrução: ela conhece minha letra.
E o bilhete, que eu não queria ler inteiro, continuava: "...só de tanguinha e tapa os olhos com essa gravata. Depois te falo de quem é". Mas, ao pegar a cadeira que estava do lado da mesa, ele viu sobre o assento e embaixo dela, no chão... restos de um suspeito pó branco. Ouviu o chuveiro sendo desligado no banheiro. Celes estava a minutos de sair. Esteban lembrou da mensagem: Vale ia trazer pó, então ele se ajoelhou e quase conseguiu seguir algum rastro. Gabriel, na pressa por causa da chegada da polícia, tinha deixado cair algumas amostras de pó na correria. E Esteban, esperto, sacou que as pistas levavam pro quarto. E no quarto, só tinha uma cama box, uma Smart TV e duas mesinhas de cabeceira. Ele abriu a gaveta da primeira mesinha e lá estava o prato. Cheio, transbordando, sedutor... e o caminho mais rápido pra vencer toda a resistência de Celes. Ela mesma tinha confessado pra ele:Fico tão putinha como uma gostosa no cio.Esteban sabia que ela não tava provocando ele de propósito, só que abriu umas paradas da intimidade dela porque tava doida de pó e ele ia usar isso a favor dele.Noutra parte da mensagem, Celeste contou que a Valéria ia levar uísque também. Ele foi na cozinha, abriu a geladeira e lá tava a garrafa, aberta e quase cheia. Colocou o prato com pó, o uísque e dois copos, e a maleta debaixo do sommier. Foi pra cozinha, apagou a luz e se pelou todo. O corpo dele era cuidado, na base da academia. Braços trincados. Abdômen definido. E do lado da pica dele, uns 19 cm, mas bem grossa e cabeçuda (a pica que algumas das amigas contaram pra Celes babando), uma tatuagem entre duas rosas que dizia "Celes"... Pelado com a pica meio dura por causa da adrenalina, ele ouviu ela saindo do banheiro na maciota... parou — talvez vendo o bilhete... "Cê é doido, hein?" ela falou, achando que a surpresa ia ser do pobre Gabriel, que no meio do chão de uma cela, alagada de mijo, tava sentado com as costas numa parede fedida e úmida. "Tô colocando a gravata nos ooojoooos" ele contou quase cantando e avisou "Que cheiro gostoso. Esse perfume é europeu..." e assim... de fio dental, descalça, com os peitos de fora, cumpria o pedido do Gabi, o namorado dela. Bom, era o que ela pensava. Tateando, deixou só uma luz vermelha que tava num dos abajures. Deitou, já meio suada e um pouco molhada. "Não sei se tenho que te avisar. Mas... tô pronta.
Ban não conseguia falar. O que tornava tudo mais misterioso e sexual. Ele se aproximou de Celeste. Ainda não podia afirmar que conhecia todo o corpo nu dela, mas faltava pouco. Com um toque no tornozelo, fez com que ela soubesse que estava ao seu lado. Ajoelhou-se ao lado da cama e a contemplou inteira, aproveitando cada milímetro. Ela ficava impaciente. "Love... me dá alguma pista... me diz alguma coisa... que mistério!" E Esteban agiu. Como quem chega para conquistar. Rápido, certeiro, sem dar tempo para pensar, resistir ou ensaiar uma defesa da sua presa. Sem fazer barulho, pegou com o dedo indicador e o anular da mão direita um punhado de cocaína e, com cuidado para não perder nada do que tinha para Celeste, aproximou a boca da borda direita da calcinha fio dental, beijando-a docemente, às vezes afastando a língua longa e molhada com a qual não só lambia a virilha dela, mas também ia levantando o tecido. A namorada do Gabriel, achando que era ele... minuto a minuto recebia prazerosamente cada novo estímulo como o que eram: novidades feitas por outro homem. Ela tinha a virilha completamente molhada pela saliva da língua e dos lábios de Ban, cuja brincadeira — algo que Gabriel não fazia — provocava gemidos e pequenas perdas de fluidos vaginais. E a doçura e a lentidão deram lugar à primeira estocada verdadeira. Esteban finalmente puxou a calcinha fio dental para a esquerda, deixando a buceta molhada dela completamente desprotegida, aproximou os dedos cheios de cocaína e, aproveitando que a lubrificação avançava, enfiou-os o mais fundo que podia sem machucá-la. Nessa entrada triunfal, que seria a primeira de muitas, Esteban chegou onde queria. No clitóris da mulher que tanto desejava e, como um pintor que move o pincel para cima e para baixo pintando a tela, encheu o botãozinho dela com o pó branco, sem deixar, claro, de masturbá-la. Celeste abriu completamente as pernas, num suspiro forte e longo, que terminava num "Aghhh... ahhhh... que sensação tão forte, tão quente... Tão selvagem no meu pedaço de carne? Ahhh, por favor"... Esteban ainda não queria que ela ouvisse a voz dele. Mas uma mulher daquelas, que ele desejava desde os 17 ou 18 anos, fazia com que o que ele tinha planejado — saboreá-la devagar, bem lentamente — ficasse difícil. Sem parar de masturbar o clitóris dela, que ardia cheio de cocaína, ele se ajoelhou no colchão entre as pernas dela, que Celeste abriu ainda mais quando sentiu a presença dele se aproximando. E Esteban cedeu. Puxou a tanga dela o máximo que pôde, colocou as duas pernas dela, uma em cada ombro, e começou a enfiar a pica gigantesca dele, já lubrificada com pré-gozo. Sim, claro: Celeste percebeu. A pele, as formas, as brincadeiras novas... podiam disfarçar... mas aquela pica... o problema é que ela não conseguia pensar com clareza. Não era uma pica que ela conhecesse, muito menos a do Gabriel. O corpo estava mais depilado, e as investidas na bombada mostravam uma força e dominação que ela não reconhecia. Mas por algum motivo... ela não quis tirar a gravata que impedia ela de ver. Ver se os delírios dela eram verdade... sim, sim: eram. Ela não ia mentir pra si mesma. Aquele não era o Gabriel. E mesmo assim, ela sonhava que esse prazer imenso, essa foda inesquecível, essa pica pecaminosa não pertencesse a outro homem porque... porque... Deus, quanto medo... Com força e maestria, Esteban virou ela, e aí ele ouviu: Celeste deixou claro que ele tinha feito ela gozar. Agora o macho estava sentado na borda da cama, os pés no chão, e Celeste montando a pica dele "Ahh... ai, ai, meu Deus... eu curto e temo... tô ficando louca de prazer, mas não quero acordar" ela gemia bem audível, e Esteban sorria... ele tinha deixado a maleta ali, ao alcance do braço. Pegou, abriu, sem parar de meter em Celeste, que hipnotizada se recusava a conhecer a verdade e acompanhava os movimentos pélvicos daquele "fantasma?". Esteban, sem fazer barulho, tirou 2 Marlboros e, aos poucos, foi diminuindo o ritmo, obrigando ela, talvez inconscientemente, a... Que a "sua putinha" monte mais forte, mais selvagem, precisando enfiar essa porra mais fundo, como se compensasse que ele já estava quase parado. Com um isqueiro na mão, acendeu o cigarro, deu a primeira tragada como quem te dá uma dica. Mas por mais que o cheiro de cigarro tivesse clareado suas dúvidas, por mais que ela já estivesse totalmente convencida da identidade do macho alfa que a arrastava, não quis olhar. Então, Ban, com o próprio cigarro, acendeu o outro e colocou na boca dela. Celeste, que já não duvidava mais, cumpriu sua palavra. Deitou ele até que Ban ficasse completamente de costas, olhando para cima, e ela montava como uma puta de respeito enquanto dava umas tragadas suaves e sensuais. "Me diz se eu tô fazendo do jeito que você gosta, Ban", disse ela, ainda com a gravata nos olhos. "Sim, Celes. Mas eu te sonho com mais cara de puta." "Mais?" perguntou, entre ofendida e provocativa. Ele, sem tirá-la, como se a tivesse enganchada no pau, se levantou. Ela ficou pendurada, então o envolveu com as pernas. Esteban continuava metendo o pau. "É muito comprido, é muito grosso, é muito gostoso. Será que um dia vou poder dizer que é meu, Ban?" ela se entregou sem culpa. "Se você é minha puta, merece meu pau", foi a resposta. Outro gemido orgásmico. Mostrando uma força nas pernas que, pra falar do corpo dele, era todo uma massa musculosa, ele se ajoelhou. As pernas de Celeste ficaram praticamente esticadas no chão, e a bunda linda dela batia na madeira do piso. Ele se inclinou e continuava metendo... colocou uma mão debaixo da cama, pegou o prato e o arrastou para perto dos dois.
Tinha um tubo oco de metal chique, do tamanho... sim, do tamanho de um cigarro. Enfiou no montinho de pó, enchendo ele por completo. Celeste não olhava, mas aceitava tudo com total confiança. Ban colocou uma das pontas do tubo na narina dela e ele fez o mesmo do outro lado. "Juntos", ordenou ele. "Juntos", concordou ela. "Vai" e com esse sinal, os dois aspiraram ao mesmo tempo, de cada lado do baseado. "Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhh" gemeu em outro orgasmo -com certeza motivado pela adrenalina do que tava vivendo- "Como eu tava precisando de uma sentada gorda assim". Ele, com o prato já no criado-mudo, deitou ela de novo e colocou aquelas pernas lindas nos ombros dele. E convida: "então vamos de novo". Tirou a gravata dele, passou no nariz dela pra ela sentir o perfume, Celeste ao cheirar fecha os olhos e mexe a cintura, com uma pequena enfiada e continua com os elogios "Que cheiro gostoso. Não vou conseguir esquecer". Meio tonta por ter ficado sem luz tanto tempo, demora pra entender já que quando recuperou a visão ficou com os olhos fixos nos de Celes. Quando depois de uns segundos se ligou, viu que era o Ban que tava comendo ela, sentiu um tremor confuso: ele deu em cima dela por 15 anos e ela sabendo o que ele era: mulherengo, metido, enganador, não era o tipo dela e uns 5 anos atrás quando se envolveram com Gabi, descartou ele pra sempre. Mas naquele momento, que conseguiu ver ele depois de uma foda incrível tipo uma hora sem se olhar, fumar, ele bater uma punheta com pó no clitóris dela, depois de montar nele e finalmente sentir dentro dela aquela pica que as minas e os caras comentavam primeiro no colégio, nos anos depois de formar embora antes leve todos os prêmios a viagem de formatura. "Vou me distrair um pouco, hein?" (Pensa Celeste) lembrando que o Esteban nos 10 dias em Bariloche comeu a professora de Geografia, uma mulher gostosa, uns 43 anos, mas sempre com cara de "eu com os alunos, distância"... depois de passar pela pica do Esteban, virou amigona da turma toda. Também foi domada pela cobra do Ban a diretora, uns 50 anos, mas muito bem conservada. Ia viajar com o marido, mas comentaram depois que antes da viagem, na garagem o Esteban comeu ela com força no carro dela por causa disso, convenceu o corno a não viajar. Entre os professores viajou a Cecília, substituta de Inglês. Era a primeira experiência dela como professora, devia ter... 23 anos. Quem tava nos quartos vizinhos ao do Esteban e dela conta que ela não parou de gritar em inglês um monte de putaria enquanto aquele pedaço de carne metia e metia. Anos depois, Ban mostrou pra gente um caderno que ela deu pra ele com todas as expressões que uma mulher anglo fala quando tá sendo comida. Cecilia assinou o final do caderno com essa frase: "I only dream of having two weddings. One with whoever husband I end up with. And another with such a juicy piece of Argentinian meat." Mas esse macho, que todas queriam ter dentro, também deu umas trepadas (digo umas, posso dizer umas 5) com a mãe de um dos nossos colegas, o Mateo. Ela era a mãe mais novinha, porque tinha dado à luz nosso amigo aos 18 anos, então pra viagem pra Bariloche ela tinha 35. Mas a anedota, como vocês vão ver, não é que o Ban era cobiçado pelas fêmeas: a Laura, mãe do Mateo, viajou com o marido dela, o pai do Mateo! Ou seja, ele seduziu, convenceu e meteu o pau nela umas 4 ou 5 vezes em 10 ou 12 dias com o esposo ali, com todas as minas e caras. Acho que duas dessas vezes foram num lugar que o Esteban descobriu na balada que a gente costumava ir. Ele nunca quis contar, mas a gente entendeu que, por uma ideia de fazer um setor no futuro, o dono pediu pros arquitetos que, atrás do banheiro feminino, levantassem uma parede em semicírculo, que, graças a como a luz da boate batia, um pedaço de 2 metros de largura por 3 de altura ficava totalmente no escuro. Você passava do lado e era impossível ver o que tinha naquele cantinho.
Esteban apaga as lembranças. "Já mandei o tubo". "Manda" grita ela, toda gostosa e entregue. "Você avisa" ele pede. Uma ponta em cada narina — a dela e a dele — "Bão... droga comigo... já". E como se tivessem combinado... aspiram devagar, bem devagar, se deixando levar pelo prazer... Quando o que tinha no tubo já corre nos corpos deles... Esteban sabia que aquela noite, Celes não ia recusar nada. Puxa ela pela nuca até a boca dele, e se dão um beijo enorme e erótico. Esteban não queria deixar ela pensar nem um minuto, então, enquanto a namorada do Gabi curte beijar ele sujo, com línguas babando, ela semicerra os olhos e ele, ali, junta de novo com dois dedos um punhado de pó e bate uma punheta no clitóris dela, pintando ele todo de branco. Celeste, de tanta excitação, entregue por tudo que o Bão tinha preparado desde o começo, se desmancha em convulsões que assustariam qualquer um que, pensando num ataque epilético, ligaria pro 911. O Bão já tinha pegado o ritmo. Celes teve uns 5 orgasmos simultâneos. Sim. Gozou 5 vezes ao mesmo tempo. Olhos virados, baba escorrendo até os peitos... e entre a 2ª e a 4ª... um squirt espirrou a cama toda.O Bão tira do lugar mágico a garrafa de uísque e os dois copos. Ela, ainda tremendo... tem medo de a bebida derramar na cama. E só aí pensa: "Ei! A cama minha e do Gabi. Cadê ele?" mas por enquanto evita meter o namorado no meio. Sente culpa depois de tudo que foi conversado, se sente desleal depois de reconhecer que não foi certo se cortar sozinha. Para a mente no seco, enquanto dá o primeiro gole. "Isso tudo é um plano do Gabi?" mas descarta essa ideia, embora duvide. Os dois se conhecem como se fossem um só, mas tem toda essa parada de "fantasia" e ao mesmo tempo ciúmes. Odiar o Bão desde que o conhece até exigir que ele coma ela... enquanto bebem, um pouco mais calma, se anima, encara o Esteban: "Cadê o Gabi? O que rolou? Ele foi embora? Pra onde? Por quê? Buuuuuueno, beleza" responde Esteban, como quem não tava ligando muito. "Lembra que a polícia veio?" Aí a Celes fica esperta. "Sim, mas não sei nada do que aconteceu." E Esteban, como é da natureza dele, mente. "Beleza. Eu não tava aqui, mas quando tavam levando ele, eu tava passando na calçada do outro lado. Ele tava de ressaca, xingando os policiais, tentando fugir. Me vê e grita: 'Esse cara me conhece. Esse cara me conhece.' Eu chego perto e um dos tiras me faz assinar como testemunha de que ele tava bem fisicamente, que a polícia não tinha feito nada com ele. E parece que a denúncia... bom, foi o que o cana me disse, Celes... né? Não sei se é verdade" e fica em silêncio. Manipulador. "Conta logo, porra" implora a mulher que ele tanto queria que fosse dele. E se ele aprofundasse na história... quem sabe... ele olha sério pra ela, baixa o olhar. "Você não vai gostar, Cel. Mas repito: foi o que um dos canas me disse." Celeste fica desconfortável. O joguinho do Esteban tava levando ela pro lugar que ele queria. "Por que eu não vou gostar? O Gabi fez merda?" Esteban pergunta sério: "Nesse prédio, tem alguma mina loira de uns... 24 anos?" Ele sabia que sim, não morava tão longe, e aquela mina que ele perguntou como quem não quer nada, era... "A Andrea?" pergunta Celeste "A que mora três andares abaixo daqui?" Esteban, manipulando a situação, baixa o olhar... "Bom, não fica brava. O cana me disse que ela fez três denúncias por barulho, que vocês discutiram hoje ou algo assim" — uma parte de verdade, pra convencer a Cel — "Sim. A gente discutiu muito hoje." Ele abraça ela e solta: "O cana disse que a Andrea e o Gabriel tão se pegando. E a Andrea ouviu ele brigando com você ou você com ele e fez uma denúncia pra te ferrar. Mas como o Gabriel surtou, xingou todo mundo e tal... levaram ele preso."
Celeste olha pro Ban com ódio. Ódio do Gabriel. "Então o filho da puta do Gabriel tá me traindo com a tal da Andrea? É, sabe? Umas duas vezes, de passagem, a... nomeou" Ficou olhando pro colchão. Virou-se, tomou o uísque de uma vez e cheirou um monte de pó do montinho. Olha pro Esteban. Pega na pica dele e fala "Quero te chupar. Quero ser a puta dessa pica. E que o Gabriel apodreça na cadeia".
Esteban se levanta de propósito, Celeste olha o que ele tem tatuado do lado da pica enorme. "Como?" ela gagueja, entre excitada, com tesão, lisonjeada... e baixando a guarda pros planos do Esteban. "Você tatuou meu nome do lado da pica? Me leva pra morar na sua casa, maluco. Te amo" completa Celes, se jogando em cima do Ban, beijando ele com paixão, totalmente enganada. Esteban, grande manipulador, ordena: "Quero ver sua cara cheia do meu gozo". "Eu também, meu macho", e chupa a vara dele, olhando orgulhosa pro nome dela até o gozo chegar... Celeste, enganada pelo fabulador do Esteban, será que consegue voltar pro Gabriel depois do que começou hoje e vai ficar mais sujo amanhã?---------------------------------------------------------------
Continua?
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Link pt 2:
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2 comentários - Confessou o que fez na festa e me animou a pedir fetiche