Quando cheguei no quarto, o Sergio já tava lá. Ao abrir a porta, a primeira coisa que vi foi que ele já tinha tirado a camisa preta e tava sentado na beira da cama, só com aquela regata branca. Ele era imponente, com seus 1,80m ocupando o espaço e aquele pelo escuro aparecendo no decote da roupa. Na mesinha de cabeceira tinha um balde com gelo e uma garrafa de vinho branco. — Chegou na hora certa, magrinha — ele disse com aquele sorriso de canto que me fazia tremer—. Entra, fecha a porta. Entrei e o som da tranca ao fechar me deu um frio na barriga. Sentei na cadeira que tava na frente da cama, tentando manter a pose. — E então... do que é que a gente vai "conversar"? — perguntei, usando as palavras dele. Sergio soltou uma risada rouca, serviu um pouco de vinho e me passou a taça. Depois, levantou devagar e veio na minha direção. Parou bem na minha frente, me obrigando a levantar a cabeça pra olhar pra ele dos meus 1,50m. — A gente pode conversar sobre um monte de coisa, Caro — disse, tirando a taça da minha mão e deixando na mesa—. Sobre como você me deixa doido na loja de tintas, como esses jeans ficam em você... ou por que a gente demorou tanto pra ficar assim, sozinhos. Ele pegou minhas mãos e me fez levantar. Sem avisar, me puxou pra perto dele e envolveu minha cintura com os braços enormes. Senti o peito peludo dele contra meu rosto e o cheiro do perfume misturado com o vinho. — Não tem mais cliente, Caro. Não tem mais Lili. Só nós dois — ele sussurrou no meu ouvido, e senti os lábios dele começarem a percorrer meu pescoço com uma lentidão de matar. Fechei os olhos e me encostei nele, sentindo a firmeza do corpo dele contra minhas curvas. A "conversa" acabou naquele segundo, quando Sergio me pegou no colo pra me sentar na cama e começou a me despir com uma paciência que tava me enlouquecendo. Ele se enfiou entre minhas pernas e, igual tinha feito no escritório mas agora com todo o tempo do mundo, começou a me devorar. A boca dele percorreu meu abdômen, parou nos meus peitos e desceu pelas minhas coxas com uma fome que me fazia arquear as costas. Eu só conseguia enterrar meus dedos no cabelo escuro dele e me deixar levar, curtindo cada carícia daquele homem que, finalmente, me tinha toda só para ele. Sergio se levantou da cama por um momento para terminar de tirar o pouco de roupa que ainda tinha. Eu fiquei ali, sentada entre os lençóis, com o coração na garganta e os olhos bem abertos. Nossa, nenhuma foto tinha me preparado para vê-lo assim, ao natural. Quando ele tirou a cueca e ficou completamente nu na minha frente, fiquei sem palavras. Os pelos escuros que nasciam no peito dele desciam por todo o abdômen numa linha grossa e masculina que não parava no umbigo, mas seguia com mais força para baixo, rodeando tudo. Era um homem de verdade, bruto, com aquele corpo maduro de 1,80 que parecia imponente na penumbra do quarto. E aí tinha aquilo. Não era como os caras da minha idade. Sergio tinha uma piroca que era uma sacanagem: grande, bem grossa e com as veias marcadas e a cabeça mais grossa que o resto, uns 22 centímetros mais ou menos que pareciam ainda mais impressionantes porque ele estava de pé bem na frente dos meus olhos. Mas o que mais me impactou foram os ovos dele; grandes, pesados e balançando com aquela masculinidade que só os senhores têm. Tudo aquilo, rodeado por aquele pelo espesso, me deu um calor que desceu direto para as pernas. — O que foi, Caro? O ogro te assustou? — ele perguntou com aquela voz rouca, percebendo que eu não conseguia parar de olhar para baixo. — Não... é que... você está incrível, Sergio — consegui dizer, engolindo seco. Fiquei impressionada com o tamanho da piroca dele, parecia enorme e muito gostosa. Ele sorriu com superioridade, sabendo perfeitamente o efeito que estava causando em mim. Chegou perto da cama de novo, e aquela presença dele me envolveu por completo. Meus 1,50 pareciam minúsculos diante de um exemplar daqueles. Quando ele se ajoelhou no colchão e Senti o peso do corpo dele se aproximando, o cheiro de homem e a visão daquela anatomia tão perto do meu rosto me fizeram perder a conta de todos os motivos pelos quais isso era "errado". —Chega mais, magrinha. Ainda temos muita conversa pela frente —ele sussurrou, segurando minha nuca pra me colar nele. Naquele momento, com aquela piroca grossa e aqueles ovos grandes roçando minhas coxas, eu esqueci a Lili, esqueci a loja de tintas e esqueci o mundo inteiro. Só existia o Sergio e a fome que eu sentia ao vê-lo assim, tão completo e tão meu. Não consegui evitar. Estiquei as mãos e, finalmente, toquei no que eu vinha desejando há meses. Comecei pelos ombros dele, que pareciam de pedra, e desci meus dedos por todo aquele pelo escuro do peito dele. Era áspero e másculo, exatamente como eu imaginava. Continuei descendo pela barriga dele, traçando aquela linha de pelo que chegava até a virilha, e quando meus dedos roçaram a piroca dele, senti um choque no corpo inteiro. Ela estava dura, grossa e quente igual um ferro. Ao sentir meu toque, o Sergio soltou um grunhido profundo, daqueles que vibram no estômago, e eu vi como os ovos grandes dele se contraíram. Não teve mais "conversa" nem mais joguinho. O Sergio se jogou em cima de mim com toda a força daquele homem de 1,80m. Me derrubou de costas no colchão; meus 1,50m mal davam pra abraçar as costas largas dele. Ele segurou meu rosto com uma mão e me deu um beijo que soube a glória e a pecado. Era um beijo faminto, de língua, daqueles que te deixam sem ar e te fazem esquecer até o próprio nome. Eu sentia a piroca dura dele pressionando minha coxa, queimando minha pele, enquanto as mãos dele desciam desesperadas pra agarrar minha bunda, me apertando contra ele com uma raiva deliciosa. —Você vai me enlouquecer, Caro... —ele disse entre beijos, com a respiração ofegante e os olhos acesos. Eu só conseguia enroscar minhas pernas na cintura dele, sentindo o atrito dos pelos das pernas dele contra as minhas, entregue por completo àquele senhor que estava devorando minha alma. O mundo lá fora do hotel deixou de existir; mas o que mais me surpreendeu naquela noite não foi só o quanto o Sergio estava imponente, mas como ele me tratou. Eu esperava algo bruto, quase violento pela vontade que a gente tava, mas ele mudou completamente o jogo. Ele foi com calma. Não foi uma trepada rápida de motel; foi me fazer amor com uma tranquilidade que me desarmou. Mas, quando chegou a hora da verdade, percebi que o senhor tinha experiência. Ele pegou a camisinha e, com uma destreza que só os anos dão, colocou num piscar de olhos. Nem uma pausa, nem um erro, nada de ficar lutando igual os moleques da minha idade que cortam toda a inspiração. Foi um movimento rápido, mestre, e já tava pronto pra mim, mas eu queria sentir ele dentro de mim e aquela piroca seria um pecado sentir com plástico, então falei: "adoraria sentir você dentro de mim no pelo". Ele respondeu: "Sério, Caro?" E eu comentei: "Se eu tô com muita vontade, tira isso". Ele tirou a camisinha da piroca e perguntou: "E onde vou gozar?" Eu respondi: "Quero que você goze dentro e sinta você todinho". Ele falou: "E se você engravidar?" Aí eu respondi: "Isso eu adoraria, assim já seria sua mulher". Parece que isso excitou ele ainda mais, porque ele me beijou na boca e disse: "Tem razão, além disso, a Lili precisa de um irmãozinho". Ele abriu minhas pernas com uma delicadeza que me fez sentir de vidro. Olhou nos meus olhos, me deu um beijo longo, daqueles que fazem você suspirar, e começou a entrar. — Ai, meu Deus!... — gemi, cravando as unhas nos ombros dele.

Sentir aquela pica de 22 centímetros, tão grossa e quente, me preenchendo por completo, foi uma loucura. Minha buceta se sentia estourada. Era uma sensação de plenitude total; me preenchia cada cantinho, me esticando e fazendo eu sentir cada milímetro da grossura dele. Na posição de papai e mamãe, com o peito peludo roçando nos meus peitos e o rosto dele a centímetros do meu, o prazer era quase insuportável. Sérgio não tinha pressa. Ele se movia num ritmo constante, profundo, me dando beijos lentos enquanto sussurrava coisas no meu ouvido que me arrepiaram toda. Cada vez que ele empurrava, eu sentia o peso das bolas grandes dele batendo na minha bunda, um ritmado tchau-tchau que me lembrava que aquele homem era pura carne e músculo. O que nunca vou esquecer foi a cara dele no momento final. Sérgio sempre tem aquela expressão de machão, de "aqui quem manda sou eu", mas quando sentiu que não aguentava mais, ele se transformou. A gente tava na posição, eu com as pernas bem abertas abraçando a cintura dele, e ele me dando as estocadas mais profundas, chegando até o fundo da minha buceta com cada centímetro da pica dele dentro de mim e as bolas dele batendo no meu corpo. De repente, ele apertou a mandíbula e fechou os olhos com força. Vi as veias do pescoço dele se marcando e o suor brilhando na testa. Ele parecia tão homem, tão real. Ele parou por um segundo, enterrado completamente dentro de mim, e soltou um gemido rouco que ecoou no meu peito enquanto eu sentia a pica dele pulsando dentro da minha buceta, sentia a pica dele jorrando tudo dentro de mim, sentia o esperma quente dele enchendo minha buceta enquanto eu gemia de prazer e arranhava as costas dele, pedindo pra ele me engravidar. Ele me olhou com uma vulnerabilidade que me deixou sem fôlego; por um momento, ele não era o chefe, era um homem rendido ao que sentia comigo.
—Caralho... caralho! —sussurrei, e ele me deu um beijo desesperado enquanto terminava de gozar. Depois disso, a última coisa que esperei foi o que aconteceu. Pensei que ele ia levantar, se vestir e ficar sério de novo. Mas não. Ele se levantou, pegou papel higiênico e limpou o sêmen que escorria pela minha buceta e minhas coxas. Adoraria ter limpado a pica dele com a boca, os restos de sêmen e meus suquinhos de princesa, mas ele limpou com papel e deitou de novo ao meu lado. Me puxou para o peito dele e me envolveu com os braços de 1,80, me protegendo do frio do ar-condicionado. Ali estávamos deitados, ambos nus, excitados e com fluidos um do outro. Ficamos ali abraçados, como se fôssemos namorados de uma vida inteira. Minha cabeça ficou bem em cima do peito peludo dele; dava pra ouvir o coração dele desacelerando aos poucos e sentir o cheiro da pele dele misturado com o meu. Ele acariciava meu cabelo com uma suavidade que eu não conhecia nele, e de vez em quando me dava um beijinho na testa. —Tá bem, magrinha? —perguntou baixinho, com aquela voz de senhor que agora soava como pura proteção. —Tô, Sérgio... tô muito bem —respondi, me aninhando nos braços dele. Parecia estranho, mas incrível. Estávamos num motel, eu era a melhor amiga da filha dele e ele era meu chefe, mas naquele momento, abraçados debaixo dos lençóis, nada disso importava. Me sentia segura, querida e, acima de tudo, desejada pelo homem que me deixava louca. Ficamos assim por um bom tempo, em silêncio, curtindo o pós-gozo e a paz de finalmente ter soltado toda aquela tensão de meses. Tava satisfeita por ter tido ele dentro de mim e feito ele gozar, queria ter gozado também, hahaha. Aquela noite foi um parêntese perfeito, mas a realidade bateu na cara assim que saímos do motel. A verdade é que só transamos uma vez naquela noite, isso me decepcionou um pouco porque eu imaginava que a noite toda íamos trepar a ponto de minha buceta ficar ardendo de tanta fricção e eu gozar. várias vezes e que até minha bunda ia ficar arrebentada e dolorida, mas não, a noite toda dormimos pelados, abraçados. Finalmente, pros meus pais eu falei que ia ficar na casa de uma amiga. No dia seguinte, a gente se despediu no estacionamento com um beijo rápido, daqueles que têm gosto de "te vejo depois", e cada um seguiu seu caminho. Cheguei em casa me sentindo outra, com o corpo ainda excitado do melhor jeito possível e o cheiro do Sergio grudado na pele, com restos do esperma dele dentro da minha buceta. Dormi um pouquinho, já que ainda era cedo, com um sorriso no rosto, mesmo sabendo que segunda-feira ia ser um teste de fogo. Aquela segunda-feira chegou com o sol a pino e o barulho de sempre. Entrei na loja de tintas e lá estava ele, com a camisa de botões impecável e aquela cara de "aqui não aconteceu nada". —Bom dia, Caro. Temos que conferir o pedido dos esmaltes —ele falou pra mim na frente dos ajudantes, com uma voz tão seca e profissional que por um segundo duvidei se o do sábado tinha sido um sonho. —Sim, seu Sergio. Já vou dar uma olhada —respondi, igualmente séria, mesmo que por dentro estivesse morrendo de rir e morrendo de vontade de lembrar ele como era gostoso pelado. Passamos o dia todo assim. Foi um dia normal, chato, cheio de cliente reclamão e lata de tinta. A Lili até mandou um áudio no grupo dizendo que já tava voltando e que trazia doces pra gente. A gente atuou tão bem que ninguém desconfiou de absolutamente nada; éramos o chefe exigente e a funcionária eficiente. Mas assim que deu seis horas e os ajudantes terminaram de levantar a última porta de metal e foram embora gritando que já era hora da cerveja, o ar no lugar mudou de repente. Fiquei no balcão terminando de fechar o caixa. Escutei os passos pesados do Sergio se aproximando por trás. Ele não disse nem uma palavra. Assim que senti a presença de 1,80m dele, me virei e já tava em cima de mim. Me agarrou pela cintura com aquela força que me deixava louca e me apertou contra o móvel das notas fiscais. —Você não faz ideia do quanto me custou não pular em cima de você o dia inteiro —dia, magrinha —rosnei contra seus lábios. Começamos a nos devorar ali mesmo. Foi um beijo desesperado, de língua, com uma fome que parecia que não nos víamos há anos. Enfiei os dedos nos pelos do peito dele, puxando a camisa, e ele apertou minha bunda com as duas mãos, me levantando um pouco pra eu sentir que já tava duro de novo por minha causa. O contraste da luz moribunda do depósito fechado e o calor da boca dele era pura adrenalina. —A Lili acabou de me mandar mensagem, já tá quase em casa —consegui balbuciar entre os beijos. —Temos dez minutos —respondeu ele, descendo os lábios pro meu pescoço e mordendo de leve—. Dez minutos pra te lembrar que você é minha, Caro. Sergio me tinha encurralada contra o balcão, devorando meu pescoço, e eu sentia o pau dele duro batendo na minha coxa por dentro da calça. Aquele roçado me acendeu de vez. Bateu um tesão daqueles que não deixam você pensar. —Espera, Sergio... —falei com a respiração cortada. Me soltei do abraço dele e, sem dar tempo de reagir, me ajoelhei na frente dele no chão de cimento da loja de tintas. Meu 1,50 me deixava na altura perfeita. Sergio ficou mudo, só soltou um suspiro pesado quando sentiu minhas mãos no cinto dele. Desabotoei a calça dele com uma agilidade que deixou ele frio e puxei pra baixo junto com a cueca.
Lá estava ela de novo: aquela pica, grossa, cheia de veias e apontando direto pra minha cara, rodeada daquele pelo escuro que eu tanto gostava. Com a pouca luz que entrava pelas frestas da cortina de metal, ela parecia imponente. Não pensei duas vezes. Enfiei ela na boca de uma vez só, como costumava fazer com meus ex-namorados, mas com a diferença de que isso não era brincadeira de moleque; isso era um homem de verdade.
—Agh... Caro! —rosnou Sergio, jogando a cabeça pra trás e apoiando as mãos no balcão pra não cair. Eu comecei a trabalhar com a língua e os lábios, dando tudo que eu tinha com o colmilho. Sabia exatamente como me mexer pra deixar ele louco. Sentia os ovos dele, grandes e pesados, roçando no meu queixo, e o cheiro da masculinidade dele enchia meu nariz. Sergio não parava de gemer, apertando a borda do balcão com tanta força que os nós dos dedos ficaram brancos. —Porra, magrinha... vai me fazer gozar aqui mesmo! —soltou com a voz rouca, enterrando os dedos no meu cabelo comprido pra guiar meu ritmo. Eu tava dando com gosto, adorando ter o controle total sobre aquele homem de 1,80 que passava o dia todo dando ordens. Naquele momento, o chefe era meu. Os dez minutos tavam passando voando, e o risco de alguém passar lá fora ou da Lili chegar dava um gosto na situação que me fazia chupar ainda mais forte. Bem quando eu tava no auge, com Sergio agarrado no balcão soltando uns gemidos que ecoavam pelo lugar todo, ele de repente colocou a mão na minha cabeça e me parou no seco. —Shhh! Espera! —sussurrou com a voz ainda rouca de prazer, mas com o ouvido atento. Fiquei paralisada com o pau dele ainda roçando meus lábios. Ouvimos um barulho lá fora, como se alguém tivesse chutado uma lata de lixo ou uma telha. Meu coração deu um pulo. Sergio, com uma calma de quem já tava acostumado, subiu a calça e fechou o cinto em três segundos enquanto eu me levantava do chão, limpando a boca rápido com a mão. —Javi! É você? —gritou Sergio pra cortina, recuperando o tom de chefe durão. Ninguém respondeu, só se ouviu um gato correndo pelo telhado de zinco. Sergio soltou um suspiro de alívio, mas a adrenalina já tinha cortado nosso ritmo. Ele me olhou com os olhos ainda acesos, se aproximou e me deu um beijo rápido. —Não podemos continuar assim, Caro. Tamo brincando com fogo aqui no depósito —disse ele. — ajeitando a camisa —. Amanhã tenho que ir ver o fornecedor de lacas industriais na saída da cidade. Fala pra Lili que você vai comigo pra me ajudar com o inventário das amostras. A gente dá uma desviada no caminho. E foi assim que fiz, quarta-feira foi o dia. Saímos da loja de tintas às onze da manhã sob o pretexto do "trabalho". A Lili até me pediu pra trazer um café da estrada pra ela. Assim que perdemos a zona do depósito de vista, o Sergio enfiou a caminhonete no primeiro motel discreto que encontramos. Mal fechamos a porta do quarto, o mundo explodiu. O Sergio não esperou nem eu largar minha bolsa. Me jogou contra a parede e começou a tirar a roupa com uma desesperação que eu não tinha visto nele no sábado. — Essa "reunião com o fornecedor" vai ser a mais longa da minha vida, magrinha — disse, ficando completamente pelado. Ao vê-lo ali, com o corpo de 1,80, os pelos escuros e aquela pica dura me procurando, esqueci das contas, da tinta e da Lili. Tirei a blusa e me joguei nos braços dele, pronta pra "viagem de negócios" começar de verdade. Dessa vez não teve a ternura da primeira noite. O Sergio era outro. Tirou a roupa com uma fúria contida e, antes que eu pudesse dizer algo, já me tinha jogada na cama. — Essa sua boca do outro dia no depósito me deixou na metade, Caro... agora é a minha vez — rosnou. Enfiou a cara entre minhas pernas e me devorou a buceta com uma desesperação selvagem. Não eram carícias lentas; era a língua dele trabalhando com força, chupando e mordiscando meus lábios de lá embaixo enquanto as mãos grandes apertavam minhas nádegas com força. Eu sentia que ia me desmanchar ali mesmo; o contraste da barba áspera dele contra minha maciez me fazia gritar, e ele não tava nem aí se ouvia no motel inteiro.
Continua...


Sentir aquela pica de 22 centímetros, tão grossa e quente, me preenchendo por completo, foi uma loucura. Minha buceta se sentia estourada. Era uma sensação de plenitude total; me preenchia cada cantinho, me esticando e fazendo eu sentir cada milímetro da grossura dele. Na posição de papai e mamãe, com o peito peludo roçando nos meus peitos e o rosto dele a centímetros do meu, o prazer era quase insuportável. Sérgio não tinha pressa. Ele se movia num ritmo constante, profundo, me dando beijos lentos enquanto sussurrava coisas no meu ouvido que me arrepiaram toda. Cada vez que ele empurrava, eu sentia o peso das bolas grandes dele batendo na minha bunda, um ritmado tchau-tchau que me lembrava que aquele homem era pura carne e músculo. O que nunca vou esquecer foi a cara dele no momento final. Sérgio sempre tem aquela expressão de machão, de "aqui quem manda sou eu", mas quando sentiu que não aguentava mais, ele se transformou. A gente tava na posição, eu com as pernas bem abertas abraçando a cintura dele, e ele me dando as estocadas mais profundas, chegando até o fundo da minha buceta com cada centímetro da pica dele dentro de mim e as bolas dele batendo no meu corpo. De repente, ele apertou a mandíbula e fechou os olhos com força. Vi as veias do pescoço dele se marcando e o suor brilhando na testa. Ele parecia tão homem, tão real. Ele parou por um segundo, enterrado completamente dentro de mim, e soltou um gemido rouco que ecoou no meu peito enquanto eu sentia a pica dele pulsando dentro da minha buceta, sentia a pica dele jorrando tudo dentro de mim, sentia o esperma quente dele enchendo minha buceta enquanto eu gemia de prazer e arranhava as costas dele, pedindo pra ele me engravidar. Ele me olhou com uma vulnerabilidade que me deixou sem fôlego; por um momento, ele não era o chefe, era um homem rendido ao que sentia comigo.
—Caralho... caralho! —sussurrei, e ele me deu um beijo desesperado enquanto terminava de gozar. Depois disso, a última coisa que esperei foi o que aconteceu. Pensei que ele ia levantar, se vestir e ficar sério de novo. Mas não. Ele se levantou, pegou papel higiênico e limpou o sêmen que escorria pela minha buceta e minhas coxas. Adoraria ter limpado a pica dele com a boca, os restos de sêmen e meus suquinhos de princesa, mas ele limpou com papel e deitou de novo ao meu lado. Me puxou para o peito dele e me envolveu com os braços de 1,80, me protegendo do frio do ar-condicionado. Ali estávamos deitados, ambos nus, excitados e com fluidos um do outro. Ficamos ali abraçados, como se fôssemos namorados de uma vida inteira. Minha cabeça ficou bem em cima do peito peludo dele; dava pra ouvir o coração dele desacelerando aos poucos e sentir o cheiro da pele dele misturado com o meu. Ele acariciava meu cabelo com uma suavidade que eu não conhecia nele, e de vez em quando me dava um beijinho na testa. —Tá bem, magrinha? —perguntou baixinho, com aquela voz de senhor que agora soava como pura proteção. —Tô, Sérgio... tô muito bem —respondi, me aninhando nos braços dele. Parecia estranho, mas incrível. Estávamos num motel, eu era a melhor amiga da filha dele e ele era meu chefe, mas naquele momento, abraçados debaixo dos lençóis, nada disso importava. Me sentia segura, querida e, acima de tudo, desejada pelo homem que me deixava louca. Ficamos assim por um bom tempo, em silêncio, curtindo o pós-gozo e a paz de finalmente ter soltado toda aquela tensão de meses. Tava satisfeita por ter tido ele dentro de mim e feito ele gozar, queria ter gozado também, hahaha. Aquela noite foi um parêntese perfeito, mas a realidade bateu na cara assim que saímos do motel. A verdade é que só transamos uma vez naquela noite, isso me decepcionou um pouco porque eu imaginava que a noite toda íamos trepar a ponto de minha buceta ficar ardendo de tanta fricção e eu gozar. várias vezes e que até minha bunda ia ficar arrebentada e dolorida, mas não, a noite toda dormimos pelados, abraçados. Finalmente, pros meus pais eu falei que ia ficar na casa de uma amiga. No dia seguinte, a gente se despediu no estacionamento com um beijo rápido, daqueles que têm gosto de "te vejo depois", e cada um seguiu seu caminho. Cheguei em casa me sentindo outra, com o corpo ainda excitado do melhor jeito possível e o cheiro do Sergio grudado na pele, com restos do esperma dele dentro da minha buceta. Dormi um pouquinho, já que ainda era cedo, com um sorriso no rosto, mesmo sabendo que segunda-feira ia ser um teste de fogo. Aquela segunda-feira chegou com o sol a pino e o barulho de sempre. Entrei na loja de tintas e lá estava ele, com a camisa de botões impecável e aquela cara de "aqui não aconteceu nada". —Bom dia, Caro. Temos que conferir o pedido dos esmaltes —ele falou pra mim na frente dos ajudantes, com uma voz tão seca e profissional que por um segundo duvidei se o do sábado tinha sido um sonho. —Sim, seu Sergio. Já vou dar uma olhada —respondi, igualmente séria, mesmo que por dentro estivesse morrendo de rir e morrendo de vontade de lembrar ele como era gostoso pelado. Passamos o dia todo assim. Foi um dia normal, chato, cheio de cliente reclamão e lata de tinta. A Lili até mandou um áudio no grupo dizendo que já tava voltando e que trazia doces pra gente. A gente atuou tão bem que ninguém desconfiou de absolutamente nada; éramos o chefe exigente e a funcionária eficiente. Mas assim que deu seis horas e os ajudantes terminaram de levantar a última porta de metal e foram embora gritando que já era hora da cerveja, o ar no lugar mudou de repente. Fiquei no balcão terminando de fechar o caixa. Escutei os passos pesados do Sergio se aproximando por trás. Ele não disse nem uma palavra. Assim que senti a presença de 1,80m dele, me virei e já tava em cima de mim. Me agarrou pela cintura com aquela força que me deixava louca e me apertou contra o móvel das notas fiscais. —Você não faz ideia do quanto me custou não pular em cima de você o dia inteiro —dia, magrinha —rosnei contra seus lábios. Começamos a nos devorar ali mesmo. Foi um beijo desesperado, de língua, com uma fome que parecia que não nos víamos há anos. Enfiei os dedos nos pelos do peito dele, puxando a camisa, e ele apertou minha bunda com as duas mãos, me levantando um pouco pra eu sentir que já tava duro de novo por minha causa. O contraste da luz moribunda do depósito fechado e o calor da boca dele era pura adrenalina. —A Lili acabou de me mandar mensagem, já tá quase em casa —consegui balbuciar entre os beijos. —Temos dez minutos —respondeu ele, descendo os lábios pro meu pescoço e mordendo de leve—. Dez minutos pra te lembrar que você é minha, Caro. Sergio me tinha encurralada contra o balcão, devorando meu pescoço, e eu sentia o pau dele duro batendo na minha coxa por dentro da calça. Aquele roçado me acendeu de vez. Bateu um tesão daqueles que não deixam você pensar. —Espera, Sergio... —falei com a respiração cortada. Me soltei do abraço dele e, sem dar tempo de reagir, me ajoelhei na frente dele no chão de cimento da loja de tintas. Meu 1,50 me deixava na altura perfeita. Sergio ficou mudo, só soltou um suspiro pesado quando sentiu minhas mãos no cinto dele. Desabotoei a calça dele com uma agilidade que deixou ele frio e puxei pra baixo junto com a cueca.
Lá estava ela de novo: aquela pica, grossa, cheia de veias e apontando direto pra minha cara, rodeada daquele pelo escuro que eu tanto gostava. Com a pouca luz que entrava pelas frestas da cortina de metal, ela parecia imponente. Não pensei duas vezes. Enfiei ela na boca de uma vez só, como costumava fazer com meus ex-namorados, mas com a diferença de que isso não era brincadeira de moleque; isso era um homem de verdade.
—Agh... Caro! —rosnou Sergio, jogando a cabeça pra trás e apoiando as mãos no balcão pra não cair. Eu comecei a trabalhar com a língua e os lábios, dando tudo que eu tinha com o colmilho. Sabia exatamente como me mexer pra deixar ele louco. Sentia os ovos dele, grandes e pesados, roçando no meu queixo, e o cheiro da masculinidade dele enchia meu nariz. Sergio não parava de gemer, apertando a borda do balcão com tanta força que os nós dos dedos ficaram brancos. —Porra, magrinha... vai me fazer gozar aqui mesmo! —soltou com a voz rouca, enterrando os dedos no meu cabelo comprido pra guiar meu ritmo. Eu tava dando com gosto, adorando ter o controle total sobre aquele homem de 1,80 que passava o dia todo dando ordens. Naquele momento, o chefe era meu. Os dez minutos tavam passando voando, e o risco de alguém passar lá fora ou da Lili chegar dava um gosto na situação que me fazia chupar ainda mais forte. Bem quando eu tava no auge, com Sergio agarrado no balcão soltando uns gemidos que ecoavam pelo lugar todo, ele de repente colocou a mão na minha cabeça e me parou no seco. —Shhh! Espera! —sussurrou com a voz ainda rouca de prazer, mas com o ouvido atento. Fiquei paralisada com o pau dele ainda roçando meus lábios. Ouvimos um barulho lá fora, como se alguém tivesse chutado uma lata de lixo ou uma telha. Meu coração deu um pulo. Sergio, com uma calma de quem já tava acostumado, subiu a calça e fechou o cinto em três segundos enquanto eu me levantava do chão, limpando a boca rápido com a mão. —Javi! É você? —gritou Sergio pra cortina, recuperando o tom de chefe durão. Ninguém respondeu, só se ouviu um gato correndo pelo telhado de zinco. Sergio soltou um suspiro de alívio, mas a adrenalina já tinha cortado nosso ritmo. Ele me olhou com os olhos ainda acesos, se aproximou e me deu um beijo rápido. —Não podemos continuar assim, Caro. Tamo brincando com fogo aqui no depósito —disse ele. — ajeitando a camisa —. Amanhã tenho que ir ver o fornecedor de lacas industriais na saída da cidade. Fala pra Lili que você vai comigo pra me ajudar com o inventário das amostras. A gente dá uma desviada no caminho. E foi assim que fiz, quarta-feira foi o dia. Saímos da loja de tintas às onze da manhã sob o pretexto do "trabalho". A Lili até me pediu pra trazer um café da estrada pra ela. Assim que perdemos a zona do depósito de vista, o Sergio enfiou a caminhonete no primeiro motel discreto que encontramos. Mal fechamos a porta do quarto, o mundo explodiu. O Sergio não esperou nem eu largar minha bolsa. Me jogou contra a parede e começou a tirar a roupa com uma desesperação que eu não tinha visto nele no sábado. — Essa "reunião com o fornecedor" vai ser a mais longa da minha vida, magrinha — disse, ficando completamente pelado. Ao vê-lo ali, com o corpo de 1,80, os pelos escuros e aquela pica dura me procurando, esqueci das contas, da tinta e da Lili. Tirei a blusa e me joguei nos braços dele, pronta pra "viagem de negócios" começar de verdade. Dessa vez não teve a ternura da primeira noite. O Sergio era outro. Tirou a roupa com uma fúria contida e, antes que eu pudesse dizer algo, já me tinha jogada na cama. — Essa sua boca do outro dia no depósito me deixou na metade, Caro... agora é a minha vez — rosnou. Enfiou a cara entre minhas pernas e me devorou a buceta com uma desesperação selvagem. Não eram carícias lentas; era a língua dele trabalhando com força, chupando e mordiscando meus lábios de lá embaixo enquanto as mãos grandes apertavam minhas nádegas com força. Eu sentia que ia me desmanchar ali mesmo; o contraste da barba áspera dele contra minha maciez me fazia gritar, e ele não tava nem aí se ouvia no motel inteiro.
Continua...
5 comentários - O pai da minha amiga 3
Te felicito hermosa!