Minha mente começou a voar como nunca antes e, pra cada canto da minha casa que eu olhava, imaginava ele se tocando por minha causa. Será que ele ia me devolver a calcinha fio dental em algum momento e qual seria a desculpa? Ou será que ia ficar com ela? Talvez ele mostre pros amigos dele, inventando alguma história de sexo entre a gente? Embora eu duvide que eles queiram pegar nela se ele contar que bateu uma punheta com ela, mas como os caras são tão tarados nessa idade, capaz que fariam do mesmo jeito. Outra opção que me veio à cabeça é que ela passe de mão em mão entre eles, quem usa lava pra passar pro próximo. Todas as possibilidades me excitavam, todas tinham aquele algo que me fazia sentir tão desejada quanto uma puta enrustida.
Fui pro meu quarto e me despi, mas só pra abrir minha gaveta de lingerie e procurar algo sexy. Mesmo sem ninguém pra me ver, me excitava só de imaginar que tava sendo observada. Uns minutos depois, achei o conjunto perfeito: uma fio dental bem enfiada na raba e um sutiã que empinava meus peitos, deixando eles bem gostosos.
Caminhei pela casa, me mexendo de um jeito sexy como se ele estivesse ali pra me ver, rebolando a bunda de um lado pro outro. Comecei a falar, eu sentia de verdade que ele tava ali, mas as respostas dele eu imaginava.
Eu: Quer me acompanhar até o quarto, gatinho?
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Eu: Vem, me segue.
Me deitei e sorri para a porta, como se ela estivesse entrando, aí senti ela deitando em cima de mim, enquanto eu abria as pernas, coloquei o consolo acariciando minha buceta por cima da calcinha fio dental.
Eu: Ai, neném, olha como tu tá com ela..
Abaixei o corpete, deixando os biquinhos escaparem, e molhei eles com minha própria saliva, apertando e esticando de vez em quando.
Eu: Cê gosta das minhas tetas, né? Chupa, bebê, chupa, mamãe vai te dar a teta...
Minha outra mão puxou a tanga pro lado e enfiei o vibrador na entrada da minha buceta.
Eu: Você vai meter em mim? Olha como ela tá dura, não espera mais, me dá essa pica.
Em 2 ou 3 movimentos já tava completamente dentro e acompanhava os movimentos de meter e tirar.
Eu: Ah, que buceta gostosa você tem, garoto, me come com força, me dá mais.
O quarto se encheu do barulho do vai e vem do consolo com meus sucos, meus gemidos e minha voz pedindo mais e mais.
Eu: Assim, gatinho, continua assim, chupa minhas tetas. O que foi, são grandes demais pra você? Não cabem na sua boquinha?
Minhas tetas estavam completamente encharcadas de saliva, meus bicos já estavam muito sensíveis de tanto que eu apertava. De repente, meu corpo deu uma virada como se outra pessoa tivesse feito por mim, ficando de quatro, e eu enfiei o consolo de novo.
Eu: Que força, gostoso, é assim que você quer me foder? Quer ver minha bunda de perto, né?
Gemiava...
Eu: Te excita ver ele no pátio? Sempre mexo ele pra você..
Com uma mão eu brincava com o vibrador enquanto com a outra dava uns tapas na minha bunda.
Eu: Você tava morrendo de vontade de me bater, né? Faz isso, vai, tira essa vontade.
Voltei a dar palmadas na minha bunda.
Eu: Mmm sim, sou uma vizinha safada que provoca uns moleques adolescentes, tenho que ser castigada.
Tirei o consolo e agora ficava acariciando meu clitóris, juntei bastante saliva e passei na outra mão que foi direto pro meu cu.
Eu: Ah sim, chupa minha buceta, sabe há quanto tempo ninguém faz isso? Come ela toda...
Cada vez ela gemia mais alto..
Eu: Aaah sim, gostoso, passa essa língua, chupa minha buceta toda.
Aproveitei mais uns momentos assim, pra depois enfiar o consolo de novo, mexendo ele pra dentro e pra fora.
Eu: Continua assim, gatinho, que tu tá mandando muito bem. Mete forte…
Com a mão que tava livre, eu me agarrava no lençol, brincava com meus peitos e até dava uns tapas na minha bunda. Deixei minha mão segurando uma nádega, abrindo meu cu, eu sentia que ele tava me comendo de verdade, conseguia visualizar ele atrás de mim. Um dedo acariciou meu cu e não tive outra escolha senão me inclinar ainda mais, deixando a raba bem empinada.
Eu: E aí, cara? Quer brincar com minha bucetinha também?
Mole um pouco mais aí na região.
Eu: Quer enfiar um dedinho? Deixo, mas só um pouquinho.
Gemia de prazer e dor ao mesmo tempo, enfiei o dedo inteiro sem escalas, enquanto a minha outra mão mexia furiosamente no consolo.
Eu: Ai, neném, que bruto que cê é, pelo amor de Deus. Era só um pouquinho..
Eu: Cê gosta de me foder e meter um dedo no meu cu? Nunca fez isso, né? Deve ser muito pequenininho...
Eu: Deita aqui, vem, agora quero te comer eu mesmo.
Empilhei 2 ou 3 travesseiros e coloquei o consolo em cima deles, fingindo que ele estaria naquela posição. Subi e comecei a cavalgar, que gostoso que tava.
Eu: Você vai contar pros seus amigos que me comeu? Vai contar que sou uma puta na cama e que enfiou um dedo no meu cu?
Continuava gemendo e cavalgando.
Eu: Conta pra elas que adorei que você me bateu, cê ia gostar que elas vissem como você me come?
Eu ouvia na minha cabeça ela me respondendo e eu seguia a conversa.
Eu: Ah é? Vai trazer eles? Vão me comer todos juntos? Vão me dar muita porra, que delícia, quero tudo. Nem agora, quero que você me dê toda a porra, gostoso, enche minha buceta de porra..
Eu: O que você vai fazer? Vai enfiar o dedo na minha bunda de novo? AII SIM, SIM. ME COME COM O DEDO NO CU, QUE PUTA QUE EU SOU, COMO SENTIA FALTA DE UMA PIROCA…
Eu continuei me movendo com força, o vibrador quase sumia dentro de mim enquanto eu me segurava com uma mão só onde dava. Gozei muito forte, tanto que demorei pra recuperar o fôlego, e depois disso me deitei. Pensei que, depois que a excitação passasse, talvez eu me arrependesse ou me julgasse por ter gozado com essa putaria, mas foi o contrário: eu lembrava de “N” batendo punheta pra mim no pátio, lembrava dos outros olhando minhas calcinhas e fazendo gestos. Queria mais e mais, mas também entendi que tinha chegado num ponto em que o limite era muito frágil, tanto que qualquer coisinha podia desencadear o fato de acabar transando com algum deles ou com todos, mas também de tanto seguir o jogo, passar do ponto e acabar exposta. Eu tinha que ser inteligente e tomar muito cuidado com as formas daqui pra frente se quisesse só deixar eles com tesão pra cada um bater punheta por conta própria, incluindo eu, mas não tinha certeza se conseguiria.
Fui pro meu quarto e me despi, mas só pra abrir minha gaveta de lingerie e procurar algo sexy. Mesmo sem ninguém pra me ver, me excitava só de imaginar que tava sendo observada. Uns minutos depois, achei o conjunto perfeito: uma fio dental bem enfiada na raba e um sutiã que empinava meus peitos, deixando eles bem gostosos.
Caminhei pela casa, me mexendo de um jeito sexy como se ele estivesse ali pra me ver, rebolando a bunda de um lado pro outro. Comecei a falar, eu sentia de verdade que ele tava ali, mas as respostas dele eu imaginava.
Eu: Quer me acompanhar até o quarto, gatinho?
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Eu: Vem, me segue.
Me deitei e sorri para a porta, como se ela estivesse entrando, aí senti ela deitando em cima de mim, enquanto eu abria as pernas, coloquei o consolo acariciando minha buceta por cima da calcinha fio dental.
Eu: Ai, neném, olha como tu tá com ela..
Abaixei o corpete, deixando os biquinhos escaparem, e molhei eles com minha própria saliva, apertando e esticando de vez em quando.
Eu: Cê gosta das minhas tetas, né? Chupa, bebê, chupa, mamãe vai te dar a teta...
Minha outra mão puxou a tanga pro lado e enfiei o vibrador na entrada da minha buceta.
Eu: Você vai meter em mim? Olha como ela tá dura, não espera mais, me dá essa pica.
Em 2 ou 3 movimentos já tava completamente dentro e acompanhava os movimentos de meter e tirar.
Eu: Ah, que buceta gostosa você tem, garoto, me come com força, me dá mais.
O quarto se encheu do barulho do vai e vem do consolo com meus sucos, meus gemidos e minha voz pedindo mais e mais.
Eu: Assim, gatinho, continua assim, chupa minhas tetas. O que foi, são grandes demais pra você? Não cabem na sua boquinha?
Minhas tetas estavam completamente encharcadas de saliva, meus bicos já estavam muito sensíveis de tanto que eu apertava. De repente, meu corpo deu uma virada como se outra pessoa tivesse feito por mim, ficando de quatro, e eu enfiei o consolo de novo.
Eu: Que força, gostoso, é assim que você quer me foder? Quer ver minha bunda de perto, né?
Gemiava...
Eu: Te excita ver ele no pátio? Sempre mexo ele pra você..
Com uma mão eu brincava com o vibrador enquanto com a outra dava uns tapas na minha bunda.
Eu: Você tava morrendo de vontade de me bater, né? Faz isso, vai, tira essa vontade.
Voltei a dar palmadas na minha bunda.
Eu: Mmm sim, sou uma vizinha safada que provoca uns moleques adolescentes, tenho que ser castigada.
Tirei o consolo e agora ficava acariciando meu clitóris, juntei bastante saliva e passei na outra mão que foi direto pro meu cu.
Eu: Ah sim, chupa minha buceta, sabe há quanto tempo ninguém faz isso? Come ela toda...
Cada vez ela gemia mais alto..
Eu: Aaah sim, gostoso, passa essa língua, chupa minha buceta toda.
Aproveitei mais uns momentos assim, pra depois enfiar o consolo de novo, mexendo ele pra dentro e pra fora.
Eu: Continua assim, gatinho, que tu tá mandando muito bem. Mete forte…
Com a mão que tava livre, eu me agarrava no lençol, brincava com meus peitos e até dava uns tapas na minha bunda. Deixei minha mão segurando uma nádega, abrindo meu cu, eu sentia que ele tava me comendo de verdade, conseguia visualizar ele atrás de mim. Um dedo acariciou meu cu e não tive outra escolha senão me inclinar ainda mais, deixando a raba bem empinada.
Eu: E aí, cara? Quer brincar com minha bucetinha também?
Mole um pouco mais aí na região.
Eu: Quer enfiar um dedinho? Deixo, mas só um pouquinho.
Gemia de prazer e dor ao mesmo tempo, enfiei o dedo inteiro sem escalas, enquanto a minha outra mão mexia furiosamente no consolo.
Eu: Ai, neném, que bruto que cê é, pelo amor de Deus. Era só um pouquinho..
Eu: Cê gosta de me foder e meter um dedo no meu cu? Nunca fez isso, né? Deve ser muito pequenininho...
Eu: Deita aqui, vem, agora quero te comer eu mesmo.
Empilhei 2 ou 3 travesseiros e coloquei o consolo em cima deles, fingindo que ele estaria naquela posição. Subi e comecei a cavalgar, que gostoso que tava.
Eu: Você vai contar pros seus amigos que me comeu? Vai contar que sou uma puta na cama e que enfiou um dedo no meu cu?
Continuava gemendo e cavalgando.
Eu: Conta pra elas que adorei que você me bateu, cê ia gostar que elas vissem como você me come?
Eu ouvia na minha cabeça ela me respondendo e eu seguia a conversa.
Eu: Ah é? Vai trazer eles? Vão me comer todos juntos? Vão me dar muita porra, que delícia, quero tudo. Nem agora, quero que você me dê toda a porra, gostoso, enche minha buceta de porra..
Eu: O que você vai fazer? Vai enfiar o dedo na minha bunda de novo? AII SIM, SIM. ME COME COM O DEDO NO CU, QUE PUTA QUE EU SOU, COMO SENTIA FALTA DE UMA PIROCA…
Eu continuei me movendo com força, o vibrador quase sumia dentro de mim enquanto eu me segurava com uma mão só onde dava. Gozei muito forte, tanto que demorei pra recuperar o fôlego, e depois disso me deitei. Pensei que, depois que a excitação passasse, talvez eu me arrependesse ou me julgasse por ter gozado com essa putaria, mas foi o contrário: eu lembrava de “N” batendo punheta pra mim no pátio, lembrava dos outros olhando minhas calcinhas e fazendo gestos. Queria mais e mais, mas também entendi que tinha chegado num ponto em que o limite era muito frágil, tanto que qualquer coisinha podia desencadear o fato de acabar transando com algum deles ou com todos, mas também de tanto seguir o jogo, passar do ponto e acabar exposta. Eu tinha que ser inteligente e tomar muito cuidado com as formas daqui pra frente se quisesse só deixar eles com tesão pra cada um bater punheta por conta própria, incluindo eu, mas não tinha certeza se conseguiria.
3 comentários - Vizinha Gostosa 5