Buenas, vou contar uma parada que rolou comigo quando eu tinha 18 anos. Tava viajando de trem a caminho do trampo, naquele dia tava usando uma calça de moletom confortável e folgada, o dia tava fresco mas não tanto pra ir muito agasalhado. Do nada, vi entrar no vagão uma morena do caralho, toda perfumada, alta, olhos puxadinhos castanho claro, cabelo super liso até a cintura, bem branquinha, parecida de rosto com a Pamela David. Tinha uns peitos bem bonitos, dava pra ver que a puta tinha bastante, e embaixo era de infartar, aquele rabo enorme que ela tinha!!! Tava usando aquelas leggings pretas que as minas da academia usam, que marcam absolutamente tudo!! Dava pra ver que tinha uma buceta linda, bem gordinha. E um rabo tremendo que, ao ver ela, mais de um tava comendo ela com os olhos. O trem não tava lotado de gente, mas conforme andava e o pessoal subia nas estações, ficava menos espaço pra ficar em pé, até que num momento o vagão ficou abarrotado de gente e não tinha mais lugar pra ninguém, os empurrões eram involuntários porque era muita gente. Até que, sem perceber, a morena tava com a bunda encostada na minha bunda, pude sentir aquele rabo carnudo e espetacular apertado no meu traseiro. Então não pensei duas vezes e comecei a me mexer cada vez mais pra conseguir ficar encostado numa das nádegas dela, o que era impossível dela reclamar ou ficar brava porque a situação do trem favorecia isso. Tinha que tomar muito cuidado pra não ser bruto ou descuidado na hora de encostar nela, caso ela não gostasse e as coisas terminassem mal. De repente, entre a galera subindo e descendo, consegui ficar encostado na nádega esquerda dela. Não tava assediando ela porque não tava de pau duro, era a mesma coisa que tava rolando desde o começo, mas com a diferença que, em vez dela estar encostada na minha bunda, agora tava encostada na minha virilha. De repente, um cara que queria descer empurrou todo mundo de forma bruta e Sem querer, eu me apertei demais nela, tanto que senti no meu pau que começava a despertar toda a musculatura da bunda dela, que com certeza era de uma mulher que malhava pra caralho, já que tinha o corpo de uma modelo. De repente, a morena se virou pra ver quem estava atrás dela, girou a cabeça pra trás e, ao me olhar nos olhos por uns 3 segundos, só suspirou e, sem fazer nenhum gesto ou dizer nada, continuou como se nada estivesse olhando pra frente. Pra minha grande surpresa, percebi que a putinha começou a deslizar a bunda devagarzinho pra trás, apoiando cada vez mais no meu pau. Naquele momento, senti meu pau começando a ficar durasso. Já era impossível disfarçar minha excitação pra ela não perceber. Ela podia sentir claramente que tinha atrás dela um homem com o pau duro que nem um tronco, encostando no meio da bunda dela. Conforme o trem balançava, eu sentia meu pau duro enterrando cada vez mais fundo na bunda da morena. Tava no céu. Sentia o calorzinho da bunda gigante dela prendendo meu pau como se tivesse me dando permissão pra comer ela. Não consegui evitar ficar vermelho, todo ruborizado de tesão que tava, tava desesperado, precisava comer ela ali mesmo no trem. A putinha já começou a se mexer por conta própria, sem vergonha, começou a rebolar a bunda no meu pau, claramente tava com tesão pelo que sentia entre a racha dela. Queria ver a cara dela pra esquentar mais, mas ela não olhava pros lados, só pra frente. O trem continuava lotado, todo mundo viajando desconfortável e de mal humor, mas eu tava feliz da vida, apoiando uma mulher infernal. Meu tesão já fez eu sentir que tava começando a babar o pau. Já tava com a cabeça em chamas, então meu instinto animal floresceu e comecei a apalpar a bunda dela com a mão esquerda que tava livre. Já não era mais uma aventura pra ver se conseguia sentir ela por uns segundos, já era algo totalmente consensual entre nós dois, então, sem nenhuma vergonha, Apoiei minha palma na bunda dela, sentia como a pele era macia, mesmo que só dava pra tocar a legging, eu percebia que era uma mulher muito delicada. Me aventurei a apertar a bunda dela, ela não dizia nada, não se mexia nem dava sinais de nada. A única coisa que fazia era mexer a bunda com muita sutileza de um lado pro outro e, de vez em quando, pra cima e pra baixo, como se estivesse pedindo pra eu gozar, a putinha. Minha cabeça tava a mil, o coração batendo a mil por hora, só pensava em comer ela, que quando chegássemos no destino eu ia beijar a boca dela e ir direto pra um hotel, tirar a roupa dela e foder ela umas 10 vezes no mínimo. Minha mão ganhou vida própria, não conseguia controlar, e meus dedos foram direto pra tocar o cu dela. Nessa hora ela parou e me empurrou com o cotovelo, me afastando. Pensei que tinha passado dos limites, me deixei levar e ela tinha ficado brava, então parei de apoiar e tocar ela. Até que de repente ela fingiu que tava ajustando o elástico da legging e, do nada, passou a mão inteira no meu pau, deslizando dedo por dedo sobre meu volume gigante. Senti os dedinhos de modelo dela tocando meu pau. Quando chegou na ponta da cabeça do meu pau, ela com o polegar esfregou por um segundo a cabeça dele. Depois disso, vi como ela sorriu olhando de lado, de um jeito safado, como se aprovasse que eu continuasse tocando ela. Meu instinto animal tomou conta de novo e voltei a apoiar a bunda dela. Dessa vez, dava pra ver que ela já tava excitada, porque não mantinha o olhar pra frente, tava inquieta, com certeza já tinha a buceta molhada, pronta pra eu chupar. Ela começou a se soltar de mim aos poucos, se preparando pra descer. Eu tava disposto a descer junto com ela, mesmo que não fosse a estação onde eu tinha que descer. Tava com vontade de beijar ela e levar pra um hotel. De repente, ela se vira e me mostra disfarçadamente, colocando o celular de lado pra ninguém perceber, o telefone dela tava com o número. Como pude, consegui salvar. O trem chegou na estação, eu desci atrás dela, mas de repente ela começou a se beijar com um cara — era o namorado dela, que tava esperando por ela. Me senti muito mal, frustrado, tinha tudo preparado pra comer ela, mas ela tava indo encontrar o parceiro. Então subi de volta rápido no vagão e segui minha viagem. A putinha tinha namorado, mas pensei comigo mesmo: isso não ia me impedir de comer ela no futuro. No próximo relato, conto como continua. Deixem seus comentários!!! Saudações!!!
3 comentários - Apoiando a rabuda no trem