Ruídos pela Parede - Capítulo 1

Acho que tudo começou quando deixei meu filho, Christopher, se mudar do quarto dele lá em cima para o quarto de hóspedes no porão. Ele tinha dezoito anos e era um jovem responsável, então na época pareceu uma boa ideia. Quem ia imaginar que isso ia virar a nossa família de cabeça pra baixo? Em casa, a regra era que o Christopher não podia trazer a namorada sem eu ou o pai dele sabermos. E se a Gwen viesse, ela tinha que deixar a porta do quarto sempre aberta. Meu filho não era rebelde por natureza, mas acho que os hormônios pregaram uma peça nele. Um dia, desci até a sala de máquinas no porão pra trocar o filtro do aquecedor e me surpreendi ao ouvir os sons do love vindo da parede. Encostei o ouvido na parte de trás da parede sem acabamento e ouvi a Gwen gemendo de prazer. Olhei pro relógio; eles deviam ter entrado escondidos logo depois da aula.Ruídos pela Parede - Capítulo 1A primeira coisa que pensei foi que ia entrar furiosa e enfrentar os dois. Mas não conseguia me mexer. Fazia tanto tempo que meu marido não me fazia fazer os barulhos que saíam do quarto do Christopher. Na verdade, enquanto a Gwen se preparava pro que claramente era um orgasmo, pensei que talvez nunca tivesse feito aqueles barulhos. Com certeza, não conseguia lembrar se já tinha feito.

A cama rangeu e eu ouvi a cabeceira batendo na parede. Pensei no dia em que meu marido ajudou ele a montar a cama. Nunca imaginamos que ele ia dar esse uso pra ela. Enquanto escutava, dava pra ouvir os gemidos baixos do Christopher combinando com os gritos da Gwen. Não ia enfrentar eles. Ia ficar ouvindo igual uma pervertida bisbilhoteira. Uma sensação estranha e difusa se espalhou pela minha barriga. Percebi que tava molhada entre as pernas. Vivi uma vida sem sexo por tanto tempo que quase tinha esquecido que meu corpo era capaz dessas coisas.quadrinhos xxxAtravés da parede, ouvi a Gwen tentando abafar os gemidos, claramente gozando. Aí o Christopher soltou um gemido longo e grave. Mesmo que meu marido nunca fizesse um som daqueles, eu soube instintivamente que era o barulho da liberação de um homem. Rezei pra que estivessem usando proteção e subi as escadas na surdina.quadrinho pornoPor mais que eu tentasse me segurar, no dia seguinte eu me mandei pra sala de manutenção no mesmo horário. E, de fato, os sons abafados do love vazavam pela parede. Aquela sensação de cócegas voltou na minha barriga e eu esfreguei as coxas. Dia após dia, eu me enfiava no porão pra ouvir os adolescentes no ato.incestoEu ficava repetindo pra mim mesma que só tava escutando a Gwen pra me sentir jovem de novo. Mas logo admiti que eu também tava obcecada pelos gemidos do Christopher e pelo rangido da cama, que deixava claro que eles tavam transando gostoso.

Depois de umas semanas assim, já era hora de buscar um alívio. Tava cada dia mais frustrada com minha vida sem sexo. Uma noite, encurralei meu marido antes dele dormir e praticamente estuprei o coitado.

Ele deixou eu montar, mas o negócio só piorou as coisas. Ele gozou antes de mim e apagou na hora.

Naquela noite, fui no banheiro e me toquei pela primeira vez.

Depois disso, me tocava toda noite.

Bom, não vai te surpreender que eu comecei a me tocar enquanto escutava meu filho e a namorada dele no porão. Eu gozei, e foi bom, mas minha frustração só aumentou. Pelos gritos de tesão da Gwen, dava pra ver que minha mão só me dava uma sombra pálida do que ela sentia com o Christopher.

Sem saber direito o que tava fazendo, esperei meu marido dormir uma noite. Aí desci pro quarto do Christopher e encontrei ele fazendo lição na escrivaninha.mae e filhoÉ bom ver você trabalhando duro." Respirei fundo. O quarto ainda cheirava a sexo por causa da sessão da tarde dele com a Gwen.
"Ah, oi, mãe." Ele me olhou com os olhos vidrados. Trabalhava muito na escola. Eu estava muito orgulhosa dele.
"Precisamos conversar." Me aproximei da cama dele, sentei na beirada e girei a cadeira giratória para que ele me encarasse. Mantive minha mão na coxa dele coberta pelo pijama, perto do joelho, enquanto olhava nos olhos dele. "Encontrei as camisinhas que você enrola e joga no banheiro do porão." Minha mão se moveu sozinha, esfregando a coxa dele suavemente. O que eu estava fazendo? "Seu pai e eu fomos muito claros sobre a Gwen na nossa casa. Você esteve nos enganando pelas nossas costas?"
"Eu... hã... bem..." As sobrancelhas de Christopher se franziram de confusão enquanto ele me olhava nos olhos, depois para a mão na coxa dele e de novo para o meu rosto. "Me desculpa."
"Obrigada pelo pedido de desculpas. Não vejo motivo para envolver seu pai nisso." Continuei esfregando suavemente a coxa dele. Olhei para baixo e meus olhos se arregalaram. Ele estava duro. A cueca e o pijama mal conseguiam segurar aquilo. Será que era por minha causa?
"Tá tudo bem... obrigado, mãe." A confusão deu lugar ao alívio no rosto de Christopher. Era óbvio que ele achou que tinha se metido em encrenca, mas que ia sair impune.
"Que bom que tivemos essa conversa. Boa noite, querido." Levantei e saí do quarto, andando bem rápido. Ele me desejou boa noite pelas costas, mas eu já estava subindo as escadas correndo. Precisava chegar ao meu banheiro para cuidar da minha pobrezinha buceta pulsante. A imagem do volume no pijama dele tinha se gravado a fogo no meu cérebro. Sem dúvida era maior que a do pai dele. Eu estava começando a entender por que a Gwen gritou daquele jeito.Ruídos pela Parede - Capítulo 1No dia seguinte, me enfiei no porão, nervosa por ter assustado o Christopher com nossa conversa e com medo de que ele não quisesse que a Gwen viesse. Mas no segundo em que entrei na sala de manutenção, eu os ouvi. Um sorrisão se espalhou pelo meu rosto. Encostei o ouvido na parede, e minha mão foi direto pra minha buceta por baixo do vestido.

Naquela noite, entrei de novo no quarto do Christopher enquanto ele estudava. Sentei do lado dele, girei a cadeira e passei a mão na coxa dele como se fosse a coisa mais normal do mundo. "Precisamos falar sobre a Gwen", falei. "Você sempre usa proteção?" Eu não sabia bem o que queria dizer, mas queria falar sobre ele e a namoradinha linda e novinha dele. Queria que ele me contasse o que eles faziam.

"Meu Deus, mãe". O Christopher revirou os olhos, mas respondeu minhas perguntas. Me disse que sempre era seguro. Que ela tomava anticoncepcional e que eles sempre usavam camisinha.

Eu queria mais. Queria que ele descrevesse em detalhes o que eles faziam. Ela colocou o pau dele na boca? Só transavam de papai e mamãe? Ela montava em cima dele? Mas como é que uma mãe pode perguntar essas coisas? Senti a frustração tomando conta de mim. Por que essa garota de dezoito anos podia sentir esses prazeres, enquanto eu era negada? Depois de uma conversa constrangedora, desejei boa noite e voltei pra cima.

Virou uma rotina diária: ouvir o Christopher e a Gwen transando à tarde e depois visitá-lo à noite para interrogá-lo. Sempre colocava a mão na coxa firme dele. E minhas perguntas foram ficando mais ousadas com o tempo. Finalmente, consegui que o Christopher me dissesse como ele se sentia sobre o sexo: "É tipo a montanha-russa mais incrível de todos os tempos". Como ele se sentia sobre a Gwen: "Acho que amo ela". E como ele se sentia sobre mim: "A mãe mais foda de todas", por fingir que não via quando a Gwen vinha. O que ele não sabia é que eu não estava fingindo nada. Eu estava ouvindo cada minuto.

Quanto mais nos aproximávamos e tínhamos nossas conversas noturnas, mais aumentava minha frustração. Tentei todo tipo de coisa com meu marido pra saciar minha sede, mas nunca durava mais que uns minutos. Sempre terminava com uma punheta insatisfatória no banheiro depois.

Uma noite, eu tava no quarto dele conversando, como já era nosso costume. Tinha minha mão na coxa dele, esfregando suavemente a perna enquanto a gente falava.

"Pra ser sincera, não tenho certeza do que os adolescentes fazem hoje em dia." Admiti timidamente. "Você poderia me contar o que você faz?"

"Eh, não... Mãe." Ele me olhou, com a testa franzida de confusão. As bochechas dele ficaram vermelhas. "Não vou falar sobre isso."

"Bom, só quero saber pra ter certeza de que vocês dois estão seguros."

"A gente tá seguro, mãe." Ele balançou a cabeça e sorriu como se a pergunta tivesse acabado ali. Mas eu insisti.

"Ela, por exemplo, te toca assim?" Apertei a coxa dele perto do joelho e esfreguei um pouco mais pra cima. Baixei o olhar. Lá estava aquela protuberância familiar no pijama dele, me encarando. Meu coração deu um pulo. O que eu tava fazendo? Não sabia, mas sabia que não conseguia parar.

"Ela faz... mais que isso." Um tom nervoso entrou na voz do meu filho. "Já é bem tarde, provavelmente devia ir..." Ele parou de repente, o corpo todo tenso quando minha mão subiu até a rola dele e agarrou.

Meu Deus, era tão grosso. Será que ele sentia a mesma eletricidade que eu? "Ela te toca assim?" Minha voz tava muito seca. Apertei ele ritmicamente. Tava pronta pra sair correndo do quarto se ele me afastasse, mas ele só sentou na cadeira olhando minha mão no pau dele.

Mãe?

"Só tava me perguntando se vocês dois fazem esse tipo de coisa." Minha necessidade de gozar com minha frustração tinha tomado conta do meu cérebro. Naquele momento, fingi que era a Gwen e que ele ia me levar às alturas que levava ela toda tarde. "Assim?" Puxei o elástico dele e meus dedos entraram dentro do pijama e da cueca. A carne do pau dele tava febril e dura, com quase uma leve elasticidade. Tão perfeita.
"É, a gente faz isso."
Ela observou minha mão quicando por baixo do pijama dele enquanto eu o acariciava.
Finalmente, caí em mim e tirei a mão. "É tarde. Boa noite."
Saí correndo do quarto.
Mas voltei na noite seguinte. E depois de alguns minutos de conversa fiada e teatral, minha mão já estava de novo dentro do pijama dele, bombeando. Meu Deus, será que o pai dela já teve uma tão dura e enorme? Meu marido com certeza nunca teve uma desse tamanho.
Trabalhei ele com a mão em silêncio por um tempo, depois tirei a mão e saí correndo do quarto de novo. Naquela noite, enquanto me esfregava o clitóris no banheiro, pensei em como ele devia estar terminando de se masturbar no quarto do porão. Apesar desses avanços, minha frustração só aumentava. No dia seguinte, seduzi meu marido de novo, quase num frenesi. Mas ele não fez nada pra saciar a sede que eu tinha dentro de mim.
Depois que meu marido dormiu na sua felicidade pós-orgásmica, desci correndo pra ver o Christopher. Isso foi um erro. Devia ter me aliviado primeiro pra me acalmar. Mas eu estava tão excitada de ter ele entre minhas mãos. Entendia um pouco como a Gwen devia se sentir toda tarde.
Sentamos nas nossas posições de sempre.
"Gwen faz...?"
Fiquei olhando pro volume que quicava na calça dele enquanto eu trabalhava. Precisava ver. Com as duas mãos, puxei a calça e a cueca dele pra baixo. Ele levantou a bunda pra me ajudar, e a calça agora estava nos tornozelos.quadrinhos xxxAlguma vez ela te faz gozar na mão dela? Ou você sempre goza dentro da camisinha? Podia ser perigoso se ela sujar as mãos com seu sêmen e depois deixar... ali."
Eu assenti com a cabeça na direção onde meu vestido pendia entre minhas pernas. Eu estava hipnotizada pela beleza dele. A cabeça rosada era perfeita. O pau grosso e cheio de veias era tão másculo. Lembrei a mim mesma que eu tinha criado aquele homem, que era uma obra de arte.
"Às vezes ela me faz gozar com as mãos dela." Christopher me olhou nos olhos com desejo. Ele sabia o que eu precisava fazer.quadrinho pornoDeixa eu ver. Assim?" Pela primeira vez, eu bombeei com as duas mãos ao ar livre.

"Sim, mas segura... ugh... um pouco mais forte." O rosto de Christopher se contraiu de prazer. "Isso, assim. Ah, caralho. Você é tão boa quanto a Gwen.incestoIsso foi música para os meus ouvidos. Fiquei feliz da vida, batendo uma em silêncio pelos próximos quinze minutos. Finalmente, ela começou a gemer. Reconheci o som do orgasmo iminente dela de todas aquelas vezes que ouvi através da parede. Mas agora estava acontecendo, e eu estava deste lado da parede. "Vai fundo, gostosa. Exatamente como você faria... pela Gwen.mae e filhoChristopher praticamente grunhiu quando o sêmen jorrou dele. Eu gritei um pouco, surpresa com a quantidade e a força do orgasmo dele. Espirrou no ar e caiu na camisa dele, nas pernas dele e nos meus braços. Eu bombeei até ele gozar completamente, sentindo o líquido quente e pegajoso na minha pele. Quando o corpo dele desabou na cadeira, tirei minhas mãos e me levantei.Ruídos pela Parede - Capítulo 1Bom, fico feliz em saber como você faz isso", falei sem jeito.
Ela não parecia saber como responder. "É", foi tudo que disse.
"Vou me limpar agora." Caminhei até a porta e a abri, olhando pra ele. Tinha manchas de porra até o peito. "Melhor você se limpar também. Boa noite."

"Boa noite." Ele me deu um sorriso sonolento. Eu tinha a sensação de que ele simplesmente iria dormir com a roupa toda suja. Virei e subi correndo as escadas até meu banheiro. Com as coisas dele ainda nas minhas mãos e braços, me masturbei até ter o melhor orgasmo que tive em mais de uma década. Mas ainda assim me deixou com vontade de mais. Sabia que precisava ter o que a Gwen tinha.

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