Cheguei em casa como pude, minhas pernas tremiam e cada passo que eu dava sentia o esperma do senhor Diego escorrendo pelas minhas pernas. Mesmo os apartamentos sendo separados por só alguns metros, pareceu uma eternidade. Já em casa, tomei banho e coloquei pra secar minha calcinha fio-dental e a legging que estavam todas manchadas de esperma. Naquela tarde, não consegui tirar a pica do senhor Diego da cabeça, ficava pensando nisso o tempo todo e minha buceta molhava, mas sabia que era errado. Pablo, meu namorado, não merecia isso, por mais que sexualmente ele fosse muito inferior ao Diego, ele sempre se esforçava quando a gente transava. Naquela noite, transei com o Pablo, mas mal senti a pica dele. Tinha uma diferença enorme pra pica enorme do Diego, parecia que tinha esticado minha buceta e nem sentia as bombadas do Pablo. Dava pra ouvir os peidos da buceta por causa do ar que ficava entre o buraco da minha buceta e a pica pequena e mixuruca do meu namorado, que não conseguia preencher o que o Diego tinha aberto. O Pablo gozou muito rápido, ou sempre gozava rápido, e só agora percebi isso comparando com o Diego. Eu não gozei, então quando o Pablo acabou e dormiu, tive que me virar enfiando os dedos e, claro, pensando em como o Diego tinha me comido naquele dia. Uns dias depois, cheguei em casa e o Pablo estava muito bravo. Me contou que o Diego tinha jogado lixo na nossa lixeira, então ele tirou e jogou na porta da casa dele. Falei pra ele como ele ia fazer aquilo, que era um idiota, que o senhor Diego ia ficar puto. Ele respondeu que estava esperando ele se irritar pra dar uma surra nele. Nisso, a porta abre e o senhor Diego entra com uma cara muito brava. Eles trocaram uns chutes com o Pablo e, nisso, meu namorado dá um soco nele. O Diego desvia e pega o braço dele, fazendo uma chave nas costas. O Pablo se contorce de dor e cai de joelhos no chão. O Diego começa a dar tapas na cara dele enquanto dizia que ia ensinar respeito. Não acreditei como um senhor tão... O maior hadia reduziu minha namorada, que é um homem forte e grande, tão facilmente. Interfiro pra que o Diego pare de bater e humilhar meu namorado, peço pra ele, por favor, parar de bater. Diego para, me olha e manda eu deitar no encosto do sofá, abaixar a calça que ele ia me comer. Fiquei paralisada, não sabia o que fazer, olhei pro Pablo esperando que ele me defendesse, mas ele só choramingava e pedia pro Diego, por favor, parar de bater nele. Então obedeci o Diego, abaixei a calça e a tanga, uma tanga branca com detalhe, a favorita do meu namorado, e fiquei deitada no sofá. Diego desabotoou a calça e tirou o pau dele, só de ver comecei a gemer. Pablo viu o pau do Diego e começou a chorar mais alto. O senhor Diego esfregou um pouco a verga dele e ela foi endurecendo aos poucos, senti a cabeça do pau dele na entrada da minha buceta já toda molhada só de ver o pau dele. Ele meteu de uma vez e eu soltei um grito de dor, seguido de um gemido bem forte, porque só de meter já me deu um orgasmo. Diego começou a se mexer e bombar o pau na minha buceta de novo, toda esticada. Me agarrei forte no sofá e só me dediquei a aproveitar os vários orgasmos que o pau do Diego me dava, esqueci do Pablo, da situação, de tudo. Diego olhou pro Pablo e mandou ele juntar o lixo que tinha espalhado enquanto ele terminava de me comer. Pablo, sem dizer nada, ainda com os olhos cheios de lágrimas, abaixou a cabeça e saiu correndo pra juntar o lixo.
2 comentários - O valentão do meu marido 2