Miranda tinha se tornado o centro emocional e educacional dessa nova família pervertida. Não era só a mãe biológica da Carla, da Juana e da Camilita; também era a guia sexual e moral de todas as suas filhas no despertar delas como "menininhas submissas".
O papel maternal dela era único: combinava o amor protetor mais terno com uma instrução sexual crua, explícita e sem filtros. Pra Miranda, ser uma boa mãe significava preparar as filhas pro mundo real dos "males de verdade" — homens sujos, grosseiros, velhos e dominantes como Dogoberto, Beto ou Groncho — e ensinar elas a curtir o papel de fêmeas submissas.
Como a Miranda exercia seu papel de mãe
1. amor incondicional + guia sexual sem limites
Miranda nunca julgava as filhas por ficarem excitadas com o "nojento". Pelo contrário, abraçava elas, beijava a testa e dizia com ternura:
Minha princesinha… tudo bem sentir nojo. O nojo faz parte do prazer. A mamãe também sentiu isso no começo. Mas uma boa mamãe te ensina a transformar esse nojo em tesão.
Quando a Carla chegou chorando depois da primeira noite com o Beto, a Miranda abraçou ela forte, limpou as lágrimas dela e disse:
Chora o quanto precisar, meu amor. Mamãe tá aqui. Mas também quero que me conte como você se sentiu quando ele te arrombou o cu… porque essa dor é o que tá te transformando numa mulher de verdade.
2. Ensinamentos práticos e explícitos
Miranda não usava rodeios. As lições dela eram diretas e cheias de detalhes.
Quando eu enfiar a pica no seu cu e doer, não peça pra parar. Geme e fala 'dói… mas continua, meu macho'. As meninas boas aguentam a dor pra agradar o homem delas.
Se o pau sair sujo com a sua própria merda, você abre a boca sem hesitar. Chupa até deixar limpo. Mesmo que dê ânsia. Mesmo que o gosto seja horrível. Isso é submissão de verdade.
Mesmo que ele cheire a pé sujo e sovaco suado, você cheira uma delícia. Esse contraste é o que deixa ele doido. Não tenta mudar isso… destaca.
Eu ensinava posições, como relaxar o cu, como agradecer depois do sexo, como beijar de língua mesmo que a boca do macho fosse nojenta, e como falar putaria pra excitar eles.
3. Normalização do contraste sujo/limpo
Miranda repetia constantemente:
Você é a parte limpa e delicada. Ele é a parte suja e bruta. Essa diferença é sagrada. Quanto mais ele feder, mais limpa e cheirosa você tem que estar. Quando ele te beijar com a boca podre, abre a boca e deixa ele te encher de cuspe. Quando ele te comer sem ter tomado banho, abre bem as pernas e deixa o cheiro dele te envolver. Esse contraste é o que te faz se sentir verdadeiramente feminina.
4. Apoio emocional durante a dor e a humilhação
Quando via suas filhas sofrendo (como quando Beto deu palmadas fortes na Carla ou quando Groncho rompeu o hímen da Juana), a Miranda se aproximava, acariciava o cabelo delas e sussurrava:
Chora se precisar, meu amor… mas continua abrindo as pernas. Mamãe tá orgulhosa de você aguentar. A dor passa… a sensação de ser possuída por um macho de verdade fica. Você é uma menininha corajosa.
5. Visão de longo prazo
Miranda explicava pra elas que aquilo não era uma brincadeira passageira:
Isso não é só por uns dias. Beto e Groncho são os machos delas agora. Vão ter que aprender a conviver com o cheiro deles, com a grosseria deles, com o domínio deles. Uma boa namorada acorda antes do seu macho, leva o café na cama, se deixa usar quando ele quiser e agradece depois. Essa é a vida que escolheram quando aceitaram ser namoradas de homens como eles.
No final de cada conversa, Miranda sempre acabava abraçando elas com força e dizendo com amor:
Mamãe ama vocês mais que tudo. Por isso ensino tudo isso. Quero que sejam felizes sendo o que são: menininhas submissas de machos brutos e sujos. E quero que saibam que sempre podem vir me contar tudo… sem vergonha.
Miranda não era só a mãe… era a arquiteta da perversão familiar. Educava com amor, guiava com tesão e protegia com firmeza. As filhas dela estavam crescendo debaixo da asa dela… e a cada dia ficavam mais submissas, mais obedientes e mais excitadas com o mundo que a mamãe tava revelando pra elas.
A tarde ia passando tranquila em casa. Groncho, depois de descansar um pouco, chegou perto de Miranda na cozinha enquanto ela preparava o lanche. Com a voz rouca e direta, falou na lata:
—Miranda… quero desvirgar o cu da Juana. Ela já é minha mina e quero estrear a bunda dela. Mas a neném tá com medo. Diz que sexo anal dói pra caralho e tá cagando de medo.
Miranda largou a faca na pia e olhou pro Groncho com um sorriso compreensivo, mas na prática.
—É normal ter medo. É a primeira vez dela e a bunda dói pra caralho no começo, ainda mais com uma pica como a sua. Mas não quero que minha filha passe por esse medo sozinha.
Ele fez uma pausa e propôs com naturalidade:
—Te ofereço algo melhor. Você pode me penetrar analmente enquanto a Juana assiste de pertinho. Assim mostro pra ela que dá pra aguentar a dor, que depois vem o prazer, e que ela não precisa ter tanto medo. Vai ser tipo uma aula de sexo anal ao vivo. Tá de boa pra você?
Groncho deu um sorrisão, mostrando os poucos dentes tortos dele, claramente satisfeito com a ideia.
—Perfeito pra mim. Vou adorar te comer o cu na frente da sua filha. E se ela ver como você aguenta… com certeza vai se animar mais rápido.
Miranda concordou com um sorriso sereno.
—Então tá decidido. Vamos contar pra Juana agora.
As duas foram pra sala, onde a Juana tava sentada vendo TV. A Miranda sentou do lado dela e falou com uma voz suave, mas direta:
—Juana, filhinha… O Groncho me contou que quer te desvirgar o cuzinho, mas que tu tem medo porque dói. Mamãe entende teu medo. Por isso, sugeri que ele primeiro coma meu cu enquanto tu olha de pertinho. Assim tu vê como se faz, como aguenta a dor e como depois pode ficar uma delícia. Vai ser tipo uma aula prática. Tu acha que tá bom?
Juana ficou vermelha até o talo, mas acenou com a cabeça, tímida.
—Tá… tá bom, mamãe… se você diz que ajuda… eu olho.
Miranda acariciou o cabelo dela com carinho e disse:
—Essa é a minha nenenzinha boazinha. Não tenha medo. A mamãe vai estar aqui pra explicar tudo enquanto o Groncho me usa. Você vai aprender muita coisa.
Groncho sorriu satisfeito e acrescentou:
—Vamos pro quarto então. Quero que minha neném veja como se fode um cu de verdade.
Os três subiram pro quarto principal. Miranda tirou a roupa na maior naturalidade e ficou de quatro na cama, empinando a bunda pro Groncho. Juana sentou numa cadeira perto da cama, nervosa mas de olhos bem abertos.
Miranda olhou para a filha e disse com voz calma:
—Olha bem, Juana. Mamãe vai te mostrar como se faz. Mesmo que doa, uma menininha boazinha aguenta e depois aproveita. Observa tudo.
Groncho se colocou atrás da Miranda, cuspiu na própria pica e começou a penetrar ela no cu com estocadas firmes. A Miranda gemia, mas mantinha a calma pra explicar pra filha dela:
—Viu, filhinha… no começo dói… mas você respira fundo… e deixa entrar… depois a dor se mistura com prazer…
Juana observava tudo com atenção, as bochechas vermelhas, aprendendo com a mãe em tempo real.
A "aula prática" de sexo anal tinha acabado de começar.

Miranda tava de quatro na cama de casal, com a bunda empinada e os joelhos bem abertos. Groncho, de pé atrás dela, tinha cuspido na piroca grossa dele e já tava com ela meio enterrada no cu de Miranda. O velho metia com estocadas firmes e profundas, fazendo o corpo de Miranda tremer de leve a cada pancada.
Juana tava sentada numa cadeira bem perto da cama, com os olhos bem abertos, as mãos nos joelhos e o rosto vermelho de vergonha e tesão. Ela não conseguia tirar os olhos de como o pau do Groncho entrava e saía do cu da mãe dela.
Miranda, apesar do prazer e do esforço, tentava manter a compostura pra dar uma "aula" clara e educativa. A voz dela saía entrecortada pelas investidas, mas ela tentava soar calma e maternal:
—Olha bem, Juana… aaaahhh… isso aqui é o sexo anal… no começo dói… porque o cu é bem apertado… mas se você respirar fundo… e empurrar um pouquinho pra trás… o músculo relaxa… e a pica entra mais fácil…
Groncho grunhiu e deu uma estocada mais forte. Miranda soltou um gemido mais agudo, mas continuou falando:
—Me pergunta o que quiser, filhinha… não tenha vergonha…
Juana, com a voz trêmula, fez a primeira pergunta:
—Mami... dói muito quando enfiam tudo? Parece tão grande... e seu cu abre tanto...
Miranda ofegou quando Groncho acelerou o ritmo, mas respondeu com esforço:
—Dói… sim… no começo é uma ardência forte… como se estivessem te esticando e queimando… mas olha… eu tô respirando… e relaxando… e já tá quase toda dentro… depois a dor diminui… e fica uma sensação de estar muito cheia… muito usada… isso é o que muitas novinhas acabam gostando…
Juana engoliu saliva e perguntou outra coisa, olhando como a pica entrava e saía:
—E aí… como você faz pra não chorar? Eu chorei pra caralho quando o Groncho arrombou minha buceta…
Miranda gemeu mais alto quando Groncho deu um tapa na bunda dela, mas manteve a compostura o melhor que pôde:
—No começo… sim, chora… é normal… mas uma mãe boa… ou uma menininha boa… aprende a transformar o choro em gemidos… olha… eu tô gemendo… porque mesmo doendo… também dá uma sensação gostosa… profunda… como se estivessem preenchendo um lugar que ninguém mais toca…
Groncho acelerou as estocadas, fodendo ela com mais força. Miranda teve que se agarrar melhor nos lençóis, a voz ficava mais trêmula, mas continuava explicando:
—Outra pergunta, meu amor… não fica calada não…
Juana, com o rosto pegando fogo, perguntou baixinho:
—E o sêmen… quando jogam dentro do teu cu… é quente pra caralho? Cê gosta de ser cheia por lá?
Miranda soltou um gemido longo quando Groncho empurrou até o fundo e ficou ali por um momento, girando os quadris.
—É uma sensação… muito quente… como um jorro grosso que te preenche por dentro… depois, quando tiram a pica… escorre… e você se sente marcada… possuída… eu gosto pra caralho… porque significa que meu macho me usou por completo… que deixou o esperma dele no lugar mais íntimo…
Groncho começou a meter nela mais rápido, as bolas batendo na Miranda. Ela já não conseguia manter a voz tão firme, mas ainda tentava dar a aula:
—Me pergunta mais... filhinha... enquanto a mamãe... aaaahhh... recebe a piroca...
Juana, cada vez mais excitada com o que via e ouvia, perguntou:
—E se… doer demais… o que eu faço? Peço pra parar?
Miranda balançou a cabeça, ofegando:
—Não... você não pede pra parar... você geme... diz "dói... mas continua, meu macho"... porque as meninas boas... aguentam pra agradar o homem delas... a dor passa... e depois vem o prazer... olha como a mamãe tá gemendo agora... já não dói mais só... também tá gostoso...
Groncho grunhiu e deu várias palmadas fortes na bunda dela enquanto a fodia com força. Miranda soltou um gemido mais alto, mas continuou falando com esforço:
—Viu… mesmo que me bata… mesmo que me coma gostoso… eu continuo aqui… te explicando… porque uma mãe boa… ensina até enquanto tão usando ela…
Juana observava tudo de olhos bem abertos, as pernas apertadas e a calcinha claramente molhada. A mãe dela estava sendo fodida analmente na frente dela, gemendo, explicando e mantendo a compostura o melhor que podia… e aquilo estava excitando ela pra caralho.
Miranda, com a voz entrecortada pelas investidas, olhou pra filha e disse com um sorriso trêmulo:
—Mais alguma pergunta… antes do seu macho gozar dentro da mamãe…?
A "aula de sexo anal" continuava ao vivo… e Juana estava aprendendo mais do que jamais imaginou.
Miranda tava de quatro na cama, com a bunda bem empinada. Groncho tava metendo nela pelo cu com estocadas firmes e profundas, fazendo o corpo dela tremer a cada pancada. Mesmo com o prazer e o esforço, Miranda mantinha a voz o mais clara possível pra continuar instruindo a filha dela.
—Juana, filhinha… presta muita atenção… a mamãe vai te explicar sobre o prazer anal enquanto o Groncho me come…
Groncho grunhiu e acelerou um pouco o ritmo. Miranda soltou um gemido mais longo, mas continuou falando:
—O cu é um lugar muito sensível… no começo dói porque é apertado e não tá acostumado… mas tem muitos nervos de prazer. Quando a pica entra fundo e roça as paredes internas… você sente uma pressão quente que se espalha… como se te enchessem por completo. Esse é o prazer anal… não é igual ao da buceta… é mais profundo, mais interno… quase como um calor que sobe pelas costas.
Groncho deu um tapa forte na bunda dela. Miranda gemeu, mas continuou explicando:
—Olha… quando ela me dá palmadas… a dor se mistura com o prazer… isso faz tudo ficar mais intenso. Uma menininha boazinha aprende a respirar com a dor… a empurrar um pouquinho pra trás quando a pica entra… assim o cu abre melhor e o prazer chega mais rápido.
Juana, sentada bem pertinho, perguntou com a voz trêmula:
—Mami… e se doer demais… como eu faço pra isso virar prazer?
Miranda ofegou quando Groncho empurrou até o fundo e ficou ali, girando os quadris.
—Você respira fundo… relaxa a bunda… e pensa que tá sendo usada pelo seu macho… que seu corpo foi feito pra dar prazer pra ele… A dor é só a porta… atrás dela tá o prazer de se sentir completamente possuída… cheia… marcada por dentro com o esperma dele…
Groncho começou a foder ela com mais força. Miranda teve que se agarrar melhor nos lençóis, mas continuou dando a lição:
—Outro segredo… quando enfiam bem fundo e roçam aquela área lá dentro… você sente uma eletricidade subindo pela espinha… algumas meninas até conseguem gozar só pelo cu… sem nem tocar na buceta… Por isso é importante não ficar tensa… deixar entrar tudo… mesmo que no começo arda.
Juana estava fascinada e excitada, olhando como a rola do Groncho entrava e saía do cu da mãe dela.
—E aí… o leite… quando gozam dentro… é muito diferente do da buceta?
Miranda gemeu mais alto, a voz entrecortada pelas estocadas:
—Dá uma sensação… mais quente… mais grosso… porque fica preso lá dentro… depois, quando tiram a piroca… escorre devagar… e você se sente cheia por um tempão… como se seu macho tivesse te marcado por dentro… Mamãe adora essa sensação… me faz sentir dele… possuída… usada…
Groncho acelerou ainda mais, fodendo ela com um ritmo selvagem. A Miranda já não conseguia manter a voz tão firme, mas continuava tentando ensinar:
—Último conselho… depois que gozarem dentro de você… não se limpe na hora… deixa o leite ficar um tempinho… se mexe um pouco… sente ele escorrendo… isso reforça a submissão… e te faz sentir mais mulher…
Juana olhava tudo com os olhos bem abertos, as pernas apertadas e a calcinha claramente molhada.
Miranda, ofegante e gemendo enquanto Groncho a fodia sem parar, olhou para a filha com um sorriso trêmulo:
—Entendeu, meu amor…? O prazer anal… se aprende… com dor… com paciência… e com muita submissão… quer me perguntar mais alguma coisa antes do seu macho gozar dentro da mamãe…?
A "aula prática" de sexo anal continuava ao vivo, com Miranda tentando manter a compostura enquanto era penetrada no cu na frente da filha mais nova.
Groncho deu umas últimas estocadas profundas e brutais dentro do cu da Miranda. Com um grunhido rouco e animal, gozou com força, enchendo a bunda dela com jatos quentes e grossos de porra. Miranda soltou um gemido longo e trêmulo, sentindo o interior dela sendo inundado.
Quando Groncho puxou lentamente o pau, um fio grosso de porra branca começou a escorrer do cu aberto da Miranda.
Juana, que tinha observado tudo de olhos bem abertos, respirou fundo e olhou pra mãe dela com uma determinação nervosa.
—Mami… agora tô pronta… quero que o Groncho arrombe minha bunda… já vi como você faz… quero tentar.
Miranda sorriu com orgulho e carinho. Sentou-se na cama, ainda com porra escorrendo do cu, e acariciou o cabelo da filha.
—Tá bom, minha princesinha corajosa. A mamãe vai ficar aqui com você o tempo todo. Não vou te deixar sozinha.
Groncho, ainda ofegante, olhou pra Juana com desejo e falou com voz rouca, mas mais suave que o normal:
—Vem cá, minha princesinha… fica de quatro na cama… vou devagar… com muito cuidado… mas vai doer um pouquinho no começo.
Juana, tremendo de nervosismo e tesão, subiu na cama e ficou de quatro, empinando a raba. O corpinho dela, miudinho, branquinho e delicado, contrastava forte com o do Groncho, que se posicionou atrás dela.
Miranda sentou ao lado da cabeça da filha, acariciou o cabelo dela e segurou uma das mãos.
—Respira fundo, filhinha… mamãe tá aqui. Olha nos meus olhos se precisar. Relaxa a buceta o máximo que conseguir… empurra um pouquinho pra trás quando ele empurrar… isso ajuda a entrar melhor.
Groncho cuspiu várias vezes na sua piroca grossa e encostou ela no cu virgem e apertado da Juana. Começou a empurrar bem devagar, com muito cuidado, só a cabeça no começo.
Juana soltou um gemido agudo de dor quando sentiu ele esticando ela. A ardência era intensa, como se estivessem abrindo ela por dentro.
— Aaaahhh… dói… dói muito, mamãe…!
Miranda apertou a mão dela com força e falou com uma voz suave e consoladora, olhando nos olhos dela:
—Shhh… eu sei, meu amor… dói porque é sua primeira vez… mas respira comigo… inspira… expira… relaxa a bunda… o Groncho tá indo bem devagar… você tá sendo muito corajosa, minha princesinha… a mamãe tá orgulhosa de você…
Groncho continuava empurrando com muito cuidado, centímetro por centímetro, sem meter tudo de uma vez. O cu da Juana ia se abrindo devagar ao redor da rola grossa dele.
Juana chorava baixinho, as lágrimas escorrendo pelas bochechas, mas não pedia pra parar. Sentia o cu dela sendo esticado até o limite, uma sensação de ardor e pressão muito forte.
—Dói… é grande demais… tá me esticando muito… — ela gemia entre soluços.
Miranda beijou a testa suada dela e continuou falando com carinho:
—Tá fazendo tudo certinho, filhinha… me olha… respira… a dor é normal… mas depois vem aquela sensação de estar cheia… de estar completamente possuída pelo seu macho… aguenta mais um pouquinho… mamãe tá aqui… tô segurando sua mão… você é minha menina corajosa…
Groncho continuava metendo a pica com muito cuidado, murmurando rouco:
—Que buceta apertadinha você tem, minha neném… vou devagar… não vou te machucar… respira…
Juana continuava chorando, mas apertava a mão da mãe com força e respirava como ela mandava. A dor era intensa, mas a presença e as palavras da Miranda ajudavam ela a aguentar.
Miranda continuava consolando ela em primeira pessoa, acariciando o cabelo dela e falando com ela com ternura.
—Assim… muito bem… você está deixando entrar… é uma menininha boazinha e obediente… mamãe te ama muito por ser tão corajosa… quando doer mais forte, aperta minha mão… estou aqui… não vou te soltar…
Groncho já tinha mais da metade da pica dentro do cu virgem da Juana. Continuava empurrando com muito cuidado, sem pressa, enquanto Miranda seguia consolando e guiando a filha em tempo real.
A desvirgação anal da Juana tava a todo vapor… e a Miranda tava ali, feito uma mãe protetora e ao mesmo tempo profundamente tarada, acompanhando cada segundo.
O papel maternal dela era único: combinava o amor protetor mais terno com uma instrução sexual crua, explícita e sem filtros. Pra Miranda, ser uma boa mãe significava preparar as filhas pro mundo real dos "males de verdade" — homens sujos, grosseiros, velhos e dominantes como Dogoberto, Beto ou Groncho — e ensinar elas a curtir o papel de fêmeas submissas.
Como a Miranda exercia seu papel de mãe
1. amor incondicional + guia sexual sem limites
Miranda nunca julgava as filhas por ficarem excitadas com o "nojento". Pelo contrário, abraçava elas, beijava a testa e dizia com ternura:
Minha princesinha… tudo bem sentir nojo. O nojo faz parte do prazer. A mamãe também sentiu isso no começo. Mas uma boa mamãe te ensina a transformar esse nojo em tesão.
Quando a Carla chegou chorando depois da primeira noite com o Beto, a Miranda abraçou ela forte, limpou as lágrimas dela e disse:
Chora o quanto precisar, meu amor. Mamãe tá aqui. Mas também quero que me conte como você se sentiu quando ele te arrombou o cu… porque essa dor é o que tá te transformando numa mulher de verdade.
2. Ensinamentos práticos e explícitos
Miranda não usava rodeios. As lições dela eram diretas e cheias de detalhes.
Quando eu enfiar a pica no seu cu e doer, não peça pra parar. Geme e fala 'dói… mas continua, meu macho'. As meninas boas aguentam a dor pra agradar o homem delas.
Se o pau sair sujo com a sua própria merda, você abre a boca sem hesitar. Chupa até deixar limpo. Mesmo que dê ânsia. Mesmo que o gosto seja horrível. Isso é submissão de verdade.
Mesmo que ele cheire a pé sujo e sovaco suado, você cheira uma delícia. Esse contraste é o que deixa ele doido. Não tenta mudar isso… destaca.
Eu ensinava posições, como relaxar o cu, como agradecer depois do sexo, como beijar de língua mesmo que a boca do macho fosse nojenta, e como falar putaria pra excitar eles.
3. Normalização do contraste sujo/limpo
Miranda repetia constantemente:
Você é a parte limpa e delicada. Ele é a parte suja e bruta. Essa diferença é sagrada. Quanto mais ele feder, mais limpa e cheirosa você tem que estar. Quando ele te beijar com a boca podre, abre a boca e deixa ele te encher de cuspe. Quando ele te comer sem ter tomado banho, abre bem as pernas e deixa o cheiro dele te envolver. Esse contraste é o que te faz se sentir verdadeiramente feminina.
4. Apoio emocional durante a dor e a humilhação
Quando via suas filhas sofrendo (como quando Beto deu palmadas fortes na Carla ou quando Groncho rompeu o hímen da Juana), a Miranda se aproximava, acariciava o cabelo delas e sussurrava:
Chora se precisar, meu amor… mas continua abrindo as pernas. Mamãe tá orgulhosa de você aguentar. A dor passa… a sensação de ser possuída por um macho de verdade fica. Você é uma menininha corajosa.
5. Visão de longo prazo
Miranda explicava pra elas que aquilo não era uma brincadeira passageira:
Isso não é só por uns dias. Beto e Groncho são os machos delas agora. Vão ter que aprender a conviver com o cheiro deles, com a grosseria deles, com o domínio deles. Uma boa namorada acorda antes do seu macho, leva o café na cama, se deixa usar quando ele quiser e agradece depois. Essa é a vida que escolheram quando aceitaram ser namoradas de homens como eles.
No final de cada conversa, Miranda sempre acabava abraçando elas com força e dizendo com amor:
Mamãe ama vocês mais que tudo. Por isso ensino tudo isso. Quero que sejam felizes sendo o que são: menininhas submissas de machos brutos e sujos. E quero que saibam que sempre podem vir me contar tudo… sem vergonha.
Miranda não era só a mãe… era a arquiteta da perversão familiar. Educava com amor, guiava com tesão e protegia com firmeza. As filhas dela estavam crescendo debaixo da asa dela… e a cada dia ficavam mais submissas, mais obedientes e mais excitadas com o mundo que a mamãe tava revelando pra elas.
A tarde ia passando tranquila em casa. Groncho, depois de descansar um pouco, chegou perto de Miranda na cozinha enquanto ela preparava o lanche. Com a voz rouca e direta, falou na lata:
—Miranda… quero desvirgar o cu da Juana. Ela já é minha mina e quero estrear a bunda dela. Mas a neném tá com medo. Diz que sexo anal dói pra caralho e tá cagando de medo.
Miranda largou a faca na pia e olhou pro Groncho com um sorriso compreensivo, mas na prática.
—É normal ter medo. É a primeira vez dela e a bunda dói pra caralho no começo, ainda mais com uma pica como a sua. Mas não quero que minha filha passe por esse medo sozinha.
Ele fez uma pausa e propôs com naturalidade:
—Te ofereço algo melhor. Você pode me penetrar analmente enquanto a Juana assiste de pertinho. Assim mostro pra ela que dá pra aguentar a dor, que depois vem o prazer, e que ela não precisa ter tanto medo. Vai ser tipo uma aula de sexo anal ao vivo. Tá de boa pra você?
Groncho deu um sorrisão, mostrando os poucos dentes tortos dele, claramente satisfeito com a ideia.
—Perfeito pra mim. Vou adorar te comer o cu na frente da sua filha. E se ela ver como você aguenta… com certeza vai se animar mais rápido.
Miranda concordou com um sorriso sereno.
—Então tá decidido. Vamos contar pra Juana agora.
As duas foram pra sala, onde a Juana tava sentada vendo TV. A Miranda sentou do lado dela e falou com uma voz suave, mas direta:
—Juana, filhinha… O Groncho me contou que quer te desvirgar o cuzinho, mas que tu tem medo porque dói. Mamãe entende teu medo. Por isso, sugeri que ele primeiro coma meu cu enquanto tu olha de pertinho. Assim tu vê como se faz, como aguenta a dor e como depois pode ficar uma delícia. Vai ser tipo uma aula prática. Tu acha que tá bom?
Juana ficou vermelha até o talo, mas acenou com a cabeça, tímida.
—Tá… tá bom, mamãe… se você diz que ajuda… eu olho.
Miranda acariciou o cabelo dela com carinho e disse:
—Essa é a minha nenenzinha boazinha. Não tenha medo. A mamãe vai estar aqui pra explicar tudo enquanto o Groncho me usa. Você vai aprender muita coisa.
Groncho sorriu satisfeito e acrescentou:
—Vamos pro quarto então. Quero que minha neném veja como se fode um cu de verdade.
Os três subiram pro quarto principal. Miranda tirou a roupa na maior naturalidade e ficou de quatro na cama, empinando a bunda pro Groncho. Juana sentou numa cadeira perto da cama, nervosa mas de olhos bem abertos.
Miranda olhou para a filha e disse com voz calma:
—Olha bem, Juana. Mamãe vai te mostrar como se faz. Mesmo que doa, uma menininha boazinha aguenta e depois aproveita. Observa tudo.
Groncho se colocou atrás da Miranda, cuspiu na própria pica e começou a penetrar ela no cu com estocadas firmes. A Miranda gemia, mas mantinha a calma pra explicar pra filha dela:
—Viu, filhinha… no começo dói… mas você respira fundo… e deixa entrar… depois a dor se mistura com prazer…
Juana observava tudo com atenção, as bochechas vermelhas, aprendendo com a mãe em tempo real.
A "aula prática" de sexo anal tinha acabado de começar.

Miranda tava de quatro na cama de casal, com a bunda empinada e os joelhos bem abertos. Groncho, de pé atrás dela, tinha cuspido na piroca grossa dele e já tava com ela meio enterrada no cu de Miranda. O velho metia com estocadas firmes e profundas, fazendo o corpo de Miranda tremer de leve a cada pancada.
Juana tava sentada numa cadeira bem perto da cama, com os olhos bem abertos, as mãos nos joelhos e o rosto vermelho de vergonha e tesão. Ela não conseguia tirar os olhos de como o pau do Groncho entrava e saía do cu da mãe dela.
Miranda, apesar do prazer e do esforço, tentava manter a compostura pra dar uma "aula" clara e educativa. A voz dela saía entrecortada pelas investidas, mas ela tentava soar calma e maternal:
—Olha bem, Juana… aaaahhh… isso aqui é o sexo anal… no começo dói… porque o cu é bem apertado… mas se você respirar fundo… e empurrar um pouquinho pra trás… o músculo relaxa… e a pica entra mais fácil…
Groncho grunhiu e deu uma estocada mais forte. Miranda soltou um gemido mais agudo, mas continuou falando:
—Me pergunta o que quiser, filhinha… não tenha vergonha…
Juana, com a voz trêmula, fez a primeira pergunta:
—Mami... dói muito quando enfiam tudo? Parece tão grande... e seu cu abre tanto...
Miranda ofegou quando Groncho acelerou o ritmo, mas respondeu com esforço:
—Dói… sim… no começo é uma ardência forte… como se estivessem te esticando e queimando… mas olha… eu tô respirando… e relaxando… e já tá quase toda dentro… depois a dor diminui… e fica uma sensação de estar muito cheia… muito usada… isso é o que muitas novinhas acabam gostando…
Juana engoliu saliva e perguntou outra coisa, olhando como a pica entrava e saía:
—E aí… como você faz pra não chorar? Eu chorei pra caralho quando o Groncho arrombou minha buceta…
Miranda gemeu mais alto quando Groncho deu um tapa na bunda dela, mas manteve a compostura o melhor que pôde:
—No começo… sim, chora… é normal… mas uma mãe boa… ou uma menininha boa… aprende a transformar o choro em gemidos… olha… eu tô gemendo… porque mesmo doendo… também dá uma sensação gostosa… profunda… como se estivessem preenchendo um lugar que ninguém mais toca…
Groncho acelerou as estocadas, fodendo ela com mais força. Miranda teve que se agarrar melhor nos lençóis, a voz ficava mais trêmula, mas continuava explicando:
—Outra pergunta, meu amor… não fica calada não…
Juana, com o rosto pegando fogo, perguntou baixinho:
—E o sêmen… quando jogam dentro do teu cu… é quente pra caralho? Cê gosta de ser cheia por lá?
Miranda soltou um gemido longo quando Groncho empurrou até o fundo e ficou ali por um momento, girando os quadris.
—É uma sensação… muito quente… como um jorro grosso que te preenche por dentro… depois, quando tiram a pica… escorre… e você se sente marcada… possuída… eu gosto pra caralho… porque significa que meu macho me usou por completo… que deixou o esperma dele no lugar mais íntimo…
Groncho começou a meter nela mais rápido, as bolas batendo na Miranda. Ela já não conseguia manter a voz tão firme, mas ainda tentava dar a aula:
—Me pergunta mais... filhinha... enquanto a mamãe... aaaahhh... recebe a piroca...
Juana, cada vez mais excitada com o que via e ouvia, perguntou:
—E se… doer demais… o que eu faço? Peço pra parar?
Miranda balançou a cabeça, ofegando:
—Não... você não pede pra parar... você geme... diz "dói... mas continua, meu macho"... porque as meninas boas... aguentam pra agradar o homem delas... a dor passa... e depois vem o prazer... olha como a mamãe tá gemendo agora... já não dói mais só... também tá gostoso...
Groncho grunhiu e deu várias palmadas fortes na bunda dela enquanto a fodia com força. Miranda soltou um gemido mais alto, mas continuou falando com esforço:
—Viu… mesmo que me bata… mesmo que me coma gostoso… eu continuo aqui… te explicando… porque uma mãe boa… ensina até enquanto tão usando ela…
Juana observava tudo de olhos bem abertos, as pernas apertadas e a calcinha claramente molhada. A mãe dela estava sendo fodida analmente na frente dela, gemendo, explicando e mantendo a compostura o melhor que podia… e aquilo estava excitando ela pra caralho.
Miranda, com a voz entrecortada pelas investidas, olhou pra filha e disse com um sorriso trêmulo:
—Mais alguma pergunta… antes do seu macho gozar dentro da mamãe…?
A "aula de sexo anal" continuava ao vivo… e Juana estava aprendendo mais do que jamais imaginou.
Miranda tava de quatro na cama, com a bunda bem empinada. Groncho tava metendo nela pelo cu com estocadas firmes e profundas, fazendo o corpo dela tremer a cada pancada. Mesmo com o prazer e o esforço, Miranda mantinha a voz o mais clara possível pra continuar instruindo a filha dela.
—Juana, filhinha… presta muita atenção… a mamãe vai te explicar sobre o prazer anal enquanto o Groncho me come…
Groncho grunhiu e acelerou um pouco o ritmo. Miranda soltou um gemido mais longo, mas continuou falando:
—O cu é um lugar muito sensível… no começo dói porque é apertado e não tá acostumado… mas tem muitos nervos de prazer. Quando a pica entra fundo e roça as paredes internas… você sente uma pressão quente que se espalha… como se te enchessem por completo. Esse é o prazer anal… não é igual ao da buceta… é mais profundo, mais interno… quase como um calor que sobe pelas costas.
Groncho deu um tapa forte na bunda dela. Miranda gemeu, mas continuou explicando:
—Olha… quando ela me dá palmadas… a dor se mistura com o prazer… isso faz tudo ficar mais intenso. Uma menininha boazinha aprende a respirar com a dor… a empurrar um pouquinho pra trás quando a pica entra… assim o cu abre melhor e o prazer chega mais rápido.
Juana, sentada bem pertinho, perguntou com a voz trêmula:
—Mami… e se doer demais… como eu faço pra isso virar prazer?
Miranda ofegou quando Groncho empurrou até o fundo e ficou ali, girando os quadris.
—Você respira fundo… relaxa a bunda… e pensa que tá sendo usada pelo seu macho… que seu corpo foi feito pra dar prazer pra ele… A dor é só a porta… atrás dela tá o prazer de se sentir completamente possuída… cheia… marcada por dentro com o esperma dele…
Groncho começou a foder ela com mais força. Miranda teve que se agarrar melhor nos lençóis, mas continuou dando a lição:
—Outro segredo… quando enfiam bem fundo e roçam aquela área lá dentro… você sente uma eletricidade subindo pela espinha… algumas meninas até conseguem gozar só pelo cu… sem nem tocar na buceta… Por isso é importante não ficar tensa… deixar entrar tudo… mesmo que no começo arda.
Juana estava fascinada e excitada, olhando como a rola do Groncho entrava e saía do cu da mãe dela.
—E aí… o leite… quando gozam dentro… é muito diferente do da buceta?
Miranda gemeu mais alto, a voz entrecortada pelas estocadas:
—Dá uma sensação… mais quente… mais grosso… porque fica preso lá dentro… depois, quando tiram a piroca… escorre devagar… e você se sente cheia por um tempão… como se seu macho tivesse te marcado por dentro… Mamãe adora essa sensação… me faz sentir dele… possuída… usada…
Groncho acelerou ainda mais, fodendo ela com um ritmo selvagem. A Miranda já não conseguia manter a voz tão firme, mas continuava tentando ensinar:
—Último conselho… depois que gozarem dentro de você… não se limpe na hora… deixa o leite ficar um tempinho… se mexe um pouco… sente ele escorrendo… isso reforça a submissão… e te faz sentir mais mulher…
Juana olhava tudo com os olhos bem abertos, as pernas apertadas e a calcinha claramente molhada.
Miranda, ofegante e gemendo enquanto Groncho a fodia sem parar, olhou para a filha com um sorriso trêmulo:
—Entendeu, meu amor…? O prazer anal… se aprende… com dor… com paciência… e com muita submissão… quer me perguntar mais alguma coisa antes do seu macho gozar dentro da mamãe…?
A "aula prática" de sexo anal continuava ao vivo, com Miranda tentando manter a compostura enquanto era penetrada no cu na frente da filha mais nova.
Groncho deu umas últimas estocadas profundas e brutais dentro do cu da Miranda. Com um grunhido rouco e animal, gozou com força, enchendo a bunda dela com jatos quentes e grossos de porra. Miranda soltou um gemido longo e trêmulo, sentindo o interior dela sendo inundado.
Quando Groncho puxou lentamente o pau, um fio grosso de porra branca começou a escorrer do cu aberto da Miranda.
Juana, que tinha observado tudo de olhos bem abertos, respirou fundo e olhou pra mãe dela com uma determinação nervosa.
—Mami… agora tô pronta… quero que o Groncho arrombe minha bunda… já vi como você faz… quero tentar.
Miranda sorriu com orgulho e carinho. Sentou-se na cama, ainda com porra escorrendo do cu, e acariciou o cabelo da filha.
—Tá bom, minha princesinha corajosa. A mamãe vai ficar aqui com você o tempo todo. Não vou te deixar sozinha.
Groncho, ainda ofegante, olhou pra Juana com desejo e falou com voz rouca, mas mais suave que o normal:
—Vem cá, minha princesinha… fica de quatro na cama… vou devagar… com muito cuidado… mas vai doer um pouquinho no começo.
Juana, tremendo de nervosismo e tesão, subiu na cama e ficou de quatro, empinando a raba. O corpinho dela, miudinho, branquinho e delicado, contrastava forte com o do Groncho, que se posicionou atrás dela.
Miranda sentou ao lado da cabeça da filha, acariciou o cabelo dela e segurou uma das mãos.
—Respira fundo, filhinha… mamãe tá aqui. Olha nos meus olhos se precisar. Relaxa a buceta o máximo que conseguir… empurra um pouquinho pra trás quando ele empurrar… isso ajuda a entrar melhor.
Groncho cuspiu várias vezes na sua piroca grossa e encostou ela no cu virgem e apertado da Juana. Começou a empurrar bem devagar, com muito cuidado, só a cabeça no começo.
Juana soltou um gemido agudo de dor quando sentiu ele esticando ela. A ardência era intensa, como se estivessem abrindo ela por dentro.
— Aaaahhh… dói… dói muito, mamãe…!
Miranda apertou a mão dela com força e falou com uma voz suave e consoladora, olhando nos olhos dela:
—Shhh… eu sei, meu amor… dói porque é sua primeira vez… mas respira comigo… inspira… expira… relaxa a bunda… o Groncho tá indo bem devagar… você tá sendo muito corajosa, minha princesinha… a mamãe tá orgulhosa de você…
Groncho continuava empurrando com muito cuidado, centímetro por centímetro, sem meter tudo de uma vez. O cu da Juana ia se abrindo devagar ao redor da rola grossa dele.
Juana chorava baixinho, as lágrimas escorrendo pelas bochechas, mas não pedia pra parar. Sentia o cu dela sendo esticado até o limite, uma sensação de ardor e pressão muito forte.
—Dói… é grande demais… tá me esticando muito… — ela gemia entre soluços.
Miranda beijou a testa suada dela e continuou falando com carinho:
—Tá fazendo tudo certinho, filhinha… me olha… respira… a dor é normal… mas depois vem aquela sensação de estar cheia… de estar completamente possuída pelo seu macho… aguenta mais um pouquinho… mamãe tá aqui… tô segurando sua mão… você é minha menina corajosa…
Groncho continuava metendo a pica com muito cuidado, murmurando rouco:
—Que buceta apertadinha você tem, minha neném… vou devagar… não vou te machucar… respira…
Juana continuava chorando, mas apertava a mão da mãe com força e respirava como ela mandava. A dor era intensa, mas a presença e as palavras da Miranda ajudavam ela a aguentar.
Miranda continuava consolando ela em primeira pessoa, acariciando o cabelo dela e falando com ela com ternura.
—Assim… muito bem… você está deixando entrar… é uma menininha boazinha e obediente… mamãe te ama muito por ser tão corajosa… quando doer mais forte, aperta minha mão… estou aqui… não vou te soltar…
Groncho já tinha mais da metade da pica dentro do cu virgem da Juana. Continuava empurrando com muito cuidado, sem pressa, enquanto Miranda seguia consolando e guiando a filha em tempo real.
A desvirgação anal da Juana tava a todo vapor… e a Miranda tava ali, feito uma mãe protetora e ao mesmo tempo profundamente tarada, acompanhando cada segundo.
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