Sou um dos mais velhos entre os primos, pra ser exato somos 13, tudo mulher. Pra essa história que vou contar, já tinha comido todas (com consentimento, óbvio, mas essas histórias vou contando com mais detalhe depois).Ela é a Ailed, a mais nova da família (21 anos), gostosa, corpo bonito, meio doida, o lema dela é "faz hoje e pensa amanhã". Ela começou a vida de festa quando todo mundo já tava passando dessa fase, então quase não convivemos nesse rolê de balada, mas sim em família. Na real, todos os primos e tios se dão bem, nossas... os anos passam e a gente continua crescendo. Ela terminou a faculdade enquanto trabalhava, e até tinha uns boatos na família de que ela trabalhava como "dançarina de boate" e a Carriça sempre foi essa. Numa festa, ela contou que sim, trabalhava num lugar desses (boate), mas que não transava nem dançava com ninguém, só era acompanhante (bebia com os clientes pra fazer eles gastarem mais e dava uns amassos).
Com o tempo, nas reuniões, já via ela vestida mais provocante: saias curtas daquelas que um movimento errado já mostrava o que tinha embaixo (geralmente um shortinho curto), blusas decotadas que, mesmo sem peito, com o pouco que mostrava já dava pra agradecer, outras vezes vestidos curtos e decotados, ou jeans colado no corpo. Nossa comunicação melhorou, não era só festa, mas mais sobre nossas vidas. Ela já tinha uma filha de 2 anos, largada, e tinha se mudado pro apartamento na frente da minha casa. Eu via homem entrando e saindo daquela casa, e comecei a questionar a índole dela, mas como não me meto na vida dos outros, deixava quieto. De vez em quando, ela me visitava, umas visitas de no máximo 10 minutos, visitas estranhas porque eu tava sozinho. Ela vinha, sentava no sofá e perguntava umas coisas aleatórias, muito tenso...
Depois de um tempo, arrumei uma namorada. Em alguns meses, ela veio morar comigo como casal. Elas ficaram amigas e, sempre que dava, Nas festas, a gente conversava muito. Minha vida sexual com minha parceira era muito boa, quase todo dia e de várias maneiras. Quando a gente se reunia com a família em forma de brincadeira, a gente falava de sexo e minha parceira me expunha. Pra ser sincero, eu gostava daquilo. Passaram-se meses e nossa amizade cresceu, mas a chama com minha parceira acabou e a gente terminou. Pra falar a verdade, não doeu.
Teve uma confraternização na casa de uma das irmãs dela (a mais velha de todas as primas) e comecei a perceber que Ailed começava a conversar mais comigo. Toda vez que eu falava algo, ela me tocava ou me roçava. Sentei num banco e ela fez o mesmo, bem colada em mim. Trocávamos muitos olhares, sorrisos safados, mas só até ali. Foi aí que notei que tinha algo na cabeça dela. Começamos a conversar mais por mensagem no celular. Tava chegando uma festa de gala na família e a gente combinou várias coisas. Chegou o dia da festa, me vesti o mais elegante possível: terno cinza escuro, camisa verde esmeralda e gravata da mesma cor do terno. Recebo uma mensagem e, ao olhar o celular, era ela: "Posso ir com você pra festa? A verdade é que não quero ir de táxi." Aceitei, porque isso significava que ela voltaria comigo. Na hora de buscá-la, vejo ela saindo e minha luxúria despertou. Minha mente começou a criar imagens dela na intimidade. Ela usava um vestido verde esmeralda, um pouco acima do joelho, com uma fenda na coxa que chegava bem onde eu queria chegar. A parte de cima era um top, com o cabelo liso. Quando ela entrou no carro, perguntei pela filha dela, e ela respondeu que o pai ia ficar com a menina, o que me agradou. Na festa, a gente se divertiu pra caralho e bebeu até não poder mais. Os primos combinaram de ir jantar e continuar conversando. Já no carro, notei que ela tava meio desconfortável com alguma coisa.
Eu: "Tá acontecendo algo, mina?"
Ailed: "É que acabou a festa, hahaha."
Eu: "Mas já é bem tarde, nem tem pra onde ir."
Ailed: "Ainda bem que tenho um tequila em casa. Assim tomo algo e vou dormir."
Quando chegamos em casa... Acompanhei ela até a casa dela, de mãos dadas, que nem um cavalheiro. Na entrada, ela me perguntou se eu queria um gole, e eu aceitei. Já dentro da casa dela, começamos a beber, conversar, rir e tal, até que a conversa, já bêbados, ficou séria…
Ailed: Ei, me conta, por que você e sua ex terminaram, se vocês transavam direto?
Eu: Haha, pois é, mas sabe de uma coisa? Mesmo transando todo dia, eu me sentia enganado.
Ailed: Não fode, sério?
Eu: Sim, ela foi pra uma festa com a família, com o primo dela.
Ailed: Queee?
Eu: Sim, mano, mas não é com quem foi que me assusta, é o fato de ter rolado.
Ailed: Então você não liga que tenha sido um parente?
Eu: Claro que não, isso me excita ainda mais.
Passamos um tempo bebendo e, quando estávamos pedindo, fui pra minha casa. Já em casa, recebo uma mensagem:
Ela: Valeu por fazer minha noite tão gostosa (mandando uma foto do rosto dela, de língua de fora e rindo).
Eu disse que pensei que fosse algo a mais e ri, e ela me mandou uma foto do pijama dela, que era uma calça moletom e uma camiseta. Aí eu zoei, falando que conhecendo ela, esperava outra roupa…
Passaram uns minutos, eu já tinha deixado pra lá, e de repente ela manda uma foto onde aparece de short super curto e um top, com a frase: "Assim tá melhor". Pra algo melhor, então nada, hahaha. A verdade é que eu não esperava, mas do nada ela me mandou uma foto dela pelada. Elogiou, falei coisas gostosas e ela continuou mandando e mandando… A noite termina com nós dois batendo punheta pelo telefone. Quando, às 5 da manhã, batem na minha porta. Saí e era ela. O que aconteceu vocês já imaginam: transamos por horas e de todas as posições. Até hoje, temos uma relação de foda.
0 comentários - Capítulo 12 - Prima Ailed