Depois de trampar naquele dia, me mandei pro meu apê, pensando no que a Denisse tinha me falado, "o que eu devia fazer?", ainda dava tempo de cancelar o convite. Foi uma semana pesada, pensei (era só quarta-feira haha). E fazia um tempão que eu não saía pra beber nem caía numa festa por acidente... ah, foda-se.—Ei, o plano pro fim de semana ainda tá de pé?— Mandei por áudio.
Isso sim, eu impus minhas condições, que eram as seguintes: só vou conviver o necessário, nada de segundas intenções, vou embora cedo e meu namorado vai saber que saí com ela (não mencionei os outros dois imbecis, claro).
—Não se preocupa, o Oscar só tá vindo por minha causa e porque ele tava devendo um favor pro amigo dele de arrumar alguém, óbvio que tu não é obrigada a aceitar. Só quero que o Oscar cumpra a palavra dele e pronto (Alerta de spoiler, isso era uma mentira).
Bom, finalmente chegou o fim de semana e com ele o "encontro duplo". Eu e a Denisse chegamos cedo, ou melhor, "eu cheguei cedo", porque ela me fez esperar quase 30 minutos (tenho pouca paciência); pelo menos reservei uma mesa.
Passados quase 40 minutos, Denisse e eu já tínhamos tomado uma cerveja quando o Oscar chegou com o amigo dele chamado Josué.
Porra, admito... Tava uma delícia pra aproveitar!!!
Um pouco mais baixo que o Oscar, mas de porte médio, e cheirava bem (Maldito perfume, dava um plus nele).

Até lembrar que eu tinha namorado, haja maldição. Por que aceitei...?
Naquela noite, se eu soubesse que iam me fazer esperar, teria tomado um banho ou trocado de roupa. Naquela noite, usei a mesma roupa que fui trabalhar, não me deram chance nem de me arrumar. O cara parece que caprichou mesmo. Porra, no que eu tava pensando!
A noite foi passando e tenho que admitir, o cara era bem legal, tinha um papo bom e era bem tagarela, por sinal. De vez em quando eu via ele fazendo sinais ou gestos pra onde o Oscar e a Denisse estavam... até que deu umas 11h40 da noite, mais ou menos, já tava todo mundo meio alto e a gente foi dançar.
— Ei, a Denisse falou bem de você pra mim (porra, o que será que ela disse sobre mim?) e a verdade é que a gente tinha planejado terminar o serviço no apê do Oscar. Vamos lá um pouco, eu cuido de você o tempo todo.
Tudo isso ela me dizia enquanto dançávamos, a voz dela era grossa e direta, e ao abraçá-la pra dançar dava pra sentir que tinha uns músculos bem definidos. Os feromônios voavam pelo suor e pelo espaço entre nós, sem esquecer que pela calça dava pra ver um baita volume.
— Tá bom, mas cê cuida de mim, hein? Tenho planos amanhã e a última coisa que quero é ter que lidar com ressaca de manhã (Não tinha planos, mas precisava marcar um limite, na minha cabeça, haha).
No final, pagamos a conta e fomos pro carro do Josué, que tinha estacionado a duas quadras do lugar.
— Dá uma trégua, dirige, mano.— Disse Josué para o Oscar.—Eu não sei onde você mora.
Subimos no Jetta; Oscar e Denisse na frente (já estavam trocando umas putarias), e Josué e eu atrás conversando. Por algum motivo, me deitei no peito dele, enquanto o braço dele me envolvia e ele sussurrava no meu ouvido umas coisas que começaram a me excitar.

— Se não estiver se sentindo bem, vou ter que te sacudir o suficiente pra você reagir. (Não lembro as palavras exatas, mas era algo assim.)
— Sério, é assim que você quer me fazer sentir bem?? que saco.
— Bom, tenho outros métodos, mas quero zero reclamações sobre isso.
Notei por um momento que o Oscar tava olhando pra gente pelo retrovisor... e mais. Esqueci de comentar, mas o Oscar ficou me encarando umas 4 vezes.
- Quando eu tava falando com o Josué no começo da noite.
— Quando fui no banheiro com a Denisse.
- Dançando com o amigo dela (Esse cara não sabe disfarçar).
- E pelo retrovisor, naquele momento.
No caminho, Josué ia apertando meu ombro com os bíceps dele e minha perna com a mão cheia de veias e calos do trabalho. (Juro que, naquele momento, esqueci completamente do meu namorado).
Chegamos no apê, e tava uma bagunça total, pelo visto o Josué tava morando com o Oscar, mas não deu tempo de ver mais nada, porque vi por um instante o Oscar jogando a Denisse num sofá-cama que tava na frente de uma TV ligada; enquanto o Oscar desafivelava a calça, o Josué me encurralou na parede e me deu um beijo.
Porra, que gostoso que foi aquele beijo... tava com a adrenalina lá em cima, então me deixei levar pelo momento. Ele tava segurando meus pulsos com uma das mãos e colocou eles por cima da minha cabeça, enquanto desafivelava minha camisa, deixando minha buceta aparecer. Começou a beijar meu pescoço e a respiração dele perto da minha orelha me fez ficar toda molhada... só sentia como ele esfregava o volume dele na minha perna (Caralho, será que ele tinha um bastão de doce de Natal?) era bem duro, ao mesmo tempo que sentia ele roçando em mim.
Ele me pegou pelos ombros e me colocou de joelhos, enquanto desafivelava a calça. Do lado, eu vi que o Oscar já tava chupando a buceta da Denisse. Ela era bem gritona, por um momento pensei que os vizinhos iam reclamar, mas não tive tempo de reagir. Quando vi, na minha frente, tinha um pauzão bem moreno, peludo e com um cheiro que até hoje me lembro e me faz ficar molhada.
Comecei a masturbar ele pra puxar a pele que cobria a cabecinha dele, que já tava começando a vazar aquele líquido. Nessa hora, comecei a lamber o corpo daquela pica grande; sentir as veias do pau dele me deixou toda quente, com vontade de que ele já metesse em mim, não dava mais pra esperar.
Então comecei a chupar ele de uma vez, sem tempo a perder, eu só pensava em ele me meter logo!! (Ao fundo, ouvia a Denisse gritar e gemer bem gostoso).
—Sim, sim, assim. Não para, filho da puta.— Dizia e gritava a Denisse.
Enquanto eu chupava aquela pica enorme, só conseguia ouvir o Josué gemendo e falando que queria meter tudo em mim.
Mas espera aí, um momento, o que tá rolando??
Por que de repente a Denisse tá do meu lado chupando a pica do Oscar, e ele do lado do amigo dele?!
No contexto: a gente tava mamando os dois de joelhos. Mas que porra é essa??
De relance vi a piroca peluda do Oscar sendo babada pela Denisse, até que levantei o olhar e "oh surpresa", o Oscar não olhava pra Denisse, olhava pra mim...
Continuo na parte 3...
Isso sim, eu impus minhas condições, que eram as seguintes: só vou conviver o necessário, nada de segundas intenções, vou embora cedo e meu namorado vai saber que saí com ela (não mencionei os outros dois imbecis, claro).
—Não se preocupa, o Oscar só tá vindo por minha causa e porque ele tava devendo um favor pro amigo dele de arrumar alguém, óbvio que tu não é obrigada a aceitar. Só quero que o Oscar cumpra a palavra dele e pronto (Alerta de spoiler, isso era uma mentira).
Bom, finalmente chegou o fim de semana e com ele o "encontro duplo". Eu e a Denisse chegamos cedo, ou melhor, "eu cheguei cedo", porque ela me fez esperar quase 30 minutos (tenho pouca paciência); pelo menos reservei uma mesa.
Passados quase 40 minutos, Denisse e eu já tínhamos tomado uma cerveja quando o Oscar chegou com o amigo dele chamado Josué.
Porra, admito... Tava uma delícia pra aproveitar!!!
Um pouco mais baixo que o Oscar, mas de porte médio, e cheirava bem (Maldito perfume, dava um plus nele).

Até lembrar que eu tinha namorado, haja maldição. Por que aceitei...?
Naquela noite, se eu soubesse que iam me fazer esperar, teria tomado um banho ou trocado de roupa. Naquela noite, usei a mesma roupa que fui trabalhar, não me deram chance nem de me arrumar. O cara parece que caprichou mesmo. Porra, no que eu tava pensando!
A noite foi passando e tenho que admitir, o cara era bem legal, tinha um papo bom e era bem tagarela, por sinal. De vez em quando eu via ele fazendo sinais ou gestos pra onde o Oscar e a Denisse estavam... até que deu umas 11h40 da noite, mais ou menos, já tava todo mundo meio alto e a gente foi dançar.
— Ei, a Denisse falou bem de você pra mim (porra, o que será que ela disse sobre mim?) e a verdade é que a gente tinha planejado terminar o serviço no apê do Oscar. Vamos lá um pouco, eu cuido de você o tempo todo.
Tudo isso ela me dizia enquanto dançávamos, a voz dela era grossa e direta, e ao abraçá-la pra dançar dava pra sentir que tinha uns músculos bem definidos. Os feromônios voavam pelo suor e pelo espaço entre nós, sem esquecer que pela calça dava pra ver um baita volume.
— Tá bom, mas cê cuida de mim, hein? Tenho planos amanhã e a última coisa que quero é ter que lidar com ressaca de manhã (Não tinha planos, mas precisava marcar um limite, na minha cabeça, haha).
No final, pagamos a conta e fomos pro carro do Josué, que tinha estacionado a duas quadras do lugar.
— Dá uma trégua, dirige, mano.— Disse Josué para o Oscar.—Eu não sei onde você mora.
Subimos no Jetta; Oscar e Denisse na frente (já estavam trocando umas putarias), e Josué e eu atrás conversando. Por algum motivo, me deitei no peito dele, enquanto o braço dele me envolvia e ele sussurrava no meu ouvido umas coisas que começaram a me excitar.

— Se não estiver se sentindo bem, vou ter que te sacudir o suficiente pra você reagir. (Não lembro as palavras exatas, mas era algo assim.)
— Sério, é assim que você quer me fazer sentir bem?? que saco.
— Bom, tenho outros métodos, mas quero zero reclamações sobre isso.
Notei por um momento que o Oscar tava olhando pra gente pelo retrovisor... e mais. Esqueci de comentar, mas o Oscar ficou me encarando umas 4 vezes.
- Quando eu tava falando com o Josué no começo da noite.
— Quando fui no banheiro com a Denisse.
- Dançando com o amigo dela (Esse cara não sabe disfarçar).
- E pelo retrovisor, naquele momento.
No caminho, Josué ia apertando meu ombro com os bíceps dele e minha perna com a mão cheia de veias e calos do trabalho. (Juro que, naquele momento, esqueci completamente do meu namorado).
Chegamos no apê, e tava uma bagunça total, pelo visto o Josué tava morando com o Oscar, mas não deu tempo de ver mais nada, porque vi por um instante o Oscar jogando a Denisse num sofá-cama que tava na frente de uma TV ligada; enquanto o Oscar desafivelava a calça, o Josué me encurralou na parede e me deu um beijo.
Porra, que gostoso que foi aquele beijo... tava com a adrenalina lá em cima, então me deixei levar pelo momento. Ele tava segurando meus pulsos com uma das mãos e colocou eles por cima da minha cabeça, enquanto desafivelava minha camisa, deixando minha buceta aparecer. Começou a beijar meu pescoço e a respiração dele perto da minha orelha me fez ficar toda molhada... só sentia como ele esfregava o volume dele na minha perna (Caralho, será que ele tinha um bastão de doce de Natal?) era bem duro, ao mesmo tempo que sentia ele roçando em mim.
Ele me pegou pelos ombros e me colocou de joelhos, enquanto desafivelava a calça. Do lado, eu vi que o Oscar já tava chupando a buceta da Denisse. Ela era bem gritona, por um momento pensei que os vizinhos iam reclamar, mas não tive tempo de reagir. Quando vi, na minha frente, tinha um pauzão bem moreno, peludo e com um cheiro que até hoje me lembro e me faz ficar molhada.
Comecei a masturbar ele pra puxar a pele que cobria a cabecinha dele, que já tava começando a vazar aquele líquido. Nessa hora, comecei a lamber o corpo daquela pica grande; sentir as veias do pau dele me deixou toda quente, com vontade de que ele já metesse em mim, não dava mais pra esperar.
Então comecei a chupar ele de uma vez, sem tempo a perder, eu só pensava em ele me meter logo!! (Ao fundo, ouvia a Denisse gritar e gemer bem gostoso).
—Sim, sim, assim. Não para, filho da puta.— Dizia e gritava a Denisse.
Enquanto eu chupava aquela pica enorme, só conseguia ouvir o Josué gemendo e falando que queria meter tudo em mim.
Mas espera aí, um momento, o que tá rolando??
Por que de repente a Denisse tá do meu lado chupando a pica do Oscar, e ele do lado do amigo dele?!
No contexto: a gente tava mamando os dois de joelhos. Mas que porra é essa??
De relance vi a piroca peluda do Oscar sendo babada pela Denisse, até que levantei o olhar e "oh surpresa", o Oscar não olhava pra Denisse, olhava pra mim...
Continuo na parte 3...
2 comentários - Duplo Encontro Parte 2