Numa praça...

Com dois caras numa praça

Já que todo mundo me pergunta se tenho mais relatos, vou repostar eles com meu nick atual pra facilitar a busca. Eu devia ter uns 18 anos, mais ou menos, ou talvez um pouco mais, não lembro direito. A gente tava jogando com um colega de escola numa praça perto da minha casa. De repente, percebemos que tinha dois caras de uns 25 anos nos encarando sem parar.

A gente continuou nos nossos jogos até que eles nos chamaram, acenando com a mão...

Eles: – Oi, guris, o que tão fazendo? (com uma voz bem afetada)

A gente: – Nada, só jogando.

Eles: – Ahhhhhh.

A gente: – Vocês são viados? – perguntou meu amigo bem na lata, e até eu fiquei vermelho.

Eles: – Como você descobriu, pequenininho?

A gente: – Pelo jeito que vocês falam. Meu amigo se despediu e a gente continuou jogando.

Os caras não tiravam os olhos da gente, nos chamaram de novo, mas meu amigo não queria saber, falou: "São viados, não dá bola."

Eles continuaram insistindo, e de repente mostraram dinheiro. Falei pro meu amigo: "Vamos ver o que eles querem, no pior dos casos a gente xinga eles e vaza." Claro que eu já tinha deixado um cara me chupar um tempo atrás (o relato chama "No vestiário abandonado", se quiserem ler).

Aí a gente foi...

Meu amigo: – O que vocês querem?

Eles: – A gente tem uma proposta...

Meu amigo: – Fala, o que é?

Eles: – Se vocês deixarem a gente chupar o pau de vocês, a gente paga.

Eu adorei a ideia, mas não podia falar nada, senão meu amigo ia contar pra todo mundo e eu ia ficar marcado como viado.

Eles: – Eu queria chupar o do pequenininho (meu amigo), e eu o do grandão.

Meu amigo: – Nem fodendo, eu não sou viado que nem vocês, nojentos. E a gente foi embora.

A gente continuou jogando mais um pouco até que ele falou que ia pra casa. Eu disse que ia fazer o mesmo, mas antes ele mandou: "Deixa esses viados pra lá."

Eu comecei a andar, esperando meu amigo ir embora, e quando não vi ele mais... Voltei pra praça. A ideia de me chuparem de novo a pica e ainda ganhar dinheiro me deixava muito tesudo.

Fingia de bobo enquanto me chamavam, como se não ouvisse, e eles mostravam grana pra me atrair.

Depois de um tempo, amoleci e fui atender o chamado deles.

Eles: — E aí, pensou na proposta?

Eu: — Sim, quando vão me pagar?

Eles: — Tanto de grana se deixar a gente chupar os dois (digo tanto porque não lembro quanto era direito).

Eu: — OK, sem problema.

Eles: — Conhece algum lugar pra gente ir?

Eu: — Por aqui não tem nada (a fábrica abandonada que comentei em outro relato já tava tomada por uma família).

Eles: — Temos um problema então, se não tem lugar.

Eu: — Bom, então vou embora.

Eles: — Para de ser bobo, que tal a gente chupar aqui mesmo? Você fica em pé do lado do banco, a gente se tapa um pouco e chupa, até porque não tem ninguém por aqui.

Era verdade, estávamos perto da estação de trem e como era fim de semana não tinha ninguém nos arredores.

Fiquei perto do encosto do banco, abri o zíper e tirei a pica sem baixar a calça, era tanto tesão e vontade que já tava duraço.

O primeiro se aproximou, colocou uma jaqueta na cabeça, abriu a boca e começou a me chupar. Mmmmmmmmmm que prazer senti naquele momento, sentir de novo alguém chupando minha pica, impossível de descrever. Pedi pra ele tirar a jaqueta pra poder ver como ele fazia e não levantar suspeitas. Enquanto eu vigiava se vinha alguém de frente, o amigo dele, babando de vontade, olhava atrás de mim e massageava minhas bolas.

Passava a língua ao longo do tronco, mordia a cabeça de um jeito bem sutil, era realmente fantástico como ele chupava e só de lembrar já tô de pau duro agora.

Continuamos assim por um tempo, até que o amigo dele não aguentou mais de tesão e pedi pra trocar de lugar. Guardei no short por uns segundos até eles se ajeitarem e tirei de novo pro Aproveite seu amigo, que tava desesperado pra chupar minha rola e mais ainda depois de ver o outro fazendo. Verdade seja dita, ele fazia igual ou melhor que o outro: engolia inteira, chupava minhas bolas, passava a língua em círculos na cabeça. Resumindo, tava sendo fantástico.

A coisa continuou assim, eles se revezando de vez em quando pra chupar um pouco cada um, e cada vez que faziam, era melhor.

A única coisa que lamento é não ter conseguido fazer os dois chuparem ao mesmo tempo. É uma fantasia que até hoje não realizei.

Só se ouviam meus gemidos e as coisas que eles diziam sem tirar minha rola da boca, tipo: "que delícia que você tem", "queria montar nela", "me come toda", "mete tudo no meu cuzinho", etc. Coisas que só me deixavam mais excitado.

Quando eu tava quase gozando, eles brigavam pra ver quem ia receber a porção de leite. Entraram num acordo: um recebeu e depois passaria um pouco com um beijo. E foi assim que aconteceu.

Comecei a jorrar leite, foram cinco esguichadas tudo dentro da boca que apertava a cabeça da minha rola pra não escapar nem uma gota.

Guardei minha rola na calça, exausto depois de uma chupada daquelas. Eles, como tinham combinado, dividiram o leite com um beijo e se acalmaram um pouco.

Pensei que era hora de receber meu pagamento, mas aí chegou um trem cheio de gente e eles saíram correndo, dizendo que me esperavam no sábado seguinte no mesmo horário, e que lá me dariam o dinheiro prometido e outra chupada boa.

Pra ser sincero, o dinheiro era secundário pra mim. Eu queria mesmo era uma boa chupada de rola, e nunca recebi por isso.

Descansei uns minutos e fui pra casa. No sábado seguinte, voltei na praça, mas eles nunca apareceram. Como já disse, não tava nem aí pra grana, só queria que me chupassem de novo, mas não rolou.

Esse é o fim da história, espero que tenham gostado. Além dessa, tive vários outros encontros com velhotes que conheci em chats telefônicos, e vou contar pra vocês. Se pedirem nos comentários ou por e-mail para Pablinsoft@hotmail.com. Como quase nunca recebo comentários sobre minhas histórias, não tô muito afim de continuar escrevendo.

Vale deixar claro que não sou gay nem me considero bi, sou hétero, curto muito as mulheres e não gosto de homens, só que às vezes me dá vontade de comer uns velhinhos de 75+ ou caras de qualquer idade, menininhas também.

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