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Compêndio III43: TREINAMENTO CORPORATIVO III
Lá pelo meio do mês, Ethan já tava começando a moer meus nervos. Mais precisamente, as malditas notificações do Outlook dele. Toda vez que eu me recostava na cadeira, no meio de formular um pensamento coerente sobre as semanas disponíveis pra planejar uma manutenção de algum serviço, *ping!* Lá estava ele de novo. Outro e-mail marcado como alta prioridade, outro assunto gritando.PRAZO FINAL DO RELATÓRIO FINAL – REVISÃO DO REGINALD – URGENTEEM MAIÚSCULAS COMO SE A GENTE NÃO TIVESSE OLHANDO A MESMA DATA HÁ TRÊS SEMANAS.
No começo, eram só lembretes, como se de alguma forma eu pudesse esquecer. Não ia rolar. Meus arquivos estão organizados, meus números em ordem, e minha parte do relatório já estava quase pronta. Os e-mails do Ethan tinham o ritmo irritante de uma torneira pingando: constante, desnecessário e impossível de ignorar. Eu batia os dedos na mesa, encarando o mais recente: Marco, confirma que você cruzou os registros de manutenção com as cotas regionais. O Reginald vai perguntar. Como se eu já não tivesse feito isso dois dias antes. Como se eu não estivesse fazendo esse tipo de trabalho há tanto tempo quanto o Ethan tem de barba semanal.Depois vieram as dúvidas.
Como é que ele ia supervisionar meu trabalho se não tinha ideia real de que tipo de maquinário eu reviso? Podíamos nos encontrar pessoalmente pra eu explicar? Dava pra explicar o lado técnico em termos mais simples?
Tentei acalmá-lo mais de uma vez, mas nessa altura o Ethan já tinha se deixado levar por um estado de pânico. A ironia não passou batido: o chefe de Logística, apavorado com a logística.
E lá pra metade desse mês (abril de 2026), os e-mails dele já não eram mais sobre o relatório em si. Eram sobre o medo. Aquele tipo que gruda nas costelas como roupa molhada, pesado e azedo.E aí, se a gente errar?— escrevia, como se não tivesse passado anos mantendo essas operações funcionando mais suave que polia lubrificada.O que vai acontecerCOMIGOsimVOCÊVocê comete um erro?— Esse tipo de coisa, como se os erros fossem algo que eu carregava nos bolsos feito moedas soltas. Podia ter respondido com os protocolos de segurança, as verificações de redundância, mas o medo não escuta a razão. Só vibra.
O problema é que as exigências dele eram profundamente impraticáveis. Mesmo se a gente tivesse combinado de se encontrar cara a cara, o escritório dele fica no quarto andar e o meu no décimo segundo. Dava pra arrumar um tempo se fosse absolutamente necessário, mas preparar o Ethan pra entender direito a minha área não ia rolar numa conversa. Provavelmente levaria meses. Ele é engenheiro industrial, então entende os processos razoavelmente bem, mas a formação dele pende mais pra gestão, não pra operações de campo. E tentar ensinar um Ethan nervoso é mais difícil do que ensinar um cachorro a cantar.
Finalmente, falei pra ele parar de se preocupar e só receber a minha parte do relatório. Se eu cometesse um erro, que a culpa caísse em mim. Os chefes de obra iam reportar pro Reginald logo, e se algo no relatório estivesse errado, o Ethan podia jogar a culpa direto no meu nome.
Isso pareceu acalmar ele. Ou pelo menos reduziu o número de e-mails.
Não ajudou que a Maddie também tava se preparando pra entregar nossos relatórios de desempenho nos primeiros dias de maio, o que dá a todo mundo mais um motivo pra ficar tenso. Ainda assim, apesar de todo o controle do Reginald sobre os chefes de departamento, era bom ver que, aos poucos, a diretoria começava a recuperar o mesmo ritmo de trabalho que a gente tinha sob a Edith.
Felizmente, o Reginald decidiu diminuir a frequência das reuniões pra uma vez por semana (embora às quartas ele se reúna com os chefes de departamento separadamente) e mantê-las no horário de expediente.Mas no meio da tempestade de e-mails, um e-mail tímido da Leticia apareceu...**Assunto: Tô com dor nas costas...**
Oi Marco,
Espero que este e-mail te encontre bem. Andei pensando em você, porque as novas mudanças na diretoria me deixaram super tensa e queria me juntar a você num treino especial, já que minha lombar tá doendo por causa de um pequeno ajuste. Topa?
Leticia.
Peguei o mouse…clique, clique, clique… antes de escrever:**Assunto: Re: Minhas costas tão doendo...** Leticia,
Sorte a sua! Tenho umas duas horas livres. A gente se vê amanhã no meu escritório às 10? Traz seu colchonete de yoga. Vou te mostrar aquele alongamento lombar que comentei antes de eu sair de férias de verão.
MarcoEnviar.
A ideia de ver a Letty de legging e camiseta de novo me deixou sorrindo que nem um idiota o dia inteiro. Quando cheguei no escritório na manhã seguinte, a expectativa era um fio de alta tensão correndo na minha pele. Mal provei meu café no café da manhã, minha mente já traçando a lembrança dos quadris dela se abaixando no cachorro olhando pra baixo na primavera passada: como o tecido da legging esticava apertado naquela bunda perfeita, como ela me pegou olhando e arqueou as costas só um pouquinho mais do que devia.E pontual como sempre, Letty chegou no meu escritório, vestindo aquele casaco de detetive enganosamente gostoso que eu conhecia tão bem. O baque seco dos nós dos dedos dela cortou o zumbido do ventilador do meu computador bem na hora que eu fechava outro e-mail inútil do Ethan.
• Oi, Marco! - A voz dela se enrolou nas sílabas como fumaça, grave e apimentada.Ela entrou antes que ele pudesse responder, desenrolando o casaco num movimento fluido. Ele se amontoou aos pés dela como sombra líquida, revelando o tesouro por baixo: leggings cinza que grudavam em cada curva, uma camiseta que caía baixo o suficiente pra provocar o volume dos peitos dela.
Nos beijamos de leve, o corpo dela se aninhando contra o meu, minhas mãos deslizando até o volume familiar da bunda dela. Ela sorriu contra meus lábios, enrolando os braços no meu pescoço com uma facilidade treinada que mandou um choque de calor direto pra minha virilha.• Parece que você sentiu minha falta! – provocou ela, já rebolando o suficiente pra eu sentir a linha dura da minha rola pressionando a coxa dela.
– Você não faz ideia! – sussurrei no ouvido dela, saboreando como a respiração dela falhava quando meus dentes roçaram o lóbulo.
Ela riu, baixo e rouco, se arqueando sob meu toque.
• Mhm, por isso vim te ver em vez de ir pra academia. Você tem…melhor timeLetty desenrolou o tapete de yoga dela bem do lado do sofá do meu escritório com um movimento certeiro dos pulsos, o tecido roxo se abrindo como uma bandeira antes da batalha. Ela se ajoelhou nele, com as mãos firmemente plantadas, e quando arqueou as costas naquele primeiro alongamento, o tecido cinza da calça de yoga dela esticou o suficiente pra revelar a silhueta de uma fio dental obscenamente fina por baixo. O contorno era inconfundível: dois fios finos emoldurando o volume redondo da bunda dela, prometendo maravilhas mal contidas.
• Vamos! Não vai treinar? - A voz dela escorria, divertida e desafiadora, enquanto balançava sobre os joelhos, exagerando de propósito o movimento do quadril.O tecido cinza esticava mais apertado a cada movimento, o contorno daquela fio-dental pecaminosa ficando mais nítido: duas tiras finas sumindo entre um rabo que merecia sua própria exposição num museu. Meus dedos se crisparam, suando frio contra minha coxa, as unhas cravando na palma da mão só pra não agarrar ela na hora.
Enquanto ela fazia prancha no tapete, minha boca encheu de saliva. A bunda dela era firme e redonda, e, mesmo tendo comido muitas mulheres por trás, a da Letícia parecia tão tensa que meu pau armou uma barraca na hora. O tecido cinza da legging dela grudava em cada curva como segunda pele, o material fino não escondendo nada de como os músculos dela se contraíam ao mudar o peso. A curva proposital da lombar empurrava aquela raba perfeita mais pra cima, o contorno da fio-dental agora um convite descarado: um que eu esperava há meses pra aceitar.
• Tô focando nas coxas e na lombar na academia! - confessou Letícia, mantendo a prancha com uma graça sem esforço enquanto eu bebia o espetáculo dela como um homem morrendo de sede.O suor brilhava na base do pescoço dela, traçando a covinha delicada da clavícula antes de sumir debaixo da camiseta. A respiração dela era constante, controlada… um puta contraste com o martelar do meu pulso.
• Vai doer?
Na minha cabeça, eu me perguntava como os caras da academia conseguiam não olhar pra ela: como resistiam à atração gravitacional daqueles quadris, do jeito que a legging abraçava cada centímetro como se fosse pintada. Talvez fossem cegos. Ou santos. Ou os dois.
- Não sei! - respondi, vendo os músculos dos ombros dela ondularem enquanto segurava a prancha. - Minha esposa sempre fala que sente uma ardência!
O sorrisinho maroto da Letty me disse que ela adorava aquilo. Os quadris dela desceram mais, o pano entre as nádegas esticando impossivelmente mais justo.
Letícia se levantou de repente, quebrando a prancha com uma fluidez gostosa. Esticou os braços pra cima da cabeça, girando os ombros como uma puta se espreguiçando no sol, e por um segundo achei que ela só tava ajustando a posição. Mas aí ela caminhou (não tinha outra palavra pra descrever) de volta pra onde o casaco de detetive dela tava amontoado no chão. O movimento dos quadris era exagerado, brincalhão, cada passo uma provocação deliberada. Meu pulso disparou quando ela se curvou pela cintura, devagar e de propósito, pra pegar alguma coisa do bolso interno do casaco. O jeito que a calça de yoga esticou na bunda dela naquele momento devia ser crime.
• Talvez isso ajude...! - murmurou Letícia, segurando o vidro entre dois dedos com a facilidade de um mágico revelando o truque.
O lubrificante brilhava sob as luzes do escritório, o rótulo meio descolado de tanto usar… um detalhe que mandou outra onda de calor direto pra minha virilha. O sorrisinho debochado dela se aprofundou quando percebeu meu olhar, a mão livre deslizando pela própria cintura num movimento lento e calculado.• A menos que você prefira pular o aquecimento?
Eu tava chocado. Durante as reuniões do conselho, a Letty era uma mulher tímida, quase envergonhada, que fazia as perguntas mais inocentes… aquelas que faziam o Reginald suspirar e apertar a ponta do nariz.
Mas de calça de yoga e sutiã esportivo? Ela virava uma mulher gostosa, com quadris rebolando e movimentos bem calculados.
Claramente, ela tinha pensado seriamente nessa ideia por meses, pesando opções, imaginando cenários. E ela tinha me escolhido. A realização mandou um calafrio possessivo por mim: isso não era um flerte de escritório impulsivo. Ela tinha planejado tudo.
Depois de me entregar a garrafa, Letty voltou pra posição de prancha com a facilidade de alguém que já tinha ensaiado esse momento exato na cabeça umas cem vezes. O lubrificante tava gelado na minha palma quando abri, meus dedos tremendo um pouco… não por hesitação, mas pela pura impossibilidade daquele momento.Ali estava Letícia, chefe de Relações Públicas e mulher invisível na sala de reuniões, se apresentando pra mim com a confiança tranquila de uma mulher que sabia exatamente o que queria. E o que ela queria era eu, ali, naquela hora, com a calça de yoga amontoada nas coxas e aquela fio dental obscena emoldurando uma bunda tão perfeita que merecia um culto religioso próprio.
Passei lubrificante nos dedos e comecei a penetrar o cu dela, um dedo de cada vez. Letty soltava um gemido a cada entrada, os ombros tensos por um instante antes de cederem à distensão. A respiração de Letícia ficou irregular. Meus dedos trabalharam devagar, convencendo os músculos dela a relaxar, o corpo dela se arqueando sutilmente contra meu toque, a calça de yoga ainda colada nos quadris dela como uma camada fina de tinta.
- Você tá apertada! - comentei, mais pra mim do que pra ela.O gemido da Letty abafou contra o tapete de yoga, os dedos dela arranhando o tecido roxo enquanto meu dedo indicador deslizava mais fundo, o calor molhado dela resistindo só o suficiente pra fazer meu pau tremer de antecipação.
Ela soltou uma risada trêmula, se segurando nas bordas do tapete.
• É meu risco de trabalho! Passo tempo demais sentada!
O tremor na voz dela entregou a tentativa de parecer despreocupada: aquela mesma profissionalismo ensaiado de RH que ela usava pra transformar más notícias em oportunidades. Só que agora, tava envolta em algo muito mais vulnerável.
Adicionei outro dedo, e ela se tensionou por um momento antes de soltar um suspiro brusco. O quadril dela se moveu, pressionando contra minha mão. O cheiro de lavanda do shampoo dela se misturou com algo mais quente, mais almiscarado… uma intimidade que não devia existir num escritório corporativo com luzes fluorescentes e paredes com isolamento acústico.
No terceiro dedo, ela já tava gemendo: sons suaves e roucos que vibravam contra o tapete enquanto as costas dela arqueavam mais fundo. Meu pau tensionava minha calça, dolorosamente duro agora, e o cu da Letty tinha esquentado sob meu toque, pulsando ao redor dos meus dedos com um ritmo ansioso. Já não resistia, só aceitava, convidando.
- Já deu! - rosnei, tirando meus dedos com um estalo molhado que fez ela ofegar. - Fica de quatro!
Ela obedeceu na hora, o corpo se arqueando na posição com a graça fluida de alguém que tinha imaginado esse momento exato por meses. A visão da bunda dela (redonda, cheia, a legging de yoga ainda agarrada teimosamente no quadril) secou minha boca. Me lembrou uma bandeja cheia de maçãs gostosas: cada nádega perfeitamente formada, do tipo que pedia pra ser mordida. Passei meu pau sobre a curva de uma nádega, sentindo o calor através do tecido antes de dar um tapa leve que fez ela fez ela se assustar.
O tapete de Leticia rangeu sob o peso dela se mexendo, o som quase imperceptível no meio do ofego da respiração dela. Minha palma bateu na bunda dela (um estalo seco e ardente que ecoou pelas paredes à prova de som) e ela gemeu, os dedos cravando no tapete. • Marco!
Deslizei a cabeça da minha piroca pelos lábios molhados dela, provocando, rodeando a entrada apertada. As coxas dela tremiam, músculos tensos sob meu aperto.
- Me fala se tiver doendo demais...! - Minha voz era baixa, controlada, mordiscando a omoplata dela.
Ela se arqueou, se apertando contra mim com um gemido.
• Por favor! ... só…
Entrei devagar, o esticão fazendo ela prender a respiração. O corpo dela se apertou em volta de mim, quente e apertado pra caralho. O deslizar lubrificado era obscenamente barulhento no quarto silencioso, cada centímetro recebido com um gemido abafado da Letty. Minhas mãos agarraram os quadris dela com força suficiente pra deixar hematomas, ancorando ela enquanto ela se movia pra frente, depois pra trás contra mim… experimentando, se adaptando. Uma gota de suor escorreu pelas costas dela, sumindo debaixo do pano molhado da camiseta.• Porra! - ela ofegou, a testa pressionada contra o tapete. As costas dela se arquearam, se oferecendo ainda mais… um convite que eu não pude resistir.
Eu me retirei quase por completo antes de meter de novo, estabelecendo um ritmo implacável. O tapete de yoga chacoalhava a cada estocada, batendo no chão como um guincho descontrolado. Os gemidos da Letty ficaram roucos, meio abafados, os dedos dela torcendo o tecido roxo embaixo dela até os nós dos dedos ficarem brancos. O ar cheirava a sexo e suor, o perfume dela há muito sufocado pelo almíscar cru do esforço: do corpo dela cedendo, tomando e exigindo mais a cada movimento dos meus quadris.O corpo dela se tensionou de repente, um grito abafado escapando dos lábios dela enquanto gozava, tremendo em volta de mim. A pressão dela em volta do meu pau era quase dolorosa: um aperto vicioso de músculo e calor que arrancou um grunhido áspero da minha própria garganta. Ela se arqueou violentamente, a calça de yoga escorregando mais para baixo enquanto os quadris dela tremiam contra os meus, o tecido agora esticado apertado nas coxas dela como uma segunda pele lutando para contê-la.
• Arde!... Amo essa ardência!... – gemeu contra o tapete, a voz grossa de prazer e algo mais sombrio... algo como possessão.De algum jeito, não me surpreendeu. A figura da Letty era do tipo esculpida na agonia: abdômen tenso e aquela bunda desafiando a gravidade não eram presentes só da genética. Foram conquistados em tapetes de yoga encharcados de suor, em aulas de spinning onde as coxas dela gritavam por misericórdia, em salas de musculação onde os músculos queimavam com aquela chatice particular de "amo/odeio" da transformação. Claro que ela ia desejar essa mesma queimação agora, traduzida em prazer.
• Mais forte!... Empurra mais forte!... – implorou desafiadora, a voz rouca e crua contra o tapete, e eu obedeci... aumentando o ritmo até a respiração dela se cortar no compasso de cada estocada.
A buceta dela já tava escorrendo, o cheiro almiscarado se misturando com o fedor acre do suor, a excitação engrossando o ar entre nós. A satisfação de finalmente conquistar aquele rabo duro famoso da chefe de Relações Públicas me deu um arrepio primal: o orgulho inchando no meu peito como se eu tivesse escalado o Everest com as mãos nuas.O ar do escritório ficou mais pesado… o calor irradiando da pele da Letícia, o suor brilhando na curva das costas dela enquanto ela apertava os quadris com mais força. A bunda dela tremia a cada estocada, o estalo de pele contra pele marcando os gemidos curtos e roucos dela. O cheiro de sexo grudava na gente: sal, almíscar, o leve aroma de lavanda agora soterrado por algo primal.
- Caralho, você é tão apertada! - exclamei, deslizando o polegar pela curva molhada da lombar dela.
Os músculos dela se apertaram em volta de mim, ainda vibrando do orgasmo. O tapete de yoga debaixo dela tinha escorregado até o meio do chão, o chiado da borracha contra a madeira perdido no som molhado e rítmico dos nossos corpos. Dava pra sentir o pulso dela através da pele (selvagem, errático) enquanto ela se movia contra mim com um controle surpreendente pra alguém que tinha acabado de se desmanchar há uns segundos.
- Você vai arrebentar minha buceta! - A Letty riu sem fôlego, virando pra olhar por cima do ombro.
Os cílios dela grudavam, molhados de esforço, o rímel borrado na medida certa pra dar aquele ar libertino que ela amava: como se tivesse sido usada por completo e não quisesse de outro jeito.— Isso! — rosnei desafiador, a voz rouca, mal segurando o controle enquanto a bunda dela apertava em volta de mim de novo. — É essa a minha intenção!
Meus dedos cravaram na carne macia dos quadris dela, deixando marcas onde as unhas mordiam. O tapete de yoga debaixo dos joelhos dela tinha amassado num acordeão de pano roxo encharcado de suor, as dobras pressionando a pele como braille que eu tava frenético demais pra ler.
Me inclinei pra frente, apoiando uma mão perto do ombro dela enquanto metia mais fundo. O tapete amassou debaixo dos cotovelos dela, os dedos agora abertos contra o carpete do escritório: meio arranhando as fibras, meio se segurando contra o ritmo implacável. A respiração dela cortou (um som agudo) quando meus dentes afundaram na carne do ombro dela, a mordida forte se dissolvendo num gemido enquanto ela arqueava as costas como um arco.
A luz fluorescente piscou uma vez… só pra projetar uma sombra trêmula nas costas arqueadas da Letícia enquanto minhas coxas batiam contra ela. A pele dela, molhada de suor, pegava o brilho, destacando o tremor de tensão nos ombros quando eu mordi. Ela gritou, mas os quadris empurraram com mais força, recebendo cada estocada. O som era obsceno: molhado, rítmico, pontuado pelo rangido ocasional do tapete deslizando debaixo dos joelhos dela. Os dedos dela arranharam o carpete, as unhas prendendo fibras, como se procurassem algo sólido pra se ancorar contra o ritmo implacável.
• Marco...! — A voz dela se quebrou num gemido quando apertei minhas mãos em volta dos quadris dela, guiando ela na minha direção a cada estocada, o eco molhado dos nossos corpos enchendo o ar como um tambor primitivo.- Cada vez... que eu acho... que você não consegue... apertar mais... — Eu ofeguei, perdendo o ritmo. — Você aperta.
Ela riu, o som virando um gemido quando eu bati num ponto mais fundo, as coxas dela tremendo igual folha na tempestade.
- Então... não para! — Ela sussurrou, virando a cabeça pra me olhar por cima do ombro, as pupilas tão dilatadas que quase não dava pra ver o verde nos olhos dela: só escuridão e promessas quebradas.
- Não vou parar!
E não parei.
- Porra... você morde que nem um...Ai!... que nem um cachorro! - Ela ofegou, mas o jeito que seus dedos se cravaram no meu antebraço denunciava sua excitação.
Suas unhas fincaram no tatame, se ancorando enquanto seus quadris se moviam contra os meus: não para escapar, mas para pedir mais. A contradição era deliciosa: a voz dela reclamando enquanto o corpo se arqueava em direção a cada sensação intensa.
Ri contra a pele úmida dela, lambendo as marcas que meus dentes tinham deixado.- Você gosta! - revidei, mordendo de novo só pra ouvir a respiração dela falhar.
O ombro dela tinha gosto de sal e o rastro leve floral do perfume, um contraste com o almíscar que subia entre nós. Quando minha língua rodeou a marca fresca, ela tremeu violentamente, os músculos internos se apertando em volta de mim com tanta força que tive que parar e apertar os dentes.
- Tá vendo? - Minha voz saiu rouca. - Seu corpo não mente!
Os dedos de Letícia encontraram os meus, se entrelaçando enquanto ela se apoiava no tapete de yoga. Os nós dos dedos dela ficaram brancos.
• Marco... vou...! Ai, meu Deus!...
A voz dela quebrou num gemido quando o corpo tensionou, se apertando em volta de mim como um laço. Eu gemi, minha testa pressionada entre os ombros dela enquanto o clímax dela me arrastava pro limite. O mundo se reduziu ao pulsar de calor entre nós, ao som molhado da pele batendo, ao jeito que a respiração dela falhava quando eu me derramei dentro dela.
Ela tombou pra frente, o rosto espremido contra o tapete amassado, os ombros tremendo com respirações pesadas. Meu quadril hesitou contra o dela, cada última gota espremida no meio do tremor do corpo dela.O tapete de yoga tava quente e escorregadio debaixo da gente, amassado além do reconhecimento — um campo de batalha retorcido de suor e luxúria gasta. Minha pica pulsou fraquinho dentro dela, ainda enterrada até o fundo enquanto a gente ficava enroscado nas consequências, as costas dela pressionadas contra meu peito. A respiração da Letícia vinha em rajadas curtas e ásperas, a caixa torácica dela se expandindo contra meus antebraços enquanto eu acariciava os peitos dela através do pano molhado do top. Um fio lento da minha goza escorreu entre as nádegas dela, traçando um caminho quente pela coxa interna.
• Isso foi... intenso! — A voz dela tava rouca, mas brilhando com risada, daquele tipo que borbulha quando o corpo tá tão saciado que não liga pra decência. Ela arqueou as costas sob meu toque enquanto eu roçava os mamilos dela com o polegar, ainda duros debaixo do tecido fino. — A gente devia fazer isso mais vezes!
Minha pica tremeu. Mesmo tendo acabado de profanar a bunda dela, queria foder ela direito mais uma vez. Infelizmente, nós dois tínhamos trampo pra fazer.
— Concordo! É um alívio do estresse do caralho! — Respondi, deslizando a palma pela curva suada da espinha dela.
A Letty estremeceu sob meu toque, os ombros ainda subindo e descendo com respirações pesadas. O tapete de yoga debaixo dela tava destruído: amassado além do reconhecimento, úmido de suor e outros fluidos. A legging dela ainda enroscada num tornozelo, o pano cinza agora esticado fora de forma. Eu fiz círculos na lombar dela, admirando como a pele dela ficava rosada onde meu quadril tinha marcado contra o dela.
Ao me afastar, Letty se virou e me beijou suavemente nos lábios, a mão dela apertando de leve meu pau num gesto que me tirou o fôlego.
• Eu realmente queria que você pudesse me dar um treino completo! — Brinquei, apertando a ponta de um jeito que não deixava dúvidas.Seus dedos estavam quentes e escorregadios (um rastro persistente do nosso suor misturado com lubrificante) enquanto me masturbava devagar, o polegar rodeando a glande com precisão. Gemi contra a boca dela, provando o gosto salgado dos seus lábios, minhas mãos encontrando automaticamente apoio na cintura dela.
Ela enrolou o tapete de yoga com eficiência, o tecido roxo agora manchado de suor e outros fluidos mais íntimos. O cheiro da gente (almiscarado, quente, inconfundível) subiu dele enquanto ela o dobrava apertado. Observei, ainda meio atordoado, enquanto ela enfiava os polegares na cintura da calça de yoga e puxava para cima sobre aquelas cadelas gloriosas. O tecido cinza grudou molhado nas coxas dela, e quando ela ajustou a tanga… (só um puxão rápido e discreto entre as nádegas) … um fiozinho lento da minha porra escorreu pela coxa interna dela. Ela não pareceu se importar. Na verdade, o jeito que ela mordeu o lábio inferior me disse que ela gostou.
A gente se beijou uma última vez, os braços dela envolvendo meu pescoço, minhas mãos apertando a bunda dela por cima do casaco antes que ela me largasse de novo.

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