Experiência fora do comum

Oi, vou começar me descrevendo pra quem não me conhece. Sou uma mina de SP, tô na casa dos 20 anos, corpo atlético com curvas, cabelo escuro liso. Não tenho um corpão exuberante, minhas curvas são mais suaves, mas eu gosto de mim. Tenho uma bunda bonita, acho que é meu maior atributo, e um rostinho bonito.Experiência fora do comum
vadiaMe considero no geral reservada, mas costumo sentir muita atração por coisas fora do comum pra muitas minas e até já tive contato com pessoas por chats. Em algum momento, tive um contato com um pedreiro, mas ficou só no chat, ele até me passou o número, mas nunca tive coragem de ligar nem nada, porque, apesar de me sentir atraída por certas coisas, também sou muito nervosa e reservada nesse sentido. Então, muitos dos encontros que tive foram mais espontâneos ou só rolaram porque na hora eu me deixei levar, e dessa vez foi mais ou menos a mesma coisa. Já fazia um tempo que eu tava pensando em contatar esse pedreiro, porque, na real, chegou um ponto em que eu tinha uma desculpa pra isso. Na minha casa, especificamente no meu quarto, tem um espaço extra pequeno que a gente usava como closet, mas tava todo cagado, então eu não usava mais, e se quisesse usar, precisava arrumar. Já tinha passado um tempinho da minha conversa com o pedreiro, que vamos chamar de José, então eu tinha certeza de que ele nem lembraria de mim. Óbvio que essa conversa tinha sido de putaria, não tão pesada, mas sim kkkk. Depois de pensar muito, comentei lá em casa e falei dessa pessoa como alguém que tinha arrumado umas paradas na casa de um amigo meu e era recomendado. Na minha casa, acharam de boa se eu quisesse arrumar aquele espaço, então sem problemas me falaram que sim, podia contatar ele e ver se ele vinha dar uma olhada pra saber os custos e tal. Nessa hora, eu tava super nervosa porque não acreditava que ia ter coragem de contatar esse cara. Como eu falei, nosso contato nunca passou do chat, então pensei: "ok, posso chamar ele, e se ele vier e rolar alguma coisa, beleza, e se não, só faz o trampo e pronto, não tem erro". E foi o que fiz. Mandei mensagem no WhatsApp assim que me autorizaram, era uma mensagem simples tipo "Oi, Meu nome é fulano, desculpa, em algum momento pedi recomendação de um pedreiro e me passaram seu número. Tenho um trabalho de tal coisa em tal zona da cidade e queria saber se você se interessaria. Fiquei ainda mais nervosa esperando uma resposta, e só pensava: tomara que ele não pergunte quem deu a recomendação, porque eu não saberia o que dizer; por sorte, não foi assim. Pra não prolongar muito a história, ele não demorou pra responder dizendo que sim, que podia ir ver pra fazer o orçamento, e que podia ser qualquer dia dos restantes da semana, de preferência de manhã. Combinamos a visita pra depois de amanhã daquele dia, e a verdade é que tudo estava dando certo, inclusive eu teria que recebê-lo sozinha, já que ninguém mais estava em casa de manhã geralmente. Chegou o dia, isso aconteceu no verão, então eu geralmente andava só de short e uma blusa, sem nada por baixo. José chegou na hora; era um homem muito mais alto que eu, com uma barriguinha, grisalho, com uma barba de alguns dias sem fazer, na época eu chutava uns 45-50 anos. Isso foi ano passado. Quando abri a porta, ele se apresentou e notei que me olhou de cima a baixo, obviamente não fazia ideia de que a gente já tinha falado antes e eu sabia da sacanagem que alguém jovem como eu e certas situações no trabalho dele como pedreiro despertavam. — Oi, bonequinha, sou o José, vim ver o conserto que me pediram. — Notei que ele falou com um tom meio tarado na voz, mas fingi que era a coisa mais normal. — Oi, sim, claro, pode entrar, o conserto é no meu quarto, se puder me seguir, por favor. Levei ele pro meu quarto, que é o mais no fundo, passando por tudo na minha casa, é basicamente o último cômodo, e mostrei o "guarda-roupa". — Sim, sem problemas, dá pra fazer, só não sei bem em quanto tempo, talvez eu leve umas duas semanas pra arrumar isso, e isso se eu vier direto, princesa. — Ok, sim, sem problemas, eu sempre Estou aqui -
"E você mora sozinha, rainha?" – Ele me perguntou de novo com o mesmo tom do início -
"Não, meus pais também estão, mas tem dias que não, como hoje." – Talvez fosse um risco grande da minha parte falar algo assim, mas já estava feito -
"Uuuuuy, mas você pode me atender então, né?" -
"Sim, claro, na verdade eu sempre fico no meu quarto, então qualquer coisa que precisar, estou aqui" -
"Beleza, boneca, então que tal se eu começar amanhã mesmo? Tenho um material que posso usar pra começar o mais rápido possível" -
"Claro, por mim não tem problema"
Dava pra ver um tesão enorme na cara dele pela conversa que a gente tinha acabado de ter, e do meu lado eu só agia o mais natural possível. Acompanhei ele até a porta e antes de ir ele me perguntou: "Ei, princesa, e amanhã seus pais tão em casa ou vou ter o prazer de ser recebido por você? Digo, só pra conhecer os patrões hahaha" Obviamente eu sabia que ele só tava falando aquilo pra saber se ia poder ficar me secando, mas só respondi que provavelmente eles não iam estar também e ele foi embora. Aquela tarde toda foi normal, embora eu estivesse nervosa pra receber ele e o que pudesse rolar. No dia seguinte, de fato, eu tava sozinha, e praticamente com o mesmo tipo de roupa do dia anterior: blusa fina e short curto, sem nada por baixo, então meus mamilos marcavam. Quando ele chegou, foi praticamente a mesma rotina do dia anterior, com uns comentários da parte dele e os olhares. Ele começou a trabalhar e eu tava perto, na minha cama, com o notebook no colo. Eu percebia como ele procurava desculpas pra virar e me olhar, porque na posição que ele tava não conseguia me ver diretamente. A situação tava me dando muito tesão porque eu sabia o que ele tava fazendo, então eu dobrei os joelhos e deixei as pernas abertas pra usar de apoio pro laptop, então toda vez que ele virava, conseguia ver perfeitamente minhas pernas abertas, mesmo eu estando de short, era bem corto. - "Ei, gata, cê tem namorado?" – Ele me perguntou do nada - "Haha, não, não tenho" - "Ah, que pena, gata, e que estranho, uma princesa como você solteira" - "Tudo bem, não tô procurando um relacionamento agora, o senhor é casado?" - "Infelizmente sim, gata, mas se tem uma gostosa por perto, não perco a oportunidade hahahaha" Só ri e continuei na minha, esperando pra ver se ele falava mais alguma coisa, mas nada, o dia seguiu normal, e ele foi embora pouco depois de meus pais chegarem e se apresentarem. Depois disso, ele só voltaria dois dias depois, e quando voltou, a mesma coisa dos dias anteriores, com as pequenas insinuações e os olhares. Dessa vez, ele começou a me explicar umas coisas específicas do conserto, e eu só respondi casualmente - "Ah, okay, e vai ser muito difícil de arrumar tudo?" - "Talvez não, olha aqui, gata, deixa eu te mostrar" Me aproximei de onde ele estava, como eu disse, era um espaço pequeno, tipo um metro e meio por um metro e meio; ele se afastou pra eu passar e eu me agachei na frente dele. Ele começou a me explicar umas coisas que, pra ser sincera, eram totalmente irrelevantes pra mim, mas enquanto falava, apontava pra algumas partes e aproveitava pra roçar a mão no meu peito direito de leve. A situação era bem óbvia, e começou a fazer meus bicos ficarem duros, dava pra perceber porque eu não tava usando nada por baixo de novo. Quando ele pareceu terminar de explicar, deu um último roçado no meu peito, um pouco mais agressivo, porque ele tava com uma ferramenta na mão e encostou ela em mim, mas dessa vez ele pediu desculpas, como se tivesse sido um acidente. - "Ah, desculpa, gata, não te machuquei?" - "Não, tá tudo bem" - "Tem certeza? Que tal deixar eu dar uma olhada pra ver se cê tá bem?" - "Não... é... tá tudo bem, foi só um roçado" - "Vai lá, gata, não vai que depois comece a doer, deixa eu ver" – Eu não sabia o que dizer, só fiquei calada, na dúvida, e antes de responder ele seguiu — Olha, só vamos dar uma olhada, tá? — falou enquanto levantava minha blusa. Levantou rápido, provavelmente pra evitar que eu impedisse, com uma mão segurando a blusa pra não descer e com a outra começou a apalpar meu peito sem dizer nada. Começou a apertar até usar as duas mãos pra pegar nos dois. Com o empurrão que ele dava, eu já tava encostada na parede e ele praticamente em cima de mim. Não falei nada, mas tava meio assustada, mesmo sabendo que eu tinha deixado. — Você gosta, né? Era isso que você queria desde que me recebeu, dava pra ver. Se você se comportar bem, vai ver como aproveita ainda mais, neném. Ele soltou uma mão e colocou a boca no meu mamilo pra começar a chupar. Num certo momento, a mão que tinha soltado desceu pra enfiar dentro do meu short e tocar minha buceta, que já tava bem molhada, e ele obviamente percebeu. — Hahaha, te falei que você ia gostar, putinha, dá pra ver que você já queria isso e foi atrás. Continuou assim por uns minutos até se levantar, desabotoar a calça e, sem baixar, tirar a pica pra fora. Era de bom tamanho, mas principalmente me pareceu mais grossa que o normal. Tenho certeza que fiz cara de susto, mas não deu tempo de fazer nada porque assim que ele tirou, me agarrou pela cabeça e puxou pra eu começar a chupar.sexo- Chupa, vagabunda – Abri a boca o máximo que pude e ele foi marcando o ritmo, mexendo minha cabeça
- Mmmmm que porra de buceta gostosa, desde que te vi aquela boquinha eu quis ela engolindo meu pau, isso mesmo gata, que carinha linda você tem e mais ainda engolindo pau, continua mmmmmm
Não sei quanto tempo fiquei assim, só pensava em evitar as ânsias que estavam vindo, até que ouvi a porta da entrada e ele também
- Porra, vagabunda. – Me soltou e rapidamente colocou o pau de volta na calça com um pouco de esforço, eu saí dali, arrumei minha roupa e o que pude do cabelo antes de voltar pra minha cama e pegar meu notebook. Meus pais chegaram e cumprimentaram como sempre, perguntando como ia o trabalho
- Tudo bem, só começando direitinho, espero esses dias começar a preencher com o cimento, hoje já não deu, senhora – Quando terminou de dizer isso, ele virou pra me olhar e eu sabia bem ao que ele se referia, mas obviamente na minha casa o comentário foi o mais normal possível
Nada mais aconteceu desde que chegaram na minha casa, até a hora de ir embora. Ele não perdeu a oportunidade de pegar na minha bunda e dar um tapa, e apertar meu peito porque não tinha ninguém por perto, pra se despedir com um beijo na boca.
- Hoje não deu, rainha, mas da próxima vou despejar todo o leite que você me fez acumular e vou deixar tudo dentro de você. Ele foi embora depois de dizer isso e eu ouvi ele se despedindo dos meus pais. Eu ainda estava em choque com o que tinha acontecido naquele dia, se eles não tivessem chegado, tinha certeza que, mesmo que não tivesse me comido, ele teria gozado na minha boca se chegassem um pouco mais tarde na minha casa. Eu tinha gostado de chupar ele, o pau dele era muito gostoso e grandão, então me dava tesão pensar em ele me comendo.
Parte 2

4 comentários - Experiência fora do comum

Foto de como vestis de entrecasa... y la parte 2 del relato?