Trio bi num barco

Essa história tem uns anos, tive que conferir e foi no começo de 2017, é anterior a estar junto com a Eve, nunca fechava do jeito que eu tinha escrito, revisava, também não gostava, decidi reescrever tudo, também não fechava e ainda não fecha totalmente agora, mas tá quase e quero publicar antes de outra que espero que conte o que vai rolar no fim de semana que vem...

Eu não tinha a mente tão aberta como agora e claramente tinha muito menos experiência. Por mais que na época eu achasse que era o cock de ouro do mundo. Era um baita de um otário de 31 anos e essa experiência me fez perceber isso.

Numa balada meio bizarra que a gente tinha ido pro aniversário de um amigo, eu tava bem mamado e muito tarado. Não vou dizer qual, mas no bairro da Recoleta, na Cidade de Buenos Aires, com um porão que sempre que entrava me perguntava como era liberado e o que aconteceria num incêndio.

Vamos voltar umas horas, o aniversário começava em cima da balada, no térreo que tinha um bar, comemos algo e bebemos muito. Eu já tava de olho numa loira de outra mesa, cruzei com ela na entrada dos banheiros e nossos olhares se encontraram, nos devoramos com os olhos. Baixinha, metro e meio, corpo normal, nada descomunal, mas muito equilibrada, peitos bons, rabo bom e vestida com uma saia curta preta high e um top do mesmo tecido, com uma trama trançada no centro e nas laterais que deixava ver os lados dos peitos, algo que me tira do sério. Botinhas pretas também. Tudo contrastando com a pele branca dela e os olhos azuis claros que se destacavam pela maquiagem contrastando.

Quando abrem a parte da balada, a gente continuava na parte do bar por um tempo, o grupo dela levanta da mesa, ela passa me olhando e desce. Eu comecei a falar pros meus amigos pra irmos, precisava ir atrás dela antes que desse bola pra outro. Acabei convencendo um amigo a me dar uma força (Agus, soldado querido, nunca me falte, vamos pra cima). reconquistar as Malvinas com um canivete de plástico cada um).

Descemos a escada, passamos por um corredor absurdamente escuro e aparecemos na área de boliche, e logo encontrei por onde o grupo dela estava. Tinha um cara de uns 2 metros, cabelo ruivo, um farol naquela bagunça de gente. Fomos com o Agustín pra lá. Passamos do lado daquele grupo e a baixinha não estava. Começamos a dançar ali do lado, eu esticando o pescoço pra olhar a entrada dos banheiros, o bar, mas claro, impossível de vê-la na multidão com o tamanho que ela tem.

Em poucos minutos ela apareceu com uns caras do grupo e uns drinks, mas ficou de costas pra mim, sem perceber que eu estava lá. Chegar em mulher em balada nunca foi meu forte, não nasci com essa habilidade, no entanto meu querido amigo Agustín não tem timidez nem vergonha nem nada que se pareça, mas é algo já disruptivo, ele não conhece a frustração de levar um fora, não é que não conhece porque nunca levaram ele, não conhece porque ele não sente. Claramente levava foras, não é bonitão, é gordinho, mas simpático, carisma 200%, conversa fiada de vendedor de areia no deserto, e eu já vi ele chegar num grupo de 10 amigas sem tremer um fio de cabelo depois de levar 10 foras e partir pra próxima gatinha que passasse. Ele sempre diz que o feio não come por ser bonito, mas por ser insistente. Insistente em procurar uma que queira, não em encher o saco de uma até ela dizer sim. (Antes que cheguem os DMs, o Agustín deveria estar preso).

Bom, feita essa introdução desse personagem, eu estava como um tigre sorrateiro esperando o momento mais adequado pra atacar quando meu amigo perdeu a paciência. Não sei bem o que ele disse, trocaram umas 3 palavras, mas a mina se virou, me olhou, sorriu, eu peguei ela pelas mãos e começamos a dançar.

P: Pamela, prazer.
S: Santi, prazer.
P: Que figura o teu amigo.
S: O que ele te disse?
P: Segredo de justiça.
S: É advogada?
P: Sim, você também?
S: Não, Sou testemunha.
P: Testemunha do quê?
S: Posso declarar que você é gostosa.
P: Me fez rir.
A: Essencial pra conquistar uma mulher.
P: Seu argumento é irrefutável. É solteiro?
S: Sim, e você?
P: Sou casada.
S: Fiel?
P: Sim, mas não do jeito ideal de um casal monogâmico.
S: Como assim?
P: A gente tem certas aberturas, mas tudo tem que ser aprovado pelo outro. Também convidamos gente pra se divertir com a gente. Ou melhor, a gente se diverte com elas.
S: Me interessa essa ideia de me divertir com vocês e vocês comigo.
P: Olha, Andy, meu marido, vai chegar com outro grupo daqui a pouco, vou perguntar pra ele.

Ficamos conversando um tempo e ela me contou as coisas que fazem. Nunca tinha experimentado algo assim e fiquei com vontade. Ela me explicou todas as regras que têm, mesmo que de fora parecesse algo à beira do caos, é tudo bem regulado e cheio de códigos que precisam ser entendidos e respeitados. Se eu passar um milímetro do combinado, tudo acaba. Trocamos os números, ela voltou pro grupo dela e eu fui pro meu. A primeira coisa que fiz foi contar pra Agus.

Passou um tempo e mais gente se juntou ao grupo dela. Logo identifiquei Andrés, vestido de jeans e camiseta preta básica, cabelo castanho claro puxando pro loiro, olhos verdes, 1,65m, carinha bonita, barbeadinho, gato. Daquele tipo que você olha e não sabe o que é, mas saca que é gente com grana, mas forte, tipo que veio de berço de ouro.
Vi ele me olhando, Pame com certeza já tinha contado.

Daí a pouco recebi uma mensagem de Pame: "Se quiser, daqui a pouco a gente vai nós três."
"Claro, me avisa que eu saio", respondi.
Minutos depois, Pame chegou perto de mim.
P: Pronto?
S: Claro.
P: Andy foi pegar o carro, vamos indo pra porta.

Me despedi, fomos pra porta, Andrés já estava com o carro do lado de fora, entramos e fomos embora. Eu não fazia ideia pra onde estavam me levando e já era meio tarde pra perguntar. Fiquei sentadinho atrás, eles na frente, e o destino já estava traçado. Ficamos conversando sobre coisas sem muito sentido, só pra controlar a ansiedade. Nervoso. Encara pra Puerto Madero, mete o carro numa garagem subterrânea, subimos pro hall do prédio e saímos, entramos num clube de barcos, Andy cumprimentou o segurança e nos abriram. Fizemos uma longa caminhada por uma marina flutuante até chegar num barco bem grande, tava tudo coberto com uma lona, entramos debaixo da lona meio que como penetras. Andy abriu uma portinha de um compartimento, pegou um chaveiro e abriu a porta de entrada pra parte interna do barco. Acendeu umas luzes bem fracas, tiraram os sapatos, fiz o mesmo e eu ainda tava sem entender nada, tive que perguntar.

S: Andy, a propósito, o barco é seu, né? Não quero acabar na cadeia.
A: Relaxa, amigão, é dos meus pais, eles não usam e a gente usa de esconderijo porque estamos morando com eles.
P: Tamos reformando nossa casa e não queremos morar com os pedreiros.

Eles dois já tinham tudo preparado, eu fui o cara que tava no lugar certo, na hora certa e, principalmente, com o amigo certo.

Me sentaram num sofá, eles começaram a se beijar, a se tocar, eu olhava e ficava com tesão, mas não fazia nada, tudo era muito estranho pra mim, eu tinha o melhor lugar nesse teatro erótico.
Andy enfiou as duas mãos debaixo da saia dela, levantou e deixou a bunda linda dela à mostra enquanto apertava forte, tirou a calcinha fio dental e virou ela pra que eu visse aquela obra de arte, depois virou ela pra encostar nela, se esquentavam juntos, os dois me olhando nos olhos, eu tava com o pau duro, tive que ajeitar.

A: Parece que nosso convidado tá ficando de pau duro, não é, meu amor?
P: Ele não sabe o que te espera, isso é só o começo.

Ele terminou de tirar a roupa dela, me dando a chance de ver aqueles peitos lindos pela primeira vez. Tava morrendo de vontade de pegar neles, de chupar, de brincar com os biquinhos, mas ainda não era a hora.
Eles ficaram de frente um pro outro, me dando o lado.
Pame tirou a roupa dele, deixando ele peladão, se ajoelhou e começou a chupar o pau dele. ao namorado dela.
Eu continuava todo vestido, assistindo o show, vendo como os dois olhavam pra mim, que já não aguentava mais.

P: Meu amor, não acha que o Santi tá muito vestido?
A: Tira a roupa dele, putinha, se é isso que você quer.
P: Me ajuda?
A: Óbvio.

Eles vieram, um de cada lado, e num piscar de olhos eu já tava pelado com um de cada lado.

A: Beija ele, sei que você tá morrendo de vontade.

A Pame me deu um beijo, sentou no meu colo e a gente se pegou forte, feito adolescente no tesão, mas eu ainda tava meio sem graça, não entendia a dinâmica do jogo.

P: Você beija muito bem.
S: Valeu, você também.
P: O Andy também beija bem, topa? – Ela falou enquanto se levantava.

Estendi as mãos pro Andy pra ele ficar no lugar da namorada segundos antes, a gente se beijou enquanto nossas picas se roçavam lá embaixo.

P: Que putinhos vocês são.
S: Putinhos não, bissexuais sim, senão você não tava aqui.
P: Tô gostando da sua atitude, Santi.

Eles se posicionaram um de cada lado, eu beijava um, beijava o outro, os três juntos, e entre eles eu só olhava. As mãos iam pra todo lado, a gente se tocava sem nenhum pudor, com uma mão eu enfiava dois dedos nela, com a outra eu batia uma pra ele.

Em sincronia, eles beijaram meu pescoço e foram descendo até as bocas se encontrarem na minha pica. Eu fechei os olhos por uns segundos e só aproveitei, sem pensar em quem tava me chupando, uma loucura.

Depois a gente trocou, o Andy ficou no meu lugar, e a mesma coisa, nós dois chupamos a pica dele. Realmente, ele não tem grande, menor que a média, mas deliciosa, depilada 100%.

Por um motivo óbvio, não dava pra fazer o mesmo com a Pame, então a gente ficou de pé, os três, fazendo sanduíche nela, eu na frente, o Andy atrás. A mina tava com as duas picas entre as pernas semiabertas enquanto beijava um e outro alternadamente. Eu desci pra chupar os peitos dela, aqueles bicos implorando pra entrar na minha boca e minha língua brincar com eles.

Continuei descendo até a buceta dela, rosadinha, linda de se ver. Gostosa de chupar enquanto a pica do seu namorado a sustentava.
Peguei a pica do Andy e ajustei pra entrar no corpo da namorada dele e eles começarem a foder enquanto minha língua continuava lá.
Ela se segurava numa mesa, eu me levantei, olhei pra cara de puta gostosa dela, linda, beijei ela uma vez e outra. Já tava solto com a situação.

S: Que delícia de trepada que teu namorado tá te dando.
P: Amo dar pra outro na frente dele.
A: Amo o quão puta você é, meu amor.
P: Toda sua, Andy.
A: E o nosso convidado, não vai comer ele também?
P: Vou sim, ele tem uma pica linda também, mas agora eu quero a sua.

Eu fiquei atrás do Andy e comecei a beijar as costas dele enquanto passava a mão na bunda dele, ele foi se ajeitando pra eu encostar a bunda, óbvio que topei. Não meti, deixei presa entre as nádegas dele e me mexia empurrando ele contra a namorada, que começou a gemer no ritmo que eu mandava.
A gente virou um pouco pra ver a cara de prazer da Pame refletida num espelho, meu Deus, que cara de puta linda que ela faz quando tem uma pica dentro e muito mais quando goza, contrasta demais com a carinha de anjo dela.
Me deu vontade de provocar ela.

S: Essa buceta divide com o convidado?
A: Claro.

Sentei, coloquei uma camisinha.
A Pame, sem falar absolutamente nada, me disse tudo com o olhar. Sentou em cima de mim, me beijou, encaixou minha pica na buceta dela e se deixou cair soltando um gemido direto na minha boca.
Ficou uns segundos parada, de boca aberta, eu segurei a bunda dela com as duas mãos e comecei a mexer ela, no começo ela tava ligada no que o Andy tava fazendo, que ficou de lado olhando a gente foder e batendo uma. Um minuto depois a gente se olhou nos olhos fodendo igual doidos, super conectados, gemendo junto.
O Andy pareceu sumir, até que percebi que ele tava gemendo junto com a gente enquanto se tocava e se aproximou de onde a gente tava.
Virei a Pame, sentada em cima de mim, mas os dois olhando pro mesmo lado.
A Pame pegou na pica do namorado dela e ele pajeava, depois começou a chupar e a gente se revezava entre os dois pra chupar ela até que encheu a boca toda da namorada dele, que gozou na hora com aquilo.

S: Posso gozar também nessa boquinha?
P: Claro, a gente já cuida disso.

Voltei a ficar sentado com os dois me chupando a pica até que gozei na boca da Pame, não demorei muito pra falar a verdade, já tava muito tarado.

Ela engoliu um pouco e com a boca ainda cheia de porra beijou o Andy e depois a gente se beijou os três.

Ficamos um tempinho conversando os três, falando da vida, principalmente deles como casal e das aventuras deles.
Enquanto isso a Pame, que tava sentada no meio, pegava na nossa pica, tentando reativar elas.

Quando já távamos durinhos, ela pediu pra gente ficar de pé e começou a chupar a pica dos dois ao mesmo tempo, a gente olhava pra ela, toda gulosa, e se beijava. Ela pegou um lubrificante e começou a dedar o cu da gente. Uma loucura.
Ela se levantou, beijou a gente enquanto continuava dedando.

P: Beleza, quem fode quem primeiro?
A: Deixa o nosso convidado escolher.

Olhei pra ele e sorri, sentei, a Pame me deu uma camisinha e o lubrificante. O Andy sentou em cima de mim, devagarzinho foi enfiando toda a minha pica no cu dele de uma vez e ficou relaxado em cima de mim, quieto, imóvel por uns minutos.

Peguei a pica dele com uma mão e comecei a bater uma pra ele, com a outra pegava nas bolas dele.
Procurei a Pame com o olhar, ela tinha se acomodado sentada na nossa frente com as pernas bem abertas, enfiando dois dedos, olhando fixo pra gente.

Comecei a me mexer de pouquinho pra ativar o Andy, que mal começou a se mover, mas tava no mundo dele, sendo comido pela minha pica, punhetado pelas minhas mãos e olhando a namorada dele enfiar dois dedos olhando pra ele.

A Pame gozou, relaxou um minuto, se aproximou, beijou ele e pegou no pescoço dele, meio que dominando. Sentou ele do meu lado, chupou a pica dele, deu uma camisinha e o lubrificante enquanto eu tirava a minha camisinha, entrei na mesma vibe e peguei ela pelo pescoço, apertando de leve, pra guiar ela a me chupar. Chupei ela e comecei a beijar a boca dela. Ela me levantou e me fez sentar na pica do namorado dela.
Andy me segurou pela cintura, eu me agarrava na Pame e chupava os peitos dela. Peguei o lubrificante e comecei a dedar o cu da mina, ela não demorou pra ficar de quatro.
Enquanto o namorado dela metia em mim pelo cu, eu fazia o mesmo nela, segurando os peitos dela, e ela enfiava os próprios dedos. Uma puta loucura a cena.
Nós três gemíamos igual uns loucos. Não queria que acabasse, mas senti a mudança nos gemidos do Andy e a pica dele pulsando dentro do meu cu, até que ele ficou sem energia.

Com a Pame a gente fez a mesma coisa, mas sentados do lado do Andy, e eu queria mudar.
Sentei a Pame numa mesa de barriga pra cima, beijei ela e deitei, coloquei as pernas dela nos meus ombros e meti de novo no cu dela. A putinha chupava um dedo de uma mão enquanto se tocava com a outra, e os peitos dela balançavam a cada metida.
Não aguentei mais e gozei com a pica enfiada no cu dela.

Andy tava dormindo, já era, nocauteado. Eu e a Pame fomos deitar por ali, os três separados.
No dia seguinte foi estranhíssimo. A gente se vestiu, foi tomar café num barzinho perto, e eu voltei pra casa.

Uns meses atrás, num evento, vi nos stories que eles estavam no mesmo lugar, a gente se encontrou, retomou a parada e agora tá construindo uma amizade.
É estranho pra muita gente, mas pra gente é super natural foder com amigos. Depois eu conto mais.

6 comentários - Trio bi num barco

Excitante experiencia, narrada con fuego contagioso.