Raquel, a linda sobrinha do Héctor, uma colombiana com um corpo feito pra fuder: pele morena brilhante, cintura de pilão, umas tetas enormes, pesadas e naturais que balançavam só de andar, e uma bunda gigantesca, redonda, firme e suculenta que parecia pedir pica aos berros. As nádegas dela eram grossas, com uma curva perfeita que rebolava obscenamente. Naquela noite, na reunião no apartamento em Bogotá, ela tava usando um vestidinho preto curtíssimo e tão justo que as tetas quase escapavam do decote profundo e a bunda se marcava como se ela tivesse pelada. Desde que chegou, não parou de procurar o Héctor com o olhar.
O Héctor tava lá com a esposa dele, a Alejandra, tia da Raquel. A Raquel tava acompanhada da Erika, a mãe dela, irmã da Alejandra. A Erika sabia exatamente o que tava rolando. Ela sentou do lado dele no sofá, colando a coxa na dele, e se inclinou pra frente sem vergonha, deixando as tetas enormes quase mostrarem os bicos escuros e grossos. — Oi, papai… cê gostou das minhas tetonas? — sussurrou com o sotaque quente, mordendo o lábio —. Eu coloquei bem apertadinhas pra você ficar de pau duro me olhando.
A Alejandra tava conversando com a Erika no outro sofá, alheias a tudo. A Raquel deslizou a mão discretamente e apertou a pica do Héctor por cima da calça. O Héctor já sentia o pau endurecendo rápido. A Raquel sorriu ao notar o volume e, sem ninguém ver, passou a mão direto nele, apertando a pica grossa por cima da calça. — Nossa, já tá bem durinha, gostoso… Que pica tão gostosa e grossa. Tô molhando a buceta só de tocar nela.
Ela se levantou e foi pra cozinha, rebolando exageradamente aquela bunda enorme. Cada passo fazia as nádegas dela se mexerem como gelatina, subindo e descendo. O Héctor seguiu ela. Na cozinha, a Raquel se inclinou sobre a bancada, arqueando as costas ao máximo, levantando o vestidinho. Ela não tava de calcinha. A buceta dela tava toda depilada, inchada, com os lábios maiores grossos e vermelhos. abertos e escorrendo fios de suco transparente que desciam pelas coxas dela. —Olha minha buceta, tiozinho… —disse ela virando a cabeça com cara de puta no cio—. Tá encharcada e aberta só pra você. Quer enfiar os dedos nessa buceta colombiana de puta? Abre essa buceta colombiana enquanto a Alejandra tá na sala. Héctor enfiou dois dedos de uma vez na vagina quente e escorregadia dela. Tava tão molhada que entraram sem resistência, fazendo um som molhado e obsceno. Raquel gemeu alto e empurrou a bunda pra trás. —Mais fundo, filho da puta… enfia três dedos e abre minha buceta. Quero que sinta como eu tô escorrendo pra você. Enquanto ele dedava com força, Raquel mexia a cintura igual uma puta, esfregando o clitóris inchado na mão dele. Os peitões enormes balançavam pesados por baixo do vestido. Ouviram a voz da Alejandra e da Erika se aproximando pelo corredor: —Héctor? Cê tá na cozinha? Rápido, se enfiaram no quartinho de serviço ao lado, deixando a porta entreaberta. O espaço era tão apertado que mal cabiam em pé, colados corpo a corpo. Alejandra e Erika entraram na cozinha procurando copos. Do quartinho, Héctor e Raquel conseguiam ver tudo pela fresta. Raquel, sem perder tempo e com um sorriso perverso, ajoelhou em silêncio e abaixou o zíper dele. O pau grosso do Héctor pulou pra fora. Raquel cuspiu e engoliu até a garganta de uma vez, fazendo ânsias molhadas e barulhentas que tentava controlar. —Gluck… gluck… gluck… —soavam as ânsias dela enquanto chupava igual uma puta barata, babando pra caralho. A saliva escorria pelo queixo dela e caía nos peitos. Ela tirou o pau por um segundo pra bater na cara e nos peitões. —Que pau delicioso, puta… Vou comer ele todinho. Voltou a engolir inteiro, lambendo os ovos pesados e chupando o precum que jorrava. Voltaram pra sala. Na hora seguinte, Raquel virou uma provocadora. Insaciável. Ela se sentava na frente de Héctor com as pernas bem abertas, mostrando a buceta inchada e escorrendo. Cada vez que passava perto, esfregava a bunda grande na pica dura dele. Em um momento, enquanto todo mundo olhava algo no celular, ela enfiou a mão debaixo da mesa e bateu uma punheta forte pra ele, apertando o tronco e esfregando a cabeça com o polegar molhado de porra. — Quando todo mundo for embora, vou deixar sua bunda e sua buceta destruídos — sussurrou no ouvido dele, lambendo o lóbulo. Assim que o último convidado fechou a porta, Raquel arrancou o vestido e ficou completamente nua. Os peitões enormes balançaram soltos, pesados e com os bicos duros feito pedra. Ela caiu de joelhos e chupou a pica dele com fúria animal: saliva voando, engasgos profundos, saliva escorrendo pelo queixo e pelos peitos. — Quero que me coma como uma puta — exigiu. Subiu no sofá, abriu a buceta com dois dedos e sentou de uma vez na pica grossa. A boceta quente e apertada engoliu a pica toda até o talo. — Aaaahhh, porra! Que pica grossa… tá rasgando minha buceta, papai… me come! Começou a cavalgar como uma louca, pulando com força. Os peitos balançavam selvagemente, batendo um no outro com sons molhados. A buceta escorria tanto que as bolas de Héctor estavam encharcadas e o sofá ficava molhado. Héctor agarrou as nádegas enormes dela e meteu de baixo com brutalidade, fazendo a bunda dela bater nas coxas dele com estocadas fortes e molhadas. — Mais forte, filho da puta… arrebenta minha buceta! Colocou ela de quatro, cuspiu no cu dela e enfiou a pica na buceta com uma estocada violenta. Depois tirou a pica escorrendo de sucos e encostou no cu apertado dela. — Quero que me coma pelo cu… enfia tudo, sem pena. Empurrou forte. O cu de Raquel foi se abrindo aos poucos, engolindo a pica grossa até as bolas. Ela gritou de prazer e dor misturados: — Siim! Que delícia de dor! Me come o cu, filho da puta! Destrói esse cuzão colombiano! Héctor Fodeu pelo cu com estocadas selvagens, enquanto enfiava quatro dedos na buceta escorrendo e beliscava os bicos duros. Raquel gozou igual uma louca, o cu apertando a pica como um punho, jatos de squirt saindo sob pressão da buceta enquanto ela gritava e tremia. Héctor não aguentou mais. Tirou a pica do cu e meteu de novo na buceta, fodendo com fúria até explodir dentro dela, enchendo o útero de jorros grossos e quentes de porra. Raquel gozou de novo ao sentir a inundação. Quando terminou, virou-se, ajoelhou e limpou a pica dele com a boca, engolindo toda a porra misturada com os sucos dela e o gosto do próprio cu. Ao terminar, com as pernas bambas e porra escorrendo do corpo por baixo do vestidinho, olhou para Alejandra de longe. A tia dela sorria inocente, alheia a tudo. Raquel sentiu uma onda de prazer competitivo: "Você tem o anel, Tia… mas eu tenho a pica dele, a porra dele e a atenção dele. E vou continuar roubando sempre que quiser". Mais tarde, quando ninguém olhava, sussurrou no ouvido de Héctor: — Isso é só o começo, papai. Da próxima vez quero minha Tia mais perto… quero competir mais forte. Quero que você saiba que meu corpo perfeito sempre vai ganhar do da sua esposa. Erika, que tinha filmado tudo, piscou um olho. Raquel já planejava o próximo movimento… só para sentir a adrenalina da competição no auge. —. Amanhã quero você de novo. Meu corpo de puta é seu para me usar como quiser: peitos, buceta, cu… tudo.
O Héctor tava lá com a esposa dele, a Alejandra, tia da Raquel. A Raquel tava acompanhada da Erika, a mãe dela, irmã da Alejandra. A Erika sabia exatamente o que tava rolando. Ela sentou do lado dele no sofá, colando a coxa na dele, e se inclinou pra frente sem vergonha, deixando as tetas enormes quase mostrarem os bicos escuros e grossos. — Oi, papai… cê gostou das minhas tetonas? — sussurrou com o sotaque quente, mordendo o lábio —. Eu coloquei bem apertadinhas pra você ficar de pau duro me olhando.
A Alejandra tava conversando com a Erika no outro sofá, alheias a tudo. A Raquel deslizou a mão discretamente e apertou a pica do Héctor por cima da calça. O Héctor já sentia o pau endurecendo rápido. A Raquel sorriu ao notar o volume e, sem ninguém ver, passou a mão direto nele, apertando a pica grossa por cima da calça. — Nossa, já tá bem durinha, gostoso… Que pica tão gostosa e grossa. Tô molhando a buceta só de tocar nela.
Ela se levantou e foi pra cozinha, rebolando exageradamente aquela bunda enorme. Cada passo fazia as nádegas dela se mexerem como gelatina, subindo e descendo. O Héctor seguiu ela. Na cozinha, a Raquel se inclinou sobre a bancada, arqueando as costas ao máximo, levantando o vestidinho. Ela não tava de calcinha. A buceta dela tava toda depilada, inchada, com os lábios maiores grossos e vermelhos. abertos e escorrendo fios de suco transparente que desciam pelas coxas dela. —Olha minha buceta, tiozinho… —disse ela virando a cabeça com cara de puta no cio—. Tá encharcada e aberta só pra você. Quer enfiar os dedos nessa buceta colombiana de puta? Abre essa buceta colombiana enquanto a Alejandra tá na sala. Héctor enfiou dois dedos de uma vez na vagina quente e escorregadia dela. Tava tão molhada que entraram sem resistência, fazendo um som molhado e obsceno. Raquel gemeu alto e empurrou a bunda pra trás. —Mais fundo, filho da puta… enfia três dedos e abre minha buceta. Quero que sinta como eu tô escorrendo pra você. Enquanto ele dedava com força, Raquel mexia a cintura igual uma puta, esfregando o clitóris inchado na mão dele. Os peitões enormes balançavam pesados por baixo do vestido. Ouviram a voz da Alejandra e da Erika se aproximando pelo corredor: —Héctor? Cê tá na cozinha? Rápido, se enfiaram no quartinho de serviço ao lado, deixando a porta entreaberta. O espaço era tão apertado que mal cabiam em pé, colados corpo a corpo. Alejandra e Erika entraram na cozinha procurando copos. Do quartinho, Héctor e Raquel conseguiam ver tudo pela fresta. Raquel, sem perder tempo e com um sorriso perverso, ajoelhou em silêncio e abaixou o zíper dele. O pau grosso do Héctor pulou pra fora. Raquel cuspiu e engoliu até a garganta de uma vez, fazendo ânsias molhadas e barulhentas que tentava controlar. —Gluck… gluck… gluck… —soavam as ânsias dela enquanto chupava igual uma puta barata, babando pra caralho. A saliva escorria pelo queixo dela e caía nos peitos. Ela tirou o pau por um segundo pra bater na cara e nos peitões. —Que pau delicioso, puta… Vou comer ele todinho. Voltou a engolir inteiro, lambendo os ovos pesados e chupando o precum que jorrava. Voltaram pra sala. Na hora seguinte, Raquel virou uma provocadora. Insaciável. Ela se sentava na frente de Héctor com as pernas bem abertas, mostrando a buceta inchada e escorrendo. Cada vez que passava perto, esfregava a bunda grande na pica dura dele. Em um momento, enquanto todo mundo olhava algo no celular, ela enfiou a mão debaixo da mesa e bateu uma punheta forte pra ele, apertando o tronco e esfregando a cabeça com o polegar molhado de porra. — Quando todo mundo for embora, vou deixar sua bunda e sua buceta destruídos — sussurrou no ouvido dele, lambendo o lóbulo. Assim que o último convidado fechou a porta, Raquel arrancou o vestido e ficou completamente nua. Os peitões enormes balançaram soltos, pesados e com os bicos duros feito pedra. Ela caiu de joelhos e chupou a pica dele com fúria animal: saliva voando, engasgos profundos, saliva escorrendo pelo queixo e pelos peitos. — Quero que me coma como uma puta — exigiu. Subiu no sofá, abriu a buceta com dois dedos e sentou de uma vez na pica grossa. A boceta quente e apertada engoliu a pica toda até o talo. — Aaaahhh, porra! Que pica grossa… tá rasgando minha buceta, papai… me come! Começou a cavalgar como uma louca, pulando com força. Os peitos balançavam selvagemente, batendo um no outro com sons molhados. A buceta escorria tanto que as bolas de Héctor estavam encharcadas e o sofá ficava molhado. Héctor agarrou as nádegas enormes dela e meteu de baixo com brutalidade, fazendo a bunda dela bater nas coxas dele com estocadas fortes e molhadas. — Mais forte, filho da puta… arrebenta minha buceta! Colocou ela de quatro, cuspiu no cu dela e enfiou a pica na buceta com uma estocada violenta. Depois tirou a pica escorrendo de sucos e encostou no cu apertado dela. — Quero que me coma pelo cu… enfia tudo, sem pena. Empurrou forte. O cu de Raquel foi se abrindo aos poucos, engolindo a pica grossa até as bolas. Ela gritou de prazer e dor misturados: — Siim! Que delícia de dor! Me come o cu, filho da puta! Destrói esse cuzão colombiano! Héctor Fodeu pelo cu com estocadas selvagens, enquanto enfiava quatro dedos na buceta escorrendo e beliscava os bicos duros. Raquel gozou igual uma louca, o cu apertando a pica como um punho, jatos de squirt saindo sob pressão da buceta enquanto ela gritava e tremia. Héctor não aguentou mais. Tirou a pica do cu e meteu de novo na buceta, fodendo com fúria até explodir dentro dela, enchendo o útero de jorros grossos e quentes de porra. Raquel gozou de novo ao sentir a inundação. Quando terminou, virou-se, ajoelhou e limpou a pica dele com a boca, engolindo toda a porra misturada com os sucos dela e o gosto do próprio cu. Ao terminar, com as pernas bambas e porra escorrendo do corpo por baixo do vestidinho, olhou para Alejandra de longe. A tia dela sorria inocente, alheia a tudo. Raquel sentiu uma onda de prazer competitivo: "Você tem o anel, Tia… mas eu tenho a pica dele, a porra dele e a atenção dele. E vou continuar roubando sempre que quiser". Mais tarde, quando ninguém olhava, sussurrou no ouvido de Héctor: — Isso é só o começo, papai. Da próxima vez quero minha Tia mais perto… quero competir mais forte. Quero que você saiba que meu corpo perfeito sempre vai ganhar do da sua esposa. Erika, que tinha filmado tudo, piscou um olho. Raquel já planejava o próximo movimento… só para sentir a adrenalina da competição no auge. —. Amanhã quero você de novo. Meu corpo de puta é seu para me usar como quiser: peitos, buceta, cu… tudo.
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