Minha vizinha é uma Ladyboy gostosa

Descubro os segredos da minha nova vizinha e começo a gostar que ela compartilhe eles comigo.
Tinham aberto um restaurante tailandês embaixo do meu prédio fazia três semanas, isso era normal, antes tinha sido um restaurante e tava fechado há uns anos, mas com todo o espaço e a cozinha equipada não precisou de muita história.
A questão é que pouco antes da abertura do restaurante também começaram umas obras no apartamento em frente ao meu, então se já não bastasse o burburinho e o barulho na rua, ainda tive que aguentar a obra do outro lado da minha parede.
Com o passar dos dias, os barulhos pararam e vi que estavam colocando móveis e gavetas dentro do apartamento da frente, então logo teria vizinhos.
Minha surpresa foi enorme quando minha campainha tocou uma tarde, olhei pelo olho mágico e vi uma gata asiática no corredor. Abri a porta e a vi.
Ela não teria mais de vinte e sete anos, era baixinha, devia medir uns um metro e cinquenta e cinco, magra e muito gostosa, tava vestida com uma calça social preta e uma camisa branca que, com os botões abertos, deixava um decote bem pronunciado, dando pra ver que tinha uns peitões generosos.
O rosto dela era brilhante e macio, com um sorriso quente e uns dentes perfeitamente brancos, a pele era levemente morena, tinha uns olhos lindos, eram escuros, mas não sabia dizer se eram marrom escuro ou quase preto, porque ela usava umas lentes que mudam a cor dos olhos pra um azul que contrastava muito, o cabelo liso e preto caía solto até a altura dos rins.
A mulher estendeu a mão e se apresentou num português quase perfeito.
— Oi, sou Fong, sua nova vizinha, queria pedir desculpas pelo barulho e por ter monopolizado o elevador esses dias.
— É um detalhe, sou Javier, pode me chamar de Javi.
— Prazer, Javi. — O sorriso dela se abriu ainda mais.
— Olha, trabalho no restaurante aqui de baixo, por isso moro aqui agora, queria te convidar pra jantar quando quiser, pelos transtornos.
— Não precisa, de Verdade, além disso, seria uma conta muito curta, estou aqui sozinho.
— Pois você sozinho, insisto, já mandei o convite pro resto dos vizinhos, mas deixei você por último porque, como somos porta com porta, com certeza você é quem mais prejudiquei.
— Não, não, fica tranquila, eu agradeço, pra qualquer coisa pode me chamar.
A mina me agradeceu e, depois de se despedir, desceu as escadas. Moramos no sexto andar, mas parecia que ela tava com mais pressa do que esperar o elevador.
Fechei a porta e voltei perplexo pro meu computador e meu trampo.
O bom da informática é que dá pra trabalhar de casa e é mais flexível, pra bem e pra mal. Tenho trinta e dois anos e fazia três que tinha comprado esse apê.
Não me acho feio, sou mediano pra cima, tenho um metro e setenta e dois, peso sessenta e quatro quilos, moreno, olhos castanhos e costumo ser bem extrovertido.
Os dias foram passando e chegou sexta à noite. Fazia um tempo que não tinha namorada e geralmente saio com meus amigos nos sábados, então meu plano de sexta era comer alguma coisa, uma cerveja e um filme. O problema é que não tava a fim de cozinhar nem de pedir nada. Lembrei do convite da vizinha, com quem já tinha cruzado umas duas vezes na semana quando saía pra fazer compras. Ela parecia ser uma mina muito legal, mas não tava disposto a deixar ela me pagar, não queria ser tão folgado quanto meus vizinhos provavelmente foram. Então me vesti e desci de elevador pra jantar no restaurante novo e pagar minha conta.
Fui bem informal: uma jeans e uma camiseta. Afinal, tava a cinco metros do portão, não ia pegar frio na volta. Além disso, em meados de maio já não faz tanto frio.
Nunca tinha reparado na entrada do lugar. Era uma fachada bem sóbria, o nome do restaurante escrito em letras douradas num fundo preto. Abri a porta e entrei.
O local era decorado de forma bem séria, mas colorida. Bem na minha frente tinha Uma mina novinha parada num púlpito preto, vestida exatamente igual à minha vizinha no dia em que a gente se conheceu. A mina sorriu e falou:
—Bem-vindo ao ResThai, o senhor tem reserva?
—Ehm, oi, boa noite, não, não tenho reserva.
—Tudo bem, sem problema, tem mesa vazia, o senhor vem sozinho ou vai ter mais gente?
—Não, não, venho sozinho, uma colega sua me convidou pra conhecer o lugar, é minha vizinha.
—Ah, é? E quem foi?
—Fong, uma mina asiática muito gente boa, mora na frente da minha casa.
A mina segurou uma risadinha, se conteve quando, pela minha cara, percebeu que eu não tava sacando a piada.
—Desculpa, a única mulher asiática que atende por esse nome é a dona, ou seja, minha chefe, então isso te faz VIP, ela andou convidando os vizinhos por causa dos transtornos que a gente possa ter causado, vem comigo, por favor.
Segui a mina até o salão, enquanto ia vendo que o lugar era muito chique e que eu tava meio deslocado, fiquei pensando que aquela mulher de cara de menina era a dona daquele lugar, supus que ela falou aquilo pra não se achar, o que, pra mim, era um ponto positivo.
A garçonete me indicou uma mesa e deixou um cardápio pra eu dar uma olhada.
—O que o senhor quer beber?
—Vocês têm cerveja?
—Claro, nacional e importada.
—Então alguma cerveja tailandesa se tiver, fiquei curioso.
—Já vou trazer, daqui a pouco vem uma colega anotar o que o senhor quer de jantar.
Quando agradeci, ela voltou pro posto dela, dei uma olhada no cardápio, não entendi nada, era a primeira vez que entrava num restaurante desse tipo, então tudo no cardápio parecia grego.
Uns minutos depois, apareceu um cara jovem e trouxe a bebida, atrás dele veio outra mina pra anotar o pedido.
—Oi, boa noite, já sabemos o que queremos?
—Bom... na real, não.
—Então volto daqui a pouco.
—Não, não, espera, olha, é a primeira vez que entro num restaurante tailandês e não faço ideia do que pedir. esperava um pouco de orientação.
A garota foi me explicando pacientemente o que tinha em cada prato, quais eram apimentados e quais eram mais ou menos exóticos. Depois de um tempo, consegui pedir o que poderia ser um bom menu pra mim. Enquanto esperava, minha vizinha apareceu pra cumprimentar, ela estava impressionante, radiante, linda, usando um vestido tradicional tailandês de saia justa com um tecido que saía do abdômen, cruzava o peito e caía pelas costas até quase o chão depois de passar pelo ombro, era em tons de vermelho e rosa com bordados dourados.
Além disso, ela tinha o cabelo longo preso num coque enfeitado com um par de flores de um lado, usava algumas pulseiras e braceletes e um cinto dourado combinando com as sandálias de salto.
Reparei na maquiagem sutil, nada exagerado, e vi seus olhos castanhos escuros, naquela noite ela não estava usando lentes.
— Oi Javi, boa noite, estou encantada que você veio… O quê? O que foi?
A mudança repentina de atitude e tom dela me tirou do meu torpor, percebi que tinha ficado de boca aberta com cara de idiota.
— Não, nada, isso… boa noite, Fong.
— Tudo bem?
— Sim, sim, é que você está… uau… está espetacular, está linda.
A mulher corou e baixou o olhar, esboçando um sorriso tímido. Talvez eu tivesse me permitido intimidades demais com alguém que, na verdade, eu não conhecia nada, embora não me parecesse que ela estivesse desconfortável, muito pelo contrário.
— Obrigada, querido, é que hoje na área VIP temos um grupo muito especial pra puxar o saco, minha família veio ver isso e acho que você não sabe como é o povo da minha terra com o protocolo das coisas, não podia vir vestida como de costume.
— Bom, fiquei sabendo que você é realmente a chefe, então pode se dar ao luxo de mudar de modelo em relação às outras.
— Pra mim esse rótulo não tem importância, eu também trabalho aqui, sirvo mesas, lavo pratos e ajudo na cozinha.
Não foi um comentário defensivo da parte dela, mas eu deixou bem claro que ela não dava a mínima pro cargo dela, mostrando uma humildade que muita gente devia aprender. A gente ficou conversando mais uns minutos até que ela teve que se despedir, bem na hora que meu prato chegou.
— Javi, tenho que voltar pra ser bajulada e criticada na mesma medida, aproveita o jantar.
— Se quiser, pede alguma coisa e fica pra jantar aqui comigo.
— Quem me dera, mas é feio sentar pra jantar com um cliente no meio do expediente.
— Bom, outro dia te levo pra jantar em outro lugar e não é concorrência desleal.
Fong sorriu e balançou a cabeça antes de ir embora, deixando a proposta no ar e uma vista maravilhosa do rebolado da bunda dela. A comida tava uma delícia, acabei pedindo três pratos de nomes que nem sei quais eram, e cada um melhor que o outro, explosões de sabor pra todo lado, nunca tinha comido num tailandês, mas com certeza voltaria.
Depois de terminar a sobremesa, chamei a garçonete de novo.
— A conta, por favor.
— O senhor é nosso convidado.
— A conta, e se sua chefe encher o saco, fala que ela tem duas opções: ou engole ou me convida pra jantar junto.
A garota sorriu, foi embora e voltou em dois minutos com a conta, a verdade é que foi um pouco caro, mas fazer o quê, eu tinha aproveitado.
Depois de pagar, me despedi e fui embora, não ia encher mais o saco da chefe ocupada do que já tinha feito.
Subi pra casa, me troquei pro pijama e me joguei no sofá pra ver TV. Como muitas outras vezes, acabei dormindo lá, mas acordei com o barulho do elevador, essa era a desvantagem da sala ser colada na entrada. Olhei pro celular e vi que eram três e meia da manhã, tinha dormido mesmo. Levantei e desliguei a TV, bem na hora que ouvi o elevador parar no meu andar. Não queria ser fofoqueiro, mas me vi obrigado a chegar perto da porta e colocar o olho no olho mágico.
Fong saía do elevador meio cambaleando com as sandálias de salto na mão, ela parecia Bem prejudicado pelo álcool, decidi abrir a porta, embora não tenha sido uma ideia tão boa, já que a garota deu um pulo de susto, soltando um gritinho. Eu sussurrei para ela se acalmar e, de quebra, para não incomodar os vizinhos.
— Boa noite, vizinha.
— Desculpa, não queria fazer barulho.
— Ah, não, fica tranquila, não tô acostumado a ouvir nada nesse patamar e por isso saí.
— Tá…
— Muito vinho?
— Não exatamente, não tô acostumada a beber e hoje provei um vinho que acabou sendo um problema. Meio espumante e adocicado.
— Lambrusco?
— Não, não, nacional, algo como mosquito…

Fong sorriu, baixou a cabeça e riu baixinho, claramente tinha uns copos de vinho a mais no corpo.
— Moscatel?
— Isso, não tava lembrando o nome, valeu. Aliás, me falaram que você pagou a conta, que vacilo, te falei que era por minha conta.
— Não, não acho certo ficar na sua banca igual os vizinhos fizeram.
— Aqueles? No dia seguinte que convidei, já tavam fazendo booty pra jantar de graça.
— Exatamente.
— Mas também me disseram que se você quiser um convite de verdade, tem que ser um jantar a dois.

Naquele momento, quem ficou vermelho fui eu. Falei aquilo, mas não esperava que a garota fosse comentar.
— Ehhhh, sem problema, me sinto lisonjeada, mas o normal é que um encontro você peça pra mim.
— Encontro? Não, não, um jantar.
— Cê não me acha gostosa?
— Acho, você é uma belezinha, mas buceta, a gente teria que se conhecer um pouco, um jantar informal é uma boa forma.
— Poxa, então cê me acha bonita mesmo — disse ela, olhando pra baixo.

Eu baixei o olhar e meu sangue gelou. Em casa, não costumo usar cueca e a ereção noturna tava aparecendo demais na calça de pijama. Naquele momento, meu sangue tava dividido entre o pau e as bochechas, só queria que a terra me engolisse na hora. Olhei pra minha vizinha com horror, ela tinha se aproximado mais um pouco com um sorriso natural nos lábios e um olhar quase animalesco, encurtou ainda mais a distância. Entre nós, parada na minha frente, ela me encarava bem nos olhos, notei a mão dela acariciando o volume da minha calça de pijama.
Ela sustentou o olhar enquanto me esfregava por um tempo, depois disso não hesitou, se ajoelhou na minha frente e abaixou minha calça, meu pau apareceu, Fong sorriu e colocou na boca, chupava com vontade enquanto eu acariciava o cabelo dela, não podia fazer outra coisa, ela tinha me pegado de surpresa.
A luz do patamar apagou, deixando toda a escada no escuro, mas Fong não parou, eu sentia o calor e a umidade da boca dela, as carícias da língua dela. No meio do silêncio, só se ouviam nossas respirações e o som molhado e estalado do boquete.
Fong mamava bem rápido, mas dava pra ver que ela se segurava, imaginei que era pra não fazer muito barulho e a gente ser descoberto. Ela enfiava e tirava meu pau da boca, depois passava a língua do saco até a cabeça, eu não aguentava muito mais, então ela começou a me punhetar enquanto fazia círculos pequenos com a língua na minha glande, essa mudança de posição fez a luz automática acender de novo, então eu podia ver a carinha linda dela e o olhar de puta, tudo junto fez meu pau explodir bem na hora que ela passava a língua no meu tronco de boca aberta.
Meu gozo saiu disparado na cara dela, o primeiro jato foi do lábio superior até a testa, passando pelo nariz, Fong abriu a boca e deixou o resto da minha descarga entrar na boca dela, onde esvaziei tudo.
A mulher engoliu meu esperma e sorriu pra mim, depois disso ajudei ela a se levantar e beijei os lábios dela, era a primeira vez que provava o gosto da minha própria porra, não me desagradou, mas era estranho.
Fong sorriu com a carinha bêbada e se afastou um passo de mim, me veio uma ideia idiota.
— Quer entrar?
A expressão dela mudou num segundo pra uma seriedade que quase assustava.
— Não, não, não é uma boa ideia.
— Vamos ficar mais confortáveis.
— Não sou o que você pensa. Sou uma kathoey, você não vai gostar de mim. Melhor eu ir pra casa, já tá tarde.
Desajeitada, ela pegou as sandálias dela, abriu a porta de casa e entrou, me deixando de calças arriadas e completamente sem reação.
Levantei a calça do pijama e entrei em casa, não sabia o que tinha acabado de acontecer, mas talvez fosse algo cultural e ela tivesse feito algo que não devia e se arrependeu, sem mais, fui pra cama e tentei dormir, mas só consegui virar de um lado pro outro por causa do que tinha rolado, quase de manhã consegui pegar no sono.
No dia seguinte, sábado, pensei em ligar pra minha vizinha pra ver se tava tudo bem, mas preferi dar o espaço dela, ouvi ela abrir a porta ao meio-dia e descer pro restaurante, aí lembrei da palavra que ela usou, então fui pro computador e pesquisei, depois de escrever a palavra várias vezes, já que não lembrava direito, encontrei a definição, que me gelou o sangue.
Minha vizinha, Fong, uma mina muito linda e gostosa pra caralho, era, na verdade, um homem, significava que era o que a gente, ocidentais, conhece como ladyboy. Na hora fez sentido a rejeição dela, ela tinha medo que eu a rejeitasse.
Visto por esse ângulo, deixei pra lá, não ia sair correndo atrás dela, porque não parecia legal pra ela, já que pela reação dela tava claro que ela já tinha tido alguma experiência ruim e eu não ia ser assim.
O sábado passou tranquilo, de tarde fui com meus amigos tomar umas e a gente se esticou até as duas da madrugada, quando voltei pra casa passei, inevitavelmente, na frente do restaurante, lá vi ela de novo, tava atendendo uns clientes, eu cumprimentei ela animado da rua e ela retribuiu com um sorriso, claramente vi o alívio nos olhos dela e o sorriso não era nada forçado.
Fui pra cama assim que cheguei em casa, porque tinha exagerado nas cervejas e tava morto.
No dia seguinte, domingo, acordei umas dez horas, fui fazer um café e ouvi alguém bati na porta de casa, deixei a cafeteira continuar no serviço dela e fui até a entrada, olhei pelo olho mágico, era a Fong, tava de roupão de seda, é verdade, domingo eles fechavam pra descansar, abri a porta e fiquei observando ela em silêncio enquanto ela falava:
-Bom dia, te peguei numa hora ruim?
-Não, mas olha, aqui do lado tem um negócio chamado campainha, é pra você não precisar ficar arrombando a porta.
-Foi mal, que burra, cê tem razão, desculpa. É que eu não sabia como puxar um assunto.
-Café?
-O quê?
-Tô fazendo café, quer um?
-Bom...
-Vem, entra, mas ó, nada de criticar, tá meio bagunçado.
A Fong sorriu com meu comentário e entrou atrás de mim, largou as chaves da casa dela no móvelzinho da entrada, fomos pra cozinha e lá eu mandei ela sentar que eu resolvia, ela tava de pijama de duas peças de seda por baixo do roupão. Preparei duas xícaras enquanto ela me observava em silêncio, peguei uma caixa de biscoito em formato de dinossauro e botei na mesa junto com as xícaras de café fumegando.
-Sério?
-O quê? Já provou?
A Fong abriu um dos pacotinhos dentro da caixa e experimentou um biscoito, seja lá o que tivesse na cabeça dela parecia que tava deixando de atormentar ela, porque, aos poucos, ela ficava mais solta, mais natural. Sentei do lado dela na mesa e fiquei mexendo o café. Do nada ela falou olhando pra xícara dela.
-Eu queria te pedir desculpa pelo outro dia.
-Por ter ficado puta comigo por ter pagado a conta?
-Sério que você nunca leva nada a sério?
-Tento não levar, te lembro que a gente falou exatamente sobre se conhecer, obviamente você não me conhece, nem eu te conheço, não sei quais segredos você tem até eles irem aparecendo.
-É, isso é verdade. Parece que você se informou.
-Me informei.
-Então cê vai entender que eu não quero que uma coisa leve a outra e depois a gente tenha problema.
-Não, fica tranquila, te entendo perfeitamente, além disso, pela sua reação... você já aprendeu na marra, né?
-É...
A Fong parecia Ela estava prestes a chorar, então passei o braço em volta dela e apertei contra mim. Ela enterrou a cabeça no meu peito, e meu nariz capturou o aroma floral do cabelo dela. Ficou abraçada em mim por um bom tempo, e pra mim aquilo pareceu uma eternidade. Na verdade, eu tentava pensar em outra coisa, porque minha mente estava me traindo e eu começava a ter uma nova ereção, algo totalmente inapropriado naquele momento.

Fong se afastou de mim depois de ficar colada no meu peito. Parecia mais calma, sorriu com um olhar de gratidão e continuou tomando o café dela. Quando deu mais um gole, me olhou de novo.

— É que na sexta eu tava... meio bêbada, não tô acostumada com álcool, mas minha família veio celebrar a abertura do meu terceiro restaurante e, sabe como é, começa a brindar por isso e por aquilo e... bom, você sabe...

— Então é a terceira vez que você tenta, porra, você é persistente mesmo.

— Tentar? Não, você não entendeu. Com esse, já tenho três restaurantes funcionando.

— Como?

— Sim, sou boa nisso.

— Entendi.

A conversa era animada e tranquila. Vi que os olhos dela desviavam timidamente pro volume na minha calça de pijama, mas ela não falava nada sobre isso.

— Então, como você deve imaginar, não queria que você tivesse uma surpresa desagradável na sexta. Desculpa por ter sido tão grossa.

— Não, não, eu entendo. Também peço desculpas se passei do ponto.

— Sem problemas.

Ficou um silêncio. Eu continuei olhando pra ela, nunca tinha estado diante de uma mulher assim e não sabia nem o que dizer. Mentiria se dissesse que a situação não me excitava, mas tinha algo martelando na minha cabeça.

— Posso te perguntar uma coisa?

— Sim, claro, fala.

— Você tem...?

Fong sorriu pra mim e balançou a cabeça.

— Quer ver?

— Sim.

Não sabia por que tinha respondido aquilo, saiu espontâneo, mas a verdade é que eu sentia uma curiosidade mórbida sobre aquilo. Fong se levantou, empurrou a cadeira pra trás e tirou o roupão. Depois de deixá-lo de lado na mesa, baixou a calça até os... joelhos, deixando eu ver uma tanga preta com um pequeno volume na frente, ela puxou pra baixo e então eu vi, uma pequena rolinha murcha com a pele cobrindo a cabeça, era quase como ver meu dedão pendurado ali, não tinha um único pelo, era a primeira vez que via algo assim, na verdade era a primeira vez que tinha uma piroca na minha frente que não fosse a minha. Minha mão se levantou sozinha como por mágica e se aproximou dela, parei quando percebi o que estava fazendo ali sentado.
—Posso…?
—Pode.
Acariciei o pequeno apêndice, tinha uma textura macia e quente, a curiosidade aumentou e puxei a pele pra trás, vendo a cabecinha rosada de onde saía uma gotinha grossa e transparente. Olhei nos olhos da Fong e ela se aproximou mais de mim, com minha ajuda a calça e a tanga dela foram parar no chão, eu não entendia as intenções da mulher quando a mão dela pousou na minha cabeça e começou a acariciar meu cabelo.
Eu continuava passando a mão no pau dela, que tinha engrossado um pouco e esticado uns centímetros, me alucinava que não tinha pelo, minha dúvida era se ela depilava ou se, por outro lado, não tinha pelo mesmo, já que não via pontinhos pretos e a pele dela era completamente lisa, tava vidrado nisso quando a mão da Fong pressionou minha cabeça na direção dela, quando me dei conta da intenção dela, tinha aquela rolinha meio dura a meros milímetros dos meus lábios.
Congelei por uns segundos, minha mente viajava na velocidade da luz, nunca tinha feito o que estava prestes a fazer, na verdade nem naquele momento tinha pensado nisso. Fechei os olhos, abri a boca e a fechei em volta daquele pinto, tava molinho e quente, passei a língua e fui sentindo o pulso das veias, aos poucos foi aumentando de tamanho enquanto endurecia.
Tentei não roçar os dentes, porque sempre odiei isso, tava concentrado no boquete naquela mulher espetacular, que soltava gemidos enquanto acariciava suavemente minha cabeça.
O pau da Fong tava duro. feito uma pedra, passei a língua pela glande macia dela e senti um líquido viscoso na ponta, tinha um gosto meio salgado, mas não achei ruim.
Tirei a pica da minha vizinha da boca e olhei nos olhos dela, ela sorria com cara de tesão enquanto respirava ofegante. Fui passando minha mão fechada pra trás e pra frente no pau dela, era uma sensação nova pros meus dedos bater uma punheta numa pica que não fosse a minha.
— Tá gostando?
— Nunca tinha feito isso.
— Pois tá fazendo muito bem, eu tô adorando.
— Que bom, querida.
— Dá pra chupar mais um pouquinho, por favor?
Achei que entendi onde ela queria chegar, já que eu já tinha usado esse argumento mais de uma vez, e como a gente já tinha ido até ali, nada me impedia de continuar. Voltei a engolir a pica dela e chupei com mais vontade, Fong gemia e suspirava, o pau dela pulava dentro da minha boca, senti minha mandíbula começar a doer, acho que porque não tava acostumado com aquilo. Senti uma contração na pica da minha vizinha e minha boca recebeu o gozo dela, era uma massa viscosa quente com um gosto amargo, mas, sem saber se era pela excitação da situação, achei delicioso. Uma segunda contração disparou outro jato que bateu no fundo da minha boca, me fazendo tossir um pouco e deixar escapar um pouco do néctar pelo canto dos lábios, misturado com minha saliva.
Quando Fong terminou de gozar na minha boca, engoli instintivamente o que ela me deu e tirei o pau gotejante dela. A mulher sorriu, se inclinou pra me beijar com carinho e sentou de novo. Eu olhei pra baixo e vi duas coisas: que eu tava com o pau duro feito uma rocha e que os restos que tinham escapado estavam manchando meu pijama.
Fong olhou nos meus olhos esperando eu falar alguma coisa, mas eu tava processando o que tinha acabado de acontecer, o que eu tinha acabado de fazer. Ela pareceu entender e ficou em silêncio, então fui eu quem quebrou o silêncio.
— Você gostou?
— Adorei, fazia tempo que não me faziam isso, e muito menos com tanto carinho. -Que bom, porque é a primeira vez que faço isso, nunca estive com alguém como você.
-Pois é… vejo que você gostou, porque tá quase rasgando a calça.
Olhei pra minha calça, realmente parecia que ia rasgar, não consegui evitar rir. Olhei de novo pra minha vizinha e ela, me encarando com atenção, foi desabotoando a parte de cima do pijama, deixando eu ver os peitos dela. Eram perfeitamente redondos e grandes, os bicos eram pontudos e quase pretos, normal por causa da cor da pele dela. Percebi uma coisa óbvia: eram implantes, porque vi umas cicatrizes pequenas saindo das axilas, mas não liguei, a imagem era impressionante demais. Ela tinha dois pedaços de peitos suculentos. Não me fiz de rogado e estiquei a mão pra acariciar, eram macios e firmes, com um toque incrível. Fong suspirou quando passei a ponta dos dedos num dos bicos dela, sorri e continuei apalpando por um tempo até ela falar.
-Quero que você me coma.
-E eu quero te comer.
-Vai me mostrar um lugar mais confortável?
-Sim, claro, mas te aviso que não tenho nada pra facilitar… a entrada.
-Como assim? Ah, entendi, espera, sem problemas, me dá um segundo.
Fong levantou da cadeira e foi até a entrada, ouvi ela pegar as chaves e abrir a porta da minha casa. Levantei e fui até o corredor, onde, sem acreditar, vi minha vizinha, completamente pelada, abrir a porta da casa dela e entrar. Em menos de um minuto, ela saiu de novo, fechou a porta e voltou correndo pra minha casa com um tubo de lubrificante na mão. Fechou minha porta com toda confiança e largou o molho de chaves em cima do móvel. Depois disso, me olhou com uma expressão triunfante e mostrou o tubo de gel.
-É disso que você tava falando?
-Você é louca?
-Por quê?
-Você atravessou o patamar pelada às onze da manhã, qualquer um pode te ver.
-Moramos no último andar, ninguém vai subir até aqui.
-Tá, isso é verdade, mas pela janela do patamar o pessoal do prédio da frente pode te ver. —Puxa, não tinha pensado nisso.
Nós dois caímos na risada e nos abraçamos, rimos juntos até que ela procurou minha boca e me beijou. Dessa vez não tinha carinho nem ternura, era um beijo safado, com a língua dela vasculhando minha boca. Eu parti pro ataque com a minha enquanto acariciava o corpo dela. Fong também resolveu acariciar minhas costas por baixo do pijama. Ela se afastou dos meus lábios com fios de saliva fazendo pontes entre a boca dela e a minha, sorriu e puxou meu pijama pra cima, deixando meu torso à mostra. Depois de ronronar como uma gata no cio, fez o mesmo com a calça, pegou pelo elástico e puxou pra baixo enquanto dobrava as pernas. Deu um beijinho no meu pau gotejante e se levantou.

—Ué? Não ia me mostrar seu quarto?
—Sim, aquela porta ali.

Fong se adiantou pra ir, enquanto eu ficava besta olhando pra bunda dela de novo. Depois disso, me livrei da calça e a segui. Ela estava de pé, olhando meu quarto.

—Não é à toa que você falou de bagunça.
—Acabei de acordar.
—Tá, tudo bem.
—Além disso, te avisei: sem críticas.

Fong riu, me abraçou e me beijou de novo. Foi reconfortante sentir o corpo nu dela colado no meu, os braços dela me envolvendo e as mãos acariciando minhas costas. A única coisa que me estranhava um pouco era sentir o pau dela encostado no meu, mas também não me desagradava. Já que era algo novo pra mim, achava muito excitante. Comecei a mexer o quadril de um lado pro outro pra nossas rolas baterem uma na outra, e ela sorriu pra mim. O pauzinho dela começou a endurecer de novo. Estendi a mão e comecei a bater uma pra ela, enquanto ela fazia o mesmo com o meu.

Fong abriu, com a mão livre, a tampa do lubrificante que ainda segurava. Soltou meu pau e derramou um jato do gel na mão antes de passar de novo no meu tronco. Depois de espalhar bem o lubrificante na minha vara, me entregou o tubo e se ajoelhou de quatro na beira da cama. Lá, ela abriu as pernas, fazendo as nádegas se separarem. Eu vi a borda da bunda dela... Era rosadinho, não me ocorreu nada além de me inclinar e passar a língua nele. Ao ouvir como ela gemia, fiz de novo, passei minha língua várias vezes desde os ovos dela até o cu, notando como ela tremia a cada passada.

Enfiei minha cara entre as nádegas dela, colei meus lábios no buraquinho e meti a língua direto no cu dela, com movimentos rápidos minha língua entrava e saía da bunda dela como se fosse um tamanduá. A Fong vibrava e arqueava as costas com aquilo.

Depois de um tempo assim, abri o tubo sem me desgrudar dela e passei gel na palma da minha mão, afastei o rosto das nádegas dela e, num movimento de baixo pra cima, joguei o lubrificante frio por boa parte da racha. Aí fiquei um tempinho estimulando o cu dela com meus dedos, a Fong gemia e pedia pra eu entrar.

— Javi, por favor, tira o dedinho e me fode, quero sentir você dentro de mim, me faz sua, por favor.

Aquelas palavras só podiam me excitar mais do que eu já tava, então tirei o dedo e, enquanto me posicionava, passei minha mão melada no meu pau melado pra deixar ele mais lubrificado.

Minha cabecinha enterrou no cu da minha vizinha quase sem pensar, a Fong gemeu ao receber o pedaço de carne. Devagar, sem quase esforço, meu pau afundou completamente nela. Fiquei assim uns segundos, aproveitando a sensação de penetrar aquela bunda, de sentir as nádegas dela bem coladinhas na minha pélvis, aquilo era uma maravilha.

Comecei uma bombada suave pra fazer o lubrificante fazer a mágica dele e se espalhar por aquela cavidade. Foi quase cômico sentir o toque dos ovos da Fong com os meus ao bater, eles davam tapinhas um no outro quando eu colava nela. Aumentei o ritmo das minhas estocadas, fazendo a garota gemer cada vez mais, ela afundou a cara no colchão e aproveitou a foda que a gente tava dando.

Depois de uns minutos nessa posição, ela pediu pra eu tirar. Por um momento pensei que talvez tivesse machucado ela, mas, com um sorriso, ela me disse que tava tudo bem. Ela me fez deitar de costas e, depois de me beijar, montou em cima de mim e sentou no meu pau com as pernas dobradas dos meus lados.
Quando encaixou meu pau dentro dela, a cara dela era um poema, mostrava uma expressão de prazer indescritível e começou a subir e descer o corpo pra me cavalgar.
De vez em quando abria os olhos e me mandava beijinhos enquanto sorria e gemia, eu olhava pra ela, via os peitos dela pulando junto com o pau dela, que, por não estar totalmente duro, subia e descia pela inércia dos pulos.
Quando a respiração dela começou a ficar ofegante, eu senti que em pouco tempo ia gozar, Fong começou a gemer mais forte e eu me juntei a ela, porque já não aguentava mais. No exato momento em que meu pau gozou dentro dela, o pau dela começou a jorrar leite na minha barriga, formando uma poça no meu umbigo, a gente tinha gozado os dois ao mesmo tempo.
Fong tirou o meu pau de dentro dela e começou a limpar os restos de leite do meu pau, quando terminou, lambeu minha barriga pra engolir também o leite dela.
Depois de limpar a porra dos dois, se deitou do meu lado e me beijou, a gente se abraçou e deixou nossos corpos suados relaxarem um pouco.
Ficamos abraçados em silêncio por mais de meia hora, depois disso ela disse:
— Qual é o plano pra hoje?
— Ah, ia limpar e arrumar um pouco, é domingo, hoje dá pra relaxar.
— Poxa, eu ia te chamar pra comer.
— Posso deixar a arrumação pra outro dia.
— É, tá na cara.
Eu franzi a testa com uma cara engraçada e comecei a fazer cócegas nela, ela se remexeu entre risadas e me beijou de novo.
Decidimos levantar, porque ela disse que precisava se preparar e se vestir, pra mim tudo bem, então acompanhei ela até a entrada, ela pegou as chaves e voltou nua pra casa dela, me deixando uma vista incrível da bunda redondinha dela com restos brancos escorrendo pela parte de dentro das coxas. Mandando um beijo, fechou a porta, eu fechei a minha e percebi que o pijama dela tinha ficado na minha cozinha, ela tava tão Atordoado olhando o corpo dela que nem tinha me lembrado.
Depois daquilo, fui tomar banho, não queria tirar aquele cheiro de sexo do corpo, mas era necessário. Debaixo do chuveiro, comecei a pensar um pouco no que tinha acabado de acontecer, aquela mina tinha algo especial, porque com ela eu tinha feito algo que quebrou todos os meus esquemas e certos tabus que eu tinha, até aquele momento, na cabeça, e não me importei nem um pouco. Na verdade, fiquei na expectativa de que, depois daquilo, a mulher, com toda a confiança do mundo, me convidasse pra comer, queria dizer que algo podia rolar entre eu e ela.
Voltei pro meu quarto com a toalha enrolada na cintura pra pegar umas roupas no armário e vi o tubo de gel lubrificante no pé da cama, eu podia ser bagunceiro, mas ela também era meio desastrada, a roupa dela na minha cozinha e aquilo largado ali, não consegui evitar dar uma risadinha ao pensar nisso.
Decidi ir casual mas sério, vesti uma jeans e uma camisa preta que eu sabia que ficava muito bem em mim, calcei os sapatos e saí de casa.
Toquei a campainha e Fong abriu, no tempo que eu tinha tomado banho, ela tinha se lavado, secado aquele cabelão, prendido numa trança, se maquiado e se vestido.
Fong estava usando um vestido verde largo de primavera, sandálias com um saltinho e uma bolsa vermelha, estava espetacular.
Caminhamos devagar por um bom tempo, ela estava de braço dado comigo e fomos conversando sem rumo, nos conhecendo um pouco. Ela tinha nascido em Bangkok, mas quando era pequena os pais se mudaram pra uma cidadezinha no sul. Desde pequena sentiu que era mais menina do que menino, na verdade começaram a tratá-la como tal, lá essas coisas eram mais normalizadas, inclusive sempre a apoiaram e essa foi a razão de terem acabado neste país, já que sendo jovem e gostosa e com submundos perigosos, os pais dela, donos de restaurante a vida toda, decidiram se mudar pra um lugar mais tranquilo, abriram um restaurante em Madrid e quando a jovem Fong decidiu que não queria estudar e que queria abrir o próprio restaurante e tentar a sorte, começou com uma tática curiosa: da terra dela só vinham os cozinheiros, ela gostava de contratar gente jovem e dinâmica para o resto dos cargos. Como deu certo com um, investiu num segundo e depois no que tínhamos perto do portão, ela me dizia que não era caro porque a cozinha era sofisticada — e era — mas porque ela também queria cuidar do pessoal dela.

Gostava que ela tivesse as ideias tão claras, ela comentou que aquele estilo de vida tinha lhe custado uma existência meio solitária, já que não tinha tempo para relacionamentos. Além disso, não quis entrar em detalhes, mas deixou escapar que o fato de nem sempre ter sido mulher tinha lhe trazido desgostos e problemas na hora de se abrir com as pessoas em ambientes mais privados.

Eu contei minha história, que era bem mais tranquila e chata que a dela: estudei, trabalhei, comprei um apê e continuei trabalhando nele como técnico de redes.

Vimos um lugar com um terraço bem tranquilo que eu já conhecia de outras vezes, decidimos sentar lá. Na verdade, era um bar de porções daquelas bem servidas e baratas. Deixei a expert olhar o cardápio e escolher, a verdade é que essa informalidade me agradava mais do que ir a um restaurante sério.

Enquanto esperávamos a comida na sombra, pedimos umas bebidas: cerveja pra mim, refrigerante pra Fong. Aí ela entrou no assunto.

— E um gato tão bonito como você não tem namorada?
— Qual nada, fiquei com uma garota uns anos mas não deu certo, depois fui petiscando aqui e ali, mas pouco mais.
— Imagino que você nunca tenha ficado com uma garota como eu.
— Asiática? Nunca.

Fong revirou aqueles olhões e soltou um longo suspiro, reparei bem neles: tinham um leve toque puxado, mas eram enormes e abertos, não correspondiam totalmente ao estereótipo de olhos asiáticos.

— Sério, não dá pra aguentar você, não dá pra ter uma conversa minimamente Seria.
—Desculpa, desculpa, não fica brava, mulher. Mas não, nunca tinha estado com uma garota como você.
—E te incomoda?
—Olha, se me incomodasse, acho que não estaria prestes a pedir outra rodada aqui sentado com você.
—Bom ponto, é verdade, mas talvez você tenha se sentido um pouco decepcionado.
—Por quê? Você é uma garota gostosa, inteligente, muito trabalhadora, e sim, tem pau, que pode ser o que choca.
—Era disso que eu tava falando. — Ela me interrompeu.
—Olha, eu te vejo como uma mulher, sim, me surpreendi comigo mesmo por ter chupado ela, porque nunca tinha ido por esse caminho.
—É nisso que eu vou, talvez você dê pra trás por ser machão.
—Acho que não é pra tanto, eu fiz, sim, gostei de fazer, não posso negar, mas no resto eu te comi como qualquer outra mulher, sim, com um buraco a menos, mas gostei de gozar dentro de você.
Fong baixou a cabeça com um olhar triste, naquele momento eu não sabia onde tinha pisado na bola. O garçom chegou com outra rodada de bebidas e uma porção enorme de nachos, deixou tudo e foi embora, alheio à conversa.
—O que foi?
—Nada, não.
—Ei, a gente tá na confiança, pode me contar.
—Não, é algo meio desconfortável.
—Depois de tudo que você me contou, acho que eu sobrevivo.
—Não, porque você não faz essas coisas.
—Do que a gente tá falando? Me perdi.
—Que eu também queria gozar dentro de você.
Me pegou bem na hora que eu tava dando um gole na cerveja e eu me engasguei, tive que tossir de leve. Em um décimo de segundo, entendi o que ela queria dizer. Uma coisa era ficar tão excitado a ponto de chupar o pau dela, outra bem diferente era deixar ela me comer.
Olhei nos olhos dela, dava pra ver que ela tava realmente envergonhada, não era aquele truque psicológico típico que as mulheres usam pra conseguir o que querem. A conversa tava me deixando meio desconfortável, mas também era verdade que, se um dia eu fosse experimentar esse tipo de sexo, queria que fosse com ela. Meu cérebro deu um "clique", era algo que ficava entre ela e eu. É verdade, e a real é que aquele olhar me passava muita confiança.
— Cê quer mesmo fazer isso?
— Sim, mas não tem problema, não é a primeira vez que isso acontece comigo.
O silêncio voltou a reinar no terraço, até porque tava praticamente vazio já que a gente chegou bem cedo. Vi a Fong esconder o rosto atrás do copo de refrigerante, bebendo pra evitar me encarar.
— Tá bom, vamos fazer.
Na hora ela engasgou, tossiu mais forte do que eu, claramente não esperava por essa resposta. No fundo, eu também não, mas não tinha muito a perder.
— Com uma condição.
— Fala.
— Devagar e suave, porque vai ser minha primeira vez. Daí só sai coisa, não entra nada.
— Porra, não seja tão gráfico, a gente tá comendo. — Ela voltou a rir das minhas besteiras.
— Isso aí, bora comer que tá esfriando.
O resto da comida foi tranquilo e gostoso, entre risadas a gente foi se conhecendo mais. Assuntos como gostos e hobbies foram surgindo, era verdade que tínhamos coisas em comum e outras não, como todo mundo. A Fong pagou a conta, cumprindo a palavra dela e aceitando que na próxima vez eu pagaria. Ela sorriu com minha proposta, significava que ia ter uma próxima vez...
Voltamos de boa, caminhando até o portão. Ela foi me contando coisas do restaurante dela, a real é que parecia um mundo interessante e ela explicava tudo nos detalhes, dava pra ver que era algo que ela amava.
A gente manteve a compostura ao chegar no portão, mais pra não dar assunto pros vizinhos, mas a coisa mudou quando entramos no elevador. A Fong se jogou em cima de mim e começou a me beijar feito louca, enquanto me abraçava e passava a mão no meu corpo inteiro. Eu não fiquei atrás, puxei as alças do vestido dela e tirei os peitos pra fora pra apalpar à vontade, já que ela não tava de sutiã.
Sem perceber que a gente tinha chegado no nosso andar, as portas do elevador se abriram. A Fong saiu sem arrumar o vestido, então eu saí atrás dela vendo os peitos dela, sem me ligar que eu tava... A pica pra fora, ela abriu a porta de casa e me convidou pra entrar. Fechei a porta atrás de mim e ela se jogou em cima de mim de novo, me pegou de surpresa, então minhas costas bateram no chão quando caímos juntos. Mas não nos separamos, continuamos nos apalpando no chão. De repente, ela agarrou minha camisa e puxou com força, abrindo ela sem desabotoar, vários botões estouraram e um par saiu voando, dando pra ouvir eles quicando no chão.

Vendo o que ela tinha feito com minha pobre camisa, eu me vinguei. Peguei o tecido do vestido dela pelo decote e puxei com força pros lados, com um som de rasgo o pano se abriu, criando um decote novo até o umbigo dela. A Fong tava uma puta gostosa, me beijava sem parar, lambia meu pescoço e minhas orelhas, e quando me dava uma trégua de uns segundos, eu fazia o mesmo com ela. Os dois tavam cheios de saliva um do outro por todo lado.

Minhas mãos acariciavam os peitos dela e desceram pela barriga até bater no tecido. Terminei de rasgar o vestido até abrir ele por completo, revelando uma calcinha rosa claro com um volume mais que proeminente e uma manchinha de umidade no meio. Meu cérebro tava louco pra tocar na pica dela de novo, então enfiei a mão por dentro pra massagear. A Fong, sentindo aquilo, começou a brigar às cegas com meu cinto e os botões da calça jeans. Quando conseguiu soltar, ergueu o corpo pra parar de fazer pressão em cima de mim, momento que aproveitei pra dar uma mão e tirar toda a parte de baixo, enquanto ela tirava o que restava do vestido e a calcinha.

Quando ficamos completamente pelados, ela se colocou de novo em cima de mim pra continuar nos beijando. A mão dela massageava minha pica, enquanto a minha fazia o mesmo com a dela. Nossas cabecinhas se roçavam uma na outra, me dando um tesão do caralho.

A Fong decidiu tomar a iniciativa e se levantou pra se deitar de novo, virando antes de se jogar em cima de mim. Quando o corpo dela desceu, vi a pica dela, já mais dura e ereta, se aproximando da minha cara, não Não me sobrou outra alternativa senão abrir a boca e deixar que entrasse nela. Minha vizinha começou a chupar meu pau assim que o corpo dela se juntou ao meu. Fizemos um sessenta e nove ali no chão de madeira. No silêncio do apartamento dela, só se ouviam nossas respirações e as sugadas nos nossos paus. Ficamos um tempão assim, nos acarinhando nas rolas e nos ovos, até que ela afundou mais o rosto e alcançou meu cu com a ponta da língua. Pra mim, era algo novo. Tive que parar porque não conseguia continuar chupando de tanto tesão pelo que ela tava fazendo. Até aquele momento, eu sempre tinha comido um cuzinho ou outro, mas nunca tinham feito isso em mim. Adorava sentir a pontinha da língua dela passeando pelo meu cu. A Fong parou de repente ao perceber que eu tinha parado de chupar a boceta dela e me disse:

— O que foi? Não tá gostando?
— Não, não, tô adorando. Nunca fizeram isso em mim e eu tava curtindo pra caralho.
— Sério? Conheço um monte de mina que come o cu dos namorados.
— Pois eu, até hoje, não tive essa sorte.

Na hora, ela se levantou e me estendeu a mão pra me ajudar a levantar. A verdade é que tinha me cortado um pouco o clima. Não entendi por que ela fez isso, já que eu tava gostando.

— O que foi, Fong?
— É que pra isso não tô confortável desse jeito, e você disse que nunca fizeram isso em você. Vem.

Ela me pegou pela mão e me levou pro quarto dela. Fomos em silêncio pelo corredor. Era uma casa linda, bem iluminada e decorada. Chegamos no quarto, onde tinha uma cama enorme com um edredom prateado no centro. Dos lados, uma mesinha de cabeceira. No fundo, um armário gigante. Do outro lado, uma penteadeira com um espelho vertical bem grande.

A Fong me fez ficar de quatro, igual ela tinha ficado de manhã na minha cama, com os joelhos quase na borda da cama e a bunda empinada. Vi pelo espelho que ela se agachou atrás de mim, separou minhas nádegas com os dedos e enfiou a cara entre elas. sentir a língua dela de novo na minha bunda foi maravilhoso, mas quando ela deslizou pra dentro de mim foi a glória, a Fong se esbaldou toda com a língua dela, me fez tremer com as lambidas e penetrações de língua, meu corpo tinha espasmos com o que ela fazia, olhei pra baixo e vi meu pau escorrendo, a Fong me dava beliscões e tapas enquanto me comia o cu, por dentro eu só pedia pra ela não parar, mas mesmo assim ela parou, se levantou e chegou perto de mim, sentou na cama e me beijou.
— Não quero que você goze tão rápido.
— Pois eu não me importaria.
— Já percebi. Última chance, tem certeza?
— Absoluta.
Ela me beijou, levantou da cama, foi até a mesinha, pegou outro tubo de lubrificante, igualzinho ao que tava no chão do meu quarto, e foi até o toucador, abriu uma gavetinha e tirou uma luva de látex igual as de médico, aí senti uma mistura de tesão e medo, resumindo, era uma médica gostosa com rabo prestes a fazer um toque retal em mim, ela derramou uma quantidade generosa de lubrificante na palma enluvada da mão dela.
— É sua primeira vez, seu cu não tá acostumado e não quero te arranhar com uma unha.
— Agradeço.
— Tenta relaxar.
Era mais fácil falar do que fazer, senti o gel frio escorrer pela fenda da minha bunda quando ela deixou cair um jorro em cima de mim, o dedo dela começou a passear pela minha bunda, involuntariamente meu cu se fechava, a Fong sussurrava com carinho pra eu relaxar. Quando me dei conta, o dedo dela tava dentro de mim, adorei aquela sensação, ela girou o dedo e foi tirando e colocando devagar, acariciando minhas paredes retais, na verdade, quando a ponta do dedo passava pelo lado que dava pro meu pau, ele dava pulinhos, me causando ondas de prazer.
Senti que ela colocou um segundo dedo pra me dilatar, não doeu, ela repetiu o ritual suave de giros, entradas e saídas, eu tava em êxtase, meu pau continuava babando, a Fong tava com calma, amava o que ela tava fazendo comigo.
— Caralho, que pedaço de cu guloso que você tem, cabe dois Facilidade, três dedos.
—Três?
—Sim, amor, você me deixa toda besta com essa sua bunda.
—Tá esperando o quê?
—Isso mesmo que eu digo.
Fong beijou minhas costas, tirou os dedos, passou gel na pica e tirou a luva, depois disso se posicionou atrás de mim. Instintivamente fechei os olhos ao sentir a cabecinha dela na entrada do meu cu. Por um momento pensei que aquilo sempre tinha sido uma saída, não uma entrada, tava com medo, mas não tinha volta e, na real, eu queria que aquela mulher transformasse aquilo numa entrada.
A glande dela foi abrindo caminho pelo meu cu, era uma mistura de dor e prazer. Fong pedia repetidamente pra eu relaxar e perguntava se eu queria que parasse.
A penetração tava doendo pra caralho, e olha que ela tava indo com toda a suavidade do mundo, mas mesmo assim pedi pra ela não parar. O tesão tomou conta de mim e, não dava pra enganar, o prazer que aquilo me dava.
A pica da Fong se alojou toda dentro de mim quando a pélvis dela encostou na fenda do meu cu, ela apertou minhas nádegas com o corpo dela pra se espremer mais contra o meu.
Ela agarrou minha cintura com as mãos e não perdeu tempo, assim que viu que meu cu tinha se adaptado à pica dela, começou a se mexer. A dor foi sumindo e eu só sentia um tesão do caralho.
Com o tempo, Fong foi acelerando. Adorava o roçar da pica dela nas paredes do meu cu, curtia como ela me furava. Nós dois suspirávamos e gemíamos, pedi pra ela acelerar, e ela não fez objeção. Ela me fodia com velocidade enquanto dava tapas na minha bunda no mesmo ritmo que as bolas dela batiam nas minhas. Meu corpo se arqueava de prazer e comecei a sentir que tava perto de gozar, e olha que ela nem tinha tocado na minha pica uma vez.
O suor escorria em bicas quando gozei. Fong percebeu que eu tinha ejaculado e acelerou ainda mais. Ela chegou ao orgasmo entre gemidos fortes e eu pude sentir o jato de sêmen dentro do meu cu. Fong gozou gostoso dentro de mim antes de tirar a pica, quando eu tava com uma enorme... Sensação de vazio dentro de mim, me deixei cair sobre o edredom manchado.
Fong se deitou do meu lado, também estava encharcada de suor, eu a envolvi sem me mexer com meu braço, puxei ela pra perto de mim e beijei ela, ela se grudou em mim, sorrindo, e me abraçou.
— Como você tá?
— Adorei.
— Eu também.
— Te machuquei?
— Não se preocupa com isso, não te pedi pra parar.
— Dá pra repetir outro dia?
— Quantas vezes você quiser.
— Sério?
— Você é uma mina muito especial.
Fong me beijou de novo e se aninhou no meu ombro.
Foi a primeira vez mesmo, mas não foi a última; desde então, a gente costumava andar pelo corredor pra ir de uma casa pra outra, e não, nem sempre a gente tava vestido.

3 comentários - Minha vizinha é uma Ladyboy gostosa

Es de los mejores relatos que he leído en mi vida, no es sólo morbo, aquí genuinamente hay una historia que interesa, más allá de la paja si te metes en la historia, en los personajes y demás, espero que tenga una continuación, quiero leer más de esto