Introdução ao que é minha vida com ela.
Pra quem eu tô enganando, sempre me deixava de pau duro ver a bunda da minha mãe rebolando na minha frente todo dia e em todo tipo de situação… ela queria alguém que metesse fundo nela.
Minha história é de quase um ano atrás. Sou do México e moro em Toluca, no condomínio Los Sauces. Sou o Daniel, tenho 1,74m, não sou um cara bombado, mas também não sou um magricela, sou meio magro e, como minha mãe diz, seu magrinho… com as garotas, tenho um pouco de sorte, a real é que nunca fiquei sozinho, mas também não vou me descrever como um puta galã e pegador. Tenho 20 anos, estudo Veterinária, escolhi esse curso porque gosto de animais, especialmente cachorros, assim como toda a minha família, e hoje já temos um mastim napolitano… minha família é composta pelo meu pai, Hécto, de 45, minha irmã, Sofi, de 18, e minha MÃE (que é o ponto que nos interessa), Ana, de 43. Não comi ela porque faltasse rola pra ela ou porque meu pai não satisfizesse ela, NÃO, eu simplesmente comi ela porque aconteceu e ponto final… o sexo entre meus pais sempre foi normal, eu acho, porque na real eu não prestava atenção em escutar quando eles transavam, não significa que nunca ouvi, porque de vez em quando eu acabava escutando os gemidos e suspiros que minha mãe fazia…
Meu pai nunca teve problema pra comer ela, só que eu acho que o que ela gostava mesmo era de receber pica dura e, embora meu pai não tivesse dificuldade com sexo, na real ele preferia algo mais "relaxado", mesmo que com posições e tudo, mas no fim das contas eram penetrações normais e não tão selvagens ou fortes como a bunda deliciosa da minha mãe pedia… ela é de pele morena clara, 1,70m de altura, tem um corpo nem magro nem gordo, porque é herança dela eu ser magro, já que meu pai é mais robusto… ela tem uns peitos que cabem na palma da mão, mas são formados e bem durinhos pra idade dela, mas o que chama atenção nela quando você vê de longe é o porte e aquelas bundonas enormes que é impossível não notar, mesmo eu sendo filho dela, porque uma coisa é ser quadriluda e outra bem diferente é ter uma bunda empinada e grande que só de ver ela andar já te deixa de pau duro, ou ver ela de perfil e observar aquela curva que se forma por causa da bunda levantada. Ela é daquelas senhoras milf "fortonas", porque na real ela se cuida bastante com exercícios, mais do que com dietas, ela sempre diz que prefere suar fazendo exercício do que se matar com dieta e essas coisas…
Nunca perguntei as medidas dela, mas com certeza, comparando com outras, as medidas dela devem ser 88-64-106…Sim!!! Umas 106 de bunda, por aí!! Na real, nunca medi…depois de descrever tudo, começa minha história…
De vez em quando, eu achava que minha mãe não se importava de mostrar a bunda, digo isso porque às vezes ela se inclinava e empinava aquela raba na minha frente, e quando eu olhava de perto por trás, me fazia suar…como muitas mulheres, ela se exercitava em casa seguindo vídeos do YouTube, e pra mim, pessoalmente, me deixa o pau durinho ver umas bundudas e rabudas de jeans apertado ou leggings (lycras), e ver aquelas duas bandas da minha mãe caminhando, me deixava babando seguindo aquele movimento, uma bunda sobe, outra desce, uma bunda sobe e outra desce, puta merda!!..era de ficar imaginando como seria se ela sentasse na minha pica com aquela raba enorme e ver ela quicando a cada metida…afff que gostosa!!..
Era quarta-feira de manhã, eu entro na facul às 11 normalmente. Naquela manhã, acordei às 9 pra fazer tarefa, então desci as escadas dos dormitórios pra sala. Enquanto descia, encontrei minha mãe. Normalmente, eu a via vestida assim quase todo dia, mas dessa vez não sei se foi porque tava com uma puta vontade de transar, já que fazia dias que não batia uma e nem comia ninguém — embora, pra ser sincero, não sou daqueles caras que se dizem comedores de um monte de amigas. Vou falar a verdade: eu até comia umas amigas, mas era bem de vez em quando, então tava com uma vontade do caralho. Ou talvez foi que naquele dia minha mãe se vestiu de um jeito mais sedutor e discreto ao mesmo tempo... não sei o que foi, mas depois de observá-la de pé na bancada da cozinha comendo fruta, eu falei:
— Oi, mãe, já acordou tão cedo? — Ela: — Sim, filho, é que tenho que ir correr e depois voltar pra ir com seu pai ver aquele cachorro que ele quer comprar pra sua irmã. — Eu: — Nossa, sério? Vão comprar mesmo?
Vocês vão ver quanto tempo dura essa empolgação dela em cuidar dele, mas onde é que vão levar ele pra ver? – ela: “ah, seu pai disse que no centro, que ele já viu uma loja de animais…” Nessa hora, eu não perdia um detalhe dela e dos movimentos dela, porque como ela disse que ia correr, tava vestindo um shortinho de lycra preto, um tênis e uma blusa de gola rolê, mas que só chegava na cintura e bem justinha, então aquelas bundonas enormes ficavam de fora, balançando a cada passo que ela dava. As nádegas carnudas dela pareciam uma delícia, e eu acho que ela sabia que eram um poder enorme sobre os homens, porque, como eu disse, sempre tive a impressão de que ela fazia de propósito pra eles verem aquela bunda que ela tem. Já ouvi ela mais de uma vez conversando com minhas tias sobre como ela adorava a própria bunda e que, de vez em quando, ficava excitada quando via homens devorando a bunda dela com o olhar, mas que mais ainda gostava de provocar os mais jovens, porque, segundo ela, quando se insinuava na frente deles, eles ficavam nervosos e nem conseguiam esconder as ereções…
Uma vez, eu tava na sala vendo TV e ouvi ela contando pras minhas tias, baixinho, na cozinha, como uma vez ela deu uma sarrada num moleque numa loja de computador. Ela disse que foi ver qual computador comprar pra minha irmã, porque ela precisava de um, e que o moleque, segundo a descrição dela, era parecido comigo, tanto na idade quanto no físico. Resumindo, ela falou que, quando percebeu que o cara tava olhando pra bunda dela, começou a provocar ele. Ela se abaixou (sem dobrar as pernas) pra olhar uns modelos de computador na vitrine que tinha na frente do balcão onde ele tava.
—disse que não tinha mais ninguém no local e que ela, permanecendo naquela posição de bunda empinada, virou pra olhar o moleque, que não perdia um detalhe. Ela perguntou sobre as características daquele notebook, mas o tempo todo, enquanto ele explicava, não saiu daquela pose. Disse que adorou como o moleque gaguejava e repetia o que falava, enquanto olhava nos olhos dela e, disfarçadamente, desviava o olhar pra aquele par de rabos enfiados nuns jeans na altura do quadril…
Aquela conversa ficou só nisso, ela não comeu o moleque nem nada, só gostava de ver como ele devorava aquela rabetona com os olhos. Uma das minhas tias só falou: "Pois pra você é fácil chamar atenção, olha só, madame, com essa bunda, todos os homens, de todas as idades, te olham. Pobre menino, já imagino como ele se sentia te vendo ali..." "Pois é, você sabe como eu gosto de me exibir um pouco desde que éramos mais novas", respondeu Ana, minha mãe.
Foi aí que eu entendi que as minas gostam de ser observadas, mas com "moderação" e só até onde elas quiserem.
Naquele dia, o assunto morreu ali.
Obviamente a mulher dessa foto NÃO É MINHA MÃE, mas É MUITO PARECIDA COM ELA!! Pra mim, ESSAS BUNDAS SÃO PRATICAMENTE AS MESMAS, então é pra vocês terem uma noção dela fisicamente….
Um dia aconteceu que, enquanto eu jogava Xbox na TV da sala, minha mãe entra e começa a procurar um dos sapatos que, "segundo" ela, tinha deixado na noite anterior na sala. Naquela noite, ela e meu pai sairiam para um jantar com uns conhecidos, então ela estava vestindo um vestido de noite — não era muito justo, mas também não estava folgado, se ajustava perfeitamente àquele rabão delicioso dela. Eu olhava para a TV quando, de repente, ela para na minha frente e se abaixa para procurar o sapato embaixo do móvel da TV. Estava de costas para mim, então a tinha a uns 2 metros de distância, de joelhos e empinando aquela bunda enorme — era impossível não perder um detalhe do movimento. Até perdi a noção do jogo e fiquei vidrado naquele rabão empinado.
Como eu disse antes, não sei se ela fazia de propósito, mas ela demorou um pouco naquela posição enquanto me perguntava se eu tinha visto. Eu disse que não, aí ela vira pra me olhar e eu rapidamente voltei a vista pra TV pra não ser pego devorando com os olhos aquela raba de deusa, e ela fala: "Me dá atenção!! Tô falando com você!!
Porra, caralho, o que eu tenho que fazer pra você prestar atenção em mim e me olhar enquanto eu falo, seu moleque!!
Nisso eu pausei o jogo e virei pra olhar ela… continuava na mesma posição, de joelhos e de costas, só virou a cabeça pra me olhar por cima do ombro… e eu respondi: "Que foi?!" – "Se você viu meu sapato!!" – "Já te falei que não, Mãe!!
E por uns segundos desviei o olhar pra bunda dela, obviamente ela percebeu porque riu e disse: "Ok, então vamos ver se na próxima você se digna a me ajudar... como assim?" O que significava aquilo??
Dias depois que minha mãe foi com meu pai comprar o tal do cachorro (agradeço por terem comprado, porque acho que foi ele que causou tudo entre eu e minha mãe), minha irmã, como eu disse antes, não ligava pra ele e, basicamente, eu e minha mãe cuidávamos de alimentar e dar banho nele.
Numa manhã, enquanto minha mãe de bucetão gostoso dava banho no cachorro, eu tava levantando da cama…
— Mãe!!!? Cadê você??... Eu descia as escadas indo pra cozinha, ela não tava lá.
— Mãe…!! Eu ia gritar de novo quando, pela janela que dá pra sala, vi que ela tava lá fora tentando segurar, sem muito sucesso, o cachorro enquanto ensaboava ele…
Foi uma delícia vê-la assim; ela estava de cócoras com uma calça jeans desgastada, não estava rasgada, mas era bem justinha na bunda dela… puta merda, como dava pra ver as nádegas!!! Dava pra ver também aquelas “covinhas” que as mulheres têm na parte baixa das costas antes de chegar nas nádegas, e do jeito que ela estava agachada, a calça descia um pouco e ainda dava pra ver que ela tava com uma camiseta vermelha, nem larga nem tão justa…. Assim, de cócoras, num certo momento apareceu um pedacinho de fio dental preto… nessa hora eu já tava segurando meu pau por cima da calça do pijama… fiquei um tempão olhando, quase não conseguindo fazer nada porque o cachorro se mexia e queria fugir, aí ela se moveu bruscamente e minha mãe caiu sentada no chão molhado, já imaginam como molhou a bunda dela, ufff!!!
De repente, ela, desesperada, grita pra mim: Filho!!!! Levanta logo e vem me ajudar!!! Esse maldito cachorro não deixa!!!
Isso me tirou do transe que eu tava enquanto admirava aquela bunda gostosa dela. Demorei um pouco pra sair pra ela pensar que eu tava me levantando agora e também pra disfarçar e esperar a pica baixar, porque já tava duríssima….
— O que foi, mãe? Haha, olha as madamas como tão, kkkk. Tava falando pra ela por causa do tanto que já tava molhada.
— Cala a boca e me ajuda!!
— Mas é verdade que te falei que o gosto do cachorro ia durar pouco, né?
— Mas já vai ver quando aquela pirralha chegar, falei pra ela dar banho no cachorro e ela nem ligou!
Fiquei do lado da minha mãe, ela já tinha se ajoelhado e eu tava levemente abaixado, então tava mais alto que ela. Mesmo não conseguindo ver muito os peitos dela, dava pra distinguir um pouquinho. Claro que os peitos dela nunca foram meu foco de atenção, **A BUNDONA DELA ERA O QUE ME INTERESSAVA!!**
Eu tava usando um shorts daqueles de uniforme de futebol, tipo um shorts leve com minha cueca box por baixo, então imaginem que se eu tivesse uma ereção, ia aparecer claramente... Não vou dizer que fiquei de pau duro o tempo todo enquanto lavávamos o cachorro, não... Mas tava meio acordado, naquele ponto entre mole e meia-bomba (os homens me entendem). Obviamente dava pra notar um pouco no shorts. Não sei se foi impressão minha, mas comecei a perceber que ela tava olhando de soslaio pra minha rola... Isso me agradava.
O cachorro, ao sentir o jato de água molhada pra enxaguar ele, se mexeu bruscamente pro lado e escapou das minhas mãos, saiu correndo e se enfiou debaixo de umas árvores que temos no quintal.
— Droga de cachorro!! Por que você não segura ele direito, filho!!
— Ele escapou das minhas mãos, mãe!!
— Vai nessa! Acabamos de dar banho nele e ele já se meteu debaixo das árvores. Mas você vai ver, seu cachorro filho da puta…
— Hahaha, deixa ele aí, não adianta nada, mãe.
— Cala a boca, você que tem culpa, agora me ajuda a tirar ele daí pra amarrar, senão vai ficar mais sujo ainda!!
— Ok.
Minha mãe se levantou e foi se aproximar de onde o bicho estava. Como o cachorro se enfiou debaixo, ela teve que se inclinar, se ajoelhou e se abaixou pra ver onde ele tava… ver a bunda dela daquele jeito era a glória, praticamente tava de quatro e com a cabeça quase enfiada debaixo da árvore, com a bunda toda empinada daquele jeito era impossível não olhar e impossível não ter uma ereção.
— Vem me ajudar!!
Disse minha mãe sem tirar a cabeça de lá.
— Ok, já vou.
A única coisa que o cachorro tinha era a coleira com a guia. Ela pegou a guia e puxou.
— Pega a guia e puxa ele enquanto eu seguro pelo colar.
Disse isso esticando a mão pra trás me dando a corda.
Fiquei atrás dela, minha intenção não era dar umas roçadas com meu pau duro. Ficava duríssimo só de pensar, mas não queria tentar. Peguei a guia, mas ela não conseguia segurar ele pelo colar.
— Não consigo!! Ele tá se enfiando mais!!
Tenta puxar ele, filho.
Eu puxava, mas meu olhar tava nas nádegas dela, perdido no vai e vem que ela fazia com a força que colocava pra tentar pegar ele. De repente, ela disse:
— Já peguei!
E puxo, enquanto ela se inclina pra trás!! Ela esbarra em mim e minha ereção ficou entre as bundas dela.
Ela, ao sentir (porque foi óbvio que sentiu), ficou calada. Aí, pra disfarçar, perguntei:
— O que foi? Soltou?
— Não… não soltou, já peguei.
— Então puxa.
— Mas me ajuda também, filho!
E colocou minha mão esquerda na parte baixa das costas dela, enquanto com a direita segurava o cordão e puxava. Dava pra sentir as costas dela molhadas, não sei se de suor ou da água do banho… era uma maravilha ver ela curvada de quatro, com minha mão nas costas, os quadris largos por causa daquela bunda carnuda e meu pau esfregando no meio.
Ela também começou a puxar, empurrando a bunda pra trás em minha direção. Talvez ela gostasse do contato com meu pau, sei lá.
- Qual é? Não consegue tirar não, é?
Perguntei enquanto empurrava meu pau e com a mão forçava as costas dela pra baixo, fazendo ela se inclinar mais e o rabo dela ficar ainda mais empinado…
- sim... sim, posso, mas... se ele tiver força, seu cachorro filho da puta...
De repente, ela se empurrou com força pra trás e eu tive que sair daquela posição, já tinha tirado o cachorro.
- ok, agora vamos amarrar ele.
Ela disse isso se virando pra mim, eu tava de pé na frente dela com o pau no short que parecia uma barraca de circo. Ela se abaixou na altura da minha pica, deixando o cachorro no chão, e vi que ela virou rapidamente pra olhar o volume que revelava a ereção que há pouco tempo tava entre as nádegas dela.
- Me dá a coleira
- Toma, mãe... ei, tá suando?
- Pois é, filho! Com esse calor e tanta correria, como é que não vou suar?
Ela disse isso enquanto sorria de um jeito muito gostoso.
- Bom, deixa eu prender o cachorro e vou tomar um banho. Depois você toma um também, filho, porque já já é hora de você ir pra facul.
- Sim, mãe... me avisa quando terminar.
Ela entrou no banho e, obviamente, eu não perdi tempo e bati uma punheta com tudo que tinha rolado. Gozei rapidão lembrando de tudo. Sinceramente, não passou pela minha cabeça que eu tinha que comer ela, só curti o que aconteceu e não pensei em mais nada... mas continuei olhando pra ela sempre que podia... A BUNDA DELA ERA UM SONHO!!!!
Esse dia terminou assim, pela primeira vez teve um contato entre ela e eu, E QUE TIPO DE CONTATO!!...
Pra quem eu tô enganando, sempre me deixava de pau duro ver a bunda da minha mãe rebolando na minha frente todo dia e em todo tipo de situação… ela queria alguém que metesse fundo nela.
Minha história é de quase um ano atrás. Sou do México e moro em Toluca, no condomínio Los Sauces. Sou o Daniel, tenho 1,74m, não sou um cara bombado, mas também não sou um magricela, sou meio magro e, como minha mãe diz, seu magrinho… com as garotas, tenho um pouco de sorte, a real é que nunca fiquei sozinho, mas também não vou me descrever como um puta galã e pegador. Tenho 20 anos, estudo Veterinária, escolhi esse curso porque gosto de animais, especialmente cachorros, assim como toda a minha família, e hoje já temos um mastim napolitano… minha família é composta pelo meu pai, Hécto, de 45, minha irmã, Sofi, de 18, e minha MÃE (que é o ponto que nos interessa), Ana, de 43. Não comi ela porque faltasse rola pra ela ou porque meu pai não satisfizesse ela, NÃO, eu simplesmente comi ela porque aconteceu e ponto final… o sexo entre meus pais sempre foi normal, eu acho, porque na real eu não prestava atenção em escutar quando eles transavam, não significa que nunca ouvi, porque de vez em quando eu acabava escutando os gemidos e suspiros que minha mãe fazia…
Meu pai nunca teve problema pra comer ela, só que eu acho que o que ela gostava mesmo era de receber pica dura e, embora meu pai não tivesse dificuldade com sexo, na real ele preferia algo mais "relaxado", mesmo que com posições e tudo, mas no fim das contas eram penetrações normais e não tão selvagens ou fortes como a bunda deliciosa da minha mãe pedia… ela é de pele morena clara, 1,70m de altura, tem um corpo nem magro nem gordo, porque é herança dela eu ser magro, já que meu pai é mais robusto… ela tem uns peitos que cabem na palma da mão, mas são formados e bem durinhos pra idade dela, mas o que chama atenção nela quando você vê de longe é o porte e aquelas bundonas enormes que é impossível não notar, mesmo eu sendo filho dela, porque uma coisa é ser quadriluda e outra bem diferente é ter uma bunda empinada e grande que só de ver ela andar já te deixa de pau duro, ou ver ela de perfil e observar aquela curva que se forma por causa da bunda levantada. Ela é daquelas senhoras milf "fortonas", porque na real ela se cuida bastante com exercícios, mais do que com dietas, ela sempre diz que prefere suar fazendo exercício do que se matar com dieta e essas coisas…
Nunca perguntei as medidas dela, mas com certeza, comparando com outras, as medidas dela devem ser 88-64-106…Sim!!! Umas 106 de bunda, por aí!! Na real, nunca medi…depois de descrever tudo, começa minha história…De vez em quando, eu achava que minha mãe não se importava de mostrar a bunda, digo isso porque às vezes ela se inclinava e empinava aquela raba na minha frente, e quando eu olhava de perto por trás, me fazia suar…como muitas mulheres, ela se exercitava em casa seguindo vídeos do YouTube, e pra mim, pessoalmente, me deixa o pau durinho ver umas bundudas e rabudas de jeans apertado ou leggings (lycras), e ver aquelas duas bandas da minha mãe caminhando, me deixava babando seguindo aquele movimento, uma bunda sobe, outra desce, uma bunda sobe e outra desce, puta merda!!..era de ficar imaginando como seria se ela sentasse na minha pica com aquela raba enorme e ver ela quicando a cada metida…afff que gostosa!!..
Era quarta-feira de manhã, eu entro na facul às 11 normalmente. Naquela manhã, acordei às 9 pra fazer tarefa, então desci as escadas dos dormitórios pra sala. Enquanto descia, encontrei minha mãe. Normalmente, eu a via vestida assim quase todo dia, mas dessa vez não sei se foi porque tava com uma puta vontade de transar, já que fazia dias que não batia uma e nem comia ninguém — embora, pra ser sincero, não sou daqueles caras que se dizem comedores de um monte de amigas. Vou falar a verdade: eu até comia umas amigas, mas era bem de vez em quando, então tava com uma vontade do caralho. Ou talvez foi que naquele dia minha mãe se vestiu de um jeito mais sedutor e discreto ao mesmo tempo... não sei o que foi, mas depois de observá-la de pé na bancada da cozinha comendo fruta, eu falei:— Oi, mãe, já acordou tão cedo? — Ela: — Sim, filho, é que tenho que ir correr e depois voltar pra ir com seu pai ver aquele cachorro que ele quer comprar pra sua irmã. — Eu: — Nossa, sério? Vão comprar mesmo?
Vocês vão ver quanto tempo dura essa empolgação dela em cuidar dele, mas onde é que vão levar ele pra ver? – ela: “ah, seu pai disse que no centro, que ele já viu uma loja de animais…” Nessa hora, eu não perdia um detalhe dela e dos movimentos dela, porque como ela disse que ia correr, tava vestindo um shortinho de lycra preto, um tênis e uma blusa de gola rolê, mas que só chegava na cintura e bem justinha, então aquelas bundonas enormes ficavam de fora, balançando a cada passo que ela dava. As nádegas carnudas dela pareciam uma delícia, e eu acho que ela sabia que eram um poder enorme sobre os homens, porque, como eu disse, sempre tive a impressão de que ela fazia de propósito pra eles verem aquela bunda que ela tem. Já ouvi ela mais de uma vez conversando com minhas tias sobre como ela adorava a própria bunda e que, de vez em quando, ficava excitada quando via homens devorando a bunda dela com o olhar, mas que mais ainda gostava de provocar os mais jovens, porque, segundo ela, quando se insinuava na frente deles, eles ficavam nervosos e nem conseguiam esconder as ereções…
Uma vez, eu tava na sala vendo TV e ouvi ela contando pras minhas tias, baixinho, na cozinha, como uma vez ela deu uma sarrada num moleque numa loja de computador. Ela disse que foi ver qual computador comprar pra minha irmã, porque ela precisava de um, e que o moleque, segundo a descrição dela, era parecido comigo, tanto na idade quanto no físico. Resumindo, ela falou que, quando percebeu que o cara tava olhando pra bunda dela, começou a provocar ele. Ela se abaixou (sem dobrar as pernas) pra olhar uns modelos de computador na vitrine que tinha na frente do balcão onde ele tava.
—disse que não tinha mais ninguém no local e que ela, permanecendo naquela posição de bunda empinada, virou pra olhar o moleque, que não perdia um detalhe. Ela perguntou sobre as características daquele notebook, mas o tempo todo, enquanto ele explicava, não saiu daquela pose. Disse que adorou como o moleque gaguejava e repetia o que falava, enquanto olhava nos olhos dela e, disfarçadamente, desviava o olhar pra aquele par de rabos enfiados nuns jeans na altura do quadril…
Aquela conversa ficou só nisso, ela não comeu o moleque nem nada, só gostava de ver como ele devorava aquela rabetona com os olhos. Uma das minhas tias só falou: "Pois pra você é fácil chamar atenção, olha só, madame, com essa bunda, todos os homens, de todas as idades, te olham. Pobre menino, já imagino como ele se sentia te vendo ali..." "Pois é, você sabe como eu gosto de me exibir um pouco desde que éramos mais novas", respondeu Ana, minha mãe.
Foi aí que eu entendi que as minas gostam de ser observadas, mas com "moderação" e só até onde elas quiserem. Naquele dia, o assunto morreu ali.
Obviamente a mulher dessa foto NÃO É MINHA MÃE, mas É MUITO PARECIDA COM ELA!! Pra mim, ESSAS BUNDAS SÃO PRATICAMENTE AS MESMAS, então é pra vocês terem uma noção dela fisicamente….
Um dia aconteceu que, enquanto eu jogava Xbox na TV da sala, minha mãe entra e começa a procurar um dos sapatos que, "segundo" ela, tinha deixado na noite anterior na sala. Naquela noite, ela e meu pai sairiam para um jantar com uns conhecidos, então ela estava vestindo um vestido de noite — não era muito justo, mas também não estava folgado, se ajustava perfeitamente àquele rabão delicioso dela. Eu olhava para a TV quando, de repente, ela para na minha frente e se abaixa para procurar o sapato embaixo do móvel da TV. Estava de costas para mim, então a tinha a uns 2 metros de distância, de joelhos e empinando aquela bunda enorme — era impossível não perder um detalhe do movimento. Até perdi a noção do jogo e fiquei vidrado naquele rabão empinado.
Como eu disse antes, não sei se ela fazia de propósito, mas ela demorou um pouco naquela posição enquanto me perguntava se eu tinha visto. Eu disse que não, aí ela vira pra me olhar e eu rapidamente voltei a vista pra TV pra não ser pego devorando com os olhos aquela raba de deusa, e ela fala: "Me dá atenção!! Tô falando com você!!
Porra, caralho, o que eu tenho que fazer pra você prestar atenção em mim e me olhar enquanto eu falo, seu moleque!!
Nisso eu pausei o jogo e virei pra olhar ela… continuava na mesma posição, de joelhos e de costas, só virou a cabeça pra me olhar por cima do ombro… e eu respondi: "Que foi?!" – "Se você viu meu sapato!!" – "Já te falei que não, Mãe!!
E por uns segundos desviei o olhar pra bunda dela, obviamente ela percebeu porque riu e disse: "Ok, então vamos ver se na próxima você se digna a me ajudar... como assim?" O que significava aquilo??
Dias depois que minha mãe foi com meu pai comprar o tal do cachorro (agradeço por terem comprado, porque acho que foi ele que causou tudo entre eu e minha mãe), minha irmã, como eu disse antes, não ligava pra ele e, basicamente, eu e minha mãe cuidávamos de alimentar e dar banho nele.Numa manhã, enquanto minha mãe de bucetão gostoso dava banho no cachorro, eu tava levantando da cama…
— Mãe!!!? Cadê você??... Eu descia as escadas indo pra cozinha, ela não tava lá.
— Mãe…!! Eu ia gritar de novo quando, pela janela que dá pra sala, vi que ela tava lá fora tentando segurar, sem muito sucesso, o cachorro enquanto ensaboava ele…
Foi uma delícia vê-la assim; ela estava de cócoras com uma calça jeans desgastada, não estava rasgada, mas era bem justinha na bunda dela… puta merda, como dava pra ver as nádegas!!! Dava pra ver também aquelas “covinhas” que as mulheres têm na parte baixa das costas antes de chegar nas nádegas, e do jeito que ela estava agachada, a calça descia um pouco e ainda dava pra ver que ela tava com uma camiseta vermelha, nem larga nem tão justa…. Assim, de cócoras, num certo momento apareceu um pedacinho de fio dental preto… nessa hora eu já tava segurando meu pau por cima da calça do pijama… fiquei um tempão olhando, quase não conseguindo fazer nada porque o cachorro se mexia e queria fugir, aí ela se moveu bruscamente e minha mãe caiu sentada no chão molhado, já imaginam como molhou a bunda dela, ufff!!!De repente, ela, desesperada, grita pra mim: Filho!!!! Levanta logo e vem me ajudar!!! Esse maldito cachorro não deixa!!!
Isso me tirou do transe que eu tava enquanto admirava aquela bunda gostosa dela. Demorei um pouco pra sair pra ela pensar que eu tava me levantando agora e também pra disfarçar e esperar a pica baixar, porque já tava duríssima….
— O que foi, mãe? Haha, olha as madamas como tão, kkkk. Tava falando pra ela por causa do tanto que já tava molhada.— Cala a boca e me ajuda!!
— Mas é verdade que te falei que o gosto do cachorro ia durar pouco, né?
— Mas já vai ver quando aquela pirralha chegar, falei pra ela dar banho no cachorro e ela nem ligou!
Fiquei do lado da minha mãe, ela já tinha se ajoelhado e eu tava levemente abaixado, então tava mais alto que ela. Mesmo não conseguindo ver muito os peitos dela, dava pra distinguir um pouquinho. Claro que os peitos dela nunca foram meu foco de atenção, **A BUNDONA DELA ERA O QUE ME INTERESSAVA!!**
Eu tava usando um shorts daqueles de uniforme de futebol, tipo um shorts leve com minha cueca box por baixo, então imaginem que se eu tivesse uma ereção, ia aparecer claramente... Não vou dizer que fiquei de pau duro o tempo todo enquanto lavávamos o cachorro, não... Mas tava meio acordado, naquele ponto entre mole e meia-bomba (os homens me entendem). Obviamente dava pra notar um pouco no shorts. Não sei se foi impressão minha, mas comecei a perceber que ela tava olhando de soslaio pra minha rola... Isso me agradava.
O cachorro, ao sentir o jato de água molhada pra enxaguar ele, se mexeu bruscamente pro lado e escapou das minhas mãos, saiu correndo e se enfiou debaixo de umas árvores que temos no quintal.— Droga de cachorro!! Por que você não segura ele direito, filho!!
— Ele escapou das minhas mãos, mãe!!
— Vai nessa! Acabamos de dar banho nele e ele já se meteu debaixo das árvores. Mas você vai ver, seu cachorro filho da puta…
— Hahaha, deixa ele aí, não adianta nada, mãe.
— Cala a boca, você que tem culpa, agora me ajuda a tirar ele daí pra amarrar, senão vai ficar mais sujo ainda!!
— Ok.
Minha mãe se levantou e foi se aproximar de onde o bicho estava. Como o cachorro se enfiou debaixo, ela teve que se inclinar, se ajoelhou e se abaixou pra ver onde ele tava… ver a bunda dela daquele jeito era a glória, praticamente tava de quatro e com a cabeça quase enfiada debaixo da árvore, com a bunda toda empinada daquele jeito era impossível não olhar e impossível não ter uma ereção.
— Vem me ajudar!!
Disse minha mãe sem tirar a cabeça de lá.
— Ok, já vou.
A única coisa que o cachorro tinha era a coleira com a guia. Ela pegou a guia e puxou.
— Pega a guia e puxa ele enquanto eu seguro pelo colar.
Disse isso esticando a mão pra trás me dando a corda.
Fiquei atrás dela, minha intenção não era dar umas roçadas com meu pau duro. Ficava duríssimo só de pensar, mas não queria tentar. Peguei a guia, mas ela não conseguia segurar ele pelo colar.
— Não consigo!! Ele tá se enfiando mais!!
Tenta puxar ele, filho.
Eu puxava, mas meu olhar tava nas nádegas dela, perdido no vai e vem que ela fazia com a força que colocava pra tentar pegar ele. De repente, ela disse:
— Já peguei! E puxo, enquanto ela se inclina pra trás!! Ela esbarra em mim e minha ereção ficou entre as bundas dela.
Ela, ao sentir (porque foi óbvio que sentiu), ficou calada. Aí, pra disfarçar, perguntei:
— O que foi? Soltou?
— Não… não soltou, já peguei.
— Então puxa.
— Mas me ajuda também, filho!
E colocou minha mão esquerda na parte baixa das costas dela, enquanto com a direita segurava o cordão e puxava. Dava pra sentir as costas dela molhadas, não sei se de suor ou da água do banho… era uma maravilha ver ela curvada de quatro, com minha mão nas costas, os quadris largos por causa daquela bunda carnuda e meu pau esfregando no meio.
Ela também começou a puxar, empurrando a bunda pra trás em minha direção. Talvez ela gostasse do contato com meu pau, sei lá.
- Qual é? Não consegue tirar não, é? Perguntei enquanto empurrava meu pau e com a mão forçava as costas dela pra baixo, fazendo ela se inclinar mais e o rabo dela ficar ainda mais empinado…
- sim... sim, posso, mas... se ele tiver força, seu cachorro filho da puta...De repente, ela se empurrou com força pra trás e eu tive que sair daquela posição, já tinha tirado o cachorro.
- ok, agora vamos amarrar ele.
Ela disse isso se virando pra mim, eu tava de pé na frente dela com o pau no short que parecia uma barraca de circo. Ela se abaixou na altura da minha pica, deixando o cachorro no chão, e vi que ela virou rapidamente pra olhar o volume que revelava a ereção que há pouco tempo tava entre as nádegas dela.
- Me dá a coleira - Toma, mãe... ei, tá suando?
- Pois é, filho! Com esse calor e tanta correria, como é que não vou suar?
Ela disse isso enquanto sorria de um jeito muito gostoso.
- Bom, deixa eu prender o cachorro e vou tomar um banho. Depois você toma um também, filho, porque já já é hora de você ir pra facul.
- Sim, mãe... me avisa quando terminar.
Ela entrou no banho e, obviamente, eu não perdi tempo e bati uma punheta com tudo que tinha rolado. Gozei rapidão lembrando de tudo. Sinceramente, não passou pela minha cabeça que eu tinha que comer ela, só curti o que aconteceu e não pensei em mais nada... mas continuei olhando pra ela sempre que podia... A BUNDA DELA ERA UM SONHO!!!!
Esse dia terminou assim, pela primeira vez teve um contato entre ela e eu, E QUE TIPO DE CONTATO!!...
4 comentários - Mete forte na Mamãe I