el turno del electricista

terminando essa história


Eu devia ter feito isso há um tempão.


valeu por ler
desculpa a demora




valeu pelos pontos


https://www.poringa.net/posts/relatos/6312565/Despues-de-los-albaniles.html





Depois que o Javier foi embora, a Ani me ajudou a tomar um banho, a gente jantou o que sobrou do churrasco e fomos pra cama.


Ana, cada vez eu tô transando mais, céu. Hoje teu velho me comeu no quincho. Pra tua sorte, teu velho não sabe que tu é viado.


Melhor que o bebê não saiba, mas logo meu primo vai contar pra ele.


Ana, eu cuido pra ele não fazer isso se quiser ser teu macho fixo. Adorei como ele te comeu, amor.


Você gosta do jeito que me humilham e me maltratam?


Ana, bom, a verdade é que pra mim isso é um jogo, querido. Sexualmente, é o que você merece por ser um putinho.


Tem razão, amor, eu mereço isso não só por ser tão filho da puta, mas também é o castigo que um perdedor merece.


Ana, você é uma putinha, dá pra ver como você gosta de ser humilhada, olha como seu pau ficou duro, bebê. Pena que você vai estar trabalhando quando o Javi estiver em casa.


Ô céu, não sei o que faria se visse ele de novo amanhã. Hoje eu explodi a bunda, você não tem ideia de como tá doendo.


Ana já te falei, é o que você merece.


Foi assim que o Javi veio quase toda a semana e, claro, acabou comendo minha namorada mais do que trabalhava. A Anita já não me contava como eles comiam ela, eu mesmo imaginava tudo. Foi então que descobri que não conseguia ficar muito tempo sem ser comido. Só pensava em uma pica que enchesse meu cu, mesmo que doesse. Isso me fez procurar o Germán, meu velho colega do ensino médio, o mesmo que um dia tinha abusado de mim. No final, minha própria mãe acabou confessando que o Germán tinha feito dela sua putinha pessoal. Aquilo era brincar com fogo, eu sabia. Sabia que, se ele conhecesse minha namorada, aconteceria a mesma coisa que aconteceu com a minha velha. Era inevitável. Mas me consumia imaginar as coisas que ele seria capaz de fazer comigo, embora soubesse o bem que ele me comeria. Pra ele, eu sempre fui um perdedor. Supus que, quando o visse, ele tiraria toda a raiva que tinha de mim, e era isso que mais me excitava. Foi assim que não demorei a encontrá-lo.


Oi germi, quanto tempo, como cê tá,


German: muito bem, foda, e você?


Vem, vamos num bar que te conto.


German, beleza, mas quem paga é você porque eu não tenho um puto.


Pra mim isso não era estranho, embora eu soubesse que era mentira. Desde moleque, eu sempre era o que pagava.


O que você tá fazendo agora, digo, qual é o seu trampo?


Além de quebrar bucetas, sou decorador.


Exatamente o que eu tava precisando


German que te arrebente a buceta ou que te enfeite ela


As duas coisas kkkkkkkkk


German, quando quiser, mas cê sabe que por isso eu cobro.


Sim, sim, claro, quando você puder fazer isso.


Amanhã mesmo, se você estiver a fim.


Sim, mas agora sério, acontece que comprei uma casa onde moro com minha mina e só falta pintar ela toda.


Isso já tá me agradando pra caralho.


Imagino como você vai aproveitar isso.


Alemão: E aí, como tá sua namorada?


Anita? Não é uma grande mulher, mas se vira.


German vai ter que ver se isso é verdade.


Te garanto que você vai gostar.


German, você sabe que se eu gostar de você, vou te fazer de corno, não é verdade?


Bom, com certeza você vai fazer com ela o mesmo que fez com a minha coroa. Ela me contou que você não só comeu ela, mas também fez dela sua putinha pessoal.


German, há um tempão que não vejo a sua coroa, uma puta daquelas, pra ser sincero, dá até saudade. Mas fazer o quê, você sabe muito bem disso, e por isso tá me oferecendo a sua mina.


Porque tenho certeza de que a Anita vai te agradar.


German, na moral, mais corno manso impossível, já quero conhecer ela.


Amanhã, sábado, eu passo aí pra te buscar e aí você vê o trampo que tem que fazer pra me passar teu orçamento.


Alemão, dá-lhe buceta, vou te fazer ficar muito gostosa.


Nos despedimos sabendo que nada do que foi dito era brincadeira, meu bully não só ia comer minha namorada, que eu mesmo tava entregando de bandeja, como também ia realizar o sonho dele de me transformar num grande perdedor, além de ser o corno do bairro. Quando cheguei em casa, contei toda a história pra Anita e ela ficou toda animada.


Ana, quando seu amiguinho vier, vou garantir que só de me olhar ele já saiba o quão piranha eu sou, e eu mesma vou propor pra ele ser nosso macho, mas pra isso ele vai ter que ser o macho fixo das duas.


Sim, amor, se você gosta, pode fazer.


Ana, pelo que sua mãe me contou, sei muito bem que vou gostar de você.


O que foi que ela te contou?


Ana como eu comia ela e também dominava, tem que ser muito macho pra dominar uma puta como ela, amor. Melhor você se preparar porque esse filho da puta não vai ter nenhuma compaixão por você.


Vai ser que nem o Javier, então.


Ana, o Javier vai ser fichinha perto desse promíscuo, esse aqui vai te deixar mancando de amor.


Agora me diz uma coisa, você tá se cuidando, bebê?


Ana cuidando de que berrante? De engravidar? Isso nem fudendo amor, tenho certeza que já me enfiaram um filho pra dentro, céu, fica feliz porque você vai ser papai bebê


Nããão, sério mesmo? Por que você fez isso?


Ana, porque você merece, merece ter os chifres mais grandes do mundo, corno manso. É assim que um perdedor tem eles.


Não acreditei no quanto eu tava animado, ia ser pai, mesmo não sendo meu de verdade, tava mais gostoso do que nunca, tava tão tarado que comemorei com ela e à noite quis bater uma punheta e só consegui quando me imaginei sendo comido pelo meu valentão, me senti completamente derrotado. No dia seguinte fui buscar o Germán, a Anita já tava preparada pra receber meu valentão como ele merecia: uma saia escolar curta e uma camisa. Pra minha surpresa, o Germán só ficou inspecionando a casa e depois disso me passou o orçamento com ajudante incluso, coisa que, no meu tesão, aceitei na hora.


Cuck alemão, vai trabalhar ou vai ficar aí olhando eu comer sua namorada? Essa puta é puta demais e já tô com o pau durasso.


Ana, sério, eu passei dos limites sendo uma putinha?


Alemão, mas é claro, meu amor. Dá pra ver que esse viado não te dá o que você merece.


Ana, e o que é que eu mereço?


Alemão é macho de verdade, e não um viadinho igual o Oscar.


Ana e você, sério que você é um macho de verdade?


German, vem aqui que eu vou te provar.


Eu sentado, sem falar nada, percebi que pra eles era como se eu nem estivesse ali. Anita se colocou do lado dele, e o Germán só puxou a pica enorme dele pra fora da calça.


German, viu por que eu digo que sou um macho de verdade?


Ana, ah sim, esse é o macho que eu preciso.


Anita pegou na pica dele e começou a bater uma.
Alemão, vai princesa, realiza teus desejos, quando você chupou um desse tamanho?


A Anita não se fez de rogada, ajoelhou, me olhou e disse:


Ana, me perdoa, amor, mas ele é muito mais gostoso que você.


Como ela conseguiu engolir até a metade, mas não cabia na minha namorada


German, veni, boludo. Por que você não ajuda ela? Não tá vendo que a putinha não aguenta?


Totalmente derrotado, me ajoelhei ao lado da minha namorada e comecei a chupar a pica do meu valentão junto com ela, enquanto a Germânia gemia ao mesmo tempo que ria até quase explodir a pica dele.




Alemão, em quem eu arrebento a buceta primeiro?


A mim, a mim, por favor, me dá essa pica.


Então vamos pra cama.


Não, aqui, arrebenta essa buceta aqui.


Fiquei de quatro e abri minha buceta com as mãos.


Alemão ahhh, mas que buraco aberto você tem, seu viado, mesmo assim vou arrebentar esse seu cu


E pra falar a verdade, ele me arrombou mesmo, meu bully tava destruindo meu cu enquanto minha namorada chupava meu pau e eu só tentava aguentar tanta punição, embora fosse muito difícil pra mim e, como um bom mariconcito, comecei a chorar pedindo clemência. Anita enfiou minha cara na sua buceta e mandou eu chupar aquela buceta e parar de chorar. German gozou dentro do meu cu, foi uma delícia, e quando ele tirou o pau, Anita chupou meu cu, comendo toda a porra que o macho tinha deixado lá dentro. Minha namoradinha engoliu tudo, e German me jogou de lado, levantou ela e a levou pro meu quarto, onde comeu ela a tarde inteira. Anita não parava de gemer enquanto eu, da porta, batia uma punheta esperando minha vez de ter meu cu cheio de novo pelo meu antigo bully. Agora eu não era mais só um corno enrabichado por um macho superior, mas meu bully tinha me transformado numa mariconcita desesperada por pica. Do pouco de homem que um dia fui, não restava mais nenhum vestígio, e assim, como uma boa putinha, supliquei pro meu bully me comer de novo, mas German não quis. Ele só entrou no banheiro com minha namorada e tomou um banho enquanto eu fazia de empregada. Servi cervejas pra eles e também troquei os lençóis, e como pagamento, German, enquanto me humilhava na frente da minha namorada que ria do quanto eu tava depravado, deixou eu chupar o pau dele. No dia seguinte, German veio com o ajudante dele pra pintar a casa. O que achei estranho foi que Ramón, o ajudante, não comeu a putinha da minha namorada, e sem eu perceber, era ele o encarregado de me dar pica o tempo todo. Ele me comia na cozinha, no quincho e no banheiro, até me meteu na banheira onde esvaziou a bexiga no meu corpo enquanto German tinha se trancado com minha namoradinha no nosso quarto. Do banheiro, eu podia ouvir os gemidos dela, e Ramón ria disso enquanto me banhava com o mijo dele, me chamando de viado arrombado que eu era. De repente, eles me deixaram entrar com a Ana no nosso quarto, e eles continuaram. Trabalhando, foi assim que o German se tornou o macho fixo da minha namoradinha e meu dono, a quem eu só servia pra obedecer.

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