O domingo amanheceu tranquilo. Andrea levantou tarde, ainda com aquele ar relaxado, mas picante, que tinha ficado da noite anterior. Enquanto preparava café, vi ela se mexer pela cozinha com o short de algodão cinza e uma regata branca que deixava ver as alças pretas da tanga que o Ricardo tinha dado pra ela. — Pensou no que vai fazer com aquele presente? — perguntei, tentando soar casual e apontando pros fios da tanga. Ela me olhou com um meio sorriso, como se soubesse onde minha pergunta queria chegar. — Tava pensando… — disse enquanto mexia o café —, que a gente podia dar uma passada na casa do Ricardo. Assim ele vê que eu vesti. O Ricky era um dos caras do futebol. Nossos filhos treinavam juntos e às vezes a gente jogava uma pelada. Cinquentão, solteiro e mulherengo. Sempre de olho na bunda da Andrea. Por uma situação meio picante e ele ser distribuidor de lingerie, tinha dado uma tanga preta pra ela. Não consegui disfarçar minha surpresa. — Sério? — Sim. Mas a gente vai junto — esclareceu, sem perder aquele meio sorriso que tava me matando. Não quis apressar ela. Terminamos o café da manhã e passamos a manhã sem tocar mais no assunto. Foi perto do meio-dia que a Andrea sumiu no quarto. Daí a pouco saiu vestida com uma calça preta justa, de tecido fino, que desenhava o corpo dela como se tivesse pintada na pele. Em cima, uma blusa solta cor creme. Sabia perfeitamente que aquela tanga minúscula tava por baixo, invisível pra qualquer um… a não ser que ela quisesse o contrário. — Pronto? — perguntou, com aquele tom de “já decidi”. Atravessamos o corredor e tocamos a campainha do sétimo andar. Ricardo abriu a porta em segundos, impecável com uma calça bege e camisa azul clara. Nos cumprimentou com aquela educação dele que não esconde nada. — Que alegria ver vocês! Entrem, por favor. Mandou a gente entrar na sala, ampla e bem arrumada. Fechou a porta e ofereceu algo pra beber. Andrea pediu água, eu aceitei um café. Ricardo serviu tudo e sentou na frente. Nós. Ele não demorou pra entrar no assunto que eu imaginava. — Senhora, a senhora não faz ideia da curiosidade que ficou desde ontem à noite. Não consegui parar de pensar em como vai ficar aquela peça que tive a ousadia de dar pra senhora. Andrea olhou pra ele por cima do copo e sorriu de leve, como se estivesse curtindo o desconforto que eu sentia em ouvir ele tão direto. — Eu vim vestida com ela — disse, como quem comenta o tempo. Ricardo sustentou o olhar dela por uns segundos e depois olhou pra mim. — Jorge, se me permite a audácia… — fez uma pausa —. O senhor seria capaz de ser o próprio a abaixar a calça dela pra gente poder ver? Senti o clima pesar. Andrea, em silêncio, cruzou as pernas e deixou a barra da calça esticar um pouco sobre as coxas. — Não queria deixar vocês desconfortáveis — continuou Ricardo, a voz grave, lenta —, mas acho que não tem jeito melhor de exibir um presente do que na frente de quem deu… e, claro, com o marido presente. Olhei pra ela. Ela não desviou o olhar. Os lábios dela se curvaram só um pouco, o suficiente pra eu entender que ela tava disposta, que tinha vindo pra isso. Levantei devagar. Caminhei até ficar de pé atrás dela, minhas mãos nos quadris dela. Senti a respiração dela mais rápida. Abri o zíper com calma, deixando o som preencher o silêncio da sala. Ricardo observava sem piscar. Puxei a calça de leve, só o bastante pra aparecer a linha preta da renda na pele bronzeada dela. — Meu Deus… — sussurrou Ricardo —. Como eu gosto dessa bunda. Andrea não disse nada. Ficou parada, com o olhar fixo em mim, como se todo o controle estivesse nas minhas mãos… e ao mesmo tempo, como se me desafiasse a continuar. Me inclinei um pouco e abaixei mais a calça, deixando toda a tanga à mostra. O tecido preto, mínimo, desenhava a curva perfeita da bunda dela. Não consegui evitar passar meus dedos pela renda, como se fosse pra "ajeitar". Ricardo, que até aquele momento não tinha se mexido da poltrona dele, levantou devagar e tirou o celular do bolso. — Jorge… o senhor acha que se Imortalizamos este momento? —perguntou ele, levantando o celular—. Pra ficar de lembrança… entre nós. Olha pra Andrea. Os lábios dela se apertaram de leve, naquela expressão dela de nervoso misturado com tesão. — Não sei… —murmurou ela. — Relaxa, love, é só uma foto —falei eu, tentando manter a calma, mesmo sentindo o coração acelerar por dentro. Ricardo deu um passo pra perto, ajustando o foco. — Um pouco mais pra baixo, Jorge… que dê pra ver o tesão inteiro que ela tem —me instruiu. Obedeci, baixando a calça até os joelhos. Agora Andrea tava de pé, com a calça caída e aquela calcinha fio-dental minúscula que mostrava mais pele do que pano. — Perfeito… —disse Ricardo enquanto tirava umas fotos. De repente, ficou em silêncio, com um sorrisinho no canto da boca. — Sabem de uma coisa? —falou olhando pra tela—. Isso é bom demais pra guardar só pra mim. — Como assim? —perguntei. — Tava pensando… —continuou ele—, que tenho um grupo no WhatsApp… amigos muito próximos, de confiança total. Se a gente fizer uma videochamada, eles podem ver ela… ao vivo. Andrea virou a cabeça na minha direção de repente. — Não… Ricardo, isso já é demais —disse ela. — Calma, gata, não me interpreta mal… —falou ele com voz tranquila—. Não tô pedindo pra ela fazer nada indecente. Só… ficar parada como tá, dar uma giradinha, e eles poderem admirar como fica nela o que eu mesmo dei de presente. — Ainda assim é pesado —falei eu, mais por formalidade do que por convicção. Ricardo baixou um pouco o celular e se aproximou, colocando a mão no meu ombro. — O senhor sabe que isso não vai vazar desse grupo. São homens experientes, sabem apreciar a beleza. E pode acreditar… vão falar dessa calcinha por meses. Andrea engoliu seco. — Não sei se fico confortável… —repetiu ela, mas sem dar um “não” definitivo. — Olha —insistiu Ricardo, baixando a voz como se fosse contar um segredo—. Não tem nada mais poderoso do que ver o próprio marido oferecendo ela. O senhor presenteia ela pro mundo,… mesmo que seja por um minuto. Eu olhei pra ela. Senti aquele papo me atravessar. baixou o olhar, mas a respiração tremia. — Só um minuto… — disse Ricardo —. Você, cuck, ajeita ela, vira, mostra… e eu cuido da câmera. Só isso. — E se alguém gravar? — perguntou Andy. — Juro que não fariam. E mesmo que fizessem… — ele sorriu —, não te excita um pouco saber que alguém, em algum lugar, vai ter essa imagem dela? O silêncio que veio depois foi pesado. Andrea e eu nos olhamos. Não precisei falar nada: os dois estávamos pensando a mesma coisa. — Um minuto — falei por fim —. E só a tanga. Ricardo sorriu satisfeito e começou a preparar a videochamada. — Prometo… vai ser inesquecível. Ela ainda estava de pé, olhando pro Ricardo com aquela mistura de nervoso e safadeza. Mordeu o lábio, respirou fundo e, como se quisesse retomar o controle, puxou a calça preta até a cintura. — Pronto — disse, ajeitando a blusa como se nada tivesse acontecido. Ricardo sorriu, sem perder a calma. — Tá bom… — murmurou —, assim vai ser mais interessante. Ricardo não esperou mais. Tocou na tela e, em segundos, vários rostos apareceram em quadros: homens de idades diferentes, cumprimentando entre risadas e comentários curiosos. — Galera… — anunciou Ricardo —, apresento uma boa amiga, Andrea, esposa do meu vizinho Jorge. Ela ficou parada, a calça perfeitamente no lugar, sorrindo com um pouco de timidez. Na tela, ouviram-se murmúrios: — Prazer… — Ricardo, você sabe que adoro suas surpresas. Ricardo me olhou de canto e, sem baixar a voz, disse: — Cuck, mostra pra gente o que você quer mostrar. Eu concordei e me aproximei da minha esposa por trás, colocando as mãos na cintura dela. Ela me olhou por cima do ombro, com aquela respiração que eu conhecia bem. — Devagar… — instruiu Ricardo, apontando o celular —, que eles curtam tanto quanto eu curti. Abri o zíper com calma, o som preencheu o silêncio da sala e da chamada. O tecido preto da calça começou a ceder, deixando aparecer primeiro os quadris, depois a curva da bunda, e finalmente a Cavouquinha preta que mordia a pele dela. — Deus… — sussurrou um dos caras —. Que delícia… — completou outro —. Mais devagar, … mais — ordenou Ricardo, como se tivesse dirigindo uma cena. Continuei descendo a calça centímetro por centímetro, até que ficou no meio da perna. Virei ela devagar pra mostrar o outro lado, exatamente como tinha feito com o Ricardo antes. — Senhores — falei —, minha esposa. Na tela, as vozes se misturaram: — Que pedaço de rabo. — Sinistro. — Meu Deus, que cu…a putinha. A Andrea fechou os olhos por um instante, mordendo o lábio, enquanto eu virava ela devagar e o Ricardo aproximava o celular pra capturar tudo. — Senhor… — disse uma das vozes graves na tela —, o senhor podia virar ela mais um pouco? Quero ver essa curva completa. Peguei ela suavemente pelos ombros e fiz ela girar, enquanto o Ricardo seguia cada movimento com o celular. — Aí está… — comentou outro —. Essa cavouquinha é uma tentação. — E essa raba… — completou uma voz mais nova —. Dá um passo pra trás com ela, quero ver de longe e de perto. Obedeci, guiando ela com as mãos na cintura, como se tivesse moldando ela pro enquadramento perfeito. A Andrea respirava ofegante, com os olhos semi-cerrados, sabendo que vários caras estavam observando cada detalhe. — Jorge — interveio o Ricardo com aquele tom calmo mas firme —, inclina o tronco dela um pouco pra frente… isso… assim arqueia melhor as costas. Quando fiz isso, um murmúro de aprovação atravessou a tela. — Perfeita… — sussurrou um —. Não mexe nada, Ricardo, não move a câmera. O Ricardo sorriu, curtindo o papel dele. — Senhores, não é só beleza… é o jeito que o próprio marido dela tá oferecendo ela pra gente. Isso não se vê todo dia. — Chefe… — disse outra voz —, levanta a blusa dela um pouco, quero ver onde começa aquela costa. Me abaixei do lado dela, deslizei as mãos pela blusa e levantei devagar até deixar os ombros dela à mostra. Senti a pele dela quente, tensa. — Deus… — falou um, com um tom quase de adoração —. — Inacreditável… — completou outro —. Dá mais um giro nela. Virei ela. voltando a mostrar a parte de trás, e nesse momento Ricardo fez um movimento calculado: aproximou o celular a alguns centímetros, enquadrando a tanga como se fosse uma joia. — Amigos… —disse—, vocês não acham que essa obra-prima merece ser vista sem embalagem? Na tela, ouviu-se um coro de sins e risadas nervosas. Olhei para a Andrea, que sustentou meu olhar por alguns segundos… e não disse que não. Ricardo, sem tirar a câmera —, devagar… abaixe a tanga da sua esposa, por favor. Hesitei um momento, mas meus dedos se moveram sozinhos. Deslizaram até as laterais da renda. Os amigos ficaram em silêncio, na expectativa. Peguei a borda da renda e estiquei de leve. Andrea engoliu seco, com os olhos fechados, mas sem se mexer. Ricardo aproximou mais o celular, capturando cada gesto. — Devagar… —murmurou—. Que eles sintam como se fossem as próprias mãos deles. Comecei a deslizar a tanga para baixo, milímetro por milímetro. Primeiro soltou um lado do quadril, depois o outro, e finalmente o tecido preto começou a descer pela curva da raba dela. Na tela, ouviram-se murmúrios contidos: — Que putinha… — Uma bunda perfeita… — Mais, mais, senhor, não para… Eu continuei descendo, com calma cruel, até a peça ficar no meio das coxas. Deixei ela pendurada, quase segurando, como se ainda tivesse chance de se salvar. — Faz ela girar… —pediu uma voz rouca do celular—. Quero ver de perfil. Peguei na mão dela e girei devagar. O grupo emudeceu por um segundo ao vê-la quase nua, oferecida sem resistência. — Santo céu… —disse um, soltando o ar. — É um sortudo… —completou outro. Ricardo aproveitou e falou com a voz pausada, como se estivesse narrando um ritual: — Senhores, aproveitem. Jorge não só compartilha… ele tem prazer em compartilhar a bunda da esposa, não é mesmo? Pergunto. Só assenti com a cabeça enquanto soltei a tanga e deixei cair no chão. Andrea ficou completamente nua da cintura pra baixo. Girei ela de novo e aproximei da câmera. Oferecendo-a descaradamente. — Cuck —alguém disse, já sem vergonha—, abre um pouco as pernas, mostra mais pra gente. Segurei ela suavemente pela cintura e forcei a abrir só um pouquinho as pernas. Ela gemeu baixinho, mas não reclamou. — Aí está… —suspirou outro—. Que pedaço de puta. — Eu comeria toda essa bunda… —disse outro, sem filtro. — Que dona mais puta e gostosa… —se animou um, com a voz trêmula. Andrea abriu os olhos, olhou direto pra câmera, e aquele simples olhar provocou um murmúrio excitado entre os homens conectados. Eu acariciei a cintura dela, orgulhoso, e murmurei na frente de todos: — Senhores, nem todo mundo pode ver essa maravilha… olhem bem pra ela. O murmúrio excitado dos homens na tela enchia a sala. Andrea estava de pé, a calça no chão, a tanga de lado, a pele dela exposta como nunca. Eu segurava ela pela cintura, oferecendo pra câmera. — Jorge… —disse Ricardo com uma calma calculada—, pega o telefone um momento. Estendi a mão pra pegar, ele quase empurrou o celular suavemente contra meu peito. — Quero… cuidar do que sua mulher precisa, continuou. Fiquei um instante em silêncio, com o celular na mão, sentindo o peso do olhar de todos os homens do grupo. Andrea entendeu antes de mim: estremeceu, fechou os olhos e apertou os lábios. Ricardo deu um passo à frente, se colocou atrás dela e a envolveu com as mãos grandes. Acariciou primeiro os quadris dela, depois subiu lentamente até a barriga e a puxou pra perto. Beijou o pescoço dela com um gesto lento, cheio de desejo, e depois enfiou a língua na boca dela. — Meu Deus… —sussurrou um da tela—, ele tá comendo ela ao vivo. — Abre mais o plano, quero ver direitinho… —pediu outro. Obedeci, afastando um pouco o telefone e enquadrando o corpo de Andrea entre os braços de Ricardo. Ele se inclinou sobre o ombro dela e deixou a boca percorrer a pele até o lóbulo da orelha. Ela gemeu suavemente, audível pra todos. — Que puta mais gostosa… —disse um, sem disfarçar. — Aproxima. mais a câmera no rosto dela... quero ver ela quando você beija ela —ordenou outro. Movi o celular e foquei de perto: os olhos de Andrea semi-cerrados, o rubor nas bochechas, os lábios entreabertos enquanto Ricardo a devorava de beijos. As mãos dele continuavam explorando: apertavam a barriga dela, acariciavam as coxas, subiam de novo até cobrir os peitos dela por cima da blusa. — Isso... isso é o que eu queria ver —murmurou um dos conectados—. Como ela se derrete nos braços de outro, e o marido gravando. Ricardo levantou o olhar pra câmera, com um sorriso quase insolente. Então desceu as mãos até a bunda nua dela e apertou com força, abrindo as pernas dela sem pedir permissão. Andrea soltou um gemido mais alto, e na videochamada ouviram-se aplausos, risadas nervosas e frases taradas ao mesmo tempo: — Assim, Ricardo! — A mulher dele é uma deusa... Eu gravava cada segundo, com a respiração ofegante, sentindo que estava entregando ela de verdade, já não só com palavras. Ricardo me olhou por um segundo, com aquela calma de quem dirige um espetáculo, e apontou com a cabeça. Eu obedeci, baixando a câmera pro corpo dela. Ricardo se ajoelhou atrás de Andrea e separou as pernas dela com firmeza. Com as duas mãos abriu as nádegas dela, deixando a intimidade completamente exposta pra lente. — Meu Deus do céu... —ouviu-se na videochamada. — Mais perto, não seja cruel... —pediu outro. Aproximei o celular, focando direto na buceta da minha mulher, brilhando sob a luz. Ricardo baixou a cabeça sem aviso e meteu a língua de uma vez. Andrea arqueou as costas, soltando um gemido longo e trêmulo. — Caralho! —exclamou um—. Chupa ela toda. — Que rabo mais gostoso... —disse outro, com voz trêmula. — Abre mais, dona, deixa a gente ver bem —completou alguém, já todo excitado. Eu tremia gravando, e Ricardo não aliviava: enfiava a língua no cuzinho dela, tirava, lambia em volta com movimentos lentos e depois voltava a penetrar com força. Ela gemia cada vez mais alto, com o rosto apoiado no encosto do sofá. Ela me olhava com cara de puta e excitada. De repente, Ricardo se levantou, pegou ela pelo cabelo e virou o rosto dela na direção dele. Beijou ela na boca com uma paixão brutal, enfiando a língua até o fundo, misturando a saliva com o gosto que ele tinha acabado de tirar da buceta dela. Ela se deixou levar, gemendo contra a boca dele, engolindo sem resistência. — Isso aí! — gritou um na chamada. — Que ele beije ela com a língua suja! — Que puta mais gostosa… — acrescentou outro, entre risadas nervosas. — Abaixa um pouco o ângulo, quero ver a cara que ela faz enquanto ele chupa a buceta dela — ordenou um. Eu mexi o celular, focando no rosto dela: os olhos semiabertos, a maquiagem escorrendo pelas lágrimas de prazer, a boca devorando a do Ricardo como se o mundo não existisse. Ele se abaixou de novo e repetiu a sequência: língua fundo na buceta, depois direto na boca. Uma vez e outra, enquanto eu gravava e os amigos deliravam na tela, cada um soltando frases mais obscenas: — Ricardo, não para, faz ela gozar assim. — A Andrea estava de quatro, apoiada no sofá, com a buceta oferecida pra câmera. Eu segurava o celular com as duas mãos, enquadrando cada detalhe, enquanto Ricardo abria as nádegas dela com calma, mostrando ela como se fosse dele. — Senhores… — disse com voz grave —, aqui está, a mulher do Jorge. Pronta pra todos vocês. A tela se encheu de murmúrios excitados: — Que buceta, pelo amor de Deus! — Olha como ela treme… — Isso pede pica agora mesmo. Ricardo me olhou de canto, com aquele sorriso de velho safado. — Jorge… aproxima um pouco mais a câmera. Quero que todos vejam como entra. Andrea gemeu baixinho ao ouvir, mas não se mexeu. Eu me abaixei um pouco, levando o celular quase na altura da buceta dela. Ricardo cuspiu na mão, lubrificou o pau e encaixou na entrada. A ponta procurou o buraco, roçando a pele sensível. — Santo céu… — sussurrou um na videochamada. — Vai devagar, pra gente ver tudo — pediu outro. Ricardo empurrou, e o primeiro pedaço da pica grossa dele afundou na Booty. Ela arqueou as costas, soltando um grito abafado que todo mundo ouviu. — Lá vai! — exclamou um. — Engoliu inteiro… olha como ela se abre — acrescentou outro, quase ofegante. Eu continuava gravando, com o coração acelerado, enquanto via Ricardo penetrando devagar, entrando cada vez mais fundo. O pau dele sumia entre as nádegas dela, e depois voltava a sair brilhando. — Corno… — disse Ricardo, sem parar de bombar—, mostra bem pra eles como sua esposa sabe receber. Eu obedeci, aproximando a câmera do ponto exato onde entrava e saía, capturando o brilho e o vai e vem. Andrea gemia descontrolada, e um dos amigos na tela falou direto com ela: — Dona Andrea… que puta mais gostosa que a senhora é. — Cê gosta? — respondeu ela com a voz trêmula. — Mete mais forte, que quero ouvir ela gozar — pediu outro. Ricardo acelerou o ritmo, segurando os quadris dela com força. — Vamos, senhora, dá esses gritos pra eles todos — sussurrou no ouvido dela, mas alto o bastante pra todo mundo ouvir na chamada. Ela se desmontou, gemendo a cada estocada, até que o corpo tremeu e ela gozou, dizendo: Meu amor, tão me comendo. Cê gosta? Tava descontrolada e toda molhada. (Continua)
O domingo amanheceu tranquilo. Andrea levantou tarde, ainda com aquele ar relaxado, mas picante, que tinha ficado da noite anterior. Enquanto preparava café, vi ela se mexer pela cozinha com o short de algodão cinza e uma regata branca que deixava ver as alças pretas da tanga que o Ricardo tinha dado pra ela. — Pensou no que vai fazer com aquele presente? — perguntei, tentando soar casual e apontando pros fios da tanga. Ela me olhou com um meio sorriso, como se soubesse onde minha pergunta queria chegar. — Tava pensando… — disse enquanto mexia o café —, que a gente podia dar uma passada na casa do Ricardo. Assim ele vê que eu vesti. O Ricky era um dos caras do futebol. Nossos filhos treinavam juntos e às vezes a gente jogava uma pelada. Cinquentão, solteiro e mulherengo. Sempre de olho na bunda da Andrea. Por uma situação meio picante e ele ser distribuidor de lingerie, tinha dado uma tanga preta pra ela. Não consegui disfarçar minha surpresa. — Sério? — Sim. Mas a gente vai junto — esclareceu, sem perder aquele meio sorriso que tava me matando. Não quis apressar ela. Terminamos o café da manhã e passamos a manhã sem tocar mais no assunto. Foi perto do meio-dia que a Andrea sumiu no quarto. Daí a pouco saiu vestida com uma calça preta justa, de tecido fino, que desenhava o corpo dela como se tivesse pintada na pele. Em cima, uma blusa solta cor creme. Sabia perfeitamente que aquela tanga minúscula tava por baixo, invisível pra qualquer um… a não ser que ela quisesse o contrário. — Pronto? — perguntou, com aquele tom de “já decidi”. Atravessamos o corredor e tocamos a campainha do sétimo andar. Ricardo abriu a porta em segundos, impecável com uma calça bege e camisa azul clara. Nos cumprimentou com aquela educação dele que não esconde nada. — Que alegria ver vocês! Entrem, por favor. Mandou a gente entrar na sala, ampla e bem arrumada. Fechou a porta e ofereceu algo pra beber. Andrea pediu água, eu aceitei um café. Ricardo serviu tudo e sentou na frente. Nós. Ele não demorou pra entrar no assunto que eu imaginava. — Senhora, a senhora não faz ideia da curiosidade que ficou desde ontem à noite. Não consegui parar de pensar em como vai ficar aquela peça que tive a ousadia de dar pra senhora. Andrea olhou pra ele por cima do copo e sorriu de leve, como se estivesse curtindo o desconforto que eu sentia em ouvir ele tão direto. — Eu vim vestida com ela — disse, como quem comenta o tempo. Ricardo sustentou o olhar dela por uns segundos e depois olhou pra mim. — Jorge, se me permite a audácia… — fez uma pausa —. O senhor seria capaz de ser o próprio a abaixar a calça dela pra gente poder ver? Senti o clima pesar. Andrea, em silêncio, cruzou as pernas e deixou a barra da calça esticar um pouco sobre as coxas. — Não queria deixar vocês desconfortáveis — continuou Ricardo, a voz grave, lenta —, mas acho que não tem jeito melhor de exibir um presente do que na frente de quem deu… e, claro, com o marido presente. Olhei pra ela. Ela não desviou o olhar. Os lábios dela se curvaram só um pouco, o suficiente pra eu entender que ela tava disposta, que tinha vindo pra isso. Levantei devagar. Caminhei até ficar de pé atrás dela, minhas mãos nos quadris dela. Senti a respiração dela mais rápida. Abri o zíper com calma, deixando o som preencher o silêncio da sala. Ricardo observava sem piscar. Puxei a calça de leve, só o bastante pra aparecer a linha preta da renda na pele bronzeada dela. — Meu Deus… — sussurrou Ricardo —. Como eu gosto dessa bunda. Andrea não disse nada. Ficou parada, com o olhar fixo em mim, como se todo o controle estivesse nas minhas mãos… e ao mesmo tempo, como se me desafiasse a continuar. Me inclinei um pouco e abaixei mais a calça, deixando toda a tanga à mostra. O tecido preto, mínimo, desenhava a curva perfeita da bunda dela. Não consegui evitar passar meus dedos pela renda, como se fosse pra "ajeitar". Ricardo, que até aquele momento não tinha se mexido da poltrona dele, levantou devagar e tirou o celular do bolso. — Jorge… o senhor acha que se Imortalizamos este momento? —perguntou ele, levantando o celular—. Pra ficar de lembrança… entre nós. Olha pra Andrea. Os lábios dela se apertaram de leve, naquela expressão dela de nervoso misturado com tesão. — Não sei… —murmurou ela. — Relaxa, love, é só uma foto —falei eu, tentando manter a calma, mesmo sentindo o coração acelerar por dentro. Ricardo deu um passo pra perto, ajustando o foco. — Um pouco mais pra baixo, Jorge… que dê pra ver o tesão inteiro que ela tem —me instruiu. Obedeci, baixando a calça até os joelhos. Agora Andrea tava de pé, com a calça caída e aquela calcinha fio-dental minúscula que mostrava mais pele do que pano. — Perfeito… —disse Ricardo enquanto tirava umas fotos. De repente, ficou em silêncio, com um sorrisinho no canto da boca. — Sabem de uma coisa? —falou olhando pra tela—. Isso é bom demais pra guardar só pra mim. — Como assim? —perguntei. — Tava pensando… —continuou ele—, que tenho um grupo no WhatsApp… amigos muito próximos, de confiança total. Se a gente fizer uma videochamada, eles podem ver ela… ao vivo. Andrea virou a cabeça na minha direção de repente. — Não… Ricardo, isso já é demais —disse ela. — Calma, gata, não me interpreta mal… —falou ele com voz tranquila—. Não tô pedindo pra ela fazer nada indecente. Só… ficar parada como tá, dar uma giradinha, e eles poderem admirar como fica nela o que eu mesmo dei de presente. — Ainda assim é pesado —falei eu, mais por formalidade do que por convicção. Ricardo baixou um pouco o celular e se aproximou, colocando a mão no meu ombro. — O senhor sabe que isso não vai vazar desse grupo. São homens experientes, sabem apreciar a beleza. E pode acreditar… vão falar dessa calcinha por meses. Andrea engoliu seco. — Não sei se fico confortável… —repetiu ela, mas sem dar um “não” definitivo. — Olha —insistiu Ricardo, baixando a voz como se fosse contar um segredo—. Não tem nada mais poderoso do que ver o próprio marido oferecendo ela. O senhor presenteia ela pro mundo,… mesmo que seja por um minuto. Eu olhei pra ela. Senti aquele papo me atravessar. baixou o olhar, mas a respiração tremia. — Só um minuto… — disse Ricardo —. Você, cuck, ajeita ela, vira, mostra… e eu cuido da câmera. Só isso. — E se alguém gravar? — perguntou Andy. — Juro que não fariam. E mesmo que fizessem… — ele sorriu —, não te excita um pouco saber que alguém, em algum lugar, vai ter essa imagem dela? O silêncio que veio depois foi pesado. Andrea e eu nos olhamos. Não precisei falar nada: os dois estávamos pensando a mesma coisa. — Um minuto — falei por fim —. E só a tanga. Ricardo sorriu satisfeito e começou a preparar a videochamada. — Prometo… vai ser inesquecível. Ela ainda estava de pé, olhando pro Ricardo com aquela mistura de nervoso e safadeza. Mordeu o lábio, respirou fundo e, como se quisesse retomar o controle, puxou a calça preta até a cintura. — Pronto — disse, ajeitando a blusa como se nada tivesse acontecido. Ricardo sorriu, sem perder a calma. — Tá bom… — murmurou —, assim vai ser mais interessante. Ricardo não esperou mais. Tocou na tela e, em segundos, vários rostos apareceram em quadros: homens de idades diferentes, cumprimentando entre risadas e comentários curiosos. — Galera… — anunciou Ricardo —, apresento uma boa amiga, Andrea, esposa do meu vizinho Jorge. Ela ficou parada, a calça perfeitamente no lugar, sorrindo com um pouco de timidez. Na tela, ouviram-se murmúrios: — Prazer… — Ricardo, você sabe que adoro suas surpresas. Ricardo me olhou de canto e, sem baixar a voz, disse: — Cuck, mostra pra gente o que você quer mostrar. Eu concordei e me aproximei da minha esposa por trás, colocando as mãos na cintura dela. Ela me olhou por cima do ombro, com aquela respiração que eu conhecia bem. — Devagar… — instruiu Ricardo, apontando o celular —, que eles curtam tanto quanto eu curti. Abri o zíper com calma, o som preencheu o silêncio da sala e da chamada. O tecido preto da calça começou a ceder, deixando aparecer primeiro os quadris, depois a curva da bunda, e finalmente a Cavouquinha preta que mordia a pele dela. — Deus… — sussurrou um dos caras —. Que delícia… — completou outro —. Mais devagar, … mais — ordenou Ricardo, como se tivesse dirigindo uma cena. Continuei descendo a calça centímetro por centímetro, até que ficou no meio da perna. Virei ela devagar pra mostrar o outro lado, exatamente como tinha feito com o Ricardo antes. — Senhores — falei —, minha esposa. Na tela, as vozes se misturaram: — Que pedaço de rabo. — Sinistro. — Meu Deus, que cu…a putinha. A Andrea fechou os olhos por um instante, mordendo o lábio, enquanto eu virava ela devagar e o Ricardo aproximava o celular pra capturar tudo. — Senhor… — disse uma das vozes graves na tela —, o senhor podia virar ela mais um pouco? Quero ver essa curva completa. Peguei ela suavemente pelos ombros e fiz ela girar, enquanto o Ricardo seguia cada movimento com o celular. — Aí está… — comentou outro —. Essa cavouquinha é uma tentação. — E essa raba… — completou uma voz mais nova —. Dá um passo pra trás com ela, quero ver de longe e de perto. Obedeci, guiando ela com as mãos na cintura, como se tivesse moldando ela pro enquadramento perfeito. A Andrea respirava ofegante, com os olhos semi-cerrados, sabendo que vários caras estavam observando cada detalhe. — Jorge — interveio o Ricardo com aquele tom calmo mas firme —, inclina o tronco dela um pouco pra frente… isso… assim arqueia melhor as costas. Quando fiz isso, um murmúro de aprovação atravessou a tela. — Perfeita… — sussurrou um —. Não mexe nada, Ricardo, não move a câmera. O Ricardo sorriu, curtindo o papel dele. — Senhores, não é só beleza… é o jeito que o próprio marido dela tá oferecendo ela pra gente. Isso não se vê todo dia. — Chefe… — disse outra voz —, levanta a blusa dela um pouco, quero ver onde começa aquela costa. Me abaixei do lado dela, deslizei as mãos pela blusa e levantei devagar até deixar os ombros dela à mostra. Senti a pele dela quente, tensa. — Deus… — falou um, com um tom quase de adoração —. — Inacreditável… — completou outro —. Dá mais um giro nela. Virei ela. voltando a mostrar a parte de trás, e nesse momento Ricardo fez um movimento calculado: aproximou o celular a alguns centímetros, enquadrando a tanga como se fosse uma joia. — Amigos… —disse—, vocês não acham que essa obra-prima merece ser vista sem embalagem? Na tela, ouviu-se um coro de sins e risadas nervosas. Olhei para a Andrea, que sustentou meu olhar por alguns segundos… e não disse que não. Ricardo, sem tirar a câmera —, devagar… abaixe a tanga da sua esposa, por favor. Hesitei um momento, mas meus dedos se moveram sozinhos. Deslizaram até as laterais da renda. Os amigos ficaram em silêncio, na expectativa. Peguei a borda da renda e estiquei de leve. Andrea engoliu seco, com os olhos fechados, mas sem se mexer. Ricardo aproximou mais o celular, capturando cada gesto. — Devagar… —murmurou—. Que eles sintam como se fossem as próprias mãos deles. Comecei a deslizar a tanga para baixo, milímetro por milímetro. Primeiro soltou um lado do quadril, depois o outro, e finalmente o tecido preto começou a descer pela curva da raba dela. Na tela, ouviram-se murmúrios contidos: — Que putinha… — Uma bunda perfeita… — Mais, mais, senhor, não para… Eu continuei descendo, com calma cruel, até a peça ficar no meio das coxas. Deixei ela pendurada, quase segurando, como se ainda tivesse chance de se salvar. — Faz ela girar… —pediu uma voz rouca do celular—. Quero ver de perfil. Peguei na mão dela e girei devagar. O grupo emudeceu por um segundo ao vê-la quase nua, oferecida sem resistência. — Santo céu… —disse um, soltando o ar. — É um sortudo… —completou outro. Ricardo aproveitou e falou com a voz pausada, como se estivesse narrando um ritual: — Senhores, aproveitem. Jorge não só compartilha… ele tem prazer em compartilhar a bunda da esposa, não é mesmo? Pergunto. Só assenti com a cabeça enquanto soltei a tanga e deixei cair no chão. Andrea ficou completamente nua da cintura pra baixo. Girei ela de novo e aproximei da câmera. Oferecendo-a descaradamente. — Cuck —alguém disse, já sem vergonha—, abre um pouco as pernas, mostra mais pra gente. Segurei ela suavemente pela cintura e forcei a abrir só um pouquinho as pernas. Ela gemeu baixinho, mas não reclamou. — Aí está… —suspirou outro—. Que pedaço de puta. — Eu comeria toda essa bunda… —disse outro, sem filtro. — Que dona mais puta e gostosa… —se animou um, com a voz trêmula. Andrea abriu os olhos, olhou direto pra câmera, e aquele simples olhar provocou um murmúrio excitado entre os homens conectados. Eu acariciei a cintura dela, orgulhoso, e murmurei na frente de todos: — Senhores, nem todo mundo pode ver essa maravilha… olhem bem pra ela. O murmúrio excitado dos homens na tela enchia a sala. Andrea estava de pé, a calça no chão, a tanga de lado, a pele dela exposta como nunca. Eu segurava ela pela cintura, oferecendo pra câmera. — Jorge… —disse Ricardo com uma calma calculada—, pega o telefone um momento. Estendi a mão pra pegar, ele quase empurrou o celular suavemente contra meu peito. — Quero… cuidar do que sua mulher precisa, continuou. Fiquei um instante em silêncio, com o celular na mão, sentindo o peso do olhar de todos os homens do grupo. Andrea entendeu antes de mim: estremeceu, fechou os olhos e apertou os lábios. Ricardo deu um passo à frente, se colocou atrás dela e a envolveu com as mãos grandes. Acariciou primeiro os quadris dela, depois subiu lentamente até a barriga e a puxou pra perto. Beijou o pescoço dela com um gesto lento, cheio de desejo, e depois enfiou a língua na boca dela. — Meu Deus… —sussurrou um da tela—, ele tá comendo ela ao vivo. — Abre mais o plano, quero ver direitinho… —pediu outro. Obedeci, afastando um pouco o telefone e enquadrando o corpo de Andrea entre os braços de Ricardo. Ele se inclinou sobre o ombro dela e deixou a boca percorrer a pele até o lóbulo da orelha. Ela gemeu suavemente, audível pra todos. — Que puta mais gostosa… —disse um, sem disfarçar. — Aproxima. mais a câmera no rosto dela... quero ver ela quando você beija ela —ordenou outro. Movi o celular e foquei de perto: os olhos de Andrea semi-cerrados, o rubor nas bochechas, os lábios entreabertos enquanto Ricardo a devorava de beijos. As mãos dele continuavam explorando: apertavam a barriga dela, acariciavam as coxas, subiam de novo até cobrir os peitos dela por cima da blusa. — Isso... isso é o que eu queria ver —murmurou um dos conectados—. Como ela se derrete nos braços de outro, e o marido gravando. Ricardo levantou o olhar pra câmera, com um sorriso quase insolente. Então desceu as mãos até a bunda nua dela e apertou com força, abrindo as pernas dela sem pedir permissão. Andrea soltou um gemido mais alto, e na videochamada ouviram-se aplausos, risadas nervosas e frases taradas ao mesmo tempo: — Assim, Ricardo! — A mulher dele é uma deusa... Eu gravava cada segundo, com a respiração ofegante, sentindo que estava entregando ela de verdade, já não só com palavras. Ricardo me olhou por um segundo, com aquela calma de quem dirige um espetáculo, e apontou com a cabeça. Eu obedeci, baixando a câmera pro corpo dela. Ricardo se ajoelhou atrás de Andrea e separou as pernas dela com firmeza. Com as duas mãos abriu as nádegas dela, deixando a intimidade completamente exposta pra lente. — Meu Deus do céu... —ouviu-se na videochamada. — Mais perto, não seja cruel... —pediu outro. Aproximei o celular, focando direto na buceta da minha mulher, brilhando sob a luz. Ricardo baixou a cabeça sem aviso e meteu a língua de uma vez. Andrea arqueou as costas, soltando um gemido longo e trêmulo. — Caralho! —exclamou um—. Chupa ela toda. — Que rabo mais gostoso... —disse outro, com voz trêmula. — Abre mais, dona, deixa a gente ver bem —completou alguém, já todo excitado. Eu tremia gravando, e Ricardo não aliviava: enfiava a língua no cuzinho dela, tirava, lambia em volta com movimentos lentos e depois voltava a penetrar com força. Ela gemia cada vez mais alto, com o rosto apoiado no encosto do sofá. Ela me olhava com cara de puta e excitada. De repente, Ricardo se levantou, pegou ela pelo cabelo e virou o rosto dela na direção dele. Beijou ela na boca com uma paixão brutal, enfiando a língua até o fundo, misturando a saliva com o gosto que ele tinha acabado de tirar da buceta dela. Ela se deixou levar, gemendo contra a boca dele, engolindo sem resistência. — Isso aí! — gritou um na chamada. — Que ele beije ela com a língua suja! — Que puta mais gostosa… — acrescentou outro, entre risadas nervosas. — Abaixa um pouco o ângulo, quero ver a cara que ela faz enquanto ele chupa a buceta dela — ordenou um. Eu mexi o celular, focando no rosto dela: os olhos semiabertos, a maquiagem escorrendo pelas lágrimas de prazer, a boca devorando a do Ricardo como se o mundo não existisse. Ele se abaixou de novo e repetiu a sequência: língua fundo na buceta, depois direto na boca. Uma vez e outra, enquanto eu gravava e os amigos deliravam na tela, cada um soltando frases mais obscenas: — Ricardo, não para, faz ela gozar assim. — A Andrea estava de quatro, apoiada no sofá, com a buceta oferecida pra câmera. Eu segurava o celular com as duas mãos, enquadrando cada detalhe, enquanto Ricardo abria as nádegas dela com calma, mostrando ela como se fosse dele. — Senhores… — disse com voz grave —, aqui está, a mulher do Jorge. Pronta pra todos vocês. A tela se encheu de murmúrios excitados: — Que buceta, pelo amor de Deus! — Olha como ela treme… — Isso pede pica agora mesmo. Ricardo me olhou de canto, com aquele sorriso de velho safado. — Jorge… aproxima um pouco mais a câmera. Quero que todos vejam como entra. Andrea gemeu baixinho ao ouvir, mas não se mexeu. Eu me abaixei um pouco, levando o celular quase na altura da buceta dela. Ricardo cuspiu na mão, lubrificou o pau e encaixou na entrada. A ponta procurou o buraco, roçando a pele sensível. — Santo céu… — sussurrou um na videochamada. — Vai devagar, pra gente ver tudo — pediu outro. Ricardo empurrou, e o primeiro pedaço da pica grossa dele afundou na Booty. Ela arqueou as costas, soltando um grito abafado que todo mundo ouviu. — Lá vai! — exclamou um. — Engoliu inteiro… olha como ela se abre — acrescentou outro, quase ofegante. Eu continuava gravando, com o coração acelerado, enquanto via Ricardo penetrando devagar, entrando cada vez mais fundo. O pau dele sumia entre as nádegas dela, e depois voltava a sair brilhando. — Corno… — disse Ricardo, sem parar de bombar—, mostra bem pra eles como sua esposa sabe receber. Eu obedeci, aproximando a câmera do ponto exato onde entrava e saía, capturando o brilho e o vai e vem. Andrea gemia descontrolada, e um dos amigos na tela falou direto com ela: — Dona Andrea… que puta mais gostosa que a senhora é. — Cê gosta? — respondeu ela com a voz trêmula. — Mete mais forte, que quero ouvir ela gozar — pediu outro. Ricardo acelerou o ritmo, segurando os quadris dela com força. — Vamos, senhora, dá esses gritos pra eles todos — sussurrou no ouvido dela, mas alto o bastante pra todo mundo ouvir na chamada. Ela se desmontou, gemendo a cada estocada, até que o corpo tremeu e ela gozou, dizendo: Meu amor, tão me comendo. Cê gosta? Tava descontrolada e toda molhada. (Continua)
9 comentários - Andrea mostra a fio dental pros caras do futebol
les dejamos 10 puntos
me encantaria tocar ese culo hermozo, saludos
🧔🏻♂️Ale
+10