A aposta tinha sido semanas atrás, numa noite de risadas e taças de vinho na nossa casa. Eu e o Niko estávamos jogando um jogo idiota de cartas com regras que inventávamos na hora. A aposta final foi clara: quem perdesse teria que realizar a fantasia mais obscura e proibida do outro, sem limites nem perguntas. Eu ganhei. E meu prêmio foi exatamente isto: uma noite em que o Niko organizaria tudo pra que outro homem me fodesse selvagemente na frente dele, enquanto meu marido olhava, controlava cada segundo e curtia me ver transformada na vixen mais entregue e poderosa dele. O Niko perdeu com um sorriso… Sabia o que aquilo significava. Durante dias, vi ele planejar em segredo: ligações, reservas, mensagens discretas. Ele me disse que seria “um jantar especial” pra comemorar que eu tinha ganhado a aposta. Eu fingi acreditar, mas no fundo meu corpo já vibrava de antecipação e nervosismo delicioso. A traição consentida que tanto me molhava. Naquela tarde no nosso apartamento no norte de Bogotá, o Niko me preparou com calma. Tomei um banho devagar debaixo da água quente, passando o óleo corporal com cheiro de baunilha e jasmim que ele adorava. Depois vesti exatamente a lingerie que ele tinha escolhido pra mim: um body preto de renda transparente que mal segurava meus peitos grandes e empinados, com copas que deixavam os bicos visíveis e duros, uma calcinha fio dental fina que se perdia entre minhas nádegas redondas, ligas que seguravam umas meias pretas semitransparentes até o meio da coxa e uns saltos agulha pretos de doze centímetros que me faziam sentir alta, poderosa e completamente exposta. Me maquiei com lábios vermelhos intensos, delineador marcado e sombra escura que acentuava meu olhar felino. Quando me olhei no espelho do banheiro, senti um nó no estômago: nervosismo, desejo proibido e uma excitação que já me deixava toda molhada entre as pernas. O Niko entrou, me observou em silêncio por quase um minuto inteiro, os olhos dele percorrendo cada curva do meu corpo como se me visse pela primeira vez. — Você tá Absolutamente perfeita, minha Secret Wife —murmurou com aquela voz que sempre me desmonta—. Esta noite, porque perdi a aposta, vou realizar a fantasia que tanto te molha. Outro homem vai te comer bem gostoso e do jeito que você gosta na minha frente. Eu só vou olhar e dirigir. Você está pronta para se transformar da forma mais deliciosa e se entregar completamente? Eu assenti, a garganta seca de antecipação. Ele sorriu com orgulho possessivo, me beijou suavemente na testa e colocou uma venda de seda preta nos meus olhos por alguns minutos, só para aumentar a tensão. Me pegou pela mão e me levou até a suíte que ele tinha reservado num hotel exclusivo do norte da cidade. Quando ele tirou a venda na porta do quarto, entendi que ele tinha transformado o espaço numa noite íntima e carregada de erotismo puro. Eu amei na hora. Uma mistura sensual e um formigamento na pele. A suíte era ampla e luxuosa. A iluminação era baixa e quente: luzes douradas suaves combinadas com velas aromáticas de sândalo colocadas estrategicamente nas mesinhas laterais, na cabeceira da cama king size e em algumas prateleiras. O sofá preto estava perfeitamente posicionado na frente de uma poltrona individual de couro escuro, ideal para o Niko sentar e olhar sem perder nenhum detalhe. Numa mesinha auxiliar tinha uma garrafa de champanhe francês no gelo, três taças de cristal, lubrificante de sabor neutro, um vibrador pequeno e discreto e umas algemas de couro macias que brilhavam sob a luz. A música era um ritmo lento, sensual e profundo que dava pra sentir no peito e entre as pernas. As cortinas estavam entreabertas, deixando ver as luzes da cidade brilhando como testemunhas mudas do que ia rolar. O ar cheirava a sândalo, a desejo e ao meu próprio perfume misturado com a antecipação. Frank já estava lá. Niko tinha escolhido ele com muito cuidado depois de semanas de busca discreta: um homem alto, uns trinta e cinco anos, pele morena, corpo atlético e definido por horas de academia, e um olhar escuro que passava confiança, fome e controle. Vestia uma camisa preta justa que marcava os ombros largos e calças escuras. Quando entrei na suíte, ele se levantou do sofá com um sorriso lento e me percorreu com o olhar sem disfarce, parando nos meus peitos, nas minhas curvas e nos meus saltos altos. Niko trancou a porta, sentou-se na poltrona de couro, cruzou as pernas com calma e pegou uma taça de champanhe. A voz dele soou firme e carregada de tesão contido: — Minha esposa ganhou uma aposta e esse é o prêmio dela. Frank, pode começar quando quiser. Quero vê-la gozar, gemer e se acabar como nunca. Ela é uma esposa fantástica, minha Secret Wife… e hoje à noite é sua pra foder ela na minha frente. Frank se aproximou devagar, sem pressa. As mãos grandes dele foram direto pros meus peitos, apertando por cima da renda transparente do body. Senti os polegares roçarem meus bicos já duros e sensíveis, me fazendo soltar um suspiro trêmulo que escapou dos meus lábios. Ele beijou meu pescoço com lábios quentes, descendo devagar enquanto meu marido nos observava em silêncio da poltrona dele, a respiração já mais pesada. Os lábios de Frank chegaram nos meus peitos; ele afastou a renda com os dentes e chupou um bico com suavidade, depois o outro, mordiscando só o suficiente pra me fazer arquear as costas e gemer baixinho. Meus joelhos fraquejaram. Frank me levou até o sofá de veludo e me sentou de pernas abertas em cima dele, exatamente de costas pro peito dele — a posição que Niko tinha especificado como a primeira pra poder ver minha cara e meu corpo inteiro. Senti o pau dele já duro e grosso pressionando contra minha calcinha fio dental. Com mãos firmes, ele separou minhas nádegas, afastou a calcinha pro lado e, sem preâmbulos nem palavras desnecessárias, me penetrou com um único empurrão fundo e certeiro. Gritei alto, um som longo e rouco que encheu a suíte. O pau dele era grosso, cheio de veias e comprido; me abriu e me preencheu por completo naquela primeira estocada, roçando lugares que me fizeram tremer. Comecei a cavalgá-lo de vaqueira invertida. Meus quadris subiam e desciam num ritmo cada vez mais intenso, meus peitões balançando dentro do body transparente, a bunda se movendo em círculos largos e provocantes enquanto ele me segurava firme pela cintura e empurrava pra cima pra se encontrar comigo. Cada descida fazia o pau dele roçar no meu ponto mais sensível, mandando ondas de prazer que percorriam minha espinha. Niko, da poltrona dele, ajustava a ereção por cima da calça e murmurava com voz rouca: — Mais rápido, meu amor. Quero ouvir como o pau dele te molha por dentro. Me mostra a putinha que você fica quando ganha uma aposta. Frank enfiou dois dedos na minha buceta junto com o pau dele, me esticando deliciosamente, me dedando com movimentos experts enquanto eu cavalgava cada vez mais selvagem. O prazer era avassalador, quase insuportável. Gozei a primeira vez assim, tremendo violentamente em cima dele, me contraindo forte em volta do pau e dos dedos dele, gritando o nome do Niko enquanto outro homem me comia na frente do meu marido. Meus sucos quentes escorreram pelas coxas dele e encharcaram o sofá de veludo. Sem me dar tempo de me recuperar, Frank me virou sem sair de dentro de mim. Agora eu tava de quatro no sofá, no cachorrinho selvagem e profundo. Ele me penetrou de novo com força renovada, metendo com estocadas longas, rápidas e poderosas. Os quadris dele batiam na minha bunda com um som molhado e rítmico que enchia a suíte toda. Ele puxava meu cabelo com uma mão, dava tapas firmes nas minhas nádegas que deixavam minha pele vermelha e quente. Meus peitões balançavam pendurados pesadamente, os saltos altos ainda nos pés cravados no sofá. Outro orgasmo me atravessou, mais intenso que o anterior, fazendo meus braços tremerem e minha voz se quebrar em gemidos contínuos… Niko se levantou então e se aproximou do sofá. Não me tocou sexualmente. Só ficou de pé de um lado, bem perto, me olhando direto nos olhos Enquanto Frank me comia sem piedade por trás. —Diz pra ele o quanto você adora ser penetrada na minha frente —ordenou Niko com a voz carregada de amor e domínio absoluto—. Diz que você é meu prêmio esta noite. —Eu adoro… —ofeguei, a voz trêmula de prazer—. Adoro que outro homem me coma tão forte enquanto você olha… sou sua puta, meu amor, sua vadiazinha… sua vixen secreta que ganhou a aposta… Frank acelerou o ritmo. Me penetrou com estocadas brutais, profundas, cada golpe fazendo meu corpo tremer. Gozei de novo, e de novo, jorros de prazer encharcando o sofá e minhas meias. Depois me virou de barriga pra cima no sofá, abriu minhas pernas ao máximo e meteu de missionário selvagem. O corpo atlético dele cobria o meu, o pau entrando e saindo a toda velocidade enquanto me beijava, mordendo meu lábio inferior e apertando meus peitos com força. Niko sentou na borda do sofá, bem perto do meu rosto, acariciando meu cabelo com ternura possessiva enquanto eu gemia sem controle e olhava nos olhos dele. —Pede pra ele te encher —sussurrou Niko no meu ouvido, a respiração quente na minha pele—. Pede a porra dele dentro da minha esposa. —Por favor… goza dentro… enfia tudo… quero sentir você gozar fundo —implorei, olhando pro meu marido com os olhos vidrados de prazer. Frank grunhiu como um animal e empurrou até o fundo uma última vez. Senti os jorros quentes, grossos e abundantes inundando minha buceta, pulsando dentro de mim enquanto ele se esvaziava por completo. Fiquei ali, deitada no sofá, tremendo, exausta, com o body encharcado de suor e a calcinha fio-dental destruída pendurada na liga. Meu corpo pulsava de prazer. Niko me levantou no colo com uma delicadeza surpreendente depois de tudo que acabara de ver, me levou até a cama e me abraçou forte contra o peito dele. Frank se vestiu em silêncio, nos agradeceu com uma reverência respeitosa e foi embora, fechando a porta devagar. Meu marido me beijou a testa, os lábios, o pescoço e o peito, enquanto acariciava meu cabelo com infinita ternura. —Você é incrível, minha Secret Wife —ele disse com a voz carregada de amor, orgulho e ainda excitado—. Perdi a aposta e realizei sua fantasia exatamente como você queria. Te vi gozar, se entregar como nunca. Descansa um pouco… porque essa noite ainda não acabou. Em uma hora o Frank volta pra segunda rodada, e eu vou continuar vendo minha esposa dar o cu pra ele a noite toda. Dormi um pouco nos braços dele, o corpo ainda vibrando, e a mente flutuando nessa mistura deliciosa de cumplicidade, empoderamento e desejo proibido. Quando acordei, a suíte ainda cheirava a sândalo e sexo, as velas ainda acesas e o Niko sentado ao meu lado, sorrindo com aquele olhar que prometia mais. A segunda rodada começou quando o Frank voltou pra suíte, exatamente como o Niko tinha prometido. Eu ainda tava me recuperando na cama, o corpo mole e sensível. —Levanta, amor meu, minha Secret Wife —pediu o Niko com aquela voz grave e controladora que me enlouquece na hora—. A aposta não acabou. O Frank tá aqui pra você aproveitar seu prêmio ao máximo. Levantei nos saltos. O Frank se despiu sem pressa, o pau já meio duro de novo. O Niko apontou pro janelão enorme com vista pras luzes de Bogotá. —Primeiro, contra o vidro. Quero ver você pressionada do jeito que adora, contra a cidade enquanto ele te come gostoso. O Frank me empurrou suavemente até o janelão. Uff, que excitada eu fiquei. Meus peitões grandes grudaram no vidro frio, os bicos duros roçando a superfície. Senti as mãos dele separando minhas nádegas e, sem aviso, o pau grosso dele entrou de novo em mim por trás —Uau, amor, ele tá metendo tão fundo de novo! —geme, a voz falhando. Ele começou a me foder com estocadas lentas mas poderosas, cada uma me apertando mais contra o vidro. Minhas mãos abertas deixavam marcas no vidro embaçado. Bogotá brilhava lá embaixo, alheia a como eu tava sendo comida. —Mais forte —ordenou meu marido, sentado na poltrona a só dois metros—. Quero ouvir ela batendo. suas nalgas. Frank obedeceu. Seus quadris batiam contra mim com força, o som molhado e seco enchendo a suíte —Isso… assim… me come mais forte na frente dele!— eu gemi, arqueando as costas. Meus peitos batiam contra o vidro, deixando marcas de suor. Outro orgasmo me atravessou rápido, as pernas tremendo, jatos de prazer misturados escorrendo pelas minhas coxas —Vou gozar… marido meu, vou gozar vendo você olhar!— Niko sorriu satisfeito. —Agora, na mesa do centro. De barriga pra cima, pernas abertas. Frank me levantou como se eu não pesasse nada e me deitou na mesa de madeira polida. Meus saltos pendurados no ar. Ele abriu minhas pernas ao máximo e entrou de missionário selvagem, seu corpo atlético cobrindo o meu. Cada estocada fazia a mesa ranger e meus peitos pularem violentamente —Ufff, Frank, assim… me arrebenta pro meu marido!— gritei, cravando as unhas nas costas dele. Niko se aproximou, sentou na beirada da mesa e segurou meu rosto com uma mão, me forçando a olhar nos olhos dele enquanto Frank me fodava sem piedade. —Me olha —sussurrou Niko—. Quero ver sua cara quando você gozar de novo. E eu gozei. O orgasmo me atingiu olhando pro meu marido, me contraindo em volta da pica do Frank —Amor… é seu… tudo isso é seu mesmo eu sendo comida por outro!— gemi contra a boca dele quando ele me beijou fundo. Frank me virou na mesa, me colocando de lado com uma perna levantada. A penetração naquele ângulo era brutal, roçando meu ponto G a cada golpe —Mais… não para… quero sentir você até o fundo!— supliquei, a voz entrecortada… me enfia assim, assim siiiim! Niko acariciava meu cabelo com ternura enquanto meu corpo tremia. —Agora na cama, de quatro de novo —ordenou Niko—. Mas dessa vez quero que você me olhe o tempo todo. Me arrastei até a cama, fiquei de quatro e Frank me penetrou por trás com um grunhido Aghhh!. Meus peitos pendiam pesados, balançando a cada estocada. Mantive os olhos fixos em Niko, que tinha se sentado na minha frente na beirada a cama. —Me diz o que você está sentindo — exigiu meu marido. —Sinto o pau dele me abrindo… sinto que ele tá me comendo como sua putinha… e eu amo isso — ofeguei entre cada estocada —Sim… me olha, marido… me olha como ele tá me enfiando na sua frente! Eu amo isso— Frank acelerou, puxando meu cabelo, dando tapas fortes na minha bunda que ecoavam pela suíte. Gozei de novo, gritando, o corpo todo tremendo —Tô gozando, sim, sim, tô gozando… de novo… já jáááá, goza comigo, por favor!— Niko assentiu e Frank obedeceu. Gozou dentro de mim pela segunda vez naquela noite: jorros quentes e grossos que me encheram até transbordar, se misturando com tudo que veio antes. Mas Niko ainda não tinha terminado de comandar. —Mais uma. Senta nele na cadeira, de frente. Quero ver você cavalgando ele enquanto eu olho de perto. Senti a emoção indescritível do meu marido… eu amo levá-lo ao limite. Frank sentou na poltrona de couro. Eu montei de frente, e me deixei cair no pau dele, ainda duro. Comecei a cavalgar devagar no começo, depois mais selvagem, meus peitos quicando no peito dele, meus quadris se movendo em círculos largos —Uffff… tão cheia… tão quente… tão perfeita!— gemi, jogando a cabeça para trás. Niko se ajoelhou ao lado da cadeira, bem perto, acariciando meu clitóris com dois dedos enquanto eu cavalgava. —Assim, meu amor… goza uma última vez pra fechar seu prêmio. Adoro ver você aproveitar tanto. O orgasmo final foi o mais intenso da noite. Me contraí violentamente em volta de Frank, gritando o nome do Niko, o corpo inteiro tremendo como se tivesse partido ao meio —Niko… te amo… isso é seu… sou sua mesmo que outro me foda! Que prêmio você me deu!— Siim, tô gozando, tô gozando! Aaahhhhhhhh….. Frank também gozou uma terceira vez dentro de mim, me enchendo ainda mais. Desabei no peito dele, exausta, suada, completamente destruída de prazer. Caí rendida nos braços do meu marido… ele me levantou com uma suavidade e uma admiração infinita. por sua esposa amada. Ele me levou de volta pra cama. Quando Frank foi embora pela segunda e última vez, o Niko me levou pro chuveiro. A gente tomou banho com cuidado, ele beijando cada marca que o prazer tinha deixado. Enquanto a água caía, ele sussurrou: — Perdi a aposta… mas ganhei te vendo assim. Você é minha Secret Wife perfeita, cada dia te amo mais. Você é a hotwife mais gostosa e elegante do mundo, e eu te adoro em todos os sentidos. Naquela noite, enquanto eu dormia nos braços dele na cama, minha mente flutuava em fantasias alternativas de apostas eróticas que a gente podia fazer na próxima vez. Imaginei uma aposta onde eu perdesse e o prêmio fosse o Niko me compartilhar com dois estranhos ao mesmo tempo na sacada desse mesmo hotel, me comendo enquanto a cidade de Bogotá nos observava. Ou uma onde a aposta fosse num carro em movimento pelas ruas da zona norte: eu no banco de trás com um desconhecido, o Niko dirigindo e olhando pelo retrovisor enquanto me faziam gozar antes de chegar em casa. Outra fantasia: uma aposta num cinema quase vazio, eu sentada entre o Niko e outro cara, com mãos debaixo da saia durante o filme inteiro até eu ter que morder o lábio pra não gritar. Ou até uma aposta mais arriscada: perder e ter que ir numa festa swinger de máscara, onde o Niko me compartilhasse com outros casais enquanto ele gravava discretamente cada momento pra gente ver depois juntos. Todas essas possibilidades me molhavam de novo só de pensar. Porque com meu marido, cada aposta era um jogo que terminava comigo me sentindo mais desejada, mais poderosa e mais dele do que nunca. — Obrigada por perder — sussurrei antes de dormir. Ele riu baixinho e me beijou a testa. — Você foi perfeita essa noite. Na próxima vez eu ganho… e o prêmio vai ser ainda mais excitante. E eu sorri no escuro, sabendo que a gente sempre ganhava junto. Continua…
A aposta tinha sido semanas atrás, numa noite de risadas e taças de vinho na nossa casa. Eu e o Niko estávamos jogando um jogo idiota de cartas com regras que inventávamos na hora. A aposta final foi clara: quem perdesse teria que realizar a fantasia mais obscura e proibida do outro, sem limites nem perguntas. Eu ganhei. E meu prêmio foi exatamente isto: uma noite em que o Niko organizaria tudo pra que outro homem me fodesse selvagemente na frente dele, enquanto meu marido olhava, controlava cada segundo e curtia me ver transformada na vixen mais entregue e poderosa dele. O Niko perdeu com um sorriso… Sabia o que aquilo significava. Durante dias, vi ele planejar em segredo: ligações, reservas, mensagens discretas. Ele me disse que seria “um jantar especial” pra comemorar que eu tinha ganhado a aposta. Eu fingi acreditar, mas no fundo meu corpo já vibrava de antecipação e nervosismo delicioso. A traição consentida que tanto me molhava. Naquela tarde no nosso apartamento no norte de Bogotá, o Niko me preparou com calma. Tomei um banho devagar debaixo da água quente, passando o óleo corporal com cheiro de baunilha e jasmim que ele adorava. Depois vesti exatamente a lingerie que ele tinha escolhido pra mim: um body preto de renda transparente que mal segurava meus peitos grandes e empinados, com copas que deixavam os bicos visíveis e duros, uma calcinha fio dental fina que se perdia entre minhas nádegas redondas, ligas que seguravam umas meias pretas semitransparentes até o meio da coxa e uns saltos agulha pretos de doze centímetros que me faziam sentir alta, poderosa e completamente exposta. Me maquiei com lábios vermelhos intensos, delineador marcado e sombra escura que acentuava meu olhar felino. Quando me olhei no espelho do banheiro, senti um nó no estômago: nervosismo, desejo proibido e uma excitação que já me deixava toda molhada entre as pernas. O Niko entrou, me observou em silêncio por quase um minuto inteiro, os olhos dele percorrendo cada curva do meu corpo como se me visse pela primeira vez. — Você tá Absolutamente perfeita, minha Secret Wife —murmurou com aquela voz que sempre me desmonta—. Esta noite, porque perdi a aposta, vou realizar a fantasia que tanto te molha. Outro homem vai te comer bem gostoso e do jeito que você gosta na minha frente. Eu só vou olhar e dirigir. Você está pronta para se transformar da forma mais deliciosa e se entregar completamente? Eu assenti, a garganta seca de antecipação. Ele sorriu com orgulho possessivo, me beijou suavemente na testa e colocou uma venda de seda preta nos meus olhos por alguns minutos, só para aumentar a tensão. Me pegou pela mão e me levou até a suíte que ele tinha reservado num hotel exclusivo do norte da cidade. Quando ele tirou a venda na porta do quarto, entendi que ele tinha transformado o espaço numa noite íntima e carregada de erotismo puro. Eu amei na hora. Uma mistura sensual e um formigamento na pele. A suíte era ampla e luxuosa. A iluminação era baixa e quente: luzes douradas suaves combinadas com velas aromáticas de sândalo colocadas estrategicamente nas mesinhas laterais, na cabeceira da cama king size e em algumas prateleiras. O sofá preto estava perfeitamente posicionado na frente de uma poltrona individual de couro escuro, ideal para o Niko sentar e olhar sem perder nenhum detalhe. Numa mesinha auxiliar tinha uma garrafa de champanhe francês no gelo, três taças de cristal, lubrificante de sabor neutro, um vibrador pequeno e discreto e umas algemas de couro macias que brilhavam sob a luz. A música era um ritmo lento, sensual e profundo que dava pra sentir no peito e entre as pernas. As cortinas estavam entreabertas, deixando ver as luzes da cidade brilhando como testemunhas mudas do que ia rolar. O ar cheirava a sândalo, a desejo e ao meu próprio perfume misturado com a antecipação. Frank já estava lá. Niko tinha escolhido ele com muito cuidado depois de semanas de busca discreta: um homem alto, uns trinta e cinco anos, pele morena, corpo atlético e definido por horas de academia, e um olhar escuro que passava confiança, fome e controle. Vestia uma camisa preta justa que marcava os ombros largos e calças escuras. Quando entrei na suíte, ele se levantou do sofá com um sorriso lento e me percorreu com o olhar sem disfarce, parando nos meus peitos, nas minhas curvas e nos meus saltos altos. Niko trancou a porta, sentou-se na poltrona de couro, cruzou as pernas com calma e pegou uma taça de champanhe. A voz dele soou firme e carregada de tesão contido: — Minha esposa ganhou uma aposta e esse é o prêmio dela. Frank, pode começar quando quiser. Quero vê-la gozar, gemer e se acabar como nunca. Ela é uma esposa fantástica, minha Secret Wife… e hoje à noite é sua pra foder ela na minha frente. Frank se aproximou devagar, sem pressa. As mãos grandes dele foram direto pros meus peitos, apertando por cima da renda transparente do body. Senti os polegares roçarem meus bicos já duros e sensíveis, me fazendo soltar um suspiro trêmulo que escapou dos meus lábios. Ele beijou meu pescoço com lábios quentes, descendo devagar enquanto meu marido nos observava em silêncio da poltrona dele, a respiração já mais pesada. Os lábios de Frank chegaram nos meus peitos; ele afastou a renda com os dentes e chupou um bico com suavidade, depois o outro, mordiscando só o suficiente pra me fazer arquear as costas e gemer baixinho. Meus joelhos fraquejaram. Frank me levou até o sofá de veludo e me sentou de pernas abertas em cima dele, exatamente de costas pro peito dele — a posição que Niko tinha especificado como a primeira pra poder ver minha cara e meu corpo inteiro. Senti o pau dele já duro e grosso pressionando contra minha calcinha fio dental. Com mãos firmes, ele separou minhas nádegas, afastou a calcinha pro lado e, sem preâmbulos nem palavras desnecessárias, me penetrou com um único empurrão fundo e certeiro. Gritei alto, um som longo e rouco que encheu a suíte. O pau dele era grosso, cheio de veias e comprido; me abriu e me preencheu por completo naquela primeira estocada, roçando lugares que me fizeram tremer. Comecei a cavalgá-lo de vaqueira invertida. Meus quadris subiam e desciam num ritmo cada vez mais intenso, meus peitões balançando dentro do body transparente, a bunda se movendo em círculos largos e provocantes enquanto ele me segurava firme pela cintura e empurrava pra cima pra se encontrar comigo. Cada descida fazia o pau dele roçar no meu ponto mais sensível, mandando ondas de prazer que percorriam minha espinha. Niko, da poltrona dele, ajustava a ereção por cima da calça e murmurava com voz rouca: — Mais rápido, meu amor. Quero ouvir como o pau dele te molha por dentro. Me mostra a putinha que você fica quando ganha uma aposta. Frank enfiou dois dedos na minha buceta junto com o pau dele, me esticando deliciosamente, me dedando com movimentos experts enquanto eu cavalgava cada vez mais selvagem. O prazer era avassalador, quase insuportável. Gozei a primeira vez assim, tremendo violentamente em cima dele, me contraindo forte em volta do pau e dos dedos dele, gritando o nome do Niko enquanto outro homem me comia na frente do meu marido. Meus sucos quentes escorreram pelas coxas dele e encharcaram o sofá de veludo. Sem me dar tempo de me recuperar, Frank me virou sem sair de dentro de mim. Agora eu tava de quatro no sofá, no cachorrinho selvagem e profundo. Ele me penetrou de novo com força renovada, metendo com estocadas longas, rápidas e poderosas. Os quadris dele batiam na minha bunda com um som molhado e rítmico que enchia a suíte toda. Ele puxava meu cabelo com uma mão, dava tapas firmes nas minhas nádegas que deixavam minha pele vermelha e quente. Meus peitões balançavam pendurados pesadamente, os saltos altos ainda nos pés cravados no sofá. Outro orgasmo me atravessou, mais intenso que o anterior, fazendo meus braços tremerem e minha voz se quebrar em gemidos contínuos… Niko se levantou então e se aproximou do sofá. Não me tocou sexualmente. Só ficou de pé de um lado, bem perto, me olhando direto nos olhos Enquanto Frank me comia sem piedade por trás. —Diz pra ele o quanto você adora ser penetrada na minha frente —ordenou Niko com a voz carregada de amor e domínio absoluto—. Diz que você é meu prêmio esta noite. —Eu adoro… —ofeguei, a voz trêmula de prazer—. Adoro que outro homem me coma tão forte enquanto você olha… sou sua puta, meu amor, sua vadiazinha… sua vixen secreta que ganhou a aposta… Frank acelerou o ritmo. Me penetrou com estocadas brutais, profundas, cada golpe fazendo meu corpo tremer. Gozei de novo, e de novo, jorros de prazer encharcando o sofá e minhas meias. Depois me virou de barriga pra cima no sofá, abriu minhas pernas ao máximo e meteu de missionário selvagem. O corpo atlético dele cobria o meu, o pau entrando e saindo a toda velocidade enquanto me beijava, mordendo meu lábio inferior e apertando meus peitos com força. Niko sentou na borda do sofá, bem perto do meu rosto, acariciando meu cabelo com ternura possessiva enquanto eu gemia sem controle e olhava nos olhos dele. —Pede pra ele te encher —sussurrou Niko no meu ouvido, a respiração quente na minha pele—. Pede a porra dele dentro da minha esposa. —Por favor… goza dentro… enfia tudo… quero sentir você gozar fundo —implorei, olhando pro meu marido com os olhos vidrados de prazer. Frank grunhiu como um animal e empurrou até o fundo uma última vez. Senti os jorros quentes, grossos e abundantes inundando minha buceta, pulsando dentro de mim enquanto ele se esvaziava por completo. Fiquei ali, deitada no sofá, tremendo, exausta, com o body encharcado de suor e a calcinha fio-dental destruída pendurada na liga. Meu corpo pulsava de prazer. Niko me levantou no colo com uma delicadeza surpreendente depois de tudo que acabara de ver, me levou até a cama e me abraçou forte contra o peito dele. Frank se vestiu em silêncio, nos agradeceu com uma reverência respeitosa e foi embora, fechando a porta devagar. Meu marido me beijou a testa, os lábios, o pescoço e o peito, enquanto acariciava meu cabelo com infinita ternura. —Você é incrível, minha Secret Wife —ele disse com a voz carregada de amor, orgulho e ainda excitado—. Perdi a aposta e realizei sua fantasia exatamente como você queria. Te vi gozar, se entregar como nunca. Descansa um pouco… porque essa noite ainda não acabou. Em uma hora o Frank volta pra segunda rodada, e eu vou continuar vendo minha esposa dar o cu pra ele a noite toda. Dormi um pouco nos braços dele, o corpo ainda vibrando, e a mente flutuando nessa mistura deliciosa de cumplicidade, empoderamento e desejo proibido. Quando acordei, a suíte ainda cheirava a sândalo e sexo, as velas ainda acesas e o Niko sentado ao meu lado, sorrindo com aquele olhar que prometia mais. A segunda rodada começou quando o Frank voltou pra suíte, exatamente como o Niko tinha prometido. Eu ainda tava me recuperando na cama, o corpo mole e sensível. —Levanta, amor meu, minha Secret Wife —pediu o Niko com aquela voz grave e controladora que me enlouquece na hora—. A aposta não acabou. O Frank tá aqui pra você aproveitar seu prêmio ao máximo. Levantei nos saltos. O Frank se despiu sem pressa, o pau já meio duro de novo. O Niko apontou pro janelão enorme com vista pras luzes de Bogotá. —Primeiro, contra o vidro. Quero ver você pressionada do jeito que adora, contra a cidade enquanto ele te come gostoso. O Frank me empurrou suavemente até o janelão. Uff, que excitada eu fiquei. Meus peitões grandes grudaram no vidro frio, os bicos duros roçando a superfície. Senti as mãos dele separando minhas nádegas e, sem aviso, o pau grosso dele entrou de novo em mim por trás —Uau, amor, ele tá metendo tão fundo de novo! —geme, a voz falhando. Ele começou a me foder com estocadas lentas mas poderosas, cada uma me apertando mais contra o vidro. Minhas mãos abertas deixavam marcas no vidro embaçado. Bogotá brilhava lá embaixo, alheia a como eu tava sendo comida. —Mais forte —ordenou meu marido, sentado na poltrona a só dois metros—. Quero ouvir ela batendo. suas nalgas. Frank obedeceu. Seus quadris batiam contra mim com força, o som molhado e seco enchendo a suíte —Isso… assim… me come mais forte na frente dele!— eu gemi, arqueando as costas. Meus peitos batiam contra o vidro, deixando marcas de suor. Outro orgasmo me atravessou rápido, as pernas tremendo, jatos de prazer misturados escorrendo pelas minhas coxas —Vou gozar… marido meu, vou gozar vendo você olhar!— Niko sorriu satisfeito. —Agora, na mesa do centro. De barriga pra cima, pernas abertas. Frank me levantou como se eu não pesasse nada e me deitou na mesa de madeira polida. Meus saltos pendurados no ar. Ele abriu minhas pernas ao máximo e entrou de missionário selvagem, seu corpo atlético cobrindo o meu. Cada estocada fazia a mesa ranger e meus peitos pularem violentamente —Ufff, Frank, assim… me arrebenta pro meu marido!— gritei, cravando as unhas nas costas dele. Niko se aproximou, sentou na beirada da mesa e segurou meu rosto com uma mão, me forçando a olhar nos olhos dele enquanto Frank me fodava sem piedade. —Me olha —sussurrou Niko—. Quero ver sua cara quando você gozar de novo. E eu gozei. O orgasmo me atingiu olhando pro meu marido, me contraindo em volta da pica do Frank —Amor… é seu… tudo isso é seu mesmo eu sendo comida por outro!— gemi contra a boca dele quando ele me beijou fundo. Frank me virou na mesa, me colocando de lado com uma perna levantada. A penetração naquele ângulo era brutal, roçando meu ponto G a cada golpe —Mais… não para… quero sentir você até o fundo!— supliquei, a voz entrecortada… me enfia assim, assim siiiim! Niko acariciava meu cabelo com ternura enquanto meu corpo tremia. —Agora na cama, de quatro de novo —ordenou Niko—. Mas dessa vez quero que você me olhe o tempo todo. Me arrastei até a cama, fiquei de quatro e Frank me penetrou por trás com um grunhido Aghhh!. Meus peitos pendiam pesados, balançando a cada estocada. Mantive os olhos fixos em Niko, que tinha se sentado na minha frente na beirada a cama. —Me diz o que você está sentindo — exigiu meu marido. —Sinto o pau dele me abrindo… sinto que ele tá me comendo como sua putinha… e eu amo isso — ofeguei entre cada estocada —Sim… me olha, marido… me olha como ele tá me enfiando na sua frente! Eu amo isso— Frank acelerou, puxando meu cabelo, dando tapas fortes na minha bunda que ecoavam pela suíte. Gozei de novo, gritando, o corpo todo tremendo —Tô gozando, sim, sim, tô gozando… de novo… já jáááá, goza comigo, por favor!— Niko assentiu e Frank obedeceu. Gozou dentro de mim pela segunda vez naquela noite: jorros quentes e grossos que me encheram até transbordar, se misturando com tudo que veio antes. Mas Niko ainda não tinha terminado de comandar. —Mais uma. Senta nele na cadeira, de frente. Quero ver você cavalgando ele enquanto eu olho de perto. Senti a emoção indescritível do meu marido… eu amo levá-lo ao limite. Frank sentou na poltrona de couro. Eu montei de frente, e me deixei cair no pau dele, ainda duro. Comecei a cavalgar devagar no começo, depois mais selvagem, meus peitos quicando no peito dele, meus quadris se movendo em círculos largos —Uffff… tão cheia… tão quente… tão perfeita!— gemi, jogando a cabeça para trás. Niko se ajoelhou ao lado da cadeira, bem perto, acariciando meu clitóris com dois dedos enquanto eu cavalgava. —Assim, meu amor… goza uma última vez pra fechar seu prêmio. Adoro ver você aproveitar tanto. O orgasmo final foi o mais intenso da noite. Me contraí violentamente em volta de Frank, gritando o nome do Niko, o corpo inteiro tremendo como se tivesse partido ao meio —Niko… te amo… isso é seu… sou sua mesmo que outro me foda! Que prêmio você me deu!— Siim, tô gozando, tô gozando! Aaahhhhhhhh….. Frank também gozou uma terceira vez dentro de mim, me enchendo ainda mais. Desabei no peito dele, exausta, suada, completamente destruída de prazer. Caí rendida nos braços do meu marido… ele me levantou com uma suavidade e uma admiração infinita. por sua esposa amada. Ele me levou de volta pra cama. Quando Frank foi embora pela segunda e última vez, o Niko me levou pro chuveiro. A gente tomou banho com cuidado, ele beijando cada marca que o prazer tinha deixado. Enquanto a água caía, ele sussurrou: — Perdi a aposta… mas ganhei te vendo assim. Você é minha Secret Wife perfeita, cada dia te amo mais. Você é a hotwife mais gostosa e elegante do mundo, e eu te adoro em todos os sentidos. Naquela noite, enquanto eu dormia nos braços dele na cama, minha mente flutuava em fantasias alternativas de apostas eróticas que a gente podia fazer na próxima vez. Imaginei uma aposta onde eu perdesse e o prêmio fosse o Niko me compartilhar com dois estranhos ao mesmo tempo na sacada desse mesmo hotel, me comendo enquanto a cidade de Bogotá nos observava. Ou uma onde a aposta fosse num carro em movimento pelas ruas da zona norte: eu no banco de trás com um desconhecido, o Niko dirigindo e olhando pelo retrovisor enquanto me faziam gozar antes de chegar em casa. Outra fantasia: uma aposta num cinema quase vazio, eu sentada entre o Niko e outro cara, com mãos debaixo da saia durante o filme inteiro até eu ter que morder o lábio pra não gritar. Ou até uma aposta mais arriscada: perder e ter que ir numa festa swinger de máscara, onde o Niko me compartilhasse com outros casais enquanto ele gravava discretamente cada momento pra gente ver depois juntos. Todas essas possibilidades me molhavam de novo só de pensar. Porque com meu marido, cada aposta era um jogo que terminava comigo me sentindo mais desejada, mais poderosa e mais dele do que nunca. — Obrigada por perder — sussurrei antes de dormir. Ele riu baixinho e me beijou a testa. — Você foi perfeita essa noite. Na próxima vez eu ganho… e o prêmio vai ser ainda mais excitante. E eu sorri no escuro, sabendo que a gente sempre ganhava junto. Continua…
0 comentários - Apostei e perdi minha gostosa