Cada salto era um soco no estômago.
Um: o tumor aparecia antes, mais agressivo, como se o universo cagasse pros meus cálculos. Outro: infarto massivo aos 35, enquanto dormia do meu lado depois de eu foder ela até o amanhecer. Outro: embolia pulmonar no hospital, bem quando achávamos que o check-up preventivo tinha salvado ela. Outro: acidente de carro idiota, um caminhão que cruza numa curva que em outras linhas nunca existiu.
Sempre alguma merda. Sempre convergência. O campo atrator desse mundo de bosta não deixava ela escapar. Eu fodava ela com fúria em cada tentativa, como se minha pica pudesse ancorar ela no presente, como se cada gozada dentro dela pudesse reescrever a equação. Mas não me trazia de volta ao porão, ao presente quebrado, com o eco do último gemido dela ainda nos meus ouvidos.
Pensei em engravidar ela antes. Em cada linha onde eu chegava a tempo, enchia ela uma e outra vez, imaginando que um filho ia prender ela mais forte nessa realidade. Mas o medo me paralisava: e se eu perdesse ela grávida? E se visse a barriga dela crescer e depois visse ela morrer do mesmo jeito? A ideia de não ter ela — nem ela, nem o futuro que a gente planejou — me impedia. Era pior que a morte: era o nada absoluto.
Até que não aguentei mais.
Numa linha onde ela ainda tava saudável, forte, com os peitões apertados contra mim enquanto me montava no sofá, eu desabei.
Ela cavalgava em cima de mim feito uma puta desesperada. A buceta dela, quente, inchada e escorrendo, engolia minha pica grossa inteira até as bolas em cada descida. Os lábios maiores, grossos e escuros, se abriam obscenamente em volta da minha pica, deixando ver como os menores, rosados, se esticavam e chupavam minha carne. Cada vez que ela subia, um fio grosso dos sucos dela e do meu precum pendurava da buceta, ligando ela às minhas bolas antes de arrebentar e cair na minha barriga.
Os peitões enormes dela balançavam com força selvagem na minha cara. Agarrei eles com as duas mãos, apertei brutalmente e enfiei um mamilo escuro e duro na boca, chupando e mordendo enquanto ela gemia que nem uma puta no cio.
—Mais... assim! Arrebenta minha buceta, filho da puta! — gritava, rebolando em círculos sujos, esfregando o clitóris inchado na minha pélvis.
O som era nojento e gostoso: chape-chape-chape-chape, o batida molhada da buceta encharcada contra minhas bolas, misturado com o cheiro forte da excitação e do suor dela.
Entre ofegos, com o suor dela escorrendo no meu peito e os olhos pretos cravados nos meus, contei tudo.
—Já morri contigo mil vezes — falei, com a voz quebrada. — Tumor. Infarto. Embolia. Acidente. Sempre te perco. Sempre. Pulei linhas do tempo pra te salvar. Construí uma máquina no porão. Lembro de cada gemido, cada vez que você gozava gritando meu nome. Mas não consigo impedir.
Ela ficou parada em cima de mim, meu pau pulsando dentro da buceta dela, enterrado até o talo, sentindo as paredes internas se contraírem e apertarem como se quisessem me ordenhar. Não gritou. Não fugiu. Só me olhou com aquela calma profunda.
—Então... tudo isso você já viveu — sussurrou. E começou a rebolar de novo, devagar e fundo, se masturbando com meu pau enquanto processava minhas palavras. A buceta apertava e soltava ritmado, me chupando por dentro. — E continua vindo por mim...
Assenti. Lágrimas que nunca chorei em dez anos reais escaparam.
—Não consigo te salvar. Tentei de tudo. O destino sempre vence.
Ela se inclinou, beijou minhas lágrimas, depois enfiou a língua na minha boca com fome. Começou a me cavalgar com força brutal, quase com raiva. As tetonas batiam na minha cara. Enfiei dois dedos na boca dela e ela chupou como se fosse meu pau enquanto gemia alto.
—Volta mais uma vez — disse, sem parar de me foder que nem uma louca. — Dessa vez não me conta nada. Não me fala do futuro. Vive comigo como se não soubesse de nada. Me fode como no primeiro dia. Me ama como se fosse eterno. E no fim... me deixa ir em paz. Sem eu saber o preço que você pagou. Aguentei mais. Agarrei a bunda dela com as duas mãos, abrindo as nádegas, e comecei a meter de baixo pra cima com toda a minha força. Minha pica entrava e saía violentamente da buceta molhada dela, batendo no colo do útero. Senti o cu dela se contrair no meu dedo quando enfiei até o fundo.
Gozei dentro dela igual um animal: jorros grossos, quentes e cheios de porra explodiram direto no útero dela, enchendo até transbordar. Ao mesmo tempo, ela gozou violentamente, a buceta dela se contorcendo em volta da minha pica, soltando jorros de squirt que encharcaram minha barriga e minhas coxas. Ela gritou meu nome entre soluços de prazer enquanto o corpo tremia sem controle, me ordenhando até a última gota.
— Me promete, meu gênio — sussurrou no meu ouvido, ainda empalada em mim, com minha porra grossa escorrendo da buceta aberta dela e descendo pelas minhas bolas —. Uma última linha. A boa.
Pulei.
Um: o tumor aparecia antes, mais agressivo, como se o universo cagasse pros meus cálculos. Outro: infarto massivo aos 35, enquanto dormia do meu lado depois de eu foder ela até o amanhecer. Outro: embolia pulmonar no hospital, bem quando achávamos que o check-up preventivo tinha salvado ela. Outro: acidente de carro idiota, um caminhão que cruza numa curva que em outras linhas nunca existiu.
Sempre alguma merda. Sempre convergência. O campo atrator desse mundo de bosta não deixava ela escapar. Eu fodava ela com fúria em cada tentativa, como se minha pica pudesse ancorar ela no presente, como se cada gozada dentro dela pudesse reescrever a equação. Mas não me trazia de volta ao porão, ao presente quebrado, com o eco do último gemido dela ainda nos meus ouvidos.
Pensei em engravidar ela antes. Em cada linha onde eu chegava a tempo, enchia ela uma e outra vez, imaginando que um filho ia prender ela mais forte nessa realidade. Mas o medo me paralisava: e se eu perdesse ela grávida? E se visse a barriga dela crescer e depois visse ela morrer do mesmo jeito? A ideia de não ter ela — nem ela, nem o futuro que a gente planejou — me impedia. Era pior que a morte: era o nada absoluto.
Até que não aguentei mais.
Numa linha onde ela ainda tava saudável, forte, com os peitões apertados contra mim enquanto me montava no sofá, eu desabei.
Ela cavalgava em cima de mim feito uma puta desesperada. A buceta dela, quente, inchada e escorrendo, engolia minha pica grossa inteira até as bolas em cada descida. Os lábios maiores, grossos e escuros, se abriam obscenamente em volta da minha pica, deixando ver como os menores, rosados, se esticavam e chupavam minha carne. Cada vez que ela subia, um fio grosso dos sucos dela e do meu precum pendurava da buceta, ligando ela às minhas bolas antes de arrebentar e cair na minha barriga.
Os peitões enormes dela balançavam com força selvagem na minha cara. Agarrei eles com as duas mãos, apertei brutalmente e enfiei um mamilo escuro e duro na boca, chupando e mordendo enquanto ela gemia que nem uma puta no cio.
—Mais... assim! Arrebenta minha buceta, filho da puta! — gritava, rebolando em círculos sujos, esfregando o clitóris inchado na minha pélvis.
O som era nojento e gostoso: chape-chape-chape-chape, o batida molhada da buceta encharcada contra minhas bolas, misturado com o cheiro forte da excitação e do suor dela.
Entre ofegos, com o suor dela escorrendo no meu peito e os olhos pretos cravados nos meus, contei tudo.
—Já morri contigo mil vezes — falei, com a voz quebrada. — Tumor. Infarto. Embolia. Acidente. Sempre te perco. Sempre. Pulei linhas do tempo pra te salvar. Construí uma máquina no porão. Lembro de cada gemido, cada vez que você gozava gritando meu nome. Mas não consigo impedir.
Ela ficou parada em cima de mim, meu pau pulsando dentro da buceta dela, enterrado até o talo, sentindo as paredes internas se contraírem e apertarem como se quisessem me ordenhar. Não gritou. Não fugiu. Só me olhou com aquela calma profunda.
—Então... tudo isso você já viveu — sussurrou. E começou a rebolar de novo, devagar e fundo, se masturbando com meu pau enquanto processava minhas palavras. A buceta apertava e soltava ritmado, me chupando por dentro. — E continua vindo por mim...
Assenti. Lágrimas que nunca chorei em dez anos reais escaparam.
—Não consigo te salvar. Tentei de tudo. O destino sempre vence.
Ela se inclinou, beijou minhas lágrimas, depois enfiou a língua na minha boca com fome. Começou a me cavalgar com força brutal, quase com raiva. As tetonas batiam na minha cara. Enfiei dois dedos na boca dela e ela chupou como se fosse meu pau enquanto gemia alto.
—Volta mais uma vez — disse, sem parar de me foder que nem uma louca. — Dessa vez não me conta nada. Não me fala do futuro. Vive comigo como se não soubesse de nada. Me fode como no primeiro dia. Me ama como se fosse eterno. E no fim... me deixa ir em paz. Sem eu saber o preço que você pagou. Aguentei mais. Agarrei a bunda dela com as duas mãos, abrindo as nádegas, e comecei a meter de baixo pra cima com toda a minha força. Minha pica entrava e saía violentamente da buceta molhada dela, batendo no colo do útero. Senti o cu dela se contrair no meu dedo quando enfiei até o fundo.
Gozei dentro dela igual um animal: jorros grossos, quentes e cheios de porra explodiram direto no útero dela, enchendo até transbordar. Ao mesmo tempo, ela gozou violentamente, a buceta dela se contorcendo em volta da minha pica, soltando jorros de squirt que encharcaram minha barriga e minhas coxas. Ela gritou meu nome entre soluços de prazer enquanto o corpo tremia sem controle, me ordenhando até a última gota.
— Me promete, meu gênio — sussurrou no meu ouvido, ainda empalada em mim, com minha porra grossa escorrendo da buceta aberta dela e descendo pelas minhas bolas —. Uma última linha. A boa.
Pulei.
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