Ele passou na minha casa às 6 da tarde, exatamente como a gente tinha combinado. Eu tava usando uma saia bem curtinha e justa que deixava minhas coxas bem à mostra, e se eu me abaixasse dava pra ver até a bunda. Tava de calcinha, caso ele quisesse brincar ou arrancar de mim. Eu tava com uma tanga preta de renda e um sutiã da mesma cor. Chegamos no hotel na caminhonete dele, entramos e fomos pegar a chave do nosso quarto. Ele ia bancar tudo, todas as despesas. Eu só precisava colocar a buceta, a raba pequena, a boca e a vontade de dar prazer pra ele gozar hahaha.
Entramos no quarto. Ele sentou na cama, e eu sentei do lado dele. Ele tirou de uma bolsa que trouxe o exame, e me disse: "Como eu adoraria que você fosse minha mulher e que ficasse comigo, você me encanta e eu gostaria de te engravidar e te fazer minha esposa." Eu disse que aquilo era muito doce e lindo, que esperava fazer isso muitas vezes durante a noite e que nós dois aproveitássemos um do outro e que ambos sentíssemos gostoso. Eu disse que na primeira vez queria fazer mais "tranquilo", pra me relaxar um pouco mais e ganhar confiança, porque estava muito nervosa, nunca tinha ido a um motel e muito menos porque pros meus pais eu falava que ia com minha amiga. Depois a gente ia aumentando o ritmo. Ele disse que não tinha problema, e que esperava passar uma noite excelente comigo, aproveitando. Ele me perguntou se eu preferia começar a noite no chuveiro ou na cama, e eu respondi que seria mais confortável na cama, mas que depois a gente podia fazer no banheiro e aos poucos íamos ganhando confiança pra fazer em todo lugar. Ele começou tirando a saia que eu tava usando, e depois minha blusa. Eu fiz o mesmo com ele, mas continuei até deixar ele completamente pelado. Quando eu puxei a cueca dele pra baixo, vi de novo o pauzão moreno dele que já tinha me feito gozar. Não tava duro ainda, mas tinha um bom tamanho. Não era só comprido, mas também grosso e cheio de veias, isso me excita pra caralho. Enfiei na boca e comecei a chupar devagar. Ele segurou minha cabeça com as mãos e acompanhava meu movimento. O pau dele começou a crescer de tamanho, até virar a besta enorme que já tinha me feito gozar.
Depois de 5 minutos, ele mandou eu levantar. Tirou meu sutiã e minha calcinha fio dental. Me deitou na cama, de barriga pra cima, e começou a lamber minha buceta. Ele era muito habilidoso. Eu comecei a me mexer na cama, e soltava uns gemidos de vez em quando. Ele enfiava a língua e roçava nas paredes internas. Depois começou a enfiar os dedos, primeiro um, depois dois, aí três. Tava sendo uma delícia.
Depois ele parou pra me levantar e me virar. Fiquei de quatro e ele se posicionou atrás de mim. Pedi pra ele ir devagar na primeira vez, e deixar eu controlar o ritmo. Ele topou na hora. Peguei o pau dele e coloquei na entrada da minha buceta. Me joguei um pouco pra trás pra começar a penetrar. Era enorme. Consegui enfiar a cabeça, e depois soltei. Fui me jogando pra trás, fazendo cada vez mais dele entrar dentro de mim. Tinha que ir devagar, porque era grande demais pra mim, já tinha sentado ele até o fundo antes, mas agora tava muito nervosa e sentia minha buceta mais fechada hahaha e realmente, porque ele falou "você tá muito apertada, putinha, que gostoso" e eu também sentia que o pau dele tava com dificuldade pra entrar e doía, imagino que meus músculos vaginais estavam muito tensos, até que ele me deu um tapa forte na bunda que me fez gemer. Quando senti que ele encostou no fundo, comecei a me mexer pra frente e pra trás, bem devagar.
Uns gemidos começaram a sair da minha boca. Ele colocou as mãos na minha cintura, bem firmes, pra acompanhar o movimento. Comecei a aumentar o ritmo conforme a dor diminuía e o prazer aumentava. Não chegamos a transar muito rápido, mas foi um bom começo. Ficamos assim por quase 10 minutos, até ele dizer que tava perto de gozar e que queria gozar na minha boca. Me separei dele e voltei a chupar ele. Daí ele pegou com a mão enorme dele e começou a bater uma o mais rápido que podia, até que disparou um jorro enorme de porra na minha boca. Era gostosa e quentinha, mas era tanta que escapava pelos cantos e escorria pelo meu corpo. Ele mandou eu engolir, e eu obedeci, tomei tudo. Ele perguntou como tinha sido a primeira vez, e eu respondi que amei, mas que ainda tinha muito mais e que queria continuar trepando. Ficamos deitados na cama por uns minutos, ele de barriga pra cima e eu deitada no peito dele, ele me abraçando e eu com as pernas sobre as dele, enquanto ele acariciava meus peitos com a outra mão e dizia que eu era muito gostosa, que apertava muito bem e que queria me foder mais, até que ele se levantou e mandou eu ir com ele pro banheiro. De novo ele pediu pra eu chupar ele, pra deixar ele duro de novo. Em dois minutos já tava grande de novo. Entramos no chuveiro e abrimos o registro. Como tava muito calor porque ligamos o aquecedor, abrimos só a água fria, o que refrescava nossos corpos. Ele me pegou por trás, me inclinou um pouco pra frente e pediu pra eu arquear a cintura. Daí senti o pau dele roçar nos meus lábios da buceta, que não demoraram a ser atravessados por aquela vara enorme. O prazer voltou, enquanto as gotas frias de água tiravam o calor e o suor. As mãos dele massageavam meus peitos. O ritmo quem ditava era ele, mas não era muito mais acelerado do que o que a gente tava tendo há uns minutos na cama.
Depois ele tirou o pau de dentro de mim e me virou. Levantou uma das minhas pernas e enfiou o pau dele. Mandou eu me agarrar nele com as pernas e os braços, que ele ia me segurar. Fiz o que ele pediu, e em segundos eu tava pendurada nele igual um macaco numa árvore. Agora o ritmo tava mais acelerado, eu subia e descia e ele me puxava pra me foder mais rápido. Olhei pra ele e beijei enquanto o pau dele abria caminho na minha buceta. Mesmo sentindo um pouco de dor, o prazer era maior. Eu gozei pendurada nele, gemendo de tanto prazer, mas ele continuou mais um pouco até gozar. Falei que ele podia gozar dentro de mim, e ele fez isso enquanto me dizia: "que gostosa, apertadinha, sua puta, quero te engravidar".
Senti toda a porra quente dele dentro de mim. Quando apoiei minhas pernas de novo, elas tremiam um pouco e estavam muito fracas, me senti tipo a Bambi kkkk, e da minha buceta escorria uma mistura de porra e fluidos vaginais. Saímos do chuveiro e nos secamos rápido. Voltamos pra cama pra recuperar as energias. Não deu pra descansar muito, porque depois de 10 minutos já estávamos no 69. Eu não conseguia chupar direito ele porque o prazer que ele me dava era forte demais, e eu não conseguia me concentrar em mamar ele.

Depois de alguns minutos, me deitei de barriga pra cima e abri as pernas, deixando minha buceta à disposição dele. Ele se posicionou na minha frente e enfiou o pauzão dele. Dessa vez, a bombada era forte e pesada. Dava pra ouvir meus gemidos de prazer, junto com o barulho das bolas dele batendo em mim. Doía um pouco, mas eu não queria que ele parasse; na verdade, entre gemidos, eu pedia: "assim, assim, love, me dá mais forte, me come, sou sua e quero seu gozo dentro.
Ele me segurava pelas pernas pra meter com mais força. Depois me virou de lado e se deitou atrás de mim. Enfiou o pau de novo e continuou me comendo gostoso. Em 5 minutos eu gozei de novo, mas ele continuou por um bom tempo até sentir vontade de esporrar. Encheu meu cu de leite de novo. Eu adorava sentir a porra dele dentro de mim, mas tava cansada e meu corpo e minha buceta doíam um pouco, já tava toda rosada de tanta fricção, mas queria continuar, amava o pau dele e o jeito que ele me comia, nada a ver com meu namorado. Adormeci por um tempo com o leite dele escorrendo dentro da minha buceta, até sentir algo roçando lá dentro e o prazer me acordar. Quando acordei, tava de bruços, e ele tava por cima de mim me comendo igual um cachorro no cio. Tava metendo bem forte.
Eu gritava, um pouco de dor e um pouco de prazer. Ele juntou minhas pernas e as fechou, o que deixou minha buceta mais apertada e, por isso, apertava mais o pau dele, dando mais prazer a ele — e a mim também. Mas, por causa da grossura do pau dele, também doía, porque estava muito apertada e eu sentia ele roçando minhas paredes. Mas eu gostava, estava me fazendo gemer e gritar. Depois, ele me pegou e se deitou de barriga pra cima, me sentando em cima dele. Eu me movia pra cima e pra baixo como se fosse uma boneca de pano. Eu tava louca, dando umas sentadas até o fundo, engolindo o pau inteiro dele de tão forte que eu sentava. Dava pra ouvir minha bunda batendo na barriga dele enquanto eu gemia e pedia pra ele me partir.
Depois de um tempo assim, ele me deitou de barriga pra cima e se ajoelhou, deixando o pau dele na altura da minha cabeça. Ele se masturbou bem forte até jorrar o leite dele na minha cara. Tive porra na boca, nas bochechas, no cabelo, nos olhos (que estavam semiabertos porque eu ainda não tinha acordado completamente). Olhei o relógio e eram 2 da manhã. Vi meu celular e tinha ligações dos meus pais, do meu namorado e do meu irmão, mensagem do meu namorado me perguntando onde eu tava, meus pais perguntando onde eu tava porque eu não respondia, e eu recém comida, cheia de porra do meu chefe e bem feliz da puta que pariu que acabaram de me dar, com vontade de mais.
Descansei por meia hora, pelo que calculei, e depois ele enfiou o pau na minha boca. Chupei ele por uns minutos (já tinha me ligado um pouco) e depois me colocou de quatro. Enfiou o pau de uma vez só e começou a bombar bem forte. Falei que tava doendo, que tava machucando, mas ele pareceu não ligar. Enquanto bombava, enfiava os dedos no meu cu. Era gostoso, mas ainda tava doendo a buceta, acho que de tanta fricção já tava muito sensível.
Depois ele tirou o pau e colocou na entrada do meu cu. Pedi pra ele ir devagar, mas ele riu e me chamou de puta, falou que já tinha metido ali antes. Cuspiu no meu cu e enfiou o dedo de novo. Tirou o dedo e colocou o pau no lugar. Um grito de dor saiu de mim quando senti a ponta do pau dele furando meu rabo. O hotel inteiro deve ter ouvido. Senti o pau dele queimando de tanto raspar na minha bunda. Ele metia muito forte, e eu mal conseguia segurar os gemidos. Aí ele começou a tirar e meter na minha buceta, depois tirava e voltava pro meu cu, e assim por um tempão. Já perto do final, começou a doer menos e eu comecei a gostar mais. Senti que meu cu tinha alargado pra caralho. Depois ele gozou dentro do meu cu. Me levantei pra deixar o esperma escorrer. Senti o leite dele escorrendo pelas minhas pernas, minhas coxas, e caindo no lençol branco. Notei que também caíam umas gotas de sangue. Eu tinha machucado meu cu, acho que por falta de lubrificante, porque nas outras vezes que eu passava lubrificante isso não acontecia, mas dessa vez, sem lubrificante, só tinha usado cuspe e senti muita dor! Minhas pernas tremiam, meus dois buracos doíam, e eu mal conseguia me mexer, minha barriga doía lá embaixo.
Fiquei dormindo até sentir de novo ele me comendo pela minha buceta. Eu tava deitada na cama, de barriga pra cima, com as pernas abertas, e sentia a respiração pesada dele no meu rosto. Ele tava metendo forte, mas não tanto quanto antes. Metia com força o bastante pra eu sentir prazer, quase no limite da dor, mas sem chegar lá. Adorava quando ele fazia assim comigo. Depois me levantei e fiquei de quatro. Ele se posicionou atrás de mim e enfiou de uma vez só. Minha buceta já tava dilatada, bem vermelha e dolorida, mas eu queria continuar sendo fodida, adorava ter ele dentro de mim. Ele me segurava pela cintura e, de vez em quando, passava a mão pelo meu corpo até chegar nos meus peitos. Eu gemia pra ele. Era puro tesão. Aí ele me segurou firme e se deitou de lado, me puxando junto. Ficamos os dois deitados de lado, ele atrás de mim. Ele enfiou o pau de novo na minha buceta, enquanto enfiava os dedos molhados de saliva no meu cu. Depois tirou o pau e meteu no meu rabo. Dessa vez eu curti mais, talvez porque tava um pouco mais acordada que da outra vez e porque minha buceta tava escorrendo e o pau dele cheio dos meus fluidos, o que ajudava a deslizar, mas eu tava adorando.
Depois disso, ele se deitou de barriga pra cima, e eu sentei em cima dele. Ele continuou me comendo pelo cu, até gozar dentro da minha bunda. Eu tirei a pica dele e enfiei na minha pussy. Montei nele por uns cinco minutos até sentir que ia gozar. Ele me separou do corpo dele e me deitou de barriga pra cima. Se colocou na minha frente e começou a esfregar meu clitóris. Fazia isso muito rápido. Não aguentei nem dois minutos e gozei na cara dele. Um jato enorme de fluidos escapou da minha buceta, e vieram mais alguns, mas mais fracos. Nós dois estávamos cobertos de fluidos, ele no rosto e eu no meu cu (e minha cara ainda não tava completamente limpa, tinha ficado meio pegajosa da gozada anterior dele). Nessa altura já eram umas cinco da manhã. Nós dois dormimos pelados, exaustos e cheios de fluidos, eu mais ainda hahaha e é isso, eu com a bunda e a buceta arrombadas. Acordei perto das nove do outro dia. Ele tava deitado na cama, de barriga pra cima, com braços e pernas abertos, e o pau dele mole mas presente. Fui no banheiro lavar a cara, e depois voltei pra cama. Meu corpo inteiro doía, principalmente minha buceta e meu cu, tavam muito doloridos e ardendo; eu tava exausta. Me virei de lado, olhando pra janela. Quinze minutos depois, senti algo roçando na minha bunda. Virei a cabeça pra ver ele esfregando o pau na minha bunda. Ele disse que seria a última, e que depois a gente ia embora. Pedi pra ele fazer uma massagem primeiro, e depois a gente podia transar. Me deitei de barriga pra baixo e ele se ajoelhou na cama, com um joelho de cada lado do meu corpo, na altura da minha bunda. Colocou as mãos nas minhas omoplatas e começou a fazer círculos. Ele tinha mãos fortes, e eu sentia todos os meus músculos doloridos. Foi descendo pelas áreas. Depois massageou minha cintura por uns minutos, pra depois subir de novo, mas na minha nuca. Eu amava as massagens dele. Aí ele tirou uma mão, e imediatamente senti o pau dele na entrada da minha buceta. Enfiou devagar. Eu Gostei do jeito que ele tava me comendo, porque eu não tinha energia pra um sexo selvagem e desenfreado. Além disso, eu tava deitada na cama, então não precisava fazer força pra me manter. Depois ele me virou de lado e me penetrou por trás. Eu tava adorando a bombada lenta dele. De vez em quando, soltava um gemido de prazer. Ele percorria meu corpo de um jeito sensual, como se fôssemos amantes. Aí eu me sentei, fiquei montada nele, com minhas pernas envolvendo o corpo dele, que tava ajoelhado na cama. Eu masturbei ele devagar, bolinando as bolas também. Ele me beijou, e eu correspondi o beijo. Depois ele pegou o pau dele e se masturbou rápido, até gozar. Eu ofereci minha carinha, que ficou toda coberta de porra. Depois disso, ele levantou e se vestiu. Me agradeceu pela noite maravilhosa que a gente tinha tido e foi embora. Eu fiquei mais um tempinho no hotel. Acabei dormindo pelada, cheia de esperma, exausta, e acordei lá pelo meio-dia. Quando despertei, me vesti sem tomar banho, deixei toda a porra seca dentro de mim, tinha restos de sêmen nas minhas pernas, nas costas, na barriga. A única coisa que fiz foi lavar o rosto e me pentear, e voltei pra casa. Meus pais já tinham chegado do trabalho, e eu falei que tinha saído com umas amigas naquela tarde. Óbvio que levei uma bronca por não ter atendido o telefone e por não ter avisado. Disse que tava com minha amiga e a bateria tinha acabado. O que eu não ia contar é que fui de puta com meu chefe de pau grande e ainda levei pra viagem. Tomei um banho pra limpar todo o sêmen que tinha no corpo. Caí na cama num sono profundo, tava exausta. Minha buceta e meu cu ainda doíam pra caralho, mas eu tava feliz e contente com a trepada foda do meu macho, e já pensava em repetir. Aquele homem já era meu, e eu ia deixar ele me comer quantas vezes quisesse. Naquele dia, não respondi meu namorado, só pensava no meu chefe e no pauzão dele.
Entramos no quarto. Ele sentou na cama, e eu sentei do lado dele. Ele tirou de uma bolsa que trouxe o exame, e me disse: "Como eu adoraria que você fosse minha mulher e que ficasse comigo, você me encanta e eu gostaria de te engravidar e te fazer minha esposa." Eu disse que aquilo era muito doce e lindo, que esperava fazer isso muitas vezes durante a noite e que nós dois aproveitássemos um do outro e que ambos sentíssemos gostoso. Eu disse que na primeira vez queria fazer mais "tranquilo", pra me relaxar um pouco mais e ganhar confiança, porque estava muito nervosa, nunca tinha ido a um motel e muito menos porque pros meus pais eu falava que ia com minha amiga. Depois a gente ia aumentando o ritmo. Ele disse que não tinha problema, e que esperava passar uma noite excelente comigo, aproveitando. Ele me perguntou se eu preferia começar a noite no chuveiro ou na cama, e eu respondi que seria mais confortável na cama, mas que depois a gente podia fazer no banheiro e aos poucos íamos ganhando confiança pra fazer em todo lugar. Ele começou tirando a saia que eu tava usando, e depois minha blusa. Eu fiz o mesmo com ele, mas continuei até deixar ele completamente pelado. Quando eu puxei a cueca dele pra baixo, vi de novo o pauzão moreno dele que já tinha me feito gozar. Não tava duro ainda, mas tinha um bom tamanho. Não era só comprido, mas também grosso e cheio de veias, isso me excita pra caralho. Enfiei na boca e comecei a chupar devagar. Ele segurou minha cabeça com as mãos e acompanhava meu movimento. O pau dele começou a crescer de tamanho, até virar a besta enorme que já tinha me feito gozar.
Depois de 5 minutos, ele mandou eu levantar. Tirou meu sutiã e minha calcinha fio dental. Me deitou na cama, de barriga pra cima, e começou a lamber minha buceta. Ele era muito habilidoso. Eu comecei a me mexer na cama, e soltava uns gemidos de vez em quando. Ele enfiava a língua e roçava nas paredes internas. Depois começou a enfiar os dedos, primeiro um, depois dois, aí três. Tava sendo uma delícia.
Depois ele parou pra me levantar e me virar. Fiquei de quatro e ele se posicionou atrás de mim. Pedi pra ele ir devagar na primeira vez, e deixar eu controlar o ritmo. Ele topou na hora. Peguei o pau dele e coloquei na entrada da minha buceta. Me joguei um pouco pra trás pra começar a penetrar. Era enorme. Consegui enfiar a cabeça, e depois soltei. Fui me jogando pra trás, fazendo cada vez mais dele entrar dentro de mim. Tinha que ir devagar, porque era grande demais pra mim, já tinha sentado ele até o fundo antes, mas agora tava muito nervosa e sentia minha buceta mais fechada hahaha e realmente, porque ele falou "você tá muito apertada, putinha, que gostoso" e eu também sentia que o pau dele tava com dificuldade pra entrar e doía, imagino que meus músculos vaginais estavam muito tensos, até que ele me deu um tapa forte na bunda que me fez gemer. Quando senti que ele encostou no fundo, comecei a me mexer pra frente e pra trás, bem devagar.
Uns gemidos começaram a sair da minha boca. Ele colocou as mãos na minha cintura, bem firmes, pra acompanhar o movimento. Comecei a aumentar o ritmo conforme a dor diminuía e o prazer aumentava. Não chegamos a transar muito rápido, mas foi um bom começo. Ficamos assim por quase 10 minutos, até ele dizer que tava perto de gozar e que queria gozar na minha boca. Me separei dele e voltei a chupar ele. Daí ele pegou com a mão enorme dele e começou a bater uma o mais rápido que podia, até que disparou um jorro enorme de porra na minha boca. Era gostosa e quentinha, mas era tanta que escapava pelos cantos e escorria pelo meu corpo. Ele mandou eu engolir, e eu obedeci, tomei tudo. Ele perguntou como tinha sido a primeira vez, e eu respondi que amei, mas que ainda tinha muito mais e que queria continuar trepando. Ficamos deitados na cama por uns minutos, ele de barriga pra cima e eu deitada no peito dele, ele me abraçando e eu com as pernas sobre as dele, enquanto ele acariciava meus peitos com a outra mão e dizia que eu era muito gostosa, que apertava muito bem e que queria me foder mais, até que ele se levantou e mandou eu ir com ele pro banheiro. De novo ele pediu pra eu chupar ele, pra deixar ele duro de novo. Em dois minutos já tava grande de novo. Entramos no chuveiro e abrimos o registro. Como tava muito calor porque ligamos o aquecedor, abrimos só a água fria, o que refrescava nossos corpos. Ele me pegou por trás, me inclinou um pouco pra frente e pediu pra eu arquear a cintura. Daí senti o pau dele roçar nos meus lábios da buceta, que não demoraram a ser atravessados por aquela vara enorme. O prazer voltou, enquanto as gotas frias de água tiravam o calor e o suor. As mãos dele massageavam meus peitos. O ritmo quem ditava era ele, mas não era muito mais acelerado do que o que a gente tava tendo há uns minutos na cama.
Depois ele tirou o pau de dentro de mim e me virou. Levantou uma das minhas pernas e enfiou o pau dele. Mandou eu me agarrar nele com as pernas e os braços, que ele ia me segurar. Fiz o que ele pediu, e em segundos eu tava pendurada nele igual um macaco numa árvore. Agora o ritmo tava mais acelerado, eu subia e descia e ele me puxava pra me foder mais rápido. Olhei pra ele e beijei enquanto o pau dele abria caminho na minha buceta. Mesmo sentindo um pouco de dor, o prazer era maior. Eu gozei pendurada nele, gemendo de tanto prazer, mas ele continuou mais um pouco até gozar. Falei que ele podia gozar dentro de mim, e ele fez isso enquanto me dizia: "que gostosa, apertadinha, sua puta, quero te engravidar".
Senti toda a porra quente dele dentro de mim. Quando apoiei minhas pernas de novo, elas tremiam um pouco e estavam muito fracas, me senti tipo a Bambi kkkk, e da minha buceta escorria uma mistura de porra e fluidos vaginais. Saímos do chuveiro e nos secamos rápido. Voltamos pra cama pra recuperar as energias. Não deu pra descansar muito, porque depois de 10 minutos já estávamos no 69. Eu não conseguia chupar direito ele porque o prazer que ele me dava era forte demais, e eu não conseguia me concentrar em mamar ele.

Depois de alguns minutos, me deitei de barriga pra cima e abri as pernas, deixando minha buceta à disposição dele. Ele se posicionou na minha frente e enfiou o pauzão dele. Dessa vez, a bombada era forte e pesada. Dava pra ouvir meus gemidos de prazer, junto com o barulho das bolas dele batendo em mim. Doía um pouco, mas eu não queria que ele parasse; na verdade, entre gemidos, eu pedia: "assim, assim, love, me dá mais forte, me come, sou sua e quero seu gozo dentro.
Ele me segurava pelas pernas pra meter com mais força. Depois me virou de lado e se deitou atrás de mim. Enfiou o pau de novo e continuou me comendo gostoso. Em 5 minutos eu gozei de novo, mas ele continuou por um bom tempo até sentir vontade de esporrar. Encheu meu cu de leite de novo. Eu adorava sentir a porra dele dentro de mim, mas tava cansada e meu corpo e minha buceta doíam um pouco, já tava toda rosada de tanta fricção, mas queria continuar, amava o pau dele e o jeito que ele me comia, nada a ver com meu namorado. Adormeci por um tempo com o leite dele escorrendo dentro da minha buceta, até sentir algo roçando lá dentro e o prazer me acordar. Quando acordei, tava de bruços, e ele tava por cima de mim me comendo igual um cachorro no cio. Tava metendo bem forte.
Eu gritava, um pouco de dor e um pouco de prazer. Ele juntou minhas pernas e as fechou, o que deixou minha buceta mais apertada e, por isso, apertava mais o pau dele, dando mais prazer a ele — e a mim também. Mas, por causa da grossura do pau dele, também doía, porque estava muito apertada e eu sentia ele roçando minhas paredes. Mas eu gostava, estava me fazendo gemer e gritar. Depois, ele me pegou e se deitou de barriga pra cima, me sentando em cima dele. Eu me movia pra cima e pra baixo como se fosse uma boneca de pano. Eu tava louca, dando umas sentadas até o fundo, engolindo o pau inteiro dele de tão forte que eu sentava. Dava pra ouvir minha bunda batendo na barriga dele enquanto eu gemia e pedia pra ele me partir.
Depois de um tempo assim, ele me deitou de barriga pra cima e se ajoelhou, deixando o pau dele na altura da minha cabeça. Ele se masturbou bem forte até jorrar o leite dele na minha cara. Tive porra na boca, nas bochechas, no cabelo, nos olhos (que estavam semiabertos porque eu ainda não tinha acordado completamente). Olhei o relógio e eram 2 da manhã. Vi meu celular e tinha ligações dos meus pais, do meu namorado e do meu irmão, mensagem do meu namorado me perguntando onde eu tava, meus pais perguntando onde eu tava porque eu não respondia, e eu recém comida, cheia de porra do meu chefe e bem feliz da puta que pariu que acabaram de me dar, com vontade de mais.
Descansei por meia hora, pelo que calculei, e depois ele enfiou o pau na minha boca. Chupei ele por uns minutos (já tinha me ligado um pouco) e depois me colocou de quatro. Enfiou o pau de uma vez só e começou a bombar bem forte. Falei que tava doendo, que tava machucando, mas ele pareceu não ligar. Enquanto bombava, enfiava os dedos no meu cu. Era gostoso, mas ainda tava doendo a buceta, acho que de tanta fricção já tava muito sensível.
Depois ele tirou o pau e colocou na entrada do meu cu. Pedi pra ele ir devagar, mas ele riu e me chamou de puta, falou que já tinha metido ali antes. Cuspiu no meu cu e enfiou o dedo de novo. Tirou o dedo e colocou o pau no lugar. Um grito de dor saiu de mim quando senti a ponta do pau dele furando meu rabo. O hotel inteiro deve ter ouvido. Senti o pau dele queimando de tanto raspar na minha bunda. Ele metia muito forte, e eu mal conseguia segurar os gemidos. Aí ele começou a tirar e meter na minha buceta, depois tirava e voltava pro meu cu, e assim por um tempão. Já perto do final, começou a doer menos e eu comecei a gostar mais. Senti que meu cu tinha alargado pra caralho. Depois ele gozou dentro do meu cu. Me levantei pra deixar o esperma escorrer. Senti o leite dele escorrendo pelas minhas pernas, minhas coxas, e caindo no lençol branco. Notei que também caíam umas gotas de sangue. Eu tinha machucado meu cu, acho que por falta de lubrificante, porque nas outras vezes que eu passava lubrificante isso não acontecia, mas dessa vez, sem lubrificante, só tinha usado cuspe e senti muita dor! Minhas pernas tremiam, meus dois buracos doíam, e eu mal conseguia me mexer, minha barriga doía lá embaixo.
Fiquei dormindo até sentir de novo ele me comendo pela minha buceta. Eu tava deitada na cama, de barriga pra cima, com as pernas abertas, e sentia a respiração pesada dele no meu rosto. Ele tava metendo forte, mas não tanto quanto antes. Metia com força o bastante pra eu sentir prazer, quase no limite da dor, mas sem chegar lá. Adorava quando ele fazia assim comigo. Depois me levantei e fiquei de quatro. Ele se posicionou atrás de mim e enfiou de uma vez só. Minha buceta já tava dilatada, bem vermelha e dolorida, mas eu queria continuar sendo fodida, adorava ter ele dentro de mim. Ele me segurava pela cintura e, de vez em quando, passava a mão pelo meu corpo até chegar nos meus peitos. Eu gemia pra ele. Era puro tesão. Aí ele me segurou firme e se deitou de lado, me puxando junto. Ficamos os dois deitados de lado, ele atrás de mim. Ele enfiou o pau de novo na minha buceta, enquanto enfiava os dedos molhados de saliva no meu cu. Depois tirou o pau e meteu no meu rabo. Dessa vez eu curti mais, talvez porque tava um pouco mais acordada que da outra vez e porque minha buceta tava escorrendo e o pau dele cheio dos meus fluidos, o que ajudava a deslizar, mas eu tava adorando.
Depois disso, ele se deitou de barriga pra cima, e eu sentei em cima dele. Ele continuou me comendo pelo cu, até gozar dentro da minha bunda. Eu tirei a pica dele e enfiei na minha pussy. Montei nele por uns cinco minutos até sentir que ia gozar. Ele me separou do corpo dele e me deitou de barriga pra cima. Se colocou na minha frente e começou a esfregar meu clitóris. Fazia isso muito rápido. Não aguentei nem dois minutos e gozei na cara dele. Um jato enorme de fluidos escapou da minha buceta, e vieram mais alguns, mas mais fracos. Nós dois estávamos cobertos de fluidos, ele no rosto e eu no meu cu (e minha cara ainda não tava completamente limpa, tinha ficado meio pegajosa da gozada anterior dele). Nessa altura já eram umas cinco da manhã. Nós dois dormimos pelados, exaustos e cheios de fluidos, eu mais ainda hahaha e é isso, eu com a bunda e a buceta arrombadas. Acordei perto das nove do outro dia. Ele tava deitado na cama, de barriga pra cima, com braços e pernas abertos, e o pau dele mole mas presente. Fui no banheiro lavar a cara, e depois voltei pra cama. Meu corpo inteiro doía, principalmente minha buceta e meu cu, tavam muito doloridos e ardendo; eu tava exausta. Me virei de lado, olhando pra janela. Quinze minutos depois, senti algo roçando na minha bunda. Virei a cabeça pra ver ele esfregando o pau na minha bunda. Ele disse que seria a última, e que depois a gente ia embora. Pedi pra ele fazer uma massagem primeiro, e depois a gente podia transar. Me deitei de barriga pra baixo e ele se ajoelhou na cama, com um joelho de cada lado do meu corpo, na altura da minha bunda. Colocou as mãos nas minhas omoplatas e começou a fazer círculos. Ele tinha mãos fortes, e eu sentia todos os meus músculos doloridos. Foi descendo pelas áreas. Depois massageou minha cintura por uns minutos, pra depois subir de novo, mas na minha nuca. Eu amava as massagens dele. Aí ele tirou uma mão, e imediatamente senti o pau dele na entrada da minha buceta. Enfiou devagar. Eu Gostei do jeito que ele tava me comendo, porque eu não tinha energia pra um sexo selvagem e desenfreado. Além disso, eu tava deitada na cama, então não precisava fazer força pra me manter. Depois ele me virou de lado e me penetrou por trás. Eu tava adorando a bombada lenta dele. De vez em quando, soltava um gemido de prazer. Ele percorria meu corpo de um jeito sensual, como se fôssemos amantes. Aí eu me sentei, fiquei montada nele, com minhas pernas envolvendo o corpo dele, que tava ajoelhado na cama. Eu masturbei ele devagar, bolinando as bolas também. Ele me beijou, e eu correspondi o beijo. Depois ele pegou o pau dele e se masturbou rápido, até gozar. Eu ofereci minha carinha, que ficou toda coberta de porra. Depois disso, ele levantou e se vestiu. Me agradeceu pela noite maravilhosa que a gente tinha tido e foi embora. Eu fiquei mais um tempinho no hotel. Acabei dormindo pelada, cheia de esperma, exausta, e acordei lá pelo meio-dia. Quando despertei, me vesti sem tomar banho, deixei toda a porra seca dentro de mim, tinha restos de sêmen nas minhas pernas, nas costas, na barriga. A única coisa que fiz foi lavar o rosto e me pentear, e voltei pra casa. Meus pais já tinham chegado do trabalho, e eu falei que tinha saído com umas amigas naquela tarde. Óbvio que levei uma bronca por não ter atendido o telefone e por não ter avisado. Disse que tava com minha amiga e a bateria tinha acabado. O que eu não ia contar é que fui de puta com meu chefe de pau grande e ainda levei pra viagem. Tomei um banho pra limpar todo o sêmen que tinha no corpo. Caí na cama num sono profundo, tava exausta. Minha buceta e meu cu ainda doíam pra caralho, mas eu tava feliz e contente com a trepada foda do meu macho, e já pensava em repetir. Aquele homem já era meu, e eu ia deixar ele me comer quantas vezes quisesse. Naquele dia, não respondi meu namorado, só pensava no meu chefe e no pauzão dele.
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