Como toda segunda-feira à noite saindo do trampo, vou pro parque perto de casa comer uns hambúrgueres, mas pra minha má sorte a dona não tava, então fiquei um tempão sentado no parque tomando um refri. Do meu lado senta uma mina com um carrinho de feira e três garrafas térmicas de café. Aí ela levantou o olhar e tava meio chorosa. A primeira coisa que fiz foi oferecer um lenço. "Desculpa, aqui, pega, vai desidratar se não secar essas lágrimas" — falei. Ela deu uma risada e aceitou o lenço. Não falei nada, só fiquei sentado. De repente, o celular dela toca e ela atende. "Amor, me perdoa, não é o que parece, eu te amo e blá blá blá." Percebi na hora e pensei: levaram gaia nela. Ela desligou puta da vida, aí pedi pra ela me vender um café e ela se desculpou pela cena. Respondi: "Não se preocupa" e falei: "Olha, não sou nenhum novato em questões de amor, então posso apostar que te meteram os chifres, né?" Ela confirmou e disse que era um relacionamento de anos, e o pior é que ela já tinha perdoado várias vezes, mas o parceiro continuava fazendo a mesma merda. Aí falei: "Vamos fazer uma parada: te pago os três termos de café e você vai descansar, porque cê tá com uma cara péssima, até pálida." Mas ela respondeu: "Não posso ir pra casa, aquele homem tá lá, foi de lá que peguei ele comendo a vizinha. 🥺🥲" Perguntei: "Mas não tem outro lugar, tipo sua mãe ou algum parente?" Ela disse que tava sozinha aqui e só tinha o parceiro. Mesmo assim, paguei os termos: "Olha, mesmo que o amor não encha o bucho, a grana sempre resolve 😉." Ela disse que eu era muito gentil e agradeceu. Me joguei e falei pra ela me acompanhar pra jantar ali perto, e ela topou na hora. Durante o jantar, a gente se divertiu, conversou, riu, e parece que ela esqueceu tudo que tinha rolado. No fim da janta, ela disse: "Muito obrigada, mas será que posso ficar na sua casa pra dormir?" Até aquele ponto, eu sabia que ela tava fazendo isso. Por despeito, mas otário eu não sou e sempre aproveito as oportunidades da vida. Falei que sim e pedi um táxi pra ir pro meu apê e levar as coisas dela. Durante o trajeto, ela se aninhava em mim e eu abraçava ela, e de vez em quando a gente acabava se beijando. De repente, ela abaixa a cabeça, tira meu pau pra fora e começa a chupar ele no táxi. Ela chupava muito bem, de verdade, mas muito bem. Não sei se o taxista percebeu ou não, mas eu tava no céu. Chegamos, paguei o táxi, subimos, mal abri a porta, ela pulou em cima de mim e continuou me beijando por um bom tempo, depois desceu e começou a se despir e falou: "tira tudo que eu vou te estuprar", e eu fiquei 😨. Obedeci e me deitei na cama pra ela chupar meu pau, mas tava duríssimo e gostoso. Aí levantei ela e inverti, fiz um 69, ela gemia quando passava a língua nos lábios dela. Ficou tão excitada que a gente nem pensou em camisinha nem nada, ela montou e começou a literalmente me estuprar. Tive que pensar em outra coisa e me morder pra não gozar, porque aquela mulher não parava, ela continuava e continuava como se não houvesse amanhã. Então, peguei ela de novo e, de pé, comecei a meter, e ela gozava, mas jorrava água. Virava os olhos e isso me excitava tanto que gozei dentro dela, mas como continuei com o pau duro, segui metendo e coloquei ela de lado e ali finalizei com tudo, ela gritava e continuava gozando. Coloquei ela de barriga pra cima com as pernas na orelha e meti forte, e ela aguentava. Gozei de novo, mas como se tivesse tomado um afrodisíaco, continuei duro, mas duro, duro. Virei ela de quatro e aí sim ela soltou uns gemidos e pediu pra ir devagar, mas eu já tava desconectado do meu corpo e, por puro instinto, metia com força e dava tapas na bunda dela, até que enfiei três dedos no cu dela e ela gemeu mais e mais alto. Então, enchi o cu dela de cuspe e meti, ela gritou tão alto que me excitou mais e comecei a meter rápido até sentir a buceta dela escorrendo a gozada dela. Finalizei a buceta e ali, se não, se mais. Tomamos um banho juntos e caímos no sono. No dia seguinte, ela preparou o café da manhã pra nós dois, isso sim que eu curti pra caralho, e depois coloquei ela num taxi e ela foi pra casa do corno.
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