Meu chefe fode minha mulher (parte 8)

Finalmente chegou segunda-feira. O despertador tocou e eu levantei sem precisar desligar várias vezes como de costume. Tava bem acordado, então um toque foi suficiente. Embora tivesse dormido a noite toda de uma vez, o sono foi leve. Hoje a Alba teria que encarar o chefe dela no trabalho. Hoje seria um dia diferente pra ela. Desde que no sábado eu comi e humilhei ela com meu consentimento, a ideia de enfrentar mais um dia de trabalho tinha mudado pra minha mulher. Não era mais só ir pro trampo dela na escola e dar as aulas e fazer as tarefas do dia a dia. Agora ela teria que encarar o Juan Carlos, que além de ser superior dela, era o coordenador pedagógico da escola, e no outro dia tinha comido, usado e humilhado ela. Cada vez que ela trombar ele nos corredores, vai lembrar, por exemplo, como a Alba chupava a rola dele ou como a Alba raspou as bolas e o cu dele. Ou como ele esvaziou a camisinha depois de gozar na boca dela ou como depois acabou mijando nela. Agora a Alba teria que lidar com essa situação no trabalho e com o nervosismo constante de que alguém além dele pudesse descobrir as perversões que ela se submete, mas que, convenhamos, ela também curte. Enquanto eu tomava café, a Alba veio pra cozinha pegar um café também. Tava séria. Igual no domingo, quando a gente mal se falou. Acho que ela tava magoada com o que eu fiz, por ter convidado o Juan Carlos. Não tanto pelo que ele fez ou obrigou ela a fazer, já que no fundo esse tipo de tratamento agrada a Alba e ela teria curtido se fosse qualquer outro homem. Ela tava magoada pela pessoa que eu escolhi pra fazer isso. Sabia que eu fiz com a intenção de humilhar ela no trabalho, de estender o que eu passei por causa das infidelidades dela. Não vou negar que gostei das infidelidades dela, curti, sim. Mas não gostava da ideia de ela fazer isso pelas minhas costas sem me contar. E a relação dela com o Pablo, meu chefe, tinha ficado especial demais. Tinha que entender que não me importo que ela transe com ele, mas que queria saber. Ela, por sua vez, continuou escrevendo pra ele, então acabei optando por essa solução.
Alba tomou o café dela sem dizer nada, em silêncio. Levantou e começou a se arrumar pra sair. Quando ficou pronta, pegou as chaves de casa e, praticamente sem olhar nos meus olhos, se despediu de mim com um "tchau" da porta e foi embora. Dava pra ver que ela estava nervosa. Imagino que sem saber o que ia encontrar no trabalho. Eu terminei de preparar minha maleta e fui pro escritório.
— E aí, beleza? — perguntou Pablo. — Não soube de nada de vocês dois nesse fim de semana.
— De boa. Ficamos sossegados em casa. Às vezes é preciso um pouco de tranquilidade e planos caseiros — respondi.
— É, verdade. Eu fiquei em casa sem fazer nada. A real é que me entediei pra caralho.
Poxa! Isso é novo. Parece que Alba não escreveu pro Pablo o fim de semana inteiro, e ele com certeza esperava pelo menos uma mensagem, se não um convite pra transar com ela. Será que Alba entendeu o recado que eu queria mandar com a foda com o chefe dela? No fim, ia acabar sendo eficaz expor ela no trabalho pra controlar a relação dela com o Pablo.

A conversa com Pablo rapidamente passou pra outros assuntos irrelevantes sobre trabalho e esportes. Ele fez umas duas insinuações a mais sobre a ausência da Alba nos últimos dois dias, mas ao ver que a desculpa do plano caseiro pros dias de descanso era a única coisa que saía da minha boca, preferiu não insistir. Ele também devia entender que ela era minha mulher e, por mais que eu gostasse que outros caras comessem ela, também não podiam dispor dela quando quisessem, então deviam respeitar nossa intimidade como casal, o que me dava um certo controle do meu casamento.

A manhã passei entre papéis e o computador quando o celular começou a vibrar. Era uma mensagem de Juan Carlos, o diretor de estudos da escola da Alba.
"Oi Juan. Que E aí?" dizia a mensagem.
Não esperava aquela mensagem dele, pelo menos tão cedo. Imagino que depois do sábado ele já estaria mais que satisfeito. Mas é verdade que pra ele hoje também seria um dia estranho no trabalho. Hoje ele encontraria uma colega com quem, uns dias antes, tinha tido uma sessão de sexo bem pesada. Também devia ser estranho pra ele.

"Oi. Aqui no trampo" respondi.
"Hehe. Nem só. Também tô no batente. Queria te perguntar sobre a Alba"
"Aconteceu alguma coisa?"
"Não, tranquilo. Ela tá por aqui, dando aula. Era só pra saber exatamente o que você quer que eu faça"

Em parte, era lógico. Eu tinha explicado a situação entre eu e a Alba, mas bem por cima. Só falei que éramos um casal liberal, onde não tinha problema incluir outras pessoas. Expliquei um pouco as coisas que a Alba topava pra que naquela noite ele soubesse o que podia e não podia fazer, pra não passar dos limites, mesmo que com a Alba muitos outros já tivessem passado antes. A verdade é que o Juan Carlos se comportou como um bom amante. Não ultrapassou os limites que estabeleci e agiu como eu disse que podia agir. E agora tava me perguntando como devia agir. Esperava que fosse por respeito a mim, que era o marido, coisa que outros amantes como o Pablo não tiveram. Mas suspeito que também pra não ficar de mal comigo. Eu tinha aberto as portas pra uma gostosa como a Alba e acho que ele não queria perder essa chance, e isso passava por me agradar.

"Olha, vou explicar rapidinho. Mas isso, como combinamos, só deve ficar entre nós três: Alba, você e eu" respondi.
"Claro, claro"
"Beleza. No nosso relacionamento já entraram muitos outros caras. Mas quero que ela continue sabendo que quem manda sou eu. Além disso, ela gosta de ser humilhada, como você já viu, e que melhor jeito do que com o chefe dela. Foda-se, você tem liberdade pra fazer o que quiser com ela. o que você quiser, dentro do que combinamos, até pode ameaçar ela de espalhar o vício dela na escola, pra deixar ela mais submissa. Imagino que você saiba como fazer e mostrar que escolher você foi uma boa opção pra submissão dela"
"Tá bom, entendi. Então você me dá permissão pra brincar um pouco com ela, né?"
"Sim. Seja discreto, mas sim. Que ela veja quem manda" respondi. Sorri sozinho. Isso significava que talvez ele fosse hoje tentar algo com a Alba. Senti um formigamento na virilha só de pensar.
Não soube mais nada do Juan Carlos até perto das cinco da tarde, quando chegou uma nova mensagem.
"Acho que cumpri, chefe" dizia. A mensagem vinha com uma foto. Era a Alba, de joelhos no chão. A foto era de cima. A Alba segurava a rola do Juan Carlos com a mão e mantinha a cabeça dela dentro da boca, rodeada pelos lábios.
"Porra, então já aproveitou, hein?" respondi.
"Kkkk. Sim. Já que você me deu permissão, mas só uma chupadinha, que a gente tá no trabalho ;)"
Bom, não estava mal. Com certeza aquela situação de se ver submissa na escola agradava a Alba. Mas eu teria que esperar voltar pra casa pra ela me contar como tinha vivido aquilo.
...
O despertador tocou. O Juan desligou rápido e não deixou tocar por mais tempo como era normal nele. Isso significava que ou ele tinha o sono leve e não custava acordar, ou já estava acordado há um tempo. Essa última era o que tava rolando comigo. Eu tinha tido dificuldade pra dormir aquela noite. Não fazia nada além de virar na cama. Acordava fácil e quando o despertador tocou já tava acordado há um tempo. Ficava pensando, e era isso que me impedia de dormir.
No sábado, o Juan teve a ideia "genial" de que seria ótimo que a pessoa que convidasse pra casa com a intenção de foder fosse um colega de trabalho. Do meu trabalho. Ele deixou bem claro. Eu tava fodendo o chefe dele, colocando ele numa posição meio desconfortável no trabalho dele, em Se fosse descoberto alguma coisa, ele se vingava fazendo com que meu chefe me comesse pra que eu ficasse insegura no trabalho. E olha se ele conseguiu. Eu não sabia o que poderia acontecer hoje no serviço. Se eu conseguiria olhar pro meu chefe sem me sentir desconfortável ou se ele ia abrir a boca e alguém mais ficar sabendo o que eu faço dentro de casa. Tava nervosa e isso me tirava o sono.

Além disso, sei que o Juan fez isso por outro motivo. Ele sabe que eu tenho uma relação especial com o Pablo e isso incomoda ele. A gente se encontrou pelas costas dele e, mesmo que seja só sexo, sei que ele fica puto por não saber. Até entendo ele. Mas desde que essa porta se abriu, a putaria que sinto em foder com o Pablo é enorme. Sinto que tô fazendo algo proibido, ele é o chefe do meu marido, o superior dele, e tem algo humilhante nisso pra ele que me excita pra caralho e me deixa louca. Esse é o único motivo que me leva a ficar com o Pablo sem o Juan saber. Mas entendo ele ficar bolado. E esse foi o castigo que ele quis me dar.

A verdade é que tem algo de sacana nisso tudo que eu adoro. O diretor de estudos da minha escola não é um homem que me atraia fisicamente. Muito pelo contrário. Mas ele ser meu chefe, me causar uma certa repulsa, me comer como me comeu e me humilhar do jeito que fez, faz com que eu fique molhada na hora. De uns meses pra cá, minha visão do sexo e do que me excita mudou pra caramba, e eu curto me sentir como uma verdadeira puta usada pelos homens. Mas nesse caso é diferente. Essa situação é sacana até certo ponto, mas também tenho medo de que possa me afetar no trabalho e na minha relação com os colegas e os pais das crianças da escola. E isso me deixa preocupada. Acho que o Juan pensou nessa consequência quando decidiu que o Juan Carlos viesse me comer em casa. O Juan foi meio filho da puta com tudo isso. Mas acho que foi o jeito dele de tentar frear meus encontros com o Pablo pelas costas dele.

O Juan saiu da cama e Começou a se vestir e se arrumar. Fiquei na cama um pouco mais, pensando. Pensando no que ia encontrar quando chegasse no trabalho. À noite, na hora de deitar, fiquei matutando todas as possibilidades: que o Juan Carlos agisse normal, como se o de sábado nunca tivesse acontecido; que fosse um filho da puta e quisesse me expor na frente dos colegas; que contasse pras minhas amigas… Eu tava realmente nervosa. Fiz um esforço pra sair da cama. Se fosse por mim, teria ficado lá dentro até o dia seguinte, mas tinha que encarar o que pudesse rolar, além de que não podia faltar no trabalho sem uma desculpa justificável. Entrei na cozinha onde o Juan tava tomando café. Preparei um café pra mim, já que pensei que, apesar do nervosismo que ia ter que carregar o dia todo, precisava de um empurrãozinho pra encarar aquele dia pela frente. Eu e o Juan não conversamos durante o café. No dia anterior, domingo, praticamente também não trocamos palavra. Eu ainda tava puta com o que ele tinha feito e não tava a fim de falar com ninguém. Nem com o Pablo, pra quem não mandei mensagem. Além de não estar de bom humor, não queria complicar mais as coisas com meu marido. Terminei meu café, peguei as chaves e saí de casa, me despedindo com um "tchau" da porta antes de fechá-la. No caminho pra escola, todos os meus pensamentos giravam em torno do encontro com o Juan Carlos. Quando virei a rua que dava no meu trabalho e vi a escola lá no fundo, senti meu coração disparar. Confesso que tava extremamente nervosa. Pra minha surpresa, o dia passou bem normal. Mais do que eu esperava. Não sabia realmente o que ia encontrar; nos meus pensamentos exagerados, imaginava que o pessoal ia me olhar estranho e me apontar me chamando de puta, mas nada disso. Minha cabeça ia mais rápido do que devia, reconheço. E o dia foi totalmente normal. Comecei a deixar de lado toda aquela tensão que me acompanhava desde cedo. Hora da manhã e na hora do almoço fui pra sala dos professores com meu tupper pra comer e descansar. Tinha umas outras colegas comigo e a gente tava batendo papo sobre um novo programa de TV sobre reformas em casas que a gente adorava, quando o Juan Carlos apareceu na porta. Meu coração disparou.
— Ah! Você tá aqui, Alba. Tava te procurando. A mãe do Héctor veio perguntar não sei o quê sobre um casaco que ele perdeu ou algo assim. Depois passa na sala e me conta, ok?
Porra! Ele queria que eu fosse na sala dele… Não tava nem um pouco afim de ter que ir lá sozinha. Mas não tinha outra opção.
— Claro, passo lá depois — respondi.
Claro que estragou meu almoço e o resto da tarde. Não parava de pensar no momento em que teria que ficar a sós com ele na sala dele. E mesmo tentando me convencer de que era só por causa do trabalho, algo dentro de mim dizia que não ia ser só sobre o casaco do Héctor.
As aulas terminaram e antes de ir pra casa, eu teria que encarar o Juan Carlos. Peguei minhas coisas e fui pra sala dele. Bati na porta com os nós dos dedos e entrei. Ele tava sentado atrás da mesa.
— Já chegou — disse com um sorriso no rosto. Levantou e ficou na frente da escrivaninha, apoiado nela. — Então, como cê tá?
— Bem. O que houve com o casaco do Héctor? — perguntei.
— Nada — disse rindo. — Inventei. Foi uma desculpa pra te ver. Depois do que rolou sábado, tava com saudade de você.
— Tá. Mas agora a gente tá no trabalho, não na minha casa, então melhor não misturar as coisas.
— Bom, agora não. Sua jornada já acabou. Não tem mais ninguém por aqui e quem sobrou já vai embora. E como você terminou o trabalho igual a mim, o que vale agora é relaxar depois de um dia longo, não acha?
Ele sorria enquanto falava isso. Sem avisar, esticou uma das mãos e pegou uma das minhas tetas, começando a apalpar. Tentei resistir, mas fiz pouca força. Já tinha percebido como A situação começava a me excitar. Meu chefe começar a me tocar no trabalho tava me deixando com tesão. Por outro lado, eu sabia que ele tinha razão quando dizia que não tinha ninguém e que o pessoal tava indo embora. Isso me fez relaxar bastante, sabendo que as chances de sermos pegos no escritório dele eram baixas. Vendo a pouca resistência que eu tava fazendo, ele me agarrou pela cintura e me puxou pra perto dele. Senti o volume que o calção dele guardava contra mim e, sem me dar tempo de reagir, começou a me beijar. A língua dele entrou na minha boca e começou a brincar e se entrelaçar com a minha. Enquanto isso, as mãos dele foram da cintura pra minha bunda, que foi apertada com força, tanto que ele me levantava e me obrigava a ficar na ponta dos pés. Eu tava com tesão, mas não queria mostrar tão rápido. Algo em mim dizia pra eu ter um pouco de orgulho e resistir, tentando virar o rosto pra acabar com aquele beijo.
— Não resiste. No fundo, você quer isso. Você gosta de ser uma putinha e ser comida no trabalho, podendo ser pega por algum colega te deixa com tesão — disse Juan Carlos.
Ele apoiou as mãos nos meus ombros e me empurrou pra baixo, me obrigando a ficar de joelhos na frente dele. Começou a desabotoar o cinto e a calça. Enfiou a mão dentro e tirou a piroca e as bolas dele. A piroca do Juan Carlos, não muito comprida, mas grossa, apontava direto pro meu rosto. Não precisava ele falar nada, eu já sabia o que ele queria. Ele só ficava sorrindo.
— Isso é errado, Juan Carlos — falei, tentando me levantar numa tentativa vã de mostrar um pouco de dignidade, como se toda aquela situação não me agradasse.
— Não seja uma menina má. Até agora você tá se comportando bem, ou quer que alguém mais descubra a putona que você é? O que você acha que o José vai achar se eu contar pra ele?
José era o professor de Educação Física. Apesar da ameaça de que o que eu fazia nas minhas horas vagas fosse divulgado, o fato de ele ter escolhido o José amenizava essa ameaça. José tinha uma idade parecida com a minha e, por causa da ligação com o esporte, ele tinha um físico muito bom e se mantinha muito bem. Resumindo, ele era muito gostoso. De todas as pessoas que eu poderia ter escolhido, não havia uma melhor. Imagino que por isso ele escolheu o nome dele, acho que falou com toda a intenção do mundo. E ele deve ter visto alguma coisa no meu olhar quando disse o nome dele, porque Juan Carlos soltou um sorrisinho e, com toda a calma do mundo, pegou o pau dele e lentamente guiou até minha boca, que eu mantinha com os lábios entreabertos, e foi enfiando ele lá dentro.
Nessa altura, eu já não ia negar o boquete pro meu chefe. Devagar, bem devagar, comecei a mover a cabeça pra chupar o pau dele. Meus lábios rodeavam o membro dele que descansava dentro da minha boca sobre a minha língua. O boquete começou lento, mas aos poucos fui aumentando o ritmo. Juan Carlos se apoiava na mesa dele e jogava a cabeça pra trás toda vez que minha língua roçava a cabeça dele. Minhas mãos se apoiavam na base da rola dele, sobre o púbis depilado. Púbis depilado por mim no outro dia, assim como outras partes do corpo dele.
Tirei o pau dele da minha boca e, sem parar de olhar nos olhos dele, comecei a bater uma pra ele. Devagar no começo, mas graças à lubrificação que já tinha dado com minha saliva, a punheta podia ganhar velocidade. A cabecinha dele se cobria e descobria com o prepúcio com muita facilidade, então comecei a masturbar ele com toda força, enquanto lambia os ovos dele, também depilados por mim.
Uns gemidos leves e suspiros indicavam que a punheta tava no caminho certo. Me segurando pelo cabelo, ele guiou minha cabeça de volta pro pau dele, pra que de novo fosse minha boca quem estimulasse ele. Enquanto eu chupava o pau dele, Juan Carlos começou a revirar os bolsos e tirou o celular dele.
— Vamos ter que imortalizar esse momento, pro seu maridinho saber o que você faz no trabalho. Olha pra cá, gostosa.
Olhei pra câmera do celular enquanto segurava o pau dele e tinha a cabecinha dele nos meus lábios. Com certeza aquela foto ia excitar meu marido. Meu chefe jogou o celular na mesa e, apoiando as duas mãos na borda da escrivaninha de novo, fechou os olhos para se concentrar no meu boquete e aproveitar. Eu chupava aumentando o ritmo e a intensidade. Por causa da situação em que estávamos e da excitação que a gente tava, o boquete não ia durar muito. Era um trabalhinho rápido e João Carlos já dava sinais de querer gozar. Ele tirou o pau da minha boca e começou a bater uma sozinho. Instintivamente, eu abri a boca, esperando a porra dele nela, mas, surpreendentemente, João Carlos me segurou pelo braço e me fez levantar. Eu não sabia o que ele queria, mas com a mão que tava livre ele começou a mexer na minha calça pra desabotoar. Não sabia o que ele queria, mas tive que ajudar, já que ele tentava atrapalhado com a mão esquerda porque com a direita batia uma com gosto. Desabotoada a calça, ele rapidamente pegou o elástico da minha calcinha, puxou, separando e deixando ver meu pubis peludinho e o começo da minha racha. -Porra! – exclamou meu chefe, enquanto apontava o pau pra mim e descarregava três jorros grossos de porra dentro da minha calcinha, caindo algumas gotas nos meus pelos, que ficaram como pequenas pérolas flutuando no meu tapetinho. Depois de sacudir o pau umas duas vezes pra cair até a última gota dentro da minha roupa íntima, ele roçou a ponta do pau no meu pubis pra limpar ele. Aí soltou o elástico da calcinha, que voltou pro lugar. Senti a umidade da porra dele na minha buceta. Uma umidade que eu achei que ia ter que aguentar até chegar em casa pra poder me limpar e trocar de calcinha. Sorrindo, João Carlos deu uns tapinhas leves na minha buceta, pra mancha de umidade causada pela porra dele, que já tava visível por fora, se espalhar. -Assim você vai molhadinha pra casa e lembrando de mim. Satisfeito, ele guardou o pau dele. ainda não mostrava sinais de flacidez e com um beijinho nos lábios ela se despediu até amanhã.

Cheguei em casa. Alba estava sentada no sofá como de costume. Ela se levantou ao me ver e, quando me aproximei para cumprimentá-la, me jogou um pano no peito. Peguei, surpreso com a reação dela. Quando segurei, percebi que não era um pano. Era a calcinha da Alba.
– Isso é tudo o que você conseguiu – disse Alba.
Olhei a calcinha que ela tinha me jogado. Na parte de dentro, uma grande mancha esbranquiçada se destacava no tecido preto.
– Isso é a gozada do seu amigo Juan Carlos. Ele me fez chupar o pau dele e depois gozou dentro da minha calcinha.
– Sabia que você tinha chupado ele. Ele me mandou uma foto. Mas não sabia que ele tinha feito isso.
– Pois é, ele decidiu gozar ali. Vim o caminho inteiro com a buceta manchada e molhada com o leite dele.
– E aí? Quer dizer, o que você acha?
– Pra começar, que você é um babaca. Isso até teria uma certa graça se fosse outra pessoa, mas sendo do trabalho…
– Bom, é a mesma tensão que eu vivi com o Pablo no trabalho, pensando que as pessoas pudessem achar que meu chefe tava comendo minha mulher. Além disso, com certeza você ficou com tesão em algum momento, vindo pra cá pensando que tava com toda a gozada dele na calcinha.
Alba não disse nada. Só desviou o olhar.
– Quem cala, consente – falei. – Bom, vou tomar um banho e depois jantar alguma coisa.
Fui pro chuveiro. Levei a calcinha da Alba e observei a mancha que a gozada do Juan Carlos tinha deixado. Aquilo me deixou com tesão. Abri a torneira do chuveiro pra Alba não desconfiar da punheta que eu ia bater. Uma punheta que eu tava morrendo de vontade de bater desde que o Juan Carlos me pediu permissão pra “brincar” com a Alba naquela manhã. Imaginei a situação que a Alba teve que passar, com o chefe dela obrigando ela a chupar o pau dele. Lembrei da imagem que o Juan Carlos me mandou, onde dava pra ver a Alba com o pau dele na boca, e olhei pra calcinha suja da minha mulher. Em menos de dois minutos, o esperma jorrou do meu pau, gozando no mesmo lugar onde Juan Carlos tinha gozado. A única diferença é que Juan Carlos fez isso com a minha mulher ainda de calcinha. Limpei a pau com a parte do tecido que ainda estava limpa e tomei um banho.
Durante a semana, Pablo mostrava preocupação por não ter notícias de Alba. Ele estava realmente surpreso. Parece que a medida de envolver o diretor de estudos da minha mulher na nossa vida sexual fez com que Alba entendesse que as escapadas sem meu consentimento com Pablo tinham que acabar. Isso não quer dizer que ela excluísse o Pablo. Eu sei o quanto o Pablo excita a minha mulher, então ela recorreria a ele em algum momento pra gente foder de novo os três. Ou os quatro, se rolar como naquela noite em que ela convidou a Sofia. Mas o importante é que eu soubesse desses encontros.
Juan Carlos, por sua vez, estava mais respeitoso com a gente. O interesse sexual dele por Alba só aparecia em dias específicos. No resto dos dias, a relação com a minha mulher era exatamente igual a antes de ele ter fodido com ela. E nos dias em que ele queria que Alba chupasse a pau dele no escritório ou batesse uma punheta pra ele em alguma sala, sempre mandava uma mensagem antes perguntando se eu tava de acordo. Acho que essa forma de agir do Juan Carlos agradou a Alba, que aos poucos foi aproveitando mais aquela situação. Ela não sentia uma pressão constante do chefe e, quando ele mostrava algum interesse nela, ela curtia muito a situação.
Tudo isso contribuiu positivamente pro nosso relacionamento. Alba continuava fodendo com gente fora do nosso relacionamento, mas não fazia mais pelas minhas costas. Tafari continuava sendo uma parte importante da nossa relação. Aquele negão enorme conseguia tirar alguns dos orgasmos mais fortes que já vi na minha mulher. E isso me excitava pra caralho.
Numa dessas tardes em que fui ao supermercado depois do trabalho comprar umas coisas que a Alba tinha pedido, eu encontrei ele. e ficamos relembrando a última foda que ele tinha dado nela.
—… É. Que cavalgada você deu nela – rimos os dois.
—Porra, como não? A Alba é uma putinha mesmo.
—Tô pensando em dar uma surpresa pra Alba – falei. – Você disse que morava com seus primos, né?
—Sim. O que você tá pensando? Que algum primo meu coma ela? – perguntou Tafari.
—Sim. Ou todos de uma vez – falei rindo.
Tafari ficou surpreso. A situação de ele ter comido minha mulher na época já tinha sido estranha, mas depois de ele foder com ela, qualquer dúvida sobre a relação entre os três sumiu. Mas pensar em dividir minha mulher com os primos dele o pegou de surpresa de novo.
—Quantos são vocês? – perguntei.
—Contando comigo, somos cinco.
—Porra, cinco! Não pensei que fossem tantos. Bom, cinco não é ruim. Não é um número ruim. Mas ela nunca comeu tanta gente ao mesmo tempo. Você acha que seus primos topariam participar?
—Sei lá, teria que perguntar pra eles.
—Claro. Pergunta e vai me contando. Você tem meu telefone, então pode ir me atualizando.
Os dias passaram. Numa noite, a gente se encontrou com o Pablo. Assim ele parava de encher o saco sobre a Alba, e ela também podia curtir meu chefe, que no fundo eu sabia que ela sentia falta. Mas notei ela meio mais distante dele. Talvez tentasse se afastar do meu chefe pra não complicar mais as coisas. Nunca pensei que o “castigo” com o Juan Carlos funcionasse tão bem. Mesmo assim, a noite com o Pablo foi muito excitante. A Alba, apesar daquela certa frieza, tava com vontade de dar pro Pablo e mostrou isso com aqueles orgasmos que vieram rápido. O Juan Carlos, por sua vez, continuava usando minha mulher no trabalho quando queria, sempre ameaçando contar pra um tal de José, outro professor da escola, um dos poucos homens que trabalhavam lá, o que deixava ela ainda mais excitada.
Uma tarde, recebi um WhatsApp. Era do Tafari.
“Falei com meus primos. Mostrei as fotos da Alba e eles tão doidos.” Loucos pra conhecer ela”
Senti como se meu coração disparasse. Embora fosse uma fantasia que me deixava com muito tesão, ver minha mulher sendo comida por um grupo grande de negros, pensar que podia se tornar realidade me deixou nervoso. Mas não ia perder essa oportunidade. Confiava no Tafari, éramos bons amigos e com a Alba ele sempre se comportou muito bem. Se foder com todos os primos dele fosse uma má ideia, o Tafari já teria me avisado.
“Massa! Então só falta ver como organizar. Vocês se importariam se não fosse na minha casa? Pra evitar que os vizinhos falem quando virem tanto homem entrando aqui. Não deviam dizer nada, mas cê sabe como é o povo…” respondi pra mensagem dele.
“Claro, vocês podem vir na nossa casa” ele respondeu.
Continuamos trocando mensagens pra ir organizando as coisas. Enquanto mandava as mensagens, mais nervoso eu ficava. Mas queria realizar essa fantasia de ver minha mulher sendo comida por tantos negros. Além disso, pra ela podia ser uma experiência super excitante. Com certeza ela ia curtir.
O Tafari me garantiu que os primos dele eram gente de confiança e me mandou umas fotos deles, pra eu ver com quem ia deixar minha mulher. Todos, assim como o Tafari, eram extremamente escuros de pele. Dois deles pareciam tão altos e grandes quanto o Tafari. Além disso, tinham uma semelhança física tão grande que quase pareciam gêmeos. Pelo menos o Jawara, que era idêntico ao Tafari. A mesma coisa com o Ousmane, se não fosse pelos dreads presos num rabo de cavalo que diferenciavam ele dos outros dois primos. O Idrissa era igualmente alto como os primos, mas diferente deles, não era tão musculoso; pelo contrário, era magro e fibroso, como os atletas de maratona que a gente vê na TV nas transmissões de atletismo. O último dos primos era o mais diferente de todos. O Abdoulaye era mais baixo que o resto e era gordo. Tinha uma barbicha de bode com o cabelo crespo característico, que contrastava com a cabeça bem raspada. Esses seriam os caras que iam comer minha mulher.
—Bom, acho que te devo algo —falei numa sexta à noite pra Alba.
—Ah, é?
—Sim. Acho que ultimamente você tem se comportado muito bem. Parece que o Juan Carlos fez bem o trabalho dele —falei, piscando um olho pra aliviar o clima. —O que me deixa feliz. Não me incomoda que você transe com outros caras, mas quero saber.
—Eu sei. É verdade que me deixei levar pela situação. Era muito excitante saber que eu tava dando pro seu chefe. Mas isso nunca mudou nada entre a gente —disse Alba.
—Sério? —perguntei.
—Claro! É verdade que me excitava fazer isso, mas ele não significa nada pra mim, não passa de um consolo humano, só serve pra me arrancar orgasmos.
Rimos da piada da Alba. Durante todo esse tempo, a situação já tinha se normalizado e, apesar de Alba ainda se excitar com o tesão de fazer isso pelas minhas costas pela humilhação que trazia, ela se esforçou pra se controlar e só transávamos com Pablo quando combinávamos os dois. De qualquer forma, as perversões do Juan Carlos na escola e a presença ocasional do Tafari já deixavam ela mais que satisfeita, então não precisava recorrer ao Pablo.
—Bom, então pensei em te surpreender. Falei com o Tafari e amanhã vamos na casa dele, o que acha?
—Tá bom, por mim tudo bem. Mas cadê a surpresa? Já transamos com ele várias vezes.
—É, mas se eu te contar não é surpresa —falei, sorrindo.
No dia seguinte, à tarde, fomos pro endereço que o Tafari me deu e na hora combinada avisei que a gente tinha chegado. O apartamento era pequeno e simples, combinando com a situação financeira do Tafari, meio escuro, porque era um apartamento interno. Mesmo assim, tava arrumado. Me surpreendia que num apartamento tão pequeno e com tão poucos quartos pudessem morar cinco caras. Depois, o Tafari me contaria que dois primos dele dormiam no quarto, outro primo com ele num outro quarto e, finalmente, um primo Na sala.
Apesar de tudo, Tafari fez questão de ser um bom anfitrião. Nos deu um par de cervejas e começamos a conversar. Mas a gente tinha ido pra fazer o que tinha que fazer, então, enquanto Tafari contava uma história que tinha acontecido no trabalho, Alba, sem cerimônia nenhuma, começou a acariciar a virilha do negão, sentindo o pau dele começar a crescer por baixo da calça. Tafari sorriu e deixou a história pela metade, aquilo já não interessava mais, e sem perder tempo, baixou a calça e a cueca de uma vez só, deixando à mostra o pauzão preto dele. Alba, sem hesitar, aproximou o rosto daquele membro e o devorou.
Enquanto ela estava deitada no sofá chupando o Tafari, que, como podia e sem tirar a minha mulher do pau dele, ia se despindo, eu me despi completamente e, aproveitando que a Alba estava de saia, tirei a calcinha fio-dental dela e, levantando a saia, comecei a lamber a buceta dela.
Ficamos assim por uns dois minutos, enquanto terminávamos de nos despir e despir a Alba. Depois de nus e bem chupados, achamos melhor ir pro conforto de uma cama, então fomos pro quarto principal, com a Alba na frente seguindo as instruções do negão, que ela arrastava pelo pau como se fosse a coleira de um cachorro. Eu fechava a comitiva. Chegamos no quarto. E a Alba se deitou no meio da cama. Tafari e eu nos deitamos cada um de um lado da cama. Agarrados em cada peito, cada um lambia um mamilo, e a Alba ria enquanto acariciava nossas cabeças. Enquanto mordiscava o mamilo, Tafari me olhou e fez um sinal com as sobrancelhas. Esse era o sinal que a gente tinha combinado antes. Como tínhamos acertado e sem minha mulher saber, pegamos os pulsos dela e os levamos até a cabeceira da cama, onde umas algemas amarradas na cabeceira esperavam escondidas entre a roupa de cama. Fechamos as algemas nos pulsos da Alba, deixando ela indefesa, totalmente à nossa mercê. Alba não Ela esperava por aquilo e ficou muda, de boca aberta, tentando entender o que a gente tinha feito, mas rapidamente sacou o jogo e sorriu.
Aproveitando que pra segurar os pulsos dela a gente tinha se posicionado perto da cabeceira, só precisávamos chegar um pouco mais perto do rosto da Alba pra que nossas picas descansassem na cara dela. E foi o que fizemos. Alba abriu a boca, enfiando primeiro minha pica e depois passando pra do preto. Tafari se divertia enquanto acariciava o clitóris da minha mulher. Alba colocava a língua pra fora e a gente esfregava nossas picas nela, batendo de vez em quando nossas cabeças uma na outra e se roçando entre si.
Eu tava excitado com a situação e com o que sabia que ia rolar em seguida, então, sem pensar duas vezes, me coloquei por cima da Alba, posicionei minha pica na entrada da buceta dela e, de uma enfiada só, meti até as bolas roçarem nos lábios dela. Alba continuava chupando a pica do Tafari, na qual se concentrava já que não precisava mais dividir os esforços entre a do preto e a minha. Eu comecei a foder ela rápido. Sabia que aquela tarde era mais pra curtir olhando do que fodendo, então não tinha intenção de prolongar a foda que planejava dar na minha mulher. Desde o primeiro momento, meu ritmo era acelerado.
De repente, a gente ouviu algo. Um barulho de chaves e depois uma porta se abrindo. Alguém tava entrando em casa. Tafari sorriu. Eu sorri por dentro, já que tava entregue na minha foda. Alba arregalou os olhos. Tava assustada.
— Para, porra! Alguém entrou. Vão nos ver — exclamou Alba.
Ninguém respondeu. Eu continuei fodendo ela, apesar de Alba resistir e mexer os quadris tentando me tirar de cima dela e se soltar antes que fôssemos pegos. Tafari também ignorou minha mulher e continuava colocando a pica na boca dela, tentando fazer ela chupar, mesmo Alba virando o rosto, preocupada com quem podia ter entrado.
De repente, a porta do quarto se abriu e um... Um por um, foram entrando quatro negões. O de dreads e o gêmeo do Tafari. O gordo e, por fim, o magrelo com cara de maratonista. Todos estavam sorrindo. Falaram algo rindo pro Tafari no idioma deles, e ele respondeu. Os negões riram e, sem perder tempo, puxaram os paus pra fora e começaram a bater uma enquanto viam eu comendo minha mulher. Ela me olhou nos olhos com uma cara de espanto.

— Essa é a sua surpresa, amor — falei.

Continuei metendo, tentando aumentar o ritmo. Ao meu redor, quatro negões desconhecidos batiam uma nos vendo. Alguns começaram a se pelar. O primo gêmeo do Tafari e o de dreads eram pelados exatamente iguais a ele. Mesmo corpo musculoso e definido, com paus de tamanhos bem parecidos, ou seja, grandes. O maratonista, apesar da magreza, impressionava com o pau dele. Era comprido e grosso, que em comparação com o corpo longo e fino dele contrastava, dando uma sensação de ter um tamanho exagerado. Mas, mais ou menos, seria de um tamanho parecido com o dos primos dele, ou seja, também grande. Finalmente, Adoulaye, o primo gordo, tirou a camiseta e a calça. O corpo flácido dele guardava um pau mais curto que o dos primos, mas muito grosso, então compensava a falta de comprimento. Ainda assim, teria mais ou menos o mesmo comprimento que o meu.

Eu acelerei o ritmo. Ver aqueles negões com os paus enormes deles nos rodeando e batendo uma enquanto viam eu comendo minha mulher era extremamente excitante. Eu grunhi e dois jatos de gozo inundaram a buceta da minha mulher. Suado pelo esforço, me levantei e tirei meu pau da buceta dela. Ao sair, um fio de gozo começou a escorrer da buceta dela. O maratonista, sem nenhuma vergonha, separou os lábios da buceta da minha esposa pra deixar o gozo sair sem tanta dificuldade. Ao ver o primo dele começando a tocar na minha mulher, o resto dos negões não quiseram perder a chance de imitá-lo e se aproximaram mais dela pra começar a acariciar o corpo dela. Eu tinha me afastado pra um canto do quarto pra... ver a cena. Agora eu só conseguia ver um monte de corpos negros enormes que eclipsavam e escondiam completamente minha mulher, da qual eu só via os pés, que se moviam flexionando e esticando os dedos conforme as sensações que aqueles negros faziam ela sentir com suas carícias.
Alba estava saturada. Em um momento, ela estava com cinco negros ao redor que não paravam de apalpar os peitos dela, beliscar os mamilos, acariciar a pele dela e roçar as picas no corpo dela. O maratonista não se limitou a brincar com os lábios da buceta dela. Sem se importar muito com a gozada que tinha lá dentro, ele enfiou dois dedos e começou a masturbá-la, enquanto com o indicador da outra mão, previamente molhado com saliva, esfregava o clitóris dela. Isso fez com que as convulsões de Alba aumentassem e ela se retorcesse sem parar. Tanto que o resto dos negros precisava segurá-la para poder aproveitar um pouco dela. O de dreads não pensou duas vezes e se posicionou do outro lado da cabeça de Alba, na frente de Tafari. As duas picas negras descansavam sobre os lábios da minha mulher. Ela abriu a boca e recebeu o novo negro. Os primos riam vendo minha mulher passar de uma rola pra outra. Logo foram trocando de posições. Tafari se afastou pra dar espaço pro irmão gêmeo e o de dreads pro gordo. O maratonista parou de masturbá-la, inquieto pra também ganhar um boquete, cedendo o lugar pro primo de dreads. O maratonista já devia ter extraído todo o sêmen com a punheta na minha esposa e, se não fosse assim, parecia que não ligava, já que Ousmane, o negro de dreads, começou a lamber a buceta dela. Os lábios grossos dele cobriam quase toda a buceta da minha mulher e o contato com a língua fazia ela tremer, tanto que os primeiros gemidos de Alba desde que aqueles negros apareceram começaram a ser ouvidos no quarto.
Eu estava num canto do quarto contemplando tudo. Era realmente excitante ver aquele espetáculo onde um grupo inteiro de negros se aproveitava. da minha mulher, que estava indefesa, algemada na cama. Saí para a sala e peguei no meu bolso o celular. Voltei pro quarto e comecei a tirar fotos pra imortalizar aquele momento.
Alba parecia que começava a curtir aquela situação, em que estava em clara desvantagem entre tantos machos. Os negros iam se revezando pra ela chupar a rola e Alba recebia cada um com gosto. Dez mãos tocavam o corpo dela ao mesmo tempo, acariciando cada centímetro da pele. Alguns negros batiam com as picas no rosto dela ou nos peitos. E sempre tinha um encarregado de chupar a buceta dela e masturbá-la. Assim ficaram por um bom tempo.
— Para, por favor! Preciso parar — exclamou Alba. — Preciso mijar.
Já tinha passado muito tempo desde que tomamos aquelas cervejas no começo da tarde com o Tafari, então elas já estavam mais do que prontas pra sair. Além disso, ela já tinha gozado várias vezes com as punhetas dos amantes negros, então era natural que precisasse ir ao banheiro.
— Não — disse o negro de dreads, seco. Todos riram.
— Se tu tem que mijar, vai mijar aqui, igual puta — disse o gêmeo do Tafari, com um sotaque forte.
Alba olhava pra todo lado, como se esperasse que fosse uma brincadeira. Mas não viu ninguém fazer o menor esforço pra tirar as algemas e deixar ela ir ao banheiro. Pelo contrário, o gordo e o gêmeo do Tafari, segurando ela pelos tornozelos e panturrilhas, abriram as pernas dela.
— Mija — disse de novo o de dreads, seco.
Não sobrou outra opção pra Alba. Primeiro umas gotas, depois um jato saiu da buceta da minha mulher, encharcando a roupa de cama. Todos riam, e os que não seguravam as pernas aplaudiam. Eu tirei umas fotos. O maratonista divertido saiu do meio do grupo e se deitou na cama de barriga pra cima, entre as pernas de Alba, recebendo aquele jato claro de urina no rosto e no peito. Todos riam da sacada do Idrissa. Tafari aproveitou a relaxada da Alba ao mijar pra beijar ela na a boca. Os lábios grossos dele envolviam a boca da minha mulher. Ousmane, o das rastas, seguiu com outro beijo. As línguas deles brincavam dentro das bocas delas. Depois Jawara, o gêmeo, e Abdoulaye, o gordo, que já tinham soltado as pernas dela quando não saiu mais xixi da buceta dela. Finalmente Idrissa, encharcado pela urina quente de Alba, beijou ela, misturando a saliva com o xixi nas bocas deles.
Depois da rodada de beijos, Tafari apareceu com as chaves e soltou minha esposa. Alba esfregou os pulsos e, ajudada pelo primo das rastas, se levantou e ficou de joelhos no meio da cama. Os negros começaram a rodear ela. Alba já tinha perdido o medo e o nervosismo, e agora curtia aqueles garanhões negros. Sem ninguém precisar mandar, ela enfiou a pica do das rastas na boca, enquanto segurava com as mãos outras duas rolas. Os negros que sobravam cuidavam de apalpar os peitos e a buceta da minha mulher. Foram rodiziando, Alba trocava de pica, sempre sem parar de chupar uma e bater punheta pra outras duas. Tentei me enfiar no grupo e tirar uma foto onde ela aparecesse rodeada por cinco picas pretas enormes. Continuavam trocando de rola. Idrissa, enquanto não era punhetado ou chupado, achou divertido colocar a pica debaixo da axila de Alba e bater punheta nela.
Ousmane, o das rastas, estava sendo chupado por Alba agora. Ele tirou a pica da boca da minha esposa, e ela ficou de boca aberta, esperando ele enfiar de novo, mas em vez daquela pica preta, o que Alba recebeu de Ousmane foi um cuspe na boca dela. Sem tempo de reagir, Ousmane enfiou a pica de novo na boca dela e, segurando ela pelo cabelo, fodeu a boca dela até a garganta. Deve ter agradado o resto a ação do Ousmane, porque conforme iam trocando de pica, todos repetiram a parada do cuspe, uns com mais ou menos mira, então os cuspes acertaram a boca dela, os lábios ou o resto da cara, incluindo a testa. Mesmo assim, Alba nunca parou de chupar e bater punheta. pau.
Parece que o primo das tranças era quem mandava naquela casa. Já que quando ele opinou que já era hora de partir pra ação, derrubou ela na cama e teve a chance de ser o primeiro dos primos a comer ela. Não foi difícil enfiar a rola por causa da excitação dela, embora ela tenha tido que esperar uns segundos pra buceta se acostumar com aquele volume. O resto dos negões foi se posicionando ao redor, e rapidinho Alba voltou a chupar uma rola e bater punheta pra duas. O quinto negão, meio afastado, ou esperava se masturbando ou colocava a rola na boca dela pra ser um boquete compartilhado com o primo.

Os papéis foram mudando e, como tinha acontecido enquanto ela chupava a rola deles, os negões foram se revezando, trocando quem era o que tava comendo ela e quem ia ser chupado ou punhetado. Tantas trocas de posição faziam que, quando um tava quase gozando, parava pra mudar de papel, diminuindo a excitação, o que tava prolongando a foda. Apesar do cabelo, dava pra ver o quanto os lábios de Alba estavam inchados e vermelhos.

De novo, Ousmane decidiu por todos a mudança e colocou ela apoiada nos joelhos e nas mãos, de quatro. Dessa vez, mostrou mais delicadeza que antes e encostou a rola no cu de Alba. Com cuidado e bem devagar, começou a empurrar aos poucos até que a cabeça entrou por completo, com um gemido dos dois que se sincronizou. Fez movimentos leves de vai e vem e, com eles, foi enfiando cada vez mais a rola, deixando o cu dela se acostumar com o pedaço de carne que queria entrar. Por sorte pra ele, o cu de Alba já era treinado e não demorou muito pra que em poucos minutos ele já tivesse fodendo ela com força pelo cu. Enquanto isso, sempre tinha um primo na frente dela oferecendo uma rola que Alba tratava de chupar.

Nessa posição, Abdoulaye, o primo gordo, se enfiou desajeitadamente por baixo de Alba. Colocou a rola grossa dele na buceta dela, e ela cravou. Ela soltou um grito. Mistura de dor e prazer. Ter o pauzão do Ousmane no cu e a piroca grossa do Abdoulaye na buceta a preenchiam completamente de carne. Os dois primos começaram a se mexer, tentando coordenar os movimentos. Alba estava totalmente embriagada por aquela mistura tão gostosa de dor e prazer que desabou sobre a barriga enorme do primo gordo. Ele pegou uma das próprias tetas flácidas e enfiou na boca de Alba. Ele ria enquanto ela lambia aquele mamilo preto rodeado de pequenos cachinhos de pelo preto.

Aquela dupla penetração deixou minha mulher totalmente exausta. Tafari e o primo gêmeo dele a seguraram e, entre os dois, a ergueram no ar, posicionaram seus paus na direção dos dois buracos dela e depois a soltaram para que, com o próprio peso, ela cravasse aqueles dois paus enormes. Alba soltou um grito. Segurada entre os dois negões, eles começaram a se mexer, fodendo os dois orifícios dela ao mesmo tempo. Alba não conseguia se mexer. Estava cansada e se apoiava no peito de Jawara, enrolando os braços no pescoço dele. Os negões faziam todo o trabalho. Assim ficaram por vários minutos, erguendo-a entre os dois e deixando-a cair sobre os paus deles. Era impressionante o contraste de peles, a de Alba tão branca entre aqueles dois gigantes negros.

Idrissa, o maratonista, tinha saído do quarto, deixando os primos fodendo minha mulher, enquanto os outros dois se recostavam na cama e se masturbavam vendo aquela foda. Pouco depois, ele apareceu trazendo um copo de vidro. Quando o viram chegar, desenterraram os paus de dentro de Alba e a deitaram com cuidado no chão, de joelhos. Os cinco negões a rodearam e, igual antes, como se fosse lançada por uma mola, ela agarrou dois paus e com a boca pegou um terceiro. Os outros dois negões se punhetavam sozinhos. Ela foi chupando e punhetando, pulando de um primo para outro. Ela punhetava e chupava o mais rápido que podia, e eles se masturbavam com gosto. O maratonista, que ainda Ela segurava o copo, levou ele até a rola e derramou dentro a gozada dela, acompanhada de um gritinho abafado. Enquanto os jatos de porra escorriam pelo vidro, Tafari, que estava sendo punhetado pela minha mulher, pediu o copo. Alba direcionou a rola do nosso amigo para o copo, e três jatos de porra bateram no fundo do recipiente. O negão das dreads também estava sendo punhetado e também pediu o copo. Alba pegou o copo e aproximou da rola dele. Um primeiro jato potente saiu disparado daquela rola preta, caindo metade dentro do copo e a outra metade fora, sujando os dedos de Alba que segurava o copo. Esse primeiro jato foi seguido por outros dois, menos potentes e bem abundantes. O próximo foi o primo gêmeo do Tafari, que fez sua contribuição generosa de porra no copo. Só faltava o Abdoulaye. Alba segurava o copo entre as mãos e mantinha a rola grossa do negão na boca. O gordo agarrou a cabeça dela e começou a foder a boca dela, pra aumentar a velocidade do boquete. Soltou um grito enquanto jogava a cabeça pra trás. Com uns dois espasmos e vendo que ele apertava os glúteos, entendemos que ele não tinha esperado pra gozar no copo e que tinha feito dentro da boca de Alba. Ele tirou devagar a rola da boca da minha mulher, e fios de porra e saliva ligavam o pau dele aos lábios de Alba. Depois, ela cuspiu no copo a gozada abundante que ele tinha descarregado na boca dela.
A imagem de Alba era fabulosa. Totalmente despenteada e brilhando de suor e saliva, de joelhos rodeada por cinco picas pretas que já começavam a mostrar flacidez, embora a diferença não fosse muito perceptível, com um copo que continha a porra de cinco garanhões. Simplesmente fabulosa. Os seis homens no quarto olhavam pra Alba com interesse. Todos sabíamos o que tinha que acontecer a seguir e esperávamos ansiosos. Consciente da expectativa que causava, Alba soltou um sorrisinho safado e, lentamente, Ela levou o copo até os lábios. Esperou um segundo para nos examinar com o olhar, vendo que estávamos todos ansiosos pra ver o que ela ia fazer em seguida. Abriu a boca e virou o conteúdo do copo pra dentro. O grumo grosso de porra escorreu goela abaixo. Fechou a boca e, com certa dificuldade, engoliu toda aquela quantidade de sêmen. Abriu a boca e mostrou a língua pra provar o feito. Os negros aplaudiram. Enquanto isso, ela ria e lambia dos dedos algumas gotas de porra que tinham escorrido. Deixamos ela ir ao banheiro se lavar um pouco. Nós, homens, fomos pra sala e abrimos umas cervejas. Alguns começaram a fumar. Logo apareceu Alba, que pegou a cerveja do negro de dreads e deu um gole bem grande, mostrando que tava com muita sede. Sentamos no sofá e nas poltronas, ela entre o negro de dreads e o gordo, que a rodeavam com os braços nos ombros e ofereciam cerveja e um cigarro. Ela aceitava tudo que passavam e apoiava as mãos nas coxas dos amigos negros, bem perto das picas deles. Entre risadas, decidimos tirar uma foto pra imortalizar aquela tarde. Entregaram o copo com os restos de porra pra Alba e, entre os cinco, levantaram ela e seguraram na posição horizontal, como se fosse um troféu de pesca. Debaixo dela, pendiam os cinco paus daqueles negros que tinham comido ela. Enquanto isso, Alba lambia o interior esbranquiçado do copo. E foi assim que eu tirei a foto.

1 comentários - Meu chefe fode minha mulher (parte 8)