Essa história é de uma amiga, escrita para vocês aproveitarem. Me chamo Alejandra, tenho 25 anos atualmente, moro em Chetumal, mas nasci em Yucatán. Trabalho numa empresa de entregas, e pra ser sincera, não sou muito sociável. Não é por não querer, nem por não saber fazer amizades, é que simplesmente não tenho jeito pra ter amigos. Por isso, o sexo é bem eventual. Não é que eu repudie, pelo contrário, gosto e me masturbo normalmente.
Minha história começa aos meus 13 anos, no ensino fundamental. Lá conheci o Jacinto, um senhor de mais de 45 anos. Como todos os zeladores, ele era um assediador, não só comigo, mas com todas. A única diferença é que o Seu Jacinto morava no meu caminho, era bem comum encontrar ele nos finais de semana ou qualquer hora... Ele sempre me assediava, assobiava ou até tinha contato físico comigo. As mulheres vão me entender... A gente normaliza isso e começa a ficar "tanto faz".
A interação era tão frequente que eu tinha dado meus contatos pra ele, porque "ele pediu". Um pouco ingênua? Sim, mas olhando pra trás, eu sabia que ele queria meu número por algum motivo. O tempo foi passando, até que um dia tudo mudou. Uma vez me deparei com ele quando eu voltava de uma balada, os dois estávamos bebendo, ele começou com a mesma coisa de sempre e pediu meu número. Eu... Com vários drinks na cabeça, dei. Pra falar a verdade, não sou de beber nem sair, como falei, não tenho amigos... Isso aconteceu quando eu tinha 22 e ele já beirava os 55.
O que rolava era que ele me mandava mensagens todo dia, se eu postava um story, ele respondia rapidinho... Era chato, mas sinceramente, eu ignorava e seguia minha vida. Um dia que eu estava ovulando e queria transar, estava com uma urgência, pensando com quem ter esse acidente... Os caras da minha faculdade não me convenciam, então decidi fazer algo arriscado. Postei nos meus stories uma foto minha de biquíni, não era um biquíni de putaria, era um normal, top com parte de baixo larga. Mas sem dúvida, era a foto mais ousada que eu tinha postado na vida toda... Minha ideia era só trocar uma ideia, mas como sempre, Don Jacinto foi o primeiro a me responder. Como sempre, foi uma sacanagem, mas reconheço que o que me deu prazer foi me sentir desejada... Respondi com um oi, mas me deu tanto remorso que apaguei meu status. Começamos a conversar e sem dúvida, dava pra notar a falta de tato e a urgência do Don Jacinto... Já eu queria algo mais... Uma história, porque eu lia coisas em fóruns... Decidi bancar a difícil, bancar a que não queria, e fingi ser uma garota desleixada e magoada... Contei pra ele que me convidaram pra um banho de piscina e cancelaram... Que eu estava "vestida e excitada", a conversa girava em torno de que eu tava "gostosa" mas eu tentava manter o papo em que "meu namorado" me deu um fora porque a gente brigou e que eu me sentia mal e estava chorando... Don Jacinto por sua vez se limitava a um "ele é um idiota, eu nunca te faria chorar... Você tá muito linda" e blá blá blá... Deu tanto trabalho conduzir essa conversa, mas me excitava tanto me sentir desejada. Chegou o momento em que finalmente ele se atreveu a dizer que podia vir ao meu apartamento me "consolar" porque até mandei áudios chorando e eu bancava a difícil, disse que não porque ele era casado e podia ser mal interpretado e aí foi quando o jogo começou. -pois se não vamos fazer nada que VOCÊ NÃO QUEIRA, me preocupo porque sempre te vi como minha filha -Don Jacinto, me sinto muito mal... De verdade eu o amo Tínhamos combinado que ele viria me ver, então me arrumei, coloquei o biquíni e abri a porta, escrevi pra ele que quando chegasse, abrisse e entrasse no meu quarto porque eu não conseguia levantar... Quando ele me escreveu que já estava lá fora e que ia entrar... Meu coração disparou a mil... Por um segundo pensei em cancelar, porque eu não gostava dele e sabia que era só porque eu tava precisando de uma pica... Mas me sentia muito bem sendo minha primeira vez como uma "foxy". Quando ele entrou, eu estava com o rosto coberto pelos lençóis, me certifiquei que meu corpo estivesse à mostra e pude ver por baixo dos lençóis... Vi como ele me olhou e como eu podia sentir que ele queria me foder... Começamos a falar banalidades e eu o abracei chorando... Eu tentava roçar no pacote dele porque já estava excitada... Por sua parte, ele não parava de acariciar minhas pernas... Começou a percorrer meu corpo, jurando que só queria o melhor para mim... E eu comecei pouco a pouco a ceder ao seu "enamoramento". Eu disse que sempre o vi com confiança, ele me abraçava, acariciava meu rosto... Comecei a dizer que amava meu suposto ex... Até que num "surto" eu disse que também adoraria transar com ele, já que o Don Jacinto girava a conversa para isso tipo "você é tão bonita que por mais bem que eu te comesse, você pode buscar algo melhor" "com certeza sente falta de tudo dele, até de como ele te comia, mas você vai superar..." mas eu já tinha decidido que sim... Ele ia estar dentro de mim... Gritei "sinto tanta falta de fazer com ele!" Ele começou a me perguntar se eu gostava de sexo e eu disse que sim... Ele me tinha nos braços e senti que suas mãos já não estavam só nas minhas pernas mas quase na minha virilha... Virei para olhá-lo e o vi completamente excitado... Ele me encarava fixamente... E finalmente se animou a me beijar. Me afastei e disse que isso era errado... Ele se aproximou e continuou me beijando... Repetiu que não faria nada que eu não quisesse e insistiu que talvez fosse isso que eu precisava para superar... Abri mais minhas pernas e ele começou a esfregar minha buceta por cima do biquíni. Eu estava tão molhada, e sentia seus dedos tão quentes... Comecei a respirar com tanta excitação que ele começou a beijar meu pescoço e me deitar na cama... Foi puxando meu biquíni, e no momento de libertar minha xoxota, senti o frescor do ambiente porque eu estava muito quente. Começou a fazer um oral que não foi lá essas coisas, mas eu estava tão excitada por saber que isso eu tinha conseguido, eu mesma tinha escolhido ser comida, pouco tempo depois ele abaixou a calça e subindo até minha cara, disse "está pronta?" eu não respondi, quando comecei a sentir seu pau entrando em mim... Eu sentia o pau dele tão quente, mas doía... Não sou nenhuma especialista, mas posso jurar que ele não tava fazendo direito... Só metendo e tirando, no máximo levantou minhas pernas. Com certeza, o que eu tava ganhando era o orgulho de saber que posso ser uma gostosa quando eu quiser. Isso me deixava molhada, isso me fazia curtir. Podia ter sido qualquer um e teria sido exatamente igual. Mas confesso que a diferença de idade me excitava, porque tenho certeza que qualquer cara mais velho tem vontade de foder uma novinha, e mais uma como eu, a típica tímida... Não é? Não é aquele orgulho de "fodi a universitária num descuido"? Quando acabou, ele jogou o peso em cima de mim, sem tirar... Eu senti ele me enchendo, fiquei arrepiada, sabendo que sou tão gostosa que deixei um velho gozar dentro de mim. Naquela noite ele foi embora e eu tive a melhor punheta da minha vida, me concentrei em sentir o orgulho dele, por ter me comido, porque sabia que ele ia contar pros amigos dele na cerveja, porque sabia que ele nunca ia esquecer que me fodeu, porque sabia que ele ia se masturbar ou que ia pensar em mim enquanto fode a esposa. Sabia que pra ele, eu sempre vou ser uma gostosa, e eu sabia que sempre que precisasse de um pau, porque vamos ser sinceras, às vezes os brinquedos NÃO resolvem, não são suficientes, eu sabia que agora tinha o controle...
Minha história começa aos meus 13 anos, no ensino fundamental. Lá conheci o Jacinto, um senhor de mais de 45 anos. Como todos os zeladores, ele era um assediador, não só comigo, mas com todas. A única diferença é que o Seu Jacinto morava no meu caminho, era bem comum encontrar ele nos finais de semana ou qualquer hora... Ele sempre me assediava, assobiava ou até tinha contato físico comigo. As mulheres vão me entender... A gente normaliza isso e começa a ficar "tanto faz".
A interação era tão frequente que eu tinha dado meus contatos pra ele, porque "ele pediu". Um pouco ingênua? Sim, mas olhando pra trás, eu sabia que ele queria meu número por algum motivo. O tempo foi passando, até que um dia tudo mudou. Uma vez me deparei com ele quando eu voltava de uma balada, os dois estávamos bebendo, ele começou com a mesma coisa de sempre e pediu meu número. Eu... Com vários drinks na cabeça, dei. Pra falar a verdade, não sou de beber nem sair, como falei, não tenho amigos... Isso aconteceu quando eu tinha 22 e ele já beirava os 55.
O que rolava era que ele me mandava mensagens todo dia, se eu postava um story, ele respondia rapidinho... Era chato, mas sinceramente, eu ignorava e seguia minha vida. Um dia que eu estava ovulando e queria transar, estava com uma urgência, pensando com quem ter esse acidente... Os caras da minha faculdade não me convenciam, então decidi fazer algo arriscado. Postei nos meus stories uma foto minha de biquíni, não era um biquíni de putaria, era um normal, top com parte de baixo larga. Mas sem dúvida, era a foto mais ousada que eu tinha postado na vida toda... Minha ideia era só trocar uma ideia, mas como sempre, Don Jacinto foi o primeiro a me responder. Como sempre, foi uma sacanagem, mas reconheço que o que me deu prazer foi me sentir desejada... Respondi com um oi, mas me deu tanto remorso que apaguei meu status. Começamos a conversar e sem dúvida, dava pra notar a falta de tato e a urgência do Don Jacinto... Já eu queria algo mais... Uma história, porque eu lia coisas em fóruns... Decidi bancar a difícil, bancar a que não queria, e fingi ser uma garota desleixada e magoada... Contei pra ele que me convidaram pra um banho de piscina e cancelaram... Que eu estava "vestida e excitada", a conversa girava em torno de que eu tava "gostosa" mas eu tentava manter o papo em que "meu namorado" me deu um fora porque a gente brigou e que eu me sentia mal e estava chorando... Don Jacinto por sua vez se limitava a um "ele é um idiota, eu nunca te faria chorar... Você tá muito linda" e blá blá blá... Deu tanto trabalho conduzir essa conversa, mas me excitava tanto me sentir desejada. Chegou o momento em que finalmente ele se atreveu a dizer que podia vir ao meu apartamento me "consolar" porque até mandei áudios chorando e eu bancava a difícil, disse que não porque ele era casado e podia ser mal interpretado e aí foi quando o jogo começou. -pois se não vamos fazer nada que VOCÊ NÃO QUEIRA, me preocupo porque sempre te vi como minha filha -Don Jacinto, me sinto muito mal... De verdade eu o amo Tínhamos combinado que ele viria me ver, então me arrumei, coloquei o biquíni e abri a porta, escrevi pra ele que quando chegasse, abrisse e entrasse no meu quarto porque eu não conseguia levantar... Quando ele me escreveu que já estava lá fora e que ia entrar... Meu coração disparou a mil... Por um segundo pensei em cancelar, porque eu não gostava dele e sabia que era só porque eu tava precisando de uma pica... Mas me sentia muito bem sendo minha primeira vez como uma "foxy". Quando ele entrou, eu estava com o rosto coberto pelos lençóis, me certifiquei que meu corpo estivesse à mostra e pude ver por baixo dos lençóis... Vi como ele me olhou e como eu podia sentir que ele queria me foder... Começamos a falar banalidades e eu o abracei chorando... Eu tentava roçar no pacote dele porque já estava excitada... Por sua parte, ele não parava de acariciar minhas pernas... Começou a percorrer meu corpo, jurando que só queria o melhor para mim... E eu comecei pouco a pouco a ceder ao seu "enamoramento". Eu disse que sempre o vi com confiança, ele me abraçava, acariciava meu rosto... Comecei a dizer que amava meu suposto ex... Até que num "surto" eu disse que também adoraria transar com ele, já que o Don Jacinto girava a conversa para isso tipo "você é tão bonita que por mais bem que eu te comesse, você pode buscar algo melhor" "com certeza sente falta de tudo dele, até de como ele te comia, mas você vai superar..." mas eu já tinha decidido que sim... Ele ia estar dentro de mim... Gritei "sinto tanta falta de fazer com ele!" Ele começou a me perguntar se eu gostava de sexo e eu disse que sim... Ele me tinha nos braços e senti que suas mãos já não estavam só nas minhas pernas mas quase na minha virilha... Virei para olhá-lo e o vi completamente excitado... Ele me encarava fixamente... E finalmente se animou a me beijar. Me afastei e disse que isso era errado... Ele se aproximou e continuou me beijando... Repetiu que não faria nada que eu não quisesse e insistiu que talvez fosse isso que eu precisava para superar... Abri mais minhas pernas e ele começou a esfregar minha buceta por cima do biquíni. Eu estava tão molhada, e sentia seus dedos tão quentes... Comecei a respirar com tanta excitação que ele começou a beijar meu pescoço e me deitar na cama... Foi puxando meu biquíni, e no momento de libertar minha xoxota, senti o frescor do ambiente porque eu estava muito quente. Começou a fazer um oral que não foi lá essas coisas, mas eu estava tão excitada por saber que isso eu tinha conseguido, eu mesma tinha escolhido ser comida, pouco tempo depois ele abaixou a calça e subindo até minha cara, disse "está pronta?" eu não respondi, quando comecei a sentir seu pau entrando em mim... Eu sentia o pau dele tão quente, mas doía... Não sou nenhuma especialista, mas posso jurar que ele não tava fazendo direito... Só metendo e tirando, no máximo levantou minhas pernas. Com certeza, o que eu tava ganhando era o orgulho de saber que posso ser uma gostosa quando eu quiser. Isso me deixava molhada, isso me fazia curtir. Podia ter sido qualquer um e teria sido exatamente igual. Mas confesso que a diferença de idade me excitava, porque tenho certeza que qualquer cara mais velho tem vontade de foder uma novinha, e mais uma como eu, a típica tímida... Não é? Não é aquele orgulho de "fodi a universitária num descuido"? Quando acabou, ele jogou o peso em cima de mim, sem tirar... Eu senti ele me enchendo, fiquei arrepiada, sabendo que sou tão gostosa que deixei um velho gozar dentro de mim. Naquela noite ele foi embora e eu tive a melhor punheta da minha vida, me concentrei em sentir o orgulho dele, por ter me comido, porque sabia que ele ia contar pros amigos dele na cerveja, porque sabia que ele nunca ia esquecer que me fodeu, porque sabia que ele ia se masturbar ou que ia pensar em mim enquanto fode a esposa. Sabia que pra ele, eu sempre vou ser uma gostosa, e eu sabia que sempre que precisasse de um pau, porque vamos ser sinceras, às vezes os brinquedos NÃO resolvem, não são suficientes, eu sabia que agora tinha o controle...
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