Domingo de Páscoa. Último dia na serra. A gente voltava pra Buenos Aires na segunda de manhã cedo. Enquanto meu marido e meus filhos ainda dormem, levanto e saio pra dar uma caminhada no pé do Uritorco. Tô afim de andar, de oxigenar, curtir a natureza antes de voltar pra cidade. A gente tinha feito amizade com uma família de Rosário, que a gente encontrava no rio "La Toma". A gente acampava no mesmo lugar, pros filhos deles e os nossos poderem brincar juntos. Júlio e Sara, os rosarinos, Engenheiro Agrônomo ele, Professora ela. E igual a gente, também tavam curtindo o feriado da Semana Santa. Embora o Júlio disfarçasse bem, mais de uma vez peguei ele olhando pra minha bunda ou pros meus peitos. Eu só sorria, deixando claro, de forma tácita, que não me incomodava os olhares dele. Sábado à noite, a gente convidou eles pra jantar em casa. E foi lá, no meio de alguma conversa, que ele disse que gostava de correr de manhã cedo. -Ah sim, até agora, nesses dias de folga ele não perde o costume- comenta a esposa, meio reclamando. -É que não vou me privar de correr no pé do Cerro...- ele se justifica. E então, essa é a razão do meu acordão, encontrar ele enquanto corre. A gente tinha trocado uns olhares, como insinuando algo, mas, mesmo tentando, nunca conseguia ficar sozinha. Sempre tavam nossas parceiras, ou algum dos nossos filhos por perto. Mesmo assim, a tensão quando a gente se cruzava ou se olhava, era evidente. Já tava andando fazia um tempo por onde ele tinha comentado que gostava de correr, quando acho que vejo ele ao longe. Não sabia se ele tinha captado minha "indireta", já que quando o assunto surgiu, comentei que eu também gostava de exercício matinal. E, meio de passagem, completei: -Talvez eu saia pra caminhar amanhã...- olhando pra ele de um jeito que não sei se ele soube interpretar. Mas lá estava ele, correndo como disse, no pé do Cerro. Embora ainda tivesse longe, e o dia tivesse só clareando, não tinha dúvida que era o Júlio. Pude confirmar quando, ao me ver, ele mudou de direção e veio na minha direção. Continuei andando pela terra seca, cheia de pedras e raízes, me afastando cada vez mais da área povoada, com ele correndo atrás de mim, ainda um pouco longe, mas se aproximando com passos firmes e seguros. Se a gente fosse fazer alguma coisa, não dava pra ficar naquele mesmo caminho, então, enquanto tento decidir pra onde desviar, um relincho chama minha atenção. Eu gosto de cavalos, obviamente na cidade não tenho chance de ver um, a menos que vá a um hipódromo, então saio da trilha e entro no mato, procurando de onde vem o som. Ando um pouco, e numa clareira perto encontro dois cavalos, macho e fêmea, no meio do ritual de acasalamento. Um sinal, talvez? Fico um tempo observando eles, atrás de uma árvore, a uma distância segura, fascinada com essa dança que eles fazem, se movendo um em volta do outro. Entre os relinchos, ouço os passos de Júlio se aproximando por trás. Não me viro, sei muito bem que é ele... — Gostou do show? — ele pergunta num sussurro, colado nas minhas costas, bem na hora que o garanhão se levanta nas patas traseiras, mostrando um pau descomunal, ameaçador. — Shhhh...! — falo, também sussurrando, tentando não atrapalhar a cerimônia na nossa frente. Quando ele apoia uma mão na minha cintura, sou eu que me encosto, aceitando não só a proximidade dele, mas também esse joguinho excitante que a gente tá começando. Seguro do meu consentimento, ele apoia a outra mão e, subindo com as duas, me pega nos peitos, apertando com força e vontade. Tô com uma regata e um top, então, levantando os dois, ofereço meus peitos nus pra ele amassar do jeito que quiser. Quando a égua gostosa abre as patas traseiras e levanta a bunda, mostrando uma buceta inchada e avermelhada, eu já tô entregue. O cavalo fica doido, pula, corcoveia, levanta as patas dianteiras, mostrando sua beleza em todo seu esplendor. Enquanto Júlio me beija o pescoço, eu esfrego a bunda contra a braguilha dele, sentindo a dureza que já tá se formando ali. Tomando conta não só do meu corpo, mas também dos meus sentidos, ele enfia a mão dentro da minha legging e se enterra na minha buceta, promíscuo, invasivo. — Tá toda molhada... — ele sussurra no meu ouvido. E quase como um reflexo do meu próprio estado, a gostosa levanta a bunda e solta um jato de xixi. O macho corcoveia excitado, cheirando o ar com movimentos espasmódicos. Júlio faz o mesmo, me cheira, me fareja, mexendo os dedos dentro de mim, me masturbando. Me esquecendo de tudo, viro e me penduro no pescoço dele, tocando a pica dele por cima do short de futebol, ele me agarra forte na bunda, e me colando no corpo dele, a gente se beija com frenesi, com loucura, com uma vontade que, igual aos cavalos que tão perto da gente, nos transforma em animais selvagens, indomáveis. Logo a gente tira a roupa, com urgência, com desespero, ficando só de tênis, apertando um contra o outro, enquanto nossas línguas continuam se enrolando, ávidas, suculentas. Eu me agacho e chupo a pica dele, engolindo ela inteira, mesmo o rosarino tendo um tamanho bom. Babo ela toda, deixando num estado quente, impressionante. Levanto e me encostando no tronco da árvore, ofereço minha retaguarda, já molhada e acesa. Agora ele se agacha e me abrindo, passa a língua por toda a racha, se metendo na minha fenda, me chupando toda por dentro, sugando com gosto o suquinho que faz tempo que tô soltando. Ele levanta e passa a pica pra cima e pra baixo, me batendo com ela, fazendo eu sentir a dureza e o vigor. Antes mesmo de tentar me penetrar, eu me abaixo e tiro uma tira de camisinhas que tenho guardada numa das minhas meias. Ele sorri quando eu entrego. Sábado à tarde, passeando pelo centro de Capilla, enquanto minha família esperava por uma mesa num restaurante, aproveitei e fui na farmácia comprar shampoo... na verdade fui comprar camisinha... o shampoo foi só uma desculpa. Não tinha certeza se a gente ia conseguir rolar algo, mas diante da menor possibilidade, queria estar preparada. Já sabe, puta prevenida... O rosarino coloca uma das camisinhas, e agora sim, aponta pra mim com a ereção dele, vigoroso, ameaçador. Não me faço de difícil como a gostosa, eu mesma abro minha buceta pedindo, quase implorando, pra ele meter. Tô ansiosa, desesperada, a pele queimando de tesão. -Vai... Me come... Me arrebenta...!- peço, quase chorando de excitação. E então, igual ao garanhão que temos a poucos metros, ele se posiciona, me mede com a pica, e... Uaaaaauuuuuhhhhhh...!!! ...manda ela pra dentro com uma estocada final que me sacode toda, arrancando uns gemidos que poderiam competir com os relinchos da gostosa em termos de expressões de prazer. Ele me agarra pela cintura, e faz eu sentir ela toda, me comendo até morrer, brutal, arrebatado, fazendo minhas nádegas vibrarem no ritmo das investidas dele. Transar ao ar livre, no meio da natureza, com o sol aparecendo no horizonte, sentindo na pele a brisa fresca da manhã, o orvalho, é uma experiência que todo mundo deveria ter. Os sentidos ficam mais aguçados, as emoções se intensificam, tudo é mais forte, poderoso. No começo a gente transa de pé, ele atrás de mim, mas depois, quando o prazer aumenta, ele levanta uma das minhas pernas, me abrindo ainda mais, e segurando ela no alto, me bombeia com ainda mais agressividade. PUM... PAM... PUM... PAM... PUM... PAM...!!! É alucinante... meus mamilos parecem duas pedras cravadas nos meus peitos de tão duros que ficam. Quando ele tira ela, agora sou eu que me molho, mas não é xixi que sai, e sim todo aquele fluxo vaginal que eu tava segurando e que a pressão, o empurrão da pica dele, libera. -Que pedaço de mulher... Você não faz ideia da vontade que eu tava de te comer...!- ele confessa, Tirando a camisinha toda melada, e colocando outra. —Aqui me tem...! —digo, oferecida, desafiadora. Ele me pega pela cintura e me levanta de uma vez, me enfiando com um movimento só, como se o pau dele fosse a lança, e minha buceta, o alvo. Minhas pernas o envolvem com urgência, apertando ele contra mim, sentindo a firmeza do corpo dele me segurando sem hesitação. Quando ele começa a me foder, jogo a cabeça pra trás e solto um rugido cheio de satisfação. Um grito primal, instintivo, animal. Minhas mãos se agarram nas costas dele, percorrendo, sentindo cada músculo se tensionar sob meus dedos. Ele me segura e me bombeia com uma confiança que me provoca, que me convida a me abandonar, a me entregar por completo. O roçar dos corpos fica inevitável, cada pequeno movimento intensifica as sensações. Me agarro mais forte, minhas pernas se ajustando na cintura dele, imprimindo um ritmo que começo a marcar quase sem perceber. Um calor crescente me percorre, e não consigo evitar buscá-lo mais, me aproximar, me pressionar contra ele como se fosse a única coisa que existe. —Não me solta... —murmuro, quase sem voz, mais como uma necessidade do que um pedido. Ele responde com mais firmeza, me erguendo só um pouco. Minha respiração fica entrecortada, meu corpo reage antes da minha mente, e me deixo levar por essa intensidade compartilhada, por essa mistura de desejo e vertigem. Apoio a testa na dele, respirando o mesmo ar, e por um momento tudo o mais desaparece. Só nós dois, suspensos nesse instante, onde o tempo parece parar e cada sensação fica mais intensa. Tudo é tensão, proximidade, e esse pulso constante que cresce entre nós, como se a qualquer hora fosse transbordar. Tento segurar a vontade, mas não aguento mais. Me solto do pescoço dele, caio de pé, e abrindo as pernas, solto outro jato violento de fluido. Ele também não se segura... Os dois estamos completamente pelados, só com os tênis nos pés, então ele junta a Roupas de nós dois, fazendo um montinho, ela se joga em cima e, exibindo uma ereção privilegiada, me convida a continuar curtindo. Não posso dizer que não... Já tinha me dado à vontade, mas a buceta ainda pedia mais... Sua gulosa! Subo em cima, de cócoras, enfio ela, e começo a deslizar pra cima e pra baixo, subindo, descendo na base da flexão, enquanto meus peitos são alvo de um apalpamento constante. Eu gozo primeiro, profundamente empalada, explodindo de gozo e prazer, sentindo meus gemidos e ofegos se misturarem com os sons naturais do ambiente. Eu já tinha tido o meu, estava satisfeita demais, mas o cara de Rosário estava além do limite. Com tudo o que tinha me dado, continuava duro e ereto, com a testosterona a mil. Adoraria continuar transando, mas o sol já estava subindo, até os cavalos tinham terminado o deles e pastavam mansamente de lado, sem mais se interessar um pelo outro. Então, o que faço, pra não deixar ele nesse estado, é tirar a camisinha e bater uma punheta pra ele. Sacudo forte, acompanhando o movimento das mãos com beijos e lambidas, até que... 💦💦💦💦💦💦💦💦💦 ...o esperma jorra em esguichos grossos, carregadíssimos, que saem disparados com violência inevitável. Mais calmos, levantamos, sacudimos a roupa que estava toda amontoada e nos vestimos. Sabemos que temos que nos despedir. Eles voltam pra Rosário naquela mesma noite, nós pra Buenos Aires no dia seguinte. Queríamos dizer muita coisa, mas escolhemos não dizer nada. Depois do que acabamos de viver, palavras são desnecessárias. O adeus é com um beijo, intenso, apaixonado, como o momento que acabamos de compartilhar. Depois, só nos olhamos, sorrimos e, cada um seguindo um rumo diferente, nos afastamos, sem olhar pra trás, deixando naquele lugar, ao pé do Cerro, o testemunho explícito da nossa presença: as camisinhas usadas cheias de porra. Desculpa, mas não tínhamos onde jogar. Quando chego na casa, que não fica muito longe de onde a gente tava trepando com o Júlio. Meu marido e meus filhos já tão tomando café. Dou um oi da sala e vou direto pro banheiro tomar um banho. Depois a gente toma café junto e vai pra missa de Páscoa. Lá a gente encontra a família rosarina. Eu não tinha pedido nenhum contato pro Júlio, nem dado os meus, porque, mesmo tendo curtido, não queria que um dia ele aparecesse na porta do escritório. Mas meu marido insistiu em trocar números e e-mails com eles pra manter contato. Então, se rolar de novo, a culpa já não vai ser só minha...
8 comentários - Como uma gostosa...
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