
Tinha 19 anos, tinha uma boa relação com as irmãs do meu pai, apesar de serem mais velhas que eu, e também com 2 dos maridos delas, já que uma, a do meio, era solteira… Eu me dava bem com meus "tios", sabia muitos segredos deles e sempre guardava… A história fica interessante... durante as festas na casa dos meus avós, altas horas da noite, quando todo mundo já tava muito bêbado, às vezes eu via umas paradas estranhas, minhas tias se esfregando nos meus tios. Em algumas ocasiões, vi minhas tias dando uns boquetes enormes nos maridos delas, e até várias vezes elas me viram olhando de canto. Minha tia "solteirona", muitas vezes eu a via dormindo bêbada ou só de calcinha... Minha vizinha, da idade delas, ia casar na praia e convidou elas (minha filha, a putinha, não). Por outro lado, meus tios e uns amigos planejaram uma viagem de homem e já tinham pago parte dela. Quando contaram pras minhas tias, elas ficaram furiosas porque era no mesmo fim de semana do casamento. Pra não prolongar a história, elas se estressaram pra caralho e cada um foi com seu grupo. Eu fui convidado pelos tios, mas minhas tias me pediram pra, por favor, levar elas até lá e cuidar delas, já que era muito longe. Eu aceitei... O dia amanheceu, meus tios já tinham saído pra viagem e a gente tava a caminho, íamos conversando sobre vários assuntos, e no papo as duas disseram que fingiram estar bravas pra virem sozinhas na viagem, que seria uma viagem linda em família… Chegamos e as senhoras, junto com a noiva, já tinham planejado a semana de casamento delas: saídas, festas, e eu não tava incluído, então organizei as minhas coisas. No primeiro dia, como levei minha câmera fotográfica, fui pra praia tirar fotos aleatórias e ver o que dava pra usar nos meus projetos. A noite chegou e fui comprar umas garrafas de vinho pra ir pra varanda e tirar fotos lá de cima. Enquanto tava sozinho, ouço umas risadas e, quando desci, eram minhas tias, um pouco bêbadas. Elas me viram e, uma por uma, foram me cumprimentando com beijo e abraço, bem carinhosas. Olharam pras garrafas e riram, dizendo que a noite ainda não tinha acabado... O tempo passou enquanto a gente bebia, e nós quatro estávamos bêbados. Começamos a jogar aquele jogo de conversa ou confissões íntimas. Todas contaram suas coisas. Pra ser sincero, com tanta conversa, fiquei com tesão e fui pra um dos quartos, assim como cada uma delas. De madrugada, deu vontade de mijar e fui. No caminho pro banheiro, ouço um gemido vindo da minha tia solteirona (Carmen). Quando espiei pela porta entreaberta, notei que ela tava se masturbando. Bêbada e com tesão, a piranha tava no maior fogo. Tirei a pica pra fora e, sem mais, comecei a me masturbar junto. Quando caí em mim, fui embora e deixei ela. Na volta pro meu quarto, reparei que a porta da minha Rebeca (a Tia Mais Velha) tava aberta. Ela tava dormindo, mas vi a roupa dela no chão. Entrei na surdina e peguei. Quando cheguei no quarto, vi que era a calcinha dela (de renda preta), toda encharcada. Como não tinha terminado de me masturbar e ainda tava com tesão, coloquei aquela calcinha no nariz, cheirei bem detalhadamente enquanto me masturbava e gozei dentro dela. Na hora, devolvi tudo e fui dormir. Quando acordei, minhas tias estavam carinhosas comigo. Na verdade, sempre foram, mas dessa vez foi mais. Eu tava revisando meu rosto, vendo quais fotos serviam. Uma tia me pediu uma foto, e assim cada uma delas. Eu tirei fotos delas. Tudo era risada. Me perguntaram o que eu ia fazer hoje, enquanto elas iam pra festa. Falei que ia arrumar um baseado pra me divertir de noite... Chegou a madrugada, era umas 4 da manhã, minhas tias chegaram extremamente bêbadas, foram direto pro quarto de tão bebadas. Eu ainda tava no meu PC arrumando umas fotos, olhei pra ela parada na porta (Carmen), ela mal conseguia abrir os olhos, deu uns passos e se jogou na cama, começou a se despir até ficar só de sutiã e calcinha. Desliguei o PC, sem fazer barulho, e comecei a observar. De repente, ela enfia a mão na buceta e começa a se masturbar. Fiquei paralisado, ela tava de barriga pra cima, se masturbando com a mão esquerda, enquanto com a outra procurava algo no criado-mudo. Ajudei sem ela perceber e ela puxou um vibrador, e começou a enfiar na boca. A cena era linda, eu não hesitei muito, tirei meu pau já todo duro e comecei a me masturbar. Ela gemia gostoso, o vibrador caiu, ela começou a procurar e, sem pensar, coloquei meu pau na mão dela. Do nada, ela levou até a boca e começou a chupar, uau, foi incrível. Antes de gozar, tirei da boca dela e vazei... Mefua na sala já que ela ficou no meu quarto, me sentei pensando no que aconteceu, 20 minutos depois minha tia Rosa saiu do quarto dela com um short super mega curto e uma blusa de alças… me viu sério Rosa: Oi anão, já tava achando que você tinha dormido
Eu: Oi tia, a Carmen entrou no meu quarto super bêbada pra dormir e eu deixei ela, kkkkk
Rosa: e por que tão triste?
(a minha cabeça começou a ferver, eu precisava aliviar o tesão)
Eu: tô com vergonha, tia
Rosa: fala, anão, sempre fomos muito diretos, e enquanto eu puder te ajudar, sabe que vou
Eu: kkkk, isso você fala porque tá bêbada
Rosa: tô sim, mas você sabe que é verdade, meu anão, então conta
Eu: ok, vou falar, mas não ri de mim
Rosa: já me deixou curiosa, anão, conta logo
Eu: é que tô há um tempão sem transar e queria bater uma, sabe, pra aliviar a dor nos ovos
Rosa: kkkk, ai anão, e o que te impede?
Eu: é que meu celular descarregou, meu notebook também, e eu sou muito burro da cabeça, não consigo imaginar nada (óbvio que é mentira)
Rosa: kkkkk, que idiota
Eu: você disse que não ia rir (fiz cara triste e baixei a cabeça, parece que o chantagem funcionou)
Rosa: ok, olha, vamos fazer o seguinte: vou fechar as portas das minhas irmãs e aí a gente vai pro meu quarto ver como eu te ajudo… Depois de fazer o que a gente combinou, fomos pro quarto dela. Ela me deu o celular dela e falou: "vai logo, se apressa" (eu fiz cara de decepção e, pra ser sincero, fiquei mesmo decepcionado com isso). Entrei no navegador, procurei um filme e já tava indo pro banheiro. Rosa: Onde cê vai, anão?
Eu: Ué, no banheiro (com voz de decepção).
Rosa: Não, podem te ouvir. Olha, faz naquele sofá ali, eu vou deitar e não atrapalho. Sentei e tirei meu pau pra fora, já durão, comecei devagar, mas minha expressão tentei não mudar nunca, mesmo olhando ela de costas com aquele short, tentava me segurar. Rosa: já, anão
Eu: ah, tia, eu demoro pra caralho pra gozar
Rosa: ah, anão, não inventa, e depois com pornô você não se apressa
Eu: ué, sei lá Eneso se vira e me vê sentado com as pernas abertas e o short até os tornozelos. Rosa: Ah, mano, por isso que você não goza, com tanta coisa pra batalhar.
Eu: Ah, tia, desculpa, é que a buceta nem motiva, passei mais tempo olhando seu short do que aquilo. Algo nela mudou, não parava de me olhar enquanto eu me masturbava, mesmo com pouca luz dava pra ver bem, séria, olhando fixo, virava pra porta e depois voltava o olhar, aí ela mordeu os lábios, na hora eu soube que podia dar meu próximo passo. Eu: Tia..
Rosa: fala, anão
Eu: eu sei que a senhora sente falta de ficar com meu tio
Rosa: um pouco, anão
Eu: é, hoje eu não sou seu anão e a senhora não é minha tia, e a gente se usa pra bater uma
Rosa: ai, anão, que coisa você fala
Eu: daqui onde a gente tá, a luz tá apagada, e só vamos nos ajudar, desconhecida Quando eu falei isso, ela começou a se mexer mais estranho e começou a se acariciar por cima da roupa. Rosa: tá bom, desconhecido, mas só por cima, cachorro Ela começou a se mexer e a se tocar, estava uma gostosa. Eu continuei no meu ritmo, me levantei e segui. Ela abriu os olhos e me viu, não aguentou e tirou a blusa, me deixando ver os peitos dela. A gente continuou e foi avançando, ela tirou a parte de baixo e surpresa: não tinha calcinha, estava totalmente pelada. Já estava no pé da cama e ela com três dedos na buceta e dois na boca. Eu fiz um gesto e gemi como se tivesse gozado, ela rapidamente ficou de quatro, com a buceta virada pra mim, começou a se masturbar e ficou me olhando. Eu: nossa, que imagem gostosa de ver Ela ri e continua, eu olhei de frente e vi como o espelho me mostrava um perfil delicioso, ela virou pro espelho, depois pra mim. Rosa: Cê gosta, anão?
Eu: Não, sou desconhecido?
Rosa: Prefiro que seja você meu anão… Vem, chega mais perto pra sentir o calor. Eu me apoiei num pé só e coloquei o joelho na cama, de repente vejo ela enfiar um dedo no cu, isso me excitou e eu lancei o olhar pra cima, quando menos esperava a boca da minha tia envolveu meu pau e começou a me masturbar com a boca dela, eu fiquei pasmo. Eu: Tia...
Tira meu pau da boca
Rosa: Não, que ia ser anônima
Eu: Sempre quis que fosse você
Rosa: Ai, meu anão
Eu: Só lembra que eu duro muito
Rosa: É o que eu espero Enfiou meu pau de novo na boca dela, a gente continuou e continuou, depois ela pediu pra eu fazer o mesmo nela, não pensei duas vezes, ela gozou umas duas vezes, não aguentei e encostei meu pau na ponta da buceta dela. Rosa: Você vai me fazer gozar muito, anão
Eu: É o que eu espero, tia
Rosa: Mete ela O resto vocês já imaginam, ela bêbada, eu chapado de maconha, a gente ficou umas hora, ela gozou umas 50 vezes e me beijou por 10 minutos, depois apagou e eu vazei. Quando saí do quarto, fui devagar pro meu pra ver se a Carmena ainda tava lá, e tava sim. Entrei de cócoras, peguei uma roupa limpa e quando ia sair Carmem: Raul, é você?
(Na verdade, não sei quem era o Raul)
Eu: Sim
Carmem: Aonde você vai?
Eu: Vou pegar um copo d'água
Carmem: Você vai continuar me fazendo amor?
(Não sei quem era o Raul, mas que sortudo)
Eu: Se quiser, faço primeiro e depois vou pegar o copo d'água Me aproximei já com o pau duro e encostei ele perto da boca dela. Eu: antes chupa minha buceta, carme Começou, a verdade, super gostosa, numa dessas quando tiro ela da boca, disse Carmen: desde que vi o magrelo no banheiro se masturbando, tô bem tesuda (o magrelo era gostoso)
Eu: então fala pra ele, e pede, ele tá aí fora, não vai te negar
Carmen: (continuava chupando e só tirava pra falar) ele não vai querer, já tô velha
Eu: a luz tá apagada, falo que você é outra pessoa, só mando ele não acender a luz e você faz o serviço
Carmen: cê acha que ele vai acreditar?
Eu: já volto Fiz uma performance que tinha ido e voltado Eu: (já com minha voz) aqui estou, já tô pronto, pega (coloquei a mão dela no meu pau duro)
Carmen: É você, Raul?
Eu: Não, sou Sebas, e você? Sinceramente, o nome dela, ela meteu meu pau na boca dela como se fosse um doce, por um tempão, eu comecei a masturbar ela igual um louco e ela ficava assim, coloquei ela de quatro e comecei a chupar o cu e a buceta dela, ela explodia de prazer, no meio do orgasmo ela me diz Carmen: Gatinho, sou eu
Pelo apelido já sabia que era ela
Eu: (tirando minha boca da bunda dela) sei, tia, vou parar
Carmen: claro que não, enfia ela Bueno, a gente ficou um tempão, acho que até duas vezes a gente fez, até a bebedeira baixou e quando ela ia pro quarto dela já de pé, ela voltou e sentou de novo, me pegou na pica, colocou na boca dela, meteu umas 10 vezes e me disse Carmem: Valeu, mão, tu não sabe como eu tava afim de você
Eu: Quando quiser, tia, só não fala nada pra ninguém
Carmem: Tomara que sim E aí, naquela noite eu dormi mais de 10 horas.
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