
A música ecoava pela casa como um coração acelerado. Juan chegou tarde na festa, mas mal atravessou a porta, tudo o mais deixou de existir. Ela. Laura.
A mina do putivestido.
O vestido —se é que podia chamar assim— era uma segunda pele brilhante mínima, tão justa que parecia pintada. Ela dançava no meio do salão com um sorriso perigoso e movimentos que subiam a temperatura do ar.João observava de longe, tentando não derramar a bebida… até que aconteceu.
Num giro lento e calculado, Laura desceu o quadril até quase encostar no chão, um movimento fluido, felino, hipnótico.
E naquele instante, o vestidinho minúsculo levantou só um pouco… o suficiente pra revelar um lampejo proibido.
Nada por baixo. Pele pura. Tentação instantânea.
João perdeu o ar. Literalmente. Engasgou com a bebida. Tossiu, derramou um pouco do drinque e sentiu o calor subir direto pro peito. Laura viu. Claro que viu. Levantou devagar e caminhou até ele com o mesmo balanço que o deixou sem fala.
— Tudo bem, João? — perguntou com um sorriso que não precisava de mais explicação.
Ele tentou responder, mas a voz saiu rouca, quase um sussurro.
— Esse… movimento quase me matou.
Laura se inclinou o suficiente pra que o perfume dela o envolvesse.
— Então se prepara… — disse num murmúrio safado—. Tô só começando.
E voltou a se mexer, dessa vez pra ele.
João não conseguia desviar o olhar.
Laura continuava se movendo no ritmo da música, e aquele vestidinho mínimo parecia ter vida própria: cada vez que ela descia, a barra subia um pouco mais, deixando ver um lampejo proibido entre as luzes. Aquele brilho, molhado e safado, subiu pela espinha dele como um chicote.
O corpo dele reagiu na hora; o pau começou a endurecer, impossível disfarçar o que aquela dança provocava.
Sem pensar, pegou o copo e virou o drinque de uma vez, como se precisasse de coragem líquida pra se aproximar.
Respirou fundo, avançou entre a galera e se colocou atrás dela.
— Laura… — sussurrou quando ela virou—. Esse vestido tá mexendo com minha cabeça, juro.
Ela sorriu com uma malícia que quase o deixou sem ar.
— Esse? — ela se virou devagar, roçando as costas nele.
— Sim... podemos ir pra um lugar mais privado?
Sem dizer mais nada, ela pegou na mão dele e o levou pra um quarto ao lado, longe da música. Mal fecharam a porta, Laura empurrou ele de leve contra a parede e o beijou com uma necessidade impaciente, como se também tivesse se segurando a noite inteira.
Com um movimento, ela levantou o vestido por completo, mostrando a buceta, mostrando a origem daquele brilho que já o deixava à beira de perder o controle.
— Era isso que te deixava louco, Juan? — sussurrou com a voz rouca.Juan engoliu em seco, sentiu o pau pulsar com violência, e caiu de joelhos como se o corpo agisse sozinho. Os lábios dele se enterraram entre as coxas dela, chupando aquela buceta, saboreando cada dobra, devorando com uma ânsia que ela recompensava arqueando as costas e se agarrando no cabelo dele.
Laura gemeu, tremeu, e quando ele subiu alguns centímetros, preso pelo cheiro da pele dela, ela baixou devagar as alças do vestido. Os peitos dela ficaram expostos, durinhos, oferecidos. Juan pegou eles com a boca, alternando beijos, chupadas e mordidinhas leves que fizeram ela gemer o nome dele.
—É a sua vez…, murmurou ele, com a voz rouca.Juan baixou a calça, e o pau dele saltou livre, duro, pulsando. Laura sorriu como uma predadora satisfeita, ajoelhou-se na frente dele e começou a lamber da base até a ponta, saboreando, dando uns chupões leves, beijando como se quisesse marcar ele pra sempre.
Juan quase perdeu o controle.
Não aguentou mais.
Pegou ela pela cintura e levou pro sofá velho que rangia a cada movimento. Deitou ela lá, abrindo as pernas, roçou a buceta com o pau e meteu com um empurrão que fez ela soltar um gemido longo e trêmulo. Ele segurou ela firme enquanto fodía, afundando no calor dela, sentindo que se desmanchava nela.
Mas Laura não era de ficar passiva.
Com um giro ágil, empurrou ele e ficou por cima. As cadeiras dela começaram a se mover com uma cadência lenta e safada no começo, depois mais fundo, mais intenso, pulando em cima do pau dele. O vestido já era só um cinto apertado na cintura dela, subido, amassado, inútil.
Ela cavalgou até perder o fôlego.
Ele segurou ela pela cintura, chupando os peitos dela, ofegando, beijando ela pra não gozar rápido demais.
Quando a onda finalmente pegou os dois, Laura gemeu num sussurro rasgado, se inclinou pra frente, beijou ele com a boca molhada e trêmula… e depois caiu no peito dele, exausta, com um sorriso satisfeito estampado nos lábios.
Juan ficou ali, com o coração disparado, pensando que aquele “putivestido” tinha sido a perdição mais gostosa da vida dele.
Juan continuava com a pica dura, como se o corpo ainda pedisse mais. Ela olhou pra ele com um sorriso safado. —Quer me foder de novo… né?
Ele, ofegante, pediu pra ela ficar de quatro. Laura obedeceu sem dizer nada, arqueando as costas e oferecendo uma vista da bunda que quase fez ele perder o controle.
Juan se posicionou atrás, deu outra lambida na buceta dela, e então a penetrou, segurou ela pela cintura e pegou o vestido enroscado, usando como se fosse um cinto improvisado. Com aquela pegada firme, começou a meter com vontade, dando tapas na bunda, comendo ela fundo, intenso, marcando o ritmo que o corpo dela pedia.O quarto se encheu de sons molhados, batidas de pele e gemidos abafados.
Em um momento, Juan se inclinou para beijar as costas dela e murmurou:
—Quero seu cu.
Ela só respondeu:
—Vai fundo… faz isso. Quero sentir.
Ele se posicionou, segurou ela pelo quadril, e devagar começou a enfiar a rola no cu dela, com um gemido compartilhado de prazer intenso e proibido. Quando finalmente entrou por completo, segurou ela firme e começou a meter com um ritmo faminto, se perdendo na pressão, no calor, na sensação de dominar ela. Depois acelerou o ritmo, mais forte, as bolas dele batendo na buceta dela. Tirou a tempo de gozar nas nádegas dela.
No final, os dois caíram no sofá ofegantes, enroscados, suados, exaustos e satisfeitos.
Laura se levantou primeiro, ajeitando o vestidinho como se nada tivesse acontecido. Deu um beijo rápido nos lábios dele e disse:
—Hora de voltar pra festa, Juan…
Ele, com a rola escorrendo, acabado e sem conseguir se levantar ainda, só sorriu, derrotado pelo prazer.
Quando Laura voltou pra pista deixando Juan se recuperando, ele pensou que tudo tinha acabado ali… mas não. Minutos depois, Laura voltou, suada da dança, com o vestido ainda mais subido e um sorriso perigoso. —Tô te achando pensativo… —sussurrou ela, roçando o quadril dela no dele—. Já se recuperou?
Juan só concordou com a cabeça. A pica voltava a endurecer dentro da calça, traindo ele.
—Vem —ordenou ela, pegando ele pelo pulso.
Levou ele pra um canto da casa onde tinha um quarto quase escuro, iluminado só pelas luzes do corredor. Fechou a porta com o trinco. Laura se virou, apoiou as duas mãos na parede e arqueou as costas, deixando o vestido puta subir de vez.
—Quero que me use aqui… de pé —disse sem olhar pra trás.
Juan se aproximou, encaixou a pica entre as coxas quentes dela e, enquanto metia devagar, puxou as alças do vestido pra baixo, deixando as duas delícias da frente soltas, balançando.
Ela gemeu baixinho ao sentir o primeiro contato.—Assim… isso… —ofegou—. Me segura pelo vestido… usa ele como quiser.
Juan, em fogo, enroscou o vestido como se fosse um punhado de pano e puxou pra trás, forçando ela a se grudar mais nele enquanto a invadia devagar até o fundo. Laura empurrava pra trás que nem uma selvagem, batendo os quadris nele com fome.
—Meu Deus… Juan… —sussurrou entre os dentes—. Me dá mais pau… assim… mais fundo.
Ele obedeceu, marcando um ritmo firme, batendo na buceta dela. O quarto inteiro parecia se mover com as investidas. O cheiro de pele quente e suor misturado tomava o ar.
De repente, Laura virou a cabeça só um pouquinho, mostrando um sorriso safado. —Agora… vem pra baixo — sussurrou.
Os dois se ajoelharam. Laura se deitou de costas no chão, com o vestido enrolado na cintura feito uma faixa. Abriu as pernas sem vergonha.
—Me chupa de novo… quero sentir como você faz… devagar… e depois rápido…
Juan desceu entre as coxas dela, chupando a buceta dela, saboreando com uma dedicação que fez ela arquear e gemir sem controle. Quando ela já estava tremendo, ele se levantou e meteu de novo, dessa vez segurando a cintura dela com uma força que fez ela suspirar mais alto.
—Juan… Juan… — repetia ela, perdida, enquanto ele tirava e metia o pau na buceta dela.
Comeu ela sem parar, sem trégua, guiado só pela necessidade dos dois. Quando sentiu que ela estava no limite, levantou ela, encostou na parede e, segurando por baixo das coxas, carregou ela enquanto continuava o movimento, sentindo ela apertar contra ele como se não quisesse soltar nunca.
Quando terminaram, Laura encostou a testa na dele, respirando ofegante.
—Sabia que esse vestido ia te enlouquecer… — sussurrou antes de dar um beijo molhado e devagar.
Juan ficou exausto. Ela ajeitou o vestido como se nada tivesse acontecido, prendeu o cabelo, virou pra ele e piscou:
—Vamos, que a festa continua.
E saiu andando como se não tivesse acabado de espremer ele até deixar sem fôlego.
Quando Juan finalmente conseguiu recuperar o fôlego e se levantar — ainda com as costas suadas por tudo que Laura tinha feito com ele — viu ela se ajeitar o putivestidinho na frente do espelho como se nada tivesse acontecido. Ele engoliu em seco, ainda com o pau marcando a calça.— Quer que te leve pra sua casa…? — perguntou, tentando soar normal.
Laura virou devagar, apoiou uma mão na cintura e deixou o vestidinho subir só mais uns dois centímetros. O olhar que ela lançou foi suficiente pra acender ele de novo.
— Tem certeza que quer me levar pra minha casa…? — sussurrou ela, se aproximando até que o perfume doce dela nublou a cabeça dele — Ou o que você realmente quer é me levar pra sua?
Juan sentiu a respiração travar. Ela deslizou um dedo pelo peito dele, descendo, descendo… até tocar bem em cima da ereção escondida.
— Porque se me levar pra sua casa… — apertou de leve, fazendo ele quase grunhir — …te prometo que esse seu pau não vai descansar.
— Laura… — sussurrou ele, já sem conseguir pensar.
— Você decide, meu amor — disse ela, mordendo o lábio dele — Rota curta… ou rota selvagem?
Juan pegou a mão dela, tremendo, com a resposta escrita nos olhos.
Enquanto caminhavam pro carro, ela murmurou de novo perto do ouvido dele, com um sorriso pecaminoso:
— Tomara que tenha trocado os lençóis… porque essa noite você não vai dormir.
Laura entrou primeiro na casa, ainda com aquele vestidinho atrevido que parecia feito pra tentar pecados. Juan fechou a porta atrás deles, sentindo a ansiedade quente percorrer as costas. Ela olhou pra ele por cima do ombro, um sorriso perigoso pintando a boca.
— Tem certezinha que queria me trazer pra sua casa? — sussurrou com malícia — Agora não vai poder escapar.
Juan segurou ela pela cintura e colou contra ele, sentindo o corpo dela queimar. Laura riu baixinho, se virou e levantou os braços.
— Vamos ver… realizei sua fantasia — disse.
Juan desceu o zíper do vestido devagar, aproveitando o Som como se fosse um prelúdio.
O vestidinho escorregou pelo corpo dela como uma pele que se desprende, caindo até o chão. Ficou lá, jogado, uma testemunha silenciosa de tudo que ia rolar.
Laura ficou pelada na frente dele, feito uma provocação que respirava.
Juan se ajoelhou. Primeiro adorou ela por cima, devorando os peitos dela, chupando com fome contida enquanto ela gemia entre os dedos. Depois desceu devagar, deixando um rastro de beijos molhados pela barriga dela até se enfiar entre as coxas, saboreando a buceta molhada dela. Ela tremia, apoiada na parede, acariciando o cabelo dele e pedindo mais.Quando não aguentou mais, Laura empurrou ele suavemente pra trás e se ajoelhou. Puxou a calça dele pra baixo com uma lentidão pecaminosa e olhou com um sorriso satisfeito ao ver o pau dele duro e tenso. Enfiou na boca e começou a chupar, primeiro devagar, depois num ritmo profundo, molhado, brincalhão. Cada vez que olhava pra ele de baixo, Juan sentia que ia explodir.
— Sobe… — ele conseguiu falar entre ofegos.
Laura montou em cima dele, enfiando o pau dele na buceta, com um gemido que fez as pernas dela tremerem. Cavalgou com ritmo, com vontade, os peitos quicando, a cintura solta e o corpo vibrando. Juan segurou ela pela cintura, guiando como se fosse a última noite na terra. O som dos corpos deles enchia o quarto.
Mas a necessidade tomou conta dele.
Ele pegou ela pela cintura, virou com firmeza e colocou de quatro. Ela apoiou as mãos no colchão e arqueou as costas, se oferecendo.
Juan entrou na buceta dela por trás, com estocadas profundas, apaixonadas, marcadas por uma urgência animal que ela recebia com gemidos molhados. Agarrou ela pela cintura, pelas coxas, pelos peitos, pelo cabelo, se perdendo no próprio impulso.Laura gozou primeiro, tremendo, mordendo os lábios. Juan caiu sobre ela segundos depois, respirando pesado, abraçando ela por trás enquanto o corpo dele se acalmava contra o dela.
Ficaram deitados assim, entrelaçados, suados, satisfeitos.
O putivestido continuava no chão, amassado, observando a cena… como se soubesse perfeitamente que tinha sido o culpado de todo aquele incêndio.
— Não vou esquecer essa noite — sussurrou Laura, acariciando o peito dele.
— Eu também não — respondeu Juan, ainda com o pulso descontrolado.
E assim, abraçados, deixaram que o silêncio quente do quarto os envolvesse.


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