Quando estou batendo uma, muitas vezes penso em comer meu próprio sêmen, mas quando chego no clímax, a vontade desaparece. Entendo que isso é bem comum entre os caras. Às vezes eu como mesmo assim e é interessante, mas não tão empolgante quanto a ideia quando estou excitado.
Tem jeitos de evitar isso. Um é quando estou excitado e vaza líquido pré-ejaculatório. Eu lambo na hora. A mesma coisa quando estou no limite e um pouco de sêmen escapa, mas não gozei ainda.
Há vários anos, comecei a congelar gozo num pote de plástico de filme fotográfico. Ia adicionando mais depois de cada punheta até encher. Aí, chegava um dia em que tirava do congelador e deixava descongelar antes de bater uma.
Depois, dava uns goles enquanto me masturbava e, quando estava perto de gozar, bebia o que sobrava de uma vez. Aí eu gozava, com o gosto do sêmen na boca, e limpava o gozo fresco da mão para comer. Isso satisfazia bem a onda.
Depois passei do ponto. Sou assim mesmo. Guardava ejaculações num potinho de plástico com tampa, tipo um terço de xícara. Levei meses para encher; também estava transando com minha esposa o tempo todo. Fiquei com vergonha um dia quando ela achou o pote e perguntou o que era. Consegui me virar e dizer que era leite de coco que sobrou.
Chegou o dia em que o pote estava cheio, então segui a mesma rotina. Tirei do congelador e escondi no quarto para descongelar. Quando minha esposa não estava, me pelava, via um pornô no computador (cenas de gozadas com muito sêmen, claro) e me masturbava por um tempão; só batendo e batendo uma bem gostoso. Quando estava muito excitado, dei um gole no sêmen, um coquetel de várias gozadas de consistências diferentes e tons de branco e transparente, líquido e encaroçado. Um pouco foi de boa, mas depois tomei uma quantidade maior na boca. A textura e o O gosto me deu um pouco de nojo na hora. A excitação foi embora e fui no banheiro, joguei o resto no vaso.
Essa sessão de punheta tomou um rumo desagradável, então tive que me segurar. Não fiz mais isso, guardando meu esperma pra ter uma quantidade maior pra engolir. Ainda lambo um pouco às vezes, talvez pensando numa ex-namorada minha que adorava que eu gozasse na boca dela, e depois deixava meu pau ficar mole enquanto ela chupava e deixava ele limpinho, dava umas chupadas boas como se quisesse me deixar seco. Nunca contei pra ninguém sobre esse comportamento, entre outros hábitos de punheta que muita gente acharia estranhos. Preciso de variedade e essa é uma forma de conseguir isso.
Tem jeitos de evitar isso. Um é quando estou excitado e vaza líquido pré-ejaculatório. Eu lambo na hora. A mesma coisa quando estou no limite e um pouco de sêmen escapa, mas não gozei ainda.
Há vários anos, comecei a congelar gozo num pote de plástico de filme fotográfico. Ia adicionando mais depois de cada punheta até encher. Aí, chegava um dia em que tirava do congelador e deixava descongelar antes de bater uma.
Depois, dava uns goles enquanto me masturbava e, quando estava perto de gozar, bebia o que sobrava de uma vez. Aí eu gozava, com o gosto do sêmen na boca, e limpava o gozo fresco da mão para comer. Isso satisfazia bem a onda.
Depois passei do ponto. Sou assim mesmo. Guardava ejaculações num potinho de plástico com tampa, tipo um terço de xícara. Levei meses para encher; também estava transando com minha esposa o tempo todo. Fiquei com vergonha um dia quando ela achou o pote e perguntou o que era. Consegui me virar e dizer que era leite de coco que sobrou.
Chegou o dia em que o pote estava cheio, então segui a mesma rotina. Tirei do congelador e escondi no quarto para descongelar. Quando minha esposa não estava, me pelava, via um pornô no computador (cenas de gozadas com muito sêmen, claro) e me masturbava por um tempão; só batendo e batendo uma bem gostoso. Quando estava muito excitado, dei um gole no sêmen, um coquetel de várias gozadas de consistências diferentes e tons de branco e transparente, líquido e encaroçado. Um pouco foi de boa, mas depois tomei uma quantidade maior na boca. A textura e o O gosto me deu um pouco de nojo na hora. A excitação foi embora e fui no banheiro, joguei o resto no vaso.
Essa sessão de punheta tomou um rumo desagradável, então tive que me segurar. Não fiz mais isso, guardando meu esperma pra ter uma quantidade maior pra engolir. Ainda lambo um pouco às vezes, talvez pensando numa ex-namorada minha que adorava que eu gozasse na boca dela, e depois deixava meu pau ficar mole enquanto ela chupava e deixava ele limpinho, dava umas chupadas boas como se quisesse me deixar seco. Nunca contei pra ninguém sobre esse comportamento, entre outros hábitos de punheta que muita gente acharia estranhos. Preciso de variedade e essa é uma forma de conseguir isso.
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8 comentários - Comendo minha própria porra gostosa