Chegando em casa naquela tarde
Carla e Juana entraram em casa ainda de uniforme, mas com uma energia nervosa e excitada que não conseguiam disfarçar. A Miranda tava na cozinha preparando o lanche e o Eduardo tinha acabado de chegar do trampo. O Dogoberto tava tirando um cochilo no sofá e a Camilita tava dobrando roupa na sala.
As duas irmãs se olharam, respiraram fundo e se aproximaram dos pais.
Carla foi quem falou primeiro, tentando soar o mais natural possível:
—Mami… Papi… a gente queria pedir uma coisa pra vocês. No próximo domingo… a gente pode ir com vocês pro abrigo de mendigos fazer trabalho comunitário junto?
Juana concordou rapidamente, acrescentando com voz inocente:
—Sim… queremos ajudar também. Achamos lindo o que vocês fazem… e queremos ficar com vocês.
Miranda e Eduardo se olharam surpresos, mas seus rostos se iluminaram com um sorriso genuíno e feliz.
Miranda se aproximou e abraçou as duas com carinho de mãe:
—Ai, minhas filhas… que bom que vocês querem vir! Papai e eu estamos muito felizes de vocês terem um coração tão bom. Claro que podem nos acompanhar. É lindo que queiram ajudar os mais necessitados.
Eduardo sorriu com orgulho e deu um beijo na testa de cada uma delas.
—Minhas filhas são tão boazinhas… Me enche de alegria que elas queiram participar. Domingo vamos todos juntos. Vocês vão ver que é uma experiência muito gostosa ajudar os outros.
Carla e Juana sorriram, fingindo uma inocência que já não tinham mais. No fundo, a motivação delas era completamente diferente.
Carla pensou enquanto abraçava a mãe dela:
Quero ficar perto desses homens... quero sentir o cheiro deles de perto... quero ver como eles olham pra mamãe... como eles desejam ela... isso me excita muito mais do que ajudar.
Juana, por sua vez, sentia um formigamento constante na barriga:
Só de imaginar estar rodeada de mendigos sujos, velhos e fedorentos… ver os olhares famintos deles… sentir aquele cheiro forte que eles têm… já tô ficando molhada. Não vou pra ajudar… vou porque me excita ficar perto de perigos de verdade como o Dogoberto.
Miranda, sem desconfiar das verdadeiras intenções das filhas, continuou falando animada:
—Vocês vão ver como é gostoso compartilhar com eles. Vamos ensinar como servir a comida, como tratar eles com respeito… mesmo que sejam pessoas muito humildes e sujas. É importante não julgar pela aparência.
Eduardo completou com um sorriso:
—Exato. E se quiserem, podem ajudar a distribuir a comida ou limpar. Estamos muito orgulhosos de vocês por quererem ir.
Carla e Juana concordaram, mantendo a fachada de filhas bondosas e solidárias.
Valeu, mãe... valeu, pai..." — disse a Carla com um sorriso doce —. "Tamo muito felizes de poder ir com vocês.
Juana acrescentou baixinho, mas com os olhos brilhando de uma excitação secreta:
—Sim… vai ser uma experiência muito… interessante.
Miranda e Eduardo sentaram com elas pra fazer um lanche, felizes e animados que as filhas quisessem participar do trabalho comunitário. Pra eles, era um sinal de que as meninas estavam crescendo com valores de solidariedade.
Mas Carla e Juana, enquanto comiam, só conseguiam pensar na mesma coisa: no próximo domingo estariam cercadas de mendigos nojentos, sujos, velhos e sem educação… e isso as excitava muito mais do que jamais admitiriam em voz alta.
A semente da nova perversão delas continuava crescendo dentro de si mesmas.
Naquela mesma noite – Quarto principal
Depois que todo mundo foi dormir, Miranda e Eduardo ficaram sozinhos no quarto deles. A casa tava em silêncio. Dogoberto e Camilita já estavam dormindo no quarto deles, e Carla e Juana já tinham ido pro quarto delas.
Miranda se deitou ao lado do marido, ainda pelada depois do banho, e apoiou a cabeça no peito dele. Eduardo abraçou ela com carinho, embora a gaiola de castidade lembrasse ele direto do seu papel.
Miranda suspirou e falou baixinho:
—Eduardo… o que você achou da noite passada? Nossas filhas… viram tudo. Me viram sendo fodida por quatro mendigos… me viram gemendo igual uma puta… e depois te viram sendo penetrado. Cê acha que a gente passou dos limites?
Eduardo acariciou o cabelo dela e respondeu com honestidade, embora a voz dele tivesse um tom claramente excitado:
—Foi… muito intenso. No começo fiquei com um pouco de medo deles verem tanto. Mas depois… ver como nos olhavam… como os olhos deles brilhavam… me excitou pra caralho. Ver nossas filhas observando como aqueles velhos nojentos te usavam… e depois como me comiam… foi uma das coisas mais putarias que já vivemos.
Miranda sorriu contra o peito dele e confessou:
—Também me excitou pra caralho. Saber que minhas próprias filhas estavam me vendo virar uma puta de mendigos… me ouvindo gemer e pedir mais… me deixou com muito tesão. E quando te vi de quatro deixando te sodomizarem… e elas testemunhando aquilo… senti uma mistura de vergonha e prazer muito forte.
Eduardo beijou a testa dela e continuou:
—Acho que isso explica por que a Carla e a Juana querem ir pro abrigo no domingo. Não é só pra "ajudar". Conheço elas. Vi como elas se olharam quando a gente falou que podiam ir junto. Tão excitadas. Querem ficar perto daqueles homens sujos… querem sentir o cheiro deles… querem ver de perto como são os males que excitam a gente.
Miranda concordou lentamente, com um sorriso malicioso.
—Tem razão. Ontem à noite, quando olhei pra elas enquanto me comiam… vi como apertavam as coxas… como se tocavam disfarçadamente. Tavam muito tesudas. E hoje, quando pediram pra ir pro abrigo… os olhos delas brilhavam de um jeito que não era só solidariedade. Querem se aproximar daqueles mendigos. Querem sentir aquele cheiro forte… aquela grosseria… aquela sujeira.
Eduardo apertou a esposa contra ele e sussurrou:
—Nossas filhas tão acordando pra mesma perversão que a gente. Primeiro olharam pra Camilita e Dogoberto… depois olharam pra nós… e agora querem ir pro refúgio. Acho que já tão nem aí pros caras da idade delas. Tão afim dos bagulho igual Dogoberto… sujos, sem educação, velhos e fedorentos.
Miranda levantou a cabeça e beijou o marido dela com carinho.
—Talvez seja a hora de deixar elas explorarem um pouco mais. A gente não vai forçar nada… mas se elas quiserem se aproximar daqueles caras… a gente pode permitir. Desde que seja sob nossa supervisão. Não quero que aconteça nada de ruim com elas… mas também não quero cortar o que elas tão sentindo.
Eduardo concordou, claramente excitado com a ideia.
—Concordo. Se elas quiserem ir pro abrigo pra ver os mendigos de perto… que vão. E se rolar algo mais… a gente vê como lida. O importante é que saibam que podem falar com a gente sem medo.

Miranda sorriu com malícia e amor ao mesmo tempo.
—Nossa família tá ficando cada vez mais pervertida… mas também mais unida. Adoro que não tem mais segredos.
Se beijaram com ternura, abraçados na cama, sabendo que no próximo domingo no abrigo seria um novo capítulo importante pra Carla e Juana… e pra toda a família.
A conversa entre Miranda e Eduardo estava esquentando cada vez mais. Falar das filhas deles, do que elas tinham visto, de como Carla e Juana os observaram sendo usados pelos mendigos… tudo isso acendia um tesão profundo nos dois.
Miranda se sentou na cama, olhou pro marido com os olhos brilhando de tesão e falou com a voz rouca e dominadora:
—Eduardo… tô muito tesuda. Quero te meter agora. Quero foder minha bichinha corna enquanto a gente fala do que aconteceu ontem à noite.
Eduardo engoliu seco, a gaiola apertando forte, e concordou submisso:
—Sim, meu amor… me fode. Quero sentir você dentro de mim enquanto a gente fala das nossas filhas nos olhando.
Miranda se levantou, foi na gaveta e tirou o cinto com o consolo grosso e veiudo de 28 cm. Colocou ele com calma, ajustando bem em volta da cintura. O consolo ficou apontando pra frente, grande e ameaçador.
Ela subiu na cama, fez Eduardo ficar de quatro e separou as nádegas dele. O cu do marido ainda estava meio aberto e sensível por causa da trepada anterior com o Velho Paco.
Miranda cuspiu no consolo, encostou ele na entrada dela e foi empurrando devagar, penetrando centímetro por centímetro.
— Aaaahhh… sim… enfia tudo…! — gemeu Eduardo, sentindo sua esposa o abrindo.
Miranda começou a meter nele com investidas firmes e profundas, agarrando-o pelos quadris. Enquanto o penetrava, falou com ele numa voz entrecortada de prazer:
—Ontem à noite… quando nossas filhas estavam olhando pra gente… fiquei excitada pra caralho. Ver a Carla e a Juana nos observando enquanto aqueles quatro mendigos me comiam… e depois te comiam também… foi tão intenso… tão sujo… tão nosso.
Eduardo gemia a cada estocada, empurrando a bunda pra trás pra receber o consolo mais fundo.
— Eu também… adorei que elas nos vissem… que vissem a mãe delas virando uma puta… e o pai delas virando um viadinho… gemendo enquanto me sodomizavam… Acho que isso deixou elas bem excitadas… por isso querem ir pro refúgio… querem ver mais… querem sentir o cheiro mais… querem ficar perto de perversões assim…
Miranda acelerou o ritmo, metendo nele com mais força, o som molhado das investidas enchendo o quarto.
—Exato… nossas filhas já não são inocentes… elas ficam excitadas em nos ver sendo degradadas… sendo usadas… sendo tratadas como putas e viadinhos… Me deixa muito molhada pensar que elas se molharam vendo como me enchiam de porra… e como te comiam o cu…
Eduardo gemia mais alto, o rosto enfiado no travesseiro:
— Sim… me excita muito… imaginar que a Carla e a Juana se tocaram enquanto nos viam… que elas gostaram de ver a mãe delas sendo uma puta de mendigos… e o pai delas sendo comido como uma puta… Acho que isso despertou algo nelas… algo obscuro… algo que faz elas quererem ir pro abrigo… pra ficar perto daqueles homens sujos…
Miranda mudou de posição. Fez Eduardo deitar de costas, levantou as pernas dele e o penetrou na posição de missionário, fodendo ele cara a cara enquanto continuavam conversando.
—Eu amo vocês… mas também me excita que tenham nos visto assim… tão humilhados… tão entregues… Ver as caras de surpresa e tesão deles… isso me deixou muito molhada. Quero que continuem olhando… quero que vejam mais… quero que aprendam que nesta família o prazer pode ser sujo e brutal…
Eduardo olhou nos olhos dela, gemendo a cada estocada profunda do consolo.
— Eu também quero que olhem… quero que vejam como a mãe de vocês me fode depois que outros me usaram… como eu sou sua bichinha… como eu curto ser penetrado… Acho que isso tá mudando elas… tá fazendo elas desejarem homens como o Dogoberto… sujos… grosseiros… fedorentos…
Miranda continuou fodendo ele num ritmo constante, beijando ele entre uma enfiada e outra, compartilhando seus sentimentos mais profundos e pervertidos enquanto penetrava o marido corno.
A conversa e a penetração se misturavam numa intimidade escura e amorosa, fortalecendo ainda mais a relação deles enquanto imaginavam como as filhas estavam se transformando com tudo que tinham testemunhado.
Depois da longa e intensa foda com o cinto, Miranda e Eduardo dormiram abraçados, suados e satisfeitos. O quarto ainda cheirava a sexo e aos restos da noite anterior.
No dia seguinte – De manhã
Miranda esperou Eduardo ir pro trabalho e Dogoberto e Camilita ficarem ocupados. Aí chamou Carla e Juana pro quarto dela com uma voz calma, mas firme:
—Carla, Juana… venham aqui um instante. Quero falar com vocês em particular.
As duas irmãs entraram no quarto principal, ainda com o uniforme do colégio. Sentaram na cama, nervosas, mas sabendo que a mãe já desconfiava de algo.
Miranda fechou a porta e sentou na frente delas. Olhou com carinho, mas também com seriedade.
—Quero que sejam completamente honestas comigo. Por que vocês querem ir no domingo ao abrigo de sem-teto pra ajudar? Não me venham com essa de que é só por solidariedade. Quero o verdadeiro motivo.
Carla e Juana se olharam. Depois de alguns segundos de silêncio, Carla respirou fundo e confessou:
—Mamãe… a verdade é que… a gente não gosta mais dos meninos da escola. Eles parecem fracos, limpos, sem graça. O que nos excita agora… são os mendigos. Os velhos sujos, grosseiros e fedorentos, igual ao Dogoberto. A gente quer ir pro abrigo pra ficar perto deles… pra sentir o cheiro… pra ver de perto… pra sentir aquela excitação que sentimos ontem à noite quando vimos como te comiam e como comiam o papai.
Juana, com as bochechas vermelhas mas decidida, continuou:
—Sim… a gente gosta do cheiro forte de vocês… do jeito desleixado… de como falam mal… de como são brutos. Ontem à noite, quando a gente viu aqueles quatro caras te usando… e depois o papai… a gente percebeu que é isso que nos excita. Não queremos garotos da nossa idade. Queremos homens de verdade… como os do abrigo.
Miranda as escutou sem interromper, com uma expressão serena e compreensiva. Quando terminaram de confessar, sorriu com ternura pra elas e falou com calma:
—Valeu por serem sinceras comigo. Não vou dar bronca em vocês. Entendo perfeitamente o que vocês estão sentindo.
Miranda segurou as mãos das duas e continuou explicando:
—Vou contar pra vocês por que isso tá acontecendo. Vocês foram expostas a algo muito forte e muito real. Viram a Camilita se entregar completamente pro Dogoberto… um homem velho, sujo e grosseiro. Depois me viram sendo usada por quatro mendigos… e o pai de vocês sendo penetrado e humilhado. Isso despertou em vocês uma atração por esse tipo de masculinidade crua e primitiva.
Ele fez uma pausa e continuou:
—Os caras da escola são limpos, educados e suaves… mas isso já não parece mais masculino pra elas. O que agora excita é o oposto: homens descuidados, fedorentos, grosseiros e dominadores. Aquele cheiro forte de suor e sujeira, aquela grosseria, aquela falta de cuidado… tudo isso representa pra vocês a verdadeira masculinidade. É normal que depois do que viram, os gostos tenham mudado. O cérebro se adapta ao que excita.
Carla perguntou baixinho:
—Então… tá tudo bem a gente gostar de mendigo?
Miranda concordou com um sorriso compreensivo:
—Tá tudo bem sentir isso. Mas vocês têm que ficar espertas e se cuidar. Esses caras são de verdade, não são fantasia. Podem ser perigosos. Se quiserem ir pro refúgio, podem ir… mas sempre sob nossa supervisão. Não vou proibir vocês de explorar o que sentem, mas vou proteger vocês.
Juana, ainda corada, confessou:
—Mamãe… quando penso em ficar perto deles… em sentir aquele cheiro forte… fico toda molhada. Isso é errado?
Miranda acariciou o cabelo das duas com carinho de mãe:
—Não é ruim sentir desejo. O importante é que vocês saibam que o desejo pode ser perigoso. Se quiserem ir no domingo… vamos todos juntos. Mas têm que me prometer que vão ser prudentes e que vão me contar tudo o que sentirem.
Carla e Juana assentiram, visivelmente aliviadas e emocionadas.
—Valeu, mami… —disse a Carla—. A gente promete que vai tomar cuidado.
Miranda abraçou as duas com força e sussurrou:
—Amo muito vocês. Essa família é complicada… mas enquanto formos honestos uns com os outros, a gente vai ficar bem.
As duas irmãs saíram do quarto com o coração batendo forte de antecipação. O próximo domingo no abrigo já não era só uma saída solidária… era uma chance de se aproximar do que realmente as excitava.
Domingo de manhã
A casa tava cheia de uma energia nervosa e carregada de expectativa. Carla e Juana acordaram cedo, bem antes do normal. Se vestiram com roupas simples mas caprichadas (saias um pouco mais curtas que o comum, blusas que marcavam sutilmente os corpos jovens delas), e não conseguiam esconder a ansiedade na cara. Ficavam se olhando toda hora, com as bochechas levemente coradas.
Miranda chamou elas pro quarto dela antes de sair. Fechou a porta e mandou elas sentarem na cama. Ela tava calma, mas com aquele olhar dominador e de mãe que elas já conheciam.
—Filhinhas… eu sei perfeitamente por que vocês estão tão ansiosas pra ir pro abrigo hoje. Não é só por “ajudar”. Vocês querem ficar perto daqueles caras. E tudo bem. Mas se vão, têm que fazer isso com inteligência. Não podem se comportar como umas menininhas excitadas. Têm que aprender a flertar discretamente, sem chamar a atenção do pessoal do bairro ou de outros voluntários.
Carla e Juana ouviam com atenção, nervosas mas loucas pra aprender.
Miranda começou a dar conselhos práticos e explícitos pra elas:
—Primeiro: mulheres decentes não se jogam em cima dos homens. Elas flertam com o olhar e com pequenos gestos. Olhem nos olhos dos mendigos um segundo a mais que o normal, depois baixem o olhar com timidez. Isso deixa eles loucos. Sorriam suavemente quando servirem a comida, mas não falem demais. Deixem que eles falem safadeza. Para caras assim, eles gostam de sentir que são eles quem tomam a iniciativa.
Segundo: usem o corpo de vocês com sutileza. Quando se abaixarem pra servir a comida, deixem a saia subir um pouquinho pra eles verem as pernas de vocês. Quando caminharem, mexam a bunda devagar. Não sejam óbvias, mas deixem eles sentirem que tem algo ali. Homens safados ficam muito excitados vendo meninas jovens e decentes se movendo de forma feminina perto deles.
Terceiro: nunca demonstrem nojo abertamente, mesmo que o cheiro seja forte. Pelo contrário: quando um deles chegar bem perto e vocês sentirem o cheiro de suor, de pé sujo ou de roupa velha, respirem fundo disfarçadamente e sorriam. Isso diz pra eles “gosto do teu cheiro de macho”. Deixa eles muito mais tesudos do que se vocês se afastassem.
Quarto: se um deles soltar um elogio safado (“que bundão gostoso você tem”, “que peitos mais deliciosos”), não se ofendam. Baixem o olhar, sorriam com vergonha e respondam algo suave tipo “obrigada…” ou “não fala isso, moço…”. Isso incentiva eles a continuar. As mulheres decentes que ficam vermelhas e não fogem são as que mais excitam eles.
Quinto e mais importante: mantenham sempre a aparência de meninas boas e decentes. Falem educadamente, sejam simpáticas com todo mundo, ajudem a servir a comida. Ninguém pode desconfiar que vocês estão lá por tesão. O contraste entre a aparência de meninas certinhas e o fato de estarem se esquentando com aqueles homens sujos é o que mais dá tesão.
Miranda olhou fixamente para as duas e acrescentou, com a voz mais baixa e séria:
—Hoje vocês não vão fazer nada além de olhar e flertar discretamente. Não cheguem muito perto, não aceitem convites privados, não fiquem sozinhas com nenhum deles. Só observem, sintam o cheiro, vejam como os homens olham pra vocês. Isso já vai ser o suficiente pra deixar vocês com tesão. Se se comportarem bem e seguirem meus conselhos, da próxima vez a gente pode ir um pouco mais longe.
Carla e Juana concordaram, com o coração batendo forte e uma umidade traiçoeira entre as pernas.
—Entendemos, mãe… —disse a Carla—. Vamos ser discretas.
Juana acrescentou, com a voz trêmula de tesão:
—Valeu pelas dicas… vamos nos comportar direitinho.
Miranda abraçou as duas e deu um beijo na testa delas.
—Minhas filhas são boas… mas também estão despertando. Aproveitem o dia, mas com juízo. Agora vamos, que o pai de vocês e o Dogoberto já estão prontos.
Sairam de casa os cinco: Miranda, Eduardo, Dogoberto, Camilita, Carla e Juana. As duas irmãs mais velhas caminhavam em silêncio, mas por dentro queimavam de ansiedade.
O abrigo de mendigos as esperava… e com ele, a chance de ficar perto daqueles caras sujos, velhos e fedorentos que tanto as excitavam agora.
Preparação no quarto da Miranda
Miranda decidiu que era hora de vestir as filhas dela pra ir pro abrigo. Levou elas pro próprio quarto, fechou a porta e abriu o guarda-roupa e várias gavetas cheias de roupa.
—Vamos escolher algo que seja decente por fora… mas que esquente por dentro —disse com um sorriso safado—. Tirem o pijama e experimentem essas roupas.
Carla e Juana tiraram a roupa com timidez no começo, ficando só de calcinha e sutiã. Miranda passou várias opções pra elas.
Primeiro experimentaram saias curtas e blusas justas. A Carla vestiu uma saia jeans que batia no meio da coxa e uma blusa branca com um decotezinho. Ela parou na frente do espelho e deu uma voltinha.
Miranda olhou ela de cima a baixo e disse num tom brincalhão:
—Olha como essa saia fica em você, Carla… quando você se abaixar pra servir a comida, os mendigos vão poder ver um belo pedaço das suas pernas jovens. Isso vai deixar eles loucos. Imagina um velho sujo olhando pra sua bunda enquanto te grita cantadas indecentes.
Carla corou, mas sorriu.
Depois foi a vez da Juana. Ela experimentou um vestido curto de verão, de alças, que marcava as curvas que começavam a aparecer. Deu uma voltinha inocente.
Miranda soltou uma risadinha:
—Ai, Juana… com esse vestidinho você parece uma mocinha boazinha… mas quando andar, a saia vai subir e você vai mostrar as coxas pra eles. Os velhos safados adoram ver carne jovem e fresquinha. Vão ficar imaginando levantando seu vestido e te cheirando.
As duas irmãs experimentavam uma roupa atrás da outra, desfilando pra mãe delas. A Miranda observava com um olhar crítico e dava a opinião dela com piadas cheias de sacanagem.
—Essa blusa justa marca bem seus peitinhos, Carla. Quando você se inclinar pra servir o prato, os mendigos vão babar olhando seu decote. Vai dar vontade neles de meter a mão aí.
—Juana, com essa saia curta, cada passo que você der vai aparecer a calcinha. Perfeito pra esquentar um velho fedido. Imagina um te falar "que bunda gostosa você tem, mocinha" enquanto te encara.
Depois de testar várias combinações, Carla e Juana ficaram na dúvida na frente do espelho. Não sabiam qual escolher.
Miranda olhou para elas por um instante e teve uma ideia. Sorriu com malícia.
—Sabem o quê? Melhor deixarem tudo isso. Usem os uniformes do colégio.
Carla e Juana se olharam surpresas.
—Os uniformes? —perguntou Carla.
—Sim —disse Miranda com um sorriso safado—. Saia plissada cinza, blusa branca, meia até o joelho… a roupa típica de meninas direitas e estudiosas. Isso vai deixar eles completamente loucos. Imaginem só: duas irmãs novinhas, com cara de santinhas, cercadas de mendigos sujos e velhos. O contraste é brutal. Eles vão ficar babando, imaginando como levantam a saia do uniforme, como rasgam as meias, como enfiam a mão por baixo da blusa…
Miranda se aproximou e arrumou o cabelo delas.
—Vão parecer dois anjinhos ajudando no abrigo… mas os caras vão ver duas menininhas gostosas que tão se molhando pelo cheiro e pela grosseria deles. Isso é muito mais poderoso do que qualquer roupa sexy. A inocência aparente excita eles mais do que tudo.
Carla e Juana se olharam no espelho com os uniformes vestidos. A saia plissada batia no meio da coxa, a blusa branca marcava sutilmente os peitos, e as meias davam um aspecto ainda mais jovem e comportado.
Juana corou e murmurou:
—Com isso… pareço uma mocinha boazinha…
Miranda deu um beijo na bochecha de cada uma e disse com voz baixa e cheia de tesão:
—Exato. E é isso que vai deixar eles mais loucos. Agora vão terminar de se arrumar. Hoje vocês vão estar rodeadas de uns caras nojentos… e com esses uniformes, vão ser tipo dois docinhos pra eles.
Carla e Juana saíram do quarto com o coração batendo forte e uma excitação que já não conseguiam esconder.
Domingo – Chegada ao abrigo de mendigos
O refúgio tava como sempre: um galpão grande e velho, com mesas compridas de plástico, cheiro de comida simples e um clima pesado de suor, tabaco e corpos sem lavar. Tinha uns 25-30 mendigos velhos, a maioria homem, sentados esperando o almoço.
Quando Miranda, Eduardo, Dogoberto, Camilita, Carla e Juana entraram, o clima mudou na hora.
Os mendigos levantaram os olhos e ficaram vidrados na Carla e na Juana. As duas irmãs estavam com seus uniformes escolares: saia plissada cinza que batia no meio da coxa, blusa branca justa que marcava sutilmente os peitos jovens delas, meias até o joelho e sapatos pretos. Pareciam duas minas decentes, estudiosas e puras… um contraste brutal com aquele ambiente sujo e marginal.
Vários ficaram literalmente babando. Dava pra ver no canto dos lábios. Os olhos famintos deles percorriam as pernas da Carla e da Juana, as bundinhas redondas delas sob a saia plissada, e as carinhas coradas.
Carla e Juana sentiam todos os olhares sobre elas. Ficavam vermelhas que só vendo enquanto ajudavam a servir a comida. Cada vez que se abaixavam pra deixar um prato na mesa, a saia subia um pouco, mostrando mais da coxa. As calcinhas delas já estavam todas molhadas.
Um mendigo velho e magricela, com barba longa e amarelada, murmurou baixinho quando Carla serviu o prato pra ele:
—Que rabão gostoso você tem, princesinha… com essa saia do colégio você tá me matando…
Carla ficou vermelha que nem um tomate e sentiu um choque de calor entre as pernas. A calcinha dela ficou ainda mais molhada.
Outro, gordo e careca, falou pra Juana quando ela passou perto:
—Olha essas perninhas brancas… com meia de colegial… me dá vontade de levantar sua saia e te cheirar toda…
Juana baixou o olhar, vermelha até as orelhas, mas não conseguiu evitar apertar as coxas. Sentia a bucetinha pulsando e molhada dentro da calcinha.
Miranda, que servia ao lado delas, sorria discretamente e sussurrava pra elas de vez em quando:
—Respira fundo… sente como eles te olham… era isso que você queria, né? Aproveita.
Dogoberto, sentado numa mesa próxima, observava tudo com um sorriso satisfeito. A Camilita também ajudava, mas os olhos dela iam direto pra mãe e pras irmãs.
Vários mendigos continuavam soltando cantadas baixinho quando as minas passavam:
—Que peitinho mais lindo que fica marcado nessa blusinha…
—Com essa saia você parece uma virgem… mas aposto que já tá molhada de nos ver…
—Chega mais perto, coleguinha… deixa eu sentir o cheiro do teu pescoço…
Carla e Juana ficavam cada vez mais coradas, mas continuavam servindo. As calcinhas delas estavam encharcadas. O contraste entre a aparência de moças decentes e o tesão que sentiam ao estar rodeadas de homens sujos, velhos e grosseiros as deixava no limite.
Num instante, quando a Carla se inclinou pra deixar um prato, um mendigo sussurrou quase no ouvido dela:
—Que delícia esse cheirinho de menina limpa… me dá vontade de te sujar todinha…
Carla sentiu um arrepio de prazer e vergonha. A calcinha dela estava completamente molhada.
Juana, ao passar perto de outro velho, ouviu:
—Com essas meias até o joelho… você parece uma puta fantasiada de colegial…
Juana apertou as coxas e sentiu a buceta pulsando de tesão.
Miranda as observava de canto de olho, satisfeita. Sabia exatamente o que tava rolando no corpo das filhas dela.
O domingo no abrigo mal tinha começado… e Carla e Juana já estavam vivendo a fantasia que tanto as excitava.
O clima no abrigo tava ficando cada vez mais quente e pesado. O cheiro dos moradores de rua — uma mistura grossa de suor rançoso, pé sujo, roupa podre e corpo sem banho — se juntava com o calor do meio-dia, criando uma atmosfera pesada e sufocante que envolvia tudo. Carla e Juana sentiam aquele cheiro invadindo as narinas delas e, em vez de nojo, provocava um calor traiçoeiro no meio das pernas. As calcinhas delas já tavam molhadas fazia um tempão.
Juana tava servindo um prato de ensopado pra um dos últimos da fila quando um mendigo de uns 80 anos chegou mais perto do que devia.
Era horrível. Muito feio, quase sem dentes (só uns poucos amarelos e tortos), gordo, com a pele cheia de manchas e rugas profundas. Tava vestindo uma camisa rasgada e suja, um short todo esfarrapado e umas sandálias gastas que deixavam à mostra uns pés inchados, com unhas compridas, amarelas e cheias de sujeira. O cheiro que vinha dele era nojento: uma mistura de pé podre com queijo velho, suor azedo e urina seca que batia feito uma parede.
O velho deu um passo além do normal, quase colando em Juana, e enquanto ela servia o prato, ele acariciou devagar o dorso da mão dela com seus dedos calejados e imundos.
Juana ficou paralisada. Sentiu o toque áspero e sujo contra sua pele jovem e limpa. O cheiro dos pés e do corpo dele a envolveu por completo.
O velho olhou pra ela com olhos vidrados e disse com voz rouca e baixa, quase um sussurro babado:
—Que gostosa você é, mocinha… com essa saia do colégio e essas perninhas brancas… você tá me deixando louco. Queria que você me acompanhasse um pouquinho até o quintal dos fundos… pra gente conversar mais em particular. Ninguém vai nos incomodar lá…
Juana sentiu um arrepio que percorreu o corpo todo. A calcinha dela ficou ainda mais molhada. Olhou instintivamente pra mãe, que tava servindo uns metros adiante.
Miranda pegou o olhar da filha. Viu o velho nojento passando a mão na mão da Juana e ouviu o cantada. Em vez de interferir, Miranda fez um gesto sutil com a cabeça: assentiu devagar, com um sorriso calmo mas cheio de significado. Os olhos dela diziam claramente: “Vai… tá de boa… aproveita”.
Juana engoliu seco, o coração batendo a mil. Olhou pro velho de 80 anos, tão feio, tão sujo, tão fedorento… e sentiu uma mistura de medo, nojo e uma excitação bruta que molhou ainda mais a calcinha dela.
Com a voz baixinha e trêmula, ela respondeu:
—Tá… tá bom… vou dar uma passadinha…
O velho sorriu, mostrando os poucos dentes tortos que tinha, e fez um sinal com a cabeça pro quintal dos fundos do abrigo, aquela área perto das lixeiras onde quase nunca tinha ninguém.
Carla, que tava servindo na mesa do lado, viu tudo. Os olhos dela se arregalaram de surpresa e tesão. Ela olhou pra irmã e depois pra mãe. Miranda também fez um sinal discreto de aprovação pra ela.
Juana sentiu as pernas bambas enquanto seguia o velho pro quintal. O cheiro dos pés sujos e das sandálias gastadas envolvia ela a cada passo. A calcinha dela tava encharcada.
Miranda, do seu lugar, sorriu com um tesão maternal. Sabia que a filha mais nova estava dando o primeiro passo pra algo que a deixava com muito tesão.
Carla continuava servindo, mas o olhar dela não desgrudava do caminho que a irmã tinha tomado. O clima no refúgio tinha ficado ainda mais pesado e elétrico.
A tarde no abrigo mal tinha começado… e Juana estava prestes a ficar sozinha com um mendigo de 80 anos, feio, gordo e fedorento.
Juana sentiu o coração batendo forte quando o velho de 80 anos acariciou a mão dela e propôs ir pro quintal. O véio, com aquele sorriso torto e os poucos dentes amarelos, saiu na frente, andando devagar pra parte de trás do abrigo pra não levantar suspeitas.
Juana ficou paralisada por um instante, com a calcinha encharcada e as pernas tremendo. Antes de segui-lo, se aproximou rapidinho da mãe, que tava servindo comida em outra mesa.
—Mami… —sussurrou Juana com voz nervosa e baixinha—. Aquele senhor… me convidou pra ir no quintal dos fundos pra conversar em particular. Tô com medo… mas também tô muito tesuda. O que eu faço?
Miranda largou a concha, olhou pra filha com uma mistura de ternura materna e tesão, e pegou suavemente no braço dela pra conversar em particular.
—Fica tranquila, minha princesinha… respira. É normal ter dúvidas e se sentir excitada ao mesmo tempo. Aquele velho com certeza quer te conquistar. Homens como ele são diretos: gostam de carne jovem e fresca como a sua. Querem te cheirar, te apalpar um pouco, ver se você topa.
Juana mordeu o lábio, claramente excitada.
Miranda deu vários conselhos rápidos e claros pra ela:
—Se comporte como uma mocinha boazinha e decente, mas provocante. Não seja vulgar. Sorria com timidez, baixe o olhar quando eu te elogiar, mas não se afaste. Deixa eu falar safadeza pra você, falar umas putarias... isso deixa eles muito excitados. Se ele pegar na sua mão ou na sua cintura, não se afaste de repente, mas também não se entregue de vez. Finja ser inocente.
Miranda chegou mais perto do ouvido da filha e continuou:
—Com certeza ele vai tentar te beijar ou te tocar um pouco. Por hoje, o máximo que você pode chegar é a um beijinho. Nada mais. Meninas boas não se entregam tão rápido. Deixa ele se esforçar, sentir que você é difícil de conseguir. Isso vai deixar ele louco. Um beijinho de língua até vai… mas nada de mãos por baixo da saia nem deixar ele pegar na sua bunda ainda. Entendeu?
Juana concordou, com o rosto vermelho e a respiração ofegante. Sentia a bucetinha pulsando dentro da calcinha molhada.
—Tá bom, gostosa… só um beijinho… —ele sussurrou.
Miranda acariciou a bochecha dela com carinho e disse com um sorriso safado:
—Vai, filhinha. Aproveita o momento, mas com juízo. Se sentir muito nervosa ou desconfortável, volta na hora. A mamãe tá cuidando de você.
Juana respirou fundo, ajeitou a saia do uniforme e caminhou até o quintal dos fundos do abrigo. O coração batia tão forte que parecia que ia pular pra fora do peito. O cheiro do velho ainda estava no nariz dela e, em vez de dar nojo, só a deixava mais excitada.
Enquanto caminhava, Miranda observava ela de longe com uma mistura de orgulho materno e tesão. Sabia que sua filha mais nova estava prestes a dar um passo importante no despertar sexual dela.
O quintal dos fundos, perto das lixeiras, tava vazio. O velho de 80 anos já tava lá, esperando ela com um sorriso torto.
Juana se aproximou devagar, as pernas trêmulas e a calcinha completamente molhada.
Carla e Juana entraram em casa ainda de uniforme, mas com uma energia nervosa e excitada que não conseguiam disfarçar. A Miranda tava na cozinha preparando o lanche e o Eduardo tinha acabado de chegar do trampo. O Dogoberto tava tirando um cochilo no sofá e a Camilita tava dobrando roupa na sala.
As duas irmãs se olharam, respiraram fundo e se aproximaram dos pais.
Carla foi quem falou primeiro, tentando soar o mais natural possível:
—Mami… Papi… a gente queria pedir uma coisa pra vocês. No próximo domingo… a gente pode ir com vocês pro abrigo de mendigos fazer trabalho comunitário junto?
Juana concordou rapidamente, acrescentando com voz inocente:
—Sim… queremos ajudar também. Achamos lindo o que vocês fazem… e queremos ficar com vocês.
Miranda e Eduardo se olharam surpresos, mas seus rostos se iluminaram com um sorriso genuíno e feliz.
Miranda se aproximou e abraçou as duas com carinho de mãe:
—Ai, minhas filhas… que bom que vocês querem vir! Papai e eu estamos muito felizes de vocês terem um coração tão bom. Claro que podem nos acompanhar. É lindo que queiram ajudar os mais necessitados.
Eduardo sorriu com orgulho e deu um beijo na testa de cada uma delas.
—Minhas filhas são tão boazinhas… Me enche de alegria que elas queiram participar. Domingo vamos todos juntos. Vocês vão ver que é uma experiência muito gostosa ajudar os outros.
Carla e Juana sorriram, fingindo uma inocência que já não tinham mais. No fundo, a motivação delas era completamente diferente.
Carla pensou enquanto abraçava a mãe dela:
Quero ficar perto desses homens... quero sentir o cheiro deles de perto... quero ver como eles olham pra mamãe... como eles desejam ela... isso me excita muito mais do que ajudar.
Juana, por sua vez, sentia um formigamento constante na barriga:
Só de imaginar estar rodeada de mendigos sujos, velhos e fedorentos… ver os olhares famintos deles… sentir aquele cheiro forte que eles têm… já tô ficando molhada. Não vou pra ajudar… vou porque me excita ficar perto de perigos de verdade como o Dogoberto.
Miranda, sem desconfiar das verdadeiras intenções das filhas, continuou falando animada:
—Vocês vão ver como é gostoso compartilhar com eles. Vamos ensinar como servir a comida, como tratar eles com respeito… mesmo que sejam pessoas muito humildes e sujas. É importante não julgar pela aparência.
Eduardo completou com um sorriso:
—Exato. E se quiserem, podem ajudar a distribuir a comida ou limpar. Estamos muito orgulhosos de vocês por quererem ir.
Carla e Juana concordaram, mantendo a fachada de filhas bondosas e solidárias.
Valeu, mãe... valeu, pai..." — disse a Carla com um sorriso doce —. "Tamo muito felizes de poder ir com vocês.
Juana acrescentou baixinho, mas com os olhos brilhando de uma excitação secreta:
—Sim… vai ser uma experiência muito… interessante.
Miranda e Eduardo sentaram com elas pra fazer um lanche, felizes e animados que as filhas quisessem participar do trabalho comunitário. Pra eles, era um sinal de que as meninas estavam crescendo com valores de solidariedade.
Mas Carla e Juana, enquanto comiam, só conseguiam pensar na mesma coisa: no próximo domingo estariam cercadas de mendigos nojentos, sujos, velhos e sem educação… e isso as excitava muito mais do que jamais admitiriam em voz alta.
A semente da nova perversão delas continuava crescendo dentro de si mesmas.
Naquela mesma noite – Quarto principal
Depois que todo mundo foi dormir, Miranda e Eduardo ficaram sozinhos no quarto deles. A casa tava em silêncio. Dogoberto e Camilita já estavam dormindo no quarto deles, e Carla e Juana já tinham ido pro quarto delas.
Miranda se deitou ao lado do marido, ainda pelada depois do banho, e apoiou a cabeça no peito dele. Eduardo abraçou ela com carinho, embora a gaiola de castidade lembrasse ele direto do seu papel.
Miranda suspirou e falou baixinho:
—Eduardo… o que você achou da noite passada? Nossas filhas… viram tudo. Me viram sendo fodida por quatro mendigos… me viram gemendo igual uma puta… e depois te viram sendo penetrado. Cê acha que a gente passou dos limites?
Eduardo acariciou o cabelo dela e respondeu com honestidade, embora a voz dele tivesse um tom claramente excitado:
—Foi… muito intenso. No começo fiquei com um pouco de medo deles verem tanto. Mas depois… ver como nos olhavam… como os olhos deles brilhavam… me excitou pra caralho. Ver nossas filhas observando como aqueles velhos nojentos te usavam… e depois como me comiam… foi uma das coisas mais putarias que já vivemos.
Miranda sorriu contra o peito dele e confessou:
—Também me excitou pra caralho. Saber que minhas próprias filhas estavam me vendo virar uma puta de mendigos… me ouvindo gemer e pedir mais… me deixou com muito tesão. E quando te vi de quatro deixando te sodomizarem… e elas testemunhando aquilo… senti uma mistura de vergonha e prazer muito forte.
Eduardo beijou a testa dela e continuou:
—Acho que isso explica por que a Carla e a Juana querem ir pro abrigo no domingo. Não é só pra "ajudar". Conheço elas. Vi como elas se olharam quando a gente falou que podiam ir junto. Tão excitadas. Querem ficar perto daqueles homens sujos… querem sentir o cheiro deles… querem ver de perto como são os males que excitam a gente.
Miranda concordou lentamente, com um sorriso malicioso.
—Tem razão. Ontem à noite, quando olhei pra elas enquanto me comiam… vi como apertavam as coxas… como se tocavam disfarçadamente. Tavam muito tesudas. E hoje, quando pediram pra ir pro abrigo… os olhos delas brilhavam de um jeito que não era só solidariedade. Querem se aproximar daqueles mendigos. Querem sentir aquele cheiro forte… aquela grosseria… aquela sujeira.
Eduardo apertou a esposa contra ele e sussurrou:
—Nossas filhas tão acordando pra mesma perversão que a gente. Primeiro olharam pra Camilita e Dogoberto… depois olharam pra nós… e agora querem ir pro refúgio. Acho que já tão nem aí pros caras da idade delas. Tão afim dos bagulho igual Dogoberto… sujos, sem educação, velhos e fedorentos.
Miranda levantou a cabeça e beijou o marido dela com carinho.
—Talvez seja a hora de deixar elas explorarem um pouco mais. A gente não vai forçar nada… mas se elas quiserem se aproximar daqueles caras… a gente pode permitir. Desde que seja sob nossa supervisão. Não quero que aconteça nada de ruim com elas… mas também não quero cortar o que elas tão sentindo.
Eduardo concordou, claramente excitado com a ideia.
—Concordo. Se elas quiserem ir pro abrigo pra ver os mendigos de perto… que vão. E se rolar algo mais… a gente vê como lida. O importante é que saibam que podem falar com a gente sem medo.

Miranda sorriu com malícia e amor ao mesmo tempo.
—Nossa família tá ficando cada vez mais pervertida… mas também mais unida. Adoro que não tem mais segredos.
Se beijaram com ternura, abraçados na cama, sabendo que no próximo domingo no abrigo seria um novo capítulo importante pra Carla e Juana… e pra toda a família.
A conversa entre Miranda e Eduardo estava esquentando cada vez mais. Falar das filhas deles, do que elas tinham visto, de como Carla e Juana os observaram sendo usados pelos mendigos… tudo isso acendia um tesão profundo nos dois.
Miranda se sentou na cama, olhou pro marido com os olhos brilhando de tesão e falou com a voz rouca e dominadora:
—Eduardo… tô muito tesuda. Quero te meter agora. Quero foder minha bichinha corna enquanto a gente fala do que aconteceu ontem à noite.
Eduardo engoliu seco, a gaiola apertando forte, e concordou submisso:
—Sim, meu amor… me fode. Quero sentir você dentro de mim enquanto a gente fala das nossas filhas nos olhando.
Miranda se levantou, foi na gaveta e tirou o cinto com o consolo grosso e veiudo de 28 cm. Colocou ele com calma, ajustando bem em volta da cintura. O consolo ficou apontando pra frente, grande e ameaçador.
Ela subiu na cama, fez Eduardo ficar de quatro e separou as nádegas dele. O cu do marido ainda estava meio aberto e sensível por causa da trepada anterior com o Velho Paco.
Miranda cuspiu no consolo, encostou ele na entrada dela e foi empurrando devagar, penetrando centímetro por centímetro.
— Aaaahhh… sim… enfia tudo…! — gemeu Eduardo, sentindo sua esposa o abrindo.
Miranda começou a meter nele com investidas firmes e profundas, agarrando-o pelos quadris. Enquanto o penetrava, falou com ele numa voz entrecortada de prazer:
—Ontem à noite… quando nossas filhas estavam olhando pra gente… fiquei excitada pra caralho. Ver a Carla e a Juana nos observando enquanto aqueles quatro mendigos me comiam… e depois te comiam também… foi tão intenso… tão sujo… tão nosso.
Eduardo gemia a cada estocada, empurrando a bunda pra trás pra receber o consolo mais fundo.
— Eu também… adorei que elas nos vissem… que vissem a mãe delas virando uma puta… e o pai delas virando um viadinho… gemendo enquanto me sodomizavam… Acho que isso deixou elas bem excitadas… por isso querem ir pro refúgio… querem ver mais… querem sentir o cheiro mais… querem ficar perto de perversões assim…
Miranda acelerou o ritmo, metendo nele com mais força, o som molhado das investidas enchendo o quarto.
—Exato… nossas filhas já não são inocentes… elas ficam excitadas em nos ver sendo degradadas… sendo usadas… sendo tratadas como putas e viadinhos… Me deixa muito molhada pensar que elas se molharam vendo como me enchiam de porra… e como te comiam o cu…
Eduardo gemia mais alto, o rosto enfiado no travesseiro:
— Sim… me excita muito… imaginar que a Carla e a Juana se tocaram enquanto nos viam… que elas gostaram de ver a mãe delas sendo uma puta de mendigos… e o pai delas sendo comido como uma puta… Acho que isso despertou algo nelas… algo obscuro… algo que faz elas quererem ir pro abrigo… pra ficar perto daqueles homens sujos…
Miranda mudou de posição. Fez Eduardo deitar de costas, levantou as pernas dele e o penetrou na posição de missionário, fodendo ele cara a cara enquanto continuavam conversando.
—Eu amo vocês… mas também me excita que tenham nos visto assim… tão humilhados… tão entregues… Ver as caras de surpresa e tesão deles… isso me deixou muito molhada. Quero que continuem olhando… quero que vejam mais… quero que aprendam que nesta família o prazer pode ser sujo e brutal…
Eduardo olhou nos olhos dela, gemendo a cada estocada profunda do consolo.
— Eu também quero que olhem… quero que vejam como a mãe de vocês me fode depois que outros me usaram… como eu sou sua bichinha… como eu curto ser penetrado… Acho que isso tá mudando elas… tá fazendo elas desejarem homens como o Dogoberto… sujos… grosseiros… fedorentos…
Miranda continuou fodendo ele num ritmo constante, beijando ele entre uma enfiada e outra, compartilhando seus sentimentos mais profundos e pervertidos enquanto penetrava o marido corno.
A conversa e a penetração se misturavam numa intimidade escura e amorosa, fortalecendo ainda mais a relação deles enquanto imaginavam como as filhas estavam se transformando com tudo que tinham testemunhado.
Depois da longa e intensa foda com o cinto, Miranda e Eduardo dormiram abraçados, suados e satisfeitos. O quarto ainda cheirava a sexo e aos restos da noite anterior.
No dia seguinte – De manhã
Miranda esperou Eduardo ir pro trabalho e Dogoberto e Camilita ficarem ocupados. Aí chamou Carla e Juana pro quarto dela com uma voz calma, mas firme:
—Carla, Juana… venham aqui um instante. Quero falar com vocês em particular.
As duas irmãs entraram no quarto principal, ainda com o uniforme do colégio. Sentaram na cama, nervosas, mas sabendo que a mãe já desconfiava de algo.
Miranda fechou a porta e sentou na frente delas. Olhou com carinho, mas também com seriedade.
—Quero que sejam completamente honestas comigo. Por que vocês querem ir no domingo ao abrigo de sem-teto pra ajudar? Não me venham com essa de que é só por solidariedade. Quero o verdadeiro motivo.
Carla e Juana se olharam. Depois de alguns segundos de silêncio, Carla respirou fundo e confessou:
—Mamãe… a verdade é que… a gente não gosta mais dos meninos da escola. Eles parecem fracos, limpos, sem graça. O que nos excita agora… são os mendigos. Os velhos sujos, grosseiros e fedorentos, igual ao Dogoberto. A gente quer ir pro abrigo pra ficar perto deles… pra sentir o cheiro… pra ver de perto… pra sentir aquela excitação que sentimos ontem à noite quando vimos como te comiam e como comiam o papai.
Juana, com as bochechas vermelhas mas decidida, continuou:
—Sim… a gente gosta do cheiro forte de vocês… do jeito desleixado… de como falam mal… de como são brutos. Ontem à noite, quando a gente viu aqueles quatro caras te usando… e depois o papai… a gente percebeu que é isso que nos excita. Não queremos garotos da nossa idade. Queremos homens de verdade… como os do abrigo.
Miranda as escutou sem interromper, com uma expressão serena e compreensiva. Quando terminaram de confessar, sorriu com ternura pra elas e falou com calma:
—Valeu por serem sinceras comigo. Não vou dar bronca em vocês. Entendo perfeitamente o que vocês estão sentindo.
Miranda segurou as mãos das duas e continuou explicando:
—Vou contar pra vocês por que isso tá acontecendo. Vocês foram expostas a algo muito forte e muito real. Viram a Camilita se entregar completamente pro Dogoberto… um homem velho, sujo e grosseiro. Depois me viram sendo usada por quatro mendigos… e o pai de vocês sendo penetrado e humilhado. Isso despertou em vocês uma atração por esse tipo de masculinidade crua e primitiva.
Ele fez uma pausa e continuou:
—Os caras da escola são limpos, educados e suaves… mas isso já não parece mais masculino pra elas. O que agora excita é o oposto: homens descuidados, fedorentos, grosseiros e dominadores. Aquele cheiro forte de suor e sujeira, aquela grosseria, aquela falta de cuidado… tudo isso representa pra vocês a verdadeira masculinidade. É normal que depois do que viram, os gostos tenham mudado. O cérebro se adapta ao que excita.
Carla perguntou baixinho:
—Então… tá tudo bem a gente gostar de mendigo?
Miranda concordou com um sorriso compreensivo:
—Tá tudo bem sentir isso. Mas vocês têm que ficar espertas e se cuidar. Esses caras são de verdade, não são fantasia. Podem ser perigosos. Se quiserem ir pro refúgio, podem ir… mas sempre sob nossa supervisão. Não vou proibir vocês de explorar o que sentem, mas vou proteger vocês.
Juana, ainda corada, confessou:
—Mamãe… quando penso em ficar perto deles… em sentir aquele cheiro forte… fico toda molhada. Isso é errado?
Miranda acariciou o cabelo das duas com carinho de mãe:
—Não é ruim sentir desejo. O importante é que vocês saibam que o desejo pode ser perigoso. Se quiserem ir no domingo… vamos todos juntos. Mas têm que me prometer que vão ser prudentes e que vão me contar tudo o que sentirem.
Carla e Juana assentiram, visivelmente aliviadas e emocionadas.
—Valeu, mami… —disse a Carla—. A gente promete que vai tomar cuidado.
Miranda abraçou as duas com força e sussurrou:
—Amo muito vocês. Essa família é complicada… mas enquanto formos honestos uns com os outros, a gente vai ficar bem.
As duas irmãs saíram do quarto com o coração batendo forte de antecipação. O próximo domingo no abrigo já não era só uma saída solidária… era uma chance de se aproximar do que realmente as excitava.
Domingo de manhã
A casa tava cheia de uma energia nervosa e carregada de expectativa. Carla e Juana acordaram cedo, bem antes do normal. Se vestiram com roupas simples mas caprichadas (saias um pouco mais curtas que o comum, blusas que marcavam sutilmente os corpos jovens delas), e não conseguiam esconder a ansiedade na cara. Ficavam se olhando toda hora, com as bochechas levemente coradas.
Miranda chamou elas pro quarto dela antes de sair. Fechou a porta e mandou elas sentarem na cama. Ela tava calma, mas com aquele olhar dominador e de mãe que elas já conheciam.
—Filhinhas… eu sei perfeitamente por que vocês estão tão ansiosas pra ir pro abrigo hoje. Não é só por “ajudar”. Vocês querem ficar perto daqueles caras. E tudo bem. Mas se vão, têm que fazer isso com inteligência. Não podem se comportar como umas menininhas excitadas. Têm que aprender a flertar discretamente, sem chamar a atenção do pessoal do bairro ou de outros voluntários.
Carla e Juana ouviam com atenção, nervosas mas loucas pra aprender.
Miranda começou a dar conselhos práticos e explícitos pra elas:
—Primeiro: mulheres decentes não se jogam em cima dos homens. Elas flertam com o olhar e com pequenos gestos. Olhem nos olhos dos mendigos um segundo a mais que o normal, depois baixem o olhar com timidez. Isso deixa eles loucos. Sorriam suavemente quando servirem a comida, mas não falem demais. Deixem que eles falem safadeza. Para caras assim, eles gostam de sentir que são eles quem tomam a iniciativa.
Segundo: usem o corpo de vocês com sutileza. Quando se abaixarem pra servir a comida, deixem a saia subir um pouquinho pra eles verem as pernas de vocês. Quando caminharem, mexam a bunda devagar. Não sejam óbvias, mas deixem eles sentirem que tem algo ali. Homens safados ficam muito excitados vendo meninas jovens e decentes se movendo de forma feminina perto deles.
Terceiro: nunca demonstrem nojo abertamente, mesmo que o cheiro seja forte. Pelo contrário: quando um deles chegar bem perto e vocês sentirem o cheiro de suor, de pé sujo ou de roupa velha, respirem fundo disfarçadamente e sorriam. Isso diz pra eles “gosto do teu cheiro de macho”. Deixa eles muito mais tesudos do que se vocês se afastassem.
Quarto: se um deles soltar um elogio safado (“que bundão gostoso você tem”, “que peitos mais deliciosos”), não se ofendam. Baixem o olhar, sorriam com vergonha e respondam algo suave tipo “obrigada…” ou “não fala isso, moço…”. Isso incentiva eles a continuar. As mulheres decentes que ficam vermelhas e não fogem são as que mais excitam eles.
Quinto e mais importante: mantenham sempre a aparência de meninas boas e decentes. Falem educadamente, sejam simpáticas com todo mundo, ajudem a servir a comida. Ninguém pode desconfiar que vocês estão lá por tesão. O contraste entre a aparência de meninas certinhas e o fato de estarem se esquentando com aqueles homens sujos é o que mais dá tesão.
Miranda olhou fixamente para as duas e acrescentou, com a voz mais baixa e séria:
—Hoje vocês não vão fazer nada além de olhar e flertar discretamente. Não cheguem muito perto, não aceitem convites privados, não fiquem sozinhas com nenhum deles. Só observem, sintam o cheiro, vejam como os homens olham pra vocês. Isso já vai ser o suficiente pra deixar vocês com tesão. Se se comportarem bem e seguirem meus conselhos, da próxima vez a gente pode ir um pouco mais longe.
Carla e Juana concordaram, com o coração batendo forte e uma umidade traiçoeira entre as pernas.
—Entendemos, mãe… —disse a Carla—. Vamos ser discretas.
Juana acrescentou, com a voz trêmula de tesão:
—Valeu pelas dicas… vamos nos comportar direitinho.
Miranda abraçou as duas e deu um beijo na testa delas.
—Minhas filhas são boas… mas também estão despertando. Aproveitem o dia, mas com juízo. Agora vamos, que o pai de vocês e o Dogoberto já estão prontos.
Sairam de casa os cinco: Miranda, Eduardo, Dogoberto, Camilita, Carla e Juana. As duas irmãs mais velhas caminhavam em silêncio, mas por dentro queimavam de ansiedade.
O abrigo de mendigos as esperava… e com ele, a chance de ficar perto daqueles caras sujos, velhos e fedorentos que tanto as excitavam agora.
Preparação no quarto da Miranda
Miranda decidiu que era hora de vestir as filhas dela pra ir pro abrigo. Levou elas pro próprio quarto, fechou a porta e abriu o guarda-roupa e várias gavetas cheias de roupa.
—Vamos escolher algo que seja decente por fora… mas que esquente por dentro —disse com um sorriso safado—. Tirem o pijama e experimentem essas roupas.
Carla e Juana tiraram a roupa com timidez no começo, ficando só de calcinha e sutiã. Miranda passou várias opções pra elas.
Primeiro experimentaram saias curtas e blusas justas. A Carla vestiu uma saia jeans que batia no meio da coxa e uma blusa branca com um decotezinho. Ela parou na frente do espelho e deu uma voltinha.
Miranda olhou ela de cima a baixo e disse num tom brincalhão:
—Olha como essa saia fica em você, Carla… quando você se abaixar pra servir a comida, os mendigos vão poder ver um belo pedaço das suas pernas jovens. Isso vai deixar eles loucos. Imagina um velho sujo olhando pra sua bunda enquanto te grita cantadas indecentes.
Carla corou, mas sorriu.
Depois foi a vez da Juana. Ela experimentou um vestido curto de verão, de alças, que marcava as curvas que começavam a aparecer. Deu uma voltinha inocente.
Miranda soltou uma risadinha:
—Ai, Juana… com esse vestidinho você parece uma mocinha boazinha… mas quando andar, a saia vai subir e você vai mostrar as coxas pra eles. Os velhos safados adoram ver carne jovem e fresquinha. Vão ficar imaginando levantando seu vestido e te cheirando.
As duas irmãs experimentavam uma roupa atrás da outra, desfilando pra mãe delas. A Miranda observava com um olhar crítico e dava a opinião dela com piadas cheias de sacanagem.
—Essa blusa justa marca bem seus peitinhos, Carla. Quando você se inclinar pra servir o prato, os mendigos vão babar olhando seu decote. Vai dar vontade neles de meter a mão aí.
—Juana, com essa saia curta, cada passo que você der vai aparecer a calcinha. Perfeito pra esquentar um velho fedido. Imagina um te falar "que bunda gostosa você tem, mocinha" enquanto te encara.
Depois de testar várias combinações, Carla e Juana ficaram na dúvida na frente do espelho. Não sabiam qual escolher.
Miranda olhou para elas por um instante e teve uma ideia. Sorriu com malícia.
—Sabem o quê? Melhor deixarem tudo isso. Usem os uniformes do colégio.
Carla e Juana se olharam surpresas.
—Os uniformes? —perguntou Carla.
—Sim —disse Miranda com um sorriso safado—. Saia plissada cinza, blusa branca, meia até o joelho… a roupa típica de meninas direitas e estudiosas. Isso vai deixar eles completamente loucos. Imaginem só: duas irmãs novinhas, com cara de santinhas, cercadas de mendigos sujos e velhos. O contraste é brutal. Eles vão ficar babando, imaginando como levantam a saia do uniforme, como rasgam as meias, como enfiam a mão por baixo da blusa…
Miranda se aproximou e arrumou o cabelo delas.
—Vão parecer dois anjinhos ajudando no abrigo… mas os caras vão ver duas menininhas gostosas que tão se molhando pelo cheiro e pela grosseria deles. Isso é muito mais poderoso do que qualquer roupa sexy. A inocência aparente excita eles mais do que tudo.
Carla e Juana se olharam no espelho com os uniformes vestidos. A saia plissada batia no meio da coxa, a blusa branca marcava sutilmente os peitos, e as meias davam um aspecto ainda mais jovem e comportado.
Juana corou e murmurou:
—Com isso… pareço uma mocinha boazinha…
Miranda deu um beijo na bochecha de cada uma e disse com voz baixa e cheia de tesão:
—Exato. E é isso que vai deixar eles mais loucos. Agora vão terminar de se arrumar. Hoje vocês vão estar rodeadas de uns caras nojentos… e com esses uniformes, vão ser tipo dois docinhos pra eles.
Carla e Juana saíram do quarto com o coração batendo forte e uma excitação que já não conseguiam esconder.
Domingo – Chegada ao abrigo de mendigos
O refúgio tava como sempre: um galpão grande e velho, com mesas compridas de plástico, cheiro de comida simples e um clima pesado de suor, tabaco e corpos sem lavar. Tinha uns 25-30 mendigos velhos, a maioria homem, sentados esperando o almoço.
Quando Miranda, Eduardo, Dogoberto, Camilita, Carla e Juana entraram, o clima mudou na hora.
Os mendigos levantaram os olhos e ficaram vidrados na Carla e na Juana. As duas irmãs estavam com seus uniformes escolares: saia plissada cinza que batia no meio da coxa, blusa branca justa que marcava sutilmente os peitos jovens delas, meias até o joelho e sapatos pretos. Pareciam duas minas decentes, estudiosas e puras… um contraste brutal com aquele ambiente sujo e marginal.
Vários ficaram literalmente babando. Dava pra ver no canto dos lábios. Os olhos famintos deles percorriam as pernas da Carla e da Juana, as bundinhas redondas delas sob a saia plissada, e as carinhas coradas.
Carla e Juana sentiam todos os olhares sobre elas. Ficavam vermelhas que só vendo enquanto ajudavam a servir a comida. Cada vez que se abaixavam pra deixar um prato na mesa, a saia subia um pouco, mostrando mais da coxa. As calcinhas delas já estavam todas molhadas.
Um mendigo velho e magricela, com barba longa e amarelada, murmurou baixinho quando Carla serviu o prato pra ele:
—Que rabão gostoso você tem, princesinha… com essa saia do colégio você tá me matando…
Carla ficou vermelha que nem um tomate e sentiu um choque de calor entre as pernas. A calcinha dela ficou ainda mais molhada.
Outro, gordo e careca, falou pra Juana quando ela passou perto:
—Olha essas perninhas brancas… com meia de colegial… me dá vontade de levantar sua saia e te cheirar toda…
Juana baixou o olhar, vermelha até as orelhas, mas não conseguiu evitar apertar as coxas. Sentia a bucetinha pulsando e molhada dentro da calcinha.
Miranda, que servia ao lado delas, sorria discretamente e sussurrava pra elas de vez em quando:
—Respira fundo… sente como eles te olham… era isso que você queria, né? Aproveita.
Dogoberto, sentado numa mesa próxima, observava tudo com um sorriso satisfeito. A Camilita também ajudava, mas os olhos dela iam direto pra mãe e pras irmãs.
Vários mendigos continuavam soltando cantadas baixinho quando as minas passavam:
—Que peitinho mais lindo que fica marcado nessa blusinha…
—Com essa saia você parece uma virgem… mas aposto que já tá molhada de nos ver…
—Chega mais perto, coleguinha… deixa eu sentir o cheiro do teu pescoço…
Carla e Juana ficavam cada vez mais coradas, mas continuavam servindo. As calcinhas delas estavam encharcadas. O contraste entre a aparência de moças decentes e o tesão que sentiam ao estar rodeadas de homens sujos, velhos e grosseiros as deixava no limite.
Num instante, quando a Carla se inclinou pra deixar um prato, um mendigo sussurrou quase no ouvido dela:
—Que delícia esse cheirinho de menina limpa… me dá vontade de te sujar todinha…
Carla sentiu um arrepio de prazer e vergonha. A calcinha dela estava completamente molhada.
Juana, ao passar perto de outro velho, ouviu:
—Com essas meias até o joelho… você parece uma puta fantasiada de colegial…
Juana apertou as coxas e sentiu a buceta pulsando de tesão.
Miranda as observava de canto de olho, satisfeita. Sabia exatamente o que tava rolando no corpo das filhas dela.
O domingo no abrigo mal tinha começado… e Carla e Juana já estavam vivendo a fantasia que tanto as excitava.
O clima no abrigo tava ficando cada vez mais quente e pesado. O cheiro dos moradores de rua — uma mistura grossa de suor rançoso, pé sujo, roupa podre e corpo sem banho — se juntava com o calor do meio-dia, criando uma atmosfera pesada e sufocante que envolvia tudo. Carla e Juana sentiam aquele cheiro invadindo as narinas delas e, em vez de nojo, provocava um calor traiçoeiro no meio das pernas. As calcinhas delas já tavam molhadas fazia um tempão.
Juana tava servindo um prato de ensopado pra um dos últimos da fila quando um mendigo de uns 80 anos chegou mais perto do que devia.
Era horrível. Muito feio, quase sem dentes (só uns poucos amarelos e tortos), gordo, com a pele cheia de manchas e rugas profundas. Tava vestindo uma camisa rasgada e suja, um short todo esfarrapado e umas sandálias gastas que deixavam à mostra uns pés inchados, com unhas compridas, amarelas e cheias de sujeira. O cheiro que vinha dele era nojento: uma mistura de pé podre com queijo velho, suor azedo e urina seca que batia feito uma parede.
O velho deu um passo além do normal, quase colando em Juana, e enquanto ela servia o prato, ele acariciou devagar o dorso da mão dela com seus dedos calejados e imundos.
Juana ficou paralisada. Sentiu o toque áspero e sujo contra sua pele jovem e limpa. O cheiro dos pés e do corpo dele a envolveu por completo.
O velho olhou pra ela com olhos vidrados e disse com voz rouca e baixa, quase um sussurro babado:
—Que gostosa você é, mocinha… com essa saia do colégio e essas perninhas brancas… você tá me deixando louco. Queria que você me acompanhasse um pouquinho até o quintal dos fundos… pra gente conversar mais em particular. Ninguém vai nos incomodar lá…
Juana sentiu um arrepio que percorreu o corpo todo. A calcinha dela ficou ainda mais molhada. Olhou instintivamente pra mãe, que tava servindo uns metros adiante.
Miranda pegou o olhar da filha. Viu o velho nojento passando a mão na mão da Juana e ouviu o cantada. Em vez de interferir, Miranda fez um gesto sutil com a cabeça: assentiu devagar, com um sorriso calmo mas cheio de significado. Os olhos dela diziam claramente: “Vai… tá de boa… aproveita”.
Juana engoliu seco, o coração batendo a mil. Olhou pro velho de 80 anos, tão feio, tão sujo, tão fedorento… e sentiu uma mistura de medo, nojo e uma excitação bruta que molhou ainda mais a calcinha dela.
Com a voz baixinha e trêmula, ela respondeu:
—Tá… tá bom… vou dar uma passadinha…
O velho sorriu, mostrando os poucos dentes tortos que tinha, e fez um sinal com a cabeça pro quintal dos fundos do abrigo, aquela área perto das lixeiras onde quase nunca tinha ninguém.
Carla, que tava servindo na mesa do lado, viu tudo. Os olhos dela se arregalaram de surpresa e tesão. Ela olhou pra irmã e depois pra mãe. Miranda também fez um sinal discreto de aprovação pra ela.
Juana sentiu as pernas bambas enquanto seguia o velho pro quintal. O cheiro dos pés sujos e das sandálias gastadas envolvia ela a cada passo. A calcinha dela tava encharcada.
Miranda, do seu lugar, sorriu com um tesão maternal. Sabia que a filha mais nova estava dando o primeiro passo pra algo que a deixava com muito tesão.
Carla continuava servindo, mas o olhar dela não desgrudava do caminho que a irmã tinha tomado. O clima no refúgio tinha ficado ainda mais pesado e elétrico.
A tarde no abrigo mal tinha começado… e Juana estava prestes a ficar sozinha com um mendigo de 80 anos, feio, gordo e fedorento.
Juana sentiu o coração batendo forte quando o velho de 80 anos acariciou a mão dela e propôs ir pro quintal. O véio, com aquele sorriso torto e os poucos dentes amarelos, saiu na frente, andando devagar pra parte de trás do abrigo pra não levantar suspeitas.
Juana ficou paralisada por um instante, com a calcinha encharcada e as pernas tremendo. Antes de segui-lo, se aproximou rapidinho da mãe, que tava servindo comida em outra mesa.
—Mami… —sussurrou Juana com voz nervosa e baixinha—. Aquele senhor… me convidou pra ir no quintal dos fundos pra conversar em particular. Tô com medo… mas também tô muito tesuda. O que eu faço?
Miranda largou a concha, olhou pra filha com uma mistura de ternura materna e tesão, e pegou suavemente no braço dela pra conversar em particular.
—Fica tranquila, minha princesinha… respira. É normal ter dúvidas e se sentir excitada ao mesmo tempo. Aquele velho com certeza quer te conquistar. Homens como ele são diretos: gostam de carne jovem e fresca como a sua. Querem te cheirar, te apalpar um pouco, ver se você topa.
Juana mordeu o lábio, claramente excitada.
Miranda deu vários conselhos rápidos e claros pra ela:
—Se comporte como uma mocinha boazinha e decente, mas provocante. Não seja vulgar. Sorria com timidez, baixe o olhar quando eu te elogiar, mas não se afaste. Deixa eu falar safadeza pra você, falar umas putarias... isso deixa eles muito excitados. Se ele pegar na sua mão ou na sua cintura, não se afaste de repente, mas também não se entregue de vez. Finja ser inocente.
Miranda chegou mais perto do ouvido da filha e continuou:
—Com certeza ele vai tentar te beijar ou te tocar um pouco. Por hoje, o máximo que você pode chegar é a um beijinho. Nada mais. Meninas boas não se entregam tão rápido. Deixa ele se esforçar, sentir que você é difícil de conseguir. Isso vai deixar ele louco. Um beijinho de língua até vai… mas nada de mãos por baixo da saia nem deixar ele pegar na sua bunda ainda. Entendeu?
Juana concordou, com o rosto vermelho e a respiração ofegante. Sentia a bucetinha pulsando dentro da calcinha molhada.
—Tá bom, gostosa… só um beijinho… —ele sussurrou.
Miranda acariciou a bochecha dela com carinho e disse com um sorriso safado:
—Vai, filhinha. Aproveita o momento, mas com juízo. Se sentir muito nervosa ou desconfortável, volta na hora. A mamãe tá cuidando de você.
Juana respirou fundo, ajeitou a saia do uniforme e caminhou até o quintal dos fundos do abrigo. O coração batia tão forte que parecia que ia pular pra fora do peito. O cheiro do velho ainda estava no nariz dela e, em vez de dar nojo, só a deixava mais excitada.
Enquanto caminhava, Miranda observava ela de longe com uma mistura de orgulho materno e tesão. Sabia que sua filha mais nova estava prestes a dar um passo importante no despertar sexual dela.
O quintal dos fundos, perto das lixeiras, tava vazio. O velho de 80 anos já tava lá, esperando ela com um sorriso torto.
Juana se aproximou devagar, as pernas trêmulas e a calcinha completamente molhada.
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