Início de um Single no Mundo Sw (Swinger) Parte 2

Seguindo com o relato, vou ser mais explícito desde que a gente combinou. Pra gente se ver com o casal... Marcamos uma data, um horário e um ponto de encontro. O dia chegou, se não me engano foi às 9 da noite, perto do meu apê, porque a ideia também era comprar umas cervejas e um vinho pra deixar o clima mais gostoso. Fui saindo faltando 5 minutos pro horário, pra chegar um pouquinho antes, e como eu disse, não era longe do meu apê, então em 2 minutos tava no lugar. Cheguei, obviamente tava como dizem aqui no Equador "encachinado", banhado, perfumado e com uma boa "parada". No começo tava nervoso porque eles não chegavam, mas passaram dois minutos e chegaram de táxi. Uma mina desceu primeiro, se aproximou de mim meio disfarçada e falou... "Oi, você é o Andrés?" Falei "Sim, prazer, você é a Laura?" Ela disse "Sim, prazer" e eu perguntei "E seu parceiro, tá no táxi?" Ela falou "Deixa eu confirmar que é você pra gente descer". Aconteceu isso, ele desceu, a gente se apresentou rapidinho. Obviamente, como eu tô falando, com aquele ar de desconfiança, como nas primeiras vezes. Depois disso, a gente não conversou muito, mas eu falei pra irmos logo comprar o que a gente queria. Já que eles colocaram a condição de que eu devia comprar umas cervejas, eu disse que tudo bem. Ou seja, eu não bebo muita cerveja, mas curto vinho. Falei: "A cerveja e o vinho vão por minha conta, já que vocês são meus convidados". Tudo certo, comprei quase um litro de cerveja e umas duas garrafas de vinho. Comprei, paguei, fomos embora. Voltando pro apê, a conversa já foi mais aberta. Me perguntaram de onde eu sou, quantos anos tenho. Do mesmo jeito, eu perguntei pra eles. Aos poucos a gente foi se conhecendo, até que chegamos no meu apê. Eles ficaram meio impressionados porque eu morava numa casa, num apartamento, num prédio onde a dona conhecia eles. Então me falaram: "Cuidado, porque a dona conhece a gente como casal, e vai ser estranho a gente entrar no seu apê. Departamento com tudo preparado, já tinha adiantado que tinha câmeras pra tentar ver se a gente ia pra outro lugar, mas eles falaram que não tinha problema, que era só não ser muito na cara. E aí, tentamos ser modo incógnito. Entramos, tinha tipo duas cadeiras no meu quarto, eles escolheram sentar nas indianas, eu sentei na cama, coloquei uma música, trouxe copos pra servir e a gente foi conversando, se conhecendo, perguntando sobre o passado amoroso deles e o meu. No começo foi de menos a mais, até que começamos a botar um som, cantar junto. Passou uns 40 ou 50 minutos, o álcool já tava batendo, principalmente nela. Do nada, ela começou a me perguntar umas coisas mais quentes, tipo se eu tava com alguém no momento, se tinha uma parceira fixa. Falei que fixa não, mas que sempre tem alguém por ali, no sentido de que gosto de conhecer gente, especialmente minas. Foi uma resposta meio ambígua, mas beleza. Nesse meio tempo, ela começou a me perguntar também quais foram os lugares mais loucos onde já transei, pra eu contar alguma história. E olha, tenho umas sim, mas contei uma vez que transei com uma ex dentro de um ônibus, porque a gente tava indo de uma cidade pra outra, a viagem durava umas 6 horas, era de noite e tinha pouca gente. A gente aproveitou e, bom, cê já sabe o que a gente fez. Contei pra ela com detalhes e dava pra ver como ela ia ficando com tesão, se tocando, se arrepiando. Até que ela levantou e falou: "Quer que eu dance pra você? Quer que eu desfile?" E óbvio que eu falei que sim, mas antes ela pediu pra trocar a música, porque a gente tava ouvindo umas baladas, um vallenato mais suave. E olha, não sabia bem o que colocar, então comecei com algo mais sensual, um The Weeknd pra dar um clima de modelo. Ela foi andando, parecia uma modelo de verdade, até o ponto de se despir e ficar só de fio dental e sutiã. tacos, obviamente depois disso ela me disse: "Vou dançar pra você, levanta". E obviamente eu tava nervoso pra caralho porque hoje tava o marido ali e, verdade seja dita, achei meio estranho. Olha, já fiz ménage, mas foram alguns com meu primo e outra mina, e por aí com gente conhecida, na maioria. Como eles eram completamente estranhos pra mim, admito que tava meio tímido. E bom, ela começou a dançar pra mim e, enquanto rebolava, o marido começou a falar e disse: "Sabe de uma coisa? Você agradou ela, agradou pra caralho, porque foi educado, respeitoso, cavalheiro, limpinho e detalhista". Então, como eles manjam mais desse mundo, sabiam as condições que um bom single precisa ter pra gerar confiança e, principalmente, durabilidade. Me deram as características de um bom signo, as mesmas que eu preenchia. E praticamente ele, o marido, disse que foi ela quem me escolheu, já que tinham várias opções — cês sabem, sempre tem uns caras desesperados e na seca. Então, se tem algo que aprendi na vida é não mostrar fome, por mais que a gente esteja tipo, sei lá, uma, duas, três, quatro semanas sem transar. Tem que não mostrar fome — conselho pros homens. Então, como eu tava dizendo, ele foi falando tudo isso enquanto ela ficava mais e mais excitada, e obviamente eu já tava com um pacotão na calça, vendo ela toda nua, excitada, dançando pra mim, até que ela se virou e disse: "Cê tá gostando?", enquanto ofegava um pouco. Verdade, não conseguia olhar muito nos olhos dela, desviava o olhar, até que, como se fosse uma criança, ela pegou meu queixo e disse: "Olha pra mim". A gente se olhou por 5 segundos e depois disso os dois explodiram, cheios de vontade, principalmente luxúria, desejo de possuir, de amar, de desejar. A gente se beijou, se beijou até que ela se virou e começou a esfregar a bunda na minha pélvis. Depois disso, começou a rebolar pra mim até que a música mudou pra um dancehall que, uff, ela sabe mexer muito bem, já que as raízes dela são tropicais. Ela vem de uma parte do Equador, da costa, onde toda mina da costa é foda. a dançar muito bem e rebolando a bunda super gostoso. Aí ela se virou, me disse que precisava ver, e eu tipo, já entramos na confiança, falei: "espera aí, primeiro você tem que me despir". E ela, toda submissa, começou a me beijar, desabotoando os botões da camisa, me deixando sem camisa, beijando meu pescoço, depois o peito, e foi descendo devagar. Ficou de joelhos, nua de salto, e no Brasil começou a soltar meu cinto, desabotoou minha calça e abaixou o zíper, me deixando de cueca, e vendo o pacotão que eu tinha naquele momento. Obviamente a cueca já estava manchada de tesão, porque eu tava muito excitado. Até que ela disse: "preciso ver", e fez aquela cara. Eu falei: "só ver ou você quer?" E desde a testa ela começou a esfregar o rosto todo, como se meu pau fosse a maior fonte de prazer que ela já teve na vida. Admito que teve uma conexão, foi algo mágico, verdade. E aí comecei a dar uns tapinhas na bunda dela, até que ela não aguentou mais e disse: "coloca na minha boca". E começou a me fazer um boquete, e olha, ela sabia ser muito boa nisso, um dos melhores que já recebi. Enquanto ela tava assim, a única coisa que eu podia fazer era olhar aquela bunda enorme, e obviamente o reflexo do homem me gerava uma certa incerteza, mas vi que ela gostava. Depois disso, ela disse: "vou tomar banho pra voltar, me empresta seu chuveiro?" E foram os dois tomar banho juntos. Obviamente eu já tava meio bêbado, e na minha cabeça eu pensava: "não sei se tô fazendo certo ou errado, mas como é gostoso". Saíram, e vi que ela vestiu uma lingerie, um body transparente de renda, e uff, Deus, que gostosa. Depois disso, ela veio e disse: "vem pra cama". Perguntei se o marido também ia participar, se faríamos um ménage. Ela disse que não, que já tinha gozado ele no banho, que o masturbou e ele gozou, e que ele ficou tão excitado que só a punheta já bastou. E aí eu falei: "pra mim, só suas chupadas não bastam, quero sentir você". Falei: "por isso te trouxe pra cama, pequena". Ela disse: "começou a chupar meu pau", e bem naquela parte tinha um espelho, e eu via aquela bunda enorme toda. Traseiro com a renda que, puta merda, começou a chupar até deixar o pau durasso e todo babado. Enquanto isso, perguntei se ela queria ver na buceta, e ela disse que sim, que você não sabe o molhada que eu tô, e o que você tá esperando? Falei pra ela, foi óbvio, mas temos que ficar sem nada. Respondi que claro, e depois de muito tempo, colocaram uma camisinha com a boca, e eu quase tinha esquecido como era sentir aquilo. Então ela tirou a camisinha, puxou um pouco, colocou nos lábios, a parte dentro da boca dela, pegou meu pau e enfiou tudo. Depois disso, falo que é um vídeo de prazer que vai dar certo tanto pra ela quanto pra mim. Depois, ela subiu em mim, começou a roçar um pouco, supostamente pra lubrificar, mas ela já tava muito molhada. Foi aí que ela tava em cima de mim, e enquanto eu abria o traseiro dela, só entrava a pontinha, ela ia pra cima e pra baixo só com a ponta na cabeça do pau na buceta, até que ela começou a ficar desesperada, com vontade de enfiar tudo. Ela se mexia cada vez mais rápido, pra cima e pra baixo, balançando os quadris, e aquela buceta tava explodindo, muito enfezada, como se a vontade de dar fizesse ela ficar mais excitada. E com cada investida que ela dava, segurando minhas mãos, foi quando vi mais prazer na cara dela. Soltei minhas mãos e enfiei tudo. Ela gritou: "Ai, merda, que gostoso!", disse: "Que pau gostoso, Deus". Depois que enfiou o pau todo, ela começou a se mexer como uma louca, parecia que nunca tinha transado, porque tava arrebentando minhas bolas de tanto sentar. Depois disso, eu tinha quase esquecido completamente do marido, e quando olhei de volta, ele só tava sentado, se masturbando, vendo outro homem encher toda a buceta da mulher dele, e ela pedindo mais e mais. Ele ensina ela a botar a língua pra fora e começar a agir como uma puta no cio. Quando eu pegava ela pelo cabelo, dizendo: "Você gosta assim, puta? Gosta?" Ela, sem eu pedir, respondia: "Sim, papai, sim, me arrebenta tudo, me arrebenta". Aí, já muito excitado, falo: "Espera, onde? Encontrei. Levantei, ela ficou de quatro. Me aproximei e enfiei na boca dela. "Come ela inteirinha", falei. Adoro saber que você aguenta isso e mais. Enquanto ela chupava tudo, perguntei ao marido: "E você, vai entrar?" Ele disse: "Não, tô de boa. Me excita mais ver você comendo ela." E eu entendi. Cheio de prazer, igual ela, que começou a implorar: "Por favor, mete logo. Não tá vendo como minha buceta tá super lubrificada? Tá pulsando porque preciso de você." Não sei por que comecei a sentir como se a gente já tivesse tido um rolo antes. Coloquei ela de quatro, peguei a calcinha fio-dental dela, puxei pro lado e comecei só a enfiar a cabecinha, bem devagar, até ela começar a pirar. Fiquei nessa por um bom tempo, até que ela só gritou: "Mete, pai, mete tudo. É um filho da puta, não seja cuzão, coloca tudo pra dentro." E enquanto eu ouvia os pedidos dela, ia ficando mais e mais excitado. Até que, sem falar nada, peguei e enfiei tudo de uma vez. Deixei lá parado um tempo, ela gozou. Meti tudo de uma vez, e com a desesperação dela, comecei a comer ela mais e mais e mais forte. Cada vez dava pra ouvir a bunda dela batendo na minha pélvis, minhas bolas batendo na buceta dela, naquela volta toda. Ela só gemia, filha minha. Tava com tanto medo dos vizinhos ouvirem e começarem a fazer barulho, ou pior, chamarem a atenção, mas não liguei. Então apliquei a manobra que quase 90% das mulheres amam: peguei meu pé e coloquei na nuca dela, enfiei tudo até o fundo. E ela disse: "Isso, filho da puta, quero que você seja meu macho de agora em diante. Quero que só você me coma, e meu marido vai comer também. Ah, que escolha boa que fiz, filha minha, filha minha." E como já ensinei ela a ser uma putinha obediente, ela passava a língua cada vez que gozava. Não lembro quantas vezes foram, só sei que ela gozou. Peguei a calcinha fio-dental dela e vi que já tava toda molhada, entre gozadas, pré-gozo, os sucos dela e o suor. A gente já tava todo molhado. Ela disse: "Goza logo, por favor. Corre em mim, dá teu gozo. E eu disse a ela que tenho o mau hábito de só gozar na buceta, porque quando me masturbo e tento dar gozo na boca, não curto tanto. Já que minha ex-parceira, era requisito, era sagrado gozar dentro dela. Ela era tão apaixonada por mim que queria sempre ter meu gozo na buceta dela. Foi aí que a coloquei de barriga pra cima e, enquanto você via aquela calcinha fio-dental linda roxa que também fazia aquela xereca se destacar, eu a coloquei de ladinho e comecei a meter de levinho. Ela já se estremecia a cada golpe que eu dava, até que gozou uma e outra vez. Vi como aquela buceta ficou tremendo e como pulsava. Aproveitei a sensibilidade dela e comecei a roçar a buceta de cima pra baixo, de cima pra baixo, aproveitando que ela estava gozando. Eu batia, tirava e metia, batia, tirava e metia meu pau na buceta. Ela não estava tão aberta. Deus, que vou me lembrar dessa xereca, fico tão duro. Ela disse: "Já goza, por favor, sério, preciso que você goze logo." E eu disse: "Meu amor, não consigo." "Claro que não consegue", foi como se eu tivesse desafiado ela. Com olhos humanos, ela começou a acariciar minhas bolas e disse: "Dá, dá, goza. Se você gozar em menos de 5 minutos, da próxima te deixo me comer sem camisinha." Já disse: "Vadia que você é, pra quantos você já falou isso?" Ela disse: "Nenhum. Com todos os outros que tentamos, sempre foi assim, mas você me gusta tanto, sabe? Lembro daquele dia que estávamos no centro de saúde e você veio me cumprimentar, se aproximou de mim. Ainda estamos agora, super opostas, e eu já tô muito gostosa. Você não sabe como me deixou a buceta há pouco, toda molhadinha, e assim que te vi..." Obviamente não acreditei, porque já sei como as garotas são, mas há pouco fiz ela esquentar tanto que disse: "Sério, por favor." "Sim, papai", ela disse. "Desde aquele dia, soube que ia ser toda sua, você ia me comer só você e meu marido, não tem mais ninguém. Quero que você me coma gozando dentro, só vão ser vocês dois." Eu disse que preciso ter provas oficiais de que você não tem nenhuma doença para poder gozar dentro. Sem camisinha e ela disse: "o que você quiser, mas me promete que vai me comer". Só falei: "meu amor, não posso te prometer isso, isso eu não posso prometer, porque quem sabe um dia eu conheço uma interna que queira curtir minha pica". Foi aí que ela começou a se excitar mais e mais, já pulsava toda a cabeça com a buceta dela, gozava uma vez e outra, mas não fazia squirt. Sabia que gozava porque apertava e relaxava a buceta até não aguentar mais. E eu pensei: "meu Deus, como ela gemia". Gemia pra caralho, e por pouco eu não gozava também. Abracei ela, comecei a meter de um jeito muito bruto, sem parar, e ela começou a gemer cada vez mais forte, a ponto de eu ter medo dos vizinhos reclamarem. No outro dia, não liguei, comecei a meter mais forte e ela estava a ponto de gritar. Até que, com toda minha força, falei "fuck you" e gritei no ouvido dela, gritei com toda minha sorte e gozei, gozei dentro dela. Infelizmente com a camisinha, mas eu já tinha gozado e ela sentiu tudo, como minha pica cresceu e tudo mais. Tava tão quente que eu também terminei gozando de novo. Depois que fizemos isso, ficamos abraçados, unidos entre as lágrimas dela e muito prazer. O marido nos viu hoje e só aplaudiu, disse: "Esse é meu touro, você vai ser meu touro de agora em diante". E ela, ironicamente: "Verdade, vai ser nosso touro, meu amor. Se a gente quiser, você vai comer ela quantas vezes quiser, você ou ela. E na próxima, eu topo e a gente entra os dois. Tá bom pra você?" Obviamente, eu disse que sim. Depois disso, fomos tomar banho juntos, eu e ela. O marido, como não estava tão sujo, disse: "Eu vou pra casa, dona. Vocês vão". Fomos lá, entramos no chuveiro, tomei banho, ela se ajoelhou e começou a chupar. Disse: "Vou tirar o pouco que sobrou aí". Começou a chupar, batia a glande com a língua, algo que me excita muito. E como estávamos muito sensíveis, falei: "Vou acabar mijando antes de gozar". Ela disse: "Não importa, mija, mija na minha boca". E eu fiz. Juro que ele ficou super envergonhado e com muita, muita excitação. Eu disse: "Me perdoa por isso, mas não aguento mais", e peguei minha urina. Foi uma sensação muito prazerosa, não tanto quanto gozar, mas ainda assim bem presente. Ela, obviamente, não engoliu, foi cuspindo, cuspindo, mas vi que gostou. Depois disso, tomamos outro banho juntos. Ele disse: "Meu amor, desculpa pela demora, mas queria ter certeza de que soltei tudo, que essa porra saiu por completo." Afinal, ele foi um bom anfitrião, é o mínimo que eu devo dar a ele, como a boa esposa gostosa que sou. Depois disso, nos trocamos, terminamos a última garrafa de vinho que sobrou, chamei um táxi pra eles, e foram embora felizes, com a condição de que nos veríamos de novo. E foi assim que tivemos mais encontros depois disso, mas o primeiro é sempre o que a gente lembra. Espero que tenham gostado do meu relato. Agradeceria muito se me avaliassem e dessem comentários. Talvez eu precise melhorar algum aspecto ou diminuir alguma coisa. Ficarei de olho nos comentários.

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