Oi, me chamo Jéssica, tenho 22 anos e sou uma garota bem normal, pelo menos era o que eu achava até meu mundo virar de cabeça pra baixo. Tenho 1,68m, cabelo preto e comprido, olhos castanhos e, pra ser sincera, sempre soube que sou gostosa. Herdei da minha mãe os peitos naturais, um sutiã D que às vezes é difícil disfarçar, e um corpo que muitos chamariam de "tentador". Mas ser uma loirinha bonita não me preparou pro que estava por vir.
Até então, minha maior preocupação eram as provas finais e se meu namorado ia aprender a me beijar sem bater os dentes. Ingênua, né? Bom, tudo mudou no dia em que minha mãe chegou em casa com a notícia de que tinha conhecido alguém especial.
Minha mãe me apresentou ao namorado dela, Antonio, pela primeira vez quando eu ainda tinha 18 anos. Era o começo do meu último ano do ensino médio e eu era bem ingênua em muitos sentidos. Embora já tivesse começado a sair com caras e até transado algumas vezes, ainda era uma adolescente inocente.
Minha mãe e eu estávamos sozinhas desde que meu pai morreu quando eu tinha nove anos. Desde então, ela não tinha saído com muita gente. Na verdade, não lembro dela ter ficado com ninguém até o Antonio aparecer. Tenho certeza de que ela chorou a morte do meu pai por tempo demais, o que explica minha imensa alegria quando um dia minha mãe chegou do trabalho e me contou que tinha conhecido um homem novo.
Lembro desse dia com muita clareza porque sempre me preocupei que minha mãe ficasse sozinha pelo resto da vida. Mas, preciso deixar claro que ela não era feia nem antipática nem nada disso. Na verdade, ela era e ainda é muito gostosa e simpática, e muitos caras mais novos a convidavam pra sair naquela época, sem perceber que ela já tinha passado dos trinta. O fato de ela malhar direto pra manter a forma ajudava a atrair vários pretendentes. Aquele cabelão loiro dourado e cacheado, os peitões, a barriga chapada e a pele impecável também deviam ajudar. Lembro que, de vez em quando, algumas pessoas a confundiam com minha irmã mais velha, o que, claro, sempre alegrava o dia dela.
Enfim, uma amiga casada da minha mãe apresentou ela ao Antonio, um vendedor de carros usados. Lembro de ter pensado que era um par estranho pra ela: um vendedor de carros usados. Como minha mãe é advogada, sempre imaginei que alguém com mais estudo seria ideal pra ela.
Naquela época, minha mãe e o Antonio já tinham saído algumas vezes e ela queria que eu o conhecesse num sábado à noite. Minha mãe parecia toda empolgada com ele, e eu tava morrendo de vontade de conhecê-lo. Talvez nosso otimismo cego tenha contribuído pra bagunça que veio depois. Não tenho certeza. Mas posso dizer que nossas vidas nunca mais foram as mesmas depois que o Antonio entrou nelas.
Finalmente chegou o sábado à noite e foi um prazer ver minha mãe toda arrumada pro encontro. Ela não parava de me pedir dicas de maquiagem e roupa, e pela primeira vez, me senti como a figura paterna na nossa relação. Quando o Antonio tocou a campainha, posso dizer com toda sinceridade que minha mãe tava linda pra caralho.
Eu tava sentada na sala vendo TV quando ouvi minha mãe abrir a porta da frente e cumprimentar o Antonio.
— Tá maravilhosa, Carolina! — uma voz masculina e forte veio do corredor.
— Obrigada — ouvi minha mãe responder —. Vem... quero que conheça minha filha.
Pelo jeito que ela falou, percebi que o elogio a deixou sem graça. Aí, minha mãe levou o Antonio pra sala.
O Antonio era um homem bonito, uns 1,88m de altura, cabelo curto e escuro, olhos castanhos, pele morena e corpo musculoso. Com aquele bigode escuro e grosso, me lembrou um pouco algum ator. Parecia ter uns quarenta anos e tava vestido de forma casual, mas com estilo.
— Antonio, quero apresentar minha filha, Jéssica — minha mãe anunciou com orgulho.
O Antonio sorriu e me olhou fixo nos olhos. Estendeu a mão e eu aceitei.
— Bom, é um verdadeiro prazer te conhecer, Jéssica. Sinto que já te conheço pelo que sua mãe me contou.
Ele apertou minha mão com firmeza e pareceu segurar por uns segundos a mais.
— É... prazer em te conhecer também — falei meio tímida.
Desviei o olhar do Antonio quando a situação ficou meio estranha. Aí olhei pra minha mãe e perguntei:
— Pra onde vocês vão essa —Noite?
Minha mãe se virou pro Antonio.
—A gente janta na cidade, né?
—Sim, fiz a reserva pras oito em ponto.
Minha mãe olhou pro relógio e depois pra mim.
—Bom, então é melhor a gente ir. Tem dinheiro no balcão caso você queira pedir uma pizza mais tarde.
—Valeu, mãe — respondi.
—Tá, a gente vai. Te amo, querida — disse ela, se inclinando pra me dar um beijo na bochecha.
—Também te amo, mãe. Se diverte!
Levantei o olhar pro Antonio, que ainda tava me encarando. Achei que tinha pegado ele olhando pros meus peitos, mas consegui soltar:
—Foi um prazer te conhecer.
—Igualmente, Jessica. Foi um prazer te conhecer! A gente se vê depois — anunciou Antonio enquanto se inclinava e me dava um beijo na bochecha.
Isso me surpreendeu um pouco, já que eu tinha acabado de conhecê-lo, mas simplesmente me deixei levar e devolvi o beijo. Ele cheirava a uma mistura de cigarros e colônia Polo. Até hoje, sinto nojo dessa colônia. Dito isso, os dois foram para o encontro deles.
O resto da noite fiquei pensando na mamãe e no Antonio. Ele parecia legal e, sem dúvida, gostoso. Eu entendia perfeitamente por que minha mãe se sentia atraída por ele. No entanto, algo nele me incomodava. Antonio transbordava confiança, quase demais. Será que ele estava mesmo olhando pra minha buceta? Eu já estava acostumada com os caras me olhando na escola, mas não um adulto como o Antonio.
Quando eles foram embora, fiquei só de fio dental e uma camiseta — minha roupa de dormir de sempre — e decidi que minhas preocupações eram infundadas. Afinal, eu tinha acabado de conhecê-lo, e as primeiras impressões costumam ser erradas. Tinha certeza de que estava sendo superprotetora demais com minha mãe. Finalmente, peguei no sono, feliz com a possibilidade de que minha mãe tivesse encontrado um cara legal.
Naquela mesma noite, fui acordada por um barulho estranho vindo de dentro de casa. Deitada na cama com os olhos ainda fechados, esperei ouvir de novo.
E então veio. Fraco no começo, mas depois ficando mais forte.
— Ah... Ahh... Ahhh... Ahhh... Siim! — ouvi a voz abafada da minha mãe, cada palavra seguida de um rangido da cama de casal no quarto ao lado.
— Ahhh... Ahhh... Ahhh... Ahhh... Ahhh... Ahhh... Ahhh... Ahhh...
Não conseguia acreditar no que estava ouvindo. Não sabia se ria ou sentia nojo. Me recusei a abrir os olhos ao perceber que minha mãe estava transando no quarto ao lado. Enfiei a cabeça debaixo dos lençóis e tentei dormir de novo. Mas os gemidos da minha mãe continuaram e, para meu espanto, ficaram ainda mais altos.
"Será que ela não sabe que eu posso ouvir?" — pensei.
— Ahhh... Ahhh... Ahhh... Isso... Ai, meu Deus, Antonio... Ahhh... Ahhh... Ahhh!!!
Continuaram assim por mais uns vinte minutos, até que deu sede e pensei que dava pra descer rápido pra pegar um copo d'água antes deles terminarem. Saí da cama na ponta dos pés, com cuidado, e desci até a cozinha. Depois de beber um gole, comecei a voltar pro meu quarto quando ouvi a porta da minha mãe abrir com um rangido. Entrei em pânico e, pra ela não achar que eu tinha ouvido o que rolava, me enfiei rapidinho no quartinho de serviço do corredor, em frente ao banheiro.
Mal fechei a porta quando alguém saiu do quarto. Meu coração batia forte e eu rezava pra minha mãe não me ver. Pela fresta da porta, vi Antonio sair do quarto, enrolado numa toalha. Ele foi devagar até o banheiro e acendeu a luz. Me surpreendi ao conseguir ver direto lá de dentro de onde eu estava.
Além do cabelo arrepiado, notei uma camada brilhante de suor no rosto e no torso dele. Obviamente tinha trabalhado duro lá dentro. Sem fechar a porta, Antonio deixou a toalha cair de lado e começou a mijar. Soltei um suspiro audível quando vi o pau dele. Isso fez com que Antonio virasse a cabeça bruscamente na minha direção, procurando a fonte do barulho. Tentei não respirar nem me mexer enquanto ele olhava para o corredor por alguns segundos antes de se concentrar de novo no que estava fazendo.
O pau dele parecia enorme. Eu estava hipnotizada; não conseguia desviar o olhar. O único outro pau que eu tinha visto pessoalmente era o do meu namorado, Gilberto, e o dele era muito menor! Comecei a sentir aquele formigamento na minha buceta e notei que estava ficando molhada enquanto Antonio continuava mijando. Tentei resistir à sensação, mas logo percebi que era inútil. Dava pra ver o pau dele de perfil e, mesmo mole, devia ter uns catorze ou quinze centímetros. Não saberia dizer a grossura. As bolas dele também eram grandes, cercadas por uma mata espessa de pelo preto e cacheado.
Me lembrou da aula de Saúde no começo daquele ano, quando estudamos educação sexual. Quando chegou a vez das perguntas, o sabichão da sala perguntou ao professor sobre o tamanho médio do pau, para a diversão de todo mundo. Tentando manter a ordem e a discussão relativamente séria, o professor respondeu que a maioria das pesquisas sugeria que o comprimento médio do pau ereto era de dez a doze centímetros. O de Antonio era obviamente muito maior que a média!
Levei os dedos até a virilha e senti que estava completamente encharcada. Me esfreguei um pouco para me aliviar. Antonio pareceu mijar por uma eternidade, mas finalmente terminou depois de sacudir umas duas vezes. Quando se abaixou para pegar a toalha, a bunda peluda e musculosa dele ficou brevemente à mostra antes de ele se cobrir e apagar a luz do banheiro.
Ao voltar pelo corredor em direção ao quarto da minha mãe, juro que vi ele virar rapidamente na direção do armário de serviço e sorrir. Mas estava escuro, com todas as luzes apagadas, e meus olhos ainda estavam se acostumando com a penumbra, então pode ser ter me enganado.
Esperei cinco minutos antes de voltar correndo pra cama, garantindo de trocar minha calcinha molhada primeiro. Demorei mais meia hora pra conseguir dormir.
Nas semanas seguintes, minha mãe via o Antonio com bastante frequência, tanto nos fins de semana quanto durante a semana. Ele sempre ficava pra dormir e eu tinha que aguentar constantemente os sons da minha mãe sendo penetrada sem piedade por ele. Virou tão rotineiro que aprendi a ignorar. Minha mãe insistia que o Antonio fosse embora bem cedo de manhã, antes de eu acordar, porque "não quero que a Jessica saiba que a gente tá dormindo junto ainda". Eu ouvia ela falar isso através da parede do quarto várias vezes, sem ela saber.
Nesse período, eu costumava ver o Antonio quando assistia TV com a gente ou quando ele buscava minha mãe pra algum encontro. Ele continuava me encarando, o que por si só não era grande coisa. O problema começou quando ele passou a ser carinhoso demais comigo. Começou com beijos inocentes na bochecha, seguidos de abraços que duravam mais do que o necessário e, por fim, toques inadequados. Com toques inadequados, quero dizer acariciar meu cabelo, pegar na minha mão ou no meu braço, e até dar umas palmadinhas na minha bunda às vezes. O Antonio sempre fazia isso de forma bem sutil e, geralmente, quando minha mãe não tava por perto.
Desde o início, nunca soube direito como reagir a esse tipo de situação. Minha mãe tava encantada com ele, e eu não queria falar nada que pudesse estragar o relacionamento deles. Então decidi que dava pra lidar com a situação pela felicidade da minha mãe.
Uma noite de sábado, ouvi minha mãe e o Antonio chegando muito tarde. Eles faziam muito barulho e dava pra perceber que tinham bebido pra caramba. Na verdade, minha mãe tava pior que ele (nunca aguentou bem álcool), arrastava as palavras e cambaleava. Logo depois, fez-se silêncio e fiquei me perguntando se eles tinham caído no sono. Levantei da cama e me Espiei pela porta do meu quarto, que sempre deixo entreaberta. Espiei bem na hora de ver o Antonio levando minha mãe, quase inconsciente, pro quarto dela.
"Alguém vai ficar sem jantar hoje" pensei, rindo baixinho, enquanto voltava pra cama e finalmente pegava no sono.
Não sei quanto tempo passou até outro barulho me acordar naquela mesma noite. Deitada em silêncio, esperei ouvir de novo. Como sempre, dormia de bruços e tava cansada demais pra virar e investigar.
Uns segundos depois, ouvi o barulho de novo. Um pânico absoluto me dominou quando percebi que alguém estava no meu quarto.
Fiquei paralisada de medo ao ouvir alguém se ajoelhar do meu lado. Minha mente começou a girar. Tinha certeza que não era minha mãe, já que ela sempre se esforçava pra respeitar minha privacidade e com certeza teria batido na porta antes de entrar. Além disso, considerando o quanto bêbada eu tinha visto ela antes, sabia que ela tava apagada. Quando a mistura forte de cigarro e colônia Polo chegou nas minhas narinas, um terror insuportável me invadiu. Percebi que só podia ser uma pessoa: o namorado da minha mãe, Antonio.
Não sei quanto tempo passou — talvez um minuto — enquanto fingia estar profundamente dormindo, com minha respiração pesada e ritmada. Que porra ele tá fazendo aqui? pensei.
Conseguia sentir o olhar dele fixo em mim, o que me deixou bem perturbada. Era quase como se ele estivesse decidindo o que fazer. Finalmente, senti ele puxar metodicamente minha coberta e o lençol da cama. Ele foi devagar e parecia ter muito cuidado pra não me acordar.
Sentia a adrenalina correndo pelo meu corpo, mas tava com medo demais pra reagir. Me sentia fraca e impotente.
Antonio finalmente tirou a última manta e lá estava eu, usando só uma calcinha fio dental cinza porque, com o calor, decidi não usar nenhuma blusa naquela noite. Me sentia extremamente vulnerável e esperava que tudo fosse só um pesadelo.
De repente, senti frio na bunda, e logo depois uns dedos quentes deslizando por dentro da minha calcinha e sobre minhas nádegas. Ele acariciava minha bunda e a parte de baixo das minhas costas com movimentos suaves e circulares. Me arrepiei só de pensar naquele velho tarado tocando meu corpo. Se eu não estivesse com tanto medo, acho que teria chorado.
Logo senti uma segunda mão se mexer por baixo da minha calcinha enquanto ele continuava massageando minha bunda. Minha pele arrepiou nas nádegas e na lombar, e me surpreendi ao perceber que as carícias dele estavam sendo bem gostosas.
Antonio finalmente desceu os dedos até meu cu. Mordi o lábio enquanto uma mão afastava suavemente uma nádega e a outra esfregava delicadamente a área ao redor do meu ânus com um dedo. Minha respiração acelerou. Ele parecia estar desenhando círculos pequenos em volta do meu cu. Por um lado, sentia um certo nojo, mas a verdade é que estava ficando muito excitada, por mais que tentasse ignorar. Fiquei confusa com aquela reação do meu corpo.
A mão dele deslizou então para a área entre meu cu e minha buceta, onde ele mexeu por um tempo. Sem perceber, afastei um pouco as pernas. Rezava para que Antonio não notasse a reação do meu corpo.
De repente, sem aviso, a outra mão dele também desceu, puxou minha calcinha de lado e começou a esfregar minha buceta com firmeza. Antonio parecia saber exatamente o que estava fazendo enquanto acariciava com cuidado meu clitóris e meus lábios. Se ele ficou surpreso com o estado de excitação da minha buceta, não demonstrou. Um choque elétrico percorreu meu corpo enquanto uma mão acariciava meu clitóris e a outra me penetrava com os dedos. Eu estava perdendo a noção do tempo.
Antonio continuou me penetrando com os dedos com habilidade por mais alguns minutos, enquanto me estimulava o clitóris com a outra mão. Enquanto ele me penetrava, eu também comecei a mexer levemente o quadril. Não conseguia evitar. Naquele momento, só pensava no prazer. Eu Incrível como consegui ficar em silêncio o tempo todo.
Naquele instante, ouvi uma batida forte no quarto da minha mãe. Isso deve ter assustado o Antonio, porque ele se afastou rápido e saiu do meu quarto. Logo depois, ouvi o rangido leve da porta se fechando atrás dele.
Atônita, me virei, abaixei a camiseta e finalmente abri os olhos. Me arrastei pela cama procurando os lençóis, mas parei ao notar uma mancha molhada. Tinha feito uma bagunça.
Me limpei com uma fronha reserva e depois coloquei uma limpa por cima da mancha. Voltei pra cama e me cobri até o pescoço. Não sabia o que pensar, o que sentir nem o que fazer. O que tinha acabado de rolar era um desastre. Só queria dormir.
Quando acordei na manhã seguinte, o Antonio já tinha ido embora, como de costume, e minha mãe estava na cozinha preparando o café da manhã. Desci mesmo sem estar com muita fome.
— Bom dia, meu bem — ela me cumprimentou enquanto fritava uns ovos no fogão.
Ela estava com uma cara horrível. Claramente de ressaca: cabelo bagunçado, rosto pálido e olhos vermelhos.
Sentei na mesa e perguntei com voz sonolenta:
— Tá de ressaca, mãe?
Minha mãe se virou rápido.
— É TÃO óbvio assim, Jessica?
— Sim.
— Bom, acho que vou ter que começar a controlar quanto bebo. Não quero que o Antonio pense que sou uma bêbada! — ela disse rindo.
— Como se ele tivesse moral pra falar — murmurei sarcástica entre os dentes.
— O que foi, meu bem? — perguntou minha mãe.
— Nada, mãe. Só falei que acho que vou dar uma volta.
— Não quer ovos?
— Não, obrigada — falei, levantando da mesa e saindo.
Dois dias depois, eu ainda estava em choque enquanto pensava no que tinha rolado comigo. Pra piorar, o Antonio ia vir ver um filme com a gente naquela noite depois do trabalho; seria a primeira vez que ia ver ele desde aquela noite. Por um instante, pensei em contar pra minha mãe o que tinha acontecido. Obviamente, aquele cara era um tarado e ela precisava saber. Mas não consegui fazer isso por vários razões.
Primeiro, eu estava com muito medo: e se ela não acreditasse em mim? Sabia que o Antonio negaria que tinha acontecido e, claro, eu não conseguiria provar. Era a palavra dele contra a minha, e me horrorizava a ideia de fazer minha mãe passar por aquilo.
Segundo, isso destruiria completamente o primeiro relacionamento bem-sucedido que minha mãe tinha desde que meu pai morreu. Não a via tão feliz há anos, e seria uma pena estragar tudo.
Por último, algo que provavelmente me incomodava mais que tudo era a vergonha que sentia pela forma como meu corpo tinha reagido a ele. Era como se eu não conseguisse controlar minhas próprias reações. Será que eu tinha incentivado aquilo de alguma forma? Parecia bem idiota acusar alguém de abuso se, no fundo, você tinha gostado. Como podia sentir nojo de alguém, mas ao mesmo tempo excitação? Talvez eu esteja ficando louca, pensei.
No fim, decidi agir como se nada tivesse acontecido e só me limitar a evitá-lo. O Antonio nunca soube que eu estava acordada naquela noite, então ele não sabia que eu sabia o que ele tinha feito. E quais eram as chances de ele tentar de novo? Além disso, ele podia muito bem ter estado bem bêbado (igual minha mãe) naquela noite e nem ter percebido o que fazia. Me convenci de que podia ter sido um erro terrível. Enquanto eu me mantivesse longe dele e trancasse a porta do meu quarto à noite, não deveria ter mais problemas no futuro.
Infelizmente, esse é o tipo de pensamento ingênuo que só uma garota de dezoito anos poderia acreditar.
O Antonio chegou mais tarde naquela noite, como planejado. Quando me viu no sofá da sala, um sorriso debochado apareceu no rosto dele. Fiz o possível para não olhar nos olhos dele.
— Oi, Jéssica! — anunciou com um tom de voz confiante enquanto se aproximava de mim.
— Oi — respondi seca, esticando o pescoço pra ver a televisão —. Dá licença? Tô tentando ver o filme.
Minha mãe falou do sofá:
— Jéssica, volta o filme desde o começo pra que o Antonio possa vê-la desde o início. Vou pegar algo pra ele beber. Já volto.
Antonio sentou no sofá depois de dar um beijo na bochecha da minha mãe ao passar. Como sempre, ficou me encarando enquanto o filme recomeçava.
Ele deu uma olhada rápida pra cozinha e depois falou baixinho comigo:
— Jessica… eu sei que você tava acordada sábado à noite.
Senti um frio na barriga.
— Do que você tá falando? — respondi, mantendo os olhos fixos na TV.
— Qual é, Jessica. Eu sei que você gostou do que eu fiz com você. E vou fazer muito mais.
Devagar, virei a cabeça pro Antonio com nojo. Ele tava sorrindo de orelha a orelha. Que cuzão, pensei. Que cara de pau, falando assim comigo com a minha mãe, a namorada dele, no cômodo ao lado.
— Como você ousa falar assim comigo? — Senti o sangue subir pro rosto —. Você sabe que a minha mãe tá no quarto ao lado!
— Você não vai contar pra sua mãe, Jessica — interrompeu Antonio —. Sabe por quê?
Desviei o olhar dele, mas ele continuou mesmo assim:
— Porque você já teria contado. Você sabe tão bem quanto eu que já é tarde demais. Além disso… você acha mesmo que sua mãe acreditaria em você em vez de mim?
Naquele exato momento, minha mãe voltou pro quarto com a bebida. Sentou do lado do Antonio no sofá e se aninhou nele.
— Tá bom, amor, vamos colocar o filme.
Pelo resto da noite, Antonio ficou me mandando olhares cúmplices enquanto eu tentava ignorar ele. Mas ele tava certo: não ia contar pra minha mãe nem pra ninguém. Como se alguém fosse acreditar em mim…
Depois daquela noite, fiz de tudo pra evitar o Antonio. Odiava aquele desgraçado. Quando ele vinha me ver, sempre me certificava de estar no meu quarto ou na casa de algum amigo. Comecei a trancar a porta do meu quarto, mesmo quando ele não tava por perto. Achava que quanto mais tempo ficasse longe, mais chances teria de ele me deixar em paz. Com certeza, Mais cedo ou mais tarde, ele ia desistir.
Mas não dava pra evitar o tempo todo, principalmente quando ele aparecia de surpresa. E nesses momentos, ele era atraído por mim como um ímã: sempre se matava pra me cumprimentar com um beijo na bochecha e, às vezes, com um tapinha na bunda quando minha mãe não tava olhando.
Uma vez, passei por ele no corredor quando ia pro banheiro e, "sem querer", ele se esfregou em mim com uma ereção evidente e saliente que deslizou pelo meu corpo. Literalmente empurrei ele pra longe, o que pareceu dar maior tesão nele.
— Seu idiota! — xinguei.
Ele só riu da minha cara.
Podia citar vários outros exemplos que detalhavam o assédio dele. Sinceramente, me sentia perseguida por ele e gastava uma energia danada tentando me manter longe dentro da minha própria casa.
Ao lembrar daquela época, me espanta que minha mãe não percebesse nada. Antonio era um sem-vergonha muito esperto e, sem dúvida, tinha ela completamente na mão.
Pouco depois, minha melhor amiga Diana veio em casa pra fazer um trabalho da escola. Minha mãe entrou com o Antonio e, como sempre, ele não perdeu a chance de dar em cima descaradamente da Diana na frente da minha mãe, que, inocente, não notou nada. Pra me afastar dele, pedi permissão pra minha mãe pra ir na casa da Diana nadar, sem contar que os pais dela estavam fora e que a gente tinha chamado nossos namorados. Lá, nós quatro enchemos a cara com rum e, mais tarde, enquanto Diana e o namorado dela se trancaram no quarto, León e eu acabamos na piscina sozinhos.
León tirou meu biquíni e a gente começou a transar, mas pra minha decepção, ele gozou quase na hora, me deixando frustrada e com vontade de mais. Enquanto ele se gabava de como tinha sido "foda", eu só conseguia pensar em como ele não me satisfazia e em como, além disso, ainda tinha que lidar com o assédio constante do Antonio na minha própria casa. Frustrada, resolvi vazar antes da meia-noite, mas não sem antes dar uma espiada no quarto da Diana, onde vi o namorado dela penetrando ela com uma intensidade que me fez sentir uma inveja profunda dela.
Quando cheguei perto de casa, vi que todas as luzes estavam apagadas, o que significava que minha mãe já tinha ido dormir. Infelizmente, o carro do Antonio ainda estava na entrada. Suspirei, me perguntando o que mais poderia dar errado naquela noite.
Abri a porta da frente e entrei em casa em silêncio. Meu cabelo ainda estava molhado do banho e eu continuava vestindo o biquíni e a toalha de praia. A sala estava quase escura quando entrei; esperei um segundo para meus olhos se acostumarem com a penumbra antes de ir para a cozinha. O rum ainda estava fazendo efeito enquanto eu deixava a toalha em cima de uma cadeira. Me servi um copo de chá gelado e fiquei olhando pela janela da cozinha, sozinha com meus pensamentos.
Naquele exato momento, ouvi um barulho atrás de mim. Me virei e vi a silhueta de uma pessoa parada na porta da cozinha.
— Quem está aí? — sussurrei, rezando para que não fosse o Antonio.
A figura se aproximou devagar e finalmente entrou no cômodo iluminado pela luz da lua que entrava pela janela. Dei um passo para trás. Era o Antonio, com aquele sorriso arrogante no rosto.
Ele parou a uns dois metros de mim, e eu pude ver que ele estava só de cueca. Meus olhos se fixaram instintivamente no volume entre as pernas dele, mas me controlei e desviei o olhar. Como sempre, ele cheirava a cigarro e colônia Polo. Eu não sabia o que dizer. Me sentia extremamente vulnerável, vestida só com meu biquíni.
Soltou de repente:
—O que cê tá fazendo acordado? —antes de me virar e olhar pra fora.
—Levantei pra ver como foi sua festa na piscina —respondeu Antonio, com sarcasmo.
Nem me dei ao trabalho de me virar.
—Correu tudo bem. Já pode voltar pra cama.
—Seu namoradinho tava lá? —perguntou rindo.
Agora ele tava bem atrás de mim, com a cara colada na minha orelha direita. Antonio tinha me encurralado contra a pia e sabia disso. Dava pra sentir ele roçando em mim. Tava duro feito pedra, como sempre.
—Não. Claro que não. E o que cê tem com isso?
Antonio riu da minha resposta cortante.
—Jessica, cê tava bebendo?
—Não! —falei, tentando passar rápido por ele sem nem me virar.
E foi aí que ele agiu. Num movimento rápido, me agarrou pelos quadris e me girou pra encarar ele.
—Acho que sim, Jessica. Cê foi uma menina muito safada essa noite. Por que parar agora?
De repente, Antonio me beijou com força na boca. Ele tava em cima de mim e eu não conseguia escapar do abraço dele. Tentei resistir virando a cabeça, mas ele puxou ela pra trás com tudo. O bigode dele parecia estranho no meu rosto enquanto enfiava a língua na minha boca, calando meus protestos. Tentei chutar e bater, mas todos os meus esforços foram em vão: ele era forte demais.
Antonio me levantou como se eu fosse uma criança e me sentou na bancada. Parecia ter um plano específico na cabeça enquanto começava a agir. Abriu minhas pernas à força e começou a esfregar a virilha dele na minha. Soltei um gemido ao sentir o peso e o volume do pau dele contra minha buceta. Era diferente, mas de um jeito gostoso. Logo começou a ficar bom. Não deu pra evitar: minha xota ficou toda molhada rapidinho, como sempre.
Foi nesse momento que eu praticamente me entreguei. Literalmente, desisti. A verdade é que tava cansada de resistir ao Antonio; ele tinha acabado com minha resistência. Além disso, comecei a me sentir boa demais. Talvez o álcool também tivesse algo a ver, ou talvez a culpa fosse do meu namorado por não saber fazer direito.
Seja qual fosse o motivo, mudei de estratégia de repente e comecei a beijar Antonio enquanto ele me explorava com aquelas mãos enormes dele. Pra minha surpresa, abracei ele pelos ombros e enrolei as pernas na cintura dele, querendo ficar o mais perto possível. Antonio parou por um instante, quase confuso com a minha aparente cooperação. Mas quando percebeu que eu tava participando de boa, ele voltou a agir. Não tinha mais volta.
Me senti atraída de um jeito que nunca tinha sentido antes. Mesmo odiando Antonio com todas as forças, eu precisava transar com ele naquela noite.
Antonio puxou a parte de cima do meu biquíni e começou a apalpar e apertar meus peitos enquanto continuava me beijando com gosto. Ele também ficou se esfregando em mim ali mesmo, em cima da bancada. Toda aquela estimulação ao mesmo tempo tava me deixando louca.
Num certo momento, me afastei de repente e sussurrei:
— Espera! Aqui não.
Antonio concordou, entendendo que a gente precisava de mais privacidade. Peguei ele pela mão, em silêncio, e a gente passou na frente do quarto da minha mãe até chegar no meu.
Quando fechei e tranquei a porta do meu quarto, Antonio veio por trás e arrancou violentamente a parte de cima e a de baixo do meu biquíni. Fiquei ali, completamente pelada, com o namorado da minha mãe atrás de mim. Eu tremia de tesão, mas tava com muito medo de me virar.
— Vai pra sua escrivaninha e se inclina — Antonio sussurrou no meu ouvido.
Caminhei até a escrivaninha e ele empurrou minhas costas de leve. Agora eu tava inclinada sobre a superfície, apoiada nos cotovelos, com a bunda e a buceta completamente expostas pra ele. Enquanto ele se ajoelhava atrás de mim, meu coração batia forte de antecipação. Eu tava toda molhada e morrendo de vontade que ele me tocasse.
Então Antonio, metodicamente, fez o que quis comigo. Ele começou rodeando meu clitóris com a língua no sentido horário, aumentando aos poucos a velocidade e a pressão.
—Aihh… Aihh… Aihh… Aihh —eu gemi, me segurando pra não gritar muito alto.
Bem quando pensei que ele ia atacar meu clitóris direto, mudou o ritmo e começou a se mover no sentido anti-horário, tomando cuidado pra não encostar no meu clitóris inchado. Várias vezes, empinei minha bunda na direção dele, na esperança de que roçasse na língua dele, mas foi em vão. Era maravilhoso, mas ao mesmo tempo frustrante. Dava pra sentir o que ele tava tentando fazer: queria me excitar ao máximo, e tava conseguindo.
Quando menos esperava, o Antonio atacou meu clitóris e minha buceta com tudo.
— Aaaiii! — gemi, sem esperar que fosse tão bom.
O Antonio passou os minutos seguintes devorando minha buceta. Às vezes, lambia meu clitóris e minha xota de cima a baixo num movimento longo só, mudando de ritmo direto.
Finalmente, focou só na minha buceta e pareceu se contentar em tentar lamber o máximo possível da minha lubrificação. Minhas pernas e, na real, meu corpo inteiro tremiam por uma mistura de tesão, ansiedade e cansaço.
— Antonio… Aaai… Aaai… Antonio, você vai me fazer gozar — sussurrei por cima do ombro —. Aaai… Aaai… Aaai… Aaaai… Aaaai… Antonio… Aaaaaaaaaai…
Quando ouviu isso, o Antonio começou a me lamber fundo. Senti como se fosse um pinto em miniatura, e tenho que dizer que a língua dele me pareceu maior que o pau do meu namorado. E pelo menos a língua do Antonio aguentava mais de quinze segundos!
Agora eu tava rebolando pra trás na cara dele e tava bem perto do meu primeiro orgasmo com outra pessoa na minha curta vida. Comecei a ter orgasmos em ondas.
— Aaaaaaai… Aaaaaaaai… Aaaaaaaai… Antonio… Não para!
Finalmente, o Antonio tirou a língua e começou a lamber a área entre minha xota e meu cu, o que foi incrível! Ele percebeu que eu tava adorando e, na sequência, subiu um pouco mais pra lamber em volta do meu cu.
A língua dele lambeu suavemente a borda do meu cu em movimentos circulares, parecido com o que tinha feito antes no meu clitóris. O Antonio acariciou meu clitóris enquanto seguia com minha bunda. Devo admitir que foi uma delícia.
— Ah! —eu gemi quando Antonio enfiou a ponta quente e molhada da língua no meu cu—. Ohh… Ohh… Ohh, Antonio… O que você tá fazendo comigo? Ohh… Ohh… Ohh, meu Deus!
Parecia que eu não conseguia controlar o que saía da minha boca. Abri mais as pernas, esperando que a língua dele fosse mais fundo no meu cu. A combinação de lamber minha bunda enquanto mexia no meu clitóris tava me deixando louca. Eu respirava tão ofegante que parecia que tava tendo um ataque de asma. Tentava não fazer barulho, mas com certeza tava gritando muito mais do que imaginava. Ia ser um milagre se não acordasse minha mãe.
Finalmente, virei a cabeça pra ele e sussurrei:
— Você vai fazer… você vai fazer eu gozar… de novo.
Do nada, ele parou, me levantou como se eu fosse uma boneca de pano e me jogou na cama. Ele devia ter tirado a cueca sem eu perceber, porque agora tava pelado na minha frente com a maior ereção que eu já vi na vida. Literalmente me deixou sem fôlego.
O pau do Antonio era simplesmente assustador. Devia ter uns vinte centímetros e era bem grosso. Sinceramente, não sabia se ia aguentar tudo, e tava com medo de sentir uma dor do caralho.
Mas Antonio não me deu muito tempo pra pensar. Rapidinho ele se enfiou na cama do meu lado e exigiu:
— Chupa meu pau, Jessica.
Naquela hora, eu faria qualquer coisa por ele. Me aproximei do pau dele com uma mistura de medo e tesão nas veias. Quando segurei, fiquei surpresa que não conseguia envolver ele inteiro com a mão. Comecei a bombear devagar. Tava muito quente, duro e pulsando. Lembro de pensar como era diferente do pau pequeno do meu namorado.
Impaciente, Antonio ordenou:
— Enfia na boca!
Com cuidado, coloquei a boca na ponta do pau dele e tentei enfiar o máximo que dava. Depois de só uns centímetros, engasguei e tive que tirar. Antonio pareceu achar bem engraçado. Então Comecei a lamber a ponta enquanto acariciava o resto com a mão. Era a melhor coisa que eu podia fazer naquelas circunstâncias. Meu objetivo era fazer o Antonio se sentir tão gostoso quanto ele me fazia sentir.
De vez em quando, eu tinha que parar de chupá-la pra aliviar a dor crescente na minha mandíbula. Nessas horas, eu lambia o pau dele inteiro, da base até a ponta, igual vi uma mulher fazer uma vez num filme pornô. Quando coloquei a ponta da minha língua no furinho da urina, notei que já estava saindo um pouco de líquido pegajoso.
—Lambe minhas bolas —disse Antonio num momento, enquanto empurrava minha cabeça pra baixo.
Tive que abrir caminho pela moita de pelos pubianos dele antes de enfiar uma das bolas enormes na minha boca. Foi uma sensação estranha tê-las lá dentro. Eu alternava entre as duas, mas com todo cuidado pra tratá-las com delicadeza.
Depois de um tempo, Antonio me levantou e disse:
—Jessica, vou te foder agora mesmo.
Sem esperar resposta, ele me virou rapidamente de joelhos e empurrou minha cabeça contra o travesseiro, deixando minha bunda no ar. Senti Antonio subir em cima de mim e me preparei, esperando que me penetrasse na hora.
Finalmente, ele alinhou o pau com a entrada da minha buceta, mas aí pareceu mudar de ideia. Ficou esfregando ele no meu cu, na minha buceta e no meu clitóris por um tempinho. Nossa, nessa hora eu tava morrendo de vontade. Sabia que ia doer, mas não ligava porque tava muito tesuda.
Finalmente, perdi a paciência.
—Por favor, Antonio… faz logo! —supliquei através do travesseiro.
Parecia que ele tava jogando um jogo cruel comigo. Senti ele se inclinar, afastar meu cabelo pro lado e começar a lamber minha nuca. Depois, agarrou meus peitos enquanto enfiava metade da rola na minha buceta.
—Ahhhhh! —eu ofeguei.
Sentia como se eu estivesse me rasgando. Ele começou a bombar devagar enquanto eu me acostumava com o tamanho enorme dele. Um prazer intenso começou a substituir a dor aguda conforme ele acelerava.
Em uns dois minutos, o Antonio enfiou o resto da pica na minha buceta apertada. Eu gemi contra o travesseiro e meus olhos se encheram de lágrimas. Ele tava me penetrando com toda força. Sentia como se a pica dele estivesse me furando o estômago. Dava pra ouvir ele grunhindo a cada estocada enquanto beliscava meus mamilos.
Ele começou a falar umas putarias no meu ouvido.
— Aaah, Jessica… você é tão boa na cama. Sonhei em te foder desde que te vi naquele primeiro dia no sofá.
Ele continuou:
— Adoro foder esse teu corpo. Teu corpo foi feito pra minha pica te comer… Você sempre vai ser minha putinha. Entendeu?
— Siiim… — eu gemi em resposta.
Foi aí que eu tive outra série de orgasmos: um atrás do outro, enquanto o Antonio continuava abusando de mim.
Logo, o Antonio me empurrou, deitou de costas e me sentou na pica dele. Enquanto me acomodava em cima dele, percebi que essa posição era mais confortável porque eu podia controlar a profundidade e a velocidade da parada. Ficamos assim por um bom tempo. Era especialmente gostoso quando o Antonio me envolvia com o braço e enfiava a ponta do dedo no meu cu.
Depois de um tempo, comecei a me perguntar se o Antonio ia gozar um dia. A pica dele continuava mais dura do que nunca dentro de mim.
Antes que eu pudesse continuar pensando nisso, o Antonio me virou de costas, colocando minhas pernas nos ombros dele. Mais tarde eu soube que assim era mais fácil pra ele gozar. Ele começou com movimentos longos e lentos, tirando a pica quase toda da minha buceta antes de enfiar de novo até o fundo.
Eu tava adorando a intensidade com que ele tava me fodendo. Nós dois suávamos pra caralho, e dava pra ver gotas de suor escorrendo do corpo do Antonio e caindo na minha cama.
Conforme ele se aproximava do clímax, acelerou o ritmo. Eu tava morrendo de vontade de que ele gozasse, porque minha buceta já tava começando a doer de verdade.
Lembrei que minha amiga Carrie tinha me falado uma vez que o jeito mais fácil de fazer um cara gozar é falar de um jeito sexy. Naquela altura, eu tava disposta a tentar qualquer coisa pra ver o Antonio terminar.
Me inclinei e sussurrei no ouvido dele:
— Antonio, me fode… Por favor, me fode, Antonio. Me fode.
Isso pareceu ajudar, porque ele acelerou as estocadas, mostrando que tava chegando lá.
Aí continuei sussurrando:
— Me fode, Antonio! Fode minha buceta. Você tá mandando muito bem. Cê gosta de foder a filha da sua namorada? Adoro teu pau! Mais rápido… Ohhh… Você me faz sentir tão bem.
Antonio tava quase lá, e comecei a empurrar minha pélvis contra ele enquanto ele me comia, pra ter uma penetração mais funda.
— Vai, Antonio! Continua me fodendo. Ohh… Ohh… Deus, Antonio… Quero que você goze. Por favor, goza pra mim.
Ele já tava bem perto.
— Ohhh… Ohhhh… Vem pra mim, Antonio. Quero que você goze dentro da minha buceta.
A próxima coisa que eu soube foi que Antonio tava me fodendo tão forte que achei que meu corpo ia ficar cheio de hematomas de manhã. Aí ele deu uma última estocada poderosa e eu senti ele explodir dentro de mim. Caindo em cima de mim, todo suado, senti vários jatos fortes lá no fundo da minha buceta.
Fiquei ali deitada, com o pau do Antonio ainda dentro de mim, sem saber o que fazer. Meus olhos estavam fechados e dava pra sentir claramente o cheiro do sexo. Depois de um minuto, Antonio suspirou alto e se afastou de mim. Senti um formigamento pelo corpo todo e percebi que o leite dele começava a escorrer.
Ele se levantou da cama e eu ouvi ele tateando atrás da cueca. Em seguida, Antonio apertou meus peitos rapidamente antes de sussurrar no meu ouvido com confiança:
— Isso é só o começo, Jessica.
Dito isso, ele saiu do meu quarto, suponho que pra voltar pra minha mãe.
Assim terminou minha primeira noite com Antonio, mas esteve longe de ser a última. O que começou como um encontro proibido e distorcido rapidamente se transformou numa rotina perversa que eu mesma comecei a desejar. Antonio me comia pelo cu, enchia minha buceta de porra, chupava meus peitos, me fazia gemer até ficar sem voz… de tudo. O prazer que ele me dava era tão avassalador que me deixava completamente louca, incapaz de pensar em outra coisa que não fosse o pau dele dentro de mim. Assim ficamos dois meses inteiros, trepando escondido sempre que podíamos. Antonio já vinha em casa com muito mais frequência — cinco ou seis vezes por semana — e sempre dava um jeito de entrar no meu quarto enquanto minha mãe não olhava.
Um dia, minha mãe me confessou, emocionada, que estava grávida do Antonio. Fiquei muito feliz por ela; a via radiante, feliz como não lembrava desde a morte do meu pai. Antonio veio morar com a gente logo depois, e com ele em casa, não precisava mais me esconder tanto. Ele me comia todo dia, às vezes várias vezes ao dia, na minha cama, no chuveiro, no sofá quando minha mãe saía pra fazer compras. Foi uma loucura linda e destrutiva ao mesmo tempo.
Duas semanas depois que Antonio se mudou, eu descobri que também estava grávida. O mais provável era que fosse dele, já que meu namorado nunca tinha gozado dentro de mim. Primeiro conversei com meu namorado: não podia Acreditar que eu tava grávida. Falei que o líquido pré-seminal também engravidava e que com certeza a gente tinha dado sorte até aquele momento. Óbvio que ela acreditou, já que era tão ingênua quanto eu anos atrás, e se ofereceu pra assumir a responsabilidade. Depois, conversei com o Antônio. No começo, ele ficou sério e disse que ia ser responsável, mas eu expliquei que já tinha jogado a culpa no meu namorado, então ele podia ficar tranquilo. Ele entendeu perfeitamente e sorriu com aquele sorriso arrogante que eu conhecia tão bem.
Por último, falei com a minha mãe. No começo, ela ficou meio chateada porque eu ainda não tinha terminado os estudos, mas faltava pouco pra me formar, então não tinha motivo pra preocupação. Depois ela percebeu que ia ser avó e ficou feliz. Fui morar com o Facundo, claro, mas o Antônio continuava vindo me comer selvagemente sempre que podia, escondido do meu namorado.
Com o tempo, minha mãe deu à luz uma menina linda, minha irmãzinha. Eu dei à luz um menino. Minha mãe amarrou as trompas depois do parto, mas eu engravidei de novo do Antônio e tive outro menino. Hoje em dia, o Antônio continua me comendo com a mesma intensidade de sempre. Eu falei pra ele que quero uma menina, então ele tá me enchendo de pica até eu engravidar de novo.
E aqui estou eu, esperando que dessa vez seja mulher. Mas, no fundo, sei que o Antônio vai continuar me fodendo, não importa o sexo do bebê.
FIMMuito obrigado por ler esse conto. Espero que vocês tenham gostado. Esse é um formato novo de histórias curtas que tô explorando, e na semana que vem vou começar uma nova série. Seus pontos e comentários são bem-vindos, me ajudam pra caralho a melhorar e saber o que vocês curtem ler em seguida. A gente se lê logo mais!
Até então, minha maior preocupação eram as provas finais e se meu namorado ia aprender a me beijar sem bater os dentes. Ingênua, né? Bom, tudo mudou no dia em que minha mãe chegou em casa com a notícia de que tinha conhecido alguém especial.Minha mãe me apresentou ao namorado dela, Antonio, pela primeira vez quando eu ainda tinha 18 anos. Era o começo do meu último ano do ensino médio e eu era bem ingênua em muitos sentidos. Embora já tivesse começado a sair com caras e até transado algumas vezes, ainda era uma adolescente inocente.
Minha mãe e eu estávamos sozinhas desde que meu pai morreu quando eu tinha nove anos. Desde então, ela não tinha saído com muita gente. Na verdade, não lembro dela ter ficado com ninguém até o Antonio aparecer. Tenho certeza de que ela chorou a morte do meu pai por tempo demais, o que explica minha imensa alegria quando um dia minha mãe chegou do trabalho e me contou que tinha conhecido um homem novo.
Lembro desse dia com muita clareza porque sempre me preocupei que minha mãe ficasse sozinha pelo resto da vida. Mas, preciso deixar claro que ela não era feia nem antipática nem nada disso. Na verdade, ela era e ainda é muito gostosa e simpática, e muitos caras mais novos a convidavam pra sair naquela época, sem perceber que ela já tinha passado dos trinta. O fato de ela malhar direto pra manter a forma ajudava a atrair vários pretendentes. Aquele cabelão loiro dourado e cacheado, os peitões, a barriga chapada e a pele impecável também deviam ajudar. Lembro que, de vez em quando, algumas pessoas a confundiam com minha irmã mais velha, o que, claro, sempre alegrava o dia dela.
Enfim, uma amiga casada da minha mãe apresentou ela ao Antonio, um vendedor de carros usados. Lembro de ter pensado que era um par estranho pra ela: um vendedor de carros usados. Como minha mãe é advogada, sempre imaginei que alguém com mais estudo seria ideal pra ela.
Naquela época, minha mãe e o Antonio já tinham saído algumas vezes e ela queria que eu o conhecesse num sábado à noite. Minha mãe parecia toda empolgada com ele, e eu tava morrendo de vontade de conhecê-lo. Talvez nosso otimismo cego tenha contribuído pra bagunça que veio depois. Não tenho certeza. Mas posso dizer que nossas vidas nunca mais foram as mesmas depois que o Antonio entrou nelas.
Finalmente chegou o sábado à noite e foi um prazer ver minha mãe toda arrumada pro encontro. Ela não parava de me pedir dicas de maquiagem e roupa, e pela primeira vez, me senti como a figura paterna na nossa relação. Quando o Antonio tocou a campainha, posso dizer com toda sinceridade que minha mãe tava linda pra caralho.
Eu tava sentada na sala vendo TV quando ouvi minha mãe abrir a porta da frente e cumprimentar o Antonio.
— Tá maravilhosa, Carolina! — uma voz masculina e forte veio do corredor.
— Obrigada — ouvi minha mãe responder —. Vem... quero que conheça minha filha.
Pelo jeito que ela falou, percebi que o elogio a deixou sem graça. Aí, minha mãe levou o Antonio pra sala.
O Antonio era um homem bonito, uns 1,88m de altura, cabelo curto e escuro, olhos castanhos, pele morena e corpo musculoso. Com aquele bigode escuro e grosso, me lembrou um pouco algum ator. Parecia ter uns quarenta anos e tava vestido de forma casual, mas com estilo.
— Antonio, quero apresentar minha filha, Jéssica — minha mãe anunciou com orgulho.
O Antonio sorriu e me olhou fixo nos olhos. Estendeu a mão e eu aceitei.
— Bom, é um verdadeiro prazer te conhecer, Jéssica. Sinto que já te conheço pelo que sua mãe me contou.
Ele apertou minha mão com firmeza e pareceu segurar por uns segundos a mais.
— É... prazer em te conhecer também — falei meio tímida.
Desviei o olhar do Antonio quando a situação ficou meio estranha. Aí olhei pra minha mãe e perguntei:
— Pra onde vocês vão essa —Noite?
Minha mãe se virou pro Antonio.
—A gente janta na cidade, né?
—Sim, fiz a reserva pras oito em ponto.
Minha mãe olhou pro relógio e depois pra mim.
—Bom, então é melhor a gente ir. Tem dinheiro no balcão caso você queira pedir uma pizza mais tarde.
—Valeu, mãe — respondi.
—Tá, a gente vai. Te amo, querida — disse ela, se inclinando pra me dar um beijo na bochecha.
—Também te amo, mãe. Se diverte!
Levantei o olhar pro Antonio, que ainda tava me encarando. Achei que tinha pegado ele olhando pros meus peitos, mas consegui soltar:
—Foi um prazer te conhecer.
—Igualmente, Jessica. Foi um prazer te conhecer! A gente se vê depois — anunciou Antonio enquanto se inclinava e me dava um beijo na bochecha.
Isso me surpreendeu um pouco, já que eu tinha acabado de conhecê-lo, mas simplesmente me deixei levar e devolvi o beijo. Ele cheirava a uma mistura de cigarros e colônia Polo. Até hoje, sinto nojo dessa colônia. Dito isso, os dois foram para o encontro deles.O resto da noite fiquei pensando na mamãe e no Antonio. Ele parecia legal e, sem dúvida, gostoso. Eu entendia perfeitamente por que minha mãe se sentia atraída por ele. No entanto, algo nele me incomodava. Antonio transbordava confiança, quase demais. Será que ele estava mesmo olhando pra minha buceta? Eu já estava acostumada com os caras me olhando na escola, mas não um adulto como o Antonio.
Quando eles foram embora, fiquei só de fio dental e uma camiseta — minha roupa de dormir de sempre — e decidi que minhas preocupações eram infundadas. Afinal, eu tinha acabado de conhecê-lo, e as primeiras impressões costumam ser erradas. Tinha certeza de que estava sendo superprotetora demais com minha mãe. Finalmente, peguei no sono, feliz com a possibilidade de que minha mãe tivesse encontrado um cara legal.
Naquela mesma noite, fui acordada por um barulho estranho vindo de dentro de casa. Deitada na cama com os olhos ainda fechados, esperei ouvir de novo.E então veio. Fraco no começo, mas depois ficando mais forte.
— Ah... Ahh... Ahhh... Ahhh... Siim! — ouvi a voz abafada da minha mãe, cada palavra seguida de um rangido da cama de casal no quarto ao lado.
— Ahhh... Ahhh... Ahhh... Ahhh... Ahhh... Ahhh... Ahhh... Ahhh...
Não conseguia acreditar no que estava ouvindo. Não sabia se ria ou sentia nojo. Me recusei a abrir os olhos ao perceber que minha mãe estava transando no quarto ao lado. Enfiei a cabeça debaixo dos lençóis e tentei dormir de novo. Mas os gemidos da minha mãe continuaram e, para meu espanto, ficaram ainda mais altos.
"Será que ela não sabe que eu posso ouvir?" — pensei.
— Ahhh... Ahhh... Ahhh... Isso... Ai, meu Deus, Antonio... Ahhh... Ahhh... Ahhh!!!
Continuaram assim por mais uns vinte minutos, até que deu sede e pensei que dava pra descer rápido pra pegar um copo d'água antes deles terminarem. Saí da cama na ponta dos pés, com cuidado, e desci até a cozinha. Depois de beber um gole, comecei a voltar pro meu quarto quando ouvi a porta da minha mãe abrir com um rangido. Entrei em pânico e, pra ela não achar que eu tinha ouvido o que rolava, me enfiei rapidinho no quartinho de serviço do corredor, em frente ao banheiro.
Mal fechei a porta quando alguém saiu do quarto. Meu coração batia forte e eu rezava pra minha mãe não me ver. Pela fresta da porta, vi Antonio sair do quarto, enrolado numa toalha. Ele foi devagar até o banheiro e acendeu a luz. Me surpreendi ao conseguir ver direto lá de dentro de onde eu estava.
Além do cabelo arrepiado, notei uma camada brilhante de suor no rosto e no torso dele. Obviamente tinha trabalhado duro lá dentro. Sem fechar a porta, Antonio deixou a toalha cair de lado e começou a mijar. Soltei um suspiro audível quando vi o pau dele. Isso fez com que Antonio virasse a cabeça bruscamente na minha direção, procurando a fonte do barulho. Tentei não respirar nem me mexer enquanto ele olhava para o corredor por alguns segundos antes de se concentrar de novo no que estava fazendo.
O pau dele parecia enorme. Eu estava hipnotizada; não conseguia desviar o olhar. O único outro pau que eu tinha visto pessoalmente era o do meu namorado, Gilberto, e o dele era muito menor! Comecei a sentir aquele formigamento na minha buceta e notei que estava ficando molhada enquanto Antonio continuava mijando. Tentei resistir à sensação, mas logo percebi que era inútil. Dava pra ver o pau dele de perfil e, mesmo mole, devia ter uns catorze ou quinze centímetros. Não saberia dizer a grossura. As bolas dele também eram grandes, cercadas por uma mata espessa de pelo preto e cacheado.
Me lembrou da aula de Saúde no começo daquele ano, quando estudamos educação sexual. Quando chegou a vez das perguntas, o sabichão da sala perguntou ao professor sobre o tamanho médio do pau, para a diversão de todo mundo. Tentando manter a ordem e a discussão relativamente séria, o professor respondeu que a maioria das pesquisas sugeria que o comprimento médio do pau ereto era de dez a doze centímetros. O de Antonio era obviamente muito maior que a média!
Levei os dedos até a virilha e senti que estava completamente encharcada. Me esfreguei um pouco para me aliviar. Antonio pareceu mijar por uma eternidade, mas finalmente terminou depois de sacudir umas duas vezes. Quando se abaixou para pegar a toalha, a bunda peluda e musculosa dele ficou brevemente à mostra antes de ele se cobrir e apagar a luz do banheiro.
Ao voltar pelo corredor em direção ao quarto da minha mãe, juro que vi ele virar rapidamente na direção do armário de serviço e sorrir. Mas estava escuro, com todas as luzes apagadas, e meus olhos ainda estavam se acostumando com a penumbra, então pode ser ter me enganado.
Esperei cinco minutos antes de voltar correndo pra cama, garantindo de trocar minha calcinha molhada primeiro. Demorei mais meia hora pra conseguir dormir.
Nas semanas seguintes, minha mãe via o Antonio com bastante frequência, tanto nos fins de semana quanto durante a semana. Ele sempre ficava pra dormir e eu tinha que aguentar constantemente os sons da minha mãe sendo penetrada sem piedade por ele. Virou tão rotineiro que aprendi a ignorar. Minha mãe insistia que o Antonio fosse embora bem cedo de manhã, antes de eu acordar, porque "não quero que a Jessica saiba que a gente tá dormindo junto ainda". Eu ouvia ela falar isso através da parede do quarto várias vezes, sem ela saber.
Nesse período, eu costumava ver o Antonio quando assistia TV com a gente ou quando ele buscava minha mãe pra algum encontro. Ele continuava me encarando, o que por si só não era grande coisa. O problema começou quando ele passou a ser carinhoso demais comigo. Começou com beijos inocentes na bochecha, seguidos de abraços que duravam mais do que o necessário e, por fim, toques inadequados. Com toques inadequados, quero dizer acariciar meu cabelo, pegar na minha mão ou no meu braço, e até dar umas palmadinhas na minha bunda às vezes. O Antonio sempre fazia isso de forma bem sutil e, geralmente, quando minha mãe não tava por perto.
Desde o início, nunca soube direito como reagir a esse tipo de situação. Minha mãe tava encantada com ele, e eu não queria falar nada que pudesse estragar o relacionamento deles. Então decidi que dava pra lidar com a situação pela felicidade da minha mãe.
Uma noite de sábado, ouvi minha mãe e o Antonio chegando muito tarde. Eles faziam muito barulho e dava pra perceber que tinham bebido pra caramba. Na verdade, minha mãe tava pior que ele (nunca aguentou bem álcool), arrastava as palavras e cambaleava. Logo depois, fez-se silêncio e fiquei me perguntando se eles tinham caído no sono. Levantei da cama e me Espiei pela porta do meu quarto, que sempre deixo entreaberta. Espiei bem na hora de ver o Antonio levando minha mãe, quase inconsciente, pro quarto dela.
"Alguém vai ficar sem jantar hoje" pensei, rindo baixinho, enquanto voltava pra cama e finalmente pegava no sono.
Não sei quanto tempo passou até outro barulho me acordar naquela mesma noite. Deitada em silêncio, esperei ouvir de novo. Como sempre, dormia de bruços e tava cansada demais pra virar e investigar.
Uns segundos depois, ouvi o barulho de novo. Um pânico absoluto me dominou quando percebi que alguém estava no meu quarto.
Fiquei paralisada de medo ao ouvir alguém se ajoelhar do meu lado. Minha mente começou a girar. Tinha certeza que não era minha mãe, já que ela sempre se esforçava pra respeitar minha privacidade e com certeza teria batido na porta antes de entrar. Além disso, considerando o quanto bêbada eu tinha visto ela antes, sabia que ela tava apagada. Quando a mistura forte de cigarro e colônia Polo chegou nas minhas narinas, um terror insuportável me invadiu. Percebi que só podia ser uma pessoa: o namorado da minha mãe, Antonio.
Não sei quanto tempo passou — talvez um minuto — enquanto fingia estar profundamente dormindo, com minha respiração pesada e ritmada. Que porra ele tá fazendo aqui? pensei.
Conseguia sentir o olhar dele fixo em mim, o que me deixou bem perturbada. Era quase como se ele estivesse decidindo o que fazer. Finalmente, senti ele puxar metodicamente minha coberta e o lençol da cama. Ele foi devagar e parecia ter muito cuidado pra não me acordar.
Sentia a adrenalina correndo pelo meu corpo, mas tava com medo demais pra reagir. Me sentia fraca e impotente.
Antonio finalmente tirou a última manta e lá estava eu, usando só uma calcinha fio dental cinza porque, com o calor, decidi não usar nenhuma blusa naquela noite. Me sentia extremamente vulnerável e esperava que tudo fosse só um pesadelo.
De repente, senti frio na bunda, e logo depois uns dedos quentes deslizando por dentro da minha calcinha e sobre minhas nádegas. Ele acariciava minha bunda e a parte de baixo das minhas costas com movimentos suaves e circulares. Me arrepiei só de pensar naquele velho tarado tocando meu corpo. Se eu não estivesse com tanto medo, acho que teria chorado.
Logo senti uma segunda mão se mexer por baixo da minha calcinha enquanto ele continuava massageando minha bunda. Minha pele arrepiou nas nádegas e na lombar, e me surpreendi ao perceber que as carícias dele estavam sendo bem gostosas.
Antonio finalmente desceu os dedos até meu cu. Mordi o lábio enquanto uma mão afastava suavemente uma nádega e a outra esfregava delicadamente a área ao redor do meu ânus com um dedo. Minha respiração acelerou. Ele parecia estar desenhando círculos pequenos em volta do meu cu. Por um lado, sentia um certo nojo, mas a verdade é que estava ficando muito excitada, por mais que tentasse ignorar. Fiquei confusa com aquela reação do meu corpo.
A mão dele deslizou então para a área entre meu cu e minha buceta, onde ele mexeu por um tempo. Sem perceber, afastei um pouco as pernas. Rezava para que Antonio não notasse a reação do meu corpo.
De repente, sem aviso, a outra mão dele também desceu, puxou minha calcinha de lado e começou a esfregar minha buceta com firmeza. Antonio parecia saber exatamente o que estava fazendo enquanto acariciava com cuidado meu clitóris e meus lábios. Se ele ficou surpreso com o estado de excitação da minha buceta, não demonstrou. Um choque elétrico percorreu meu corpo enquanto uma mão acariciava meu clitóris e a outra me penetrava com os dedos. Eu estava perdendo a noção do tempo.
Antonio continuou me penetrando com os dedos com habilidade por mais alguns minutos, enquanto me estimulava o clitóris com a outra mão. Enquanto ele me penetrava, eu também comecei a mexer levemente o quadril. Não conseguia evitar. Naquele momento, só pensava no prazer. Eu Incrível como consegui ficar em silêncio o tempo todo.
Naquele instante, ouvi uma batida forte no quarto da minha mãe. Isso deve ter assustado o Antonio, porque ele se afastou rápido e saiu do meu quarto. Logo depois, ouvi o rangido leve da porta se fechando atrás dele.Atônita, me virei, abaixei a camiseta e finalmente abri os olhos. Me arrastei pela cama procurando os lençóis, mas parei ao notar uma mancha molhada. Tinha feito uma bagunça.
Me limpei com uma fronha reserva e depois coloquei uma limpa por cima da mancha. Voltei pra cama e me cobri até o pescoço. Não sabia o que pensar, o que sentir nem o que fazer. O que tinha acabado de rolar era um desastre. Só queria dormir.
Quando acordei na manhã seguinte, o Antonio já tinha ido embora, como de costume, e minha mãe estava na cozinha preparando o café da manhã. Desci mesmo sem estar com muita fome.
— Bom dia, meu bem — ela me cumprimentou enquanto fritava uns ovos no fogão.
Ela estava com uma cara horrível. Claramente de ressaca: cabelo bagunçado, rosto pálido e olhos vermelhos.
Sentei na mesa e perguntei com voz sonolenta:
— Tá de ressaca, mãe?
Minha mãe se virou rápido.
— É TÃO óbvio assim, Jessica?
— Sim.
— Bom, acho que vou ter que começar a controlar quanto bebo. Não quero que o Antonio pense que sou uma bêbada! — ela disse rindo.
— Como se ele tivesse moral pra falar — murmurei sarcástica entre os dentes.
— O que foi, meu bem? — perguntou minha mãe.
— Nada, mãe. Só falei que acho que vou dar uma volta.
— Não quer ovos?
— Não, obrigada — falei, levantando da mesa e saindo.
Dois dias depois, eu ainda estava em choque enquanto pensava no que tinha rolado comigo. Pra piorar, o Antonio ia vir ver um filme com a gente naquela noite depois do trabalho; seria a primeira vez que ia ver ele desde aquela noite. Por um instante, pensei em contar pra minha mãe o que tinha acontecido. Obviamente, aquele cara era um tarado e ela precisava saber. Mas não consegui fazer isso por vários razões.
Primeiro, eu estava com muito medo: e se ela não acreditasse em mim? Sabia que o Antonio negaria que tinha acontecido e, claro, eu não conseguiria provar. Era a palavra dele contra a minha, e me horrorizava a ideia de fazer minha mãe passar por aquilo.
Segundo, isso destruiria completamente o primeiro relacionamento bem-sucedido que minha mãe tinha desde que meu pai morreu. Não a via tão feliz há anos, e seria uma pena estragar tudo.
Por último, algo que provavelmente me incomodava mais que tudo era a vergonha que sentia pela forma como meu corpo tinha reagido a ele. Era como se eu não conseguisse controlar minhas próprias reações. Será que eu tinha incentivado aquilo de alguma forma? Parecia bem idiota acusar alguém de abuso se, no fundo, você tinha gostado. Como podia sentir nojo de alguém, mas ao mesmo tempo excitação? Talvez eu esteja ficando louca, pensei.
No fim, decidi agir como se nada tivesse acontecido e só me limitar a evitá-lo. O Antonio nunca soube que eu estava acordada naquela noite, então ele não sabia que eu sabia o que ele tinha feito. E quais eram as chances de ele tentar de novo? Além disso, ele podia muito bem ter estado bem bêbado (igual minha mãe) naquela noite e nem ter percebido o que fazia. Me convenci de que podia ter sido um erro terrível. Enquanto eu me mantivesse longe dele e trancasse a porta do meu quarto à noite, não deveria ter mais problemas no futuro.
Infelizmente, esse é o tipo de pensamento ingênuo que só uma garota de dezoito anos poderia acreditar.
O Antonio chegou mais tarde naquela noite, como planejado. Quando me viu no sofá da sala, um sorriso debochado apareceu no rosto dele. Fiz o possível para não olhar nos olhos dele.
— Oi, Jéssica! — anunciou com um tom de voz confiante enquanto se aproximava de mim.
— Oi — respondi seca, esticando o pescoço pra ver a televisão —. Dá licença? Tô tentando ver o filme.
Minha mãe falou do sofá:
— Jéssica, volta o filme desde o começo pra que o Antonio possa vê-la desde o início. Vou pegar algo pra ele beber. Já volto.
Antonio sentou no sofá depois de dar um beijo na bochecha da minha mãe ao passar. Como sempre, ficou me encarando enquanto o filme recomeçava.
Ele deu uma olhada rápida pra cozinha e depois falou baixinho comigo:
— Jessica… eu sei que você tava acordada sábado à noite.
Senti um frio na barriga.
— Do que você tá falando? — respondi, mantendo os olhos fixos na TV.
— Qual é, Jessica. Eu sei que você gostou do que eu fiz com você. E vou fazer muito mais.
Devagar, virei a cabeça pro Antonio com nojo. Ele tava sorrindo de orelha a orelha. Que cuzão, pensei. Que cara de pau, falando assim comigo com a minha mãe, a namorada dele, no cômodo ao lado.
— Como você ousa falar assim comigo? — Senti o sangue subir pro rosto —. Você sabe que a minha mãe tá no quarto ao lado!
— Você não vai contar pra sua mãe, Jessica — interrompeu Antonio —. Sabe por quê?
Desviei o olhar dele, mas ele continuou mesmo assim:
— Porque você já teria contado. Você sabe tão bem quanto eu que já é tarde demais. Além disso… você acha mesmo que sua mãe acreditaria em você em vez de mim?
Naquele exato momento, minha mãe voltou pro quarto com a bebida. Sentou do lado do Antonio no sofá e se aninhou nele.
— Tá bom, amor, vamos colocar o filme.
Pelo resto da noite, Antonio ficou me mandando olhares cúmplices enquanto eu tentava ignorar ele. Mas ele tava certo: não ia contar pra minha mãe nem pra ninguém. Como se alguém fosse acreditar em mim…
Depois daquela noite, fiz de tudo pra evitar o Antonio. Odiava aquele desgraçado. Quando ele vinha me ver, sempre me certificava de estar no meu quarto ou na casa de algum amigo. Comecei a trancar a porta do meu quarto, mesmo quando ele não tava por perto. Achava que quanto mais tempo ficasse longe, mais chances teria de ele me deixar em paz. Com certeza, Mais cedo ou mais tarde, ele ia desistir.
Mas não dava pra evitar o tempo todo, principalmente quando ele aparecia de surpresa. E nesses momentos, ele era atraído por mim como um ímã: sempre se matava pra me cumprimentar com um beijo na bochecha e, às vezes, com um tapinha na bunda quando minha mãe não tava olhando.
Uma vez, passei por ele no corredor quando ia pro banheiro e, "sem querer", ele se esfregou em mim com uma ereção evidente e saliente que deslizou pelo meu corpo. Literalmente empurrei ele pra longe, o que pareceu dar maior tesão nele.
— Seu idiota! — xinguei.
Ele só riu da minha cara.
Podia citar vários outros exemplos que detalhavam o assédio dele. Sinceramente, me sentia perseguida por ele e gastava uma energia danada tentando me manter longe dentro da minha própria casa.
Ao lembrar daquela época, me espanta que minha mãe não percebesse nada. Antonio era um sem-vergonha muito esperto e, sem dúvida, tinha ela completamente na mão.
Pouco depois, minha melhor amiga Diana veio em casa pra fazer um trabalho da escola. Minha mãe entrou com o Antonio e, como sempre, ele não perdeu a chance de dar em cima descaradamente da Diana na frente da minha mãe, que, inocente, não notou nada. Pra me afastar dele, pedi permissão pra minha mãe pra ir na casa da Diana nadar, sem contar que os pais dela estavam fora e que a gente tinha chamado nossos namorados. Lá, nós quatro enchemos a cara com rum e, mais tarde, enquanto Diana e o namorado dela se trancaram no quarto, León e eu acabamos na piscina sozinhos.
León tirou meu biquíni e a gente começou a transar, mas pra minha decepção, ele gozou quase na hora, me deixando frustrada e com vontade de mais. Enquanto ele se gabava de como tinha sido "foda", eu só conseguia pensar em como ele não me satisfazia e em como, além disso, ainda tinha que lidar com o assédio constante do Antonio na minha própria casa. Frustrada, resolvi vazar antes da meia-noite, mas não sem antes dar uma espiada no quarto da Diana, onde vi o namorado dela penetrando ela com uma intensidade que me fez sentir uma inveja profunda dela.
Quando cheguei perto de casa, vi que todas as luzes estavam apagadas, o que significava que minha mãe já tinha ido dormir. Infelizmente, o carro do Antonio ainda estava na entrada. Suspirei, me perguntando o que mais poderia dar errado naquela noite.
Abri a porta da frente e entrei em casa em silêncio. Meu cabelo ainda estava molhado do banho e eu continuava vestindo o biquíni e a toalha de praia. A sala estava quase escura quando entrei; esperei um segundo para meus olhos se acostumarem com a penumbra antes de ir para a cozinha. O rum ainda estava fazendo efeito enquanto eu deixava a toalha em cima de uma cadeira. Me servi um copo de chá gelado e fiquei olhando pela janela da cozinha, sozinha com meus pensamentos.
Naquele exato momento, ouvi um barulho atrás de mim. Me virei e vi a silhueta de uma pessoa parada na porta da cozinha.
— Quem está aí? — sussurrei, rezando para que não fosse o Antonio.
A figura se aproximou devagar e finalmente entrou no cômodo iluminado pela luz da lua que entrava pela janela. Dei um passo para trás. Era o Antonio, com aquele sorriso arrogante no rosto.
Ele parou a uns dois metros de mim, e eu pude ver que ele estava só de cueca. Meus olhos se fixaram instintivamente no volume entre as pernas dele, mas me controlei e desviei o olhar. Como sempre, ele cheirava a cigarro e colônia Polo. Eu não sabia o que dizer. Me sentia extremamente vulnerável, vestida só com meu biquíni.
Soltou de repente: —O que cê tá fazendo acordado? —antes de me virar e olhar pra fora.
—Levantei pra ver como foi sua festa na piscina —respondeu Antonio, com sarcasmo.
Nem me dei ao trabalho de me virar.
—Correu tudo bem. Já pode voltar pra cama.
—Seu namoradinho tava lá? —perguntou rindo.
Agora ele tava bem atrás de mim, com a cara colada na minha orelha direita. Antonio tinha me encurralado contra a pia e sabia disso. Dava pra sentir ele roçando em mim. Tava duro feito pedra, como sempre.
—Não. Claro que não. E o que cê tem com isso?
Antonio riu da minha resposta cortante.
—Jessica, cê tava bebendo?
—Não! —falei, tentando passar rápido por ele sem nem me virar.
E foi aí que ele agiu. Num movimento rápido, me agarrou pelos quadris e me girou pra encarar ele.
—Acho que sim, Jessica. Cê foi uma menina muito safada essa noite. Por que parar agora?
De repente, Antonio me beijou com força na boca. Ele tava em cima de mim e eu não conseguia escapar do abraço dele. Tentei resistir virando a cabeça, mas ele puxou ela pra trás com tudo. O bigode dele parecia estranho no meu rosto enquanto enfiava a língua na minha boca, calando meus protestos. Tentei chutar e bater, mas todos os meus esforços foram em vão: ele era forte demais.
Antonio me levantou como se eu fosse uma criança e me sentou na bancada. Parecia ter um plano específico na cabeça enquanto começava a agir. Abriu minhas pernas à força e começou a esfregar a virilha dele na minha. Soltei um gemido ao sentir o peso e o volume do pau dele contra minha buceta. Era diferente, mas de um jeito gostoso. Logo começou a ficar bom. Não deu pra evitar: minha xota ficou toda molhada rapidinho, como sempre.
Foi nesse momento que eu praticamente me entreguei. Literalmente, desisti. A verdade é que tava cansada de resistir ao Antonio; ele tinha acabado com minha resistência. Além disso, comecei a me sentir boa demais. Talvez o álcool também tivesse algo a ver, ou talvez a culpa fosse do meu namorado por não saber fazer direito.
Seja qual fosse o motivo, mudei de estratégia de repente e comecei a beijar Antonio enquanto ele me explorava com aquelas mãos enormes dele. Pra minha surpresa, abracei ele pelos ombros e enrolei as pernas na cintura dele, querendo ficar o mais perto possível. Antonio parou por um instante, quase confuso com a minha aparente cooperação. Mas quando percebeu que eu tava participando de boa, ele voltou a agir. Não tinha mais volta.
Me senti atraída de um jeito que nunca tinha sentido antes. Mesmo odiando Antonio com todas as forças, eu precisava transar com ele naquela noite.
Antonio puxou a parte de cima do meu biquíni e começou a apalpar e apertar meus peitos enquanto continuava me beijando com gosto. Ele também ficou se esfregando em mim ali mesmo, em cima da bancada. Toda aquela estimulação ao mesmo tempo tava me deixando louca.
Num certo momento, me afastei de repente e sussurrei:
— Espera! Aqui não.
Antonio concordou, entendendo que a gente precisava de mais privacidade. Peguei ele pela mão, em silêncio, e a gente passou na frente do quarto da minha mãe até chegar no meu.
Quando fechei e tranquei a porta do meu quarto, Antonio veio por trás e arrancou violentamente a parte de cima e a de baixo do meu biquíni. Fiquei ali, completamente pelada, com o namorado da minha mãe atrás de mim. Eu tremia de tesão, mas tava com muito medo de me virar.
— Vai pra sua escrivaninha e se inclina — Antonio sussurrou no meu ouvido.
Caminhei até a escrivaninha e ele empurrou minhas costas de leve. Agora eu tava inclinada sobre a superfície, apoiada nos cotovelos, com a bunda e a buceta completamente expostas pra ele. Enquanto ele se ajoelhava atrás de mim, meu coração batia forte de antecipação. Eu tava toda molhada e morrendo de vontade que ele me tocasse.
Então Antonio, metodicamente, fez o que quis comigo. Ele começou rodeando meu clitóris com a língua no sentido horário, aumentando aos poucos a velocidade e a pressão.
—Aihh… Aihh… Aihh… Aihh —eu gemi, me segurando pra não gritar muito alto.
Bem quando pensei que ele ia atacar meu clitóris direto, mudou o ritmo e começou a se mover no sentido anti-horário, tomando cuidado pra não encostar no meu clitóris inchado. Várias vezes, empinei minha bunda na direção dele, na esperança de que roçasse na língua dele, mas foi em vão. Era maravilhoso, mas ao mesmo tempo frustrante. Dava pra sentir o que ele tava tentando fazer: queria me excitar ao máximo, e tava conseguindo.Quando menos esperava, o Antonio atacou meu clitóris e minha buceta com tudo.
— Aaaiii! — gemi, sem esperar que fosse tão bom.
O Antonio passou os minutos seguintes devorando minha buceta. Às vezes, lambia meu clitóris e minha xota de cima a baixo num movimento longo só, mudando de ritmo direto.
Finalmente, focou só na minha buceta e pareceu se contentar em tentar lamber o máximo possível da minha lubrificação. Minhas pernas e, na real, meu corpo inteiro tremiam por uma mistura de tesão, ansiedade e cansaço.
— Antonio… Aaai… Aaai… Antonio, você vai me fazer gozar — sussurrei por cima do ombro —. Aaai… Aaai… Aaai… Aaaai… Aaaai… Antonio… Aaaaaaaaaai…
Quando ouviu isso, o Antonio começou a me lamber fundo. Senti como se fosse um pinto em miniatura, e tenho que dizer que a língua dele me pareceu maior que o pau do meu namorado. E pelo menos a língua do Antonio aguentava mais de quinze segundos!
Agora eu tava rebolando pra trás na cara dele e tava bem perto do meu primeiro orgasmo com outra pessoa na minha curta vida. Comecei a ter orgasmos em ondas.
— Aaaaaaai… Aaaaaaaai… Aaaaaaaai… Antonio… Não para!
Finalmente, o Antonio tirou a língua e começou a lamber a área entre minha xota e meu cu, o que foi incrível! Ele percebeu que eu tava adorando e, na sequência, subiu um pouco mais pra lamber em volta do meu cu.
A língua dele lambeu suavemente a borda do meu cu em movimentos circulares, parecido com o que tinha feito antes no meu clitóris. O Antonio acariciou meu clitóris enquanto seguia com minha bunda. Devo admitir que foi uma delícia.
— Ah! —eu gemi quando Antonio enfiou a ponta quente e molhada da língua no meu cu—. Ohh… Ohh… Ohh, Antonio… O que você tá fazendo comigo? Ohh… Ohh… Ohh, meu Deus!
Parecia que eu não conseguia controlar o que saía da minha boca. Abri mais as pernas, esperando que a língua dele fosse mais fundo no meu cu. A combinação de lamber minha bunda enquanto mexia no meu clitóris tava me deixando louca. Eu respirava tão ofegante que parecia que tava tendo um ataque de asma. Tentava não fazer barulho, mas com certeza tava gritando muito mais do que imaginava. Ia ser um milagre se não acordasse minha mãe.
Finalmente, virei a cabeça pra ele e sussurrei:
— Você vai fazer… você vai fazer eu gozar… de novo.
Do nada, ele parou, me levantou como se eu fosse uma boneca de pano e me jogou na cama. Ele devia ter tirado a cueca sem eu perceber, porque agora tava pelado na minha frente com a maior ereção que eu já vi na vida. Literalmente me deixou sem fôlego.
O pau do Antonio era simplesmente assustador. Devia ter uns vinte centímetros e era bem grosso. Sinceramente, não sabia se ia aguentar tudo, e tava com medo de sentir uma dor do caralho.
Mas Antonio não me deu muito tempo pra pensar. Rapidinho ele se enfiou na cama do meu lado e exigiu:
— Chupa meu pau, Jessica.
Naquela hora, eu faria qualquer coisa por ele. Me aproximei do pau dele com uma mistura de medo e tesão nas veias. Quando segurei, fiquei surpresa que não conseguia envolver ele inteiro com a mão. Comecei a bombear devagar. Tava muito quente, duro e pulsando. Lembro de pensar como era diferente do pau pequeno do meu namorado.
Impaciente, Antonio ordenou:
— Enfia na boca!
Com cuidado, coloquei a boca na ponta do pau dele e tentei enfiar o máximo que dava. Depois de só uns centímetros, engasguei e tive que tirar. Antonio pareceu achar bem engraçado. Então Comecei a lamber a ponta enquanto acariciava o resto com a mão. Era a melhor coisa que eu podia fazer naquelas circunstâncias. Meu objetivo era fazer o Antonio se sentir tão gostoso quanto ele me fazia sentir.
De vez em quando, eu tinha que parar de chupá-la pra aliviar a dor crescente na minha mandíbula. Nessas horas, eu lambia o pau dele inteiro, da base até a ponta, igual vi uma mulher fazer uma vez num filme pornô. Quando coloquei a ponta da minha língua no furinho da urina, notei que já estava saindo um pouco de líquido pegajoso.—Lambe minhas bolas —disse Antonio num momento, enquanto empurrava minha cabeça pra baixo.
Tive que abrir caminho pela moita de pelos pubianos dele antes de enfiar uma das bolas enormes na minha boca. Foi uma sensação estranha tê-las lá dentro. Eu alternava entre as duas, mas com todo cuidado pra tratá-las com delicadeza.
Depois de um tempo, Antonio me levantou e disse:
—Jessica, vou te foder agora mesmo.
Sem esperar resposta, ele me virou rapidamente de joelhos e empurrou minha cabeça contra o travesseiro, deixando minha bunda no ar. Senti Antonio subir em cima de mim e me preparei, esperando que me penetrasse na hora.
Finalmente, ele alinhou o pau com a entrada da minha buceta, mas aí pareceu mudar de ideia. Ficou esfregando ele no meu cu, na minha buceta e no meu clitóris por um tempinho. Nossa, nessa hora eu tava morrendo de vontade. Sabia que ia doer, mas não ligava porque tava muito tesuda.
Finalmente, perdi a paciência.
—Por favor, Antonio… faz logo! —supliquei através do travesseiro.
Parecia que ele tava jogando um jogo cruel comigo. Senti ele se inclinar, afastar meu cabelo pro lado e começar a lamber minha nuca. Depois, agarrou meus peitos enquanto enfiava metade da rola na minha buceta.
—Ahhhhh! —eu ofeguei.
Sentia como se eu estivesse me rasgando. Ele começou a bombar devagar enquanto eu me acostumava com o tamanho enorme dele. Um prazer intenso começou a substituir a dor aguda conforme ele acelerava.Em uns dois minutos, o Antonio enfiou o resto da pica na minha buceta apertada. Eu gemi contra o travesseiro e meus olhos se encheram de lágrimas. Ele tava me penetrando com toda força. Sentia como se a pica dele estivesse me furando o estômago. Dava pra ouvir ele grunhindo a cada estocada enquanto beliscava meus mamilos.
Ele começou a falar umas putarias no meu ouvido.
— Aaah, Jessica… você é tão boa na cama. Sonhei em te foder desde que te vi naquele primeiro dia no sofá.
Ele continuou:
— Adoro foder esse teu corpo. Teu corpo foi feito pra minha pica te comer… Você sempre vai ser minha putinha. Entendeu?
— Siiim… — eu gemi em resposta.
Foi aí que eu tive outra série de orgasmos: um atrás do outro, enquanto o Antonio continuava abusando de mim.
Logo, o Antonio me empurrou, deitou de costas e me sentou na pica dele. Enquanto me acomodava em cima dele, percebi que essa posição era mais confortável porque eu podia controlar a profundidade e a velocidade da parada. Ficamos assim por um bom tempo. Era especialmente gostoso quando o Antonio me envolvia com o braço e enfiava a ponta do dedo no meu cu.
Depois de um tempo, comecei a me perguntar se o Antonio ia gozar um dia. A pica dele continuava mais dura do que nunca dentro de mim.
Antes que eu pudesse continuar pensando nisso, o Antonio me virou de costas, colocando minhas pernas nos ombros dele. Mais tarde eu soube que assim era mais fácil pra ele gozar. Ele começou com movimentos longos e lentos, tirando a pica quase toda da minha buceta antes de enfiar de novo até o fundo.
Eu tava adorando a intensidade com que ele tava me fodendo. Nós dois suávamos pra caralho, e dava pra ver gotas de suor escorrendo do corpo do Antonio e caindo na minha cama.
Conforme ele se aproximava do clímax, acelerou o ritmo. Eu tava morrendo de vontade de que ele gozasse, porque minha buceta já tava começando a doer de verdade.
Lembrei que minha amiga Carrie tinha me falado uma vez que o jeito mais fácil de fazer um cara gozar é falar de um jeito sexy. Naquela altura, eu tava disposta a tentar qualquer coisa pra ver o Antonio terminar.
Me inclinei e sussurrei no ouvido dele:
— Antonio, me fode… Por favor, me fode, Antonio. Me fode.
Isso pareceu ajudar, porque ele acelerou as estocadas, mostrando que tava chegando lá.
Aí continuei sussurrando:
— Me fode, Antonio! Fode minha buceta. Você tá mandando muito bem. Cê gosta de foder a filha da sua namorada? Adoro teu pau! Mais rápido… Ohhh… Você me faz sentir tão bem.
Antonio tava quase lá, e comecei a empurrar minha pélvis contra ele enquanto ele me comia, pra ter uma penetração mais funda.
— Vai, Antonio! Continua me fodendo. Ohh… Ohh… Deus, Antonio… Quero que você goze. Por favor, goza pra mim.
Ele já tava bem perto.
— Ohhh… Ohhhh… Vem pra mim, Antonio. Quero que você goze dentro da minha buceta.
A próxima coisa que eu soube foi que Antonio tava me fodendo tão forte que achei que meu corpo ia ficar cheio de hematomas de manhã. Aí ele deu uma última estocada poderosa e eu senti ele explodir dentro de mim. Caindo em cima de mim, todo suado, senti vários jatos fortes lá no fundo da minha buceta.
Fiquei ali deitada, com o pau do Antonio ainda dentro de mim, sem saber o que fazer. Meus olhos estavam fechados e dava pra sentir claramente o cheiro do sexo. Depois de um minuto, Antonio suspirou alto e se afastou de mim. Senti um formigamento pelo corpo todo e percebi que o leite dele começava a escorrer.Ele se levantou da cama e eu ouvi ele tateando atrás da cueca. Em seguida, Antonio apertou meus peitos rapidamente antes de sussurrar no meu ouvido com confiança:
— Isso é só o começo, Jessica.
Dito isso, ele saiu do meu quarto, suponho que pra voltar pra minha mãe.
Assim terminou minha primeira noite com Antonio, mas esteve longe de ser a última. O que começou como um encontro proibido e distorcido rapidamente se transformou numa rotina perversa que eu mesma comecei a desejar. Antonio me comia pelo cu, enchia minha buceta de porra, chupava meus peitos, me fazia gemer até ficar sem voz… de tudo. O prazer que ele me dava era tão avassalador que me deixava completamente louca, incapaz de pensar em outra coisa que não fosse o pau dele dentro de mim. Assim ficamos dois meses inteiros, trepando escondido sempre que podíamos. Antonio já vinha em casa com muito mais frequência — cinco ou seis vezes por semana — e sempre dava um jeito de entrar no meu quarto enquanto minha mãe não olhava.
Um dia, minha mãe me confessou, emocionada, que estava grávida do Antonio. Fiquei muito feliz por ela; a via radiante, feliz como não lembrava desde a morte do meu pai. Antonio veio morar com a gente logo depois, e com ele em casa, não precisava mais me esconder tanto. Ele me comia todo dia, às vezes várias vezes ao dia, na minha cama, no chuveiro, no sofá quando minha mãe saía pra fazer compras. Foi uma loucura linda e destrutiva ao mesmo tempo.
Duas semanas depois que Antonio se mudou, eu descobri que também estava grávida. O mais provável era que fosse dele, já que meu namorado nunca tinha gozado dentro de mim. Primeiro conversei com meu namorado: não podia Acreditar que eu tava grávida. Falei que o líquido pré-seminal também engravidava e que com certeza a gente tinha dado sorte até aquele momento. Óbvio que ela acreditou, já que era tão ingênua quanto eu anos atrás, e se ofereceu pra assumir a responsabilidade. Depois, conversei com o Antônio. No começo, ele ficou sério e disse que ia ser responsável, mas eu expliquei que já tinha jogado a culpa no meu namorado, então ele podia ficar tranquilo. Ele entendeu perfeitamente e sorriu com aquele sorriso arrogante que eu conhecia tão bem.
Por último, falei com a minha mãe. No começo, ela ficou meio chateada porque eu ainda não tinha terminado os estudos, mas faltava pouco pra me formar, então não tinha motivo pra preocupação. Depois ela percebeu que ia ser avó e ficou feliz. Fui morar com o Facundo, claro, mas o Antônio continuava vindo me comer selvagemente sempre que podia, escondido do meu namorado.
Com o tempo, minha mãe deu à luz uma menina linda, minha irmãzinha. Eu dei à luz um menino. Minha mãe amarrou as trompas depois do parto, mas eu engravidei de novo do Antônio e tive outro menino. Hoje em dia, o Antônio continua me comendo com a mesma intensidade de sempre. Eu falei pra ele que quero uma menina, então ele tá me enchendo de pica até eu engravidar de novo.
E aqui estou eu, esperando que dessa vez seja mulher. Mas, no fundo, sei que o Antônio vai continuar me fodendo, não importa o sexo do bebê.
FIMMuito obrigado por ler esse conto. Espero que vocês tenham gostado. Esse é um formato novo de histórias curtas que tô explorando, e na semana que vem vou começar uma nova série. Seus pontos e comentários são bem-vindos, me ajudam pra caralho a melhorar e saber o que vocês curtem ler em seguida. A gente se lê logo mais!
4 comentários - O Nojento Namorado da Mamãe