Minha irmã e eu nos curtimos, mas mantemos isso em segredo porque sabemos que seria um problemão com meus pais. Eu sou dois anos mais velho que ela. Nosso negócio começou como uma brincadeira, e pode até soar engraçado, mas a gente brincava de ser papais e coisas de família. A gente fazia essa brincadeira desde pequenos, mas tudo começou inocente e acabou virando algo mais.
Nossa brincadeira inocente virou algo real quando nós dois quisemos experimentar fazer um filho de verdade, e a gente adorou. Essa foi a primeira vez que comi minha irmã. Nós dois nascemos em Monterrey, Nuevo León, mas meus pais são de San Luis Potosí. E então, essa brincadeira virou um costume secreto, e a gente adorou. Quando minha irmã queria trepar, ela só falava: "vamos brincar de ser papais", e eu falava a mesma coisa. Esse era nosso código, e aí a gente ia pro quarto de hóspedes, fechava a porta e trepava. Nossos pais nunca perceberam nada, e até hoje a gente continua trepando.
Eu gosto da minha irmã e quero ela só pra mim, mas ela diz que isso não vai rolar, porque nossos pais nunca vão permitir e vai dar uma treta braba com eles. Ela só fala pra gente aproveitar nossa brincadeira enquanto durar, mas eu quero que o corpo dela seja só meu, e não ia gostar de saber que um dia ela vai se entregar pra outro.
Somos eu e minha irmã. Eu digo pra ela que a gente foge e forma nossa própria família, que eu quero ter filhos com ela. Já tô quase terminando minha faculdade e ela ainda tem um ano e meio pela frente. Falo que espero ela e a gente some pra um lugar onde possa construir nossa família. Mas ela me responde que não abandonaria o pai nem a mãe, que não quer viver longe deles e que o nosso lance é só algo passageiro.
Mas eu não vejo assim, eu quero algo sério com ela, ter filhos e que ela seja só minha mulher.
Nossa brincadeira inocente virou algo real quando nós dois quisemos experimentar fazer um filho de verdade, e a gente adorou. Essa foi a primeira vez que comi minha irmã. Nós dois nascemos em Monterrey, Nuevo León, mas meus pais são de San Luis Potosí. E então, essa brincadeira virou um costume secreto, e a gente adorou. Quando minha irmã queria trepar, ela só falava: "vamos brincar de ser papais", e eu falava a mesma coisa. Esse era nosso código, e aí a gente ia pro quarto de hóspedes, fechava a porta e trepava. Nossos pais nunca perceberam nada, e até hoje a gente continua trepando.
Eu gosto da minha irmã e quero ela só pra mim, mas ela diz que isso não vai rolar, porque nossos pais nunca vão permitir e vai dar uma treta braba com eles. Ela só fala pra gente aproveitar nossa brincadeira enquanto durar, mas eu quero que o corpo dela seja só meu, e não ia gostar de saber que um dia ela vai se entregar pra outro.
Somos eu e minha irmã. Eu digo pra ela que a gente foge e forma nossa própria família, que eu quero ter filhos com ela. Já tô quase terminando minha faculdade e ela ainda tem um ano e meio pela frente. Falo que espero ela e a gente some pra um lugar onde possa construir nossa família. Mas ela me responde que não abandonaria o pai nem a mãe, que não quer viver longe deles e que o nosso lance é só algo passageiro.
Mas eu não vejo assim, eu quero algo sério com ela, ter filhos e que ela seja só minha mulher.
0 comentários - Nós duas: eu e minha irmã