Olá, queridos amig@s e leitores do Poringa. net. Dou as boas-vindas aos meus novos seguidores e valeu pela energia boa.
Valeu por todos os pedidos das continuações, seguimos nessa linha.
Pra continuar melhorando como sempre, peço pra deixarem seu comentário.
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Esta é a continuação de uma história linda, cheia de lembranças gostosas. Já faz 9 anos que foi publicada.
Pra quem não viu, aqui vai o link.

https://www.poringa.net/posts/relatos/2915026/Mi-sobrina-Pili-la-putita-del-tio-con-fotos.html
Sem mais enrolação, vamos começar.Eu não acreditava como minhas sobrinhas, sendo tão novas, eram tão putas.
Competindo entre si pra dar pra mim.
Mas isso não impedia que eu aproveitasse elas como um louco.
Minha sobrinha não era virgem, mas quando provou comigo, percebeu que tinha muito o que aprender.
Essa pira do incesto e ter duas semanas sozinha viu a chance dela.
Meu irmão e minha cunhada vieram jantar em casa e depois da janta iam embora.
Mas no jantar ela fez uma mudança de planos.
Falou com os pais pra ficar com o tio amado nessas duas semanas que ele ia ficar sozinho.
Minha cunhada, preocupada, me perguntou se não me incomodava ela ficar.
Talvez eu tivesse planos.
A resposta era óbvia. Não, de jeito nenhum, ela é uma menina muito boa e se comporta direitinho.
Podem ir tranquilos. Não me incomoda. Respondi com um sorriso.
Quando meu irmão e minha cunhada foram embora,
ela falou assim:
Pili: Ufa... Finalmente foram embora...
Tô feliz por ficar com você.
Quero te aproveitar como nesses dois dias.
EU: Sim, eu sei, coração. Eu também.
Mas fica claro que o que rolou entre a gente não se conta pra ninguém, tá?
Sei o que você quer, mas só temos que ter cuidado.
Pili: Ok. Não vou contar nada, é óbvio, tio. Sei que é errado.
Mas adorei dar pra você.
Foi uma experiência muito gostosa. As últimas três vezes.
Porque a primeira você me destruiu...
Minha bunda ainda dói...
EU: É... desculpa por isso, neném... Não se preocupa, já vai passar.
Como você não era virgem e te vi tão tarada, acabei exagerando.
Pili: Não se preocupa, mas as outras três eu gostei mais.
Você foi muito carinhoso e doce, adorei assim.
Você sempre come assim com a Clau?
EU: Coração, faz anos que eu como sua prima.
Ela conhece meus gostos e, claro, tudo se aprende...
Não se apressa...
Pili: Deus, tudo que eu perdi. Por idiota...
Eu quero tudo também.
Achava que sexo com meu namorado era rapidinho e só pela buceta. Rapidim e pronto.
Mas contigo foi bem diferente, curti como nunca.
Não me respeita se tiver vontade, me come ou me toca, faz o que quiser comigo.
EU: Calma..... Sei como tenho que ser e me comportar, sempre vou ser teu tio.
Mesmo te comendo.
Quando ficamos sozinhos em casa. Tudo bem claro.
Ela, igual à prima.
Andava com pouca roupa pela casa, como na casa dela não podiam.
Se sentiam à vontade e livres, do jeito que gostavam. Exibindo o corpo gostoso de calcinha e sutiã.
Eu adorava ver ela assim. Com o corpo exuberante e jovem.
A bunda grande, gorda e empinada, e uns peitos lindos, branquinhos, com bicos rosados.
A gente passava de um momento gostoso entre tio e sobrinha.
Pro lado do morbo, se deixando levar pelo desejo e paixão do prazer incestuoso que nos motivava.
Nós dois jogávamos o jogo da sedução.
Carinhos suaves, uns beijos de um tio amoroso.
Até o tesão de um coroa com sua putinha jovem.
Era uma sensação deliciosa pra nós dois.
Ela pedia amor e carinho, mas ao mesmo tempo que não a respeitasse tanto.
Os dois com pouca roupa, com carícias e uns beijos.
Era fácil eu não respeitar ela tanto.
Rolar do meu volume na bundinha gostosa dela acendia a garota.
Ela beijava minha boca com muita paixão, agarrando meu pau.
Eu retribuía os beijos dela com muita língua e boca, acariciando a bunda linda dela.
Sem pressa, eu curtia o corpo inteiro dela.
Adoro sentir o cheiro dela, o perfume de menina.
Tirando a roupa dela aos poucos e aproveitando aquele momento tão especial.
Eu gostava de saborear ela por completo.
Beijando ela por todo lado. Descendo da boca dela pro pescoço.
Chupando aqueles peitos lindos, duros e grandes.
Ela gemia enquanto eu chupava os peitos dela e acariciava o corpo todo. Assim eu beijava e percorria todo o corpo gostoso dela.
Até chegar na buceta suculenta dela.
Ver ela de pernas abertas me enlouquecia.
A buceta dela era uma delícia.
Lisa, sem pelos, com aqueles lábios finos e aquele cuzinho gostoso bem feito por mim.
Minha língua aproveitava os sabores da perereca dela até o cuzinho gostoso.
Sem pressa, eu passava a língua e enfiava dentro das duas cavidades.
Fazendo ela tremer e gemer bem gostoso.
Chupava e lambia desde o clitóris até a bunda dela. Pili: Mmm.... tio.... Mmmm...
Como eu gosto do jeito que você chupa minha buceta.
Mmm.... adoro..... meu namorado nunca fez isso comigo.
Ufs, gosto muito, tio.......
EU: Seu namorado não sabe de nada, neném.
Mas eu adoro chupar você toda.... Mmmm....
Você é muito gostosa.......
Pili: Você vai me foder muito, tio..... Mmm....
Quero que faça o que quiser, já sabe.....
EU: Vou te foder igual no fim de semana.....
Vou te dar mais porra pra você crescer forte, minha neném....
Eu gostava de aproveitar ela por completo.
Pili: Mmmm.... é? Quero sua porra, tio.....
Gosto do jeito que você me enche de porra.....
Vale a pena tomar as pílulas agora.... Mmm.....
EU: Sim, foi uma ótima ideia você se cuidar pra eu te aproveitar.
Vem chupar minha rola que você tanto gosta......
Sempre disposta, ela começou a chupar minha rola com vontade.
Não fazia mal, mas eu dei uns ajustes do meu jeito que curto muito.
Mais língua, mais sucção.
Aprendeu rápido e fazia ainda melhor.Pili: Mmm... tio, que gostoso chupar sua rola e fazer você gozar...
Mmm... adoro como ela fica dura e grande... Mmm...
EU: Vem agora, você vai aproveitar melhor.
Coloquei ela em cima de mim e a gente se fundiu num 69 gostoso.
Era a primeira vez que ela fazia isso.
Onde ela recebia minha língua e boca.
Enquanto eu sentia na minha pica o hálito quente dela gemendo de prazer.
Ela descobriu aquele prazer gostoso que só o 69 dá. De chupar e ser chupada, gozando e curtindo os dois.
Depois de saciar nossa vontade e coroado pelos seus orgasmos deliciosos.
Ela, ainda sozinha, tremendo de prazer.
Subiu em cima de mim e começou a me cavalgar.
Bem suave mas funda, minha pica entrava e saía com seus movimentos gostosos que iam pra cima e pra baixo e de frente pra trás da cintura dela. Todo prazer e gozo total.
Pili: Ai... tio, que gostoso te sinto...
Nunca me senti tão amada e cheia Mmm...
Ufs... Deus... Minha buceta come tudo e eu adoro Mmm...
EU: É, te sinto, sobrinha...
Que delícia, toda molhadinha você tá... Mmm...
Adoro te aproveitar Mmm...
Trocando de posições pra não ficar chato.
Fui aproveitando ela e fazendo do meu jeito.
Quando chegou no papai-e-mamãe, ela pegou meu pau e colocou na posição sem eu falar nada.
Enquanto eu comia ela com muita vontade, sem deixar de dar carinho. Beijava e chupava os peitos dela.
Coisa que ela adorava sentir todo o meu amor.
Pili: Nossa, cara, já não aguento mais, estamos há horas transando...
Ah... AH... Ufa... Adoro como você me come, bem gostoso...
Me enche de porra... Mmm...
Sua pequenininha precisa do seu leite quente pra crescer...
Enche minha buceta... Mmm...
EU: Mmm... sim, se você me pede assim...
O tio vai te dar toda a porra que você merece.
Mas dessa vez, como uma boa menina, você vai tomar do jeito certo...
Vem, chupa meu pau, amor, e tira meu leite...
Pili: Nossa... tio... que nojo, não vou fazer isso...
Acho que não é gostoso... que nojeira...
Isso não...
Será que a Clau faz isso...?
EU: Sua prima adora,
Ela sempre me pede, mas tudo bem. Ela não te contou?
Achei que você queria a mesma coisa, mas relaxa, não se preocupa.
Me diz onde você quer.
Não sei se foi pelo meu tom ao responder ou por eu ter dito que a prima dela gostava de tomar a porra.
Mas ela começou a chupar meu pau.
Enquanto discutíamos tranquilamente, sem parar de chupar.
Pili: Não acredito que você me faz passar por isso...
EU: Não faz se não quiser.
Essa puta competição que você tem com sua prima... Mmm...
Não vou te obrigar a nada, se não quiser, pode parar.
Pili: Não é competição.
Você tem razão, se quero ficar com você e aprender tudo.
Também preciso saber do que gosto e do que não gosto.
Relaxa e deixa comigo... ufa...
Só me avisa quando você estiver perto de gozar...
Ela chupava e me masturbava com a mão pequenina dela.
Isso me excitava muito, e ver ela com a carinha linda chupando meu pau.
Me deixei levar, avisei quando já estava quase lá.
Ela chupou até meu sêmen começar a encher a boca dela.
Ela abriu a boca e com a mão espremeu meu pau, que jorrava em golfadas.
Quando a boca dela encheu e meu pau descarregou até a última gota, ela saboreou e engoliu tudo. Não disse nada, ficou em silêncio por um tempo.
Pensativa e com uma cara bem séria.
Perguntei o que estava rolando? O típico, se ela tinha gostado.
Ao vê-la tão quietinha.
Pili: Não, não tem nada não, só estou sentindo o gosto.
Não é que não goste, só é estranho.
É tão estranho quanto sexo anal, no começo é estranho, mas depois não é tão ruim.
Dá pra dizer que gostei.
O que você acha? Gostou? Fiz bem feito?
Eu: O que posso dizer? Aproveitei pra caralho.
Gosto do jeito que você chupa tanto quanto de te foder e do jeito que gosto de te foder e gozar em você.
Por que não foder sua boca e gozar nela?
Foi assim que minha sobrinha virou uma putinha, descobrindo mil coisas que gostou.
Pronta pra não dizer não pra nada.
Na hora do sexo, ela me deixava decidir o que fazer com ela.
Íamos dormir trepando e de manhã, se eu não acordasse ela chupando a buceta dela, ela me acordava mamando meu pau.
Minha sobrinha pequena e doce pegou o gosto de cavalgar meu pau.
Ela era feliz. Sentindo o amado e safado tio enfiando bem fundo.
Fazendo ela sentir o amor incestuoso que a enlouquecia e ela adorava aquela sensação.
Trocando de posições do jeito que eu gostava e mostrando que sexo não precisa ser chato.
Comia ela de todas as posições, roubando seus orgasmos suculentos e escandalosos.
Fudendo de quatro.
Era um prazer total entre os dois.
No ar, ouviam-se sussurros que viravam gritos.
Pili: Ai... Deus... Que gostoso... Mmmm... Como eu gosto que tu me come, tio...
Ha... Ah... Ha...
Mmm... Vou gozar na sua pica bem gostosa...
Ha... Ah... Ha...
Sim... Me come... Mmm... sim... Ai...
Entre os gemidos dela, dava pra ouvir o barulho das bundonas dela batendo no meu corpo.
Aquele plaf... plaf... plaf...
Minha pica entrava e saía num ritmo gostoso.
Quanto mais eu comia ela, mais ela gostava e curtia.
Os gemidos dela eram intensos.
EU: Uu... garota, que gostosa você tá... Mmm...
Como eu gosto de te comer.
Mmm... Te curto tanto, e essa buceta molhada e apertada...
Mmm... Sim... Sobrinha, que puta você é...
Pili: Ai... Sim... Tio... Mmm...
Me come assim, tô toda molhada, ai...
Vamos gozar juntos... Mmm...
Enche minha buceta de porra, por favor...
Quero sentir bem dentro... Mmmm...
EU: Mmm... isso... putinha gostosa do tio...
Vamos gozar... Ah... ufs...
Ha... sim...
Assim, entre gritos de prazer, gozamos juntos.
Minha pica era uma cachoeira de porra dentro da bucetinha da minha amada sobrinha.
Exaustos, nos abraçamos e beijamos.
Olhando o rosto vermelho dela e o corpo lindo suado.
Minha porra incestuosa escorria da buceta dela.
Era o selo do nosso love. Cada dia ela curtia mais, assim como eu curtia.
Fudendo e se dando love.
De dia, de tarde, até as noites eram só sexo puro.
Só parávamos pra comer e eu pra trabalhar.
Ela cada vez mais se moldava aos meus gostos e ficava mais putinha, cada vez mais.
Tomando meu cum por todo lado.
Perversa e amorosa.
Tanto que depois de fuder. Sozinha se punha de quatro pra eu arrebentar aquela bunda gostosa e tasty.
Era uma delícia ouvir a voz doce dela dizer:Pili: Mmm.... tio..... quero que você arrebente minha bunda......
Vai me comer esse cuzinho......
Olha como ele tá aberto pra você......
EU: Mmm.... sim, minha vida...... Tá aberto e sempre pronto pra mim.....
Amo sua bucetinha gulosa e faminta de pau.....
Que gostoso é te comer esse rabo.
Meu pau entrava naquele anelzinho dela bem suave.
Mas bem fundo, fodendo ela como essa putinha gostosa merece.
Sentir aquele canalzinho apertado e quente se contraindo, com cada músculo do cu apertando, era um tesão pro meu pau, que metia sem piedade. Eu enfiava o pau e aguentava o máximo que podia.
Ela gozava enquanto eu comia ela gostoso, ela tentava segurar o máximo que dava.
Até que pedia por favor pra eu gozar.
Só aí, quando via ela satisfeita, cansada e sem aguentar mais.
Eu relaxava e dava permissão pro meu pau esvaziar minhas bolas no cu gostoso da minha sobrinha.
Bem comida e exausta, ela ficava com o rabo aberto e cheio da minha porra incestuosa.
Assim era todo dia e foi um bom substituto pra prima dela, a Cláudia. Mesma vontade, mesma ternura, mesmo amor.
Eram tão diferentes, mas iguais ao mesmo tempo.
Transando sem restrições e pela casa toda.
Já que ninguém ia aparecer pra interromper a gente.
Faltando um dia pra ela voltar pra casa dela e dois pra Cláudia chegar.
Quase como uma despedida, a gente aproveitava cada minuto pra ficar junto.
Como de costume, quando eu tava no banho, ela entrava pra curtir aquele momento.
Ela me ensaboava e me ajudava com o banho.
Nós dois no chuveiro, a gente se deixava levar.
Acabávamos fodendo igual uns loucos.
Entre o barulho da água, imersos no nosso prazer. Não ouvimos nem o barulho das chaves na porta, nem quando a Claudia entrou.
Que ao entrar no banheiro nos encontrou no meio da foda.
Foi uma situação de merda. Gritos e a cara da minha sobrinha de decepção.
A volta dela adiantou e ela esqueceu de avisar.
Que surpresa a coitada levou.
Acalmei a situação, assumindo o papel de adulto e tio das duas.
Sendo firme e me colocando no meu lugar.
Tranquilizei elas e resolvemos as coisas.
Óbvio que não terminou aí.
Continuei aproveitando as duas, mas isso fica pra outra história.......
----------Continua----------
PS: Bom, espero que tenham gostado dessa velha lembrança com minha sobrinha.
Se quiser que eu continue e saiba o que aconteceu, deixa seu comentário.
Valeu por me ler.
Até a próxima.
ATT: Maury-solo-yo.
2 comentários - Sobrinha Pili, a puta do tio 2 com fotos