troca de mães e filhos num encontro duplo e numa noite de sexo de pijama (PARTE 3)
um truque para o (s)exorcismo
O(s) menino(s) foi(ram) pro quarto assim que entraram, pra eles foi um alívio, e agora com um tempinho livre e mais calma, refletiram sobre tudo que aconteceu desde que chegaram em casa. Primeiro, ainda não tinham assimilado direito que estavam num encontro com a mãe do amigo deles sem o consentimento dele. Depois, sobre a roupa tão reveladora delas: quando falaram que iam se vestir como "meninas" da idade delas, eles esperavam que colocassem um macacão com camiseta de manga comprida, ou um vestido igual ao da Dorothy do Mágico de Oz, ou algo estilo rockabilly. Talvez quando a mulher disse que elas deviam parecer mais novas, ela também fez isso com o tamanho, e como não deu pra reduzir o corpo delas, o uniforme de colegial ficou pequeno. Outra coisa é que pra ambos foi muito impactante ver a figura deslumbrante de ampulheta, cintura de pilão, um corpão curvilíneo, além de serem muito peitudas e bundudas, pareciam garotas de praia, de calendário ou musas de revista "só pra homem". Tudo isso elas tinham bem guardado: passaram de se cobrir e agir como submissas do islã pra aparecer como dançarinas exóticas, de conservadoras pra libertinas, pelo menos na roupa. Elas se "bimbificaram".
Os meninos, por outro lado, também sentiram vergonha. Essa sensação pra alguém da idade deles também podia ser interpretada como o equivalente à atração pelo sexo oposto, do jeito deles, e mesmo sem saber como chamar ou identificar aquilo, ao ver as mulheres se apresentarem e se exibirem com aquelas roupas que contrastavam com o que esperavam, é bem possível que não foi só uma impressão, mas amor à primeira vista. E por tudo isso, eles ainda não sabiam pra que lado torcer quando as mulheres disseram desde o começo que não gostavam deles — se isso era uma pena ou um alívio.
Bom, os meninos sentaram e se deitaram na cama, já iam descansar e tirar um cochilo, quando parece que dentro do... Do armário, uma voz feminina estranha só repetia: "pô...popô...popopô!". Em vez de se assustar, os meninos acharam que era algum tipo de brincadeira. Então desceram até a cozinha.
Mãe R/P para Menino P/R: Ah, é você, né? Desceu pra me trazer o carregador que te pedi emprestado?
Menino P/R para Mãe R/P: Não, senhora, desculpa, não desci por isso. Acontece que ouvi uma voz vindo do meu armário.
Mãe R/P para Menino P/R: E você acha que essa voz é minha? Isso não pode ser. Além do mais, só estamos eu e você aqui. Você deve ter imaginado isso. Vamos lá pra cima, ver se eu também escuto.
Já os dois no quarto, a mulher também ouviu aquela tagarelice e fingiu surpresa. Pegou o menino, saiu com ele e foi pro banheiro, trancando a porta.
Menino P/R para Mãe R/P: Senhora, o que tá acontecendo...
Mãe R/P para Menino P/R: Menino, responde minha pergunta: hoje ou em qualquer outro dia da semana, você viu ou encontrou alguma mulher que nunca tinha visto antes, e principalmente, que fosse bem alta?
Menino P/R para Mãe R/P: Que eu saiba, não. Por que a senhora tá perguntando isso?
Mãe R/P para Menino P/R: Preciso te contar uma coisa. Olha, eu achava que era só uma lenda de terror, mas agora vejo que é real. Essa voz estranha que a gente ouviu deve ser de um ser cujo nome eu nem sei pronunciar (ela se referia a...).Hachishikusama) mas isso é o de menos, pra você entender quem tava dentro do seu armário é tipo o equivalente feminino do bicho-papão, já que é um espectro que parece uma mulher que costuma raptar crianças e, como é isso que você é, ela tá te procurando.Menino P/R (assustado) abraçando a Mamãe R/P: senhora, me proteja, pelo amor de Deus, não deixa ela me levar, chama a polícia ou alguém, faz alguma coisa, pelo amor...
Mamãe R/P para Menino P/R: eu queria, mas se eu chamar a polícia, vou falar o quê? Que venham prender o bicho-papão porque ele tá solto? Não iam acreditar na gente, e mesmo que aparecesse um esquadrão inteiro armado até os dentes, não seriam páreo pra um ser sobrenatural. Os caça-fantasmas não existem e os Warren já foram de arrasta pra outra vida há muito tempo. Mas escuta, já pensei em algo que a gente pode tentar. Vou perguntar de novo: você já viu ou esbarrou em alguma mulher que nunca tinha visto antes?
Menino P/R (assustado) abraçando a Mamãe R/P: não, senhora, nada.
Mamãe R/P para Menino P/R: então a gente tem uma opção e uma única chance. Escuta, esse ser só se interessa por crianças, mas enquanto você não a vir, ela não vai te levar. Você ainda tá aqui, isso quer dizer que ela ainda não tá totalmente convencida de que você é um menor. Pra confirmar isso, já demorou. Então nossa opção é confundir ela. A gente tem que fazer ela acreditar que você é um adulto, e não uma criança.
Menino P/R (assustado) abraçando a Mamãe R/P: e como?
Mamãe R/P para Menino P/R: você vai fazer coisas de adulto comigo. Na verdade, você já deu o primeiro passo com o jeito que tá me abraçando.
Continua... spoiler: vai ter um (s)exorcismo.
um truque para o (s)exorcismo
O(s) menino(s) foi(ram) pro quarto assim que entraram, pra eles foi um alívio, e agora com um tempinho livre e mais calma, refletiram sobre tudo que aconteceu desde que chegaram em casa. Primeiro, ainda não tinham assimilado direito que estavam num encontro com a mãe do amigo deles sem o consentimento dele. Depois, sobre a roupa tão reveladora delas: quando falaram que iam se vestir como "meninas" da idade delas, eles esperavam que colocassem um macacão com camiseta de manga comprida, ou um vestido igual ao da Dorothy do Mágico de Oz, ou algo estilo rockabilly. Talvez quando a mulher disse que elas deviam parecer mais novas, ela também fez isso com o tamanho, e como não deu pra reduzir o corpo delas, o uniforme de colegial ficou pequeno. Outra coisa é que pra ambos foi muito impactante ver a figura deslumbrante de ampulheta, cintura de pilão, um corpão curvilíneo, além de serem muito peitudas e bundudas, pareciam garotas de praia, de calendário ou musas de revista "só pra homem". Tudo isso elas tinham bem guardado: passaram de se cobrir e agir como submissas do islã pra aparecer como dançarinas exóticas, de conservadoras pra libertinas, pelo menos na roupa. Elas se "bimbificaram".
Os meninos, por outro lado, também sentiram vergonha. Essa sensação pra alguém da idade deles também podia ser interpretada como o equivalente à atração pelo sexo oposto, do jeito deles, e mesmo sem saber como chamar ou identificar aquilo, ao ver as mulheres se apresentarem e se exibirem com aquelas roupas que contrastavam com o que esperavam, é bem possível que não foi só uma impressão, mas amor à primeira vista. E por tudo isso, eles ainda não sabiam pra que lado torcer quando as mulheres disseram desde o começo que não gostavam deles — se isso era uma pena ou um alívio.
Bom, os meninos sentaram e se deitaram na cama, já iam descansar e tirar um cochilo, quando parece que dentro do... Do armário, uma voz feminina estranha só repetia: "pô...popô...popopô!". Em vez de se assustar, os meninos acharam que era algum tipo de brincadeira. Então desceram até a cozinha.
Mãe R/P para Menino P/R: Ah, é você, né? Desceu pra me trazer o carregador que te pedi emprestado?
Menino P/R para Mãe R/P: Não, senhora, desculpa, não desci por isso. Acontece que ouvi uma voz vindo do meu armário.
Mãe R/P para Menino P/R: E você acha que essa voz é minha? Isso não pode ser. Além do mais, só estamos eu e você aqui. Você deve ter imaginado isso. Vamos lá pra cima, ver se eu também escuto.
Já os dois no quarto, a mulher também ouviu aquela tagarelice e fingiu surpresa. Pegou o menino, saiu com ele e foi pro banheiro, trancando a porta.
Menino P/R para Mãe R/P: Senhora, o que tá acontecendo...
Mãe R/P para Menino P/R: Menino, responde minha pergunta: hoje ou em qualquer outro dia da semana, você viu ou encontrou alguma mulher que nunca tinha visto antes, e principalmente, que fosse bem alta?
Menino P/R para Mãe R/P: Que eu saiba, não. Por que a senhora tá perguntando isso?
Mãe R/P para Menino P/R: Preciso te contar uma coisa. Olha, eu achava que era só uma lenda de terror, mas agora vejo que é real. Essa voz estranha que a gente ouviu deve ser de um ser cujo nome eu nem sei pronunciar (ela se referia a...).Hachishikusama) mas isso é o de menos, pra você entender quem tava dentro do seu armário é tipo o equivalente feminino do bicho-papão, já que é um espectro que parece uma mulher que costuma raptar crianças e, como é isso que você é, ela tá te procurando.Menino P/R (assustado) abraçando a Mamãe R/P: senhora, me proteja, pelo amor de Deus, não deixa ela me levar, chama a polícia ou alguém, faz alguma coisa, pelo amor...
Mamãe R/P para Menino P/R: eu queria, mas se eu chamar a polícia, vou falar o quê? Que venham prender o bicho-papão porque ele tá solto? Não iam acreditar na gente, e mesmo que aparecesse um esquadrão inteiro armado até os dentes, não seriam páreo pra um ser sobrenatural. Os caça-fantasmas não existem e os Warren já foram de arrasta pra outra vida há muito tempo. Mas escuta, já pensei em algo que a gente pode tentar. Vou perguntar de novo: você já viu ou esbarrou em alguma mulher que nunca tinha visto antes?
Menino P/R (assustado) abraçando a Mamãe R/P: não, senhora, nada.
Mamãe R/P para Menino P/R: então a gente tem uma opção e uma única chance. Escuta, esse ser só se interessa por crianças, mas enquanto você não a vir, ela não vai te levar. Você ainda tá aqui, isso quer dizer que ela ainda não tá totalmente convencida de que você é um menor. Pra confirmar isso, já demorou. Então nossa opção é confundir ela. A gente tem que fazer ela acreditar que você é um adulto, e não uma criança.
Menino P/R (assustado) abraçando a Mamãe R/P: e como?
Mamãe R/P para Menino P/R: você vai fazer coisas de adulto comigo. Na verdade, você já deu o primeiro passo com o jeito que tá me abraçando.
Continua... spoiler: vai ter um (s)exorcismo.
4 comentários - intercambio de madres e hijos en una cita doble y pijamada