Me apagaram sem saber por quê, mas aqui vai de novo essa confissão que um seguidor anônimo me mandou ———————————————————————————
Tudo começou lá por 2021. Eu tinha 18 anos e tava há quase um ano namorando a Rubi, uma mina mexicana da minha idade. A Rubi é uma gostosa: cabelo liso com franja, traços bem indígenas, baixinha (uns 1,50 m), quadril largo, uma bunda grande e redonda que me deixava louco, e uns peitos médios, quase pequenos. Naquela época, ela me confessou que era bi. Me contou que tinha uma amiga com quem "brincava" de se beijar e de flertar. Essa amiga era a Aylin: também baixinha, mas magrinha, peito pequeno, quadril pouco marcado e uma bunda pequena. Diferente da Rubi, a Aylin era branca e muito bonita. Quando a Rubi me contou, eu falei na maior cara de pau que não tinha problema, que a gente podia ter um trisal se ela quisesse. O que ela não sabia é que eu já tinha contado tudo pra Aylin.
Acontece que a Aylin também era bi e, antes disso, já tinha me confessado que gostava da Rubi. Então eu e a Aylin começamos a planejar como fazer as duas transarem e ela me mandar provas de tudo. Aos poucos, a Aylin começou a me enviar prints das conversas delas. No começo eram coisas inocentes: "te beijaria", uns flertes leves… Até que um dia ela me mandou um print onde a Rubi tinha enviado um vídeo rebolando uma música de um jeito bem safado.
A Aylin ficou com tesão, e eu também. Mais tarde, a Rubi me mandou outro vídeo, mas não era o mesmo. Eu percebi porque a Aylin tinha gravado a tela pra não perder nenhum detalhe da raba da Rubi quicando. Essa prática virou rotina. Um tempo depois, conversando com a Rubi, falei que se ela quisesse transar com outra mina, pra mim não tinha problema. Foi aí que o nome da Aylin surgiu. A Rubi ficou meio desconfortável, mas disse que ia pensar e que, se rolasse, queria que fosse algo natural. As coisas escalaram rápido. A Aylin me mandou um print onde a Rubi escrevia que elas deviam ficar juntas. A Aylin perguntou se o namorado dela podia participar, mas a Rubi respondeu que melhor só as duas, que queria ela só pra ela. A partir daí, a Rubi começou a mandar nudes pra Aylin, e a Aylin me passava tudo. Curiosamente, a Rubi nunca falava nada comigo; só deixava as coisas rolarem. Mais cedo do que tarde, eu me peguei batendo uma enquanto escrevia perguntas bem putas pra Aylin: — Quem é sua putinha? — Sua namorada — ela respondia. Outra pergunta saiu da minha imaginação: — E se você lamber ela melhor do que eu? O que ia acontecer? O que você faria se ela disser que você lambe melhor do que eu, o namorado dela? Ela respondeu sem pensar: — Juro que vou fazer ela gozar gostoso, só pra você ver. A Aylin me prometeu que ia contar e mostrar tudo como ela comia a minha namorada. Eu, desesperado pra que acontecesse, me ofereci pra comprar lingerie sexy e pagar o motel pra rolar o mais rápido possível.
Tudo começou lá por 2021. Eu tinha 18 anos e tava há quase um ano namorando a Rubi, uma mina mexicana da minha idade. A Rubi é uma gostosa: cabelo liso com franja, traços bem indígenas, baixinha (uns 1,50 m), quadril largo, uma bunda grande e redonda que me deixava louco, e uns peitos médios, quase pequenos. Naquela época, ela me confessou que era bi. Me contou que tinha uma amiga com quem "brincava" de se beijar e de flertar. Essa amiga era a Aylin: também baixinha, mas magrinha, peito pequeno, quadril pouco marcado e uma bunda pequena. Diferente da Rubi, a Aylin era branca e muito bonita. Quando a Rubi me contou, eu falei na maior cara de pau que não tinha problema, que a gente podia ter um trisal se ela quisesse. O que ela não sabia é que eu já tinha contado tudo pra Aylin.
Acontece que a Aylin também era bi e, antes disso, já tinha me confessado que gostava da Rubi. Então eu e a Aylin começamos a planejar como fazer as duas transarem e ela me mandar provas de tudo. Aos poucos, a Aylin começou a me enviar prints das conversas delas. No começo eram coisas inocentes: "te beijaria", uns flertes leves… Até que um dia ela me mandou um print onde a Rubi tinha enviado um vídeo rebolando uma música de um jeito bem safado.
A Aylin ficou com tesão, e eu também. Mais tarde, a Rubi me mandou outro vídeo, mas não era o mesmo. Eu percebi porque a Aylin tinha gravado a tela pra não perder nenhum detalhe da raba da Rubi quicando. Essa prática virou rotina. Um tempo depois, conversando com a Rubi, falei que se ela quisesse transar com outra mina, pra mim não tinha problema. Foi aí que o nome da Aylin surgiu. A Rubi ficou meio desconfortável, mas disse que ia pensar e que, se rolasse, queria que fosse algo natural. As coisas escalaram rápido. A Aylin me mandou um print onde a Rubi escrevia que elas deviam ficar juntas. A Aylin perguntou se o namorado dela podia participar, mas a Rubi respondeu que melhor só as duas, que queria ela só pra ela. A partir daí, a Rubi começou a mandar nudes pra Aylin, e a Aylin me passava tudo. Curiosamente, a Rubi nunca falava nada comigo; só deixava as coisas rolarem. Mais cedo do que tarde, eu me peguei batendo uma enquanto escrevia perguntas bem putas pra Aylin: — Quem é sua putinha? — Sua namorada — ela respondia. Outra pergunta saiu da minha imaginação: — E se você lamber ela melhor do que eu? O que ia acontecer? O que você faria se ela disser que você lambe melhor do que eu, o namorado dela? Ela respondeu sem pensar: — Juro que vou fazer ela gozar gostoso, só pra você ver. A Aylin me prometeu que ia contar e mostrar tudo como ela comia a minha namorada. Eu, desesperado pra que acontecesse, me ofereci pra comprar lingerie sexy e pagar o motel pra rolar o mais rápido possível.
1 comentários - Confissão anônima: minha amiga rouba minha namorada