descansando totalmente empalada no cu dela. Alvarado viu ela reta na cara, Cielo Riveros, tinha cabelo espalhado no rosto que tinha se soltado da cara.
... a bunda de cavalo dela enquanto chupava o pau dele, os lábios dela se abriam sensualmente quando puxava o ar, os olhos fechados mostravam concentração no vibrador que tinha enfiado no cu, ela se mexia devagar ao mesmo tempo que os lábios da boca, Alvarado imaginou que era assim que as sereias deviam mexer os lábios quando encantavam os marinheiros, as mãozinhas da Cielo Riveros foram colocadas suavemente nos ombros da professora dela, os quadris deslizaram pra cima e depois baixaram, Cielo Riveros, quando Alvarado fez isso, não conseguiu evitar gemer, se sentiu no paraíso acompanhado daquela pequena deusa do sexo. Cielo Riveros começou uma dança sexual, abriu os olhos quando se acostumou com a grossura e se moveu com mais força, o olhar felino dela enlouqueceu o dono, a boca meio aberta mostrava o prazer que sentia, talvez fosse mais dor que prazer, o que alguns não entendem é que quando uma mulher se entrega pro homem, a dor não importa, o prazer tá nisso, em ver como o homem curte mesmo que cause dor e é essa sensação que leva eles pro céu. Alvarado sabia que o tempo era curto, não ia durar horas, tinham que voltar pras aulas, na verdade já tinha tocado o sinal que marcava o início do intervalo, sabia que o intervalo só durava 25 minutos e depois tocaria de novo e Cielo Riveros teria que voltar pras aulas, tinha perdido a noção do tempo, não lembrava quanto tempo tinha levado, 10 ou 20 minutos, isso fez ele acelerar pra chegar no clímax, Cielo Riveros, papai montou quem... ao ver como o homem curte mesmo que cause dor e é essa sensação que leva ele pro céu. Alvarado sabia que o tempo era curto, não ia durar horas, tinham que voltar pras aulas, na verdade já tinha tocado o sinal que marcava o início do intervalo, sabia que o intervalo só durava 25 minutos e depois tocaria de novo e Cielo Riveros teria que voltar pras aulas, tinha perdido a noção do tempo, não lembrava quanto tempo tinha levado, 10 ou 20 minutos, isso fez ele acelerar. Pra chegar no clímax dela, Cielo Riveros, o pai montou nela... vendo como ela curtia o macho, mesmo que causasse dor, e era essa sensação que levava ele ao céu. Alvarado sabia que o tempo era curto, não durava horas, eles tinham que voltar pra aula, aliás, a campainha que marcava o início do recreio já tinha tocado, ele sabia que o recreio só durava 25 minutos e depois tocava de novo, e Cielo Riveros teria que voltar pra aula, tinha perdido a noção do tempo, não lembrava quanto tempo tinha levado, 10 ou 20 minutos, isso fez ele acelerar pra chegar no clímax dela, Cielo Riveros, o pai montou nela... de fato a campainha que marcava o início do recreio já tinha tocado, ele sabia que o recreio só durava 25 minutos e depois tocava de novo, e Cielo Riveros teria que voltar pra aula, tinha perdido a noção do tempo, não lembrava quanto tempo tinha levado, 10 ou 20 minutos, isso fez ele acelerar pra levar ela ao clímax, Cielo Riveros, o pai montou nela... de fato a campainha que marcava o início do recreio já tinha tocado, ele sabia que o recreio só durava 25 minutos e depois tocava de novo, e Cielo Riveros teria que voltar pra aula, tinha perdido a noção do tempo, não lembrava quanto tempo tinha levado, 10 ou 20 minutos, isso fez ele acelerar pra levar ela ao clímax, Cielo Riveros, o pai montou nela...
... gostosa, gosto muito de você, te quero pra mim todos os dias, ser sua garota S Dianita, meu amor, te quero todos os dias Pap... pap... pap... já... já... já... Cielo Riveros terminou gritando, louca quase gritou quando sentiu seu pequeno mas gostoso orgasmo, Alvarado acelerou suas estocadas no cu da garota e se esvaziou mordendo os lábios, fez isso porque senão gritaria de prazer e alguém poderia ouvi-los, Cielo Riveros, por sua vez, se apoiou no ombro dele e ali reprimiu seus gemidos. Ambos ficaram parados, ela em cima dele e ele ainda com o pau dentro, só respirando, recuperando o fôlego e a sanidade, Cielo Riveros, foi quem se separou dele, olhou nos olhos dele, foi o momento em que a consciência quebra o instinto carnal e você analisa o que fez, eles não falaram, só se olharam ainda penetrados, foi ele quem falou – Você é uma garota linda Cielo Riveros, – Não, me chama de Diana – Hahaha sim, tá bem, gostei da brincadeira, mas acabou, agora você é Cielo Riveros, obrigado pela fantasia – Podemos repetir quando quiser professor – Obrigado, você é muito gostosa, mas não pense que não pensei em você, é só que gostei da brincadeira, isso faz com que eu goste ainda mais de você – E o que vai acontecer com meu "tio"? Cielo Riveros, perguntou muito preocupada, ela ainda foi fiel a mim, se gostava da bengala do dono mas o coração me pertencia Nada, chegamos a um acordo, seremos sócios em alguns negócios, Então você não está bravo com ele nem comigo? O olhar dela era de preocupação Gentilmente, talvez com ele um pouquinho e vai passar, mas com você...
... Ainda enfiada, ela se aproximou para beijá-lo, fez isso com a paixão mais profunda que conseguiu, em parte por gratidão por ele não guardar rancor de nenhum dos dois. Parou de beijá-lo e, lentamente, tirou o monstro da pica do mestre e desceu dele, inclinou-se para limpá-lo com a boca sob o olhar surpreso e emocionado dele. Era algo com que ele só tinha fantasiado nas próprias punhetas, e agora tinha uma garota extremamente gostosa e sensual limpando a pica dele depois de ter fodido o cu dela. Terminada a higiene, Cielo Riveros se levantou, limpando os lábios sem parar de sorrir para o mestre, pegou as calças dele e vestiu. Ela estava linda pulando na frente dele para arrumar a calcinha. Quando terminou, hesitou em beijá-lo de novo, pensando que ele poderia ficar enojado por beijá-la depois de ela ter chupado o pau sujo dele. Alvarado percebeu e a puxou para perto, enfiando a língua o mais fundo que pôde. Eles se fundiram de novo naquele beijo proibido, se separaram ao ouvir o sinal de volta às aulas. Ela rapidamente arrumou o cabelo, deixando-o...
... Bunda de cavalo impecável, ela fez um ventinho com as mãos no rosto e andou pelo escritório para disfarçar a cor da cara. Alvarado, todo bobo, viu aquilo e não conseguia acreditar que uma garota tão nova pensasse em tudo. Quando Cielo Riveros sentiu que já estava pronta, disse: ‐ Valeu por tudo, mestre. Espero que você me visite em casa e lá a gente possa brincar de novo. ‐ Claro, gostosa, assim será. ‐ A Pao também vai ficar felizona de você ir embora. Da última vez, ela achou que ia ganhar alguma coisa também e ficou bem decepcionada por você só ter tocado nela. O pau de Alvarado pulou dentro da calça só de imaginar foder a Pao, mas principalmente como Cielo Riveros chamava aquilo de "brincar". Pra ela, era só uma brincadeira, mas pra ele representava o prazer mais proibido e mais gostoso do mundo.
Eles se despediram com um selinho e ela saiu do escritório, mas não sem antes dar um sorriso safado e mandar um beijo com a mão. Alvarado sorriu de volta e, assim que a garota foi embora, ele ficou pensativo sobre tudo que tinha rolado, porque agora tinha escapado da extorsão e teria muito no que refletir.
Cielo Riveros estava em casa, deitado olhando pro teto. Viu como a tinta estava descascando, não pintava aquilo nem uma vez desde que se mudou pra essa casa velha. Não era dele, era alugada. Olhou o quanto estava largada, não ligava pra higiene nem pra cuidado, vivia sozinho mesmo, então não tinha que dar satisfação pra ninguém.
Tava nessa quando ouviu um "toc toc" na porta. Olhou o relógio e, quando soube quem tava batendo, respirou fundo e se levantou. Andou devagar, chegou na porta e, quando abriu, viu o limpo e bem vestido Alvarado. Ele segurava a maleta de couro com as duas mãos na frente do corpo, numa postura de descanso.
— Você é pontual.
— Sempre posso passar?
— Sim, claro.
Alvarado entrou e sentiu nojo do abandono da casa: pratos sujos na mesa enfeitavam a sala, e a louça imunda na pia dava o aroma perfeito ao lugar — pura pestilência.
— Desculpa pela bagunça, não costumo receber visitas.
— "Não se preocupe." Ele colocou a maleta elegante sobre a mesa e a abriu. "Bom, aqui está o que viemos buscar."
Pegou um DVD e o entregou a Cielo Riveros. Ela olhou para ele e depois devolveu o olhar a Alvarado.
— E isso?
— É a gravação que fiz de você no escritório. Pode conferir, se quiser.
— Não, confio em você.
Alvarado foi até o quarto e voltou com dois discos idênticos, sem marca.
— Acho que isso é seu. São as gravações que fiz de você quando...
Não conseguiu terminar. Alvarado os pegou e, num instante, os dobrou, destruindo-os permanentemente.
— Bom, acho que agora não tem mais segredos nem chantagens, certo?
— Concordo.
— Quero ver o material que você tem.
— Se a gente for pro meu quarto...
Alvarado o encarou com desconfiança.
— Relaxa, não vai ter mais nenhum truque. É só que lá é onde está meu equipamento de vídeo.
Os dois entraram no quarto, igualmente bagunçado. Cielo Riveros ofereceu um assento a Alvarado, sentou-se na frente de um computador de última geração, inseriu um pendrive e abriu uma pasta oculta. Digitou uma senha, e uma lista de arquivos MP4 apareceu.
— Pode ir em frente. Isso é tudo que tenho.
Tinha uma boa quantidade de vídeos, todos organizados por data de criação. Alvarado abriu o primeiro da lista, enquanto Cielo Riveros se sentava na cama pra assistir. No vídeo, apareciam as primeiras gravações das meninas, enquanto ele as convencia a fazer o que queria, já que as tratava como cachorrinhos. Alvarado viu todos os vídeos, obviamente adiantou e parou nas partes que considerava importantes. Sentiu um pouco de náusea quando ele destruiu a Pao, mas, assim como Cielo Riveros pensou, aquilo venderia muito. Gente pervertida adora esse tipo de coisa.
— Bom, acho que você tem material bom. Tem algum pendrive extra?
— Pra quê?
— Preciso de uma cópia desse, desse, desses dois e desse aqui.
Ele marcou os vídeos que ia pegar pra promover. Cielo Riveros concordou e, da gaveta, tirou um pendrive, gravou os vídeos e entregou.
— Tomara que tudo dê certo — disse o pobre Cielo Riveros, suspirando resignado.
— Vai dar sim.
— Olha, além do negócio, quero outra reunião com a Cielo Riveros e outra com a Pao.
Cielo Riveros sorriu maliciosamente.
— Sem problema nenhum. Elas vão fazer o que eu mandar. Quando você quer?
— Amanhã.
— Vamos te esperar lá.
Alvarado saiu da casa suja, deixando Cielo Riveros com um sorriso no rosto. Por algum motivo, a visita o tinha acalmado.
? Ahhhhhh
Os gemidos de Cielo Riveros foram silenciados por ela mesma quando apertou os lábios e os mordeu, fez isso porque não queria gemer alto, de novo estava montada na piroca dura e grande do seu dono, se movia pra cima e pra baixo e de frente pra trás, queria dar prazer pra ele, que fosse a melhor foda da vida dele, mesmo que isso não diminuísse o prazer que ela mesma sentia.
Na verdade, naquele momento, quando a buceta dela secretava mais sucos do orgasmo forte que sentia, a consciência dela se sentia culpada ao mesmo tempo, porque ela tava realmente gostando, aliás mais do que com Cielo Riveros, o pseudopai dela; Cielo Riveros tinha ensinado ela a sentir prazer, a se soltar, a ter sexo pesado e curtir, e olha se ela não tava curtindo naquele momento, até tinha colaborado na perversão da irmãzinha inocente dela, mas agora ela comparava, já tinha feito com outra pessoa, sentia o peito firme do dono dela, o cabelo limpo e bem arrumado, o cheiro de sabonete fino na pele dele, o hálito da boca que era muito melhor que o de Cielo Riveros, as mãos mais fortes apertando ela com mais intensidade que o mentor e sem falar que a piroca, que era muito mais grossa e comprida, alcançava onde a outra não tinha alcançado.
Ela fechou os olhos e continuou se movendo.
A comparação era inevitável, assim como o fato de reconhecer que o mestre dela era melhor transando que a mentora, se sentir melhor dava remorso, afinal, ela não era uma garota má, só meio tarada e cooperativa.
Alvarado sentado na poltrona luxuosa dele segurou ela pelas nádegas e rapidamente moveu a parte de cima do quadril, tinham estado só 25 minutos, o intervalo escolar era de 30 minutos, então não demorou muito pra campainha tocar e eles terem que se soltar e voltar pras atividades.
? O professor não vai meter no meu cu?
Cielo Riveros perguntou, entre gemidos, ficou em silêncio, sentindo prazer e muita sacanagem pelo que a aluna inocente dele pediu.
? Papai, eu pelo cu, Vamos? Sim, filha da mãe, vou destruir essa sua buceta. Sim.
Alvarado se levantou com a garota enfiada, afastou as pernas dela e girou sem problema, colocando ela com o peito apoiado na escrivaninha. Inclinou-se, cuspiu no cu da garota e, com luxúria, pegou seu pau que gotejava líquido pré-seminal, colocou a cabeça na entrada e, Céu Riveros, apertou os olhinhos e se virou como pôde pra ver ele.
— Papai, seu pau é enorme, seja carinhoso com sua bebê.
Alvarado ouviu na sua névoa o contrário: "ficou com sua bebê". Empurrou sem piedade seu pau que se perdeu dentro da garota, entrando pela metade. A pequena Céu Riveros abriu os olhos como pires e depois os fechou apertando, abriu a boca o máximo que pôde, mas não gritou, sabia que não devia.
Alvarado tirou um pouco o pau, cuspiu de novo perto do buraco traseiro da garota e meteu o pau de volta. Céu Riveros gemeu entre dor e prazer. Ele segurou ela pelos quadris e começou a enfiar e tirar o pau da garota. Céu Riveros só gemeu baixinho, ela mesma colocou a mãozinha na fenda e com o dedo mindinho estimulou o clitóris, que a relaxou. Alvarado percebeu e aproveitou pra aumentar as estocadas dentro da garota. Os dois gemeram baixo, a escrivaninha fazia barulho de movimento, mas ele era muito cuidadoso pra não ranger nem fazer muito barulho que pudesse levantar suspeitas de quem estava fora do escritório. Alvarado suava um pouco na testa. Naquela posição, o esforço era maior pra ele. Observou com admiração como aquela buceta engolia o pau todo sem problemas. Tirou ele por completo, viu os sucos brilhantes e como o cu estava invertido quando meteu o pau de novo.
— Filha, você é divina, te amo.
? Sim, papai, sou sua filha, adoro quando você me abraça forte, me dá mais, fica mais forte se... se for assim, mais, mais, mais...
Alvarado ficou louco imaginando que estava fodendo o cu da filha, acelerou como um possesso, deslocando o rosto dela, fazendo Cielo Riveros gemer mais alto sem conseguir evitar, porque os empurrões que ele dava assustariam qualquer adulto, ele mexia o corpo todo tentando enfiar mais o pau naquele cu, já era algo fora de controle tanto nos gemidos quanto nos movimentos. Os colhões de Alvarado avisaram que a porra ia jorrar a qualquer momento, e foi o que aconteceu, o sêmen disparou para o reto do moleque, indo além, até o próprio reto sigmoide.
? Mmmh
? Ahhh
Os dois gemeram, Alvarado mordeu o dedo indicador direito para não gemer tão alto e com a mão esquerda empurrou Cielo Riveros com força, fez a mesa tremer, e quando ela ficou esmagada, não conseguiu evitar gemer mais no orgasmo enlouquecedor que sentiu, a mão dele também fez o trabalho dela na virilha.
? Papai... Papai
Só conseguia exclamar baixinho, de olhos fechados, com o orgasmo da vida dela, se é que era o orgasmo da vida dela ou tinha sido da outra vez? Ela já estava confusa, com o professor sentia orgasmos cada vez mais fortes.
Os dois continuaram na mesma posição, Alvarado parou de pressionar Cielo Riveros, que respirava melhor, mas continuou com o pau enfiado bem fundo nela, até que a campainha tocou como se anunciasse o fim da luta. O professor pervertido tirou o pinto do cu da garota, enquanto Cielo Riveros fazia o mesmo, gemeu de novo, caiu na cadeira e a exausta Cielo Riveros se levantou como pôde, sabendo que tinha pouco tempo, enfiou a cabeça na virilha do professor, chupando o pau dele, limpando qualquer sujeira. Ele acariciou o cabelo loiro da aluna enquanto ela chupava o pau dele como um bezerrinho, quando sentiu que tinha limpado tudo, ela se levantou e sentou de pernas abertas em cima do professor.
? Gostou, papai?
— Muito, você é linda e divina, vou te visitar hoje à tarde.
— É? Sério?
— Sim, meu amor.
— Pao vai ficar encantada que você vá, ela é mais novinha, não bate tão forte no começo, deixa ela se acostumar primeiro, depois você mete forte, tá?
Alvarado concordou, sentiu ternura enquanto ela tentava proteger, do jeito dela, a irmã mais nova, recomendando como ele devia fazer, primeiro devagar e depois com força, não conseguiu evitar sentir amor por ela e o beijo de língua solta, ela o abraçou carinhosamente pelo pescoço e inclinou a cabeça pra ele beijar melhor.
— Bom, meu amor, levanta e coloca a calcinha.
— Sim, pai ou professor? Perguntou como se quisesse saber se devia sair do personagem.
— Professor.
Alvarado respondeu com o sorriso mais gentil que conseguiu, viu a porra que tinha ficado no cu dela escorrendo pelas pernas, deu um papel pra ela e Cielo Riveros se secou sem vergonha na frente dele, se levantou, ajustou a calça e depois abaixou a saia, alisando com as mãos. Já se despedindo, se inclinou, colocou o pau de Alvarado, que nem tinha guardado ainda, na boca, deu três mamadas rápidas e tirou.
— Queria me despedir dele.
— Disse com cara de inocente e meiga.
— Não se despeça, você vai ver ele hoje à tarde.
— Sim!
Quase pulou de empolgação, respirou fundo, arrumou o cabelo e esperou o professor guardar o pau dele dentro da calça. Quando ele fez isso, ela levou o dedo indicador à boca em sinal de silêncio, o professor fez o mesmo e eles sorriram cúmplices. Ela saiu, olhou pra todo lado pra ver se alguém estava vendo, e quando foi embora, fechou a porta deixando Alvarado babando de tesão, porque à tarde ele ia aproveitar essas meninas deliciosas.
À tarde, Pao e Cielo Riveros estavam no transporte conversando entre si, falavam animadas sobre a visita, obviamente não usavam palavras diretas sobre quem seria, falavam do professor se referindo a ele como "tio" e a Cielo Riveros como "pai", chamavam sexo de "brincar" e/ou "estudar" dependendo da frase, fizeram isso por precaução pra ninguém entender. Ouviram, sabiam que não deviam falar nada sobre aquilo. A Pao já tinha gostado que a gente se ama, era preciso ameaçar ela com o monstro.
Entraram em casa e correram pro banheiro pra lavar a buceta e o cu, queriam estar limpas pras visitas, já não estavam de calcinha. A Pao foi buscar água, tava com sede, e a Cielo Riveros comeu meia maçã. Já sabia por experiência que se quisesse ser fodida no cu sem "riscos", tinha que comer leve, algo que a Pao ainda não entendia — ela comia bem, por isso o Cielo Riveros, o pai adotivo dela, fazia ela cagar fácil.
Sentaram na sala e ligaram a televisão, viam sem prestar atenção, os sentidos delas estavam atentos na porta ou na campainha. Nesse momento, ouviram a campainha. A Pao correu tão rápido que a saia voou, mostrando as bundinhas dela. Quando abriu, tava com medo. Tinha um homem de terno, com uma bíblia na mão.
— Oi, pequena, sua mãe tá aí?
— "Não", respondeu ela, inocente.
— Cê tá sozinha?
— Não, minha irmã mais velha tá comigo. Cielo Riveros! Tem alguém na porta!
Cielo Riveros, que já estava desabotoando a saia pra esperar as visitas, ao perceber que não era como esperava, rapidamente ajustou a saia e foi até a porta. Viu um homem de uns 45 anos, bem vestido, com um blazer azul-marinho perfeitamente passado, camisa branca com uma gravata vermelha chamativa, sapatos impecavelmente engraxados e um cheiro masculino limpo. As pupilas de Cielo Riveros se dilataram com a visão; por algum motivo, sentiu borboletas no estômago.
— Olá — cumprimentou sem rodeios.
— Oi, pequena. Tava perguntando pra sua irmã mais nova se sua mãe tá aí.
— Não, não tá.
— Bom, eu tava falando sobre a palavra de Deus, o testemunho da Bíblia, mas vejo que não tem adulto aqui. Olha, dá esse folheto pra ela e pede pra ler, por favor.
O cara entregou na mãozinha de Cielo Riveros, que o viu se despedir e virar pra ir embora. Ele já tava a três passos da rua quando Cielo Riveros, sem saber por quê, o chamou:
— Moço! Moço! Desculpa — ele se virou, confuso. — Minha mãe não tá aqui agora, mas vai estar amanhã.
Pao se virou pra olhar pra ele, confusa, franzindo a testa. Ela ia falar, mas um cotovelo discreto de Cielo Riveros a calou.
— Ela vai estar aqui amanhã e acho que vai se interessar em falar com você. Ela gosta muito de conversar sobre a Bíblia.
— Bom, normalmente a gente não volta pro mesmo bairro, sempre vamos pro próximo...
— Por favor, ela ia adorar ouvir — interrompeu Cielo Riveros, vivaz.
— Tá bem, acho que vou abrir uma exceção. Que horas ela vai estar aqui?
— Às 3. Vou falar pra ela que você vem, pra poder te receber.
— Certo, fala pra sua mãe que eu venho amanhã. Tchau.
— Tchau.
O homem foi embora pra casa ao lado. Pao, quando viu que ele tava longe, perguntou a Cielo Riveros, recriminando:
— Por que você mentiu? Mamãe não vai voltar até as 8, e além disso, a professora e o papai podem aparecer.
— Sei o que tô fazendo. Quero confirmar uma coisa. Eles vão vir hoje, mas não vamos contar nada disso. E você vai comigo.
— Mas...
— Você vai.
A voz de Cielo Riveros Foi autoridade pra Pao, que não concordou com ela, fecharam a porta e voltaram pras suas atividades.
Passaram uns 20 minutos quando a campainha tocou de novo, Pao correu que nem um raio pra abrir a porta e gritou da soleira:
— Céus, Riveros, a professora chegou!
Alvarado sorriu com a empolgação da menina, levou um dedo aos lábios pedindo silêncio, Pao tapou a boca ao perceber que o Profe tinha falado e falado bem alto.
— "Entra, professor", disse Pao num tom mais baixo.
— Ei, e a Cielo Riveros?
— Tá na cozinha, com sede
— Beleza, como cê tá?
— Tô bem, te esperando. Cielo Riveros, já te contei tudo e tô super animado pra gente brincar junto
Alvarado sorriu sozinho. Cielo Riveros era muito aberta com a irmã mais nova, ele precisava controlar a informação, tinha que falar sério com Cielo Riveros sobre isso. Mas naquele momento, o pau dele pedia um buraquinho de novinha pra meter, e era exatamente isso que ele tava fazendo quando Cielo Riveros saiu da cozinha bebendo água num copo. Alvarado admirou como a menina tava gostosa, andando devagar, cabelo solto, blusa meio aberta, saia escolar desabotoada, descalça e sem meias, os lábios grossos beijando a borda do copo e, quando tirava, o brilho da água ficava. Era uma pequena amazona chamando pro pecado. De novo, um relincho subiu dentro dele, o pau pulou.
— Oi, professor, que bom que cê veio, achamos que não vinha
— Atrasei por causa de um assunto, mas já tô aqui. Vejo que já contou pra Pao
— Sim, não tem segredo entre nós. Na real, ela já sabe o que cê vem buscar e tá mais que feliz
— É? — Alvarado perguntou retórico, olhando pra Pao
— É! — respondeu a mais nova das irmãs
— Pao, sobe pro teu quarto e espera a professora lá
— Sim — Pao saiu correndo obedecendo a irmã mais nova. Quando ela sumiu na escada, Cielo Riveros se aproximou do professor
— Professor, lembra, Pao é mais nova, vai devagar, deixa ela se acostumar e depois...
Ela não terminou a frase. Alvarado puxou e beijou ela à vontade. Cielo Riveros, divertida, correspondeu ao beijo pendurada no pescoço dele. A menina acariciou o volume do adulto por cima da calça, com a mãozinha localizou o pau do professor e bateu uma por cima. Alvarado gemeu com os carinhos dela, abaixou o zíper e Cielo Riveros colocou a mãozinha pra pegar a carne grossa, puxou pra fora e bateu uma mais à vontade.
— Quer que eu chupe um pouco antes de subir com a Pao?
Ela não recebeu resposta, pelo menos não verbal. Alvarado agarrou ela pela nuca e empurrou pra dentro do pau dele, deu uma meia batida na boquinha da Cielo Riveros, que fechou os olhos e chupou com devoção; dizer que ela o excitou com o boquete seria exagero, porque o Alvarado desde o momento em que viu ela sair da cozinha já tinha uma ereção natural e firme, não deu pra evitar de curtir ela, era verdade que hoje ele ia curtir a Pao, mas a Cielo Riveros era tão gostosa que dava pra passar a tarde toda com ela, isso lembrou ele do que viria naquele dia, separou ela devagar e levantou segurando pelos ombros, viu a baba escorrendo dos cantinhos da boca dela, Cielo Riveros, ela não limpou, deixou ele ver a baba escorrendo, ela sorriu pra ele e ele retribuiu com um beijo terno e paternal na testa, ele deixou ela de lado e foi andando em direção às escadas balançando o pau duro, lá em cima tinha outra mina esperando ele.
Eram quase 5 da tarde quando tocaram a campainha. Cielo Riveros estava na sala vendo TV e curtindo um punhado de morangos frescos. Ela se levantou, ajustou a roupa e olhou pela janela, sorrindo ao ver quem era. Foi até a porta e abriu. Lá estava ele, banhado e penteado, algo estranho — normalmente ele chegava todo desgrenhado e com bafo. Talvez o fato de agora ter dois homens na jogada o fizesse se arrumar mais.
— Oi, Cielo Riveros, o Alvarado chegou?
— Sim.
— Cadê ele?
— Lá em cima, segurando a Pao — já de dentro da casa dava pra ouvir os gemidos da garota, sons que vinham do quarto dela.
— É o que eu tô pensando?
— Sim, ele tá metendo bem fundo no cu dela — Cielo Riveros fez um gesto obsceno de foda com as duas mãos. — Falei pra ele ir devagar porque ela é novinha, mas parece que ela não tá nem aí agora. A Pao não para de gritar faz um tempão.
— E você?
— Tava com fome e entediada, vi TV e comi uns morangos.
Enquanto dizia isso, sentada no sofá em frente à TV, Cielo Riveros colocou um morango na boca, passou a língua na ponta e deu uma mordidinha. O pau do pai dela pulou na hora.
— Bom, já cheguei pra acabar com seu tédio.
Ele a pegou no colo e virou ela de joelhos, apoiando os braços no encosto do sofá. Cielo Riveros sorriu, divertida, balançando a cabeça com a pressa do pai.
— Pai, me molha um pouco primeiro, vai.
— Não, sua putinha, tô muito tarado. Você vai se molhar enquanto eu te como.
Cielo Riveros, sorri de novo diante do egoísmo do pai dela e cuspiu na mão dele, levando a saliva até a fenda dela. Assim que passou, o pau do pai dela apareceu e penetrou até a metade. Cielo Riveros franziu a testa e apertou as costas dele com as mãozinhas, começou a rebolada. Cielo Riveros balançou de um lado pro outro e Cielo Riveros bombava; ele agarrou a cintura dela e meteu sem piedade. Cielo Riveros começou a sentir prazer de novo, ela virou pra olhar pra ele, viu o rosto distorcido dele, aquele rosto que ela adorava provocar nele, abriu a boca e começou a gemer, franziu a testa. Cielo Riveros puxou ela e enfiou a língua na boca dela, tudo isso sem parar de bombar a garota que recebia feliz.
— Papai, e se a gente subir?
— O quarto tá ocupado.
— E isso te intimida?
O olhar de Cielo Riveros era de uma diabinha, desafiou o "papai" dela a subir pro mesmo quarto onde o professor estava com a pequena Pao de forma selvagem, isso já era demais. Cielo Riveros sabia como Alvarado era bem dotado e não só isso, o corpo atlético dele ofuscava completamente o corpo gordinho que o adornava, mas viu Cielo Riveros sorrindo safada, desafiando ele e forçando ele a aceitar, não podia se sentir intimidado por outra pessoa.
Suga o pau dele e, pegando na mão dela, levou-a pro quarto. Enquanto subiam as escadas, os gritos da Pao ficavam mais intensos. Cielo Riveros abriu a porta, entraram e viram como o Alvarado tinha os pés da Pao apoiados nos ombros dele e as mãos dele nas coxas dela. Ela parecia tão pequena, tão frágil do lado dele. O Alvarado tinha um corpo atlético, todo suado.
A Pao tava de costas na cama, pela posição parecia uma rãzinha. Os bracinhos dela ora seguravam os antebraços do Alvarado, ora o travesseiro perto da cabeça dela. O rosto dela tava todo franzido, não dava pra saber se era prazer ou dor que ela sentia, mas ela não mandou ele parar nem pediu pra ele tirar. Ela só se deixou fazer.
Cielo Riveros se aproximou e se deitou na outra cama. Sem tirar os olhos da cena, ela subiu de quatro e abriu as pernas. O pau médio dela desapareceu dentro da fenda molhada e infantil. Cielo Riveros não viu, só ficou observando fascinada como fodia selvagemente a bunda da irmã mais nova.
Cielo Riveros bombou umas 10 vezes na fenda infantil e, fazendo igual o Alvarado, colocou os tornozelos dela nos ombros e guiou o pau dele pro cu do pequeno Cielo Riveros. Pela primeira vez desde que entraram, ele virou pra olhar o pseudo-pai comedor. Ela sorriu pra ele com aquele sorriso que convidava a meter forte, e ele não precisou de súplica: enfiou no cu dilatado da menina, fazendo ela gemer alto.
O coro de gemidos encheu o quarto. Os dois adultos batiam nas respectivas garotas, e era tão sincronizado que parecia que tinham ensaiado por semanas. As meninas gemiam quase em uníssono. Quem não visse a cena ia pensar que era uma só garota gemendo numa banheira de metal, fazendo eco. O Alvarado virou pra olhar a Cielo Riveros, os olhos se encontraram e os dois sorriram cúmplices. Cielo Riveros viu aquilo e acelerou, dando a entender que era ele quem mandava. batia e a quem ela devia sorrir, Cielo Riveros, virou-se para vê-lo, compreendê-lo e lhe deu um sorriso também, isso o acalmou e da sua posição também viu Pao já toda suada, cansada pelo tremendo esforço, a buceta dela estava inchada depois de ter sido massacrada pelo pauzão do Alvarado, o cu dela ficava invertido quando ele metia e invertido quando tirava, isso significava que ela não tinha lubrificação suficiente e naquele momento era mais dor do que prazer.
Dá uma pena um pouco do pequeno.
— Ei, irmão, que tal a gente trocar?
Alvarado, sem nem parar pra olhar pro pequeno Cielo Riveros, só concordou. A enorme buceta dele saiu entre suspiros do pequeno Pao, o pau dele gotejando líquido do meato e, balançando pra cima e pra baixo, se aproximou de Cielo Riveros, se afastou e foi com o pequeno Pao, enfiou o pau na boca dele pra ele chupar um pouco; enquanto isso, Alvarado já tava entre as pernas de Cielo Riveros. Ele não meteu, caiu em cima dela beijando, enfiando a língua na boca dela. Cielo Riveros recebeu ele de olhos fechados, abraçando, as línguas se enrolando e os rostos se movendo sincronizados, pareciam dois namorados apaixonados.
Cielo Riveros desceu as mãos, pegou o pau de Alvarado, passou pela fenda dela molhando a ponta e depois guiou até o cu dela, encaixou e empurrou. O quadril da professora fez o resto, e o pau enorme afundou até a metade. O suspiro da garota chegou aos ouvidos do pai, que naquele momento soube que ela já não era mais dele. No pouco tempo que passou com Alvarado, bastou pra ela amar e desejar ele mais do que ao pai.
Pra falar a verdade, ele amava elas, mas pra ele só representavam negócios. Só que isso não tirava o ciúme que sentia ao ver outro homem dando mais prazer pros seus tesouros. Desde o começo, ele pensou em compartilhá-las, prostituí-las, era parte do treinamento que dava: ensinava a dar prazer, a pedir mais pau mesmo doendo, a falar frases tipo "Sou Cielo Riveros, e adoro que os adultos enfiassem o pau nos meus buraquinhos quando eu era criança". Agora, essa preparação tava dando frutos diante dos olhos dele, só que o macho alfa agora não era ele. Ele só tinha esperança de continuar curtindo elas e aproveitando ao máximo. Com essa resignação, colocou o pequeno Pao de quatro e guiou o pau até o cu do menino, que entrou sem problema nenhum, já bem dilatado por Alvarado. Ele bombou o mais forte que pôde, e Pao gemeu agradecendo quem tava fodendo o cu dele.
Alvarado já estava deitado na cama e Cielo Riveros, habilmente montada em cima dele, enfiou sozinha o pau dela na fresta. Eles transaram um tempo se beijando, Alvarado virou pra ver os olhares cruzados, Alvarado virou pra ver o quadril de Cielo Riveros, e voltou pros olhos dela, pareceu entender o convite.
Um cara, a mente dele voou e ele se amaldiçoou por não ter uma câmera gravando, mas lembrou que Alvarado não queria gravar, então, resignado, saiu do cu de Pao, que virou pra olhar pra ele com protesto, e foi até Cielo Riveros, que ainda beijava a professora dela de olhos fechados. Ela abriu os olhos quando sentiu o segundo intruso tentando entrar no cu dela, olhou nos olhos de Alvarado, que acalmou ela com o olhar, os olhares deles não se perderam e a professora viu todo o sofrimento nos olhos da garota quando ele tentou enfiar o pau. Finalmente, ela fechou os olhos quando o segundo intruso conseguiu o objetivo e abriu de novo só pra encontrar a boca da professora e continuar beijando, se aproximou do ouvido dela e disse:
— Cê gosta, pai? Cê gosta de estar nos dois ao mesmo tempo?
— Sim, meu amor, eu gosto, relaxa pra não doer tanto, quando você estiver pronto, acena com a cabeça e a gente vai se mexer que nem selvagens nos seus buracos, hoje vai ser o cu mais selvagem que uma garota pode ter, ouviu? Você vai ser essa garota.
O pau dele e enfiou numa velocidade moderada, igual a professora. Cielo Riveros se concentrava nos esfíncteres dela de olhos fechados, quando achou que tava pronta, abriu os olhinhos azuis, franziu a testa olhando pra professora e acenou duas vezes. Alvarado, de baixo, olhou pra ela e acenou também, sem dizer palavras, os dois aceleraram ao mesmo tempo. Os gritos de Cielo Riveros não demoraram a chegar, a cena foi brutal, como aquela garota foi penetrada ao mesmo tempo pelos dois buracos, não se seguraram, meteram forte, um entrava e depois o outro, os gritos viraram berros, parecia um porquinho correndo de medo. Alvarado segurou o quadril dela pra meter mais forte e os ombros pra se apoiar. Melhor, os olhos de Cielo Riveros soltaram lágrimas, isso só fez Alvarado acelerar mais e sentir que não ficava pra trás; eles apertaram os dentes, suas expressões eram intensas, mas era só o que aparentavam, porque era o maior prazer que já tinham sentido na vida.
Cielo Riveros respirava pesado, seus gemidos eram intensos, ambos pareciam pistões no cu e na buceta dela, respectivamente. Pao, sentada sobre os calcanhares, observava a cena meio assustada, mas sem parar de se tocar na buceta, lembrando quando viram um filme em que dois negros comiam uma garota, embora mais velha que Cielo Riveros. Os negros meteram sem piedade, e os dois perguntaram a Pao se iam fazer algo assim. Agora Pao não sabia se sentia excitação ou medo.
Alvarado foi o primeiro a rugir no orgasmo, não parava de acelerar, e Cielo Riveros também gozou, os dois buracos cheios de porra masculina fértil. Eles bufavam como touros enquanto metiam e saíam de Cielo Riveros; ao sair, relaxavam, ficavam parados, e Cielo Riveros, aos poucos, recuperava o fôlego. Alvarado soltou os quadris dela e pegou seu rosto, beijando-a com carinho.
— Viu? Te falei que eu seria o idiota mais selvagem.
Cielo Riveros sorriu e o beijou na boca, nenhum dos dois tinha tirado o pau dos buracos, virados para Pao.
— Pao, deita de costas, dá pra ver que você tá com fome.
Pao sorriu e se deitou de costas. Alvarado entendeu e, quando viu como ele pegou Cielo Riveros pela barriga e pelo peito, levando-a desacoplada dele, entendeu e sorriu, colocou as mãos na nuca como travesseiro e viu como Cielo Riveros a levou até Pao e sentou na boca dela. Cielo Riveros começou a empurrar, e a porra saiu dos dois buracos enchendo a boca de Pao, que engoliu a porra com avidez.
Eles relaxaram um pouco, e Cielo Riveros desceu pra preparar o lanche pros quatro. Pao, exausta, foi tomar banho.
— Não tem dúvida de que esse é o maior prazer do mundo — afirmou Cielo Riveros.
— Sim, é sim, a verdade é que nunca tinha participado de algo assim, tava perdendo, haja.
— Ei, e como tão os negócios?
— Muito bem, contatei um amigo de um país balcânico e expliquei do que se tratava, ele colocou muitos zeros nas gravações se realmente fossem o que eu disse. Acho que logo vamos ter muita grana.
— Você me contaria os detalhes?
— Não. É melhor que você não saiba, não se preocupa, a gente continua sendo honesto e é assim que vai ser.
Cielo Riveros, lá de baixo, chamou os dois pra comer um lanche. Eles desceram e viram o pequeno Cielo Riveros, só de avental, pelado no resto, servindo o lanche simples. Pao desceu recém-banhada, nua, e viu a cena: os quatro estavam igualmente pelados, só o Cielo Riveros usando o avental. Alvarado já tava de novo no fogo e agarrou ela, beijando na boca. Pao só conseguiu abraçar ele e devolver o beijo, o pau ficou duro e Alvarado colocou ela de costas pra ele e meteu na fenda. Pao fechou os olhos e abriu pra ver todo mundo de pau duro.
? Mestre, primeiro o lanche e depois a sobremesa
Cielo Riveros disse, reclamando com uma mão na cintura, rindo, e ele sentou ela no colo e beijou. Cielo Riveros também correspondeu e o beijou rindo. As duas garotas comeram um lanche com um pau dentro delas, às vezes se mexiam, às vezes comiam. Cielo Riveros era mais carinhosa, ela alimentou na boca Cielo Riveros, que com o pau no cu recebeu as mordidas com gosto.
? O lanche acabou às 6:30, os dois concordaram que era perigoso continuar, então ali mesmo na mesa, se mexeram mais rápido fazendo as garotas gemerem até esvaziar os ovos dentro delas. As quatro sorriram quando o orgasmo passou.
? Pao, cê acha que tá pronta pra fazer o que fizemos com Cielo Riveros? — Perguntou Alvarado acariciando as costas dela.
? "Não sei, tenho medo", disse a pequena Pao mexendo os quadris, tirando as últimas gotas de porra.
? Não se preocupa, a gente te prepara, Cielo Riveros.
? Isso mesmo, parceiro, vamos fazer você gritar igual ou mais que a puta da sua irmã, cê topa, prima?
? Sim — respondeu Cielo Riveros, ainda se divertindo com o pau no cu, achou que era hora de falar e disse — papai.
? Enviar
? Enviar
Os dois responderam ao mesmo tempo e riram quando se ouviram.
? Com quem cê tava falando? — perguntou Cielo Riveros.
? Com vocês, papai, mm cê vai ser papai Cielo Riveros, e você papai Alva — disse Cielo Riveros, renomeando eles pra não confundir com papai — amanhã não vamos estar sozinhos, minha mãe vai chegar cedo, acho que pediu meia folga porque tá “preocupada” da gente ficar sozinho. Vou avisar quando vocês virem pra ela ou minha avó não estarem lá.
? Tá bom
? Ok
Os dois responderam: Pao virou pra olhar ela e ela mandou calar a boca com os olhos.
? Cê avisa a gente, beleza, Alvarado na escola e ele me conta, e aí a gente vai buscar Pao, ela é a próxima.
Os quatro riram, embora Pao ainda estivesse confusa. As garotas se levantaram, foram tomar banho, os dois adultos se trocaram no quarto, e todos na No quarto, trocaram de roupa e tomaram banho, se despediram. Primeiro saiu Alvarado, depois Cielo Riveros.
Cielo Riveros tocou seus buracos recém-profana dos e pensou no dia seguinte com um suspiro.
Alvarado teve um jantar tranquilo. Sua nova esposa não era só gostosa, também era uma cozinheira foda. O tempero dela era único, e não só isso: ela ainda garantia que a comida fosse a mais saudável pra família. Os quatro na mesa jantavam em silêncio, bem vestidos, uma família de classe alta.
Alvarado olhou pra filha Diana, que calmamente levava pedaços de carne à boca. Viu ela saboreando a boa comida na frente dela. Nunca tinha visto a filha de outro jeito, mas desde que chegou aqui — especificamente desde que ela, Cielo Riveros, apareceu — começou a vê-la de forma diferente. Não podia fazer nada com ela, mas a mente já voava em possibilidades que antes não existiam.
— E como vai o teu curso, meu amor?
A pergunta da esposa o tirou do transe. Ele virou pra olhar ela, que esperava atentamente a resposta. O olhar dela era limpo, tranquilo, honesto. Não tinha por que ser diferente: ela tinha uma vida plena e feliz.
— Bom, meu amor, é a coisa mais chata, mas é algo que exigem na escola.
— E vai durar muito tempo?
— Sim, o resto do ano letivo inteiro.
Alvarado tinha mentido pra ter uma desculpa e poder sumir nas tardes, se divertindo com as inocentes irmãzinhas. Lembrando que o pau queria ficar duro, elas o excitavam como nunca na vida. Tentou se acalmar e pensar em outra coisa.
— Pai, vai me ajudar com a tarefa de matemática? — A voz de Diana era de uma menina que acabara de fazer 10 anos.
— Sim, pequena, mas sabe que não vou fazer por você. Só vou explicar como fazer.
— Bom, devia fazer por mim, preciso desse "10".
— Não. Depois do jantar, a gente fica no escritório e revisa, tá bem?
— Sim, tá bem.
— O quê?
— Desculpa, "está bem".
Alvarado era um defensor da língua portuguesa e odiava os modismos, especialmente os errados. Aqueles que incluíam língua estrangeira.
Terminaram de jantar, ele foi pro quarto trocar de roupa, vestiu o pijama e foi pro escritório, onde a filha já esperava de pijama com os livros de matemática abertos. Ela lia atentamente, como se tentasse decifrar os números que via ali, nem percebeu quando o pai entrou. Ele a admirava da porta, o rosto perfeito, o nariz empinado, os grandes olhos verdes, os lábios que prometiam dar os beijos mais sensuais do mundo, e além disso, chupariam o pau do homem mais sortudo do planeta. Sentiu o olhar e se virou pra encará-lo.
— Oi, pai, tá aí há muito tempo?
— Não, pequena, acabei de ver como você é gostosa.
— "Valeu", respondeu com um sorriso inocente, "vem cá, me explica isso, não faço ideia do que o exercício tá pedindo".
Alvarado sentou do lado dela e, como um pai carinhoso, explicava os exercícios. Ela ouvia atenta enquanto olhava pro livro, segurando um lápis com os lábios na borracha, e enquanto Alvarado explicava, viu como ela ficava sensual assim, sua pequenininha. Balançou a cabeça pra afastar as ideias que se formavam dentro dele.
— Pai, posso te perguntar uma coisa?
— Claro, meu amor, sabe que pode, fala aí.
— Hoje na aula falaram sobre menstruação, é verdade que vai sair sangue de onde eu faço xixi?
... a bunda de cavalo dela enquanto chupava o pau dele, os lábios dela se abriam sensualmente quando puxava o ar, os olhos fechados mostravam concentração no vibrador que tinha enfiado no cu, ela se mexia devagar ao mesmo tempo que os lábios da boca, Alvarado imaginou que era assim que as sereias deviam mexer os lábios quando encantavam os marinheiros, as mãozinhas da Cielo Riveros foram colocadas suavemente nos ombros da professora dela, os quadris deslizaram pra cima e depois baixaram, Cielo Riveros, quando Alvarado fez isso, não conseguiu evitar gemer, se sentiu no paraíso acompanhado daquela pequena deusa do sexo. Cielo Riveros começou uma dança sexual, abriu os olhos quando se acostumou com a grossura e se moveu com mais força, o olhar felino dela enlouqueceu o dono, a boca meio aberta mostrava o prazer que sentia, talvez fosse mais dor que prazer, o que alguns não entendem é que quando uma mulher se entrega pro homem, a dor não importa, o prazer tá nisso, em ver como o homem curte mesmo que cause dor e é essa sensação que leva eles pro céu. Alvarado sabia que o tempo era curto, não ia durar horas, tinham que voltar pras aulas, na verdade já tinha tocado o sinal que marcava o início do intervalo, sabia que o intervalo só durava 25 minutos e depois tocaria de novo e Cielo Riveros teria que voltar pras aulas, tinha perdido a noção do tempo, não lembrava quanto tempo tinha levado, 10 ou 20 minutos, isso fez ele acelerar pra chegar no clímax, Cielo Riveros, papai montou quem... ao ver como o homem curte mesmo que cause dor e é essa sensação que leva ele pro céu. Alvarado sabia que o tempo era curto, não ia durar horas, tinham que voltar pras aulas, na verdade já tinha tocado o sinal que marcava o início do intervalo, sabia que o intervalo só durava 25 minutos e depois tocaria de novo e Cielo Riveros teria que voltar pras aulas, tinha perdido a noção do tempo, não lembrava quanto tempo tinha levado, 10 ou 20 minutos, isso fez ele acelerar. Pra chegar no clímax dela, Cielo Riveros, o pai montou nela... vendo como ela curtia o macho, mesmo que causasse dor, e era essa sensação que levava ele ao céu. Alvarado sabia que o tempo era curto, não durava horas, eles tinham que voltar pra aula, aliás, a campainha que marcava o início do recreio já tinha tocado, ele sabia que o recreio só durava 25 minutos e depois tocava de novo, e Cielo Riveros teria que voltar pra aula, tinha perdido a noção do tempo, não lembrava quanto tempo tinha levado, 10 ou 20 minutos, isso fez ele acelerar pra chegar no clímax dela, Cielo Riveros, o pai montou nela... de fato a campainha que marcava o início do recreio já tinha tocado, ele sabia que o recreio só durava 25 minutos e depois tocava de novo, e Cielo Riveros teria que voltar pra aula, tinha perdido a noção do tempo, não lembrava quanto tempo tinha levado, 10 ou 20 minutos, isso fez ele acelerar pra levar ela ao clímax, Cielo Riveros, o pai montou nela... de fato a campainha que marcava o início do recreio já tinha tocado, ele sabia que o recreio só durava 25 minutos e depois tocava de novo, e Cielo Riveros teria que voltar pra aula, tinha perdido a noção do tempo, não lembrava quanto tempo tinha levado, 10 ou 20 minutos, isso fez ele acelerar pra levar ela ao clímax, Cielo Riveros, o pai montou nela...
... gostosa, gosto muito de você, te quero pra mim todos os dias, ser sua garota S Dianita, meu amor, te quero todos os dias Pap... pap... pap... já... já... já... Cielo Riveros terminou gritando, louca quase gritou quando sentiu seu pequeno mas gostoso orgasmo, Alvarado acelerou suas estocadas no cu da garota e se esvaziou mordendo os lábios, fez isso porque senão gritaria de prazer e alguém poderia ouvi-los, Cielo Riveros, por sua vez, se apoiou no ombro dele e ali reprimiu seus gemidos. Ambos ficaram parados, ela em cima dele e ele ainda com o pau dentro, só respirando, recuperando o fôlego e a sanidade, Cielo Riveros, foi quem se separou dele, olhou nos olhos dele, foi o momento em que a consciência quebra o instinto carnal e você analisa o que fez, eles não falaram, só se olharam ainda penetrados, foi ele quem falou – Você é uma garota linda Cielo Riveros, – Não, me chama de Diana – Hahaha sim, tá bem, gostei da brincadeira, mas acabou, agora você é Cielo Riveros, obrigado pela fantasia – Podemos repetir quando quiser professor – Obrigado, você é muito gostosa, mas não pense que não pensei em você, é só que gostei da brincadeira, isso faz com que eu goste ainda mais de você – E o que vai acontecer com meu "tio"? Cielo Riveros, perguntou muito preocupada, ela ainda foi fiel a mim, se gostava da bengala do dono mas o coração me pertencia Nada, chegamos a um acordo, seremos sócios em alguns negócios, Então você não está bravo com ele nem comigo? O olhar dela era de preocupação Gentilmente, talvez com ele um pouquinho e vai passar, mas com você...
... Ainda enfiada, ela se aproximou para beijá-lo, fez isso com a paixão mais profunda que conseguiu, em parte por gratidão por ele não guardar rancor de nenhum dos dois. Parou de beijá-lo e, lentamente, tirou o monstro da pica do mestre e desceu dele, inclinou-se para limpá-lo com a boca sob o olhar surpreso e emocionado dele. Era algo com que ele só tinha fantasiado nas próprias punhetas, e agora tinha uma garota extremamente gostosa e sensual limpando a pica dele depois de ter fodido o cu dela. Terminada a higiene, Cielo Riveros se levantou, limpando os lábios sem parar de sorrir para o mestre, pegou as calças dele e vestiu. Ela estava linda pulando na frente dele para arrumar a calcinha. Quando terminou, hesitou em beijá-lo de novo, pensando que ele poderia ficar enojado por beijá-la depois de ela ter chupado o pau sujo dele. Alvarado percebeu e a puxou para perto, enfiando a língua o mais fundo que pôde. Eles se fundiram de novo naquele beijo proibido, se separaram ao ouvir o sinal de volta às aulas. Ela rapidamente arrumou o cabelo, deixando-o...
... Bunda de cavalo impecável, ela fez um ventinho com as mãos no rosto e andou pelo escritório para disfarçar a cor da cara. Alvarado, todo bobo, viu aquilo e não conseguia acreditar que uma garota tão nova pensasse em tudo. Quando Cielo Riveros sentiu que já estava pronta, disse: ‐ Valeu por tudo, mestre. Espero que você me visite em casa e lá a gente possa brincar de novo. ‐ Claro, gostosa, assim será. ‐ A Pao também vai ficar felizona de você ir embora. Da última vez, ela achou que ia ganhar alguma coisa também e ficou bem decepcionada por você só ter tocado nela. O pau de Alvarado pulou dentro da calça só de imaginar foder a Pao, mas principalmente como Cielo Riveros chamava aquilo de "brincar". Pra ela, era só uma brincadeira, mas pra ele representava o prazer mais proibido e mais gostoso do mundo.Eles se despediram com um selinho e ela saiu do escritório, mas não sem antes dar um sorriso safado e mandar um beijo com a mão. Alvarado sorriu de volta e, assim que a garota foi embora, ele ficou pensativo sobre tudo que tinha rolado, porque agora tinha escapado da extorsão e teria muito no que refletir.
Cielo Riveros estava em casa, deitado olhando pro teto. Viu como a tinta estava descascando, não pintava aquilo nem uma vez desde que se mudou pra essa casa velha. Não era dele, era alugada. Olhou o quanto estava largada, não ligava pra higiene nem pra cuidado, vivia sozinho mesmo, então não tinha que dar satisfação pra ninguém.
Tava nessa quando ouviu um "toc toc" na porta. Olhou o relógio e, quando soube quem tava batendo, respirou fundo e se levantou. Andou devagar, chegou na porta e, quando abriu, viu o limpo e bem vestido Alvarado. Ele segurava a maleta de couro com as duas mãos na frente do corpo, numa postura de descanso.
— Você é pontual. — Sempre posso passar?
— Sim, claro.
Alvarado entrou e sentiu nojo do abandono da casa: pratos sujos na mesa enfeitavam a sala, e a louça imunda na pia dava o aroma perfeito ao lugar — pura pestilência.
— Desculpa pela bagunça, não costumo receber visitas.
— "Não se preocupe." Ele colocou a maleta elegante sobre a mesa e a abriu. "Bom, aqui está o que viemos buscar."
Pegou um DVD e o entregou a Cielo Riveros. Ela olhou para ele e depois devolveu o olhar a Alvarado.
— E isso?
— É a gravação que fiz de você no escritório. Pode conferir, se quiser.
— Não, confio em você.
Alvarado foi até o quarto e voltou com dois discos idênticos, sem marca.
— Acho que isso é seu. São as gravações que fiz de você quando...
Não conseguiu terminar. Alvarado os pegou e, num instante, os dobrou, destruindo-os permanentemente.
— Bom, acho que agora não tem mais segredos nem chantagens, certo?
— Concordo.
— Quero ver o material que você tem.
— Se a gente for pro meu quarto...
Alvarado o encarou com desconfiança.
— Relaxa, não vai ter mais nenhum truque. É só que lá é onde está meu equipamento de vídeo.
Os dois entraram no quarto, igualmente bagunçado. Cielo Riveros ofereceu um assento a Alvarado, sentou-se na frente de um computador de última geração, inseriu um pendrive e abriu uma pasta oculta. Digitou uma senha, e uma lista de arquivos MP4 apareceu.
— Pode ir em frente. Isso é tudo que tenho.
Tinha uma boa quantidade de vídeos, todos organizados por data de criação. Alvarado abriu o primeiro da lista, enquanto Cielo Riveros se sentava na cama pra assistir. No vídeo, apareciam as primeiras gravações das meninas, enquanto ele as convencia a fazer o que queria, já que as tratava como cachorrinhos. Alvarado viu todos os vídeos, obviamente adiantou e parou nas partes que considerava importantes. Sentiu um pouco de náusea quando ele destruiu a Pao, mas, assim como Cielo Riveros pensou, aquilo venderia muito. Gente pervertida adora esse tipo de coisa.— Bom, acho que você tem material bom. Tem algum pendrive extra?
— Pra quê?
— Preciso de uma cópia desse, desse, desses dois e desse aqui.
Ele marcou os vídeos que ia pegar pra promover. Cielo Riveros concordou e, da gaveta, tirou um pendrive, gravou os vídeos e entregou.
— Tomara que tudo dê certo — disse o pobre Cielo Riveros, suspirando resignado.
— Vai dar sim.
— Olha, além do negócio, quero outra reunião com a Cielo Riveros e outra com a Pao.
Cielo Riveros sorriu maliciosamente.
— Sem problema nenhum. Elas vão fazer o que eu mandar. Quando você quer?
— Amanhã.
— Vamos te esperar lá.
Alvarado saiu da casa suja, deixando Cielo Riveros com um sorriso no rosto. Por algum motivo, a visita o tinha acalmado.
? Ahhhhhh Os gemidos de Cielo Riveros foram silenciados por ela mesma quando apertou os lábios e os mordeu, fez isso porque não queria gemer alto, de novo estava montada na piroca dura e grande do seu dono, se movia pra cima e pra baixo e de frente pra trás, queria dar prazer pra ele, que fosse a melhor foda da vida dele, mesmo que isso não diminuísse o prazer que ela mesma sentia.
Na verdade, naquele momento, quando a buceta dela secretava mais sucos do orgasmo forte que sentia, a consciência dela se sentia culpada ao mesmo tempo, porque ela tava realmente gostando, aliás mais do que com Cielo Riveros, o pseudopai dela; Cielo Riveros tinha ensinado ela a sentir prazer, a se soltar, a ter sexo pesado e curtir, e olha se ela não tava curtindo naquele momento, até tinha colaborado na perversão da irmãzinha inocente dela, mas agora ela comparava, já tinha feito com outra pessoa, sentia o peito firme do dono dela, o cabelo limpo e bem arrumado, o cheiro de sabonete fino na pele dele, o hálito da boca que era muito melhor que o de Cielo Riveros, as mãos mais fortes apertando ela com mais intensidade que o mentor e sem falar que a piroca, que era muito mais grossa e comprida, alcançava onde a outra não tinha alcançado.
Ela fechou os olhos e continuou se movendo.
A comparação era inevitável, assim como o fato de reconhecer que o mestre dela era melhor transando que a mentora, se sentir melhor dava remorso, afinal, ela não era uma garota má, só meio tarada e cooperativa.
Alvarado sentado na poltrona luxuosa dele segurou ela pelas nádegas e rapidamente moveu a parte de cima do quadril, tinham estado só 25 minutos, o intervalo escolar era de 30 minutos, então não demorou muito pra campainha tocar e eles terem que se soltar e voltar pras atividades.
? O professor não vai meter no meu cu?
Cielo Riveros perguntou, entre gemidos, ficou em silêncio, sentindo prazer e muita sacanagem pelo que a aluna inocente dele pediu.
? Papai, eu pelo cu, Vamos? Sim, filha da mãe, vou destruir essa sua buceta. Sim.
Alvarado se levantou com a garota enfiada, afastou as pernas dela e girou sem problema, colocando ela com o peito apoiado na escrivaninha. Inclinou-se, cuspiu no cu da garota e, com luxúria, pegou seu pau que gotejava líquido pré-seminal, colocou a cabeça na entrada e, Céu Riveros, apertou os olhinhos e se virou como pôde pra ver ele.— Papai, seu pau é enorme, seja carinhoso com sua bebê.
Alvarado ouviu na sua névoa o contrário: "ficou com sua bebê". Empurrou sem piedade seu pau que se perdeu dentro da garota, entrando pela metade. A pequena Céu Riveros abriu os olhos como pires e depois os fechou apertando, abriu a boca o máximo que pôde, mas não gritou, sabia que não devia.
Alvarado tirou um pouco o pau, cuspiu de novo perto do buraco traseiro da garota e meteu o pau de volta. Céu Riveros gemeu entre dor e prazer. Ele segurou ela pelos quadris e começou a enfiar e tirar o pau da garota. Céu Riveros só gemeu baixinho, ela mesma colocou a mãozinha na fenda e com o dedo mindinho estimulou o clitóris, que a relaxou. Alvarado percebeu e aproveitou pra aumentar as estocadas dentro da garota. Os dois gemeram baixo, a escrivaninha fazia barulho de movimento, mas ele era muito cuidadoso pra não ranger nem fazer muito barulho que pudesse levantar suspeitas de quem estava fora do escritório. Alvarado suava um pouco na testa. Naquela posição, o esforço era maior pra ele. Observou com admiração como aquela buceta engolia o pau todo sem problemas. Tirou ele por completo, viu os sucos brilhantes e como o cu estava invertido quando meteu o pau de novo.
— Filha, você é divina, te amo.
? Sim, papai, sou sua filha, adoro quando você me abraça forte, me dá mais, fica mais forte se... se for assim, mais, mais, mais...Alvarado ficou louco imaginando que estava fodendo o cu da filha, acelerou como um possesso, deslocando o rosto dela, fazendo Cielo Riveros gemer mais alto sem conseguir evitar, porque os empurrões que ele dava assustariam qualquer adulto, ele mexia o corpo todo tentando enfiar mais o pau naquele cu, já era algo fora de controle tanto nos gemidos quanto nos movimentos. Os colhões de Alvarado avisaram que a porra ia jorrar a qualquer momento, e foi o que aconteceu, o sêmen disparou para o reto do moleque, indo além, até o próprio reto sigmoide.
? Mmmh
? Ahhh
Os dois gemeram, Alvarado mordeu o dedo indicador direito para não gemer tão alto e com a mão esquerda empurrou Cielo Riveros com força, fez a mesa tremer, e quando ela ficou esmagada, não conseguiu evitar gemer mais no orgasmo enlouquecedor que sentiu, a mão dele também fez o trabalho dela na virilha.
? Papai... Papai
Só conseguia exclamar baixinho, de olhos fechados, com o orgasmo da vida dela, se é que era o orgasmo da vida dela ou tinha sido da outra vez? Ela já estava confusa, com o professor sentia orgasmos cada vez mais fortes.
Os dois continuaram na mesma posição, Alvarado parou de pressionar Cielo Riveros, que respirava melhor, mas continuou com o pau enfiado bem fundo nela, até que a campainha tocou como se anunciasse o fim da luta. O professor pervertido tirou o pinto do cu da garota, enquanto Cielo Riveros fazia o mesmo, gemeu de novo, caiu na cadeira e a exausta Cielo Riveros se levantou como pôde, sabendo que tinha pouco tempo, enfiou a cabeça na virilha do professor, chupando o pau dele, limpando qualquer sujeira. Ele acariciou o cabelo loiro da aluna enquanto ela chupava o pau dele como um bezerrinho, quando sentiu que tinha limpado tudo, ela se levantou e sentou de pernas abertas em cima do professor.
? Gostou, papai?
— Muito, você é linda e divina, vou te visitar hoje à tarde. — É? Sério?
— Sim, meu amor.
— Pao vai ficar encantada que você vá, ela é mais novinha, não bate tão forte no começo, deixa ela se acostumar primeiro, depois você mete forte, tá?
Alvarado concordou, sentiu ternura enquanto ela tentava proteger, do jeito dela, a irmã mais nova, recomendando como ele devia fazer, primeiro devagar e depois com força, não conseguiu evitar sentir amor por ela e o beijo de língua solta, ela o abraçou carinhosamente pelo pescoço e inclinou a cabeça pra ele beijar melhor.
— Bom, meu amor, levanta e coloca a calcinha.
— Sim, pai ou professor? Perguntou como se quisesse saber se devia sair do personagem.
— Professor.
Alvarado respondeu com o sorriso mais gentil que conseguiu, viu a porra que tinha ficado no cu dela escorrendo pelas pernas, deu um papel pra ela e Cielo Riveros se secou sem vergonha na frente dele, se levantou, ajustou a calça e depois abaixou a saia, alisando com as mãos. Já se despedindo, se inclinou, colocou o pau de Alvarado, que nem tinha guardado ainda, na boca, deu três mamadas rápidas e tirou.
— Queria me despedir dele.
— Disse com cara de inocente e meiga.
— Não se despeça, você vai ver ele hoje à tarde.
— Sim!
Quase pulou de empolgação, respirou fundo, arrumou o cabelo e esperou o professor guardar o pau dele dentro da calça. Quando ele fez isso, ela levou o dedo indicador à boca em sinal de silêncio, o professor fez o mesmo e eles sorriram cúmplices. Ela saiu, olhou pra todo lado pra ver se alguém estava vendo, e quando foi embora, fechou a porta deixando Alvarado babando de tesão, porque à tarde ele ia aproveitar essas meninas deliciosas.
À tarde, Pao e Cielo Riveros estavam no transporte conversando entre si, falavam animadas sobre a visita, obviamente não usavam palavras diretas sobre quem seria, falavam do professor se referindo a ele como "tio" e a Cielo Riveros como "pai", chamavam sexo de "brincar" e/ou "estudar" dependendo da frase, fizeram isso por precaução pra ninguém entender. Ouviram, sabiam que não deviam falar nada sobre aquilo. A Pao já tinha gostado que a gente se ama, era preciso ameaçar ela com o monstro.
Entraram em casa e correram pro banheiro pra lavar a buceta e o cu, queriam estar limpas pras visitas, já não estavam de calcinha. A Pao foi buscar água, tava com sede, e a Cielo Riveros comeu meia maçã. Já sabia por experiência que se quisesse ser fodida no cu sem "riscos", tinha que comer leve, algo que a Pao ainda não entendia — ela comia bem, por isso o Cielo Riveros, o pai adotivo dela, fazia ela cagar fácil.
Sentaram na sala e ligaram a televisão, viam sem prestar atenção, os sentidos delas estavam atentos na porta ou na campainha. Nesse momento, ouviram a campainha. A Pao correu tão rápido que a saia voou, mostrando as bundinhas dela. Quando abriu, tava com medo. Tinha um homem de terno, com uma bíblia na mão.
— Oi, pequena, sua mãe tá aí?
— "Não", respondeu ela, inocente.
— Cê tá sozinha?
— Não, minha irmã mais velha tá comigo. Cielo Riveros! Tem alguém na porta!
Cielo Riveros, que já estava desabotoando a saia pra esperar as visitas, ao perceber que não era como esperava, rapidamente ajustou a saia e foi até a porta. Viu um homem de uns 45 anos, bem vestido, com um blazer azul-marinho perfeitamente passado, camisa branca com uma gravata vermelha chamativa, sapatos impecavelmente engraxados e um cheiro masculino limpo. As pupilas de Cielo Riveros se dilataram com a visão; por algum motivo, sentiu borboletas no estômago.— Olá — cumprimentou sem rodeios.
— Oi, pequena. Tava perguntando pra sua irmã mais nova se sua mãe tá aí.
— Não, não tá.
— Bom, eu tava falando sobre a palavra de Deus, o testemunho da Bíblia, mas vejo que não tem adulto aqui. Olha, dá esse folheto pra ela e pede pra ler, por favor.
O cara entregou na mãozinha de Cielo Riveros, que o viu se despedir e virar pra ir embora. Ele já tava a três passos da rua quando Cielo Riveros, sem saber por quê, o chamou:
— Moço! Moço! Desculpa — ele se virou, confuso. — Minha mãe não tá aqui agora, mas vai estar amanhã.
Pao se virou pra olhar pra ele, confusa, franzindo a testa. Ela ia falar, mas um cotovelo discreto de Cielo Riveros a calou.
— Ela vai estar aqui amanhã e acho que vai se interessar em falar com você. Ela gosta muito de conversar sobre a Bíblia.
— Bom, normalmente a gente não volta pro mesmo bairro, sempre vamos pro próximo...
— Por favor, ela ia adorar ouvir — interrompeu Cielo Riveros, vivaz.
— Tá bem, acho que vou abrir uma exceção. Que horas ela vai estar aqui?
— Às 3. Vou falar pra ela que você vem, pra poder te receber.
— Certo, fala pra sua mãe que eu venho amanhã. Tchau.
— Tchau.
O homem foi embora pra casa ao lado. Pao, quando viu que ele tava longe, perguntou a Cielo Riveros, recriminando:
— Por que você mentiu? Mamãe não vai voltar até as 8, e além disso, a professora e o papai podem aparecer.
— Sei o que tô fazendo. Quero confirmar uma coisa. Eles vão vir hoje, mas não vamos contar nada disso. E você vai comigo.
— Mas...
— Você vai.
A voz de Cielo Riveros Foi autoridade pra Pao, que não concordou com ela, fecharam a porta e voltaram pras suas atividades.
Passaram uns 20 minutos quando a campainha tocou de novo, Pao correu que nem um raio pra abrir a porta e gritou da soleira:
— Céus, Riveros, a professora chegou!
Alvarado sorriu com a empolgação da menina, levou um dedo aos lábios pedindo silêncio, Pao tapou a boca ao perceber que o Profe tinha falado e falado bem alto.
— "Entra, professor", disse Pao num tom mais baixo.
— Ei, e a Cielo Riveros? — Tá na cozinha, com sede
— Beleza, como cê tá?
— Tô bem, te esperando. Cielo Riveros, já te contei tudo e tô super animado pra gente brincar junto
Alvarado sorriu sozinho. Cielo Riveros era muito aberta com a irmã mais nova, ele precisava controlar a informação, tinha que falar sério com Cielo Riveros sobre isso. Mas naquele momento, o pau dele pedia um buraquinho de novinha pra meter, e era exatamente isso que ele tava fazendo quando Cielo Riveros saiu da cozinha bebendo água num copo. Alvarado admirou como a menina tava gostosa, andando devagar, cabelo solto, blusa meio aberta, saia escolar desabotoada, descalça e sem meias, os lábios grossos beijando a borda do copo e, quando tirava, o brilho da água ficava. Era uma pequena amazona chamando pro pecado. De novo, um relincho subiu dentro dele, o pau pulou.
— Oi, professor, que bom que cê veio, achamos que não vinha
— Atrasei por causa de um assunto, mas já tô aqui. Vejo que já contou pra Pao
— Sim, não tem segredo entre nós. Na real, ela já sabe o que cê vem buscar e tá mais que feliz
— É? — Alvarado perguntou retórico, olhando pra Pao
— É! — respondeu a mais nova das irmãs
— Pao, sobe pro teu quarto e espera a professora lá
— Sim — Pao saiu correndo obedecendo a irmã mais nova. Quando ela sumiu na escada, Cielo Riveros se aproximou do professor
— Professor, lembra, Pao é mais nova, vai devagar, deixa ela se acostumar e depois...
Ela não terminou a frase. Alvarado puxou e beijou ela à vontade. Cielo Riveros, divertida, correspondeu ao beijo pendurada no pescoço dele. A menina acariciou o volume do adulto por cima da calça, com a mãozinha localizou o pau do professor e bateu uma por cima. Alvarado gemeu com os carinhos dela, abaixou o zíper e Cielo Riveros colocou a mãozinha pra pegar a carne grossa, puxou pra fora e bateu uma mais à vontade.
— Quer que eu chupe um pouco antes de subir com a Pao?
Ela não recebeu resposta, pelo menos não verbal. Alvarado agarrou ela pela nuca e empurrou pra dentro do pau dele, deu uma meia batida na boquinha da Cielo Riveros, que fechou os olhos e chupou com devoção; dizer que ela o excitou com o boquete seria exagero, porque o Alvarado desde o momento em que viu ela sair da cozinha já tinha uma ereção natural e firme, não deu pra evitar de curtir ela, era verdade que hoje ele ia curtir a Pao, mas a Cielo Riveros era tão gostosa que dava pra passar a tarde toda com ela, isso lembrou ele do que viria naquele dia, separou ela devagar e levantou segurando pelos ombros, viu a baba escorrendo dos cantinhos da boca dela, Cielo Riveros, ela não limpou, deixou ele ver a baba escorrendo, ela sorriu pra ele e ele retribuiu com um beijo terno e paternal na testa, ele deixou ela de lado e foi andando em direção às escadas balançando o pau duro, lá em cima tinha outra mina esperando ele.
Eram quase 5 da tarde quando tocaram a campainha. Cielo Riveros estava na sala vendo TV e curtindo um punhado de morangos frescos. Ela se levantou, ajustou a roupa e olhou pela janela, sorrindo ao ver quem era. Foi até a porta e abriu. Lá estava ele, banhado e penteado, algo estranho — normalmente ele chegava todo desgrenhado e com bafo. Talvez o fato de agora ter dois homens na jogada o fizesse se arrumar mais.— Oi, Cielo Riveros, o Alvarado chegou?
— Sim.
— Cadê ele?
— Lá em cima, segurando a Pao — já de dentro da casa dava pra ouvir os gemidos da garota, sons que vinham do quarto dela.
— É o que eu tô pensando?
— Sim, ele tá metendo bem fundo no cu dela — Cielo Riveros fez um gesto obsceno de foda com as duas mãos. — Falei pra ele ir devagar porque ela é novinha, mas parece que ela não tá nem aí agora. A Pao não para de gritar faz um tempão.
— E você?
— Tava com fome e entediada, vi TV e comi uns morangos.
Enquanto dizia isso, sentada no sofá em frente à TV, Cielo Riveros colocou um morango na boca, passou a língua na ponta e deu uma mordidinha. O pau do pai dela pulou na hora.
— Bom, já cheguei pra acabar com seu tédio.
Ele a pegou no colo e virou ela de joelhos, apoiando os braços no encosto do sofá. Cielo Riveros sorriu, divertida, balançando a cabeça com a pressa do pai.
— Pai, me molha um pouco primeiro, vai.
— Não, sua putinha, tô muito tarado. Você vai se molhar enquanto eu te como.
Cielo Riveros, sorri de novo diante do egoísmo do pai dela e cuspiu na mão dele, levando a saliva até a fenda dela. Assim que passou, o pau do pai dela apareceu e penetrou até a metade. Cielo Riveros franziu a testa e apertou as costas dele com as mãozinhas, começou a rebolada. Cielo Riveros balançou de um lado pro outro e Cielo Riveros bombava; ele agarrou a cintura dela e meteu sem piedade. Cielo Riveros começou a sentir prazer de novo, ela virou pra olhar pra ele, viu o rosto distorcido dele, aquele rosto que ela adorava provocar nele, abriu a boca e começou a gemer, franziu a testa. Cielo Riveros puxou ela e enfiou a língua na boca dela, tudo isso sem parar de bombar a garota que recebia feliz.— Papai, e se a gente subir?
— O quarto tá ocupado.
— E isso te intimida?
O olhar de Cielo Riveros era de uma diabinha, desafiou o "papai" dela a subir pro mesmo quarto onde o professor estava com a pequena Pao de forma selvagem, isso já era demais. Cielo Riveros sabia como Alvarado era bem dotado e não só isso, o corpo atlético dele ofuscava completamente o corpo gordinho que o adornava, mas viu Cielo Riveros sorrindo safada, desafiando ele e forçando ele a aceitar, não podia se sentir intimidado por outra pessoa.
Suga o pau dele e, pegando na mão dela, levou-a pro quarto. Enquanto subiam as escadas, os gritos da Pao ficavam mais intensos. Cielo Riveros abriu a porta, entraram e viram como o Alvarado tinha os pés da Pao apoiados nos ombros dele e as mãos dele nas coxas dela. Ela parecia tão pequena, tão frágil do lado dele. O Alvarado tinha um corpo atlético, todo suado.A Pao tava de costas na cama, pela posição parecia uma rãzinha. Os bracinhos dela ora seguravam os antebraços do Alvarado, ora o travesseiro perto da cabeça dela. O rosto dela tava todo franzido, não dava pra saber se era prazer ou dor que ela sentia, mas ela não mandou ele parar nem pediu pra ele tirar. Ela só se deixou fazer.
Cielo Riveros se aproximou e se deitou na outra cama. Sem tirar os olhos da cena, ela subiu de quatro e abriu as pernas. O pau médio dela desapareceu dentro da fenda molhada e infantil. Cielo Riveros não viu, só ficou observando fascinada como fodia selvagemente a bunda da irmã mais nova.
Cielo Riveros bombou umas 10 vezes na fenda infantil e, fazendo igual o Alvarado, colocou os tornozelos dela nos ombros e guiou o pau dele pro cu do pequeno Cielo Riveros. Pela primeira vez desde que entraram, ele virou pra olhar o pseudo-pai comedor. Ela sorriu pra ele com aquele sorriso que convidava a meter forte, e ele não precisou de súplica: enfiou no cu dilatado da menina, fazendo ela gemer alto.
O coro de gemidos encheu o quarto. Os dois adultos batiam nas respectivas garotas, e era tão sincronizado que parecia que tinham ensaiado por semanas. As meninas gemiam quase em uníssono. Quem não visse a cena ia pensar que era uma só garota gemendo numa banheira de metal, fazendo eco. O Alvarado virou pra olhar a Cielo Riveros, os olhos se encontraram e os dois sorriram cúmplices. Cielo Riveros viu aquilo e acelerou, dando a entender que era ele quem mandava. batia e a quem ela devia sorrir, Cielo Riveros, virou-se para vê-lo, compreendê-lo e lhe deu um sorriso também, isso o acalmou e da sua posição também viu Pao já toda suada, cansada pelo tremendo esforço, a buceta dela estava inchada depois de ter sido massacrada pelo pauzão do Alvarado, o cu dela ficava invertido quando ele metia e invertido quando tirava, isso significava que ela não tinha lubrificação suficiente e naquele momento era mais dor do que prazer.
Dá uma pena um pouco do pequeno. — Ei, irmão, que tal a gente trocar?
Alvarado, sem nem parar pra olhar pro pequeno Cielo Riveros, só concordou. A enorme buceta dele saiu entre suspiros do pequeno Pao, o pau dele gotejando líquido do meato e, balançando pra cima e pra baixo, se aproximou de Cielo Riveros, se afastou e foi com o pequeno Pao, enfiou o pau na boca dele pra ele chupar um pouco; enquanto isso, Alvarado já tava entre as pernas de Cielo Riveros. Ele não meteu, caiu em cima dela beijando, enfiando a língua na boca dela. Cielo Riveros recebeu ele de olhos fechados, abraçando, as línguas se enrolando e os rostos se movendo sincronizados, pareciam dois namorados apaixonados.
Cielo Riveros desceu as mãos, pegou o pau de Alvarado, passou pela fenda dela molhando a ponta e depois guiou até o cu dela, encaixou e empurrou. O quadril da professora fez o resto, e o pau enorme afundou até a metade. O suspiro da garota chegou aos ouvidos do pai, que naquele momento soube que ela já não era mais dele. No pouco tempo que passou com Alvarado, bastou pra ela amar e desejar ele mais do que ao pai.
Pra falar a verdade, ele amava elas, mas pra ele só representavam negócios. Só que isso não tirava o ciúme que sentia ao ver outro homem dando mais prazer pros seus tesouros. Desde o começo, ele pensou em compartilhá-las, prostituí-las, era parte do treinamento que dava: ensinava a dar prazer, a pedir mais pau mesmo doendo, a falar frases tipo "Sou Cielo Riveros, e adoro que os adultos enfiassem o pau nos meus buraquinhos quando eu era criança". Agora, essa preparação tava dando frutos diante dos olhos dele, só que o macho alfa agora não era ele. Ele só tinha esperança de continuar curtindo elas e aproveitando ao máximo. Com essa resignação, colocou o pequeno Pao de quatro e guiou o pau até o cu do menino, que entrou sem problema nenhum, já bem dilatado por Alvarado. Ele bombou o mais forte que pôde, e Pao gemeu agradecendo quem tava fodendo o cu dele.
Alvarado já estava deitado na cama e Cielo Riveros, habilmente montada em cima dele, enfiou sozinha o pau dela na fresta. Eles transaram um tempo se beijando, Alvarado virou pra ver os olhares cruzados, Alvarado virou pra ver o quadril de Cielo Riveros, e voltou pros olhos dela, pareceu entender o convite.Um cara, a mente dele voou e ele se amaldiçoou por não ter uma câmera gravando, mas lembrou que Alvarado não queria gravar, então, resignado, saiu do cu de Pao, que virou pra olhar pra ele com protesto, e foi até Cielo Riveros, que ainda beijava a professora dela de olhos fechados. Ela abriu os olhos quando sentiu o segundo intruso tentando entrar no cu dela, olhou nos olhos de Alvarado, que acalmou ela com o olhar, os olhares deles não se perderam e a professora viu todo o sofrimento nos olhos da garota quando ele tentou enfiar o pau. Finalmente, ela fechou os olhos quando o segundo intruso conseguiu o objetivo e abriu de novo só pra encontrar a boca da professora e continuar beijando, se aproximou do ouvido dela e disse:
— Cê gosta, pai? Cê gosta de estar nos dois ao mesmo tempo?
— Sim, meu amor, eu gosto, relaxa pra não doer tanto, quando você estiver pronto, acena com a cabeça e a gente vai se mexer que nem selvagens nos seus buracos, hoje vai ser o cu mais selvagem que uma garota pode ter, ouviu? Você vai ser essa garota.
O pau dele e enfiou numa velocidade moderada, igual a professora. Cielo Riveros se concentrava nos esfíncteres dela de olhos fechados, quando achou que tava pronta, abriu os olhinhos azuis, franziu a testa olhando pra professora e acenou duas vezes. Alvarado, de baixo, olhou pra ela e acenou também, sem dizer palavras, os dois aceleraram ao mesmo tempo. Os gritos de Cielo Riveros não demoraram a chegar, a cena foi brutal, como aquela garota foi penetrada ao mesmo tempo pelos dois buracos, não se seguraram, meteram forte, um entrava e depois o outro, os gritos viraram berros, parecia um porquinho correndo de medo. Alvarado segurou o quadril dela pra meter mais forte e os ombros pra se apoiar. Melhor, os olhos de Cielo Riveros soltaram lágrimas, isso só fez Alvarado acelerar mais e sentir que não ficava pra trás; eles apertaram os dentes, suas expressões eram intensas, mas era só o que aparentavam, porque era o maior prazer que já tinham sentido na vida.
Cielo Riveros respirava pesado, seus gemidos eram intensos, ambos pareciam pistões no cu e na buceta dela, respectivamente. Pao, sentada sobre os calcanhares, observava a cena meio assustada, mas sem parar de se tocar na buceta, lembrando quando viram um filme em que dois negros comiam uma garota, embora mais velha que Cielo Riveros. Os negros meteram sem piedade, e os dois perguntaram a Pao se iam fazer algo assim. Agora Pao não sabia se sentia excitação ou medo.Alvarado foi o primeiro a rugir no orgasmo, não parava de acelerar, e Cielo Riveros também gozou, os dois buracos cheios de porra masculina fértil. Eles bufavam como touros enquanto metiam e saíam de Cielo Riveros; ao sair, relaxavam, ficavam parados, e Cielo Riveros, aos poucos, recuperava o fôlego. Alvarado soltou os quadris dela e pegou seu rosto, beijando-a com carinho.
— Viu? Te falei que eu seria o idiota mais selvagem.
Cielo Riveros sorriu e o beijou na boca, nenhum dos dois tinha tirado o pau dos buracos, virados para Pao.
— Pao, deita de costas, dá pra ver que você tá com fome.
Pao sorriu e se deitou de costas. Alvarado entendeu e, quando viu como ele pegou Cielo Riveros pela barriga e pelo peito, levando-a desacoplada dele, entendeu e sorriu, colocou as mãos na nuca como travesseiro e viu como Cielo Riveros a levou até Pao e sentou na boca dela. Cielo Riveros começou a empurrar, e a porra saiu dos dois buracos enchendo a boca de Pao, que engoliu a porra com avidez.
Eles relaxaram um pouco, e Cielo Riveros desceu pra preparar o lanche pros quatro. Pao, exausta, foi tomar banho.
— Não tem dúvida de que esse é o maior prazer do mundo — afirmou Cielo Riveros.
— Sim, é sim, a verdade é que nunca tinha participado de algo assim, tava perdendo, haja.
— Ei, e como tão os negócios?
— Muito bem, contatei um amigo de um país balcânico e expliquei do que se tratava, ele colocou muitos zeros nas gravações se realmente fossem o que eu disse. Acho que logo vamos ter muita grana.
— Você me contaria os detalhes?
— Não. É melhor que você não saiba, não se preocupa, a gente continua sendo honesto e é assim que vai ser.
Cielo Riveros, lá de baixo, chamou os dois pra comer um lanche. Eles desceram e viram o pequeno Cielo Riveros, só de avental, pelado no resto, servindo o lanche simples. Pao desceu recém-banhada, nua, e viu a cena: os quatro estavam igualmente pelados, só o Cielo Riveros usando o avental. Alvarado já tava de novo no fogo e agarrou ela, beijando na boca. Pao só conseguiu abraçar ele e devolver o beijo, o pau ficou duro e Alvarado colocou ela de costas pra ele e meteu na fenda. Pao fechou os olhos e abriu pra ver todo mundo de pau duro.
? Mestre, primeiro o lanche e depois a sobremesa Cielo Riveros disse, reclamando com uma mão na cintura, rindo, e ele sentou ela no colo e beijou. Cielo Riveros também correspondeu e o beijou rindo. As duas garotas comeram um lanche com um pau dentro delas, às vezes se mexiam, às vezes comiam. Cielo Riveros era mais carinhosa, ela alimentou na boca Cielo Riveros, que com o pau no cu recebeu as mordidas com gosto.
? O lanche acabou às 6:30, os dois concordaram que era perigoso continuar, então ali mesmo na mesa, se mexeram mais rápido fazendo as garotas gemerem até esvaziar os ovos dentro delas. As quatro sorriram quando o orgasmo passou.
? Pao, cê acha que tá pronta pra fazer o que fizemos com Cielo Riveros? — Perguntou Alvarado acariciando as costas dela.
? "Não sei, tenho medo", disse a pequena Pao mexendo os quadris, tirando as últimas gotas de porra.
? Não se preocupa, a gente te prepara, Cielo Riveros.
? Isso mesmo, parceiro, vamos fazer você gritar igual ou mais que a puta da sua irmã, cê topa, prima?
? Sim — respondeu Cielo Riveros, ainda se divertindo com o pau no cu, achou que era hora de falar e disse — papai.
? Enviar
? Enviar
Os dois responderam ao mesmo tempo e riram quando se ouviram.
? Com quem cê tava falando? — perguntou Cielo Riveros.
? Com vocês, papai, mm cê vai ser papai Cielo Riveros, e você papai Alva — disse Cielo Riveros, renomeando eles pra não confundir com papai — amanhã não vamos estar sozinhos, minha mãe vai chegar cedo, acho que pediu meia folga porque tá “preocupada” da gente ficar sozinho. Vou avisar quando vocês virem pra ela ou minha avó não estarem lá.
? Tá bom
? Ok
Os dois responderam: Pao virou pra olhar ela e ela mandou calar a boca com os olhos.
? Cê avisa a gente, beleza, Alvarado na escola e ele me conta, e aí a gente vai buscar Pao, ela é a próxima.
Os quatro riram, embora Pao ainda estivesse confusa. As garotas se levantaram, foram tomar banho, os dois adultos se trocaram no quarto, e todos na No quarto, trocaram de roupa e tomaram banho, se despediram. Primeiro saiu Alvarado, depois Cielo Riveros.
Cielo Riveros tocou seus buracos recém-profana dos e pensou no dia seguinte com um suspiro.
Alvarado teve um jantar tranquilo. Sua nova esposa não era só gostosa, também era uma cozinheira foda. O tempero dela era único, e não só isso: ela ainda garantia que a comida fosse a mais saudável pra família. Os quatro na mesa jantavam em silêncio, bem vestidos, uma família de classe alta.
Alvarado olhou pra filha Diana, que calmamente levava pedaços de carne à boca. Viu ela saboreando a boa comida na frente dela. Nunca tinha visto a filha de outro jeito, mas desde que chegou aqui — especificamente desde que ela, Cielo Riveros, apareceu — começou a vê-la de forma diferente. Não podia fazer nada com ela, mas a mente já voava em possibilidades que antes não existiam.
— E como vai o teu curso, meu amor?
A pergunta da esposa o tirou do transe. Ele virou pra olhar ela, que esperava atentamente a resposta. O olhar dela era limpo, tranquilo, honesto. Não tinha por que ser diferente: ela tinha uma vida plena e feliz.
— Bom, meu amor, é a coisa mais chata, mas é algo que exigem na escola.
— E vai durar muito tempo?
— Sim, o resto do ano letivo inteiro.
Alvarado tinha mentido pra ter uma desculpa e poder sumir nas tardes, se divertindo com as inocentes irmãzinhas. Lembrando que o pau queria ficar duro, elas o excitavam como nunca na vida. Tentou se acalmar e pensar em outra coisa.
— Pai, vai me ajudar com a tarefa de matemática? — A voz de Diana era de uma menina que acabara de fazer 10 anos.
— Sim, pequena, mas sabe que não vou fazer por você. Só vou explicar como fazer.
— Bom, devia fazer por mim, preciso desse "10".
— Não. Depois do jantar, a gente fica no escritório e revisa, tá bem?
— Sim, tá bem.
— O quê?
— Desculpa, "está bem".
Alvarado era um defensor da língua portuguesa e odiava os modismos, especialmente os errados. Aqueles que incluíam língua estrangeira.
Terminaram de jantar, ele foi pro quarto trocar de roupa, vestiu o pijama e foi pro escritório, onde a filha já esperava de pijama com os livros de matemática abertos. Ela lia atentamente, como se tentasse decifrar os números que via ali, nem percebeu quando o pai entrou. Ele a admirava da porta, o rosto perfeito, o nariz empinado, os grandes olhos verdes, os lábios que prometiam dar os beijos mais sensuais do mundo, e além disso, chupariam o pau do homem mais sortudo do planeta. Sentiu o olhar e se virou pra encará-lo.
— Oi, pai, tá aí há muito tempo?
— Não, pequena, acabei de ver como você é gostosa.
— "Valeu", respondeu com um sorriso inocente, "vem cá, me explica isso, não faço ideia do que o exercício tá pedindo".
Alvarado sentou do lado dela e, como um pai carinhoso, explicava os exercícios. Ela ouvia atenta enquanto olhava pro livro, segurando um lápis com os lábios na borracha, e enquanto Alvarado explicava, viu como ela ficava sensual assim, sua pequenininha. Balançou a cabeça pra afastar as ideias que se formavam dentro dele.
— Pai, posso te perguntar uma coisa?
— Claro, meu amor, sabe que pode, fala aí.
— Hoje na aula falaram sobre menstruação, é verdade que vai sair sangue de onde eu faço xixi?
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