? É meu endereço, se for na minha casa, né?
? É... não sei, você já contou pra sua mãe?
? Não, mas minha avó já sabe e vai ficar com a gente.
? Bom, acho que não vai ter problema nenhum assim.
? Beleza, te espero às 3, tá?
Cielo Riveros perguntou em voz baixa pra ninguém mais ouvir, e ele só balançou a cabeça, enfiando o papel no bolso da calça. Pelo resto do dia, Alvarado ficava metendo a mão no bolso e acariciando o papel, e esse simples gesto já o deixava excitado. Passava os dedos nele e sentia que representava o aluno mais gostoso e inocente que já tinha tido na vida.
O sinal da escola anunciou a saída, e o coração de Alvarado disparou igual um cavalo relinchando, se preparando pra um galope feroz.
Cielo Riveros e Pao chegaram em casa lá pelas 2:15. Eu tava de olho no relógio, contando cada minuto. Assim que entraram, me viram e vieram correndo me abraçar e beijar. Cielo Riveros passou a mão na minha virilha na hora.
— Pai, deixa eu dar uma aliviada, tô com muito calor.
— Não, minha raposinha, você tem que ficar apertada pra ele acreditar que é o primeiro.
? Ah, não, tô com calor, vou de cu ou se tá perdido, chupa minha buceta, são só 10 minutos
? Beleza, vamos pro teu quarto e aí te chupo um pouco, é bom a gente dar uma olhada na tua roupa
Subimos as escadas, fui até o armário onde já tinha separado a calcinha de vários conjuntos, quando me virei pra ver a Cielo Riveros, ela já tava deitada na cama, levantando as pernas, tirando a calça, e depois abrindo as pernas e esperando eu me mexer, inquieta. Me aproximei e me ajoelhei no chão perto da borda da cama, coloquei minha cara na buceta dela, lambi muito, chupei o clitóris, enfiei minha língua na fenda dela, Cielo Riveros, ela gemeu soltando os sucos da buceta
? Sim, papai, que gostoso, sim, adoro como você me chupa, ah, sim.
E se a gente cancelar o professor e ficar a tarde toda?
? Por que você tá falando isso?
? Tô com medo, não sei como vou fazer
Ela ainda era uma garota inocente, tinha medo de ficar com alguém que não fosse eu, tive que acalmá-la pra conseguir meus resultados
? Vamos, minha raposinha, você já sabe como fazer, relaxa, você tá na frente dele.
? Mas na real, papai, me dá medo aaahhh
Minha língua entrou na buceta dela, enfiei o mais fundo que pude, precisava dela relaxada e excitada, chupei forte e me afastei pra colocar meus dedos na caverninha dela e enquanto a tocava, falei
? Não, sua putinha, o plano tem que continuar, a gente vai ter tempo só nós dois, por enquanto você faz o que eu peço
? Aaahhh aaahhh tá bom, faz o que quiser, mas não para de me chupar aaahhh
Ficamos assim pelos 10 minutos prometidos e depois me levantei limpando a baba com as costas da mão
? Minha pequena foxy, tá bem, limpa a rachadura com um pano úmido e volta
? Sim, papai, obrigada por me chupar, agora me sinto melhor
Lamentei não ter minha câmera à mão ou ter filmado, adorei quando ela me agradeceu ou pediu que por favor a pegasse.
Ela foi ao banheiro se lavar, voltou com um sorriso de orelha a orelha de satisfação; dei instruções e, como ela tinha que seduzir ele, ela deitada na cama de bruços segurando o rosto com as mãos prestou atenção; Sem parar de sorrir, ouviu quando falei as caras que ela devia fazer e os gestos de dor, Ela sorriu mais ainda quando fiz os gestos enquanto dizia que, pra mim, achava que meu conselho era demais porque ela era uma manipuladora experiente.
Ela explicou onde estavam as câmeras escondidas pra ele poder se mexer de um jeito que gravasse o rosto do professor, meu plano era perfeito porque eu tinha ela, senão não funcionaria.
Eu tava escondido no quarto da mãe dela quando a campainha tocou, olhei pro relógio e sorri, eram exatamente 3 horas da tarde, o cara era pontual no inglês e eu não culpava ele, se fosse ficar com uma mina tipo a Cielo Riveros pela primeira vez, chegaria até 15 minutos antes.
Cielo Riveros foi até a porta e abriu, ela tinha dobrado a saia na parte de cima, não dava pra notar, mas isso fazia a saia ficar no meio da coxa, o cabelo dela tava solto deixando ela gostosa pra caralho e não satisfeita com isso tinha desabotoado dois botões da blusa, mostrando o sutiã. Alvarado abriu a boca quando viu ela, as mãos tremiam.
— Oi professor, chegou na hora
— Obrigado, sempre gostei de pontualidade
— Não trouxe o carro, né? — perguntou Cielo Riveros, virando pra rua pros dois lados
— Não, vim de táxi, deixei meu carro na oficina, precisava de manutenção
Claro que precisava manter o carro, essa foi a desculpa dele pra não chegar em casa à tarde, o cara não tinha dito que viria com essa mina, isso significava que ele tava na esperança de se divertir.
— Pode entrar, professor, fique à vontade
— Obrigado, e a sua avó? — perguntou olhando em volta
— Não tá aqui — Cielo Riveros fez cara triste — ela não vem hoje
— Não?
— Não, vou ficar no comando da casa a tarde toda
Alvarado entrou e sentou na sala enquanto ouvia a notícia que a Cielo Riveros deu, algo dentro dele ficou muito feliz e “outra parte” muito dura; iam ficar sozinhos a tarde toda. Pao saiu da cozinha com uma bolacha
— Oi professor
— Oi Paola
— Pao, o professor e eu vamos pro meu quarto, ele vai me explicar uns problemas, não incomoda a gente porque vamos estar muito concentrados
— Tá bom, vou esperar aqui
Pao respondeu com um sorriso amigável e Alvarado sentiu um mini infarto por dentro. Simplicidade da Cielo Riveros ao ir pro quarto dela "estudar"
Eu segui ela que nem um zumbi, sem falar nada, fui atrás vendo ela rebolando a bunda enquanto subia as escadas. Cielo Riveros foi pro quarto dela e me convidou pra entrar. Quando entrei, ela fechou a porta.
— É seguro pra gente ficar aqui? Falo com sua mãe ou sua avó que pode te incomodar eu estar no teu quarto sem a permissão delas?
— Bom, vamos fazer um trato: você não fala nada sobre isso e eu também não.
— Vai ser nosso segredo — ela piscou um olho enquanto falava.
— Tá bom, tudo bem, não vou falar nada sobre isso — levantei a mão fazendo juramento. Cielo Riveros fez o mesmo. — Teu quarto é muito lindo, digno de uma gostosa igual você.
— Obrigada, tia. Cê acha mesmo que eu sou bonita?
— A mais bonita que já conheci. Qual dessas duas é sua cama?
— Adivinha qual — Cielo Riveros se divertiu com a professora dela.
— Hummm, acho que é essa.
— Sim, como você descobriu?
— Ela tá na melhor posição.
— Sim, e é bem resistente. Olha, eu consigo pular.
Cielo Riveros subiu na cama e começou a pular, cada vez que pulava a saia dela voava e mostrava a calcinha rosa, o cabelo loiro voava cada vez que ela caía, deixando ela mais gostosa do que nunca; Alvarado observou a cena se divertindo, com as mãos nos bolsos da calça, olhando de uma distância segura.
— Vem, professor, chega mais e pula comigo
O homem sorrindo se aproximou, tirou as mãos dos bolsos, pegou as mãos dela e Cielo Riveros continuou pulando segurando as mãos do professor; ele olhou empolgado e viu como a saia dela ficava toda levantada mostrando a calcinha cheia.
— Hahaha é muito divertido pular
— Hahaha é sim, olha, essa não é a calcinha que você tava usando, né?
— Não, hehehe troquei
— Por quê?
— Porque gosto mais dessa, é muito macia, olha, pega
— Não, Cielo Riveros, isso não é certo
— Vai, por favor, pega aí
Alvarado olhou pro rostinho inocente da Cielo Riveros, e quando ela pediu pra ele pegar na calcinha dela, sentiu que ela era a garota mais inocente do mundo ao pedir pra ele tocar a calcinha que ela tinha acabado de colocar.
Soltou as mãos da Cielo Riveros, e ela parou de pular, ficou um silêncio entre os dois e ele tomou a iniciativa, colocou as mãos nas duas coxas da menina e foi subindo devagar até chegar na bunda dela, a menina ficou vermelha ao sentir as mãos do professor, ele sem parar de olhar ela corando, acariciou devagar a bunda dela por cima da calcinha macia de algodão; Cielo Riveros, por instinto, colocou as mãos nos ombros do professor pra facilitar a apalpação da calcinha dela, que era tão macia que dava pra mexer ela fácil e colocar a mão por baixo sentindo os peitos delicados e proibidos da menina, que quando sentiu o adulto se inclinar não conseguiu evitar ficar ainda mais vermelha e soltar um suspiro empolgado.
Já tinham se passado uns 10 minutos de amasso, só amasso, nenhum dos dois falou nada, Alvarado com um pau duro do caralho tentou disfarçar e disse:
— É, tá bom Razn, é bem macia. Você tem muitos?" Era a pergunta que eu estava esperando.
"Sim, muitos, deixa eu te mostrar."
"Como?" perguntou Alvarado, confuso.
"Você não quer que eu prove em você?"
"Não, Cielo Riveros, não tá certo, alguém pode chegar.
? Nenhum professor, ninguém vai saber, vai ser um segredo só nosso
? Cielo Riveros,...
? Por favor, não se preocupa, deixa eu modelar minha calcinha, ninguém nunca viu, compraram pra mim, mas se ninguém vê, não adianta nada.
Vamos, professor, por favor, deixa eu modelar elas e me diz o que você acha, tá?
? Cielo Riveros, com aquele rostinho de menina triste e suplicante, Alvarado se sentia mal pela inocência dela, pela simplicidade com que pedia pra ele ver a roupa íntima dela. Tava num dilema entre fazer o certo ou se deixar levar pelos impulsos; o pau dele venceu o debate, "um pouco de pimenta não faz mal a ninguém", pensou consigo mesmo
? Tá bom, pode me mostrar, mas vai ter que prometer que vai ser um segredinho só nosso, se alguém descobrir a gente vai se ferrar
? Obrigada, professor, prometo, vai ser segredo
Ela pulou, pegou as mãos do professor, caiu no chão, quase correu pro armário dele e abriu a gaveta. De lá, tirou várias peças e colocou na cama. Tinha de tudo, desde as normais pra uma menina da idade dela até umas que pareciam fio dental.
? São todas suas?
? Sim
? E você usa?
? Uso, hehe, qual você quer que eu experimente?
? Hmm, olha, veste essa aqui
Ele tinha pegado uma pequenininha que parecia uma calcinha francesa. Cielo Riveros, divertida, colocou as mãos por baixo da saia, pegou a calcinha dela e puxou pra baixo. Quando fez isso, se virou pra olhar o professor, que viu claramente que ela tava se trocando na frente dele; na verdade, ele imaginou que ela fosse entrar no banheiro ou pedir pra ele sair do quarto. Cielo Riveros viu ele sorrindo e fez sinal pra ele se virar, Alvarado virou rápido.
Quando Cielo Riveros vestiu a calcinha, ela mandou ele se virar; ele se virou pra ela, que tava com a saia ajustada, não dava pra ver
? "Não dá pra ver", ele disse meio decepcionado
? Quer ver?" O rostinho de Cielo Riveros mudou pra um sorriso safado
? Bem, sim, era isso que você queria
? Então levanta a saia
Alvarado não pensou duas vezes, se aproximou e pegou a saia pelas bordas, levantando-a devagar. Ela já não tremia tanto, estava mais relaxada. Cielo Riveros sorriu, inquieta, quando o viu levantar a saia. Ela se afastou dele, mas segurou a própria saia, girando lentamente para que Alvarado admirasse seu corpo infantil semidesnudo da cintura para baixo. Alvarado, agora mais seguro de si e assumindo o controle da situação, pegou outra calcinha fio-dental ainda menor do que a que ela estava usando. Aproximou-se de Cielo Riveros, que mantinha a saia levantada, e se ajoelhou na frente dela. Ela, com os olhos cheios de surpresa divertida, o observou em silêncio, mas sorriu quando ele pegou as bordas da calcinha dela e a puxou para baixo. A fio-dental caiu até os tornozelos, e ela colaborou levantando os pés para que saísse; e, da mesma forma, levantou para que ele pudesse colocar a nova.
— Quero ver como essa fica em você.
Ele se levantou e com os dedos ajustou as bordas, mesmo quando fez isso passou os dedos na altura da fenda dela, "ajeitando" e com isso roçou a abertura com as costas dos dedos, colocou o fio entre as nádegas dela separando-as, embora parecesse mais um carinho, depois passou as mãos atrás da saia e a desabotoou
— "A saia atrapalha, não deixa você apreciar como fica nela", disse Alvarado sorrindo, olhando diretamente nos olhos dela
Cielo Riveros soltou a saia e Alvarado terminou de abaixá-la, novamente os pés de Cielo Riveros, ela se levantou para tirá-la junto com Cielo Riveros, ela continuou sorrindo diante da insolência da professora de deixá-la sem saia, mas arregalou os olhos quando Alvarado estava desabotoando a blusa até tirá-la pelos braços, ela estava com uma camiseta, que ele pegou pelas bordas inferiores e tirou pela parte de cima.
Cielo Riveros estava ali, só de sutiã e uma calcinha fio dental, sexy demais pra idade dela, posando na frente de um adulto, sozinha no quarto dela e sem ninguém que fosse chegar tão cedo, Alvarado continuou ajoelhado na frente dela e com os dedos acariciou a fenda por cima da calcinha, Cielo Riveros não conseguiu evitar abrir a boca e soltar um gemido leve, ficou vermelha com o próprio gemido; Alvarado se afastou dela e sentou na cama, não parou de olhar pra ela, apreciou a silhueta dela e como ela ficava com aquela calcinha obscena, que aliás ele tinha colocado bem apertada pra cima pra marcar a fenda dela através dela.
Ele fez um sinal pra ela se aproximar e Cielo Riveros, sorrindo cúmplice, ficou perto dele e Alvarado a pegou pelos ombros acariciando a pele dela.
Acariciou os mamilos dela por cima do sutiã
— Professor, por que tirou minha blusa e camiseta?
— Pra te apreciar melhor
Ele respondeu como o lobo mau que era, ironicamente a chapeuzinho vermelho era a favorita dos dois e os dois entenderam o recado, Cielo Riveros sorriu
— O senhor tem uma boca muito grande
— É pra te beijar melhor
— Jijiji — Cielo Riveros tapou a boquinha escondendo a risada que deu provocou o jogo?
Céu Riveros, chega mais perto de mim
Pra quê?
Pra te acariciar melhor
Céu Riveros se aproximou do adulto e parou na frente dele, que, como estava com as pernas abertas, ficaram bem juntinhos, os rostos a 30 cm de distância, dava pra sentir a essência da menina
— Certamente alguém não vai vir?
— Não, ninguém vai vir, pelo menos até às 9 quando minha mãe chegar, vamos ter muito tempo pra "brincar"
Alvarado, armado de coragem, com o dorso da mão direita acariciou a pele macia da menina, passou a mão pelo seu braço pequeno, subiu até o ombro, depois até o pescoço e dali desceu até os mamilos subdesenvolvidos, escondidos pela blusa, a pele de Cielo Riveros ficou toda arrepiada
— Gostou de mim? — perguntou a Cielo Riveros, com a voz baixa e trêmula
— Você é a garota mais gostosa que já vi na vida — Cielo Riveros, ficou vermelha
— Gostou de mim? — A voz da menina estava mais trêmula
— Alvarado fez um gesto pra tirar o sutiã, mas Cielo Riveros o segurou
— Não
— Alvarado ficou confuso e parou a mão
— Não, você já me viu pelada, já viu até minha frestinha e agora quer ver meu, bem, não
Houve um silêncio entre os dois, Alvarado achava que já tinha chegado ao limite, ainda estava satisfeito com o que tinha visto e tocado, ao chegar em casa se trancava no banheiro e dava a melhor punheta da vida, não chamava de masturbação, a palavra pra essa fantasia era punheta.
Ele desistiu, concordou e estava prestes a tirar a mão quando ouviu a voz dela
— Primeiro você tem que me mostrar algo pelado em você
Ele sorriu aceitando o fato de que ela estava quase nua na frente dele e concordou resignado
— Tá bom, o que você quer que eu mostre?
— Isso, — apontou pra virilha dele que pulsava de tesão, — nunca vi uma e quero ver
— Você nunca viu um homem pelado? — Cielo Riveros balançou a cabeça — nem em fotos?
A menina negou de novo, mentindo enquanto ainda olhava pra virilha dele, não só tinha visto uma, como já tinha passado por todos os buracos dela e aproveitado muito.
Alvarado não sabia, achou que ia ser o primeiro. Cielo Riveros se virou pra porta, percebeu?
— Ela tem seguro, eu coloquei. Pao não quer entrar, deve estar bem entretida vendo televisão, é hora dos desenhos dela.
Alvarado se levantou e trocou de lugar com ela, sentou ela na cama e ficou de pé na frente dela.
Pegou o cinto dela, desabotoou e depois fez o mesmo com a calça; quando soltou, a calça caiu aos pés dela.
Cielo Riveros lambeu os lábios, ficou excitada, arregalou os olhos quando viu o volume que ele tinha na cueca; pra ser sincero, eu também fiquei de boca aberta quando vi o troço que o pequeno mestre carregava — ele tinha uma coisa que era o dobro da minha. Por um momento pensei em cancelar tudo. Deixaria minha pequena foxy inútil pra qualquer um normal, mas de jeito nenhum, negócios são negócios.
Alvarado, sorrindo carinhosamente, pegou as mãos de Cielo Riveros, guiou-as até o elástico da sua cueca boxer e, quando caiu junto com a calça, o monstro do pau apareceu. Ele era incircunciso, estava ereto, imponente diante dos olhos de Cielo Riveros, que, de boca aberta, o admirava. Quase ficou viscosa ao ver uma gota de pré-gozo saindo do meato urinário.
"É isso que você queria ver?" Cielo Riveros assentiu de boca aberta. "Quer tocar?"
Cielo Riveros se virou para olhar nos olhos dele e, voltando ao silêncio, assentiu sem fechar a boca. Alvarado pegou a mãozinha dela de novo e a levou até o cacete, colocando-a ali. Cielo Riveros, por reflexo, puxou para baixo, descobrindo a glande brilhante. Pela cara que a menina fez, suponho que inalou o cheiro do pau. Ela moveu a mãozinha para cima e para baixo, e Alvarado a olhou com ternura de cima, enquanto ela batia punheta nele de leve. Ele já estava excitado demais, segurou a cabeça dela com as duas mãos e, aos poucos, aproximou-a do pau.
"Prova, Cielo Riveros. Já que a gente sabe o que é, então que seja completo."
Cielo Riveros, sabendo o que vinha, abriu a boca e a glande entrou. Sua língua saboreou o gosto doce do esmegma do mestre. Ela chupou sem parar de masturbar o que não cabia na boca. Alvarado mexeu os quadris de um lado para o outro, saboreando o momento. Segurou a cabeça dela e moveu os quadris, metendo na boca. Ele tirou os pés da calça e da cueca e, sem tirar o pau da boca de Cielo Riveros, deitou de barriga para cima na cama, colocando-a de ladinho. A menina continuou na tarefa de mamar e não percebeu que o mestre estava acariciando as nádegas dela. Ela só se tocou quando ele acariciou a fenda por cima da calcinha fio dental. Lembrou que não podia se deixar tocar com os dedos, porque ele podia descobrir que ela já estava mais furada que pneu velho. Ela mexeu a bunda, se afastando do carinho do mestre, e tirou o pau da boca, fazendo uma cara de medo perfeitamente ensaiada.
"O quê? O que foi, Cielo Riveros?
? Tô com medo
? Vem cá, gostosa, não precisa ter medo
A febre tinha cegado o professor e ele mentiu, claro que ela devia ter medo do que carregava e, principalmente, do que ele ia fazer com ela. Ele a colocou em cima de si, pela primeira vez os rostos deles estavam juntos, juntos demais. Suavemente, ela se aproximou e deu um beijinho na boca dele. Alvarado a puxou de novo e a beijou com mais paixão. Ela não queria a boca dele (supostamente não sabia beijar).
— Abre um pouco a boca, Cielo Riveros, e vai ver como é gostoso beijar.
Ela concordou timidamente e se aproximou dele de novo, abrindo sua boquinha exatamente como ele tinha mandado. Eles se enroscaram num beijo de língua apaixonado que até surpreendeu ele. Ele abriu os olhos, olhou pra ela e depois fechou, se deixando levar pela língua infantil que se metia dentro da boca dele. Do outro quarto, eu vi as imagens de como eles mordiam a cama. Meu pau tava ficando duro e eu acariciei ele por cima da calça.
O pau de Alvarado esfregava na virilha dela, que gemia baixinho sentindo a dureza do mestre. Ela mexia os quadris infantis se dando prazer. Pelo jeito que eu vi, dava pra adivinhar que minha pequena tava se empolgando. Só esperava que ela não saísse da atuação e a puta dentro dela aparecesse. O mestre devia acreditar que ela ainda era uma menina inocente que ele ia desvirginar.
Eles continuaram no amasso, ela em cima dele se mexendo sobre o pau dele nua. O mestre desceu as mãos acariciando as bundas de Cielo Riveros, que não parava de gemer com os carinhos do mestre. Ela sentiu ele pegar as bordas da calcinha fio dental com a intenção de puxar pra baixo. Cielo Riveros colaborou levantando os quadris. Quando a calcinha se soltou da parte das nádegas dela, ela gemeu no ouvido de Alvarado, que não parava de dizer que ela era a mais linda do mundo, a garota mais gostosa que ele já tinha conhecido. Até num momento ele sussurrou no ouvido dela que ela lembrava a filha dele, e Cielo Riveros gemeu alto, esfregando a fenda nua no pau adulto.
Alvarado quis tocar a rachadura da aluna dele, mas Cielo Riveros impediu de novo:
— Não, tenho medo. ? Medo de quê?
? Pra doer, ninguém nunca tocou ali em mim
? Você é um anjo
Deitei ela de costas na cama e desci beijando os peitos dela por cima do corpete, não hesitei em levantar e quando Cielo Riveros fez isso, ergueu os braços para eu tirar, enquanto me dava os sorrisos mais lindos; Alvarado se sentiu no céu tirando o corpete de uma garota sorridente, chupei os dois biquinhos segurando nas mãozinhas dela que me guiavam de um mamilo ao outro
? Sim, professor gostoso, continua chupando
Eu chupei forte um deles, e Cielo Riveros gemeu tão alto que ecoou no quarto, virei pra ela e mandei calar a boca, beijei ela na boca metendo a língua, Cielo Riveros recebeu feliz; parei de beijar e desci de novo pra chupar os biquinhos, mas não demorei muito, continuei lambendo a barriga da garota que ria das cócegas, desci até a virilha dela e senti o cheiro da fenda juvenil, nunca tinha feito aquilo antes; ela lembrou de uma vez que, por pura curiosidade, pegou uma calcinha da filha e cheirou, tinha cheiro de xixi, não gostou muito; mas a buceta da Cielo Riveros cheirava limpo, cheirava a fenda de mulher; não hesitei mais, puxei a calça pra baixo e enfiei a cabeça entre as pernas dela, coloquei a língua na abertura e lambi a essência dela, provei e tinha gosto do manjar mais proibido, até pros deuses, e por isso era proibido, o sabor podia te levar à glória, Cielo Riveros me agarrou pelo cabelo e puxou pra perto dela.
Fiquei hipnotizada vendo a tela dela quando Pao entrou pra ver o que eu tava fazendo, acho que a curiosidade tomou conta, convidei ela com um sinal pra não fazer barulho e se aproximar, admirei o espetáculo de como a irmã mais velha recebia um boquete da professora, vi como Cielo Riveros abriu as pernas o máximo que pôde e puxou a cabeça enterrando na fenda dela; num certo momento ela abriu os olhos e virou pra câmera sorrindo satisfeita, meu pau explodiu, abri minha braguilha, tirei ele, puxei a Pao e enfiei na boca dela, ela chupou meu pau sem reclamar Enfiei a mão na nuca dela e meti com força até o fundo.
Na tela, a professora tinha se levantado e montado em Cielo Riveros, que a esperava com as pernas abertas; ela pousou sobre ele e o pau dela estava na entrada da fenda, acho que a professora já estava excitada demais pra pensar, beijou Cielo Riveros, que recebeu de bom grado e deu um pulinho quando a cabeça do pau ficou presa no introito dela. Pararam de se beijar e ela fez uma cara de medo. Naquele momento, não sabia se ela tava fingindo ou já não tava mais atuando.
— Vai doer?
— Não, querida, vou fazer devagar pra você
— Não
— Sim, se deixa levar
— Não
Cielo Riveros disse "não" com a boquinha dela, mas manteve as pernas totalmente abertas e as mãos dela seguraram os quadris masculinos, puxando ele pra dentro, continuou dizendo "não" e puxou mais ainda.
— Se não, vai ser um anão
A cabeça do pau entrava na caverninha dela, se o pau era grande demais pra minha bebê, mas tava certa que ela aguentava.
— Professora, é muito grande, não entra e tira!
Ela fez uma careta de dor, mas tinha as mãozinhas cravadas nos quadris dele, puxando pra dentro. Alvarado, por sua vez, deu um leve empurrão e puxão, olhou pro rosto dela, viu a expressão triste de dor de Cielo Riveros, empurrou mais o pau e entrou um pouco mais.
— Não é algo ruim, não é algo ruim, é uma...
Cielo Riveros levantou o quadril ao mesmo tempo que a professora empurrava, fazendo entrar mais, pelo gemido e pelo grito dela, acho que esse seria o momento que ele pensou que foi o que rompeu o hímen.
— Aaahhh, professora, entra tudo?
— Não, bebê, falta a metade
— A metade?
Cielo Riveros abriu os olhos como pires e se virou pra ver a entreperna dela, verificando que ainda faltava metade do pau, deixou a cabeça cair na cama olhando pro teto, abrindo a boca porque Alvarado empurrou mais um pouquinho, sentiu que o pau alcançava tão fundo como nunca nada tinha alcançado, nem mesmo quando o consolo dela se sentia tão invadido.
Se sentia dor, mas também prazer, tava me conhecendo transando com alguém com um pau maior que o meu. Gostando, eu estava invadindo a fenda dela, sentindo como ela se dilatava ao máximo
? Aaahhh
Foi o gemido que ela deu quando Alvarado enfiou mais, deixando só um pedacinho pra fora dela.
Cielo Riveros passou as mãos dos quadris pra costa do mestre e voltou pros quadris, acariciando a bunda dele. Alvarado se sentiu o homem mais feliz da terra, segurava uma princesa pela primeira vez e sentiu ela relaxar e curtir a "defloração". Enfiou a língua na boca da gemendo Cielo Riveros, e eles se juntaram numa dança de línguas. Os quadris dela iam pra dentro e pra fora, aumentando o ritmo e a força. O pau dele tava lubrificado pelos sucos de Cielo Riveros, que gemia abafando os gritos dentro da boca de Alvarado.
Por alguma razão estranha, eles se viraram sincronizados, como se tivessem feito isso a vida toda, e Cielo Riveros tava sentada no pau dele, com as mãozinhas apoiadas no peitoral dele e a cinturinha de menina se movendo desajeitada enquanto tava enfiada quase até a base do pau adulto. Do lado dele, Alvarado colocou as mãos nos peitos subdesenvolvidos e acariciou com os polegares, passou uma mão na boca de Cielo Riveros, que quase na hora lambeu, enfiando um dedo na boca dela. Ela chupou como uma expert, aquele desgraçado do Alvarado que acelerou as enfiadas enquanto segurava ela firme pelos quadris.
A mão travessa dele deslizou pelo quadril dela, acariciou a bunda da filha e chegou até o cu dela, que, se sentindo acariciado por ali, gemeu alto e apertou as mãozinhas no peito dele; Alvarado empurrou o dedo e ouviu o gemido de Cielo Riveros, quando sentiu o dedo médio entrar no rabo dela, fingiu dor quando na verdade sentiu o maior prazer que já tinha recebido.
O dedo lubrificado com a saliva de Alvarado entrou no segundo nó e saiu só pra voltar pra caverna escura, Cielo Riveros não conseguiu segurar e, instintivamente, mexeu os quadris no ritmo da dedada, os gemidos dela ecoaram pelas paredes do quarto, ela estava chegando ao orgasmo e não conseguia mais fingir, a buceta dela escorria sucos que Alvarado sentia e isso fazia ele acelerar a penetração, a mão dele também era um pistão no cu de Cielo Riveros, que apertava os próprios pezões se dando mais prazer, Alvarado ficou hipnotizado vendo o orgasmo de Cielo Riveros, e se surpreendeu ainda mais quando uma mãozinha dela subiu até a virilha dele e começou a esfregar com força o clitóris dela, Era algo que ela fazia quando falava sério, às vezes apertava tão forte que soltava xixi e dessa vez não foi diferente, a região pubiana de Alvarado ficou molhada com o mijo dela.
Foi demais o que os dois sentiram, Alvarado se sentiu seguro e levantou ela, colocando ela de quatro ao lado dele, se levantou e se ajoelhou atrás dela e guiou o pau duro até a fenda de Cielo Riveros, que gemeu de novo quando se sentiu empalada pelo cacete enorme do seu dono.
De novo começou a dança da trepada, os dois se mexeram como possessos, ele segurou ela firme pelos quadris e ela se apoiou nos lençóis.
Eu também estava mais que tesuda, levei a Pao que ainda me chupava, coloquei ela de frente pra mim de quatro, rapidinho tirei a calcinha dela e meu pau se perdeu na fenda dela, ela começou a gemer, tava com medo de alguém me ouvir e enfiei a calcinha na boca dela, ela quis reclamar, mas não deixei, agora mais tranquilo meti e tirei meu pau da fenda dela, enquanto os dois olhávamos pra tela e como a Cielo Riveros, ela já gritava o orgasmo dela sendo penetrada que nem uma puta.
O Alvarado tava louco, soltou a cintura direita dela pra continuar apalpando a bunda dela, dessa vez enfiou dois dedos, a Cielo Riveros gritou e gemeu, disse que não, que tava doendo, mas não parou de rebolar pra frente e pra trás, colocou a bunda mais empinada pra facilitar a dedada.
O Alvarado cuspiu na mão e tirou o pau da fenda e apontou pro cu, a Cielo Riveros se virou e fez cara de medo
— Não professor, pelo amor de Deus, não, é grande demais
— Fica tranquila, gostosa, vai entrar igual na sua bucetinha
— Tá bom, mas não assim.
No escritório tem vaselina, ele saiu
? É... não sei, você já contou pra sua mãe?
? Não, mas minha avó já sabe e vai ficar com a gente.
? Bom, acho que não vai ter problema nenhum assim.
? Beleza, te espero às 3, tá?
Cielo Riveros perguntou em voz baixa pra ninguém mais ouvir, e ele só balançou a cabeça, enfiando o papel no bolso da calça. Pelo resto do dia, Alvarado ficava metendo a mão no bolso e acariciando o papel, e esse simples gesto já o deixava excitado. Passava os dedos nele e sentia que representava o aluno mais gostoso e inocente que já tinha tido na vida.
O sinal da escola anunciou a saída, e o coração de Alvarado disparou igual um cavalo relinchando, se preparando pra um galope feroz.
Cielo Riveros e Pao chegaram em casa lá pelas 2:15. Eu tava de olho no relógio, contando cada minuto. Assim que entraram, me viram e vieram correndo me abraçar e beijar. Cielo Riveros passou a mão na minha virilha na hora.
— Pai, deixa eu dar uma aliviada, tô com muito calor.
— Não, minha raposinha, você tem que ficar apertada pra ele acreditar que é o primeiro.
? Ah, não, tô com calor, vou de cu ou se tá perdido, chupa minha buceta, são só 10 minutos ? Beleza, vamos pro teu quarto e aí te chupo um pouco, é bom a gente dar uma olhada na tua roupa
Subimos as escadas, fui até o armário onde já tinha separado a calcinha de vários conjuntos, quando me virei pra ver a Cielo Riveros, ela já tava deitada na cama, levantando as pernas, tirando a calça, e depois abrindo as pernas e esperando eu me mexer, inquieta. Me aproximei e me ajoelhei no chão perto da borda da cama, coloquei minha cara na buceta dela, lambi muito, chupei o clitóris, enfiei minha língua na fenda dela, Cielo Riveros, ela gemeu soltando os sucos da buceta
? Sim, papai, que gostoso, sim, adoro como você me chupa, ah, sim.
E se a gente cancelar o professor e ficar a tarde toda?
? Por que você tá falando isso?
? Tô com medo, não sei como vou fazer
Ela ainda era uma garota inocente, tinha medo de ficar com alguém que não fosse eu, tive que acalmá-la pra conseguir meus resultados
? Vamos, minha raposinha, você já sabe como fazer, relaxa, você tá na frente dele.
? Mas na real, papai, me dá medo aaahhh
Minha língua entrou na buceta dela, enfiei o mais fundo que pude, precisava dela relaxada e excitada, chupei forte e me afastei pra colocar meus dedos na caverninha dela e enquanto a tocava, falei
? Não, sua putinha, o plano tem que continuar, a gente vai ter tempo só nós dois, por enquanto você faz o que eu peço
? Aaahhh aaahhh tá bom, faz o que quiser, mas não para de me chupar aaahhh Ficamos assim pelos 10 minutos prometidos e depois me levantei limpando a baba com as costas da mão
? Minha pequena foxy, tá bem, limpa a rachadura com um pano úmido e volta
? Sim, papai, obrigada por me chupar, agora me sinto melhor
Lamentei não ter minha câmera à mão ou ter filmado, adorei quando ela me agradeceu ou pediu que por favor a pegasse.
Ela foi ao banheiro se lavar, voltou com um sorriso de orelha a orelha de satisfação; dei instruções e, como ela tinha que seduzir ele, ela deitada na cama de bruços segurando o rosto com as mãos prestou atenção; Sem parar de sorrir, ouviu quando falei as caras que ela devia fazer e os gestos de dor, Ela sorriu mais ainda quando fiz os gestos enquanto dizia que, pra mim, achava que meu conselho era demais porque ela era uma manipuladora experiente.
Ela explicou onde estavam as câmeras escondidas pra ele poder se mexer de um jeito que gravasse o rosto do professor, meu plano era perfeito porque eu tinha ela, senão não funcionaria. Eu tava escondido no quarto da mãe dela quando a campainha tocou, olhei pro relógio e sorri, eram exatamente 3 horas da tarde, o cara era pontual no inglês e eu não culpava ele, se fosse ficar com uma mina tipo a Cielo Riveros pela primeira vez, chegaria até 15 minutos antes.
Cielo Riveros foi até a porta e abriu, ela tinha dobrado a saia na parte de cima, não dava pra notar, mas isso fazia a saia ficar no meio da coxa, o cabelo dela tava solto deixando ela gostosa pra caralho e não satisfeita com isso tinha desabotoado dois botões da blusa, mostrando o sutiã. Alvarado abriu a boca quando viu ela, as mãos tremiam.
— Oi professor, chegou na hora
— Obrigado, sempre gostei de pontualidade
— Não trouxe o carro, né? — perguntou Cielo Riveros, virando pra rua pros dois lados
— Não, vim de táxi, deixei meu carro na oficina, precisava de manutenção
Claro que precisava manter o carro, essa foi a desculpa dele pra não chegar em casa à tarde, o cara não tinha dito que viria com essa mina, isso significava que ele tava na esperança de se divertir.
— Pode entrar, professor, fique à vontade
— Obrigado, e a sua avó? — perguntou olhando em volta
— Não tá aqui — Cielo Riveros fez cara triste — ela não vem hoje
— Não?
— Não, vou ficar no comando da casa a tarde toda
Alvarado entrou e sentou na sala enquanto ouvia a notícia que a Cielo Riveros deu, algo dentro dele ficou muito feliz e “outra parte” muito dura; iam ficar sozinhos a tarde toda. Pao saiu da cozinha com uma bolacha
— Oi professor
— Oi Paola
— Pao, o professor e eu vamos pro meu quarto, ele vai me explicar uns problemas, não incomoda a gente porque vamos estar muito concentrados
— Tá bom, vou esperar aqui
Pao respondeu com um sorriso amigável e Alvarado sentiu um mini infarto por dentro. Simplicidade da Cielo Riveros ao ir pro quarto dela "estudar"
Eu segui ela que nem um zumbi, sem falar nada, fui atrás vendo ela rebolando a bunda enquanto subia as escadas. Cielo Riveros foi pro quarto dela e me convidou pra entrar. Quando entrei, ela fechou a porta.
— É seguro pra gente ficar aqui? Falo com sua mãe ou sua avó que pode te incomodar eu estar no teu quarto sem a permissão delas?
— Bom, vamos fazer um trato: você não fala nada sobre isso e eu também não.
— Vai ser nosso segredo — ela piscou um olho enquanto falava.
— Tá bom, tudo bem, não vou falar nada sobre isso — levantei a mão fazendo juramento. Cielo Riveros fez o mesmo. — Teu quarto é muito lindo, digno de uma gostosa igual você.
— Obrigada, tia. Cê acha mesmo que eu sou bonita?
— A mais bonita que já conheci. Qual dessas duas é sua cama?
— Adivinha qual — Cielo Riveros se divertiu com a professora dela.
— Hummm, acho que é essa.
— Sim, como você descobriu?
— Ela tá na melhor posição.
— Sim, e é bem resistente. Olha, eu consigo pular.
Cielo Riveros subiu na cama e começou a pular, cada vez que pulava a saia dela voava e mostrava a calcinha rosa, o cabelo loiro voava cada vez que ela caía, deixando ela mais gostosa do que nunca; Alvarado observou a cena se divertindo, com as mãos nos bolsos da calça, olhando de uma distância segura.— Vem, professor, chega mais e pula comigo
O homem sorrindo se aproximou, tirou as mãos dos bolsos, pegou as mãos dela e Cielo Riveros continuou pulando segurando as mãos do professor; ele olhou empolgado e viu como a saia dela ficava toda levantada mostrando a calcinha cheia.
— Hahaha é muito divertido pular
— Hahaha é sim, olha, essa não é a calcinha que você tava usando, né?
— Não, hehehe troquei
— Por quê?
— Porque gosto mais dessa, é muito macia, olha, pega
— Não, Cielo Riveros, isso não é certo
— Vai, por favor, pega aí
Alvarado olhou pro rostinho inocente da Cielo Riveros, e quando ela pediu pra ele pegar na calcinha dela, sentiu que ela era a garota mais inocente do mundo ao pedir pra ele tocar a calcinha que ela tinha acabado de colocar.
Soltou as mãos da Cielo Riveros, e ela parou de pular, ficou um silêncio entre os dois e ele tomou a iniciativa, colocou as mãos nas duas coxas da menina e foi subindo devagar até chegar na bunda dela, a menina ficou vermelha ao sentir as mãos do professor, ele sem parar de olhar ela corando, acariciou devagar a bunda dela por cima da calcinha macia de algodão; Cielo Riveros, por instinto, colocou as mãos nos ombros do professor pra facilitar a apalpação da calcinha dela, que era tão macia que dava pra mexer ela fácil e colocar a mão por baixo sentindo os peitos delicados e proibidos da menina, que quando sentiu o adulto se inclinar não conseguiu evitar ficar ainda mais vermelha e soltar um suspiro empolgado.
Já tinham se passado uns 10 minutos de amasso, só amasso, nenhum dos dois falou nada, Alvarado com um pau duro do caralho tentou disfarçar e disse:
— É, tá bom Razn, é bem macia. Você tem muitos?" Era a pergunta que eu estava esperando.
"Sim, muitos, deixa eu te mostrar."
"Como?" perguntou Alvarado, confuso.
"Você não quer que eu prove em você?"
"Não, Cielo Riveros, não tá certo, alguém pode chegar.
? Nenhum professor, ninguém vai saber, vai ser um segredo só nosso ? Cielo Riveros,...
? Por favor, não se preocupa, deixa eu modelar minha calcinha, ninguém nunca viu, compraram pra mim, mas se ninguém vê, não adianta nada.
Vamos, professor, por favor, deixa eu modelar elas e me diz o que você acha, tá?
? Cielo Riveros, com aquele rostinho de menina triste e suplicante, Alvarado se sentia mal pela inocência dela, pela simplicidade com que pedia pra ele ver a roupa íntima dela. Tava num dilema entre fazer o certo ou se deixar levar pelos impulsos; o pau dele venceu o debate, "um pouco de pimenta não faz mal a ninguém", pensou consigo mesmo
? Tá bom, pode me mostrar, mas vai ter que prometer que vai ser um segredinho só nosso, se alguém descobrir a gente vai se ferrar
? Obrigada, professor, prometo, vai ser segredo
Ela pulou, pegou as mãos do professor, caiu no chão, quase correu pro armário dele e abriu a gaveta. De lá, tirou várias peças e colocou na cama. Tinha de tudo, desde as normais pra uma menina da idade dela até umas que pareciam fio dental.
? São todas suas?
? Sim
? E você usa?
? Uso, hehe, qual você quer que eu experimente?
? Hmm, olha, veste essa aqui
Ele tinha pegado uma pequenininha que parecia uma calcinha francesa. Cielo Riveros, divertida, colocou as mãos por baixo da saia, pegou a calcinha dela e puxou pra baixo. Quando fez isso, se virou pra olhar o professor, que viu claramente que ela tava se trocando na frente dele; na verdade, ele imaginou que ela fosse entrar no banheiro ou pedir pra ele sair do quarto. Cielo Riveros viu ele sorrindo e fez sinal pra ele se virar, Alvarado virou rápido.
Quando Cielo Riveros vestiu a calcinha, ela mandou ele se virar; ele se virou pra ela, que tava com a saia ajustada, não dava pra ver
? "Não dá pra ver", ele disse meio decepcionado
? Quer ver?" O rostinho de Cielo Riveros mudou pra um sorriso safado
? Bem, sim, era isso que você queria
? Então levanta a saia
Alvarado não pensou duas vezes, se aproximou e pegou a saia pelas bordas, levantando-a devagar. Ela já não tremia tanto, estava mais relaxada. Cielo Riveros sorriu, inquieta, quando o viu levantar a saia. Ela se afastou dele, mas segurou a própria saia, girando lentamente para que Alvarado admirasse seu corpo infantil semidesnudo da cintura para baixo. Alvarado, agora mais seguro de si e assumindo o controle da situação, pegou outra calcinha fio-dental ainda menor do que a que ela estava usando. Aproximou-se de Cielo Riveros, que mantinha a saia levantada, e se ajoelhou na frente dela. Ela, com os olhos cheios de surpresa divertida, o observou em silêncio, mas sorriu quando ele pegou as bordas da calcinha dela e a puxou para baixo. A fio-dental caiu até os tornozelos, e ela colaborou levantando os pés para que saísse; e, da mesma forma, levantou para que ele pudesse colocar a nova.— Quero ver como essa fica em você.
Ele se levantou e com os dedos ajustou as bordas, mesmo quando fez isso passou os dedos na altura da fenda dela, "ajeitando" e com isso roçou a abertura com as costas dos dedos, colocou o fio entre as nádegas dela separando-as, embora parecesse mais um carinho, depois passou as mãos atrás da saia e a desabotoou — "A saia atrapalha, não deixa você apreciar como fica nela", disse Alvarado sorrindo, olhando diretamente nos olhos dela
Cielo Riveros soltou a saia e Alvarado terminou de abaixá-la, novamente os pés de Cielo Riveros, ela se levantou para tirá-la junto com Cielo Riveros, ela continuou sorrindo diante da insolência da professora de deixá-la sem saia, mas arregalou os olhos quando Alvarado estava desabotoando a blusa até tirá-la pelos braços, ela estava com uma camiseta, que ele pegou pelas bordas inferiores e tirou pela parte de cima.
Cielo Riveros estava ali, só de sutiã e uma calcinha fio dental, sexy demais pra idade dela, posando na frente de um adulto, sozinha no quarto dela e sem ninguém que fosse chegar tão cedo, Alvarado continuou ajoelhado na frente dela e com os dedos acariciou a fenda por cima da calcinha, Cielo Riveros não conseguiu evitar abrir a boca e soltar um gemido leve, ficou vermelha com o próprio gemido; Alvarado se afastou dela e sentou na cama, não parou de olhar pra ela, apreciou a silhueta dela e como ela ficava com aquela calcinha obscena, que aliás ele tinha colocado bem apertada pra cima pra marcar a fenda dela através dela.
Ele fez um sinal pra ela se aproximar e Cielo Riveros, sorrindo cúmplice, ficou perto dele e Alvarado a pegou pelos ombros acariciando a pele dela.
Acariciou os mamilos dela por cima do sutiã
— Professor, por que tirou minha blusa e camiseta?
— Pra te apreciar melhor
Ele respondeu como o lobo mau que era, ironicamente a chapeuzinho vermelho era a favorita dos dois e os dois entenderam o recado, Cielo Riveros sorriu
— O senhor tem uma boca muito grande
— É pra te beijar melhor
— Jijiji — Cielo Riveros tapou a boquinha escondendo a risada que deu provocou o jogo?
Céu Riveros, chega mais perto de mim
Pra quê?
Pra te acariciar melhor
Céu Riveros se aproximou do adulto e parou na frente dele, que, como estava com as pernas abertas, ficaram bem juntinhos, os rostos a 30 cm de distância, dava pra sentir a essência da menina
— Certamente alguém não vai vir?— Não, ninguém vai vir, pelo menos até às 9 quando minha mãe chegar, vamos ter muito tempo pra "brincar"
Alvarado, armado de coragem, com o dorso da mão direita acariciou a pele macia da menina, passou a mão pelo seu braço pequeno, subiu até o ombro, depois até o pescoço e dali desceu até os mamilos subdesenvolvidos, escondidos pela blusa, a pele de Cielo Riveros ficou toda arrepiada
— Gostou de mim? — perguntou a Cielo Riveros, com a voz baixa e trêmula
— Você é a garota mais gostosa que já vi na vida — Cielo Riveros, ficou vermelha
— Gostou de mim? — A voz da menina estava mais trêmula
— Alvarado fez um gesto pra tirar o sutiã, mas Cielo Riveros o segurou
— Não
— Alvarado ficou confuso e parou a mão
— Não, você já me viu pelada, já viu até minha frestinha e agora quer ver meu, bem, não
Houve um silêncio entre os dois, Alvarado achava que já tinha chegado ao limite, ainda estava satisfeito com o que tinha visto e tocado, ao chegar em casa se trancava no banheiro e dava a melhor punheta da vida, não chamava de masturbação, a palavra pra essa fantasia era punheta.
Ele desistiu, concordou e estava prestes a tirar a mão quando ouviu a voz dela
— Primeiro você tem que me mostrar algo pelado em você
Ele sorriu aceitando o fato de que ela estava quase nua na frente dele e concordou resignado
— Tá bom, o que você quer que eu mostre?
— Isso, — apontou pra virilha dele que pulsava de tesão, — nunca vi uma e quero ver
— Você nunca viu um homem pelado? — Cielo Riveros balançou a cabeça — nem em fotos?
A menina negou de novo, mentindo enquanto ainda olhava pra virilha dele, não só tinha visto uma, como já tinha passado por todos os buracos dela e aproveitado muito.
Alvarado não sabia, achou que ia ser o primeiro. Cielo Riveros se virou pra porta, percebeu? — Ela tem seguro, eu coloquei. Pao não quer entrar, deve estar bem entretida vendo televisão, é hora dos desenhos dela.
Alvarado se levantou e trocou de lugar com ela, sentou ela na cama e ficou de pé na frente dela.
Pegou o cinto dela, desabotoou e depois fez o mesmo com a calça; quando soltou, a calça caiu aos pés dela.
Cielo Riveros lambeu os lábios, ficou excitada, arregalou os olhos quando viu o volume que ele tinha na cueca; pra ser sincero, eu também fiquei de boca aberta quando vi o troço que o pequeno mestre carregava — ele tinha uma coisa que era o dobro da minha. Por um momento pensei em cancelar tudo. Deixaria minha pequena foxy inútil pra qualquer um normal, mas de jeito nenhum, negócios são negócios.
Alvarado, sorrindo carinhosamente, pegou as mãos de Cielo Riveros, guiou-as até o elástico da sua cueca boxer e, quando caiu junto com a calça, o monstro do pau apareceu. Ele era incircunciso, estava ereto, imponente diante dos olhos de Cielo Riveros, que, de boca aberta, o admirava. Quase ficou viscosa ao ver uma gota de pré-gozo saindo do meato urinário."É isso que você queria ver?" Cielo Riveros assentiu de boca aberta. "Quer tocar?"
Cielo Riveros se virou para olhar nos olhos dele e, voltando ao silêncio, assentiu sem fechar a boca. Alvarado pegou a mãozinha dela de novo e a levou até o cacete, colocando-a ali. Cielo Riveros, por reflexo, puxou para baixo, descobrindo a glande brilhante. Pela cara que a menina fez, suponho que inalou o cheiro do pau. Ela moveu a mãozinha para cima e para baixo, e Alvarado a olhou com ternura de cima, enquanto ela batia punheta nele de leve. Ele já estava excitado demais, segurou a cabeça dela com as duas mãos e, aos poucos, aproximou-a do pau.
"Prova, Cielo Riveros. Já que a gente sabe o que é, então que seja completo."
Cielo Riveros, sabendo o que vinha, abriu a boca e a glande entrou. Sua língua saboreou o gosto doce do esmegma do mestre. Ela chupou sem parar de masturbar o que não cabia na boca. Alvarado mexeu os quadris de um lado para o outro, saboreando o momento. Segurou a cabeça dela e moveu os quadris, metendo na boca. Ele tirou os pés da calça e da cueca e, sem tirar o pau da boca de Cielo Riveros, deitou de barriga para cima na cama, colocando-a de ladinho. A menina continuou na tarefa de mamar e não percebeu que o mestre estava acariciando as nádegas dela. Ela só se tocou quando ele acariciou a fenda por cima da calcinha fio dental. Lembrou que não podia se deixar tocar com os dedos, porque ele podia descobrir que ela já estava mais furada que pneu velho. Ela mexeu a bunda, se afastando do carinho do mestre, e tirou o pau da boca, fazendo uma cara de medo perfeitamente ensaiada.
"O quê? O que foi, Cielo Riveros?
? Tô com medo
? Vem cá, gostosa, não precisa ter medo
A febre tinha cegado o professor e ele mentiu, claro que ela devia ter medo do que carregava e, principalmente, do que ele ia fazer com ela. Ele a colocou em cima de si, pela primeira vez os rostos deles estavam juntos, juntos demais. Suavemente, ela se aproximou e deu um beijinho na boca dele. Alvarado a puxou de novo e a beijou com mais paixão. Ela não queria a boca dele (supostamente não sabia beijar).— Abre um pouco a boca, Cielo Riveros, e vai ver como é gostoso beijar.
Ela concordou timidamente e se aproximou dele de novo, abrindo sua boquinha exatamente como ele tinha mandado. Eles se enroscaram num beijo de língua apaixonado que até surpreendeu ele. Ele abriu os olhos, olhou pra ela e depois fechou, se deixando levar pela língua infantil que se metia dentro da boca dele. Do outro quarto, eu vi as imagens de como eles mordiam a cama. Meu pau tava ficando duro e eu acariciei ele por cima da calça.
O pau de Alvarado esfregava na virilha dela, que gemia baixinho sentindo a dureza do mestre. Ela mexia os quadris infantis se dando prazer. Pelo jeito que eu vi, dava pra adivinhar que minha pequena tava se empolgando. Só esperava que ela não saísse da atuação e a puta dentro dela aparecesse. O mestre devia acreditar que ela ainda era uma menina inocente que ele ia desvirginar.
Eles continuaram no amasso, ela em cima dele se mexendo sobre o pau dele nua. O mestre desceu as mãos acariciando as bundas de Cielo Riveros, que não parava de gemer com os carinhos do mestre. Ela sentiu ele pegar as bordas da calcinha fio dental com a intenção de puxar pra baixo. Cielo Riveros colaborou levantando os quadris. Quando a calcinha se soltou da parte das nádegas dela, ela gemeu no ouvido de Alvarado, que não parava de dizer que ela era a mais linda do mundo, a garota mais gostosa que ele já tinha conhecido. Até num momento ele sussurrou no ouvido dela que ela lembrava a filha dele, e Cielo Riveros gemeu alto, esfregando a fenda nua no pau adulto.
Alvarado quis tocar a rachadura da aluna dele, mas Cielo Riveros impediu de novo:
— Não, tenho medo. ? Medo de quê?
? Pra doer, ninguém nunca tocou ali em mim
? Você é um anjo Deitei ela de costas na cama e desci beijando os peitos dela por cima do corpete, não hesitei em levantar e quando Cielo Riveros fez isso, ergueu os braços para eu tirar, enquanto me dava os sorrisos mais lindos; Alvarado se sentiu no céu tirando o corpete de uma garota sorridente, chupei os dois biquinhos segurando nas mãozinhas dela que me guiavam de um mamilo ao outro
? Sim, professor gostoso, continua chupando
Eu chupei forte um deles, e Cielo Riveros gemeu tão alto que ecoou no quarto, virei pra ela e mandei calar a boca, beijei ela na boca metendo a língua, Cielo Riveros recebeu feliz; parei de beijar e desci de novo pra chupar os biquinhos, mas não demorei muito, continuei lambendo a barriga da garota que ria das cócegas, desci até a virilha dela e senti o cheiro da fenda juvenil, nunca tinha feito aquilo antes; ela lembrou de uma vez que, por pura curiosidade, pegou uma calcinha da filha e cheirou, tinha cheiro de xixi, não gostou muito; mas a buceta da Cielo Riveros cheirava limpo, cheirava a fenda de mulher; não hesitei mais, puxei a calça pra baixo e enfiei a cabeça entre as pernas dela, coloquei a língua na abertura e lambi a essência dela, provei e tinha gosto do manjar mais proibido, até pros deuses, e por isso era proibido, o sabor podia te levar à glória, Cielo Riveros me agarrou pelo cabelo e puxou pra perto dela.
Fiquei hipnotizada vendo a tela dela quando Pao entrou pra ver o que eu tava fazendo, acho que a curiosidade tomou conta, convidei ela com um sinal pra não fazer barulho e se aproximar, admirei o espetáculo de como a irmã mais velha recebia um boquete da professora, vi como Cielo Riveros abriu as pernas o máximo que pôde e puxou a cabeça enterrando na fenda dela; num certo momento ela abriu os olhos e virou pra câmera sorrindo satisfeita, meu pau explodiu, abri minha braguilha, tirei ele, puxei a Pao e enfiei na boca dela, ela chupou meu pau sem reclamar Enfiei a mão na nuca dela e meti com força até o fundo.
Na tela, a professora tinha se levantado e montado em Cielo Riveros, que a esperava com as pernas abertas; ela pousou sobre ele e o pau dela estava na entrada da fenda, acho que a professora já estava excitada demais pra pensar, beijou Cielo Riveros, que recebeu de bom grado e deu um pulinho quando a cabeça do pau ficou presa no introito dela. Pararam de se beijar e ela fez uma cara de medo. Naquele momento, não sabia se ela tava fingindo ou já não tava mais atuando.— Vai doer?
— Não, querida, vou fazer devagar pra você
— Não
— Sim, se deixa levar
— Não
Cielo Riveros disse "não" com a boquinha dela, mas manteve as pernas totalmente abertas e as mãos dela seguraram os quadris masculinos, puxando ele pra dentro, continuou dizendo "não" e puxou mais ainda.
— Se não, vai ser um anão
A cabeça do pau entrava na caverninha dela, se o pau era grande demais pra minha bebê, mas tava certa que ela aguentava.
— Professora, é muito grande, não entra e tira!
Ela fez uma careta de dor, mas tinha as mãozinhas cravadas nos quadris dele, puxando pra dentro. Alvarado, por sua vez, deu um leve empurrão e puxão, olhou pro rosto dela, viu a expressão triste de dor de Cielo Riveros, empurrou mais o pau e entrou um pouco mais.
— Não é algo ruim, não é algo ruim, é uma...
Cielo Riveros levantou o quadril ao mesmo tempo que a professora empurrava, fazendo entrar mais, pelo gemido e pelo grito dela, acho que esse seria o momento que ele pensou que foi o que rompeu o hímen.
— Aaahhh, professora, entra tudo?
— Não, bebê, falta a metade
— A metade?
Cielo Riveros abriu os olhos como pires e se virou pra ver a entreperna dela, verificando que ainda faltava metade do pau, deixou a cabeça cair na cama olhando pro teto, abrindo a boca porque Alvarado empurrou mais um pouquinho, sentiu que o pau alcançava tão fundo como nunca nada tinha alcançado, nem mesmo quando o consolo dela se sentia tão invadido.
Se sentia dor, mas também prazer, tava me conhecendo transando com alguém com um pau maior que o meu. Gostando, eu estava invadindo a fenda dela, sentindo como ela se dilatava ao máximo
? Aaahhh
Foi o gemido que ela deu quando Alvarado enfiou mais, deixando só um pedacinho pra fora dela.Cielo Riveros passou as mãos dos quadris pra costa do mestre e voltou pros quadris, acariciando a bunda dele. Alvarado se sentiu o homem mais feliz da terra, segurava uma princesa pela primeira vez e sentiu ela relaxar e curtir a "defloração". Enfiou a língua na boca da gemendo Cielo Riveros, e eles se juntaram numa dança de línguas. Os quadris dela iam pra dentro e pra fora, aumentando o ritmo e a força. O pau dele tava lubrificado pelos sucos de Cielo Riveros, que gemia abafando os gritos dentro da boca de Alvarado.
Por alguma razão estranha, eles se viraram sincronizados, como se tivessem feito isso a vida toda, e Cielo Riveros tava sentada no pau dele, com as mãozinhas apoiadas no peitoral dele e a cinturinha de menina se movendo desajeitada enquanto tava enfiada quase até a base do pau adulto. Do lado dele, Alvarado colocou as mãos nos peitos subdesenvolvidos e acariciou com os polegares, passou uma mão na boca de Cielo Riveros, que quase na hora lambeu, enfiando um dedo na boca dela. Ela chupou como uma expert, aquele desgraçado do Alvarado que acelerou as enfiadas enquanto segurava ela firme pelos quadris.
A mão travessa dele deslizou pelo quadril dela, acariciou a bunda da filha e chegou até o cu dela, que, se sentindo acariciado por ali, gemeu alto e apertou as mãozinhas no peito dele; Alvarado empurrou o dedo e ouviu o gemido de Cielo Riveros, quando sentiu o dedo médio entrar no rabo dela, fingiu dor quando na verdade sentiu o maior prazer que já tinha recebido. O dedo lubrificado com a saliva de Alvarado entrou no segundo nó e saiu só pra voltar pra caverna escura, Cielo Riveros não conseguiu segurar e, instintivamente, mexeu os quadris no ritmo da dedada, os gemidos dela ecoaram pelas paredes do quarto, ela estava chegando ao orgasmo e não conseguia mais fingir, a buceta dela escorria sucos que Alvarado sentia e isso fazia ele acelerar a penetração, a mão dele também era um pistão no cu de Cielo Riveros, que apertava os próprios pezões se dando mais prazer, Alvarado ficou hipnotizado vendo o orgasmo de Cielo Riveros, e se surpreendeu ainda mais quando uma mãozinha dela subiu até a virilha dele e começou a esfregar com força o clitóris dela, Era algo que ela fazia quando falava sério, às vezes apertava tão forte que soltava xixi e dessa vez não foi diferente, a região pubiana de Alvarado ficou molhada com o mijo dela.
Foi demais o que os dois sentiram, Alvarado se sentiu seguro e levantou ela, colocando ela de quatro ao lado dele, se levantou e se ajoelhou atrás dela e guiou o pau duro até a fenda de Cielo Riveros, que gemeu de novo quando se sentiu empalada pelo cacete enorme do seu dono.
De novo começou a dança da trepada, os dois se mexeram como possessos, ele segurou ela firme pelos quadris e ela se apoiou nos lençóis.
Eu também estava mais que tesuda, levei a Pao que ainda me chupava, coloquei ela de frente pra mim de quatro, rapidinho tirei a calcinha dela e meu pau se perdeu na fenda dela, ela começou a gemer, tava com medo de alguém me ouvir e enfiei a calcinha na boca dela, ela quis reclamar, mas não deixei, agora mais tranquilo meti e tirei meu pau da fenda dela, enquanto os dois olhávamos pra tela e como a Cielo Riveros, ela já gritava o orgasmo dela sendo penetrada que nem uma puta. O Alvarado tava louco, soltou a cintura direita dela pra continuar apalpando a bunda dela, dessa vez enfiou dois dedos, a Cielo Riveros gritou e gemeu, disse que não, que tava doendo, mas não parou de rebolar pra frente e pra trás, colocou a bunda mais empinada pra facilitar a dedada.
O Alvarado cuspiu na mão e tirou o pau da fenda e apontou pro cu, a Cielo Riveros se virou e fez cara de medo
— Não professor, pelo amor de Deus, não, é grande demais
— Fica tranquila, gostosa, vai entrar igual na sua bucetinha
— Tá bom, mas não assim.
No escritório tem vaselina, ele saiu
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