Pra ser mais explícita, vou contar uma história simpática pra vocês. O Héctor, por quem eu tive e ainda tenho sentimentos, é pecuarista, tem fazendas no norte de Santa Fé. A gente se vê quando ele vem pra Buenos Aires, num apartamento na região dos Tribunais. Ele é solteiro. Forte. Campechano, que ainda gosta de ver pelinhos na minha buceta, mas, infelizmente nisso, não dou o gosto pra ele. Ele chega domingo à noite e a gente se vê almoçando no fim da tarde de segunda. Umas 14h30, quando eu arrumo uma desculpa e saio mais cedo do trabalho. Visto algo sexy (vestido ou saia, nada que cubra minhas pernas), o mais citadino que encontro, salto alto (sandálias ou botas, dependendo da estação), e encontro meu conterrâneo sempre com algo de couro no visual, que denuncia que ele tá a quilômetros da moda, hahaha. Almoço, café ou sorvete, e soneca de quase 4 horas no apartamento. No primeiro dia, dá pra ver que a gente sente falta um do outro e transamos com paixão. A próxima transa já é com o rigor da doma. Quase com raiva, ele me subjuga, mas isso é assunto pra terapeuta, haha. Essa raiva de não ter me feito sua mulher exclusiva deixa ele intenso, brutal, ele me come com a vingança de saber que não é o único e curte me fazer sentir a bronca dele, e eu entendo e me submeto (também curto). Sentir que com o pau dele quer me sufocar, fodendo minha boca até eu engasgar, e eu amo esse castigo. O "sua puta de merda" dele significa "você é o amor da minha vida que eu não soube conquistar". Depois, ele arranca meu sutiã e me joga na cama com brutalidade (fico cheia de hematomas), me vira de costas pra me castigar, provocando dor ao arrebentar meu cu. Me arqueia, puxando meu cabelo, enquanto diz que "puta de merda você sempre foi, uma piranha que esquenta pau, cada dia mais comível". E assim ele goza, jogando o esperma dele no meu corpo e no meu cabelo, porque sabe que isso me deixa desconfortável (tenho que arrumar sem chegar em casa com o cabelo molhado), enquanto espreme o pau dele nas minhas costas, sinto minhas nádegas ardendo das palmadas que ele me deu. Depois ela se acalma e quase se arrepende da atitude. É minha vez de seduzi-lo, devagar mostrar que amo ele, mas que também curto outras picas. Ele gosta que eu chupe primeiro com a língua e depois meta. O gozo dele me engravidou e ele decidiu quase no limite do tempo (eu queria ter porque era a chance de ter ele e o filho dele) tirar de mim. Num sábado de manhã, quando levaram o corno do meu marido, o fim de semana inteiro pra pescar pra ele não descobrir. O Héctor cuidou de mim o tempo todo. Uns meses depois engravidei e nasceu o Ezequiel. Uma tarde que voltava transada do apartamento pra casa, com olheiras, hematomas nos braços e pernas. Cheia de gozo. Até sentindo o gosto na boca. O porteiro me puxa de lado e no bar me propõe ser a puta oficial do hotel. Ele me via chegar vestida muito gostosa, uma escort fina com um cliente reservado que deixava a escort com sinais de ter sido muito macetada. Falei que era uma amiga e ele insistiu, então falei que era a mantida exclusiva do cliente. A proposta ficou em aberto. Sou a putinha de merda dele porque ele não teve coragem de me ter como esposa. Enviado do meu iPhone
6 comentários - Vadia de merda